quarta-feira, 22 de julho de 2009

CRÍTICA: HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE / Poção da sorte

Eles cresceram e continuam encantadores.

Não sou fã, nunca li nenhum livro da série - mas acho ótimo que incentivem as crianças a ler -, adoro que a franquia levante a fúria da direita cristã (porque imagino que se os fanáticos americanos se ocupam organizando boicotes a livros e filmes, sobra menos energia pra combater direitos iguais pra gays e aborto legalizado), nunca vi nenhum dos filmes mais de uma vez e não sei distinguir entre eles (creio que o primeiro tem uma partida de xadrez vivo no final, é isso?). Trocando em miúdos, qualquer fã da franquia saca muito mais do universo harrypotteano do que eu. Só posso falar do fime. Aliás, do sexto filme, este último que vi no fim de semana, porque dos outros não me lembro lhufas, e desconfio que depois de amanhã também não me lembrarei deste.
Como todo mundo e sua irmã (ô traduçãozinha pobre) sabe mais sobre tudo referente a HP do que esta que vos fala, não vou nem me dar ao trabalho de resumir o sexto da série. Só posso declarar que adorei a mistura entre romance adolescente e magia. Pra ser franca, gostei mais da parte dos problemas hormonais e da descoberta do amor. Que fique bem claro: do amor, porque HP não tem isso de sexo, não. Quem quer sexo entre pessoas bem novinhas deve ficar com Crepúsculo. Passou o trailer antes da sessão principal, e a linha “abstinência sexual nunca foi tão sexy” continua a todo vapor. Vai ter até bicho peludo no próximo Crepe pra rivalizar com os vampirinhos! As mórmons sabem o que fazem.
Voltando aos beijinhos inocentes de HP, vamos admitir que é uma façanha fazer com que a sexta parte de uma obra ainda me leve ao cinema. Tipo, sei que não deveria comparar, mas parei de assistir Jogos Mortais após o terceiro (e demorei demais pra parar, segundo vocês). Tá, entendo que o diálogo entre o Dumbledore e o Harry já explique a nossa relação com a franquia HP. O velhinho diz: “Você deve estar se perguntando por que eu te trouxe aqui hoje”. E Harry responde: “Na realidade, senhor, depois de todos esses anos, eu nem me pergunto mais”. Será que é assim com o público também? A gente vai teleguiado? Ninguém se pergunta por que ver mais um HP! A gente só vai (no meu caso é porque todos os cinemas da cidade estão passando o filme. Só posso optar entre vê-lo dublado ou legendado).
Quanto aos atores, estão todos formidáveis. As crianças cresceram, mudaram de voz, e continuam fofíssimas e competentes (veja essas fotos e me diga se não tenho razão). Acho que os produtores deram a maior sorte quando escolheram os atores mirins pra cada papel. Ok, não é sorte. Tem uma dinheirama investida, e eles não iam investir em algo errado, que não fosse testado e pré-testado antes. Mas algumas coisas são imprevisíveis: vai que um dos garotos, ao crescer, virasse um Macaulay Culkin da vida? Pelo pouco que venho acompanhando na mídia, os atores jovens de Harry Potter continuam com o pé no chão, sem terem sido, ahn, corrompidos pela fama. Não sei, mas quando a maior cobertura que dão à menina (Emma Watson) é por causa do vestido dela que não se comportou bem na festa de estreia, é porque falta assunto mesmo.
E os adultos? Eu via o mago-mor e ficava pensando como o Ian McKellen está bem, como a voz dele continua parecida com a que ele tinha quando jovem, em Macbeth, por exemplo. Mas, ao mesmo tempo, eu pensava como ele monopolizou o mercado e pegou todos os papéis de patriarcas sábios de longa barba branca, porque não consigo diferenciá-lo do velhinho de, cruz credo, pé de pato, mangalô três vezes, Senhor dos Anéis. Então eu fico até o final dos créditos só pra ver seu nome e até comento com o maridão: ué, por que o Ian não tá creditado? E aí vejo que o Dumbledore é feito por um tal de Michael Gambon. Não é o Ian! E repare na minha rapidez: eu só levei uns seis filmes pra descobrir isso! Ligeirice no raciocínio, essa é a minha marca registrada. Vou me dar hiper bem no concurso, já vi tudo.
O melhor ator do filme, que rouba todas as cenas, não resta dúvida, é o Jim Broadbent como o professor de poções. Toda a franquia HP tem dessas manhas: sempre tem um ator coadjuvante, geralmente mais velhinho, que dá show. No quinto foi a Imelda Staunton. Espero que o Jim seja indicado ao Oscar de coadjuvante, sinceramente. Ele traz toda uma dimensão trágica a um personagem que podia ser caricato.
E tem o meu Alan Rickman. Eu digo “meu” porque faz um tempão que digo que ele é um símbolo sexual. Bem antes de HP, já quando ele era o vilão de Duro de Matar e Robin Hood. Aquela voz que ele tem, ohmygod. Quando ele fala em HP, o cinema todo fica em suspenso. E ele se aproveita da situação e fala bem devagarinho. Dessa forma, mesmo tendo poucas cenas, ele é marcante. Também gostei muito do menino que escolheram pra fazer o mal encarnado nos flashbacks. Bem sinistro, e ajudado por uma fotografia vencida e uns ângulos de câmera estilosos.
Mas óbvio que tem cenas que não funcionam nadinha, particularmente a... não sei nem como começar a explicar. Harry e amigos aparecem pra discutir a relação na casa de quem parece ser o pai de Ron. E aí surgem malvadões como a Helena Bonham Carter e de repente eles estão num milharal e a casa pega fogo. Eu devo ter piscado e perdido alguma coisa. É como perguntou o maridão, perplexo: “Quem são essas pessoas? É outro filme?”. Mas, normal: todos os HPs caem no terço final. Os clímax cheios de ação da franquia são, pra mim, totalmente anticlimáticos. Mas desta vez eu sei por que o filme cai: porque os coadjuvantes adolescentes somem. Fica só Harry e os adultos. E, com isso, necas de amor juvenil, que era a parte mais cativante. Agora, é minha mente poluída ou eu notei um subtextinho de homens crescidos arrastando uma asinha pro Harry? Não apenas o Dumbledore, mas alguém dizendo “Ele pertence ao Voldermont”. Como assim, pertence? Sai desse corpo que não te pertence!
Desta vez terei que fazer coro aos críticos e concluir que sim, este é o melhor Harry Potter. Inclusive, fiquei com dois sonhos de consumo federais após ver o filme. Um é ter uma varinha de condão que garanta a limpeza da casa, o conserto de trecos quebrados etc, como vemos no início da aventura (e que já foi mostrado em Mary Poppins 45 anos atrás, mas deixa pra lá). O outro é a poção da sorte. Por favor! Eu quero uma pra poder fazer o concurso. Nem ligo que seja doping!
Ah, e se você fica com a impressão de que o filme não termina, é porque não termina mesmo. Nem o próximo vai terminar. O final de HP terá duas partes. A última só em 2011. Será que até lá eu serei professora numa universidade? Olha, meu filho, só com muita magia negra.

