terça-feira, 25 de outubro de 2011

ENTREVISTA COM DANI, MOÇA ATACADA NA BOATE EM BH

Marcha das Vadias de Belo Horizonte em junho 2011 exige respeito

Como disse no post de domingo pra segunda, tentei falar com a Dani, moça que foi atacada por um pitboy na boate Major Lock, em Belo Horizonte, e que com muita coragem expôs sua história no Facebook, gerando grande repercussão. Não consegui, mas ontem ela entrou em contato comigo, e eu perguntei se poderia entrevistá-la por email. Ela foi muito receptiva e aceitou. Eis minhas perguntas (em negrito e itálico) e suas respostas.

Você poderia falar um pouco de você? Quem é essa Dani que pôs a boca no trombone?
A Dani é uma consultora em treinamentos, estudante de Publicidade, 28 anos, tatuada, divorciada, frequentadora da noite de Belo Horizonte desde os 16 anos. Sempre morei sozinha e nunca curti isso de que mulher é sexo frágil! Luto pelos mesmos direitos desde sempre! Abro uma lata de palmito como ninguém. rs

Explique pra gente o que aconteceu. Quando foi isso?
Na noite de sexta pra sábado por volta de 1h eu me dirigi ao Major Lock para prestigiar uma banda de amigos. Estava uma noite agradável. Boate não tão cheia e o show maravilhoso. Até o momento em que decidi ir buscar uma bebida e fui abordada por um rapaz que quis me beijar a força, fato comum nesse tipo de boate. Me esquivei e o abusado encheu a mão na minha bunda. Eu o repreendi alertando-o que chamaria o segurança e ele me chamou de lésbica, apertou meu braço e pasmem, me puxou e ... eu estou morta de vergonha de dizer... ELE ENFIOU A MÃO DEBAIXO DO MEU VESTIDO E TOCOU EM MIM e ainda me deu um banho de energético! Fiquei molhada e estagnada no mesmo lugar! CHOCADA! O brutamontes dava dois de mim!
Eram 2 da manhã. Procurei o segurança, relatei o ocorrido e o marginal sumiu. Alguns minutos depois ele voltou. Fui falar com ele para certificar que era ele enquanto minha amiga foi chamar o segurança. Ele me dizia que tatuadas ou são lésbicas ou p*tas e que tinha preconceito. P*tas e lésbicas também merecem respeito! Ele falava com muita ênfase a palavra "tatuada".
O segurança veio prontamente mas foi levado na conversa! Era a minha palavra contra a dele. Eu tinha três testemunhas indignadas, e bastou o cara negar que foi logo liberado e sequer advertido. Alegaram que não houve flagrante e um segurança despreparado veio me dizer que "Maria da Penha" só se aplica a casais casados! E eu nem havia falado em tal lei, mas falei sobre violência contra a mulher, que foi o que ocorreu. Em seguida me dirigi ao proprietário do estabelecimento que prontamente me disse: "Vim aqui pra curtir. Faça o mesmo".
Como alguém pode curtir algo após tal violência e falta de respeito?
O proprietário me disse que não poderia fazer nada, me ridicularizou dizendo: "Pode chamar a polícia..." Ele estava seguro demais que não teria problemas com a polícia! Procurei o agressor por 30 minutos, porém sem sucesso. Saí da boate por volta de 3 horas.

Como você está se sentindo, agor
a que já teve tempo para esfriar a cabeça? O que você pretende fazer?
Eu estou com sede de justiça! Estou magoada pelo que ando lendo. Mulheres ficando a favor da violência, me acusando de causar o assédio ou me acusando de ser oportunista. Mas me mantenho firme no propósito de levar até o fim tudo isso! Eu não vou permitir que pelo meu silêncio, outras mulheres sofram mais violência.

Por que você acha que alguns homens agem tão agressivamente? De onde vem essa dificuldade em receber um “não”?
Autoafirmação. Acham que por serem homens são donos da razão. E pra falar a verdade, algumas mulheres que não têm coragem de botar a boca no trombone, encorajam esses animais a fazerem o que dá na telha. Eles ainda carregam consigo isso de que mulher tem que ser submissa! Mas comigo isso não existe! Pago meus impostos tanto quanto eles! Eu decido se digo sim ou não!

Mulher gosta de homem “com pegada”?
Só pegada consentida!

Achei relevante o que você disse sobre ter sido abusada não por um, mas por vários homens -- todos aqueles que, na boate, você procurou para tomar providências. Como você vê essa cumplicidade masculina?
A cumplicidade masculina chega a cegar. O machismo veio tanto à tona, que homens esqueceram de ver o assunto em foco para defender uns aos outros na qualidade de homens. Uma coisa absurda. Tive que dizer um: "Alô? Atenção pro foco?" Eu vi homens se sentindo "injustiçados" por eu dizer que tenho medo de héteros. Eles só esqueceram de prestar atenção pro fato que eu também sou hétero. Por outro lado, tive um apoio muito grande de muitos homens. Mas os poucos que foram contrários a mim foram suficientes para me chocar!

Você propõe um boicote à boate que te destratou, a Major Lock?
Não exatamente um boicote! Não tenho o interesse que a casa feche, nem que nada de mal aconteça com ninguém dali. Mas eu acho válido que seja passado um pente fino na forma de administração e que se possível os proprietários mudem a forma grotesca de administração da casa e entendam que um público seguro mantem muito mais o nome de uma casa. Quem terá interesse em ir a um lugar que não respeita o espaço do outro, que nao ouve o seu cliente, que não proporciona segurança? Quando a boate solicitou seu alvará de funcionamento, certamente foi orientada sobre regras de segurança. Mas por hora estou me defendendo dos ataques de funcionários e frequentador@s de nível duvidoso. Se necessário, tomarei uma postura mais rígida.

Você sem dúvida deve estar acompanhando o caso da estudante de Direito Rhanna, que teve o braço quebrado por um rapaz já com um histórico de violência. Rhanna disse “Meu caso virou minha causa”. Você pretende também abraçar esta causa?
O caso Rhanna com certeza me deu muita força pra prosseguir com a nota. Liguei a TV e vi que passaria no Fantástico o caso dela. Meu sangue ferveu na hora ao perceber que nos números de violência contra a mulher eu era mais uma. Não pensei duas vezes e apertei o enter. Já abracei a causa! Não paro enquanto não for feita justiça.

O que você acha que os homens podem fazer para que essas situações não se repitam?
Darem uma boa lida na mudança das leis! O que eu sofri caracteriza estupro, mas acho que nem todo homem sabe disso!
Por outro lado, vendo tantos homens abraçando minha causa, acho que pode servir como um tapa de luva para os demais que acham que eu só estou fazendo barulho. Ver um homem abraçando uma causa dessas é no mínimo gratificante sim.

E as mulheres, nós podemos fazer alguma coisa?
Não ficarem caladas! Abrirem a boca! Não permitirem nenhum tipo de abuso! Elas não devem ter medo!

O que você tem a dizer para quem acha que “balada não é lugar de moça direita”? Quer dizer, merece resposta?
Nem merece resposta, mas eu o farei: qualquer lugar hoje é lugar de todo mundo! Respeito tem que existir em todos os lugares. Pago meus impostos e tenho o direito de ir onde eu quiser sem que eu tenha que ser assediada.

Assim como a Rhanna, você também vem se expondo bastante. Você tem medo?

Não vou mentir: Tenho. Muito! Mas não vou me calar. Nao posso morrer na praia!

Você se considera feminista? Como este caso afetou sua visão de mundo?
Muito! As coisas mudam quando acontece com alguém próximo. Mas aconteceu comigo! Eu estou com medo de pessoas e há três dias sem sair de casa. Estou assustada.

Força, Dani! Você não está sozinha! Chega de abusos! Conte conosco: mexeu com uma, mexeu com todas.

160 comentários:

Lais disse...

Muito obrigada por compartilhar esta história, porque mais errado ainda é quando os bons e vítimas se calam!
É um absurdo o machismo deste país, e algo deve ser feito!

Flávio Brito™ disse...

Tatuagem não define carater!
Inferir que uma pessoa tem caráter duvidoso por ter tatuagens é bem preconceituoso...

Bruno S disse...

Nessas histórias, às vezes acho mais repugnante que o próprio ato, a complacência e conivência de outras pessoas. Isso sem falar de quando tentam botar culpa na vítima.

Liana disse...

Muito correta a atitude dela. Temos que dar visibilidade a esses casos e apoiar. Na maioria das vezes isso só acontece nesses estabelecimentos porque sabem que não vai acontecer nada, reflexo do que acontece do lado de fora. A atitude do proprietário é muito preocupante pois vai encorajar esses abusos.

Estranhamente as pessoas reclamam da violência na nosssa sociedade, mas quando acontece de fato a maioria apoia o agressor e acha exagero quando a vítima busca justiça. É aquela turma do "deixa disso", "não foi nada demais", "para de frescura". Alguns até se sentem traídos quando se acusa alguém que faz parte do seu convívio, e de vítima se passa a algoz. No final, essas pessoas fazem críticas superficiais, mas não desafiam o status quo.

Tem também fato óbvio de que é mais interessante para a boate proporcionar um ambiente seguro para que as pessoas gostem e voltem, no entanto é justamente o contrário disso o que fazem. Mas quem disse que preconceito tem lógica, né.

Flavia Vianna disse...

Não sei o que me deixa mais indignada: a atitude dos sujeitos ou des seguranças.

Dani, continue na luta, pois é luta de todas nós.

Relicário disse...

Estou com vc Bruno...

"o descaso que condena"

Parabéns pela coragem Dani...estamos com vc!

Stefano disse...

Lamentável mesmo ver que a evolução não chegou a mente de algumas pessoas, que só não usam "tacape" em suas "conquistas" pq esta peça não está mais na moda.
Dani, a sua luta é a de todos que lutam contra a violência em todas as suas manifestações e, mais ainda, dos que creem no fim da violência contra a mulher. Parabéns pela postura e pela coragem.

RÔ Carrilho disse...

FORÇA DANI, CONTINUE NA LUTA, ESTAMOS COM VOCÊ!

Escarlate disse...

Obrigada Dani por procurar justiça, por denunciar. Muitas mulheres tem medo, e desanimam com a falta de respeito de principalmente quem deveria zelar pela segurança. Mas os machistas cobrem o rabo uns dos outros.
E sim, vai aparecer muita gente da turma do "deixa disso", que tem medo de qualquer coisa que ameace o status quo. E uma mulher feminista, que luta pelos seus direitos e pelos direitos de todas nós é algo que fere o âmago do patriarcado.

aiaiai disse...

Parabéns Dani! Estamos juntas.

Tem também o caso da moça que foi assediada por um tarado no metro, desmaiou e o pessoal acha que ela exagerou...

Aline disse...

Dani, você está certíssima em denunciar, processar e tudo mais.
Queria eu ter a mesma coragem que você.

Julian disse...

O que queriam que a Boate fizesse, já que não houve prova de que tal fato ocorreu ? Se expulsam o cara, ele vem com um processo.
Cabe ao denunciante provar tal fato

Thays Mossi disse...

Prezado Julian,

Ela tinha três testemunhas, o que mais fazer na hora?

O problema, como tu bem deves saber, não é esse e sim que ela não foi OUVIDA, sua denúncia não teve respeito nenhum, porque todo homem naquela boate aquela noite era trouxa que nem tu.

Vai se tratar!

EdFurtado disse...

Meu temor como homem é acreditarem em tudo que uma mulher diz que eu fiz sem prova alguma além da palavra dela ou das amigas dela. Quando é a palavra do acusador contra a do acusado a do acusado, o homem, sempre deve prevalecer. Sem isso teremos um sistema em que a mulher pode colocar qualquer homem na cadeia por qualquer acusação. Não estou dizendo que não aconteceu a violência, mas sem outra prova( de repente tem imagens de câmeras de vídeo) não dá pra punir ninguém.

Escarlate disse...

