terça-feira, 26 de abril de 2016

COMO METER A COLHER?

Amanda me fez uma pergunta há uma semana que eu não sei responder:

"Oi Lola! Primeiro, sou sua fã. Não te conheço há muto tempo nem me entendo como feminista há muito. Mas desde que me encontrei, sou militante não só do feminismo mas de causas sociais. Aliás, acho que não podia se esperar menos de uma professora de História como eu. Enfim, vamos ao ocorrido...
Ontem à noite, estávamos meu namorado e eu na estação do BRT de Marambaia (zona norte do Rio). Havia ali um cara de uns 30 anos com uma voz bem rouca e assustadora. Ele era muito alto e forte, musculoso. Com ele estavam um menininho que deveria ter uns 2 anos, se muito, e uma moça que aparentava ter uns vinte e poucos, bem baixinha e magra. Eles eram um casal. 
Dava pra perceber pelo tom de fala que o cara estava muito bravo, mas pouco consegui entender da situação. Eles discutiam. O homem claramente estava se impondo, falando mais alto com ela, apontando o dedo na cara dela, enquanto o guri estava aos pés deles brincando. Não consegui entender o que eles diziam. A moça começou a chorar. Ele estava sendo abusivo, agressivo, mas somente com palavras, o que já é um absurdo. Consegui ouvir que o homem a ameaçava, ouvi um 'eu te mato'.
Em determinado momento vi o cara cuspir, não sei se na moça ou no chão. 
Meu namorado e eu estávamos atordoados, a gente não sabia o que fazer, como agir. Perto daquele homem nós éramos formigas, e se intervíssemos, acho que poderia ser pior pra moça. 
Meu ônibus chegou e fomos embora. A culpa está aqui comigo. Eu queria ser mais, fazer mais. Queria ter um aparelho de choque pra conter aquele homem naquele momento, mas infelizmente meu namorado e eu não éramos nada perto daquele 'gigante'. 
Aí ficamos comentando que não sabíamos como agir numa situação como aquela. Teria alguém pra ligar? Alguém pra denunciar? Como agir?
Não sei nada sobre o casal, nunca os vi antes e acho muito difícil vê-los de novo. A sensação de impotência ta forte aqui.
Queria saber se você tem como usar seus recursos pra nos dar uma luz de como agir em casos assim. Espero que eu nunca mais tenha que vivenciar nada parecido, mas se tiver, preciso saber o que fazer pra ajudar a moça."

Meus comentários: Compreendo o seu desespero, Amanda. Se eu estivesse presenciando uma situação de abuso, também não sei o que faria. Tentaria intervir na hora? Creio que seria o mais correto, mas pode ser perigoso. Chamaria a polícia? Sei que eu sentiria que teria que fazer alguma coisa, mas, como você, também não saberia o que fazer. Por isso decidi publicar seu email. Alguma leitora ou leitor já passou por isso? Como reagiu? Ou alguma leitora já foi agredida ou humilhada em público? Alguém ajudou?
Seis anos atrás, uma aluna me enviou o link pra um programa da TV americana, What Would You Do? (O que você faria?), que simulava uma situação de violência doméstica em publico, com atores, para ver como as pessoas em volta, num restaurante, reagiriam. 
O programa maquiou uma atriz branca para que ela aparentasse ter marcas de violência física no rosto. Ela entra no restaurante primeiro, sozinha, e de cara um homem vai perguntar se ela está bem. Quando chega o suposto namorado dela, esse homem (e outras pessoas) interfere, vai tentar falar com o ator. 
O programa faz um teste pra ver se, com uma atriz negra, a reação seria diferente. Mas não: bastante gente empatiza com a moça. Duas mulheres enfrentam o cara, inclusive, não deixando que ele leve a moça pra fora, num momento comovente. 
Só que o programa decide vestir as mesmas atrizes com roupa diferente, um mini-vestido decotado, e aí a reação muda completamente. Ninguém intervem. Muita gente observa incomodada a situação, algumas pessoas pedem pra mudar de lugar, uma ou outra chama o gerente e pede pra ligar pra polícia, mas ninguém vai consolar a moça ou falar pro "namorado" parar. 
Uma mulher conclui (unicamente pelas roupas que a atriz veste) que a moça em questão é prostituta e o cara, seu gigôlo. Uma especialista entrevistada diz que estudos indicam exatamente o mesmo que o programa gravou -- que as pessoas vão achar, por causa da roupa, que a mulher mereceu, que fez algo que causou o abuso.
Um homem, no restaurante, até tentar intervir, mas pelo motivo errado: ele acha que o casal está envergonhando a si mesmo e fala pro agressor resolver isso num lugar privado, doméstico. O mesmo programa, alguns anos antes, já havia testado esse cenário de uma mulher sendo agredida pelo parceiro à luz do dia, numa praça. Vários homens tentaram intervir, mas o conselho, pro cara, era que "aquele não era o lugar pra isso". 
Ou seja, se a agressão fosse dentro da casa deles, tudo bem. Não é só no Brasil que ainda impera a máxima do "em briga de marido e mulher, não se mete a colher". Fizeram um experimento num bairro de classe média na África do Sul. Numa madrugada, um cara tocou bateria na sua casa. Vários vizinhos foram até ele reclamar. Noutra madrugada tocaram a gravação de uma briga doméstica violenta, com gritos, insultos, coisas quebrando... 
Nenhum vizinho foi até a casa exigir que a briga parasse ou ver se a mulher precisava de ajuda. 
E aí, nessa situação descrita pela Amanda, o que você faria? O que pode ser feito?

125 comentários:

Cão do Mato disse...

Gritando? Falando mais alto? Colocando o dedo na cara da outra pessoa? Bom, mulher também faz isso. Com o agravante de que costumam apelar para a masculinidade do homem, xingando-o de fracassado, inútil, idiota, broxa, etc... E aí? O que vocês fariam?

Mikaela T. disse...

Aham, guaipeca do mato. Senta lá.

Anônimo disse...

Eu vii um teste britânico de briga de casais em duas situações.
A primeira o homem agride a mulher: Quase todos que passavam intercederam pela moça chamando o rapaz de covarde etc.
Na segunda a moça agride o rapaz: Todos passam pela situação ficam rindo.

Anônimo disse...

Falando em experimentos sociais, me lembrou esse:

https://www.youtube.com/watch?v=KwC69aapU3E

Anônimo disse...

Ta aqui achei:
https://www.youtube.com/watch?v=kGEqYLvB10o

Anônimo disse...

Falsa dicotomia nos comentários acima. Primeiro que violência contra mulher não pode ser medido em um teste bobo de TV, o numero de mortes de mulheres por seus "companheiros" e enorme e as agressões contra mulher são bem mais violentas do que alguns tapas e gritos que uma mulher da em um homem por alguma safadeza e falta de caráter.
Segundo que homem e mais forte fisicamente que mulher, então existe uma diferença enorme entre um tapa de um homem e o tapa de uma mulher sem contar que o homem pode conter a mulher facilmente a mulher não consegue conter a força física de um homem.
Terceiro que a reação das pessoas e natural devido ao contexto histórico entre os gêneros, enquanto a mulher foi historicamente sempre agredida,violentada e morta a memoria coletiva vai reagir com indignação a qualquer grito ou agressão que presenciar a uma mulher em publico devido a isto. E e natural também que as pessoas achem graça de ver o papel se inverter com o agressor, eu iria rir também se visse um homem levando uns tapas de uma mulher em publico.

Anônimo disse...

Puts, iuzomi ta fervendo aqui hoje.

O assunto do post e outro e e muito serio e caro para mulheres. Vão chorar em outro lugar omis.

Anônimo disse...

