Conheçam a Consuelo, minha irmã caçula (à esquerda, lógico). Ela mora na Califórnia e veio passar três semanas no Brasil, das quais uma em Joinville. Ela foi pra São Paulo (e levou minha mãe) ontem de manhã. Sua breve temporada aqui em casa foi muito legal. Pela primeira vez em muito tempo eu me senti de férias. Papeamos, vimos filmes, jogamos Scrabble (palavras cruzadas) e ela “me deixou ganhar” (palavras dela) não apenas uma, mas todas as três vezes! E no gamão também. Um anjo, essa minha irmã. E pra coroar, vejam o que ela fez:
Não sei se essa foto consegue começar a descrever como essa lasanha de carne e (muito) queijo é fantástica. Vocês não fazem idéia. Ontem eu comi uns pedaços frios, sem requentar, e tava melhor do que nunca. A Consu conta que, pra engrossar o molho de tomate, coloca abóbora, pra dar uma textura especial. Nem dá pra sentir a abóbora, mas realmente fica divino. Que minha mãe não me leia, mas essa lasanha bateu as duas tortas de frango, o bife acebolado (ninguém tirou foto, mas é delicioso também, e vai carne, toda a cebola do mundo, creme de leite, queijo ralado, e noz moscada), o Imperial Cake e, ouso dizer, até o Sacher Torte. Enfim, esse foi O Prato do final de ano. Claro que toda essa comilança me deixou meio assim:
Reconheceram o Calvin, refastelado entre as peças da mesa de xadrez feita pelo maridão? E o gatinho nem comeu lasanha! Agora preciso tomar jeito, tanto na comida como no andamento da tese, leituras e tal. Mas na próxima reencarnação quero nascer gato.
Reconheceram o Calvin, refastelado entre as peças da mesa de xadrez feita pelo maridão? E o gatinho nem comeu lasanha! Agora preciso tomar jeito, tanto na comida como no andamento da tese, leituras e tal. Mas na próxima reencarnação quero nascer gato.









