"Quando é a palavra do acusador contra a do acusado a do acusado, o homem, sempre deve prevalecer."

CORTESIA DA ESCOLA SUPERIOR DE DIREITO PINDAMONHANGABA DA SERRA VERDE.

Lord Anderson disse...

Ed

Então na sua opinião a palavra da mulher vale menos é isso?

Mesmo que como testemunha?

Vc ouviu falar que todos somos iguais perante a Constituição certo?

Lord Anderson disse...

Escarlate

hehehehe


muito boa essa.


Pior que se perguntarem, ele não deve se considerar machista.

Julian disse...

A Civilidade diz: IN DUBIO PRO REU

Qual prova de que tal fato ocorreu ?
Ela tinha as testemunhas delas, as amigas no caso?
O rapaz tambem tinha...

E ai ?

comentariosju disse...

Oi Lola, acompanho seu blog já há algum tempo (sem nunca ter feito nenhum comentário).
Acho que não há espaço para dúvidas: sim, a Dani sofreu agressão por ser mulher (e houve total negligência da segurança da boate). Mas, fica a pergunta, em uma situação como essa, o que fazer? O ideal seria chamar a polícia? Ligar para o 180? Tirar foto do agressor com um celular para depois levar à delegacia? Pegar o telefone de possíveis testemunhas? Acionar o PROCON contra a boate (que é um espaço de consumo)?
Entendo que existem ações posteriores que podem ser tomadas (como divulgar a história, fazer manifestações, boicotar a boate, etc.). Mas, legalmente, qual a melhor medida a ser tomada no momento da agressão para garantir que o agressor seja levado à Justiça?

Mordechai disse...

É uma abordagem primitiva e desrespeitosa, sem dúvida, mas se os pitboys, que são os caras que mais pegam mulher, usam é porque funciona né? Quem não gosta e se sente incomodada ou é exceção, ou foi abordada por um macho beta que quis fingir ser alfa e não soube fazer direito.

EdFurtado disse...

Do jeito que eu falei pareceu até que eu estava desqualificando a mulher. Vou reescrever, para mim, quando há uma acusação que se sustenta apenas pela palavra de alguém não dá para condenar o outro. Você, Anderson, acha que a palavra da mulher conta mais que a do homem numa confrontação de versões?
Para mim tem o mesmo peso, se a mulher fosse acusada e o cara não tem prova nenhuma, não tem como punir essa mulher.
PS: não sou advogado, mas vou dizer que não foi estupro, que é conjunção carnal, foi atentado violento ao pudor. A pena é a mesma.

EdFurtado disse...

A Lola podia fazer um post, tipo questionário e no fim o homem conta a pontuação e descobre se é machista. Que tal? Acho que ia ser sucesso

mundomel disse...

Muita coragem a da Dani, eu dou os parabéns. Tem que ter muita coragem mesmo pra por a boca no trombone, pois toda a sociedade cai em cima na hora.

E sim, isso qualifica estupro. É um absurdo e a culpa é do agressor. Nunca da Dani. Poxa, tá na boate, tá de roupa curta, tá bebendo, tá pelada... NADA DISSO DÁ O DIREITO!!!

Daní Montper disse...

Esses seus mascotes masculinistas me dão sono, Lola....

Sobre ligar para o 180 que surgiu aqui, neste caso o 180 não faria nada, o ideal seria chamar a polícia na hora para sair do local com o BO com dados do estuprador e acusando também a boate por omissão.

Não vou a boate porque não gosto do ambiente, mas quando vou, sempre me aborreço com essas coisas, pegar na mão, no braço, nos cabelos, affe, mas nunca aconteceu de ser agredida como estas moças, ainda bem porque se eu tivesse com que ouvir isso "se você vai a uma boate e sabe que homens não respeitam as mulheres, é porque gosta, então não pode reclamar".
É por coisas assim que sou contra vagões para mulheres, por exemplo, pois ao invés dos governantes e sociedade lutarem para acabar com sexismo, ficam segregando as mulheres, ou seja, "o machismo existe. Os homens não respeitam as mulheres. Vamos separá-las deles que tá tudo ceto".
Aí a solução que nos dão: não vá a boate, não vá ao vagão misto, não use roupa curta, não chame atenção, não ande sozinha, não saia a noite etc
Defender nosso direito constitucional de fazer tudo isso sem sermos agredidas, eles não fazem, nem querem saber.

Daní Montper disse...

Ah sim! Parabéns a minha xará pela coragem! E que ela tenha foça para continuar com a luta! =)

Liana disse...

Não cabe ao proprietário da boate ser juiz do que aconteceu. Ele deveria ter acatado a reclamação dela e se disposto a fazer a parte dele de forma o mais neutra possível, sem simplesmente presumir que ela estava errada e ainda dizer para ir se divertir. A polícia e a Justiça é que conduziriam todo o resto, que avaliariam as testemunhas, tomariam os depoimentos etc.

Não, na prática a palavra de uma mulher vale menos que a de um homem porque existe uma coisa chamada: cultura machista. Por isso que se deve tomar ainda mais cuidado na hora de avaliar este tipo de denúncia, já que a tendência é sim desqualificar a mulher. E foi exatamente o que aconteceu, nem se preocuparam se a denúncia dela deveria ser levada a sério e o sujeito ainda debochou da polícia. Isso por si só bem ilustrativo, não vê quem não quer.

Questionário para descobrir se é machista, nem precisa. Melhor seria fazer um para descobrir quem NÃO é machista. Isso sim é difícil de achar.

Lord Anderson disse...

"Quando é a palavra do acusador contra a do acusado a do acusado, o homem, sempre deve prevalecer"

Bem, Ed, com oq vc escreveu fica dificil pensar em outra coisa.


Afinal, troque sua frase assim

Quando é a palavra do acusador contra a do acusado a do acusado, BRANCO, sempre deve prevalecer

como que fica???

e outra
até pq parece que nem a palavra de uma testemunha que seja mulher teria valor.

Mas e se algum homem testemunhar junto, então tá certo?



E não, não acho que a opinião de uma mulher deva ter valor maior, mas se não aparece-se tanta gente sempre pronta para desqualificar a acusação de uma vitima, só por ela ser mulher, eu ja ficaria satisfeito.

e nem precisa de pontos:

se um cara usa argumentos do tipo: vadia, mulher não presta, ela mereceu/provocou/ etc

ele com certeza é machista.

Julian disse...

Esse pessoal dá voltas, mas não tocam no ponto principal: O cara negou o ocorrido e tambem tinha as testemunhas dele...o que querem ? Que a palavra do acusador valha mais ?

IN DUBIO PRO REU

O posicionamento da boate foi perfeito.

Escarlate disse...

"Esse pessoal dá voltas, mas não tocam no ponto principal: O cara negou o ocorrido e tambem tinha as testemunhas dele...o que querem ? Que a palavra do acusador valha mais ? "

Que testemunhas dele? Ele tinha testemunhas? Onde vc viu? O que a Dani disse foi que era a palavra dele contra a dela, e TESTEMUNHAS DELA, que estavam com ela quando tudo aconteceu.

Volte no texto e ache essas testemunhas do cara, valheu?

Escarlate disse...

"O segurança veio prontamente mas foi levado na conversa! Era a minha palavra contra a dele. Eu tinha três testemunhas indignadas, e bastou o cara negar que foi logo liberado e sequer advertido."

CADÊ AS TESTEMUNHAS DELE?

Niemi Hyyrynen disse...

Primeiramente parabéns a Dani! Sei que é dificil, mas se tantas outras mulheres tentarem sair do silêncio, podemos conquistar a nossa liberdade.

Zzzzzz que sono desses mascus!

Julian por algum acaso vc mata alguem chega a policia e pergunta se vc é o assassino e vc diz:

"-Sim sou eu mesmo, pode mandar me prender"

Depois vem gente aqui dizer pra nós nos comportarmos como verdadeiras "Ladys" para com esses cretinos.

A menina sofreu um abuso, não bastando essa humilhação, ela foi ignorada e descreditada, dai vem uns sujeitinhos e dizem que a lei deve ser "neutra" que deve "ouvir todos os lados".

Sério mesmo? Pq esse papo só serve para acobertar os homens? A suposta neutralidade da lei só beneficia os agressores, a lei só escuta a defesa do estuprador, a palavra da vítima é na maioria das vezes redudzida a "chilique".

É muito fácil falar nessas baboseiras quando se está do lado quem vai ganhar no tribunal.

Depois "easy life mode" é o da mulher, pq né? Machismo é ilusão da matrix.

Bruno S disse...

Ainda vai aparecer alguém dizendo que a moça tomou um banho de energético por conta própria e inventou a história só para prejudicar o sujeito.

Selene disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Selene disse...

Julian, querido, pense antes da falar besteira. Para que se faça valer o “in dubio pro reu”, antes é necessário dar início a um processo criminal, com inquérito anterior, onde serão apuradas as provas.
Ademais, o que está em pauta aqui foi a atitude do dono da boate, que tem obrigação e é civilmente responsável pela segurança de seus consumidores.
Logo, se algo como isso ocorreu e ele falhou em resolver ou investigar o problema ele deve ser responsabilizado também, haja vista que o Código de Defesa do Consumidor impõe, a responsabilização objetiva do fornecedor de serviços, mesmo que ele não tenha culpa pelo ocorrido, pois a ”suposta” conduta ilícita ocorreu na boate, que é um estabelecimento comercial.

Thiago Pinheiro disse...

Que a atitude de Rhanna e Dani em expor as violências sofridas e a altivez em cobrar respostas possam inspirar a todos a se engajarem pelo fim destes atos sempre repudiáveis.
Todos quantos prezemos pela civilidade temos o dever de interpelar a sociedade e balizar um debate público qualificado sofre o tema suscitado nestes casos.
Surpreende-me, no entanto, uma criatura, num caso de abuso, por a eficácia de uma abordagem (?) em discussão.

Relicário disse...

Julian...vou tentar não ser repetitiva, antes e durante o processo criminal instaurado, suspeito é suspeito, e deve ser investigado, apenas depois de colhidas as provas e verificado que não foram hábeis para a comprovação do ato ilícito, só aí, na sentença o juiz, devidamente investido para o cargo, e não o Zezinho dono da boate, vai utilizar o princípio "in dubio pro reo".

Erres Errantes disse...

É revoltante ver uns e outros colocando a culpa na moça agredida, com o argumento de que ela não deveria estar ali. Francamente, agora vamos ficar todas trancadas dentro de casa para não sermos violadas por brutamontes que acham que têm o direito de abusar de nós?
Em que mundo nós estamos?

Julian disse...

O dono da boate disse que o rapaz tambem tinha as testemunhas e negou a versão da acusadora.
Se a única prova é a palavra do acusador, sim, basta o acusado negar.
Para condenar alguem, é necessário mais provas.
Palavra contra palavra não serve para condenar ninguem em nenhum país civilizado do mundo

Erres Errantes disse...

Seguindo esse raciocínio, admite-se que a mulher é sempre a escrota e o homem é sempre o coitadinho, que, no caso, foi vítima de uma megera que tomou banho de energético só para prejudicá-lo.
Eu hein!

Julian disse...

Esse raciocínio é a base da civilização. Ninguem pode ser condenado sem provas. Cabe a acusação provar a culpa do acusado.
O dono da boate não tem poder investigatório. A moça disse que foi abusada e tinha testemunhas. O rapaz deu outra versão e tambem tinha testemunhas. O que ele poderia fazer?

Relicário disse...

Julian, eu não sei em que cartilha de direito penal vc leu essa aberração.
Mas já deu pra notar que o que vc quer é trollar e só, aprender pra quê né???

Julian disse...

Discordar de sua opinião é trolar ? E vc vai me ensinar? Quanta pretensão...mas me diga, a moça diz que foi acusada e tem testemunhas. O rapaz nega o fato, e tem testemunhas tambem. O que o dono da boate deveria fazer ?