Boa anon das 11:25! Eu ia citar o mesmo experimento de quando era a mulher quem agredia. Lembrei - me também de uma reportagem do Cidade Alerta com o Datena, onde um segurança de 1,90 m registrou um BO de agressão contra sua esposa. O apresentador debochou da situação. Por isso eu digo que se querem frear a violência contra a mulher, os homens tem que ser melhor assistidos para não tomarem medidas extremas. Sou um cara de porte físico considerável, minha esposa certa vez atirou uma batata no meu olho que pensei que havia me cegado. Adiantaria eu ir até à Delegacia? Aliás qual Delegacia um homem deve procurar mesmo sem que aja deboche?

Anônimo disse...

Às vezes eu acho que o feminismo tenta usar "falsa simetria" pra justificar qualquer coisa. Mas aqui não tem o que discordar: um homem gritando e ameaçando uma mulher é MUITO diferente de uma mulher gritando e ameaçando um homem. Colocar como se fossem situações idênticas é sim, falsa simetria. Homem fica com medo de ter o carro arranhado. Mulher fica com medo de apanhar. Isso no geral, claro. E são justamente as feministas, que discutem os papéis de gênero, que defendem o cara quando ele é vítima pois assumem que homem não é tudo "machão, viril" nem mulher é tudo "delicadinha e fofa" e que o cara está sim sendo abusado. Não entendo quem vem cobrar posicionamento de página feminista. Vai lá no Orgulho Hétero, na fanpage do Bolsonaro, é a mentalidade deles que você deve mudar, não a nossa.

Anônimo disse...

Lola a unica coisa que me passa as vezes pela cabeça com sinceridade, e como continuar sendo mulher heterossexual diante de situações diárias como esta? Sei que a gente não escolhe isto mas na boa e muito degradante as vezes saber que estamos destinadas a sentir atração por homens sabendo do que eles são capazes. Eu admito que tenho visto isto cada vez menso com bons olhos.

Anônimo disse...

Antes de mudar o foco, o que vc faria se visse um homem metendo a porrada na mulher? Por que isso acontece bastante e não se limita a xingamentos contra a masculinidade, ou no caso da mulher, sua feminilidade. É o pacote completo.
E aí Cão do Mato, o que você faria?
Se posicione antes de exigir posicionamento.

Anônimo disse...

Uma situação semelhante aconteceu com o meu marido. Ele estava na sala do nosso apartamento e estava ouvindo gritos e berros do andar de cima. Até o momento, 'só' abuso verbal, então ele considerou que não tinha nada que ele podia fazer. Mas daí os berros da mulher mudaram para 'Larga o meu braço! Está me machucando! Larga!'. E ele decidiu ir bater na porta do casal. Por sorte, tinha três vizinhas no corredor, do lado de fora do apartamento. Elas estavam com medo de elas mesmas baterem na porta (afinal, eram 2 senhoras e uma moça bem jovem, se o cara bate na namorada não vai ter problema nenhum em bater nelas também, além do cara ser um armário). Mas elas serviram de testemunha, e por isso deixaram a situação mais segura para o meu marido. Ele bateu na porta e peitou o cara, falando que ia chamar a polícia se ele continuasse, o cara falando que não tinha acontecido nada, em tom agressivo, e meu marido 'Se não aconteceu nada deixa eu ver o braço dela'. A discussão terminou com um 'Se eu ouvir mais algo eu chamo a polícia'. Nós nunca mais ouvimos nenhuma briga vinda desse apartamento.

Então...
...se você for peitar o agressor, principalmente se o agressor for um conhecido, é importante que haja testemunhas ao redor, de preferência gente conhecida ou contactável, para te dar segurança
...se não for peitar o agressor, é útil ficar próximo da área para servir de testemunha caso alguém venha peitar, ou para chamar a polícia caso algo mais grave aconteça

Anônimo disse...

É o machismo atacando pros dois lados

Anônimo disse...

"Lola a unica coisa que me passa as vezes pela cabeça com sinceridade, e como continuar sendo mulher heterossexual diante de situações diárias como esta? Sei que a gente não escolhe isto.."

Será que não escolhemos mesmo ou somos programadas culturalmente a não escolher? Na boa não acredito neste tipo de determinismo. E sou prova disto me considerava 100% hétero nunca me passava pela cabeça me relacionar com outra mulher, as depois de uma decepção e de ter conhecido uma companheira maravilhosa descobri o que realmente e relacionamento com igualdade e respeito e descobri o que e prazer de verdade.

Vicky_ disse...

Chegou o choro.
Gente, sempre que puderem, denunciem e interfiram nessas violências!
Se alguma mulher/menina sofrer violência do pai ou "parceiro", conversem com ela sobre tormar as rédeas da própria vida!


Caso contrário, espero que ocorra o mesmo que o caso francês: A mulher mate o agressor.

Anônimo disse...

11:59 infelizmente não dá não, você já deveria ser lésbica e muito reprimida, ai sim eu acredito que o meio influencie. Mas acredite mulheres héteros convictas e muito difícil mudar a orientação eu já tentei acredite.
E como dizem, você acha que se sexualidade fosse opção alguém escolheria gostar de homens? Acho que nem os homens gays escolheriam quanto mais mulher.

Anônimo disse...

Essas feministas são pessoas muito insatisfeitas.
Se os estupros e a violência doméstica acabassem (e devem acabar) elas ainda não estariam satisfeitas.

Anônimo disse...

"Sou um cara de porte físico considerável, minha esposa certa vez atirou uma batata no meu olho que pensei que havia me cegado"

Agora conta pra gente o que você fez pra merecer a batatada.

Anônimo disse...

As situações são diferentes mas compartilhei da mesma culpa.
Fui vizinha de uma casa de veraneio (moro no litoral) que ficava vazia na baixa temporada e a proprietária sofria com os arrombamentos. Pra evitar essa situação ela contratou um casal para morar na casa como caseiros.
Foi aí que o inferno começou.
Apesar de ser um homem com mais de 60 anos, ele trabalhava na construção civil e tinha mais força física do que muito menino de 20 anos. Ela era uma mulher com 20 e poucos anos que ficava em casa o dia todo. Eles tinham um filho de um ano e ambos tinham pouca instrução.
Não demorou para começarmos a ouvir as agressões. Ele a espancava toda semana, era possível ouvir o som das bofetadas. Eu passei a mão no telefone várias vezes para ligar para a polícia, mas meus pais me impediam a ponto de tomar o telefone da minha mão. Até que descobrimos que o homem era acusado de ter assassinado a primeira mulher e eu pressionei meus pais a me apoiar, pois morria de medo dele matar essa moça.
Então tomamos a decisão de ligar para a proprietária e contar tudo o que se passava dentro da casa dela.
Dois dias depois ela estava lá para tentar resolver a situação, e a atitude que ela tomou foi demitir o casal.
Me senti muito culpada por sentir medo de agir, depois por ter sido responsável pela demissão dos dois, pois sabia que a mulher continuaria apanhando e não teria condições de sair daquele relacionamento abusivo.
O alívio só veio meses depois qdo um conhecido contou que a moça que foi minha vizinha foi ser vizinha dele e que não estava mais casada com aquele homem.
Não sei se ela aproveitou a oportunidade qdo foram demitidos e se separou dele, mas torço muito para que ela tenha dado um novo rumo pra própria vida e pra vida do filho.

Anônimo disse...

Lola a unica coisa que me passa as vezes pela cabeça com sinceridade, e como continuar sendo mulher heterossexual diante de situações diárias como esta?

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Não tem como "virar homossexual". Se tivesse, existiria cura gay, cura para pedófilos... não é por aí que o barco toca.

O que dá pra fazer é deixar alarmismos de lado e não achar que só existe gente podre no mundo, o que tá extremamente longe de ser verdade e é um delírio. Eu sou "total flex" e sim já encontrei homens e mulheres que não valiam nada e homens e mulheres que valiam e valem muito, a vida é assim, o problema não tá no gênero (que é uma ficção legal) e sim no caráter do indivíduo.