P.S.: Por incrível que pareça, eu já escrevi sobre outros HPs: a pedra filosofal, a câmara secreta, o cálice de fogo, e a ordem da fênix. Acho que não tem nenhuma crítica em que eu não fale da mudança de voz dos atores.

54 comentários:

Gustavo Ca disse...

Justamente ontem eu terminei de ler o último Harry Potter, muito bom! Interessante como a série cresce, começa infantil e termina mais adulta, pesada, trágica, complexa.. Gostei bastante!

Filmes só assisti o primeiro, e vi partes de outros. Não me agradou. Só gostei do visual. Mas este Enigma do Príncipe me deu vontade de ver, pelo que estão dizendo.. e pelo trailer tbm, deve ser muito bom. Mas sem pressa.

Gostei dos atores escolhidos para o Snape, McGonagall, Hagrid, Hermione e Rony. Passei a imaginar eles durante a leitura. Não gostei do Dumbledore, nem do Harry (ô personagem chato, meodeos!) E to curiosíssimo pra ver a Helena Bonham Carter como Belatriz. Entre as vilãs, ela é mais cruel, quero ver a atuação.

Anderson disse...

Só p/ constar o Dumbledore ja foi feito por dois atores diferentes.

Richard Harris fez o papel nos dois primeiros filmes, sendo subistituido por Michael Gambon a partir do Prisioneiro de Azkaban.

lola aronovich disse...

Como assim, Gustavo?! Vc é fã dos livros e só viu partes dos filmes? Ah, nem te deu vontade de comparar, de ver como ficaram as adaptações? Eu sempre tenho vontade de ver adaptações de livros. E muitas vezes vejo o filme e decido ler o livro.
Sabe, o personagem do Harry tem tudo pra ser chato. Ele é certinho e heroico demais. Mas acho que é um grande trunfo do Daniel Radcliff que o Harry se torna um personagem palatável. Ok, não é dos mais interessantes, mas não é nenhum Frodo (porque eu já disse na minha crítica de 2001, e repito: o Frodo é froda).


Anderson, obrigada pelo esclarecimento! Eu pensei que sempre foi o Ian McKellen interpretando o Dumbledore!

Anderson disse...

Não de que Lola, só não me lembre que vc falou mal de SdA. ~^

Nunca vou entender oq as pessoas tem contra personagens heroicos, eu os vejo como otimos exemplos.

Bárbara - Αφροδίτη disse...

AHUHUAHUUHAHUAHUHUAHUA...

Morri de rir... HAHAHAHA

Eu vi o filme também... mas sou suspeita pra falar porque já li todos os livros duas vezes. :D
E cresci com o Harry, ganhei o primeiro livro com 11 anos, e ele tinha 11... e fui ganhando os outros, conforme a minha idade, e a dele... foi muito interessante... xD

hahaha... foi o melhor filme mesmo, e os atores estão lindos... tb adorei a parte do 'romance'... e as partes que você não entendeu... do começo... e do final:

- Aquelas pessoas que surgiram do nada na casa do pai do Rony, são comensais da morte, seguidores do Voldemort, e eles estavam tentando capturar o Harry, mas Dumbledore o mandou pra lá, porque a casa estava cheia de Aurores, que são bruxos que lutam... sei lá como te explicar isso... mas eles estavam lá pra proteger o Harry.

- Eles disseram que o Harry 'pertence ao Lord das Trevas' porque Voldemort quem quer matar o Harry, pessoalmente... por motivos que serão explicados nos próximos episódios. HAHAHA

Adorei o post Lola!

Beijão!

Júlio César disse...

A cada novo filme de HP eles se preocupam menos em fazer o espectador entender a história. O roteiro é muito corrido mesmo. Se isto for tática para fazer o povo ler os livros então está ótimo.

Andréia Freire disse...