M disse...

Sou de BH e apoio a Dani totalmente. Estou contando para quem eu posso essa história.Não há nada que eu possa fazer em relação ao agressor, mas posso avisar amigas e parentes para evitar um estabelecimento que não se preocupa com a segurança das mulheres.

É repugnante que a casa noturna ache normal uma cliente passar por isso dentro de suas dependências. Ontem no UAI (um portal de noticias de MG) o dono da Major Lock deu uma declaração dizendo que quando a Dani deixou o lugar parecia estar se divertindo e achou que ela já havia "contornado a situação". Se fosse ele a ser agarrado, ofendido e tocado nas partes intimas por um brutamontes, gostaria de saber se acharia tão simples...

Daní Montper disse...

O dono da boate tinha que acompanhar os dois à polícia, ou chamar a polícia, e não julgar o caso e dá-lo por encerrado - ele não tem essa autoridade - e nem os policiais - ao deixar o caso para lá, ele foi omisso e deve ser processado também.

Rebecca disse...

Julian,

Onde você viu que ele tinha testemunhas?

LetB disse...

Julian

O que o dono deveria ter feito ? Deveria ter se oferecido para chamar a policia, sem deboche. Deveria ter levado a sério uma acusação de crime dentro do seu negocio. Só isso, não precisava julgar quem era inocente ou culpado, a justiça está aí para isso.

Mas não deixa de ser curioso algumas pessoas acharem que mulheres acusam de assédio, abuso ou estupro para levar vantagem. Ignoram o constrangimento e julgamento social a que essas mulheres se expõe. Porque sempre aparece alguém para questionar se ela não mereceu, provocou ou inventou ...Acho que esquecem também que não existe beneficio financeiro nesse tipo de situação, porque mesmo que a vítima consiga uma indenização, os valores são ínfimos. Ninguém fica rico processando o outro no Brasil.

Eliza (Biii) disse...

Oi, Lola, oi, Dani,

Eu leio o blog há algum tempo, mas não tenho costume de comentar. Contudo, acho que a maioria das mulheres sofre violência cotidianamente seja por comentários na rua ou por abordagens abusivas na noite (os casos da Dani e da Rhanna são extremos, que nem devem ser assim raros, mas cuja denúncia gerou repercussão). Como muit@s vêm dizendo, o que mais choca não é a violência, mas é a legitimidade que ela tem, a qual se comprova em cada comentário que justifica, defende, ofende. Esses argumentos me lembram o caso Geisy Arruda, o caso da doméstica confundida com prostituta, do índio confundido com mendigo. O absurdo que as pessoas não percebem é que se a violência contra a mulher "direita" evidencia o quanto é defendida por uma grande maioria a violência contra as prostitutas, as lésbicas etc. Mas eu não resolvi comentar para dizer isso, o que eu queria dizer, Dani, é que você não está sozinha e que você precisa ter força para encarar as acusações e defesas mais baixas que virão. Acho que o caso tem de ir pra justiça mesmo e se depender das feministas na rede, terá repercussão. Abraço, Eliza

Teresa Silva disse...

Minha força pra Dani!

Oi Lola, dá licença pra um off topic? Como esse é um espaço feminino, achei que poderia interessar:
Grafiteiros podem apresentar proposta de ilustração para folder da ONU Mulheres até 28/10
http://www.onu.org.br/grafiteiros-podem-apresentar-proposta-de-ilustracao-para-folder-da-onu-mulheres-ate-2810

Rebecca disse...

Para os mascus que estão achando muito dificil entender, vamos pensar de outro jeito...

Imagina se o problema foss entre dois homens. Um da um soco no outro. Provavelmete ficaria uma marca. O que apanhou, tem testemunhas. O que bateu, não. Alguém acha que os seguranças ou o proprietário da boate iam se abster se tomar uma atitude?

Tenho certeza que logo colocariam o homem que bateu pra fora a pontapés.

Agora vamos nos transportar para a realidade da Dani.
A violência que ela sofreu foi tão (na verdade foi mais) grave quanto um soco. As únicas diferenças são: 1 - É a palavra de um homem contra a de uma mulher desacompanhada em um ambiente onde prevalecem as regras machistas.

2- A violência que ela sofreu não deixou uma marca visível.

Agora, a ausência de uma marca somada ao fato de ela ser uma mulher desqualificam a sua queixa.

Isso faz sentido pra alguém???

Drica Leal disse...

É sempre assim:

A Lola posta uma situação REAL e vivida por uma mulher e logo aparece alguém com hipóteses de situações parecidas onde o homem seria a vítima. Ou seja, querem suplantar as argumentações das mulheres baseadas no FATO com argumentações na base do "mas e se?". Assim não dá, né galera?

Roxy Carmichael disse...

é julian, isso foi perguntado um monte de comentários atrás e você ainda não respondeu, e fica repetindo o mesmo bagulho pesudo-juridico. não sei se você se deu conta meu jovem, mas aqui tem um monte de gente que estudou direito.discordar você pode, inventar o que não tá no código penal, ou no código de defesa do consumidor, não. se o fizer, será chamado de troll e por favor será que é pedir muito, pedir pra você não insultar a nossa inteligencia?tô pedindo com carinho, docinho...

Adriana disse...

Meninas,

Desculpem, mas não podemos nos perder nos argumentos. O problema não é com o "in dubio pro reu", nem com o direito a ampla defesa e julgamento justo. A questão central é:

" O machismo veio tanto à tona, que homens esqueceram de ver o assunto em foco para defender uns aos outros na qualidade de homens."

Se eles tivessem sido neutros, imparciais, feito julgamentos justos, teria sido ótimo...

Acho que se for só na base da palavra de fato é complicado decidir quem tem razão. Mas não é por isso que a postura do dono da boate está sendo condenada, ocorre que ele não ficou indeciso sobre quem tinha razão, tampouco usou princípios do direito como o "in dubio pro reu" pra chegar a qualquer conclusão. Percebam:

1- A Dani chama os seguranças pra ajudar. Ao invés de agir de forma "neutra", eles já vem logo é com uma tese jurídica, no mínimo discutível, pra defender o cara ("Lei maria da penha só vale pra mulher casada"). Cadê a neutralidade nisso?

2- A Dani diz que o cara enfiou a mão de baixo da saia dele e a TOCOU e o dono da boate pede pra ela se divertir (o cara escuta uma acusação dessas e age com o maior desdém)? Qual o princípio legal que ele usou pra chegar nessa sentença? Nenhum. Não era um julgamento. Era simplesmente a hora de tomar uma atitude e ele optou pelo comportamento machista.

Agora vamos nos concentrar nesses fatos e nos verdadeiros vilões (machismo e misoginia) em vez de contestar o direito a ampla defesa (e outros direitos de um réu) que só estão sendo usados aqui ou por ingenuidade ou para desviar do assunto.

EdFurtado disse...

Como eu disse Anderson, errei na minha primeira colocação.
O que quero dizer é que como homem temo ser acusado de uma violência e todos acreditarem na mulher sem prova alguma além do testemunho dela e de amig@s dela. Creio que ninguém aqui defende injustiças e não estou dizendo em nenhum momento que essa mulher de BH está mentindo, veja bem, nem estou defendendo os seguranças ou o dono da boate, eles poderiam muito bem ter averiguado as coisas e chamado a polícia.

Roxy Carmichael disse...

certo, dito isso, não vejo porque o seu "medo" deva ser relevante nessa discussão, caro ed.

Adriana disse...

E parabéns a Dani e a Rhana por sua coragem e por serem tão esclarecidas quantos aos seus direitos. São verdadeiros exemplos pra todas nós.

EdFurtado disse...

Quis dar o meu pitaco, hehehe.
Todo mundo desabafa aqui, também quis.

Fefah_Flor disse...

Ed Furtado,

vc está equivocado: a lei 12.015/09 alterou o Código Penal, fazendo com que o crime de estupro se caracterize tanto pela conjunção carnal ou atos libidinosos (exatamente o que aconteceu com a Dani), agora é um tipo misto alternativo. O crime de atentado violento ao pudor não tem mais tipificação, pois agora é considerado estupro - consulte o art. 213 do CP alterado pela lei citada.
Inclusive com isso, homens e mulheres podem ser vítimas e sujeitos ativos de estupro (antes apenas mulheres poderiam sofrer estupro e homens sofreriam atentado violento ao pudor).

Dani, vc está corretíssima: é estupro caracterizado pelo ato libisinoso cometido. FATO.

EdFurtado disse...

Mas sério tô achando muito bom ler o que as mulheres(e homens) falam por aqui, tem mudado alguns conceitos meus então gosto de comentar e ler o que me respondem, minha intenção não é trollar.

Fefah_Flor disse...

Dani,

Excelente entrevista. Obrigada por compartilhar e lutar.

Posso me atraver a dar uma dica?

Comi fica difícil identificar o tal sujeitinho asqueroso que fez isso, por que vc não procura um advogado e sugere uma ação civil, por danos morais em face do dono da boate, que soube do ocorrido e nada fez? Acho que vale a pena pesquisar a possibilidade de fazer isso. Converse com um especialista cível, ele pode te ajudar nisso!

Bjs e força, conta com a gente!

Fefah_Flor disse...

Por favor, desculpem os erros de digitação, meu teclado está totalmente desconfigurado...

Roxy Carmichael disse...

Ed, se você mesmo disse acreditar na versão da moça, se você mesmo condenou a atitude do dono do estabelecimento que não tomou nenhuma providencia, se caso tivesse tomado a providencia, a justiça se encarregaria do resto, dentro desse âmbito, seu "medo" é injustificado, não se acanhe, dê os seus pitacos aí tranquilo

Mordechai ALERTA ALERTA ressentimento masculino detectado!!!"É uma abordagem primitiva e desrespeitosa, sem dúvida, mas se os pitboys, que são os caras que mais pegam mulher, usam é porque funciona né?" o que equivale a: se eu levo tôco não é porque não sei conquistar uma mulher, ou ainda simplesmente porque ela não se sentiu atraída por mim, mas sim por culpa dela que prefere outros caras, por isso odeio mulher, por isso comemoro quando alguma mulher sofre violência.

Relicário disse...

Olha Julian, eu não quis ser pretensiosa, não sei sua formação, mas entendo alguma coisa de direito, depois de estar atuando nessa área há pelo menos 10 anos.
No entanto, isso sequer vem ao caso, pois ainda que eu não conhecesse a legislação, eu com certeza me esforçaria para ler sobre o assunto antes de postar algo do tipo, verificando se minhas afirmações estão corretas. No seu caso vc está além de mal intencionado, está mal informado também.
Como disseram M e Dani Montper, no mínimo o dono da boate deveria ter chamado a polícia...

Fefah_Flor disse...

Adriana,

Concordo com vc. Não se trata de aplicação de princípios. Trata-se da ausência de atitude da boite (incluindo os seguranças , o dono), que tem responsabilidade de apurar o acontecido, não cabe aplicar princípios. Inclusive deveria registrar o que aconteceu, anotar os nomes dos envolvidos, sem qualquer juízo de valor, fazer como disse, o registro mesmo do que aconteceu. Pronto.

Assim, caso a vítima quisesse levar isso ao Poder Judiciário, aí sim estaremos adentrando a aplicação de princípios e interpretação do caso, julgando as partes.

Mas o que aconteceu foi uma ausência total de qualquer atitude pela boite, o que pra mim (salvo melhor juízo) gera responsabilidade civil, baseada no risco do negócio.

Relicário disse...

Também concordo Fefah, a questão nada tem a ver com princípios jurídicos, a questão é a total falta de atitude mesmo.

Isabel SFF disse...

Adoro esses mimimis cheios de ressentimento: "ah, os pit boys fazem isso porque as mulheres gostam, mimimimi"

Eu sou mulher e NUNCA fiquei com homem que já chegou pegando meu braço, cintura. Nenhuma das minhas amigas gosta desse tipo de abordagem (melhor dizendo, violência).