Anônimo disse...

Todo mundo que sente "culpa" tem mais é que sentir mesmo porque perdeu a chance de fazer a diferença positiva na vida de alguém. Aposto que se fossem vocês, "culpados", no lugar da pessoa agredida, adorariam que alguém fizesse alguma coisa.

Parece piada o que eu vou contar mas uma vez a minha mãe soltou da minha mão e foi falar com outras duas mulheres que estavam na rua, uma senhora de idade e uma pessoa bem mais nova e essa mais nova berrando sabe? Ela foi lá se meter ver se a idosa precisava de ajuda e não, ela não precisava, é que a mulher era quase surda mesmo rsrsrsrsrsrrsrsrs a idosa explicou a situação rindo.

Melhor pagar mico do que deixar alguém ser agredida, abusada, violentada, estuprada, quiçá morta né? Eu acho. Muita merda acontece porque as pessoas que estão perto simplesmente não fazem nada. Que quando acontecer com vocês, alguém faça algo - mesmo que seja pagar um mico.

Ana Carolina Serrao disse...

Essa é outra faceta do machismo. Agressão é agressão. Tudo é violência e deve ser denunciado.
Mas não podemos nos esquecer que há toda uma cultura que coloca a mulher como posse do homem, lhe dando o direito de agredi-la.

Ana Carolina Serrao disse...

Algumas pessoas podem ser outras não...
Não dá pra generalizar a sexualidade alheia.
Nem cair naquele clichê ridículo que mulher só fica com outra mulher por decepção com homem ou porque não encontrou um homem de verdade.
Isso tira da mulher a independência e a autonomia quando a sua vida e sexualidade.
Fora que novamente coloca o homem como Centro de tudo.

Ana Carolina Serrao disse...

Verdade.
Conheço tantos gays que reclamam e dizem que adorariam gostar de mulher, porque a coisa tá feia...

Anônimo disse...

Anônimo26 de abril de 2016 12:18
"Sou um cara de porte físico considerável, minha esposa certa vez atirou uma batata no meu olho que pensei que havia me cegado"

Agora conta pra gente o que você fez pra merecer a batatada.

Não acredito que o eu li isso! Então a agressão a um homem é sempre justificável????? Então como homem tenho que me defender da justa agressão por que a sociedade aceita a violência contra o homem, mesmo que eu poderia ter ficado cego. Então tá explicado a violência contra a mulher que ns maioria das vezes agride primeiro.

Anônimo disse...

Mudar orientação sexual não dá, mas eixar de se relacionar sexualmente e emocionalmente com homens dá sim e e uma forma de resistência real.

Anônimo disse...

Há meu sito aqui e um espaço feminista,ou seja de fala e emponderamento para mulheres que são as maiores vitimas de uma cultura machista. Pega sua batata e vai chorar pra algum balconista de bar.

Anônimo disse...

"Falsa dicotomia nos comentários acima. Primeiro que violência contra mulher não pode ser medido em um teste bobo de TV, o numero de mortes de mulheres por seus "companheiros" e enorme e as agressões contra mulher são bem mais violentas do que alguns tapas e gritos que uma mulher da em um homem por alguma safadeza e falta de caráter.
Segundo que homem e mais forte fisicamente que mulher, então existe uma diferença enorme entre um tapa de um homem e o tapa de uma mulher sem contar que o homem pode conter a mulher facilmente a mulher não consegue conter a força física de um homem.
Terceiro que a reação das pessoas e natural devido ao contexto histórico entre os gêneros, enquanto a mulher foi historicamente sempre agredida,violentada e morta a memoria coletiva vai reagir com indignação a qualquer grito ou agressão que presenciar a uma mulher em publico devido a isto. E e natural também que as pessoas achem graça de ver o papel se inverter com o agressor, eu iria rir também se visse um homem levando uns tapas de uma mulher em publico."

Reitero, pisou nos mascus chorões

Choram pq a sociedade machista não enxuga suas lágrimas de omen ferido, mas tb choram pq é impensável um omen ser sensível (sendo q é mesmo, aqueles dois carocinhos q eles carregam é a prova disso). Omen vive num mar de hipocrisia e síndrome de schrondiger

Anônimo disse...

Em blogs feministas:
"Uma mulher bateu em mim, me chamou de broxa, BUA BUA BUA, a sociedade não me apoia, meus parças, meus manos riem de mim, BUA BUA BUA"

Em qualquer outro lugar:
"Omen num xora"
"Vira maxo porra"

Na vida real:
"Ai minhas bolas"

Omen é trouxa demais, pura síndrome de Schrödinger

Mila disse...

Compartilho do mesmo sentimento. Às vezes, simplesmente a gente não sabe como intervir. No caso de encoxadores de ônibus, por exemplo, se a menina não reagir, o máximo que fazem é trocar de lugar com ela (quando alguém intervém). Se ela gritar, corre o risco de ser acusada de louca "pq o ônibus tá lotado, anda de táxi se não gostar". Por experiência, já vi que as mulheres são muito mais empáticas que os dito cujos que dizem não tolerar estuprador e que "encheriam de porrada". Esses ficam só no discurso.

Nas redes sociais, correu um caso no RJ em que um estuprador sentou ao lado da vítima e a ameaçou e coagiu. Uma garota resolveu tacar o foda-se na suspeita e se aproximou da fulana como se ela fosse uma amiga e chamando para sentar com ela para por o papo em dia. Para a surpresa (ou não) a menina entrou na história. Depois descobriram que ela tava sendo realmente ameaçada pelo sujeito.

Anônimo disse...

Mas é claro que não poderia faltar um tópico sobre violência contra a mulher aparecer homem reclamando das agressores.

Camaradas, quem ri de homem apanhando, levando bofetada, sofrendo violência sexual são vocês mesmo. São vocês que brigam, que se matam, se mutilam e ainda sobra violência para mulheres, crianças, idosos, homossexuais e trans.
São vocês que alimentam a cultura da violência. A cultura de procurar briga pra humilhar um que julgam mais fraco, vocês alimentam a cultura de resolver as coisas na porrada, vocês alimentam a cultura de que homem não chora e não apanha de mulher. A misoginia é tão forte que vocês se sentem um lixo quando apanham de uma mulher ou um homossexual; vocês cultuam homem forte e bombado como forma de intimidação; vocês justificam a violência com base na testosterona como se fossem animais selvagens.
Se há uma cultura que prega a ridicularização do homem que sofre a violência, olhem para seus congêneres e tentem mudar isso. Tenham auto crítica de repensar pq a masculinidade de vocês depende tanto de violência e subjugação. As feministas estão preocupadas é com as maiores vítimas dessa cultura de violência alimentada pelos homens.

Anna

Anônimo disse...

"Camaradas, quem ri de homem apanhando, levando bofetada, sofrendo violência sexual são vocês mesmo. São vocês que brigam, que se matam, se mutilam e ainda sobra violência para mulheres, crianças, idosos, homossexuais e trans.
São vocês que alimentam a cultura da violência. A cultura de procurar briga pra humilhar um que julgam mais fraco, vocês alimentam a cultura de resolver as coisas na porrada, vocês alimentam a cultura de que homem não chora e não apanha de mulher. A misoginia é tão forte que vocês se sentem um lixo quando apanham de uma mulher ou um homossexual; vocês cultuam homem forte e bombado como forma de intimidação; vocês justificam a violência com base na testosterona como se fossem animais selvagens.
Se há uma cultura que prega a ridicularização do homem que sofre a violência, olhem para seus congêneres e tentem mudar isso. Tenham auto crítica de repensar pq a masculinidade de vocês depende tanto de violência e subjugação. As feministas estão preocupadas é com as maiores vítimas dessa cultura de violência alimentada pelos homens."