Eu acho que o ruim é quando os personagens heróicos ficam certinhos demais e acabem virando bundões. Não sei se vocês assistem, mas o Clark Kent de Smallville... putz, de vez em quando dá vontade de esganá-lo! ;]

Bárbara - Αφροδίτη disse...

O 1º Dumbledore, morreu.

E eu gostava muito mais daquele ator... =[

Andréia Freire disse...
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Andréia Freire disse...

Bom, Júlio, acho que é a única forma de enxugar o filme até uma duração aceitável. Porque se fosse fazer o espectador "leigo" entender, o filme teria duração de quatro horas ou teria que ser divido em dois (como o sétimo). Se bem que eu adoraria ver quatro horas de HP. Meu caso é igual ao da Bárbara, cresci com Harry Potter. Quando comecei a ler só tinha dois livros, eu devia ter uns 12 anos. Ainda lembro da longa espera pelo próximo livro ou pelo próximo filme (ainda hoje continua). O mais interessante disso é que a gente vai crescendo junto com a história, já que ela vai amadurecendo aos poucos, como disse o Gustavo.

Anderson disse...

Andreia no caso especifico do menino Kent não é caso de ser certinho, é caso de burrice mesmo.

E coisa de produtores que esquecem que estão falando do futuro Superman e querem que ele seja um clone do Peter Parke.

Júlio César disse...

Andréia, eu quis dizer o seguinte. Eu sei que precisam enxugar o máximo as informações. Eles cortaram todas as subtramas do quarto livro e o filme ficou de fácil entendimento até para quem nunca leu. Já esse sexto filme eu achei que não esclarece bem para quem nunca leu. Mas só estou falando isso porque já li bastante os livros. :)

Juliana Bittencourt disse...

Ainda não tive como ir ver esse HP e tem tanto tempo que li o sexto que ixi... Apesar da linguagem e do clima bem mais infantil do primeiro, ele ainda é o meu preferido, justamente por ser a história da descoberta, da transformação, do underdog que descobre que é importante. O resto também não me empolgou muito, tanto que estou com o sétimo aqui em casa há hooooras e ainda não li...

E eu sempre quis ser a Mary Poppins. Estalar os dedos e o quarto aparecer arrumado =)

Boa sorte no concurso!

Manu disse...

Aquela cena esdrúxula do milharal, se não me engano, não existe no sexto livro mesmo. Foi uma adaptação pro filme. Aliás, muitas partes interessantes do livro foram deixadas de lado, como a troca do ministro da Inglaterra.

Meu namorado também só tinha assistido aos filmes, e nem gostava muito de HP. Aí eu sugeri que ele lesse o sexto livro, e ele foi lá, meio de má vontade e... bam, ficou alucinado, terminou o livro em menos de uma semana. Pra quem viu os filmes e ficou meio "nhé", recomendo ler esse livro.

Apesar do filme ser excelente, a história ficou meio sem pé nem cabeça.

Acho que uma coisa que eu gosto nos filmes de Harry Potter também é a tendência deles em mostrar pessoas de várias raças e tipos. Até perdi a conta de quantos cabelos cacheados eu vi. Sei que é bobo, mas achei o máximo hahaha

Manu disse...
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Raiza disse...

Pra mim esse foi o segundo melhor filme da franquia.O melhor é o terceiro.Eu sei que como eu li o livro,e o sexto é meu favorito,isso influenciou meu julgamento.Sei que se não tivesse lido teria achado o filme o máximo.É aquela coisa,deixaram muita coisa importante de fora,e o que colocaram,modificaram.Achei que eles perderam tempo demais com os romances.E o interessante é que no livro os romances eram bem mais legais.O do Harry e da Gina por exemplo,antes deles ficaram juntos ela pega geral em Hogwarts (e não são esses beijinhos castos não...),e quando eles finalmente ficam juntos rola o maior beijão,na frente de todo mundo.Quanto ao Alan Rickman,não gosto dele como o Snape,acho que ele não acerta o tom e é velho demais pro papel.Também não gosto do Michael Gambon como Dumbledore.Ainda bem que ele não vai mais aparecer nos filmes.Da Emma Watson eu não costumo gostar,mas gostei dela nesse filme.Também gostei do cara que faz o professor de poções,é como você disse,ele podia ter deixado o personagem caricato mas não deixou.Também gostei muito do Tom Felton (Draco),ele arrasou nesse filme.Ele é ótimo em todos mas dessa ves ele se superou.Concordo quando você diz também que a gente vai teleguiada pro cinema.Nem sei porque eu vou ver Harry Potter todas as vezes se eu sei que os filmes nunca passarão de "Bom" no meu conceito.Feitiçaria,só pode ser.
Momento propaganda:Lola,quando tiver um tempinho passa no bloguito?estou escrevendo textos sobre feminismo.O pessoal tá gostando,a Marjorie até comentou sobre um dos textos(Divagações feministas) no blog dela =]

Mei disse...

Ainda não vi o sexto, mas...oh, eu adoooooro o Alan Rickman. ui, babei.

E a Helena B.C. (quero ser ela quando crescer!!!)já apareceu como Bellatrix Lestrange , em 2007, em "Harry Potter and the Order of the Phoenix"...

Gustavo Ca disse...

Hmm.. não chego a ser fã. Gostei muito da série, valeu ter lido os sete, mas terminei os livros e pronto, passou. Pois é, quando assisti ao primeiro filme, eu só matei a curiosidade, mas não gostei tanto, aí me desinteressei em ver os outros, e me interessando cada vez mais em seguir a história na leitura mesmo. Só que o "Enigma.." me deu essa curiosidade de novo, de assistir a história.

hericky disse...