Galera que não sabe abordar mulher, leva fora e fica ressentido é uma merda: inventa uma realidade própria quase psicótica na qual ter a famigerada "pegada" é a mesma coisa que ser boçal e violento.

Continuem pensando assim, machinhos, que vocês vão morrer ressentidos e solitários (e virgens).

Isabel SFF disse...

E, Dani, parabéns por sua coragem! Siga em frente e saiba que você não está sozinha!

Escarlate disse...

"Galera que não sabe abordar mulher, leva fora e fica ressentido é uma merda: inventa uma realidade própria quase psicótica na qual ter a famigerada "pegada" é a mesma coisa que ser boçal e violento.

Continuem pensando assim, machinhos, que vocês vão morrer ressentidos e solitários (e virgens)."[2]

Será que dá pra procurar um bom psicólogo e deixar as mulheres em paz? FODA-SE se você já levou fora e não conseguiu assimilar isso. Eu e a maioria da mulheres do mundo tb já levamos fora e nem por isso ficamos criando teoriazinhas nojentas pra aguentar a frustração.
Sei lá, vai fazer uma terapia, um pouco de exercício, e TALVEZ quando vc parar de odiar as mulheres elas consigam/queiram se relacionar com vc.

comixzone disse...

"Por outro lado, vendo tantos homens abraçando minha causa, acho que pode servir como um tapa de luva para os demais que acham que eu só estou fazendo barulho. Ver um homem abraçando uma causa dessas é no mínimo gratificante sim."
Obrigado Dani,estamos com vc.

bike disse...

O dia q acabarem os mascus acabará tb a alegria das feministas ...

O que será que vai sobrar das feministas ?

Niemi Hyyrynen disse...

Bike

Quando pessoinhas como vc não existirem mais o que sobrará pra nós é uma grande festa.

:) e vc não será convidado

Lord Anderson disse...

Bike

Feministas, assim como todas as outras pessoas que lutam contra preconceitos, só vão acabar quando machismo, homofobia, intolernacia, racismo, etc tb acabarem.

Ai militancia não vai ser mais necessaria.

Vai ser só festa.

crowley321 disse...

'... ou foi abordada por um macho beta que quis fingir ser alfa e não soube fazer direito.'

pois é, devia aprender com o mister M

crowley321 disse...

Ou então aquele da china, David Copperfield

Luiz Prata disse...

Minha solidariedade à Dani e à Rhana.
Lamentável a omissão do dono e dos seguranças da boate.

Relicário disse...

Ei Niemi, e pro Bike, tem bolo não???

Tcheis disse...

Gostaria de contar aqui algo que ocorreu comigo que poucas pessoas da minha vida sabem pra mostrar que até as mulheres podem ter idéias errôneas. Tenho 28 anos, sou formada em psicologia e acho que posso me considerar uma pessoa bem informada. Quando eu tinha 23 anos, ao formar na faculdade, viajei com uma amiga pra Fortaleza que tinha família lá. Um dia fomos sair eu, ela, um primo dela e um amigo desse primo. Minha amiga estava interessada nesse amigo do primo, mas eu não estava interessada em ninguém, só queria curtir mesmo. Nisso eles nos levaram para uma casa vazia, acho que do amigo. Minha amiga entrou num quarto com o cara e me largou lá com o primo dela. Esse primo não era maior que eu, mas isso não faz muita diferença, sabemos que homem é mais forte fisicamente que mulher. Acontece que acabei ficando com ele, mas não queria transar nem nada disso. Só tinha transado uma vez na vida e não queria que minha próxima experiência fosse com esse cara. Mas ele ficou pressionando, ficou pelado e me encheu o saco mesmo eu dizendo não diversas vezes. Inventei que era virgem e que por isso não rolaria. Cheguei a sair do quarto (que não tinha móvel nenhum, era um cômodo vazio) e fui pra varanda da casa, mas a porta estava trancada e não consegui sair. Me segurei na grade, ele me puxava com força tentando me soltar da grade. Não gritei nem nada, só ficava falando que não ia rolar, que não queria. Ía e voltava pro quarto a todo momento, mas sempre tentando escapar e o casal ao lado transando e nós escutávamos tudo. Ele chegou ao ponto de ir no quarto onde minha amiga estava com o amigo dele e propor que trocassem. O amigo dele foi lá em mim, mas só conversou comigo a distância e voltou a transar com minha amiga. Ainda escutei minha amiga falando algo do tipo “oxi, o que ela queria? Fala sério né, que louca!”. E eu continuei tentando fugir do primo que continuava pelado atrás de mim. Até que eu falei “se eu fazer sexo oral em você, pára de me encher o saco?”. E ele concordou. Sim, sinto vergonha de ter feito isso, mas foi a única coisa em que consegui pensar naquele momento então foi o que fiz, sexo oral nele até que gozou. Nisso minha amiga e o cara dela tinham acabado também e fomos embora. Detalhe, ainda fomos dormir na casa desse primo que ao chegar lá queria que eu fosse dormir com ele, mas saí fora e fui dormir com minha amiga. Falei com minha amiga que fiquei muito magoada com ela porque me largou lá com aquele cara, não pensou em mim em nenhum momento e ainda ouvi o que ela tinha falado com o cara que ela transava, como se eu fosse doida. Ela pediu desculpas, mas honestamente de nada me adiantou porque sei que ela faria igual e ela não mudou a forma de pensar. E digo mais, naquela época eu tinha o pensamento louco e errado de que se eu fosse na casa do cara, ou ficasse numa pegação mais forte com uma cara, se eu o atiçasse de alguma forma eu tinha a obrigação de transar. Sim, hoje eu vejo o quanto isso é ridículo porque ninguém tem obrigação de fazer nada que não queira. Hoje vejo que tenho todo o direito de sair com um cara, ir até na casa dele e não transar com ele e ele tem que respeitar sim. E apenas recentemente percebi que o que sofri foi estupro. Sim, sei que foi eu que propôs o sexo oral, mas também era eu que estava trancada naquela casa tentando sair de madrugada numa cidade que não conhecia e tentando me livrar duma situação bem complicada. E tem mais, por eu achar que o que aconteceu foi horrível, mas não foi crime nunca pensei em dar queixa na polícia. Por isso digo, não são apenas os homens que tem idéias equivocadas, as mulheres também podem ter e olha que eu sempre fui totalmente aversa a estupro e nunca fui dessas que acha que a mulher procurou por isso. Rssss, engraçado, só agora relendo o que escrevi percebi como sempre fui contraditória, sempre fui contra o estupro, mas achava que se eu atiçasse tinha obrigação de transar. Ridículo da minha parte. Ainda bem que estou mudando né!

Niemi Hyyrynen disse...

Relicário

Pro bike nem as velhinhas, digo as velinhas.

Pq ele confunde agressão com paquera, confunde humilhação com frescura, confunde desdenho com impacialidade.

ele é mau

Teofilo Tostes disse...
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Starsmore disse...

Gostei do trabalho jornalístico da Lola em entrevistar a moça, e da coragem dela em se expor.

Denise disse...

Medo do povo comentando no facebook na página dessa boate, viu? Medo de verdade! Não acredito que existe gente tão alienada nesse mundo não...

Renata Gama disse...

lola, há poucos minutos recebi por e-mail uma notícia que considerei como satisfatória para a conclusão de um caso de abuso contra mim no trabalho: a demissão do funcionário. no sábado passado, à noite, eu estava de plantão. a caminho do restaurante interno, tem um pátio com estacionamento. fui jantar sozinha, estava atravessando o pátio quando um funcionário que havia acabado de estacionar sua moto passou por mim falando baixarias pelas minhas costas. ele estava acompanhado de outro funcionário. demorei alguns segundos para perceber que eram baixarias e que eram direcionadas a mim. quando a ficha caiu, voltei-me para trás e reagi gritando: "você me respeite porque aqui é local de trabalho". meio segundo depois, me dei conta da besteira que havia dito e corrigi: "aliás, você me deve respeito em qualquer lugar", gritando mais ainda. obviamente, o que veio como resposta foi uma ameaça: "você fique na sua que é melhor para você", ele respondeu com o dedo em riste em tom muito intimidatório. cheguei ao restaurante totalmente sem rumo, ofendida, enraivecida, me sentindo aquele lixo, sem saber o que fazer. não consegui nem me servir. deixei a comida e desci para a portaria ver o que eu poderia fazer. encontrei seguranças que não demonstraram o menor esforço em me ajudar a identificar o sujeito, que a meu ver seria facilmente identificável pois acabara de chegar. por sorte, um bombeiro que presenciou a minha indignação tomou a iniciativa de ir comigo anotar as placas das motos (eram quatro) e tentar identificar os donos para que eu pudesse fazer o reconhecimento posterior. na segunda-feira, ontem, fui buscar as informaçoes na portaria, encontrei novamente um segurança receoso de me entregar os dados colhidos pelo bombeiro. por sorte, dois colegas indignados com o caso me ajudaram a botar uma pressão e ele, de repente, se lembrou que havia sim um papel com as informações que eu precisava guardada em uma gaveta. fui até o RH, fiz a queixa e o pedido para reconhecimento. eles pareciam já conhecer o caso, pois a notícia se espalhara. descobrimos que o agressor era funcionário de uma empresa terceirizada. a partir daí foi rápido. a terceirizada foi solícita, e ele recebeu uma advertência com suspensão e será demitido após três dias, tudo documentado (o advogado da empresa recomendou que a suspensão fosse feita antes da demissão para a empresa ter o registro do caso). considero, sim, um final satisfatório que pode ser visto como exceção. mas note que, além da ameaça do agressor que tive de enfrentar, os outros obstáculos que surgiram foram colocados por outros homens que considero agindo em nome do "corporativismo" masculino, no momento em tive dificuldades para ter informaçoes que ajudariam identificar o sujeito. foi preciso que outros homens entrassem na jogada (aos quais agradeço imensamente), para que essa história tivesse uma conclusão.

Roxy Carmichael disse...

pro bike que acha que entrar com processo não resolve: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/10/25/quer-pagar-quanto-faz-casas-bahia-ser-condenada-indenizar-funcionaria-925652529.asp

Teofilo Tostes disse...
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Teofilo Tostes disse...
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Liana disse...

eeee

"Galera que não sabe abordar mulher, leva fora e fica ressentido é uma merda: inventa uma realidade própria quase psicótica na qual ter a famigerada "pegada" é a mesma coisa que ser boçal e violento." [3]

:) Esse povinho gostaria de ser, sei lá, Gengis Khan, o rei da "pegada". É impressão minha ou eles sentem uma certa invejinha do maníaco do parque?



O machista por definição não está nem aí para o bem estar da mulher, o maior objetivo dele é competir e se exibir para outros homens. O sujeito exibe o carro, o trabalho, a mulher, cachorro, papagaio. Tudo isso apenas para provar seu status social entre outros machos, nada mais. Nem a relação sexual, tão alardeada pelos machistas, envolve realmente a mulher. Esse cara transa e corre para contar para os amigos, a vagina serve como meio de se ligar a outros homens, de se gabar e se sentir o fodão, não tem a ver com mulher, nunca teve. Também acho que para além do discurso feminista, os homens em geral só prestarão atenção quando um outro homem falar para eles sobre o respeito à mulher, servir de exemplo e se recusar a ser platéia incentivadora dessas violências.

Mesmo a educação tosca que uma mamãezinha possa dar em casa, como o povo adora citar, é uma coisa secundária. Homem machista pode ser incentivado por algumas mulheres, mas ainda é para homens que ele se exibe, se relaciona de fato, onde busca aprovação e razão para sua existência. É também por isso que a opinião de uma mulher sempre vale menos nesse sistema.

Ficar dizendo que mulher é a maior causadora do machismo é uma das coisas mais toscas que se pode dizer a respeito, tanto quanto dizer que um negro é o principal responsável pelo racismo que sofre. Machismo é ideologia de homens, para e por homens. Começou com eles e precisa terminar com eles.