Falou tudo minha amada, e reitero mais:

"Em blogs feministas:
"Uma mulher bateu em mim, me chamou de broxa, BUA BUA BUA, a sociedade não me apoia, meus parças, meus manos riem de mim, BUA BUA BUA"

Em qualquer outro lugar:
"Omen num xora"
"Vira maxo porra"

Na vida real:
"Ai minhas bolas" [cai uma lágrima]

Omen é trouxa demais, pura síndrome de Schrödinger"

Depois vem esses patifes chamar feminista de vitimista, mas quem é vitimista mesmo? Ah, dá um tempo omarada, eu sei q aquele carocinho duplo de vcs é bastante sensível, ah mas dá um tempo

Anônimo disse...

Menos meninas, menos. Você não pode julgar o cara pela aparência e pelo tamanho dos seus músculos. Você nem escutou a conversa deles, olhou e páaa é abuso. A moça poderia está chorando por "N" motivos. Essa cultura de "meter a colher" é o fim. Se a pessoa está precisando de ajuda ela vai pedir de alguma forma e ponto.

Bizzys disse...

Aconteceu um caso parecido comigo há um tempo. Estava numa praça com meu namorado e vi, de longe, um casal andando e pareciam estar discutindo. A mulher estava com uma criança no colo. Num dado momento o cara girou o braço e acertou um tapa no ombro da mulher (ela com o menino ainda no colo), e cada um saiu andando em direções opostas. Meu namorado não viu. Foi muito rápido, fiquei sem saber o que fazer, só fiquei olhando a moça de longe. Ela ficou brincando com o filho num canto mais afastado, depois chegou perto de umas pessoas e ficou conversando, acho que eram conhecidos dela. O homem chegou eu não vi para onde foi. Ninguém fez nada e não sei se mais alguém viu o tapa além de mim. Fiquei muito culpada por não ajudar, mas não sei o que poderia fazer.

Ana Carolina Serrao disse...

Algumas pessoas podem ser outras não...
Não dá pra generalizar a sexualidade alheia.
Nem cair naquele clichê ridículo que mulher só fica com outra mulher por decepção com homem ou porque não encontrou um homem de verdade.
Isso tira da mulher a independência e a autonomia quando a sua vida e sexualidade.
Fora que novamente coloca o homem como Centro de tudo.

Bizzys disse...

14:10, você leu só o primeiro parágrafo do texto e mais nada?

Eu copio uma parte para você então:
Consegui ouvir que o homem a ameaçava, ouvi um 'eu te mato'

O cara estava ameaçando a moça. ERA ABUSO.

"Se a pessoa está precisando de ajuda ela vai pedir de alguma forma e ponto." Pelo amor da deusa. Mesmo se ela pedisse, você sabe que a chance de ninguém ajudar a mulher é muito grande justamente por causa dessa cultura de não meter a colher, né? E supondo que eles fossem casados, imagine a mulher pedindo ajuda por causa da violência depois tendo que voltar pra casa e ficar sozinha com o agressor. Certeza que ela ia ficar ótima. #SQN

Anônimo disse...

Ôôô, que coisa! Mulheres que ferem a preciosa masculinidade de um homem! Morro de dó, mas nem ligo.

Anônimo disse...

Bundão.

Cão do Mato disse...

Interessante esse pessoal que fala que "tapa de homem machuca mais do que tapa de mulher", que a mulher, quando agride, o "estrago" é muito menor, etc... Eu até concordo que isso seja verdade. O estranho é que as pessoas que falam isso são as mesmas que dizem que gritar é uma forma de violência. Ou seja, partindo do homem, qualquer coisa é violência, até mesmo levantar a voz. Partindo da mulher, só é violência se quebrar algum osso, deixar algum hematoma, algum órgão interno rompido, se tiver tiro ou facada...Essa é a igualdade de gênero que vocês pregam? Isso sem falar na turma que diz "ha, mas alguma coisa ele deve ter feito prá ela"... Sem comentários...

Anônimo disse...

Eu meti a colher, e posso dizer, até hoje não me arrependo.
Eu trabalhava até as 21:00 a uns anos atrás. Um dia, chegando em casa, vi na calçada um casal discutindo, bem perto do meu portão. O cara estava gritando e ameaçando a mulher com uma pedra. Eu estava de carro, mas passei devagar porque tinha um quebra-molas. Fiquei olhando aquilo e abri meu portão para entrar, afinal, em briga de marido e mulher... Mas aí eu lembrei das estatísticas de feminicídio e pensei: caramba, nunca mais vou conseguir dormir se esse cara machucar essa mulher, porque eu poderia ter feito alguma coisa e não fiz. Nem fechei o portão, entrei no carro e fui no postinho da PM que tem na entrada da minha rua. Quando eu cheguei lá, só tinha um policial sem viatura. Contei o que estava acontecendo (já tinha outra pessoa lá contando também) e ele disse que estava acionando a viatura, mas iria demorar uns minutos. Eu nem pensei, entrei no carro, voltei e quando estava chegando no lugar da briga, o cara estava agarrando a mulher pelo cabelo. Eu abri a porta do carro, gritei para ela entrar para eu levar ela no posto policial. Ela entrou e o cara começou a correr atras da gente, mas nessa hora chegou a viatura e os policiais prenderam o cara. Passei metade da noite na delegacia, e tive que voltar algumas vezes pra prestar depoimento, mas não me arrependo. Nunca mais vi a mulher, mas espero que ela esteja bem. E só fiz isso porque seu bloguinho me ensinou o que é sororidade, e a importância de sermos realmente irmãs. Muito obrigada, Lolinha.

Anônimo disse...

Então Bizzys Bizzys 14:10
Coloque sua roupinha de mulher maravilha ou do super-man e toda vez que você escutar, sentir qualquer abuso vá lá e "meta a colher" e se sobreviver vem aqui nos contar quantos abusos vc conseguiu evitar. Há o mundo real e ideal. Portanto não meto a colher quando vejo meus vizinhos ou qualquer outro casal brigando.

Anônimo disse...

Não tem que meter a colher mesmo, não. Tem que meter é a polícia e o Judiciário.

Anônimo disse...

Então vá lá defender os homens pobres e oprimidos e para de encher a paciência aqui no blog.

Anônimo disse...

E ligar para a polícia vai comprometer em que a sua segurança? Não precisa ser super-herói, não. Basta não ser bundão. O exemplo foi dado pela anônima das 14:20.

Anônimo disse...

Duas verdades neste post.
1- Mulher não deve se relacionar com homens muito grandes e fortes, se o tempo fechar o povo vai entrar na de "não meter a colher' se for baixinho e magrinho o povo senta a porrada pra defender a mulher.
2- Homem não gera empatia nem se perder as duas pernas para salvar um gatinho preso no alto de um poste de alta tensão quanto mais apanhado de mulher, todo mundo ri mesmo. Ninguém sente piedade de homem seja qual for a situação.

Anônimo disse...

"Ou seja, partindo do homem, qualquer coisa é violência, até mesmo levantar a voz. Partindo da mulher, só é violência se quebrar algum osso, deixar algum hematoma, algum órgão interno rompido, se tiver tiro ou facada...Essa é a igualdade de gênero que vocês pregam?"

Sim, e isso mesmo troll e digo mais eu não prego igualdade coisa nenhuma mas sim equidade. O dia que os homens sofrerem pelo menos 10 anos das opressões de classe e gênero que mulheres sofrem a seculos ai você pode fazer o mimimi que você quiser, por enquanto vaza.

Thomas disse...

Tá vendo. Por isso há anos eu prego aqui neste blog a importância do culto ao corpo para qualquer feminista, esquerdista e militante social em geral. Vocês ficam obcecados demais com as suas leituras e esquecem de fortalecer o próprio corpo.

