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quarta-feira, 15 de setembro de 2021

TÃO BOM RECEBER ELOGIOS DE VEZ EM QUANDO

Primeiro eu recebi este tuíte da Bianca:

Eu acompanho o blog da Lola desde os meus 13 anos. Há mais de 10 anos! Eu não sabia muito sobre feminismo, política, questões sociais. E posso dizer que 80% do que sei hoje, foi pela iniciativa dela. Sou muito grata pelo conhecimento que ela me proporcionou.

Eu dei RT e passei a segui-la, e aí ela me mandou esta DM, que publico com sua permissão: 

Que gratificante você "perto". Sempre quis te contar isso um dia. Uma amiga minha do ginásio, de 12 anos, filha de pernambucanos, me apresentou seu blog. Na época, por mais que ela tivesse apenas 12 anos, ela era extremamente empoderada e assumiu ser lésbica pra sua família. Claro, foi muito difícil. E ela me apresentou seu blog. Eu tenho 24 anos e não perdi um post seu sequer. Apresentei para os meus pais, que também são esquerdistas. Meu pai, o único cara hétero que eu admiro, admirou muito seu trabalho! Sempre que posso, eu apresento seu trabalho para outras pessoas. A maioria mulheres, mas tem homens que se interessam também. Eu estou MUITO emocionada por você ter lido no meu tweet que acompanho seu trabalho há mais de 10 anos. E eu era uma criança. Mas o que eu quero te dizer é OBRIGADA.

Agradeci muito (é bom receber elogios e carinhos). E perguntei se poderia publicar seu comentário, e, em caso afirmativo, com seu nome. Ela respondeu: 

Meu nome é Bianca Vizza, pode publicar com o meu nome sim, Lola. Não sei se você já recebeu algo assim, de uma quase adolescente que lia seu blog há tantos anos... é um orgulho imenso pra mim, e me ajudou muito no meu processo de saber quem realmente sou, de respeitar as pessoas, raças, admirar culturas, ajudar o próximo... hoje eu já não sei se as coisas funcionariam como funcionavam há 11 anos, porque naquele tempo não existia tanta tecnologia e status. 
Hoje os adolescentes querem aparecer mais que os outros, ser melhores do que os outros. Ser popular no facebook, instagram (não tenho facebook). Eles esquecem de acompanhar as questões sociais do país e do mundo. Eu vim muito de baixo. Quase passei fome, meus pais me tiveram por um acidente e ainda assim fizeram de tudo por mim pra que eu me tornasse quem sou hoje. Mas o que quero dizer é que quem dera que as garotas de 12, 13 anos tivessem essa oportunidade de conhecer o seu trabalho e absorver o conhecimento que você transmite. Desde que acompanho seu blog, eu mudei muito minhas concepções e tenho orgulho de quem me tornei. Pode publicar o que quiser, Lola. Com meu nome sim. Somos mulheres, temos que estar juntas, não nos ocultar, não nos calar.