Liana disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rê_Ayla disse...

"Mulheres ficando a favor da violência, me acusando de causar o assédio ou me acusando de ser oportunista."

Pois é, o que mais me deixa chocada em relação ao machismo não são os homens, mas as mulheres que agem assim e acusam outras mulheres de serem culpadas pela violência que sofreram. Não veêm que podem ser a próxima vítima?

E esses machos que levantam dúvidas quanto à Dani nunca foram mulheres né... porque se fossem, provavelmente já teriam passado pelo que já passei mil vezes (ter cabelo puxado, braço puxado, ser puxada pela cintura) e já teriam visto outros machos ficarem agressivinhos e começarem a xingar só porque você disse não. É este o motivo pelo qual frequento demais ambientes gays: não ser desrespeitada e importunada por machinhos que acham que podem chegar e levar.

Sou uma pessoa calma (NOT!), fraquinha (NOT!)... e nesse tipo de abordagem que o infeliz fica violentinho porque recebeu um não, já reagi com joelhada no saco e também já quebrei o dedo de um e torci o braço de outro (legítima defesa - vai me atacar? Ok, reajo). Mas eu sou uma minoria ínfima, que pratica lutas, defesa pessoal e etc há anos (tae kwon do, boxe, tae fight, krav magá no cardápio) e se defende. Sei que um dia, numa dessas, posso levar um tiro... mas quer saber? NUNCA, JAMAIS, deixarei de reagir se agredida fisicamente.

Quantas, TODOS OS DIAS, recebem agressões físicas (as verbais eu ignoro), e ficam quietas sem reagir? Quantas, TODOS OS DIAS, recebem agressões físicas e ficam caladas, não expoem o fato, não o denunciam?

Isso PRECISA acabar! E o 1º passo pra que esse machismo nojento acabe é que as mulheres não compactuem mais com ele, não se calem, não aceitem passivamente.

Macumba Vegan disse...

já leu essa notícia, Lola?
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/10/19/site-defende-rapaz-que-quebrou-braco-de-jovem-em-natal-e-diz-que-mulher-e-para-apanhar.jhtm

um absurdo sem fim

Adriana disse...

Fefah_Flor,

Eu não tinha pensado o que seria uma atitude correta, achei a sua proposta foi muito adequada (e completamente possível).

E além da falta de uma providência razoável, o dono da boate ainda manda um "vai se divertir" que pra mim soou muito como "deixe de ser chata, foi só uma cantadinha". É muito machismo junto que a Dani teve que enfrentar...

Gêneros Textuais disse...

Algo muito interessante que o professor de "propaganda ideológica" disse uma vez:

Feminismo não é ideologia porque não tentar impor uma ideia, ao contrário do machismo. Igualdade de gêneros que é a ideologia nessa história.

Ainda que seja de "difícil" entendimento, achei bacana postar.

Denise disse...

Rui Alves PARA ACABAR COM TODA ESTA POLEMICA NOJENTA.
Tenho 52 anos de idade, idade suficiente para me creditar um pouco de credibilidade.
Frenquentei a Major Lock Algumas vezes e o que sempre achei por lá foram pessoas bonitas, moçada jovem, diversão e boa musica. Atendimento sempre cordial receptividade dos seguranças e muita paz. Nunca freqüentei lugares me importando com o que as pessoas são, gays, lesbicas, tatuados, maconheiro e os cambau, o que sempre me interessou foi a convivência pacifica das pessoas independente de seus credos de suas vestimentas ou de sua cor. Na Major foi o que sempre achei.
Infelizmente o ocorrido na major no fim de semana passado, poderia ser chamado de lamentável, se realmente houver um testemunho real do ocorrido, pois foi creditado a minha pessoa tal testemunho o que definitivamente não é real.
A Dani , pessoa envolvida diretamente na polemica é minha conhecida, e foi ate lá a convite de outra amiga em comum para assistir a um show, passados alguns minutos do inicio do show a Dani chegou ate a mim e relatou o que ela disse que tinha ocorrido, eu absolutamente não vi nada, absolutamente nada alem do que ela me contou, a não ser uma parte do seu cabelo molhado, o que definitivamente não representa nada. Também e com isto não afirmo que não possa ter ocorrido o que ela diz ser verdade. A outra amiga que temos em comum também afirma que não viu e assim como eu lhe foi relatado. Quero deixar claro, antes que alguém ache que tomo partido de algo, que meu filho é o guitarrista da banda que estava tocando neste dia mas este fato não me torna suspeito para dizer a absoluta verdade, mesmo porque não conheço os proprietários da Major.
Se ocorreu realmente este episódio o fato é ninguém viu, não pelo menos as pessoas que a Dani diz terem visto, no caso eu e a amiga que temos em comum. O que também não significa que não tenha ocorrido. Mas o interessante nesta historia toda é: isto também é fato, o proprietário da major ou gerente , não sei, prontificou-se de imediato a chamar a policia e a Dani não quis alegando não gostar de barraco, No entanto no dia seguinte o que acontece? Uma atitude no meu ponto de vista absolutamente despresivel, expor em rede algo que ela no dia anterior chama de barraco. Os meus 52 anos de idade me dão o credito infeliz de ter que assumir que por mais experiência que eu tenha nunca vou conhecer alguém tão profundamente ao ponto de não ser enganado. Tudo isso é no mínimo muito estranho, infelizmente. Disse para a Dani no dia seguinte ao ocorrido, que se ela não tivesse um testemunho real da situação, ela estaria entrando num balaio de gato, enfim esta é a verdade de toda esta polemica.
Li em alguns posts um punhado de babaquice, feministas de merda de plantão defendendo o que não sabem vi uma serie de babacas falando montes de merda contra a casa, provavelmente recalcados de plantão, sem embasamento nenhum. Também não estou defendendo a Major mesmo porque a major não precisa em absoluto da minha defesa, nem mesmo porque meu filho tem uma banda que tocou lá. Isso seria ridículo. No fundo tudo isto é muito triste, se houve um fato este fato tinha que ser resolvido na hora e não o foi porque a suposta vitima não quis. Se houve um fato o cara que o cometeu é um completo idiota, mas idiotas não so freqüentam a Major como qualquer outro lugar.

Denise disse...

Tenho 52 anos de idade, sou fotografo profissional (grande merda ) uso brincos na orelha fumo meu back, (direito adquirido) mas sou HOMEM homen no sentido maior da palavra, homem que sempre teve como conceito na vida a justiça a liberdade e principalmente o respeito ao sexo feminino, sou homem que conquista uma mulher pelo olhar não pela força. A babaquice do mundo anda residindo exatamente nos pré conceitos. A Babaquisse do mundo anda nas frustrações tanto de quem não respeita quanto nos que querem aparecer a qualquer preço. Deixo então aqui meu testemunho real do ocorrido e de tudo o que eu sei sobre o fato. Deixo para vcs também a certeza que o pouco relacionamento que tive com a Dani agora é zero, porque se ela teve a oportunidade de resolver na hora e não quis, não é admiravel de sua parte se expor em rede, já que declarou não gostar de barraco. Deixo aqui meu testemunho real de como sempre fui tratado na Major, de que se existem pit sei lá de que freqüentando a casa, a mim nunca me incomodaram, deixo meu testemunho que sempre fui bem recebido e que meu comportamento na casa sempre foi conforme as regras da casa, não fumo lá dentro e nunca passei dos limites permitidos ou seja me divertir com consciencia tranqüilidade e paz, esta presumo eu ser uma grande filosofia. E por ultimo a lastimável constatação que por causa de merdas como estas é que muitas casas fecham, por pessoas com comportamentos duvidosos é que cada vez menos consiguimos ouvir boa musica.
Por causa de babacas e marias aparecidas, tenho que me resignar a ouvir cada vez mais juntin bibers da vida. Num mundo completamente globalizado cada vez mais o mais importante para certas pessoas é cinco minutos de uma fama efêmera. Salve John Coltraine, salve Eric Clapton, salve a paz salve todo ser de boa vontade.


Palavras de uma das testemunhas da Dani. Tenham raiva também, por favor:

https://www.facebook.com/people/Major-Lock/1425861837

Cassia Anacleto disse...

Eles não se envergonham de tamanha animalidade. Adoram ser tratados por "macho". Macho é bicho! Homem é gente. Mulher é gente! Do mesmo modo que os verdadeiros homens.

As freqüentadoras que apóiam e defendem a negligência da Major Lock, certamente não se realizaram dentro da condição feminina e de serem verdadeiras cidadãs. Justamente porque desconhecem seus próprios direitos e sustentam ações violentas e selvagens como estas a que Dani foi submetida. Já devem ter passado por situações semelhantes, no entanto, devem ter ignorado ou considerado normal tal agressão.

Danielle não está só. Senti-me agredida e continuo a me indignar com a situação. Levarei comigo o protesto e a causa de Dani aonde quer que vá, como exemplo de força e luta no combate ao machismo, a violência e a misoginia.
Força Dani, estamos contigo!

Cassia Anacleto disse...
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yulia disse...

o lema dos mascus é
tatuagem é carimbo de pta. tem até comunidade no orkut disso.

Teofilo Tostes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruno S disse...

Esse texto do tal Rui que a Denise postou deixa um postura típica.

Zero envolvimento com a violência sexual sofrida pela moça. A preocupação do cara está apenas em poder escutar a música que gosta.

Roxy Carmichael disse...

Rui
seguinte: Caso a Dani não tenha tomado uma decisão na hora, e a ficha caiu depois, isso não significa que ela está tentando chamar a atenção. Até porque é uma exposição que pouca gente banca, devido a inúmeras ofensas que surgem a partir daí. Eu mesma já sofri agressão e levei dois dias para tomar a decisão de prestar queixa. Nesse tempo, já com a cabeça mais fria pensei bastante.E fui muito bem sucedida na minha queixa, diga-se de passagem.Você diz o tempo todo que merece credibilidade porque tem 52 anos, mas eu achei o seu comentário digno que um adolescente. Explico: preocupar-se com o não fechamento de uma casa só porque você quer que a casa exista pra ouvir o tipo de música que você gosta, é bem adolescente, convenhamos. Se importar com a existência do Justin Bieber então, bem se fala. E citar o Eric Clapton e o jazz como uma forma de distinção social? hahahahaha, sem mais.

Fefah_Flor disse...

Adriana,

Exatamente! Ele teve uma postura irresponsável, pois ele não está lá para se divertir e sim para administrar o lugar! Fiquei revoltada com essa postura displicente.

Tcheis,

Sabe, não acho vc ridícula, pelo contrário...infelizmente a gente se vê em certas situações que só a experiência por ter passado por elas nos torna mais fortes. Vivi algo parecido, no contexto...minha amiga foi transar com um cara no carro dela e eu acabei tento que fazer sala no carro do amigo desse cara...ele acabou colocando tudo para fora, para que eu fizesse sexo oral, mas tive uma reação apavorada e infantil: saí correndo do carro, em disparada. rs - patético né? rs - saí correndo como se minha vida dependesse disso, e peguei um táxi. Minha amiga não gostou nada...rs

Roxy Carmichael disse...

E me surpreenderia se numa casa heterossexual você fosse incomodado com algum tipo de agressão física de natureza sexual, por algum pitboy. Por que será que você nunca sofreu esse tipo de agressão mesmo?

yulia disse...

''Se expulsam o cara, ele vem com um processo.''

que venha....

se o cara não tiver testemunha a favor, aposto que o julian
se oferece como um.