LOL. é engraçado ver uma crítica tua desse ponto, puramente espectadora. OK, o ponto das críticas é ser espectador e depois escrever... mas essa foi diferente.

Lola, só quem já leu os livros sabe a palhaçada que eles têm feito com os filmes, especialmente agora no quinto, e pelos reviews por aí acho que o sexto não vai ser diferente. talvez seja um bom começo colocar uma atmosfera negra, é um facho de esperança pra que o sétimo filme, dividido em duas partes, possa contar realmente a história e não inventar situações pra encurtar o tempo de filme.

Giovanni Gouveia disse...

Juro que fiquei parado tentando entender a primeira frase segundo parágrafo deste post ...

Lola, eu também quero, e garanto que Cris também quer, uma varinha de condão pra deixar a casa arrumadinha, e consertar tudo que está quebrado (inclusive eu mesmo)...

Ana Paula disse...
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Marilia disse...

Oi Lola!
Bom, eu sou daquelas que cresceu junto com o Harry lendo os livros hahaha Amo demais a série.
A maioria dos filmes deixa a desejar mas é smepre bom ver aquilo que a gente imaginou virando "realidade".
Fiquei feliz que vc gostou, pq vários amigos disseram que era péssimo...
Estou de férias no interior e ainda não vi =/

Ah...e é nosso Alan Rickman! hahaha

Ana Paula disse...

Eu tb gostava mais do primerio Dumbledore. Ele parecia mais um Merlin, com cabelo e barbas bem branquinhos e não era tão ripondo qto esse de agora. Esse usa milhões de anéis, tem cabelo e barbas mais pra cinza e ainda faz rabinho de cavalo na barba. Mas tb agora ja acostumei. Foi um choque qdo vi o 3o. filme.

Agora Lola, vc acha o Daniel um bom ator? Dos 3 personagens principais eu não engulo ele de jeito nenhum. Desde o primeiro filme. Ele faz uma expressão com a boca (qdo ta com raiva) que me irrita. E vendo umas fotos dele sorrindo em premieres percebi que é a mesma boca.

Luma disse...

Vou ver o filme de HP hoje. Tô quase tendo um treco hahaha Eu li o livro e fiquei chorando umas 100 páginas depois da cena da torre de astronomia.

Eu tenho lido nas críticas que esse é o filme que mais depende de quem está vendo ter visto os outros filmes e ter lido os livros pra entender algumas coisas, porque o diretor decidiu não se ater muito às explicações.

Mal posso esperar pelos dois últimos.

Christina Frenzel disse...

Lola, por concidência fui ontem assistir a HP, com o meu enteado de férias aqui no Rio.
Também não sou fã, não acompanho os livros ou os filmes, mas fui.
Ha! também achei que o Dumbledore era interpretado pelo Ian, mas aí caiu a ficha: dois magos-super-foderosos (Gandalf e Dumbledore) é demais para qualquer um, né?
Allan Rickman é demais, sempre. Confesso que fechava os olhos de vez em quando para escutar a sua voz, hehehehehe, ah, e que voz e entonação! Ele como o Hans Gruber, de Die Hard, é maravilhosooo!
Adorei a Hermione se descobrindo com ciúmes do Rony, tão fofinha e tão magoada sem entender ao certo os sentimentos, me ví daqui a uns anos, pensando na Ciça rss
Enfim, para uma leiga, achei legalzinho, mas não tenho intenção de continar na franquia, não rsss

beijocas

Christina Frenzel disse...

Voltei... fiquei sabendo que o menino que faz o jovem Valdemort é sobrino do Ralph *suspiro* Fiennes, que faz o Valdemort adulto.
Gostei do menino, tem aquele mesmo olhar frio do tio ;)

bacci

FELIPE G2 disse...

"E aí vejo que o Dumbledore é feito por um tal de Michael Gambon. Não é o Ian! E repare na minha rapidez: eu só levei uns seis filmes pra descobrir isso"...
Na verdade Lola, o Dumbledore mudou no terceiro filme, porque o primeiro Dumb (que fez os dois primeiros filmes, o Richard Harris) morreu...

Como filme, realmente é o melhor da saga, mas faltou alguma coisa no final. Um exemplo é que os carinhas do mal saem da escola sem mais nem menos e ninguem impede eles. Mas como adaptação ficou um lixo...

Mica disse...