domingo, 1 de setembro de 2019

ALGUMAS PESSOAS INCRÍVEIS QUE CONHECI NA MINHA JORNADA PELO SUL

Com guerreiras em Curitiba

Foi cansativa minha turnê pelo Sul do Brasil, como não podia deixar de ser (cinco eventos em quatro cidades diferentes, em três dias!). Teria sido melhor se eu não estivesse tão resfriada. Mas também foi ótimo conhecer pessoas que eu admirava a distância e reencontrar amigxs! 
A primeira atividade foi na UFSC de Blumenau, que tem apenas cinco anos de idade e, obviamente, está temerosa quanto ao seu futuro. A III Semana Integrada de Química pediu para eu desse uma palestra sobre a resistência das universidades. Foi uma palestra bem panfletária para um público receptivo num auditório cheio, mas infelizmente não tenho fotos. Agradeço o estudante Vantuir e a professora Keyzy pelo acolhimento! 
Segunda à noite em Blumenau pude reencontrar meu amigo de infância -- ok, a infância dele -- Ricardo. A gente se conheceu em Joinville ainda na década de 90, quando ele era adolescente e trabalhava numa locadora de vídeo. Foram muitas visitas pra minha casa pra falar sobre cinema e comer batata assada. Lembro que o Ricardinho foi a primeira pessoa que me avisou da morte do Tom Jobim (em 94, antes da internet, por telefone!). Nos reencontramos depois em Floripa e Blumenau. Desta vez, ele me levou pra comer batata recheada na Vila Germânica. Da próxima vez espero que a gente se reencontre aqui em Fortaleza!
Nada a ver com o Sul, mas a Jessika deixou um lindo relato de quando nos conhecemos em Sergipe, duas semanas atrás. 
A viagem de carro de Blumenau para Floripa foi tranquila, com um pouco de trânsito. 
Já em Florianópolis, a professora Eliane me levou pra comer comida vegana em seu apartamento (sua filha Bia e seu marido Felipe são igualmente super simpáticos) e depois fomos pro Instituto Federal de Santa Catarina pra banca de qualificação da Juliana. 
Antes mesmo da banca começar, quem esbarra comigo no corredor do IFSC? A Adrieli, que além de ser professora lá é uma tuiteira de mão cheia. Uma feliz coincidência!
Banca no IFSC: Eliane, Juliana, eu e Marlene
A banca foi ótima, aprendi muito, e ainda tive a oportunidade de conhecer Marlene de Fáveri. Além de ser uma historiadora e pesquisadora de gênero muito respeitada, Marlene merece toda a nossa solidariedade por ter sido processada por uma piolha reaça que, graças ao caso, se elegeu deputada estadual. Agora é Marlene que processa a olavete. 
O mundo é muito pequeno! Fiquei sabendo que Marlene foi orientadora da minha amiga Adelaide, da UFC. E Marlene, por sua vez, foi orientanda da consagrada Joana Maria Pedro, da UFSC (na foto abaixo). 
As três (Marlene, Adelaide e Joana) se aposentaram este ano, mas continuam super ativas, sempre na luta. São modelos!
Esta é Jessica Michels, que foi a minha palestra na UFSC de Floripa! Me falaram dela no ano passado, que ela é a nova sensação da política catarinense. Não conseguiu se eleger deputada, apesar de ter tido mais de 7 mil votos já na sua primeira candidatura. Ano que vem concorrerá à vereadora em Joinville, pelo Psol. Desde já é minha candidata!
A palestra na UFSC foi muito boa. Dava pra sentir o carinho do público. Mas foi corrido. Comi um hambúrguer com a Joana e, ainda na terça à noite, um carro me levou pra Ponta Grossa. 
Conheci na UFSC uma leitora antiga e fiel, a Luise, que me deu um brownie
Até que foi rápido e deu pra dormir um pouco. Cheguei lá às 3 da manhã. 
Agradeço muito a Béllé, presidente do Centro Acadêmico na UEPG, futura advogada, e a principal responsável por me levar a Ponta Grossa. E também sua mãe, a Márcia, que é advogada e me levou para conhecer um pouquinho da quarta cidade mais populosa do Paraná.

De lá fui correndo pra Curitiba, para uma roda de conversa num sindicato. Todas foram muito receptivas, uns amores. E aguerridas também. Não é fácil viver no maior antro neonazista do país. 
Ana Cardoso fez o meu check-in, me levou pro aeroporto em Curitiba, e me deu dois livros dela, A Mamãe é Rock e A Mamãe é Punk, e um do marido, Eu Te Amo.
Esta é Léo Ribas, articuladora estadual da Liga Brasileira de Lésbicas PR, e fundadora da Rede LésBI Brasil.
E, de bônus, quem eu encontro no aeroporto de Brasília, onde fiz escala? A Manu
Ela estava num canto com sua advogada, um canto que nunca vou. Como não havia tempo de ir pro Viena (onde sempre que posso compro uma fatia de torta de chocolate), comprei um sundae no McDonald's. E aí fui comer discretamente num canto (sabendo que iria me lambuzar toda). A Manu estava lá! Ela tinha deposto na Polícia Federal sobre seu breve contato com um hacker. Ao contrário de Moro e Deltan, ela entregou seu celular à polícia. É sempre uma alegria rever essa guerreira. 
Eu já sabia que ela vai lançar seu próximo livro, ainda este ano, pela editora Planeta, a mesma que publicará meu livro Ingrata, Louca, Mal-Amada, no ano que vem (só falta escrever). Ontem descobri que duas outras figuras muito especiais -- a professora Rosana Pinheiro-Machado e o Meteoro -- também lançarão seus livros em breve pela Planeta. Estou em grande companhia!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