''O dono da boate disse que o rapaz tambem tinha as testemunhas e negou a versão da acusadora.''

que entre com o processo, vamos ver até onde os amiguinhos dele vão sustentar a mentira.''

segundo esse julian ela tomou banho de energético sozinha e inventou toda a história.....kkkkk


''Dani não quis alegando não gostar de barraco, No entanto no dia seguinte o que acontece?
Uma atitude no meu ponto de vista absolutamente despresivel, expor em rede algo que ela no dia anterior chama de barraco. Os meus 52 anos de idade me dão o credito infeliz de ter que assumir que por
mais experiência que eu tenha nunca vou conhecer alguém tão profundamente ao ponto de não ser enganado. ''

tava tudo indo bem, ai vc fala de babaquice feminista....vc bem que tentou ser isento, mas depois dessa...só posso desconfiar que o intuito é defender a casa.nem que seja para nos atacar. se um lugar é frequentado por desequilibrados
que passam a mão nas partes intimas das mulheres e dão banho
de energético, tem sim que expor. sem mais. È bom saber que lugares
eles frequentam para mulheres , as tatuadas pelo menos... não frequentem tal lugar.
estou com a Dani.

yulia disse...

quem frequenta balada sabe que existem esses malucos desequilibrados que se sentem no direito de te perturbar.

Libu disse...

Mexeu com uma, mexeu com todas!

Liana disse...

Caramba. Diante de uma denúncia de violência sexual, a maior preocupação desse tal Rui é com a música que ele gosta de ouvir. Falar do "histórico" dele presenciando paz e tranquilidade nessa boate não anula a denúncia. Ele tem todo o direito de dar a versão dele dos fatos, mas escolheu fazer isso de uma maneira bem estranha, para dizer o mínimo. E não sei se o que ELE consideraria uma agressão contra mulheres é o mesmo que uma MULHER pensaria vivenciando a situação ou vendo outra mulher passando por isso. Pelo teor da resposta dele, eu presumo que ele não se importa muito.

Thiago Leal disse...

Apenas para constar: minha solidariedade e apoio à Dani e à Rhanna.

Quanto às discussões aqui, não pretendo mais gastar palavras com quem não entende um mínimo de processo mas fala como se fosse ministro do STF. Até eu que nunca levei a sério essa parte de processo na faculdade entendo que quem deve considerar a validade das provas é o juiz, e não os sabichões que querem pôr panos quentes em tudo, que fazem questão de ignorar denúncias e ainda têm a petulância de dizer que se há um culpado, é quem está fazendo barulho; que se há um culpado, é quem ousa gritar contra a opressão de gênero. Ainda bem que Julian não é advogado. Mesmo entre aqueles pilantras que evocam princípios humanitários para, distorcendo-os, ratificarem absurdos inumanos, ele ficaria para trás pela simples deficiência técnica. Do tipo que empola a garganta e perde o prazo.

É triste, mas há um limite do quanto podemos explicar algo a alguém; assim como precisamos ser consequentes e coerentes na nossa argumentação, é preciso que a outra parte seja honesta ao nos ouvir, disposta a sair pensando diferente, como nós. É tudo inútil se o preconceito, a vaidade ou o ódio são mais fortes que a humildade em ver um ponto de vista distinto, em se colocar na posição do outro, principalmente se a troca de lugares é de opressor para oprimido. Em suma, de minha parte, dou um tempo para trolls, ignorantes e/ou canalhas. Os pseudopolemizadores daqui que escolham sua carapuça. É minha última gentileza para vocês, já que vocês conseguiram esgotar minha paciência e esperança em livrá-los do fardo do preconceito.

Se conselho serve de algo, dou o meu a quem comenta de maneira inteligente, ainda que eventualmente divergente, ou simplesmente tem boa disposição de opinar e aprender por aqui: não joguem mais pérolas a porcos cuja "lógica" só serve para defender seu próprio vazio. Se continuarem a nos fazer desperdiçar nossa energia, o caminho deles é a deleção, como já vem acontecendo.

De resto, adoraria boicotar esse lugar, e acho que é uma medida justa, necessária e eficaz, sim. Mas não moro em BH, nem frequento baladas. Não gosto. Dentre outros motivos, porque sei que o ambiente é algo sempre mais ou menos próximo do relato da Dani. Os comentários inclusive atestam isso. O que não quer dizer, lógico, que as coisas devam ficar por isso mesmo. Muito pelo contrário. Quem gosta tem o direito de curtir sem ter que abrir mão de seus direitos e dignidade. Nem que polícia e judiciário tenham que estragar a festa de quem não está nem aí para o que é mais importante.

É isso, abraços.

Thiago Leal disse...

Quanto a esse Rui, quando vi que ele quis suplantar a imagem que tem do local por cima do testemunho da moça, fui esperto e corri pro fim do texto pra ver se valeria a pena ler até lá. Economizei meu tempo. Alguém que pretende "salvar" a música jogando a violência e o machismo para baixo do tapete não tem credibilidade nenhuma para chamar qualquer coisa de nojenta. Se com 52 anos ainda diz isso, não deveria se sentir acreditado, e sim envergonhado.

yulia disse...

outra coisa prezado Rui, o fato dela ter denunciado depois e não na hora, não invalida o fato ocorrido, ela pode ter repensado, mudado de ideia e resolver denunciar.
mas é isso que quer o status -quo machista...que fiquemos caladas SEMPRE e que os agressores fiquem impunes.

yulia disse...

tem razão bike.
na verdade a gente come se vc reparar bem.

Cassia Anacleto disse...

Cara, agora vi o comentário do tal Rui, meio centenário, meio louco, meio homem também. Sei não. Esse cara é um babaca de marca maior, juntamente com a corja machista da Major.

Além de não ter defendido ou assistenciado a Danielle na ocasião, agora resolveu prejudicá-la criticando sua postura de ter conosco compartilhado o que lhe ocorreu.

Louco, louco, louco.

Fico cada vez mais assustada com a postura desses caras.
Se assitirem ao vídeo da Rhanna, verão que ninguém, nenhum homem e nenhum macho corre atrás do cara que a agrediu, ou tenta impedi-lo de sair da boate. NENHUM!

A covardia parece um câncer, vai se alastrando entre os rapazes. Não é só pitboy que é covarde. É senhor de 50 e poucos anos, com filho roqueiro, que fuma back também. Bundão!

yulia disse...
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yulia disse...

O Rui ta com medo desse pardieiro chamado major lock fechar e seu filhinho perder a boquinha.
calma Rui, o que não falta por aí é boteco de quinta categoria para seu filho tocar....

Laurinha (Mulher modernex) disse...

Já estava enojada com os comentários na página do facebook da boate, aquela coisa bem alienada do tipo "a casa é legal, a música é boa" preocupação zero com o fato de uma mulher ter ou não sofrido uma violência sexual dentro da casa e ver seguranças e dono dando de ombros e ainda a mandando encarar aquilo como se fizesse parte da diversão.
Agora o depoimento desse Rui foi mais nojento ainda. Se ele diz que não viu nada, não sabe de nada, então que necessidade é essa de aparecer pra falar em nome do que não viu?
Fica falando que a moça quer aparecer, mas a impressão é que quem quer aparecer é ele.
O fato de ter cinquenta e dois anos não dá crédito a ninguém.
Ridículo esse pensamento de que por ser um homem mais velho, a palavra e o julgamento dele, do que aliás nem viu, valem mais do que o de uma mulher de vinte e oito anos.
O que parece é que ele quer defender a casa de shows onde o filhinho dele está se apresentando.
Se fosse uma filha dele ou a esposa dele a ter passado pelo que a Dani passou, provavelmente não soltaria um depoimento desses incentivando as pessoas a se revoltarem contra uma garota que alega que sofreu uma violência.
Parece que na nossa sociedade machista parte dos homens só empatiza com uma mulher se esta for filha, mãe ou esposa dele.

Laura disse...

Danielle , venho acompanhando seu caso a algum tempo , e me choco com alguns comentários . Dizem que você quer aparecer , e se esquecem que POUCAS teriam coragem de se expôr como você fez ( eu mesma não teria).
Nós mulheres nos calamos diante de uma situação dessas , muitas vão contra a sua posição pois não tem noção do que é passar por uma situação como essas , e se esquecem que também estão sujeitas a passar por isso.
Temos a liberdade de ir ao lugar que queremos , sem medo , e isso não se resume somente a festas .
A mulher desempenha sim um papel inferior , infelizmente , mas se nos calarmos , será que isso um dia vai mudar ? Na sociedade em que vivemos então , isso se agrava mais ainda .
Não temos sequer a liberdade de portarmos como queremos ou seremos julgadas como vagabundas , piriguetes , 'tatuadas' ... Somos constantemente reprimidas , julgadas , e perdemos assim parte do que somos .
A casa foi SIM negligente com você , mas infelizmente em um país como esse , não se fará justiça . Vamos lutar para que um dia , nossa sociedade mude esse pensamento arcaico , e para que nossos filhos façam de uma comunidade ÉTICA e IGUALITARIA .

Lady C. disse...
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Lady C. disse...

Aqui é a patrícia Caetano, de BH. Catei essa mais cedo - Rui Alves: "As casas noturnas não tem culpa se cada vez mais existem putinhas sem valores adquiridos em casa nem idiotas que baseados nessas putinhas acham que é tudo igual, a casa noturna é um comercio como outro qualquer com fins lucrativos nao com fins de socializar ninguem , comportamentos tem que ser adquiridos dentro de casa e desde a infancia , não me digam agora que estabelicimentos noturnos tem esse papel social, isso é demagogico e papo de feminista de merda . enchi o saco desses papos de nego formado em psicologia ou filosofia de cu."

Paloma, a mãe disse...

Adorei a entrevista, Lola. E parabéns para a Dani, por não se calar, por abraçar a causa, que, sim, é de todas nós!

Priscila Boltão disse...

Tcheis, coisa MUITO parecida aconteceu comigo - não houve força, mas houve coerção, no seu caso e no meu. Até hj não consigo chamar oq aconteceu comigo de estupro, ainda sinto MUITA culpa. E não denunciei nada. Pq (eu sei q fui covarde) eu sabia q não ia adiantar, eu não queria passar pela situação de me perguntarem oq eu fiz, com q roupa tava, se dei trela...
enfim....
Só depois de ler o post da Lola vi a reportagem do Fantástico. Achei lindo oq a Rhanna falou: "O covarde se esconde no silêncio de suas vítimas". Eu não denunciei, mas não recomendo - é um horror ficar com isso guardado, pq já passou da hora da sociedade mudar - e a gente pode, uma denuncia de cada vez. Nunca nos calarmos, e um dia alguém escuta. Dani, já compartilhei oq aconteceu com vc no Facebook. E obrigado a Rhanna e a Dani por não se calarem.

Laurinha (Mulher modernex) disse...

Fico assombrada com o julgamento que outras mulheres fazem de uma mulher que alega sofrer uma violência sexual. Me chamou mais a atenção do que o tal corporativismo masculino, a atitude como do tal Rui, falarem que estão sendo imparciais quando na realidade já condenaram a moça assim que ela abriu a boca.
Se nem mulheres conseguem sentir empatia por outras mulheres, fica difícil imaginar onde vamos parar.
Lola, adoraria ver um post seu falando a respeito disso, essa falta de empatia de tantas mulheres com outras mulheres, julgamento apressado, falta de compaixão.

Francisca disse...

Julian,

O que o dono da boate poderia ter feito? Primeiro, ter chamado os dois para uma conversa. Depois de ouvir ambas as versões, poderia ter orientado-a a denunciar o ocorrido e ter dito a ele que, independente de ele ter feito ou não, iria esclarecê-lo sobre as regras da casa. Regra 1. É proibido desrespeitar frequentadores e funcionários. Regra 2. Quem desrespeitar a regra 1, será expulso do local.

Convenhamos que fazer isso não ofende o sagrado in dubio pro reo. Mas, a grande questão pra mim é: essa espelunca não tem câmeras de segurança? Não tinha como o dono assistir e pelo menos tentar confirmar o que houve?

Julian disse...

Esclarecimento: O dono da boate, ouvido pela reportagem, disse que o rapaz tinha testemunhas que apoiavam a historia dele.
Quanto a chamar a policia, a propria suposta vitima poderia faze-lo, nao sendo obrigado o propietário a tomar tal atitude.

