sábado, 28 de agosto de 2010

PESSOAS QUE CUIDAM DE ANIMAIS SÃO MINHAS HEROÍNAS

Hoje, a partir das 10 da manhã e até às 15 horas, haverá uma feira de adoção de animais no Shopping Benfica, pertinho de casa, aqui em Fortaleza. Se você quiser um gato ou cachorro fofinho pra chamar de seu, ou pra que ele te chame de seu, agora é a hora. Já eu tô querendo escrever este post faz meses, e vou aproveitar a feira pra finalmente deslanchar.
Seguinte: eu sempre amei cães e gatos, sem preferência e sem essas frescuras de ter que escolher se sou um “cat person” ou um “dog person”. Sou os dois. Sabe aquele pessoal que se derrete ao ver um bebê e faz “Ahhhh que gracinha!”? Essa sou eu, só que com animais. Só que cresci numa família de classe média que, pra não atrapalhar a rotina da casa, negava-se a ter um bichinho de estimação. Até que eu fiz 18 anos e finquei o pé: não havia nada que eu quisesse tanto quanto um cachorrinho. Tanto insisti que ganhei um, um lindo Yorkshire, o Piteco, ou Pity, que foi um grande companheiro durante sete anos, até que foi vítima de um erro médico e morreu.
Naquela época em que implorei ganhar um bichinho de aniversário, ninguém da minha família sequer cogitava ter um bichinho que não fosse de raça, com pedigree. Lembro que fiquei semanas pensando numa raça, que tinha que ser pequena, porque morávamos num apartamento, em SP. Salsicha pequeno não, que podia ter dor nas costas. Pinscher ou Chihuaua? Ambos meio histéricos. Beagle? Tem fama de destruidor. Cocker? Precisa cuidar muito das orelhas. Até que optamos por um Yorkie. Em nenhum momento passou pela cabeça da minha família adotar um viralata, um cãozinho de rua.
Mas por que não? Tá cheio de bicho precisando de uma casa. Sem falar que não é bom encorajar criadores de cães e gatos, muitas vezes envolvidos com práticas anti-éticas (por exemplo, o que é feito com filhotes que não nascem saudáveis?). Eu até posso entender que, no caso de cães, a gente queira um pequeno, e às vezes viralatas são imprevisíveis. Mas gatos?! Tamanho de gato não varia quase nada! E alguém vai ter que rebolar muito pra me convencer que o seu Persa é mais bonito que o meu amarelo Calvin, ou a minha preta Blanche, ambos viralatas.
Eu amo tanto animais que o que gostaria de fazer seria ter um centro que cuidasse deles, recolhesse os de rua, encaminhasse pra adoção... Mas sou acomodada. Felizmente, em vários lugares tem gente que faz isso por mim. Gente que faz tudo por bichos. Ao chegar em Fortaleza, quem me acolheu durante uma semana foi a Iolanda... e seus 45 gatos. Ela vive pra eles. É ativista animal e faz parte de uma organização, a APATA (Associação Protetora dos Animais para Tratamento e Adoção). Como todas as organizações que lidam com animais, a APATA vive no vermelho. Não recebe verba pública. Depende de contribuições e dos seus voluntários. Obviamente, não tem fins lucrativos. Quer apenas dar alguma esperança a dezenas de bichos que são abandonados diariamente pelos seus donos, ou cruelmente torturados por outros humanos, esses seres racionais. E a APATA ainda tem que ouvir aquela balela de “Por que vocês gastam tempo ajudando animais e não ajudam crianças?”. Essa balela que sempre vem de gente que não ajuda nem um nem outro, muito pelo contrário.
Em Fortaleza, a maior fonte de renda da APATA vem das notas fiscais. Isso eu comecei a colaborar de cara, porque não custa nada. É só guardar os cupons fiscais acima de 5 reais (gastos com gasolina e bebidas alcoólicas não contam) e ou depositá-los em alguma urna da entidade, ou ligar pra APATA que algum voluntário vai buscar. Pra facilitar um pouquinho, eu separo os cupons por lugar de compra, somo cada listinha, e já entrego tudo pronto, porque são os voluntários que fazem isso, e dá um trabalhão. Mas vale a pena. Depois de três ou quatro meses, eles recebem 0,5% do valor. Isso cobre parte do que gastam em ração, remédios (a APATA não sacrifica animais), e castrações. Assim que comecei a receber salário, decidi contribuir com cem reais mensais. É o mínimo que posso fazer.
Se alguém puder colaborar, seja com doações, com trabalho voluntário, com adoção de algum bichinho, ou juntando cupons fiscais, por favor, entre em contato com a Flávia, presidente da ONG, pelo fone 9981-5766, ou mande um email para apatece@hotmail.com. Vou estar na feira do Benfica hoje, tentando ajudar, ou ao menos tentando não atrapalhar muito (sou meio desastrada). Dêem um pulinho lá pra gente conversar e, quem sabe, encontrar um novo amigo. E uma nova amiga. Quem ama animais é da minha turma.