Mais uma vez vou comentar antes de ler os comentários, que é para poder lembrar o que eu quero dizer, e principalmente poder falar sem medo de ficar repetindo (o que provavelmente farei sem saber) os outros.
É interessante que todos as pessoas com quem converso (e nisso incluo as que realmente converso pela internet e as que conheço pessoalmente) não gostaram do filme. Por outro lado a comunidade de HP no orkut parece ter amado.
Eu? Bom, não odiei, mas poderia ter sido bem melhor.
Não posso dizer se ele faz sentido ou não, porque eu tinha acabado de reler o livro (sendo mais sincera, parei na hora da ida à Caverna para ir ao cinema e terminei de ler assim que voltei para casa...o que me deixou feliz, porque pude reler o verdadeiro final, porque aquele do filme foi uma droga). Mas posso dizer que teve coisas que eu gostei muito e outras que eu odiei.
Eu gostei das imagens do filme, da atuação dos atores (acho o Daniel horrível - não é lá grande ator e nem muito bonito, mas isso não vem ao caso - mas nesse filme ele estava bem melhor), de terem lembrado que o Draco existe (sim, essa parte do livro dava uma ênfase gigantesca no Draco, e mesmo assim eu tinha medo que eles o podassem como o fizeram em todos os outros cinco filmes), gostei das partes cômicas (porque foram leves e bem sacadas) e até do clima 'o amor está no ar' em alguns momentos do filme.
O que eu não gostei foi que a ênfase dada ao romance foi grande demais. O Príncipe Mestiço é um dos livros mais dark da série. Ele trata da reação de Harry à morte do Sirius, à sua obsessão quase doentia com o Draco, da busca pela verdade por trás de Voldemort e de como derrotá-lo. Existe também o romance, é claro, mas como a JK não é lá uma grande escritora de cenas românticas, o romance é leve e mais bem encaixado, que é para ela não fazer besteira.
Já o filme focou única e exclusivamente no romance (transformaram HP6 em "Malhação" é o que dizem por aí) e optou por cortar completamente o lado negro da história, que no fundo era a essência de HP6.
Também não gostei da forma como trataram o livro de poções, já que no livro ele se torna um amigo querido para Harry, o que faz da declaração de Snape no final de que ele é o Príncipe Mestiço muito mais poderosa. No filme essa cena ficou ridícula, pois estava completamente desvinculada de todo o restante do filme.
Outra coisa que não gostei é que exageraram no romance em detrimento de algumas cenas importantes. Eu achei legal dar mais vivacidade ao romance (afinal esse povo tá na idade mesmo), mas precisava tanto!? Roubou tempo de tela de coisa melhor.
A cena do ataque à Toca foi uma invenção do filme para dar uma cara de 'ação' ao bendito. Embora eu não tenha desgostado da cena, ela ficou meio perdida no ar, já que nenhum Comensal da Morte em sã consciência colocaria fogo na casa, atrairia todos para fora e depois se mandaria sem matar alguém (em especial Harry que estava lá fora, quase desprotegido).
E por que raios eles deram tanto enfoque no Lobo Greyback se não se deram ao trabalho de explicar que ele foi o lobisomem que atacou Lupin quando criança e o transformou em lobisomem? Custava perder uns dois minutinhos (nem isso!) contando a história na hora que o Lupin apareceu? Pq a participação do Lupin (e da Tonks mais ainda) foi ridícula. Nem precisava estar lá.
E que história foi essa da Ginny (que deu o beijo mais sem graça da história do cinema....credo, até a JK conseguiu fazer uma cena melhor entre os dois no livro!) esconder o livro de poções do Harry. Hello, é o fato dele esconder o livro e usar a Tiara para marcar o lugar que o permitirá achar a horcruxe final no próximo livro. Como eles esperam que ele a encontre se fizeram a Ginny esconder o livro e o Harry não saber onde?

Continua...porque ficou muito grande e o negócio não aceitou postar -_-.

Mica disse...

Agora, o que eu realmente ODIEI e por isso eu não os perdoarei JAMAIS foi terem cortado as duas coisas mais importantes para mim em HP6:
1) TODAS as memórias do Tom Riddle, menos as duas menorzinhas que colocaram. Meu Deus, foi a parte do livro que eu mais amei. Eu esperei ansiosa desde 2005 pelo lançamento do filme só para ver as memórias do Tom, aí vem os caras e cortam tudo? Por favor!! Tirou todo o sentido da coisa!
Como eles esperam que o Harry saiba que existem mais 5 horcruxes e que uma delas é a Nagini (a cobra do Voldy) se o Dumbledore não se deu ao trabalho de mostrar as memórias para o Harry? E como o Harry vai adivinhar que as horcruxes estão nos objetos dos fundadores de Hogwarts se eles cortaram as memórias que diziam isso? E por acaso se deram ao trabalho de mencionar que o colar pertenceu ao Slytherin e que portanto Tom Riddle o herdou?
Sem falar que eu queria muito ver a cena da mãe do Voldemort, do Tom pedindo para trabalhar em Hogwarts, do Tom matando o pai. Fomos privados de tudo isso, e sem dúvida nenhuma todas as memórias de Riddle são as melhores coisas do livro.
Pelo menos pegaram ótimos atores para fazer o Riddle aos 11 e aos 16 anos. Amei os dois. Estavam no ponto exato entre a fofura e a esquisitice assustadora extrema.

2) Cortaram a batalha final. E o corte deve ter sido o motivo para incluírem a ceninha mequetrefe da Toca sendo queimada para dar uma cara de 'ação' ao negócio.
Sem a batalha, todo o trabalho do Draco no decorrer do ano todo ao tentar consertar o armário sumidouro ficou sem sentido. Afinal, para que esperar tanto tempo para matar Dumbledore só para que os Comensais da Morte pudessem entrar em Hogwarts se no final das contas os fulanos entrariam e sairiam na surdina sem fazerem NADA além de olharem Draco tentar matar Dumbledore. Ridículo!
A batalha era necessária. Foi a batalha que desfigurou Gui, que mostrou o quanto Luna e Neville são leais aos amigos e como são corajosos e prontos para a batalha, que deu sentido para os Comensais deixarem Harry para trás, afinal estavam sendo perseguidos e já tinham sofrido baixas porque o povo de Hogwarts os estava esperando...
Enfim, imperdoável.

Mica disse...