Vera disse...

Seria interessante, assim como no post, as mulheres que já foram violentadas nesses locais mostrarem a foto na internet, para boicotar tais estabelecimentos que não respeitam seus clientes.

Que se Dani disse...

Primeiramente quero agradecer a todas e todos que apoiaram minha causa! Agradeço a Lola pela oportunidade!

Tenho percebido os ataques cada vez mais absurdos e cheios de mentiras. Só uma coisinha que acho que não ficou clara: O agressor não tem porquê ter testemunhas! Ele estava sozinho na boate o tempo todo. Ninguém apareceu hora nenhuma. Nem no momento da abordagem que foi o único contato que a casa teve com ele antes de liberá-lo e ele sumir no mundo.

No mais, o processo está encaminhado. Não estou fazendo nada sem acompanhamento jurídico. Tudo o que falo tenho como provar, inclusive que as 4 da manhã eu já estava em casa de nota redigida, e não me divertindo como a casa afirma.

Manterei todos vocês muito bem informados!!!
Um abraço a todas!!

WE CAN DO IT!!!!

yulia disse...

Lady c...

Esse é o mesmo Rui que veio aqui passar liçãozinha demoral para nós dizendo-se senhor de 52 e deveriamos lhe dar crédito??

porque se for, ele é um escroto de quinta categoria , muito pior do que eu imaginava.

Ane disse...

Independente de qualquer coisa, que isso sirva de exemplo a mais mulheres, que não fiquem caladas diante de toda essa violência. Mexeu com uma, mexeu com todas!

Nota publicada no Facebook:

NOTA DO MAJOR LOCK
por Major Lock, segunda, 24 de Outubro de 2011 às 21:22
Em relação ao episódio ocorrido na última sexta-feira, por volta de 01:00h (já na madrugada de 22/out/2011), o Major Lock esclarece que tanto a suposta vítima quanto o suposto agressor procuraram o estabelecimento, ambos com versões antagônicas e com testemunhas confirmando a alegação de cada um. O Major Lock, imparcialmente, se posicionou em chamar a polícia, ou que todos se dirigissem a uma delegacia, para as providências legais. A suposta vítima não concordou e ambas as partes preferiram permanecer na casa até o horário entre 03:00H / 04:00h. O estabelecimento não poderia tomar qualquer atitude privilegiando a versão de qualquer dos clientes, pois neste caso poderia cometer algum ato precipitado. É triste ver como uma inverdade, quanto ao comportamento do Major Lock, é rapidamente espalhada pela internet, tentando denegrir o conceito da Casa construído ao longo de 19 anos. O Major Lock é contra qualquer tipo de violência e agressão, inclusive “verbal” no Facebook, acreditando que a verdade prevalecerá. Obrigado.

ana_alice disse...
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ana_alice disse...

essa galera lê 2 linhas do manual do doutô zezinho (catedrático da faculdade de direito de pindamonhangaba da serra verde, escarlate ahahahahahaha) e se sente bacharel em direito com ênfase na área penalista

deixo aqui as palavras do STJ e STF pra quem sustenta o in dubio pro reo nesses casos:

Induvidoso que nos crimes sexuais, a palavra da vítima, quando em harmonia com os demais elementos de certeza dos autos, reveste-se de valor probante e autoriza a conclusão quanto à autoria e às circunstâncias do crime. Precedente (STF - 2ª Turma, HC 79.850-1, rel. Min. Maurício Corrêa). Nesta direção, posiciona-se a corrente pretoriana, inclusive do STJ: A palavra da vítima, nos crimes contra os costumes, quando em perfeita harmonia com outros elementos de certeza dos autos, reveste-se de valor probante e autoriza a conclusão quanto à autoria por ela apontada (STJ - 6ª - HC 9.289 - rel. Min. Fernando Gonçalves).

ana_alice disse...

e quem diz q ela podia ter chamado a polícia sozinha: até parece q o cara ia ficar ESPERANDO a polícia chegar. se a boite tivesse colaborado com ela, como eles falsamente alegam, teria retido o sujeito.

yulia disse...

agora todo mundo é bonzinho, ninguém fez nada, ninguém da boate poderia fazer nada....
posa tudo de bonzinho...

e por trás mandam esse tal Rui só porque tem um filho que toca lá,fica aqui com papinho furado e fica chamando as frequentantes de putas...e que não aconteceu porque ninguém viu nada... hipócrita nojento! que esse pulha safado não de mais as caras aqui.

Lady C. disse...

É o mesmíssimo Rui, Yulia! Tenho acompanhado o falatório dele lá na página do tal lugar e baixo nível é mato!! Ele é nojento!

Lady C. disse...
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yulia disse...

é um ordinário pilantra. se pelando de medo de perder a boquinha na espelunca...deve ter descontinho na casa por causa do filho.
deveriam divulgar as falas deste trolha nas redes sociais chamando as frequentantes desse boteco de putas...

Patrícia disse...

Rui Alves: "As casas noturnas não tem culpa se cada vez mais existem putinhas sem valores adquiridos em casa nem idiotas que baseados nessas putinhas acham que é tudo igual, a casa noturna é um comercio como outro qualquer com fins lucrativos nao com fins de socializar ninguem , comportamentos tem que ser adquiridos dentro de casa e desde a infancia , não me digam agora que estabelicimentos noturnos tem esse papel social, isso é demagogico e papo de feminista de merda . enchi o saco desses papos de nego formado em psicologia ou filosofia de cu."

yulia disse...

além de calhorda é burro, demente, esperar o que de tal topeira machista?

quem falou que casa noturna tem que cumprir papel social? é simples, ela foi agredida por um imbecil, os seguranças do local não fizeram nada contra o agressor.
e ela denunciou o fato, ponto.
tem que denunciar e falar o nome do lugar sim, esse rui tá é desesperado porque vai perder a boquinha, só isso?

lola aronovich disse...

Parabéns, Renata. Aposto como vc teve de ouvir um monte de gente dizer pra deixar disso, que não era nada de mais, que o pobre trabalhador vai ficar desempregado, que ele só estava te elogiando, que essas coisas são assim mesmo... Vc fez exatamente o que tinha que fazer: exigiu respeito. Na rua (e em certas boates) parece que não temos leis que nos protegem, mas no trabalho, deveríamos tê-las.


A credibilidade do tal Rui Alves foi pro ralo quando vc escreveu “feministas de merda de plantão defendendo o que não sabem”. Aí ficou parecendo trollagem. E ele nunca foi importunado por pitboys na boate? Ué, por que será? Nenhum pitboy puxou seu cabelo ou agarrou sua cintura, Rui? Que estranho! Única conclusão possível: a Dani está mentindo!

lola aronovich disse...

Gente, ontem à noite a produção do Fantástico entrou em contato comigo, por email. Eles querem fazer outra matéria sobre esses assédios violentos em boates. Para este domingo! Pediram o email da Dani, e eu passei (ok, Dani? Já devem ter entrado em contato contigo). Se alguém mais tiver algum relato, mandem email pra mim: lolaescreva@gmail.com , que eu encaminha pra produção do Fantástico.


E espero que a atitude da Rhanna e da Dani sirvam de exemplo pra todas nós: não vamos nos calar mais! Vamos denunciar sempre! Chegar de nos sentirmos culpadas pelos crimes que cometem contra a gente!

Patrícia disse...

Rui Alves: se eu for agredido parto para cima com policia na porrada e os cambau, sou da paz mas não vou bancar vitima de porra nenhuma nem acusar o lugar que possa estar frequentando de ter culpa de incidentes, isso para mim é querer 5 minutinho de fama uma fama estupida e ridicula.

Patrícia disse...

Rui Alves: Porque vcs nao vao todos se fuder e olhar para Brasilia , lá sim tem gente pondo no rabo de vcs, mas isso não interessa né? não da ibope. Bando de filho da puta que não quer honestidade quer apenas defender o que nao viu , quer defender baseado em palavras. vcs ~sao um bando de hipocritas do caralho, mediadores de cu.frustrados de plantao e provavelmente ja foram agredidos e tambem nao fizeram porra nenhuma, em vez de questionarem a hombridade de quem usa brinco vai questinar de onde vem a sua mãe.

Patrícia disse...
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yulia disse...

Esse rui(m) é um zé bosta.
aposto que se ele fosse pra cadeia ele ia afinar com os coleguinhas de cela. tomara que esse porcaria feche pro ruizinho xingar mais ainda.... otário. eu só não entro no facebook dessa espelunca calar a boca desse idiota pois não quero dar ibope para essa merda de lugar.


cara mais imbecil, ai ai ai eu tenho 52 anos ui ui... deem credito para mim , ela quer só quer fama, meu filhinho toca lá... ah VTNC!!!
ele conseguiu ser pior do que qualquer troll mascu que já pintou por aqui...

Lola, bota pra quebrar no fantástico sem dó!

Patrícia disse...
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Patrícia disse...

Para finalizar, a resposta que ele me deu e o link para o perfil dele, pra ninguém, NUNCA aceitar como amigo! Beijos e boa noite!
Mudei de lado cara Patricia? como vc é bobinha não? ou vc realmente não sabe ler? vc quer que eu levante falso testemunho contra pessoas que não agrediram ninguem? no caso o dono da casa? sua idiota nao ponha meu filho no meio disto,provavelmente vc ja o aplaudio em algum lugar, sabe porque? pq ele vive sem vc ja vc nao vive sem a musica sua debil mental. a banda que ali se apresentou precisa sim daquela casa como precisa de todas as casas e todos os palcos, a historia não é simples assim, fecha uma porta abre outra, a historia é que ate agora nao se fala no agressor e sim na casa sua ridicula, pessoas cegas como vc nao condseguem enxeragar um palmo na frente do nariz, mudei de lado sua estupida vc tem lido o que tenho escrito?sua retardada, ta palpitando em cima de que, ta fazendo ou fez faculdade pra que? vc é frustrada e faz parte dos movimentos feministas? vc nem sabe o que é isso na verdade, movimento feminista nem existe mais foi-se já era as mulheres que conheço são mais poderosas que muito homem por ai, mas este não é seu caso, como vc se atreve a dizer algo sobre uma pessoa que vc não conhece? vc sabe do meu passado vc conhece minha historia? vc sabe quem sou como ser humano? vc definitivamente é uma reles estupida, a pessoa agredida ainda não me ligou dizendo que esta chocada comigo, evc esta dizendo que eu amarelei? amarelei porque de que lado vc acha que eu estive para ter mudado? vá se inteirar da verdade, não entre em canoa furada. vc não merecia nem resposta, mostre a sua cara em vez de colocar bonequinho de caveira do mikey mouse, vá defender o seu direito de ser inteligente.

Perfil do RuiM: http://www.facebook.com/profile.php?id=100002193925189

yulia disse...

Patrícia, aproveita que vc está lá e pergunte a esse boçal se tudo isso é medo da espelunca fechar e o filhinho dele não ter onde tocar?
ele tem medo de perder o descotinho? a entradinha vip que com certeza ele deve ter por ter um filho na banda?

trolla esse infeliz por mim!!! please!

yulia disse...

adicionar como amigo esse lixo??? se ta doida...rsrsrsr

ah claro , a reposta cliche de todo bundão machista,feminista é frustrada bla bla bla

ela quer fama, bla bla bla

mas estou com medinho de perder a boquinha na balada.... o senhor de 52 anos que chamam as frequentantes de putas.

Patrícia disse...

Trolei o dia todo! Ahahhaahaaa! Na finesse! Vou colar um pouco do que eu disse, algums coisas eles deletaram. Estão deletando tudo o que as pessoas que não concordam postam.

O Rui é o cara mais contraditório que já encontrei nas redes sociais. Diz ter 52 anos, mas cadê a ombriedade? MUDOU DE LADO, virou folha! Amarelou pra tirar o seu da reta, em nome da vaga que o filho dele tem no palco desse lugar ai. Quando a pessoa tem talento, não precisa se sujeitar a isso, pra que? Se uma porta se fecha, outras mil se abrirão. Agora, amarelar e ser covarde em praça pública, nossa, isso é pra marcar a vida pra sempre. Vergonha alheia.

