Alguns passatempinhos agradáveis pra você fazer hoje. Um é dica da Mei, que me enviou o link pra este site muito fofo. Sabe aquele dos coelhinhos animados que parodiam filmes? Eu já tinha ouvido fal
ar dele em algum blog que não lembro, mas não conhecia todas as animações já feitas. Os criadores pegam os personagens de filmes famosos, coelhinhos cutie-cutie da mamãe, e contam a trama em 30 segundos. O resultado é muito bacana. Claro, dependendo do filme, algumas animações são mais inspiradas que outras. Único porém: tem que entender bem inglês, porque eles falam rápido. Mas, se você já conhece o
filme satirizado, fica mais fácil acompanhar.
ha de um outro coelho. Em Tubarão, colocam o próprio monstro com dois dentinhos coelhísticos. O de Duro de Matar também é uma gracinha (eu rio com "Espero que esse [que caiu do prédio e se espatifou no chão] não seja um refém". Quanto a Onde os Fracos Não Têm Vez,
o desenhinho do osso pra fora do braço do Chigurh no final é legal, mas eles assumem alguns detalhes que não estão claros no filme, como ele matar a mulher. Ai, mas Crepúsculo tá igual. E eles começaram tudo com uma sátira ao Exorcista.Bom, quando se cansar de ver todos os esquetezinhos dos coelhos cinéfilos, você pode voltar aqui e ler umas crônicas antigas que estou colocando no blog. É que escrevo pra A Notícia desde 98, mas em outubro de 2000, por aí, meu computador teve vírus e perdi tudo que publiquei entre 98-00, chuif. Alguns textos eu consegui encontrar na internet, mas são poucos. Então, aproveite
.Este artigo sobre o Billy Wilder eu escrevi em fevereiro de 2000, e uns seis meses depois, ele morreu. Mas não sou pé fria! Ele já tinha mais de noventa anos, pô! No texto eu falo mais de Crepúsculo dos Deuses que de qualquer coisa. Eu ainda amo de paixão o Billy, mas tenho
que confessar que revi Pacto de Sangue em Detroit e achei meio datado. E é bastante unânime que Farrapo Humano envelheceu mal. De qualquer jeito, fica a dica: nunca viu um filme do Billy? Tá esperando o quê? Ele é um dos gigantes das telas.Como estamos em tempo de Oscar (e aí, já participou do bolão?), coloco aqui um textículo perdido sobre a cerimônia de 2000, referente aos filmes de 99 (Beleza Americana foi o grande vencedor daquela noite). Aposto como, pra ter estado tão mal-humorada, é porque fui muito mal no
bolão.E, enquanto não disponibilizo um link pra minha tese de mestrado sobre ironia em Lolita e suas duas adaptações pras telas, fique com um texto que escrevi em 99. Acho que eu tinha acabado de ler o clássico do Nabokov pela primeira vez e ficado encantada. Lógico que, naquela época (dez anos atrás!), nem imaginava que escreveria uma tese sobre o livro. No texto há vários pontos dos quais discordo hoje, como dizer que Humbert se preocupa em ser um bom pai (besteira, ele só quer manter as aparências), ou mesmo que Lolita sej
a uma grande história de amor (é mais o supra-sumo da ironia que qualquer outra coisa). Mas meu texto nada acadêmico, sem teoria alguma, tem ao menos um triunfo: a frase final. Gostei tanto dela que a usei pra fechar minha tese, em 2005. Aí a banca gastou uns cinco minutos falando dessa frase. Foi uma estratégia arriscada usar o que parece um slogan de ex-publicitária - eu estava assumindo demais que um filme seria superior ao outro, e não era esse o objeto da minha pesquisa -, mas acabou dando certo. A banca me deu 10.