Para um bom ativista, é necessário um regime severo de levantamento de peso ou calistenia avançada, treino rigoroso em artes marciais, conhecimento em armas de fogo, habilidade no manejo de armas brancas e uma alimentação afim de otimizar o funcionamento do corpo.

Afinal, vocês vivem pregando contra a violência doméstica, contra o estupro. Mas se estão andando numa rua escura e se deparam com um homem prestes a atacar e matar uma mulher com as próprias mãos, o que vocês vão fazer? Gritar? Pedir pro cara parar? Chamar e esperar a polícia chegar?

Eu digo o que eu faria. Eu daria o espancamento da década no cara enquanto recito a obra completa de Marx palavra por palavra, pois será a última coisa que o meliante ouvirá.

Não sei nem como a Lola tem coragem de responder qualquer coisa que não seja: "Você e o seu namorado se inscrevam numa academia, se inscrevam no canal Fábrica de Monstros, treinem pra ficar GIGANTES, aprendam jiu jitsu e sejam a mudança que vocês querem ver no mundo".

Sei lá. Por algum motivo, no esquerdismo existe esse culto ao fraco. O fraco fisicamente é glamourizado. É incentivado que homens esquerdistas sejam magrelos incapazes de levantar um botijão de gás. Isso tem que acabar. Vocês nunca leram Marighella? Vocês nunca ouviram falar de Che Guevara, que era capaz de matar um homem utilizando apenas o dedão da mão?

Lola, fica a sugestão: me coloca de moderador neste blog, que de agora em diante só vai poder acessar aqui quem for monstro.

Anônimo disse...

concordo 100% com o Anonimo de 12 e 36

Quem se acovardou tem mais eh que sentir culpa mesmo.

Eh como bullying em escola.
Quem pratica o bullying forte sao mesmo, generalizando, umas 3 ou 4 pessoas no maximo.
Os outros ? Se dividem entre os que acham engracado e riem, pois afinal, acham que ~nao tem culpa se eh engracado, eh so uma brincadeira, e bla bla bla~ e os que acham errado mas que fingem que nao veem, pq nao querem arrumar confusao. Nojo de gente assim.

Veio ao mundo fazer o que ? passear ? receber like no facebook ?

Anônimo disse...

""Sou um cara de porte físico considerável, minha esposa certa vez atirou uma batata no meu olho que pensei que havia me cegado"

Agora conta pra gente o que você fez pra merecer a batatada."

ANON, ninguém merece a violência como reação. seu comentário foi misândrico e preconceituoso.

Muitos homens violentam suas mulheres e quando o fazem também acreditam que ela merece, porque traiu, porque chegou tarde, porque decidiu trabalhar fora, porque bebeu, porque usou uma roupa curta.

Não caia no mesmo discurso machista que estamos combatendo, por favor.


Alícia

Anônimo disse...

Nunca presenciei algo assim, mas eu chamaria a polícia.

E masCUs querem sentir como é estar no ouro lado da linha?!

Se homem apanhou da mulher é por que boa coisa não é.
Se mulher mutilou o companheiro é por que alguma ele aprontou.
Se uma mulher agride sexualmente um homem é por que ele "tava pedindo". Oras, não são os homens que querem sexo 24/7? Que andam por aí sem camisa, de bermuda tão baixa que mostra a cueca? Vai me dizer que ele não tá querendo??
Se mulher mata marido, é por que coitada, estava tão apaixonada que perdeu a cabeça. Mas né, tadinha, é trabalhadora, boa mãe e esses "omis" sabe como são...

Vocês são um poço de contradição. Se um homem apanha de uma mulher, eu aposto um pirulito que vocês são os primeiros a rirem do cara, a chamarem ele de mangina, pau-mandado, escravo de buceta...

Aí o feminismo tenta fazer alguma coisa contra os INÚMEROS E VIOLENTÍSSIMOS abusos que mulheres sofrem TODOS OS DIAS EM TODOS OS LUGARES o que vocês fazem???
"aiiiiiiiiiiiiiiiiinnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn... tadinhuuuuu duzomi!!! Uzomi também apanha!!! Cala boca feminazi e seja espancada, mutilada, estuprada, torturada em silêncio por que uzomi sofri taaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaantuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!! Buááááááááááááááááá... traz meu toddynhuuuuuuuuuuuuuuuu e meu mingauuuuuuuuuuuuuuuuuuu...

Vão pentear macaco, seus inúteis


Jane Doe

Anônimo disse...

tb achei horrivel o questionamento sobre o pq o homem levou uma batatada na cara.
E assim cm eu falo para as mulheres que passam por uma situacao parecida...Rapaz, pule fora desse relacionamento...agressao é falta de respeito, saia fora disso. Ninguem merece ser tratado dessa forma.

Bizzys disse...

14:22

Realmente, há o mundo real e o ideal. No ideal as pessoas ajudariam as mulheres vítimas de violência (pode ser interferindo pessoalmente, chamando a polícia, oferecendo algum tipo de ajuda, tanto faz). Mas no mundo real existem pessoas que nem você que apenas dão de ombros porque não é na sua casa que está acontecendo.

Se ter empatia agora é vestir roupinha de mulher maravilha, pode deixar que vou usar a minha com prazer, não se preocupe.

NATTRAMN disse...

''Gritando? Falando mais alto? Colocando o dedo na cara da outra pessoa? Bom, mulher também faz isso. Com o agravante de que costumam apelar para a masculinidade do homem, xingando-o de fracassado, inútil, idiota, broxa, etc... E aí? O que vocês fariam? ''

mas porque um homem forte se incomodaria com isso? eu pensava igual a voce ate uns anos atras, mas depois que passei por tanto perigo e violencia mudei de ideia. quando voce enfrenta a morte, corre o risco de morrer numa briga com outro homem, seja armado ou nao, voce nao se incomoda com xingamentos de uma mulher revoltada, é algo a se desprezar e nao lutar contra, ate porque quando se enfrenta a morte numa briga contra outros homens, se ve que é covardia agredir uma mulher independente do que a mulher fizer.

a ideia da vida é se tornar mais extremo pra poder sobreviver, foi isso que percebi de uns anos pra ca, pessoas aí falam que queriam ter uma arma de choque na situação, nao pode dar mole, tem que comprar todo tipo de arma, usa a criatividade, pes de cabra, martelos grandes, ate tesouras, facas de cozinha. sai de mochila, coloca duas facas de cozinha numa caixa e coloca a caixa na mochila, na hora do perigo nao existe outra solução se nao enlouquecer mesmo. vida e morte é extremismo, o que nao é extremismo é fantasia, nao exisite.

Anônimo disse...

Anônimo disse...

tb achei horrivel o questionamento sobre o pq o homem levou uma batatada na cara.
E assim cm eu falo para as mulheres que passam por uma situacao parecida...Rapaz, pule fora desse relacionamento...agressao é falta de respeito, saia fora disso. Ninguem merece ser tratado dessa forma.
26 de abril de 2016 15:12

O comentário foi meu. Obrigado pela preocupação. Foi em 2003, na ocasião eu estava no chuveiro e quando dei por mim só vi estrelas, mas graças a Deus não lesionou. Não revidei e se fosse procurar uma Delegacia, com certeza não resolveria. Alguns comentários aqui só pode ser trollagem mesmo! A maioria dos homens não ficam quietos diante de um tapa na cara, um arranhão ou coisas do gênero. Eu li várias pesquisas que mostram que as mulheres agridem primeiro na maioria dos casos.

Anônimo disse...



Um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) aponta que as mulheres são mais agentes de casos de violência doméstica do que vítimas.

O Primeiro Levantamento Nacional sobre Padrões de Consumo de Álcool no Brasil, que foi divulgado nesta segunda (29), entrevistou 1.445 pessoas em todo o país.

Pelos dados, 5,7% das entrevistadas admitiram ter agredido o parceiro pelo menos uma vez nos últimos 12 meses; a ação partiu dos homens em 3,9% dos casos de violência.