Ah! Lembrei de algo. Mas isso não é especificamente desse HP, mas sim dos filmes como um todo. O Ganbom é o pior ator entre todos. Quero dizer, vai que ele até é um bom ator, mas interpreta o Dumbledore muito mal. Ele transformou o Professor em um personagem sério demais, irritadiço, raivoso. O próprio ator já confessou não ter lido os livros e não querer ler, pois diz que tem que trabalhar com o material do roteirista (conforme informações da Naomi - Batata Transgênica), enquanto o Alan Rickman também disse que não leu os livros, mas faz um Snape perfeito.
Não conheço um único fã de Harry Potter que goste do trabalho do Ganbom como Dumbledore. Ele é muito ruim. Destruiu por completo o personagem nos filmes (se vc lembra dos dois primeiros filmes vai ver como é o verdadeiro Dumbledore...apesar daqueles filmes serem 'fantasia adocicada' demais.

analia disse...

Oi, Lola!
Sou fã dos livros de Harry Potter. Gosto dos filmes tb, mas bem menos. Fiquei muito bem impressionada com o filme HP A Ordem da Fênix (o 5. É muito, muito melhor que o livro. A Imelda está um show. Por isso, estava com uma super expectativa quanto ao filme o Enigma do Príncipe, porque o livro correspondente é de longe o melhor da série. Mas realmente fica muito, muito atrás do livro... Meu filho até teve que me consolar no cinema: "oh, mãe! Não foi tão ruim assim..." Aliás, uma história engraçada: fui ver o HP na primeira sessão da estréia, na quarta-feira. Muvuca total, vários adolescentes à caráter e tudo mais. Meu marido, com a neura da gripe suína (aliás, como é que está por aí?) tinha me feito prometer que se estivesse cheio, eu voltaria para casa. Imagina, eu!?? Nunquinha! Estou lá, estatelada com o meu menino e um saco de pipocas na primeira fileira, quando aparece uma equipe da TV cultura filmando para passar no noticiário da noite. Eu com aquela cara de m.: "puxa, não vai dar nem pra falar que o cinema estava vazio!" rsrsrs
Bjs,
Anália

Vitor Ferreira disse...

Lola, eu também vi o filme crente que o Dumbledore era o Ian. Coloquei até no blog e uma anônimo "muito gentil" me avisou que não era. Quanto ao filme, concordo que as relações entre pessoas é sempre melhor que a ação. Assim como em crepúsculo.
Quanto ao filme, eu só vi o primeiro e achei mais inocente que esse. Achei esse muito dramático, lembrou o Sr. dos Anéis. Não gosto muito do Daniel como ator. Acho ele meio inexpressivo. Os outros são bem melhores.
Compartilho com você os dois sonhos de consumo, e acho que sua mente poluída tava em super atividade. Eu não captei nenhum dessas insinuações.

Andréia Freire disse...
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Andréia Freire disse...

"E querem que ele seja um clone do Peter Parke." Hahaha, adorei isso. ;]

Bom, eu tenho consciência que algumas alterações são necessárias para o filme ficar com uma duração razoável. Não gosto, mas é necessário.

Manu, a parte da troca do Ministro da Inglaterra vai estar em As Reliquías Da Morte. Acharia melhor que fosse nesse sexto mesmo, mas o diretor disse que a cena ficou pouco dinâmica nesse filme, fazer o quê.

Não assisti o filme ainda, mas uma coisa que definitivamente eu não gostei, foi a criação da cena na casa dos Weasley, em que a casa pega fogo e tudo. Uma coisa é alterar um detalhe ou outro (O Prisioneiro, por exemplo, tem a sequência do vira tempo cheia de detalhes alterados), outra bem diferente é criar uma cena do nada, que não existe no livro. Isso eu acho bem ruim.

Eu achava a atuação do Michael Gambon melhor. O "Dumbledore antigo" tinha uma personalidade mais de acordo com os livros.

Andréia Freire disse...

PS: Ai, troquei os nomes! O ator era o Richard Harris.

Cantinhos da Surpresa disse...

Lola, eu já li todos os livros, e por enquanto não vi o filme, mas já li várias criticas e a sua é particularmente engraçada,
vc tem a mesma impressão que eu no livro, esses substendidos são ainda bem piores no livro,
eu particularmente não gosto nem do enigma do príncipe nem da reliquias da morte,
a autora acabou com a serie só por causa desses casais mediocres e bestas, sem sal nem nada,
eu não sou fanatica da serie, nunca comprei os livros nem nada, espero que os filmes sejam melhores que os livros, pois os ultimos livros foram uns lixos...
Sua resenha foi otima!!!

Andréia Freire disse...

Mica, jura que cortaram a batalha final e as memórias com menções às horcruxes, além das "cenas" sobre a mãe do Voldemort e seus antepassados, do Tom pedindo para trabalhar em Hogwarts e do Tom matando o pai? Poxa, achei que isso seria o ponto principal do filme! E era pra ser, afinal é o ponto principal do livro. E ainda fizeram a Gina guardar o livro? Poxa vida, aí passa dos limites, uma coisa são os detalhes, outra coisa é mexer na estrutura da história desse jeito. Que decepção! Tô até com receio de ver o filme agora. Cruzes. Quero só ver como vão se virar nos próximos filmes depois desses deslizes! Espero que seja igual a cena do Ministro e que mostrem tudo isso depois.

Andréia Freire disse...