EMAILS QUE ME DEIXAM CONTENTE

Recebi muitos emails com parabenizações por conta da condenação do Marcelo, entre eles o do Dax:

Tuíte quando estava em
Buenos Aires
Oi Professora, tudo bem?
Me chamo Dax, tenho 31 anos, sou branco, hétero, nascido e criado em Curitiba.
Aqui no Sul, infelizmente, é muito comum ouvir histórias e movimentos misóginos. Talvez o mais famoso seja o movimento separatista “o Sul é meu país”. Chega a ser ridículo.
Mesmo assim, eu nunca havia me deparado com um depoimento tão forte, real e corajoso como seu relato. Não conhecia a história. Cheguei a derramar algumas lágrimas, uma mistura de tristeza e indignação. Fiquei chocado com a história do suicídio e “leve a escória junto”. Como assim?
Aproveito o abraço da Tereza em
Fortaleza para abraçar tds vcs!
Queria emanar boas energias e dizer que você é uma inspiração. Não a conhecia mas vou acompanhar seus textos e ideias daqui pra frente.
Saiba que aqui no sul, a região mais racista e misógina do Brasil, tem um cara branco que, a partir de hoje, em nome das Eloás, Lucianas e Nayaras, você pode ter como porta-voz e multiplicador das ideias contra esse tipo de crime e ódio.
O que eu posso fazer pra ajudar?
Com a maior reverência, desejo-lhe força e paz! 
E destaco este da Mônica:

Lola, 
Me chamo Mônica, sou atriz, educadora, mãe, ativista feminista. Acabo de ler uma.matéria sobre vc e a condenação do agressor Marcelo, no The Intercept.
Essa.matéria chegou até mim através de um grupo de WhatsApp intitulado "Contra o machismo nas artes" que inclui mulheres na maioria artistas, entre outras trabalhadoras, que se reúnem para ouvir e acolher relatos de violências sofridas, expor nomes de abusadores e realizar boicote a projetos destes (não convidá-los para outros projetos, por exemplo), e compartilhar de referências e espaços diversas ferramentas de estudo. Nosso desejo é realizar ações como performance, assembleias, e outras rodas de mulheres onde possam ser escutadas e defendidas. 
Estou voltando agora de um ensaio-reunião com a Coletiva Elas, em SP. Nosso tema de projeto é a dominação masculina, e as formas já conhecidas e outras recém-inventadas pelo sistema patriarcal para (tentarem) continuar a nos subjugar. 
No nosso ensaio, lendo um texto de Andréa Dworkin, falamos sobre Eloá, a ideologia presente no mito Aquiles (glorificado pelo terror realizado), o assassino de Realengo, a questão do armamento e cultura da violência no documentário Tiros em Columbine, episódios de abuso e inversão de narrativas nas eleições, em João de Deus, etc. 
Estou nesse momento escrevendo na estação Luz. (Já passou tempo entre a leitura da matéria e eu abrir o celular para te responder). 
Outro abraço apertado: este, em
Quixadá
Sinto uma necessidade gigante de te saudar. De te abraçar (mesmo que virtualmente) De dizer: MUITO OBRIGADA, PARCEIRA! Que bom que vc existe. Que bom que vc não perdeu a sanidade! Que bom que seu marido é íntegro! Que maravilhoso que NEM.TODAS as narrativas de agressão terminam com a coroação do macho agressor..
Eu estou sem palavras, emocionada, lúcida, e com mais energia do que nunca para continuarmos os necessários enfrentamentos. 
Eu só escrevi imediatamente para vc saiba que aqui, em São Paulo, vc tem uma mana que te admira, te apóia. Incondicionalmente. Em todos os segundos. 
Gratidão, gratidão, gratidão. Por ser quem és, e por permitir que mais pessoas se fortaleçam ouvindo-te. 
Eu nem evangélica sou, mas lembro aqui uma frase atribuída a Jesus na bíblia. "Quem quiser salvar a própria vida- perde-la-á". 
Vc não teve dedos com sua própria pele. Vc não se protegeu acima de tudo, e pensou no seu bem estar individual apenas, na sua sobrevivência. (Seria legítimo ter se escondido), mas vc foi além. Vc não se limitou a uma ilusão neoliberal de "pensar só em si". 
Vc foi adiante, por Nós Todas. 
Como não amar incondicionalmente alguém que nunca vi por este gesto inteiramente ético? 
Um futuro melhor existe porque vc existe. 
Sim, sei q "nem todas" as denúncias prendem o agressor, e nem todos os resultados judiciais são favoráveis à mulher agredida, violentada, morta. (Nem mesmo as mortas, que pagaram com o preço da vida!, Nem mesmo elas e seu corpo mutilado são uma "garantia para" a acusação do agressor. O.J.Simpson, e etceteras). 
Vc foi por todas, e este gesto, eu com 40 anos agora, JAMAIS vou esquecer. 
Muito obrigada por vc existir.
Vida longa a ti e aos teus! 
Seja Muitíssimo e sempre protegida e fortalecida tua família! 
Axé! 