31 comentários:

Mari Moscou disse...

Lola, eu sou super "gateira", mas do que "cãozeira" mas tbm gosto bastante de cães. Sempre tive gatos, no entanto, quase todos adotados e vira-latas.

Em 2007 encontrei um filhote manchado laranja e branco lindinho, perdido no meio da rua e na chuva. Parei o carro e levei pra casa. Minha roomate na época amou o gato mas logo depois teve que mudar pra SP e eu fiquei em Campinas com o Theodoro, ou Theo. :) Era um amor de gato. No meio do ano tive que mudar pra uma nova casa e não poderia levar o gato pra lá. Tentei com todos os conhecidos, ninguém queria acolher o gato, nem uma amiga que já tinha 20 gatos porque também estava mudando de casa...

Enfim; nesta época por conta disto descobri a ONG que considero modelo e exemplo pro mundo em termos de cuidar de animais. Chama-se "Adote um gato". Eles trabalham com gatos mas não deve ser difícil adaptar o esquema deles para cães.

Funciona assim: a pessoa que precisa "doar" o gato leva num veterinário conveniado da ONG, que checa geral o estado de saúde do animal, castra e vacina se preciso, etc. Aí ao invés de ficar guardado numa jaula ou abrigo "masomeno" o gatinho é levado a um "lar provisório"! Tem voluntários (que muitas vezes já têm gatos em casa, por exemplo, ou que gostariam de ter) que ficam "morando" com esses bichinhos na casa deles até que sejam adotados! As despesas são pagas pela ONG e pelo investidores da ONG - ou seja, é voluntário MEEEESMO. O pessoal da ONG ajuda com adaptação de novos lares dos gatos e coisa e tal. Ainda por cima, mantém o contato com a pessoa que "doou" o gato ou que encontrou na rua até que ele seja adotado. Eu recebi muitas notícias do Theodoro até ele ser adotado e sei que hoje ele está muito feliz! :)

Dá uma olhada no site; vale a pena conhecer: www.adoteumgato.com.br

De repente você consegue achar alguém interessado em desenvolver um esquema desses aí em Fortaleza! :D

Cristine Martin disse...

Olá Lola!

Que bom que está no Twitter! Gostei muito do seu artigo, e de conhecer o trabalho da APATA. Felizmente tem muita gente dedicada que trabalha sem ganhar nada (e às vezes pagando do próprio bolso) para ajudar os bichinhos; mas infelizmente são muitos casos de abandono, maus tratos, cada história que dá para chorar!

Acho que a divulgação é um bom caminho para começar; educar as pessoas a cuidar bem de seus animais, não abandoná-los, castrá-los sempre, e se possível, adotar (adoção responsável, e para a vida toda do bicho!)

Parabéns, e vamos torcer que muitos bichinhos encontrem uma nova família hoje!

Cristine Martin disse...

Eu de novo!

Para você ver como o Twitter é legal, esta semana as protetoras de SP se mobilizaram para organizar um mutirão de arrecadação em prol dos cães de uma ONG de SP, a Cão Sem Dono.