E pra podar aqui os detalhes sobre HP (que devem ser enfadonhos pra quem não leu os livros). Eles não deixaram de mostrar o armário na sala precisa que serve de ligação entre Hogwarts e o Beco Diagonal não, né? Nem a cena do Draco na loja suspeita (não consigo lembro o nome da loja) também?

lola aronovich disse...

Puxa, gente, aprendo um monte com vcs! Agora sinto que sei TUDO sobre Harry Potter, principalmente sobre o sexto livro, sem nunca ter lido nada da Rowling!
Não tenho tempo pra responder cada um dos comentários, mas leio tudo e estou adorando. Vcs sabem tudo sobre o assunto! Muito legal ver fãs da série compartilhando seu conhecimento de forma generosa, sem querer “corrigir” os trouxas (ahn, pra quem não é fã: os muggles, como eu e você. Quem não é bruxinho. Os normais).
Tem um monte de gente dizendo que não gosta do Daniel Radcliffe. Que é isso, pessoal? Ele tá ótimo, e convenhamos que o personagem não é fácil. O Daniel não é bonito mesmo, mas não tem que ser, ou tem? Eu o acho muito simpático. Sei lá, sincero. Com carinha de carente.
Aí eu leio sobre o “NOSSO” Alan Rickman! Humpf! Respeitem as mais velhas! Ele é meu e ninguém tasca faz muito tempo, antes de vcs nascerem. Não tá pra ser socializado, dona Marilia!
É uma adaptação. Tem que cortar muita coisa mesmo, se não vão fazer uma trilogia de 10 horas, como certos medicamentos élficos que foram feitos por aí e até ganharam Oscar. Eu acho que, se eu e o maridão, que somos bem leigos em HP, conseguimos entender boa parte do sexto filme, é porque não tava completamente incompreensível. Agora, se a parte do milharal foi adicionada pra dar um clima de ação, isso é ridículo! É a pior parte. Não funciona. (também não gostei de boa parte da sequência da caverna, mas tem um bom susto lá). Ah, concordo plenamente, Mica: as cenas do armário que transporta poderiam ser todas cortadas. Não acrescentam nada.

lola aronovich disse...

Ah, parece que o beijo entre Ginny e Harry foi cortado porque o filme tinha que receber censura livre pra ter bastante público. E beijo não pode! Acho um erro a censura livre, porque tem bastante coisa assustadora pra crianças pequenas. Eu colocaria um PG-13 e tentaria colocar um beijo mais completo.
Também senti falta de mais cenas com o Tom menino. Tem muito potencial. Sabe o que podiam fazer? Não sei como estão acertados os direitos autorais, mas bem que podiam explorar melhor isso. Fazer um filme só sobre o Tom Riddle! Sua origem, como que era ele ser mau com os coleguinhas, tudo isso. Acho que a franquia HP ainda vai gerar muitos “filhotes”, mesmo que a Rowling tenha decretado o fim da saga.
Agora, cê tá de sacanagem comigo, né, Miquinha? Vc não tá confundindo de filme? Lobisomem eu só vi no trailer de Crepúsculo! (ha ha, nunca vou discutir com uma fã, mas juro que não vi lobisomem nenhum. Só me lembro de ter visto uma aranha gigante... morta. E tinha algumas corujas tb).
E please, QUEM não gostaria de ter uma varinha de condão que arrumasse a casa e consertasse trecos quebrados? Algum maluco?
Analia, da próxima vez quero ver fotos suas fantasiada de Hermione! Aqui não tem muito pânico de gripe suína, ou se tem eu que tô por fora. Pra variar.
Vitorzinho, obrigada por me fazer sentir melhor. Que bom saber que eu não era a única achando que era o Ian McKellen como Dumbledore!

Andréia Freire disse...

Lola, eu tenho uma sugestão de post e ficaria muito feliz se fosse atendida. Acho que tem tudo a ver com o blog, já que seria cinema + visão feminista. Seria legal um post indicando filmes que passem no seguinte teste (acho até que você já conhece, mas enfim): Lei Bechdel.

1. O filme deve ter pelo menos 2 mulheres...
2. ... que conversem uma com a outra...
3. ... sobre algo que não seja um homem.

Fonte: http://antenaparalesbica.blogspot.com/2008/12/lei-bechdel-e-as-mulheres-no-cinema.html

Espero que goste. Se é que já não tem algo do tipo por aqui e eu não vi, né?!

Drixz disse...

Eu fico imaginando se vc tivesse lido os livros.São bem mais divertidos que os filmes. É de um humor inglês que eu entendo. Falo isso porque acho a maioria das comédias inglesas tão sutis que acabo sem entender as piadas. Gosto exatamente do fato das crianças irem crescendo. Se vc ler o primeiro livro talvez nem ache interessante. O bom é ler o primeiro, depois o segundo e ver a diferença. Outra coisa que eu admiro é a riqueza de detalhes e nomes que a autora inventa. Objetos, cargos e até conspirações políticas. Os livros são tão ricos que os filmes precisaria ter cinco horas cada para abordar o universo potteriano. Eu gosto também de pensar como as crianças se sentem lendo o livro. É fantástico. Podemos nos sentir como os pimpolhos. Eu ainda não vi o filme, mas hj estarei lá. :)

Bjocas!

Thiago Beleza disse...

Não li nenhum livro....não assisti nenhum filme... Me atrame mais as "baboseiras" envolvendo elfos, anões, magos e brigas de espadas. Sem falar nos Trolls e nas batalhas fantásticas de senhor dos anéis...