A pesquisa também demonstrou que, apesar de mais constante, a agressão feminina é menos violenta.

Os homens afirmaram estavam embriagados em 38,1% dos atos de violência, contra apenas 9,2% entre o sexo feminino. Mas outro dado denota um conflito: 38,1% dos homens assumira ter bebid antes dos conflitos, e as mulheres afirmaram que eles tinham bebido em 44,6% dos casos.

O tipo de violência leve perpetrado por homens (7,4%) e mulheres (9,3%) foi “empurrar, agarrar ou sacudir”. A agressão com tapas foi uma das mais comuns, relatada por 4,2% dos homens e por 3,9% das mulheres em episódios de vitimização.

Entre os atos violentos considerados graves e que foram encontrados em índices mais elevados, as mulheres informam terem sido vítimas em casos de golpes com objetos (2,2%) e sexo forçado (1,2%).

Os homens informam que as duas agressões mais prevalentes contra eles foram os golpes com objetos (2,9%) e ameaças com faca (1,5%).
Comentários (4)

http://www.abril.com.br/noticia/comportamento/no_345105.shtml

Anônimo disse...

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/o-homem-nao-e-mais-violento-do-que-a-mulher-4mdsuzdsv51v5o4czzc0pja6m



Apesar dos índices que envolvem os homens em casos de violência – tanto na condição de vítimas como de agressores –, a afirmação de que eles são mais violentos que as mulheres não é correta, principalmente quando se leva em consideração o contexto em que os casos acontecem. Foi a essa conclusão que chegou a fisioterapeuta e sanitarista Rejane Aparecida Alves durante a produção da tese de mestrado As múltiplas e complexas faces da saúde do homem – um estudo da violência em Ribeirão das Neves (MG), pela Universidade Federal de Minas Gerais. Ela ressalta que a violência é consequência das relações humanas, sem relação com o sexo. “Reduzir a violência ao gênero é muito pouco”, critica.


OLHA AÍ UM ESTUDO CIENTÍFICO(PRODUZIDO POR UMA MULHER)

Anônimo disse...

Qual foi o objetivo da pesquisa?

A proposta inicial era fazer um estudo sobre a saúde do homem e a relação com a violência, isto porque a violência é o maior agravo para a saúde do homem. Porém eu e minha orientadora percebemos que alguns estudos eram fundamentados apenas em estatísticas e nos estereótipos culturais de masculinidade, o que dá o entendimento de que o homem é mais violento que a mulher. De fato, as estatísticas são altas, a taxa de homicídios envolvendo homens é 12 vezes maior que as mulheres, de acordo com dados de 2007 do Ministério da Saúde. Mas discordamos que o homem é mais violento do que a mulher.

O que o estudo revelou?

A violência não é uma questão de gênero, mas causada por um contexto. Eu pergunto “Qual é o conceito de violência?” É um conceito muito amplo, que depende de múltiplas e complexas causas. Para conhecer realmente os dados sobre o assunto, não podemos nos basear apenas no resultado final das estatísticas, mas no contexto, além do consenso de que o homem é mais violento que a mulher.

Ambos os gêneros são vulneráveis à violência, tanto na condição de vítimas como de agressores. O que define o papel de cada um são as relações de poder. A mulher também exerce violência, que é determinada pelo papel social que ela exerce. Se ela tem um papel mais forte no domicílio, por exemplo, a questão da violência acontece no ambiente familiar, em que as vítimas em potencial são as crianças. Mesmo que saibamos do processo de mudança no papel da sociedade, o modelo cultural patriarcal ainda é muito forte nesta questão.

Então violência exercida pelas mulheres é diferente da cometida por homens?

A maior habilidade do homem é a força. É óbvio que ele é biologicamente mais forte. Em contrapartida a mulher tem mais habilidade na violência verbal. É uma prática de violência mais simbólica, o que não significa que ela não pratique e que faça isso contra alguém que tenha força menor que a dela ou contra seus pares. Mas isso também não exime a mulher da violência física.

Como a pesquisa foi feita?

Fiz um estudo qualitativo, com grupos focais na cidade de Ribeirão das Neves, em Minas Gerais, que registra altos índices de violência. Promovi 30 grupos de discussões, com pessoas dos dois sexos e com a faixa etária entre 10 e mais de 60 anos, para realmente identificar as diversas faces da violência. Toda a análise foi fundamentada na teoria de Hannah Arendt, pesquisadora que afirma a violência é consequência das relações humanas, independente do sexo.

Quais as situações encontradas nos grupos focais?

Constatamos que muitos dos ho­­mi­­­cídios praticados por homens são mandados por mulheres. Pode ser que eles tenham realizado, mas foram pagos por uma mulher. Também verificamos que a mu­­lher se envolve mais na violência simbólica, principalmente como autora. Em muitos casos em que o homem cometeu o ato de violência contra a mulher, foi antes vítima da violência simbólica.

O que é preciso, então, para as análises dos dados sobre violência entre gêneros?

Temos que relativizar. Não desconsidero que os homens se envolvem intimamente com a violência, mas não são só eles. Não se pode dizer que a violência é coisa de homem, não é, mas dada pela condição humana. Cada um possui um perfil diferente, acarretado pela posição de dominação. A violência tem faces que não se traduzem em números, mas no contexto social e para saber quais são eles é preciso ir até as comunidades, perguntar para as pessoas.


ESTUDO FANTÁTISCO

Anônimo disse...


01/08/2013
Mulheres praticam mais violência doméstica que homens
Com informações da Fapemig

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Sempre que se fala em violência doméstica, a imagem criada no imaginário e na mídia envolve o homem agredindo a mulher.

A violência praticada contra o homem, por outro lado, é considerada uma exceção à regra.

Mas esses preconceitos precisam mudar rapidamente, sob pena do problema da violência doméstica não ser solucionado.

Foi o que apontaram os resultados surpreendentes do estudo realizado por Fernanda Bhona, na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais.

Violência da mulher contra o homem

Com um total de 480 participantes, a pesquisa apontou que 77% de um grupo de 292 mulheres com relação conjugal afirmam ter xingado, humilhado ou intimidado o parceiro, contra 71% das mesmas ações tomadas por eles.

A agressão física do companheiro - tapas, socos ou chutes - foi assumida por 24% das mulheres. E, segundo as próprias mulheres, apenas 20% dos parceiros cometeram o mesmo tipo de agressão contra elas.

Quando o ato violento deixa lesões, hematomas ou causa desmaio após a pancada, cerca de 13% delas são responsáveis pela ação, contra 9,5% das agressões masculinas infligindo danos às parceiras.

O quadro típico da violência doméstica só se confirmou nos casos de agressão sexual leve - a pesquisa revelou que 16% das mulheres foram forçadas a fazerem sexo com o parceiro, enquanto 14% dos homens foram obrigados a praticar o ato por suas companheiras contra a sua vontade.

Violência contra a família

As agressões podem se agravar ainda mais se existir consumo excessivo de álcool pelas mulheres.

Segundo a pesquisa, 54% de um grupo de 252 mulheres, que tinham filhos de até 18 anos, cometeram algum tipo de ato classificado como maus-tratos aos filhos, como bater com a mão fechada ou chutar com força, após a ingestão de bebida alcoólica.

A pesquisa não revelou nenhuma associação significativa entre o consumo de cerveja acima do permitido e a violência praticada pelas mulheres contra os homens.

No entanto, 26% das entrevistadas relataram brigas entre o casal após a ingestão de álcool, que deixaram lesões nas mulheres e 35,6% delas sofreram algum tipo de agressão física.

Há dez anos, outra pesquisa realizada em 16 capitais brasileiras apresentou resultados semelhantes à pesquisa de Fernanda Bhona. O nível de agressão psicológica entre os casais ficou em 78,3% e o de abuso físico, 21,5%, apresentando um cenário contrário ao que se atribui normalmente ao homem, o de agressor.