Eu sei sim como você é como "cerumano", Rui. Bastou eu ler isso aqui:

Rui Alves: "As casas noturnas não tem culpa se cada vez mais existem putinhas sem valores adquiridos em casa nem idiotas que baseados nessas putinhas acham que é tudo igual, a casa noturna é um comercio como outro qualquer com fins lucrativos nao com fins de socializar ninguem , comportamentos tem que ser adquiridos dentro de casa e desde a infancia , não me digam agora que estabelicimentos noturnos tem esse papel social, isso é demagogico e papo de feminista de merda . enchi o saco desses papos de nego formado em psicologia ou filosofia de cu."

E mais os trocentos outros textos aqui postados por você. Não precisa de mais nada. para bom entendedor UM pingo é letra. RISOS

Contra provas, não existem argumentos, Rui. Os seus palavrões, o seu modo de enxergar o ser humano, as mulheres e a vida, o seu imenso destempero respondem por mim. Para bom entendedor um pingo é letra e nada mais.

E se quiser eu posso desenhar, para que você possa entender melhor.


Bolsa psiquiatra para todos! Haldol na água da Copasa! Bom senso e auto estima para todos. QUEM MERCE? Beijoo!

Patrícia disse...

Tudo isso foi intercalado por centenas de impropérios de baixo calão, vindos dos cometário dele, piores do que os que dizem 50 adolescentes que querem aparecer.

Enfim, UM COITADO, infantilizado, doente. Boa noite!

yulia disse...

Esse Rui deve ser brocha...

não deve levantar nem com guindaste o peso morto que ele tem no meio das pernas....por isso desconta seu ódio chamando as frequentantes do lugar de putas....fora o medo de perder a boca. se avexe não... que feche esse lugar.

e que mais mulheres denunciem E NÃO TEMA esse calhordas feito esse ruim e cia.

Boa trollada Patricia, gostei da resposta. O cara vomitou todo o seu machismo, seu ódio, seu rancor sua misoginia, sem mais.

yulia disse...

baboseiras vindas de um mascu pré púbere a gente até perdoa....

mas de um cavalo de 52 anos???
aí é caso de retardo mental SEVERO E IRREVERSÍVEL!
se ele age assim, imagino o filho deste... credo!!! vá de retro satanás!

Ci. disse...

"(...)vc nem sabe o que é isso na verdade, movimento feminista nem existe mais foi-se já era as mulheres que conheço são mais poderosas que muito homem por ai(...)"


Esse é o problema do Rui. Totalmente frustrado pelo poder das mulheres que ele conhece.

Força, Dani. É isso, mexeu com uma, mexeu com todas.

Robson Vicente, professor e geógrafo disse...

Concordo com as meninas e a autora do blog e os homens que como eu postam aqui de que atitudes como o do pitboy,na verdade acabam por afastar e tirar a vontade de qualquer garota a ir em uma boate. Tenho duas filhas pequenas e isso me preocupará muito futuramente. Até porque, isso já está dando no saco essa quantidade de mulheres agredidas, estupradas e nada acontece.
Vim aqui também para dar uma sugestão: Acho que o dono do Major Lock deveria ter sido contatado também para dar a versão dele. Ainda que ele não respondesse, só colocar uma nota: "O dono do Major Lock foi contatado, mas não respondeu."
Porque acho necessário? Simplesmente para não ficarem desqualificando a garota com comentários do tipo: "Tá vendo, só ouviu um lado da história, assim fica fácil!." E aqui no Brasil o que não falta é isso. E de "omisso" para não falar coisa pior, o cara acaba passando de "vítima" por não ter sido ouvido...Bom, pelo menos é o que acho.

Tcheis disse...

Fefah Flor e Priscila Boltão,

Obrigada por me ajudarem a não me sentir sozinha pelo que aconteceu comigo. Realmente percebo que essa situação que aconteceu comigo acontece repetidamente com diversas mulheres e é impossível julgar porque nem mesmo quem viveu situação parecida não tem essa liberdade porque não a viveu ali.
E tem mais, vejo uma certa falha cultural nossa de não esclarecer as coisas, o que são diretos e o que são crimes para as pessoas. Só fui aprender tudo isso quando comecei a estudar pra concurso, porque de resto tudo o que eu sabia era de jornal. E não adianta vir falar que hoje temos acesso a tanta informação que não é desculpa dizer que não sabia ou que pensava diferente, mas isso só me mostra que são pessoas que acham que o Brasil inteiro tem a mesma realidade que elas. Por exemplo, já trabalhei dando curso de educação sexual a adolescentes de 12 a 14 anos em Brasília e ouvi perguntas do tipo "a menina pode engravidar se for a primeira vez dela?" e adolescentes que nunca viram camisinha, mas era sexualmente ativos. E as meninas eram as mais desinformadas porque ainda tem a questão de se elas perguntarem ou falarem sobre sexo são consideradas putas.
Então acredito sim que nós, como cidadão, devemos ajudar a informar a sociedade de seus direitos e obrigações e educar para que consigam se defender.

Juliana disse...

esses abusos absurdos tem raízes em alguns assédios considerados aceitáveis por essa sociedade insuportavelmente machista, tipo: passar a mão na bunda de uma mulher. não acredito que exista sequer uma mulher no Brasil que não tenha passado por isso, e me admira muito que parte delas não sejam solidárias com os casos da rhanna e da dani.
precisa chegar no ápice da humilhação para caracterizar crime???
eu conheço inúmeras que já levaram a famosa "dedada" e se calaram. (moro em salvador, e carnaval é isso. sem tirar nem por.)

ruivascorpion disse...

Eu estou chocada! Não só com os casos relatados, mas com a similaridade entre eles. Já no texto sobre as cantadas que levamos na rua, eu já me identifiquei, agora então! Nunca fui agredida fisicamente, mas já fui muito xingada por dar uma resposta torta á cantadinhas de esquina. Com toda essa violencia, eu fico até quieta, pois vai que um louco vem e me bate por isso...
Pior é ver os homens á minha volta apáticos quando comento casos como esses. Muitos falam somente um : foda né? o.O
WTF? O QUE ESTÁ HAVENDO MEU BRASIL???
Quero agradecer muuuuuito á Lola, por esses posts maravilhosos que abriram meus olhos. Eu tinha uma visão super deturpada do mundo, achando que as coisas tinha evoluido. Tenho um blog também (cujo conteudo nem se compara ao blog da Lola), e tento fazer dele uma ferramenta contra o preconceito, misoginia e machismo. Sei que ainda é muito pouco o que posso fazer para evitar que homens como esse Rui, com essa mentalidade retrógrada, continuem perpetuando suas idéias e argumentos de 5ª série, mas TODA VOZ tem que se fazer ouvida, assim nossa luta contra a violência pode alcançar todas as mulheres e ajudá-las a se proteger.
Para esse Rui só tenho uma coisa a dizer: sou banger Rui, vivo caçando lugares para ouvir musica que gosto, apoio bandas da região, corro atrás de festivais underground. SOU UMA MULHER NUMA CENA DOMINADA POR HOMENS. E sou respeitada pra c*ralho! Mas sabe de onde veio o respeito que tenho: PAGO PAU PRA CASAS DE SHOW PARTICULARES incapazes de prover um trabalho decente NEM PRA PUBLICO MEDÍOCRE, cheio de pitboys e marombeirs, para fazer meus eventos. O problema não é casa de show, mas se sei que em algum lugar, em algum momento, um ato de violência (não só contra mulher) foi negligenciado, não vou pagar pau pra um lugar desses. E você fala de rock. A cena rock mundial está cheia de mulheres excelentes. O punk rock de calcinha foi representativo por décadas. E sabe o que elas combatiam? Gente tosca igual você. Não levante a bandeira do rock se não conhece nem a cena na qual tenta se enfiar.

Para a Dani, força! To postando no twitter a hashtag #mexeucomumamexecomtodas , afinal twitter é a vibe de misoginos como Rafinha Bastos, porque não nossa também né?rsrsrs
Beijo pessoal!

yulia disse...

Querem que o Brasil vire um Irã piorado.
só para as mulheres andarem de burca e não sair de casa, e receber 70 chibatadas.
mas a bebida e a prostituição continuariam liberados.

Gabriela disse...

Não sei o que me espanta mais na fala desse Rui: se é a falta de empatia total (ele sequer cogita que a Dani possa ter passado por essa humilhação), ou se é como ele defende com unhas e dentes que "ela só pode estar mentindo", "nunca tive problema porque eu sou um cidadão-de-bem q não apronta, basta fazer igual q vcs não terão problemas"...

a cerejinha do bolo é que agora ele tá postando sei-lá-quantos links de notícias de corrupção e bradando "isso ninguém divulga, eu sou mais consciente q vcs porque me preocupo com o que realmente é relevante".

Dou um picolé pra qual feminista ou defensor de quaisquer causas sociais não ouviu uma sugestão pra defender X no lugar de Y porque seria mais importante...

Andi disse...

" ...encorajam esses animais a fazerem... "

Os humanos não merecem tão alto qualitativo.

Maria Valéria disse...

Duas coisas:

Primeiro: Assistam ao filme ' pacto quebrado'( tem em qqer locadora)- o filme é meio fraquinho, mas tem ima ' vingancinha' bem legal de uma mulher que sofre estupro e não consegue provar... se os homens vissem esse filme aí, talvez pensassem duas vezes antes de violentar uma mulher.... se todas as mulheres resolvessem se vingar como a moça do filme... hehe!!( não vou dizer mais nada)

Segundo: Lei maria da penha só vale pra mulher casada??
Caramba... tô F***... sou solteira... a lei me permite apanhar de qqer um !!! hehe.

falar mais além desses dois comentários seria redundante,k tendo em vista que tudo o mais que eu queria falar, já foi escrito aqui por outras pessoas.
bj, Lola ;-)

Tauana disse...

Dani,
estamos contigo! Chega de homens invadindo nossos corpos!
cada uma de nós tem vários casos nas costas e acredito que o que nos deixa caladas normalmente é o medo. Mas concordo contigo, temos que nos pronunciar, reclamar, denunciar e mostrar que não está tudo bem.
Força!

Yohana ♥ disse...

"Meu temor como homem é acreditarem em tudo que uma mulher diz que eu fiz sem prova alguma além da palavra dela ou das amigas dela."

"O que quero dizer é que como homem temo ser acusado de uma violência e todos acreditarem na mulher sem prova alguma além do testemunho dela e de amig@s dela. "

Eu não li isso. ¬¬

Quer dizer que se uma mulher com o dobro da sua força te espancar e não houver um vídeo de segurança você não foi agredido?

Assim como quando aqueles covardes que se acham muito homens, os skinheads espancarem alguém, a agressão não existiu por que ninguém filmou? A pessoa se bateu em uma parede e saiu apontando outras como culpadas é isso?

Eu tive amigos espancados na rua por um grupo deles. O crime? Andar na rua. Uma mulher negra, uma mulher de cabeça raspada e um gay. E então eles deveriam ficar calados pois só contavam com a própria palavra e marcas que 'causaram em si mesmos por diversão'?


Dani você está muito certa e tem muita coragem. Continue e não se deixe abater.

Alyson Vilela disse...

Queria pegar um cara desse e encher de porrada. Ele ainda não foi identificado?

Ingrid disse...

É por essas e outras que hoje faço judô e tae kwon do, nos 2 minha próxima graduação é a faixa preta. Infelizmente esses idiotas acham que mulher é o sexo frágil e podem fazer o que quiser, que só pq estamos em uma boate, estamos dançando, estamos nos "oferecendo" pra esses idiotas. Temos que botar a boca no trombone para mostrar que não concordamos com essas atitudes!