Quem quiser mais detalhes e saber como ajudar, dê uma passadinha lá no blog, está tudo explicadinho.

http://www.terracotabolsas.com/rato/index.php/vamos-ajudar-o-cao-sem-dono/

Obrigada, e beijos!

Alice ] disse...

Oi Lola, Sobre as notas fiscais, como o repasse vem do ICMs, acho importante ressaltar que as notas devem ser do Ceará, pois o ICMs é um imposto estadual. Como o seu blog tem alcance mundial (hehe, vamos dominar o mundo, cérebro?), se a APATA tiver interesse pode-se abrir uma conta no Pay Pal ou no Pague Seguro, para receber doações dos seus leitores. É muito legal o seu envolvimento com eles, eu também adoro animais e ajudo uma ONG da minha cidade, não é muita coisa, mas já ajuda um pouquinho, né? Abraços

aiaiai disse...

vc sabe que eu não acho legal esse negócio de "ter um animal", mas, entendo que é muito importante que alguem cuido dos animais abandonados. Qd estiver ai em Fortaleza (chego no dia 03) vou guardar todas as notas e colaborar nessa campanha...e eu pretendo gastar muiiiiiitttoooooo! kkkkkkk

mariana disse...

eu adotei uma gatinha mês passado e nem sei por que nao fiz isso antes. se pudesse teria uns 5 mas por enquanto não dá, só quando eu morar só.
quando tiver um emprego vou dar um jeito de doar pra gente que cuida de animais também.

Luna disse...

Se eu me mudar pra SP quando fizer universidade (ainda não sei), pretendo adotar um gatinho na ONG Adote um Gatinho (pra mim, um exemplo! Eles fazem entrevistas com os futuros donos para se garantirem de que o gato vai ser bem-tratado e mantém um registro de tudo que foi gasto, bem transparente). Eu não tenho nem gatos nem cachorros porque minha mãe não deixa: é gasto demais pra ela. Já implorei mil vezes por um gato, necas. Só quando eu morar sozinha mesmo :(

Ela só me permite ter hamster ou peixe. Então eu comprarei um hamster (se eu souber onde se adota hamster...)

De qualquer modo, admiro essas pessoas que cuidam, sabe. Fico impressionada com a paciência de cuidar de tanto bicho ^^

Elaine Gaspareto disse...

E é por isso, que apesar das diferenças de opinião e de postura, eu gosto tanto de ler você.
Beijo

Laurinha (Mulher modernex) disse...

Gosto de cachorros, mas minha paixão são mesmo gatos. Além de serem lindos, praticamente não dão trabalho nenhum, ao contrário de cachorros que são menos independentes.
Já tive dois gatos e chorei muito quando os dois morreram, se hoje em dia não tenho mais, é porque tenho medo de ter outro e ele ser envenenado pelos vizinhos, como fizeram com minha última gatinha.
Tem que ter muita maldade pra fazer uma coisa dessas e infelizmente não é algo incomum...

Bjus Lola!

lola aronovich disse...

Gente querida, só pra esclarecer: isso que algumas de vcs citaram como modelo de ONG de proteção aos animais é o mais comum, praticamente o único que conheço. Em Joinville era assim, e a APATA tb age dessa forma: não tem sede própria (parece que há um sítio que pertence à diretora, mas é só). Os animais vivem na casa dos voluntários, enquanto aguardam adoção. As despesas são pagas pela ONG. E, pra que alguém adote um bicho, tb é feito todo um procedimento, com entrevista e tal, pra checar se a pessoa vai mesmo cuidar bem do bichinho.
Se vcs souberem de ONGs que trabalham com proteção de animais nas suas cidades, podem colocar aqui nos comentários.


Laurinha, pois é, gato não dá trabalho nenhum...