Anônimo disse...

OLHA QUE DESGRAÇA ESTE OUTRO LINK:

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/08/1323257-crise-economica-cria-superavit-de-tapas-e-gritos-em-casa.shtml

QUANDO A MULHER É AGRESSORA, TRATAM LOGO DE ATRIBUIR ESTE COMPORTAMENTO A UM FATOR GENÉTICO, PARA O HOMEM, É SÓ CADEIA. QUE MERDA É ESTA AFINAL?

Anônimo disse...

"praticados por homens são mandados por mulheres"
Mentira, e sem dado nenhum disso

ESSE ESTUDO É UM FIASCO

"Camaradas, quem ri de homem apanhando, levando bofetada, sofrendo violência sexual são vocês mesmo. São vocês que brigam, que se matam, se mutilam e ainda sobra violência para mulheres, crianças, idosos, homossexuais e trans.
São vocês que alimentam a cultura da violência. A cultura de procurar briga pra humilhar um que julgam mais fraco, vocês alimentam a cultura de resolver as coisas na porrada, vocês alimentam a cultura de que homem não chora e não apanha de mulher. A misoginia é tão forte que vocês se sentem um lixo quando apanham de uma mulher ou um homossexual; vocês cultuam homem forte e bombado como forma de intimidação; vocês justificam a violência com base na testosterona como se fossem animais selvagens.
Se há uma cultura que prega a ridicularização do homem que sofre a violência, olhem para seus congêneres e tentem mudar isso. Tenham auto crítica de repensar pq a masculinidade de vocês depende tanto de violência e subjugação. As feministas estão preocupadas é com as maiores vítimas dessa cultura de violência alimentada pelos homens."

Falou tudo minha amada, e reitero mais:

"Em blogs feministas:
"Uma mulher bateu em mim, me chamou de broxa, BUA BUA BUA, a sociedade não me apoia, meus parças, meus manos riem de mim, BUA BUA BUA"

Em qualquer outro lugar:
"Omen num xora"
"Vira maxo porra"

Na vida real:
"Ai minhas bolas" [cai uma lágrima]

Omen é trouxa demais, pura síndrome de Schrödinger"

Depois vem esses patifes chamar feminista de vitimista, mas quem é vitimista mesmo? Ah, dá um tempo omarada, eu sei q aquele carocinho duplo de vcs é bastante sensível, ah mas dá um tempo

Anônimo disse...

Hum, e cuspir em uma mulher só porque ela só por causa de um posicionamento político tá podendo isso minha gente?
Qual a agressão maior? a cusparada ou o suposto abuso da conversa escutada em um local barulhento? Foi ligado o abuso detect e foi dado o diagnóstico é ABUSO. Muito bonitinho esse ativismo de sofá, vamos chamar a polícia, aborde o cara, faça alguma coisa e bla, bla, bla. E a moça que levou a cusparada não merece a empatia?

Anônimo disse...

Cobra de quem tava lá e não fez nada, que tal?

Você quando vê uma mulher sendo abusada você intervém ou procura a feminista mais próxima e fica cobrando posicionamento dela? Muito confortável a sua posição - não faz nada e ainda acha alguém pra botar a culpa.

Anônimo disse...

"total de 480 participantes"
excelente demonstração, só q não

O resto é pura baboseira, pq pesquisa q se preste não se baseia em relatos voluntários, como se fosse uma ponião, qualquer um deles pôde ter mentido."foi assumido", é brincadeira né?

Ah vai arranjar um estudo mais sério, poderia linkar vários aqui pra mostrar um quadro verdadeiro sobre violência contra a mulher, mas puro Ctrl V + Ctrl V, puto q fugiu, me recuso

Ragnar disse...

Mas as próprias feministas suecas (país muito citado aqui pelas feministas) disseram para não intervir quando uma mulher for ameaçada, estuprada ou espancada por imigrantes. Aplico essa analogia a qualquer interferência de um homem em ajudar uma mulher, pois, tecnicamente, a proteção a fêmea seria do HOMEM. É algo até estranho. Nós causamos a violência né, mas também a protegemos. Como farão nesse caso, feministas?

Anônimo disse...

Anônimo disse...

"total de 480 participantes"
excelente demonstração, só q não

O resto é pura baboseira, pq pesquisa q se preste não se baseia em relatos voluntários, como se fosse uma ponião, qualquer um deles pôde ter mentido."foi assumido", é brincadeira né?

Ah vai arranjar um estudo mais sério, poderia linkar vários aqui pra mostrar um quadro verdadeiro sobre violência contra a mulher, mas puro Ctrl V + Ctrl V, puto q fugiu, me recuso


Ué, pra quem acredita na suposta história da suposta Amanda no post. A Amanda teria mentido? Será? Pelo menos foram pesquisas feitas por profissionais de universidades respeitadas.

Anônimo disse...

Falei com o cara da cuspida, não com o Ragnar.

Anônimo disse...

TIPO DE VIOLÊNCIA À MULHER

Violência física 51,68%
Violência psicológica 31,81%
Violência moral 9,68%
Violência sexual 2,86%
Violência patrimonial 1,94%
Cárcere privado 1,76%
Tráfico de pessoas 0,26%

http://www.mapadaviolencia.org.br/

Entre outras fontes verdadeiras, tá fácil ficar caçando na internet pesquisas duvidosas baseado em "admitiu", com nem 500 pessoas ou sem qualquer base né

Anônimo disse...

"total de 480 participantes"
excelente demonstração, só q não

O resto é pura baboseira, pq pesquisa q se preste não se baseia em relatos voluntários, como se fosse uma ponião, qualquer um deles pôde ter mentido."foi assumido", é brincadeira né?

Ah vai arranjar um estudo mais sério, poderia linkar vários aqui pra mostrar um quadro verdadeiro sobre violência contra a mulher, mas puro Ctrl V + Ctrl V, puto q fugiu, me recuso"

Corroboro

Anônimo disse...

Omen não protege nem a si mesmo, vai proteger quem? ragnar, MORRA, ng precisa da sua "proteção" seu verme, vá encher o saco do seu pai

Anônimo disse...

"Camaradas, quem ri de homem apanhando, levando bofetada, sofrendo violência sexual são vocês mesmo. São vocês que brigam, que se matam, se mutilam e ainda sobra violência para mulheres, crianças, idosos, homossexuais e trans.
São vocês que alimentam a cultura da violência. A cultura de procurar briga pra humilhar um que julgam mais fraco, vocês alimentam a cultura de resolver as coisas na porrada, vocês alimentam a cultura de que homem não chora e não apanha de mulher. A misoginia é tão forte que vocês se sentem um lixo quando apanham de uma mulher ou um homossexual; vocês cultuam homem forte e bombado como forma de intimidação; vocês justificam a violência com base na testosterona como se fossem animais selvagens.
Se há uma cultura que prega a ridicularização do homem que sofre a violência, olhem para seus congêneres e tentem mudar isso. Tenham auto crítica de repensar pq a masculinidade de vocês depende tanto de violência e subjugação. As feministas estão preocupadas é com as maiores vítimas dessa cultura de violência alimentada pelos homens."

Falou tudo minha amada, e reitero mais:

"Em blogs feministas:
"Uma mulher bateu em mim, me chamou de broxa, BUA BUA BUA, a sociedade não me apoia, meus parças, meus manos riem de mim, BUA BUA BUA"

Em qualquer outro lugar:
"Omen num xora"
"Vira maxo porra"

Na vida real:
"Ai minhas bolas" [cai uma lágrima]

Omen é trouxa demais, pura síndrome de Schrödinger"

Nunca foram ditas TANTAS VERDADES, mascus mais uma vez CALADINHOS (igual no post passado). Mas depois dessa né, vão falar o q?