domingo, 11 de dezembro de 2016

É BOM RECEBER CARINHO DE LEITORXS

Ontem recebi este email da R., que me deixou muito feliz (depois de me deixar arrasada, revoltada, e, no final, aliviada):

Querida Lola,
É a primeira vez que entro em contato com alguém que "conheci" pela internet. Não participo de redes sociais, mas navego um pouco, e num desses passeios entrei em seu blog. Como parece ser bem comum, eu não conseguia parar de lê-lo. Relatos atrás de relatos. Em alguns eu chorei, em outros sorri, feliz com a guinada de alguma moça com quem eu me identificava. Minha história é bem comunzinha. Sofri muito na adolescência, cresci sem carinho e apoio, sempre me achei um lixo. Derramei como tantas mulheres litros de tintas em diários, que eram meus únicos confidentes. Tinha alguns amigos, mas era humilhante demais contar certas coisas, então contava para os cadernos. Cadernos e livros eram os meus melhores amigos.
Fui abusada por um vizinho na infância. Morava em uma vila, e só contei para os meus pais quando adulta. Achava que tinha culpa. Fui maltratada pelos meus traços étnicos, fui humilhada na escola. Cheguei à faculdade onde passei uma adolescência que não tinha tido oportunidade de ter. Ali também sofri muito. Para resumir, já estudando para um concurso, eu estava tão sofrida que entrei para uma igreja, que foi o único lugar que me acolheu. Eu orava tanto para Deus só para pedir um pouco de paz. 
Conheci um rapaz que era de outra igreja, também evangélico. Achei que era o "ungido de Deus". Ele me torturou, física e psicologicamente. Só anos depois fui descobri que tinha até nome para o que ele fazia comigo, descobri no seu blog. Era maravilhoso poder usar um termo, saber que isso existia, comportamentos que não sabia nem descrever. 
Uma vez eu fui com ele para um motel. Passei por cima das minhas convicções religiosas, estava tão apaixonada, eu o amava loucamente. Ele queria sexo anal. Tentei, não consegui. Senti dor e pedi para parar. Ele não saiu de cima de mim, era muito alto, tinha mais de 1,90, não tinha como forçá-lo. Eu gritava, gritava, gritava. E ele continuava. Quando acabou, eu entrei no banheiro, muda, sangrando. Chocada. Tentei acreditar que tinha sido uma brincadeira, que ele não tinha entendido que eu estava "gritando" de verdade. Nunca falamos sobre isso. Eu nunca denunciei. 
E a tortura continuava. Ele era bruto. Às vezes me mordia. Se não consentia em algo, ele insinuava que não estava tão apaixonado quanto eu. Ele fez dezenas de coisas que eu nunca aceitaria. Aceitei. Vivia em conflito. Eu vivia, como sempre, no inferno. Mas era meu normal. Nunca tinha sido feliz, achei que a minha vida era aquilo. E que talvez ele pudesse me validar, talvez fosse a única chance de eu ser feliz. Afinal, só poderia ser o "ungido de Deus". Aliás, graças a Zeus que essa coisa de religião está num passado distante, morto e enterrado.