E troco o romance adolescente (que sinceramente, passei a vida inteira engolindo) pela violência e destruição gratuita e sem sentido nenhum de Transformers (já assisti ao primeiro mais de 4 vezes e o segundo baterá este recorde)...Filmes bonitinhos, com personagens perfeitos e histórias incríveis que temtam ser o mais próximo da realidade possível não me agradam...

se é pra ser de mentira, que seja de mentira de verdade então...

Mica disse...

Andréia, eles mostraram o armário, mas ao contrário do livro, ele foi mostrado inicialmente em uma cena onde o Draco estava sendo 'iniciado' entre os Comensais da Morte, e depois apareceu várias vezes na sala-precisa com o Draco tentando consertá-lo.

Que é isso, Lolinha! Não podiam cortar as cenas do armário! Esse era o filme para o Draco brilhar e o armário era a razão de ser! O que eles PRECISAVAM ter feito é incluir o motivo do armário existir, que era dar passagem para os comensais da morte entrarem em Hogwarts e fazerem uma guerra (literal) lá dentro. Eles mantiveram o armário e cortaram a melhor parte que era a batalha que o armário permitia acontecer (e que é fantástica no livro). Sem falar que o Harry passa o livro inteirinho tentando descobrir o que o Draco está consertando, pois tem certeza que boa coisa não é.d

Ah! Outra cena que alteraram (e embora não tenha trazido grandes malefícios a alteração, perdeu muito da carga dramática) foi a que o Harry encontra o Draco no banheiro antes do Sectusempra. No livro o Harry descobre que o Draco vinha frequentando aquele banheiro há um bom tempo, literalmente para chorar as mágoas para a Murta-que-geme e nesse momento o encontra lá, chorando desesperado por não ser capaz de cumprir a missão que lhe foi confiada.
Não ficou ruim no filme, mas tinha um impacto bem maior na forma como foi escrito no livro.

Lola! É claro que tem um lobisomen! Ele aparece em HP3 (Prisioneiro de Azkaban). Magro e feio pra dedéu, mas era o meu Remus Lupin e eu o amo ^_^. Inclusive é por isso que a Tonks faz aquela menção (ridícula) de que a primeira noite é sempre pior (quando o Lupin olha para a lua pouco antes da Toca ser atacada).

Oliveira disse...
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Mirella Santos disse...

oi, muito bom o blog... pelo visto vc realmente gostou de Harry Potter, bem eu sou fã de HP e tenho vários amigos que não conhecem quase nada sobre a história de HP, no entanto, eles não gsotaram nem um pouco do filme acho que foi até pela mistura que vc citou de romance com magia pq muita gente esperava um filme no estilo mais suspense e não romântico, mas eu gostei das coisas que vc citou afinal o filme não tão ruim e nem tão bom, acho que fica num intermédio pra mim pois sou fã e achei muita diferença entre o livro e o filme, mas realmente gostei da sua crítica bjs...

rebeca disse...

acho que nunca comentei aqui no blog apesar de já fazer quase 1 ano que leio, mas deu vontade agora de comentar ^^

lola tu me lembra a lorelai de gilmore girls, é muito igual o jeito de falar muuuuuito e de sempre acabar se desviando do assunto ^^

e sobre harry potter que é o assunto do post, é legal \o, eu adoro os livros; esse filme ficou legal tb, pena que cortaram praticamente todo o final emocionante que tinha no livro, era lindo lindo lindo o enterro do dumbledore


e a propósito, se puder olhar algumas "críticas" de filmes que faço no meu blog e dizer o que acha eu agradeço, sua opinião é total relevante pra mim ^^

Barbara / Baxt disse...

Lola, esse comentario esta totalmente off topic, mas eh que eu acabei de descobrir que um post meu esta concorrendo na sua eleicao de melhores blogs pensantes! Que honra, bom saber que alguem gostou dele a ponto de incluir na lista! Obrigada

Kika_L disse...

Me amarro na serie do harry potter, eu gostei do filme pra caramba, meus amigos nao gostaram mais eu aprendi a separar livro de filme, comparado com o livro ta muito fraco e com muita coisa errada, tendo em vista que esse livro é o melhor na minha opnião e dos meus amigos :D
Qualquer duvida sobre a historia fala comigo ahuahauhauaha adoro falar de harry potter e livros de ficção que ja li o/

Juliana Bittencourt disse...

quanto ao Lupin, o "lobisomem," ele só aparece como homem. Eles comentam algo sobre a lua e terem que ir embora ou algo do tipo, mas ele não aparece transformado neste filme e nem usam a palavra lobisomem. Acho que o filme pressupõe que todos leram os livros ou virão (e se lembram) dos filmes anteriores.

Fernando disse...
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Fernando disse...

Ei Lola, curioso vc citar o interesse de homens velhos pelo harry, a Rowling fez um barulho danado ao declarar que Dumbledore é gay em um evento para fãs. Disseram que era puro marketing, o que vc acha?

Fernando disse...

Olha aí a notícia:
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL153485-7084,00-AUTORA+DE+HARRY+POTTER+REVELA+QUE+DUMBLEDORE+E+GAY.html

contaecinema disse...

Você não demorou 6 filmes para perceber que não era Ian McKellen o Dumbledore não, Lola.Na verdade, foram "apenas" 4 filmes. O ator Richard Harris fez o personagem em Pedra Filosofal e Câmara Secreta, mas acabou falecendo muito antes das filmagens do terceiro, Prisioneiro de Azkaban.