Felina disse...

eu faço lar temporário para gatinhos, no momento estou com um preto lindo que estava dentro do motor de um carro, sempre tenho algum/uns hóspedes em casa, amo animais e sou assim tb de dizer onnnnnn quando ve um bichinho, tenho 3 gatos tds SRD e uma cachorrinha, todos vivendo em perfeita harmonia, se tds q apontassem o dedo fizessem alguma coisa por qualquer um o mundo seria outro. bj!

Ana disse...

Eu queria um gato pra me fazer companhia, sempre fui apaixonada por gatos. Mas eu já gasto tanto sozinha, mesmo sendo absurdamente pão-duro comigo mesma... Quem sabe mais pra frente!

aiaiai disse...

lolinha,

mandei um e-mail para você. Recebeu?

Rodrigo Teixeira disse...

Eu moro com uma cachorrinha lindona (que adivinha: chama LoLa) e achei muito lindo esse teu texto!

beijo pra ti!

Marcela disse...

Oi Lola,

Primeiro o comentario que nao tem nada a ver com o post. :-)

Eu gostaria de te agradecer por continuar postanto com frequencia apesar de estar tao ocupada com aulas, casa, armarios, etc.

Obrigada por continuar postando e segundo obrigada por me lembrar que da sim para tirar um tempo para fazer o que se gosta/quer. :)

Eu adoraria ter um animal de estimacao, mas eu e o meu marido ficamos pouco tempo em casa durante a semana, e nao quero deixar nenhum bichinho meio abandonado.

Enquanto isso eu mato a vontade aqui: http://cuteoverload.com/ (cuidado, esse site e viciante! :)

Bjs,

Marcela

leticia disse...

lola, como você é uma pessoa que claramente gosta de animais, me pergunto se vc já assistiu ao documentário "A Carne é fraca", sobre a pecuária brasileira,já que gostaria muito de ouvir sua opiniao sobre as atrocidades que podem ser vista nele.

Beijos, Lola!!

Anônimo disse...

Lola,

assim como a letícia comentou acima, gostaria de saber qual a sua opinião acerca das pessoas quem comem carne (não sei se você come) e dizem amar os animais. Não é hipócrita só o amar os bonitinhos??

Dáfni disse...

Lola, eu também amo animais, e tenho a minha viralata mais linda do mundo, a Ronro (gata). Não vejo sentido nenhum em comprar um bichinho, pois há vários que precisam de um lar. Quando posso, ajudo alguma ONG com grana. Aqui em Bagé tem uma, já pensei em ir lá pra ver o que posso fazer...

Beijos

Stela disse...

nossa, eu adorariiiiiiiiia oferecer meu lar solidariamente pra gatinhos - apesar de que eu sou muito apegada, ia querer ficar com todos!

sempre tivemos cachorro lá em casa... quando eu tinha uns poucos anos minha mae me viu brincando com a vizinha fingindo que bolas eram cachorros (puta imaginaçao) dai arrumaram uma cadelinha vira-lata que fugiu logo depois... aí nós ganhamos outro cachorro (na páscoa! achei muito mais doido que ganhar chocolate) mas meus pais sempre deixaram o bicho isolado no terreiro, nao podia entrar em casa e tal... como eu virei uma adolescente depressiva que nao saia nem do quarto, acabei me afastando dele... ele morreu há pouco tempo com uns 17 anos O_O mas o povo nem ligava pra ele... continuaram deixando ele sozinho - e acorrentado! no quintal... muito triste!

atualmente, estou com 3 gatinhos! o vinil, negao que adotei antes de nascer da gatinha siamesa de uma amiga, o john (lennon) que apareceu na casa da minha mae numa historia muito confusa mais ou menos na mesma época do vini (fiquei uns bons 2 anos querendo ter um gato, só quando saí de casa pude ter um - acabou sendo dois, mais uma terceira da minha amiga que morava comigo) e, recentemente, apareceu o pingado aqui no quintal... que eu nao podia ficar com ele (grana) mas consegui convencer meu namorado de adotar e me ajudar com a raçao, vacina, vermifugo, remedinho pras pulgas que ele trouxe com ele.... ahahaha

nosso sonho é conseguir uma casa com quintal pros bichanos terem mais liberdade - apesar de que eu nem deixo eles sairem... se alguem maltratar eles um tiquinzinho só de nada acho que eu mato. sério!