Arranquei forças do útero e estudei até passar em um concurso para Procurador do Estado. A história com esse projeto de homem acabou quando passei. Já procuradora, chorava escondido achando que descobririam que eu era uma merda, uma fraude. Eu decidi que era mais do que aquilo. Mais do que aquele bagaço de coração. Sei lá de onde me reconstruí, de onde reconstruí as relações com meus pais. Meu pai hoje é meu melhor amigo. Com minha mãe, as coisas... melhoraram. Sair de casa foi o melhor que fiz na vida. Mas não bati a porta, não bati os sapatos como Carlota Joaquina. 
E hoje tenho o melhor que pude fazer, com a leveza de que fiz o meu melhor. Anos depois da primeira faculdade, me formei em outra área, onde conheci meu segundo marido. Estou também terminando os créditos da pós. Tenho um maridão (também chamo de maridão) feminista (orgulho!), e um cachorrão de 50 quilos. Aliás, cachorra. Não quero filhos, quero só marido e bichos. Acho que contei bastante.     
Querida, como posso agradecer o que você faz assim, de graça, para tantas mulheres (e homens)? Sei que sei mais, sou um pouco mais mulher, graças a você. Tanto do seu tempo, do seu carinho, e tantos ataques. Mais uma mulher aqui distante, que te admira profundamente, que tem um prazer enorme na hora de acessar o "blog da Lola". Obrigada, obrigada, obrigada. E como é importante essa ligação entre mulheres. 
Amore, quero muito o seu livro! Você pode passar seu cpf por email para eu fazer uma transferência aqui no computador? Ah, por favor avise quando vier para as bandas de cá! Um carinhoso abraço de urso, e muito, muito amor no seu coração!

Recalque hater
Meu breve comentário: Obrigada você, querida R.! É muito bom ouvir esse retorno, ter um pouco de carinho de leitoras e leitores. Eu costumava dizer, alguns anos atrás, que o carinho que recebia através do blog era muito maior do que o ódio. Não mais. Aliás, já faz alguns anos que essa situação se inverteu. Não que eu não receba mais elogios, abraços, apoio (inclusive financeiro, de vez em quando) -- é só que o ódio não para, e vem de todos os lados. Quem ama esmorece, esquece de lembrar, tem certeza do amor e pensa que não precisa provar. Quem odeia não esquece que odeia nem  por um minuto. Ninguém é mais fiel que um hater
Bom, linda, agradeço por comprar o Golpe 16. Espero poder lançar outros livros, projetos que estão super atrasados. Ainda tenho uns vinte exemplares do Golpe 16 para vender, então corram! Para comprar, é só depositar o valor (R$ 43) na minha conta no Banco do Brasil, agência 3653-6, conta 32853-7 (está no meu nome oficial, Dolores), ou na minha conta no Santander, agência 3508, conta 010772760. Mande um email pra mim (lolaescreva@gmail.com) com o comprovante ou foto do comprovante e o seu endereço.
Antes eu colocava meu CPF por aqui, mas me avisaram que é perigoso (não sei porquê; meus inimigos têm meu CPF, meu endereço residencial, montes de dados que deveriam ser sigilosos, mas nada é sigiloso na internet). Muito grata pelos agrados de quem significa algo na minha vida.