Stela disse...

ah, quanto aos cachorros: eu morro de medo deles ¬¬ mas adoro tb! morei uma época com outra amiga que tinha uma yorkshire (ainda nao tinha os gatos) e a cachorrinha me adoraaaaaaava... eu dava banho nela pra nao ter que passar pelo stress de banho-e-tosa (trabalhei na loja de uma colega um tempo e sei como esse ambiente stressa os animais, por mais harmoniosos que tentem ser)

fato é que acostumei com a "indiferença" felina. acho os cachorros espalhafatosos demais! canso só de olhar hahahah

lola aronovich disse...

Minha opinião sobre eu comer carne? Sou hipócrita, sim. Gostaria de ser vegana, mas pra isso eu teria que me reinventar. Já escrevi sobre isso aqui, aqui, e aqui. Este último, aliás, o post mais comentado da história do blog, se não me engano. E gente, não tenho coragem pra ver documentários mostrando a matança de animais.

joshua disse...

Concordo por inteiro.

joshua disse...

Adoro gatos e tenho uma galinha que, para mim, é gente. Velha, doze anos, é atrevida e inteligente com os meus dois patos formam uma família unida e solidária no quintal. Lindo de ver.

Izabela disse...

Oi, Lola! Acompanho seu blog e também estou para escrever um texto sobre os animais. Trabalho da WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal e tenho contato diário com assuntos relacionados a maus-tratos. Inclusive acho até que a APATA já pediu para se afiliar à WSPA... É legal a gente ressaltar aqui que mais que trabalhos voltados para a adoção e castração, é preciso também trabalhar na educação pela guarda responsável, porque não adianta recolher e castrar os animais se as pessoas, ignorantes, continuam os abandonando como se descarta uma roupa. Eles têm sentimentos e merecem a nossa consideração. Isso evitaria que os animais sofressem e a superlotação dos abrigos, que sofrem para manter os bichinhos em boas condições.

Beijos!!

lola aronovich disse...

Puxa, Izabela, eu adoraria um guest post sobre a sua experiência, e sobre como as pessoas costumam abandonar seus bichinhos... Escreve um pra mim?

Liris Tribuzzi disse...

Vira-lata é tudo de bom!
Minha coisamaisfofadomundotodo é uma vira de marca maior, assim como meus ex-dogs, que hoje não estão mais entre nós.
Eu nem posso passar num feira desse tipo, se não vão uns três embora comigo.

Izabela disse...

Será um grande prazer, Lola! Vou preparar uma coisa legal e envio para o seu e-mail, pode ser?

joshua disse...

a Protecção dos Animais é uma causa em expansão sobretudo no Ocidente, uma vez que na China e nos países islâmicos a crueldade mais grosseira é prática comum.

APATA disse...

Lola, obrigada pela divulgação do nosso trabalho e por sua colaboração! Para mudar a realidade de nossos amigos de quatro patas precisamos apenas de bom coração, coragem e atitude!

Hoje a APATA mantem 228 animais resgatados das ruas e graças à feira 18 animais encontraram um novo lar naquele dia....

Abraços

Flávia

Waldir Guazelli disse...

Boa tarde, gostaria de saber se tem casa, clínica ou pessoas que cuidam de cães doentes,pois tenho dois cães em casa e temho pouco espaço e não tenho como cuidar deles como se devem.(estou ciente que tem pessoas que ganham a vida com este trabalho), Podem me ajudar de alguma forma.

Desde já meus agradecimentos.
Waldir

Waldir disse...

Olá pessoal admiro muito essas pessoas que cuidam de animais, gostaria de saber se tem pessoas, casas ou clíicas que cuidam de cães, doentes, estou ciente que tem pessoas que ganham a vida desta forma, aguardo uma resposta.

Waldir