Anônimo disse...

"total de 480 participantes"
Kkkkkkk piada né?

Uma fonte fidedigna pros maxos maxucados de plantão

http://www.senado.gov.br/senado/datasenado/pdf/datasenado/DataSenado-Pesquisa-Violencia_Domestica_contra_a_Mulher_2013.pdf

Anônimo disse...

Ragnar disse...

Anônimo disse...
Omen não protege nem a si mesmo, vai proteger quem? ragnar, MORRA, ng precisa da sua "proteção" seu verme, vá encher o saco do seu pai


É graças a todas instituições criadas pelo HOMEM que você sobrevive e é protegida. Seja a polícia, seja o político no congresso, seja o exercito protegendo nossa soberania, seja o judiciário, seja qualquer instituição das democracias ou não, tudo foi criado por nós e você é protegida exclusiva por nós, MACHOS. Não há sociedade em que as mulheres protegeram seus machos, obviamente, porque os motivos são puramente BIOLÓGICOS. Você deveria seguir a receita do feminismo sueco de que mulheres não precisam ser protegidas por homens e deixar bandidos, estupradores, qualquer tipo de agressor fazer a festa.
26 de abril de 2016 16:46

CORROBORO TOTALMENTE! BASTA VER OS COMENTÁRIOS DELAS: "UIII, EU VI UMA MUIÉ SER AGREDIDA. AÍ EU CORRI ATÉ UM POSTINHO DA PULIÇA PRA PEDIR AJUDA AO PULIÇA OMI" .

SEMPRE TEM QUE PEDIR ARREGO A UM HOMEM, O DESGRAÇA!

Anônimo disse...

16:44

Aspecto de uma pessoa q foi devidamente refutada, agora só restou espantalhar, e de maneira burra, até pq nem sabe do q cultura de estupro se trata, pode sentar lá,

e tá comentando com CAPS LOCK ASSIM PQ? TÁ NERVOSINHO? Põe o dedo no cu q passa

Anônimo disse...

Que discussão inútil. Até hoje gostaria de entender com qual intuito vocês, homens, entram aqui no blog. Obviamente não estão dispostos a agregar ao feminismo, nem se importam com o movimento ou com o benefício que ele traz a milhares de mulheres.

A conversa é sempre a mesma, os argumentos também. Enfim, só acho meio cansativo. Acho que vocês poderiam gastar o tempo que desfilam ódio aqui com qualquer coisa mais construtiva à vida de vocês.

Anônimo disse...

Não ragnar, omem nenhum me protege, muito pelo contrário, vcs só causam mal

Todos os crimes - 99% são omens quem cometem, isso é estar protegida? KKKkkk q piada

"Polícia", "congresso", exército", puto q fugiu, omen não se manca mesmo.

Vou reafirmar um comentário aqui, muito verdadeiro por sinal:

"Camaradas, quem ri de homem apanhando, levando bofetada, sofrendo violência sexual são vocês mesmo. São vocês que brigam, que se matam, se mutilam e ainda sobra violência para mulheres, crianças, idosos, homossexuais e trans.
São vocês que alimentam a cultura da violência. A cultura de procurar briga pra humilhar um que julgam mais fraco, vocês alimentam a cultura de resolver as coisas na porrada, vocês alimentam a cultura de que homem não chora e não apanha de mulher. A misoginia é tão forte que vocês se sentem um lixo quando apanham de uma mulher ou um homossexual; vocês cultuam homem forte e bombado como forma de intimidação; vocês justificam a violência com base na testosterona como se fossem animais selvagens.
Se há uma cultura que prega a ridicularização do homem que sofre a violência, olhem para seus congêneres e tentem mudar isso. Tenham auto crítica de repensar pq a masculinidade de vocês depende tanto de violência e subjugação. As feministas estão preocupadas é com as maiores vítimas dessa cultura de violência alimentada pelos homens."

"Em blogs feministas:
"Uma mulher bateu em mim, me chamou de broxa, BUA BUA BUA, a sociedade não me apoia, meus parças, meus manos riem de mim, BUA BUA BUA"

Em qualquer outro lugar:
"Omen num xora"
"Vira maxo porra"

Na vida real:
"Ai minhas bolas" [cai uma lágrima]

Omen é trouxa demais, pura síndrome de Schrödinger"

Anônimo disse...

Depois dos dados duvidosos, pesquisas tendenciosas ("480 pessoas confessaram" kkkk), da pérola máxima: todos os omicídios do mundo são causado pelas mulheres, elas é quem mandam os omens matar (então omens são escravos das mulheres? óooo)

Não espero mais nada vindo de omen, sinceramente, depois reclamam quando os chamam de anomalia y, se bem q eu tô me convencendo q são isso mesmo

Anônimo disse...

16:51

não fica nervosinho comentando com CAIXA ALTA NÃO MASCU, põe o dedo no cu e massageia lá a sua próstata q a tensão passa rapidinho

Anônimo disse...

Meninas, parem de responder comentários que não agregam em nada. Não vale a pena. Vocês se estressam à toa e o blog acaba cedendo espaço para esse tipo de intriguinha desnecessária.

Enquanto a Lola não decide bloquear esse tipo comentário, façamos a nossa parte.


Julia disse...

Va chupar a rola de um viking, Ragnar.

Anônimo disse...

Anônimo disse...

Que discussão inútil. Até hoje gostaria de entender com qual intuito vocês, homens, entram aqui no blog. Obviamente não estão dispostos a agregar ao feminismo, nem se importam com o movimento ou com o benefício que ele traz a milhares de mulheres.

A conversa é sempre a mesma, os argumentos também. Enfim, só acho meio cansativo. Acho que vocês poderiam gastar o tempo que desfilam ódio aqui com qualquer coisa mais construtiva à vida de vocês.

26 de abril de 2016 16:51

Nem todo homem vem aqui destilar ódio. Eu por exemplo, trouxe dados que revelam que a violência atinge todos nós independente de gênero. Só que existem feministas que não conseguem aceitar este fato. Várias pesquisas no Brasil e no mundo, dão conta que mulheres agridem mais. Estes dados não são para convalidar a violência, mas podem nortear políticas públicas para resolver este problema. Outro dia atendi uma mulher, por exemplo, e orientei-a que em certos momentos, não é de bom alvitre discutir a relação, ou fazer cobranças. No caso em questão o companheiro dela acabara de chegar do serviço. As mulheres tem que ser orientadas que às vezes não convém direcionar cobranças no momento em que o homem está cansado por exemplo e também orientar aos homens que certas atitudes para com as mulheres não será eficaz em determinada situação. Se não é possível o diálogo, há que se estimular a criação de núcleos de assistência para que haja a resolução de conflitos.

Anônimo disse...

"omicídios praticados por homens são mandados por mulheres"

PQP (puto q fugiu), quem é q leva uma pesquisa dessa a sério? Francamente

Eis aí, (com fontes realmente sérias) como se faz uma pesquisa e como se levanta dados DE VERDADE

http://www.senado.gov.br/senado/datasenado/pdf/datasenado/DataSenado-Pesquisa-Violencia_Domestica_contra_a_Mulher_2013.pdf

Omens façam um favor, deixem de ser menos burros

Anônimo disse...

Não dá pra aguentar esses arjumentos falaciosos desses mascus de merda. Eu sinceramente não entendo por que a Lola aceita esses lixos masculinistas infestando o blog dela.

Anônimo disse...

Eita! Coitado do viking, merece algo melhor que esse traste.

Ana disse...

Nao sei se foi trollagem ou não, mas ri demais com o cara que defende a malhação como solução pros problemas da humanidade.

#FIKAGRANDI

Apóio o tal de Thomas, vamos criar um insta chamado Feminista da Maromba.
O primeiro tutorial vai ser ensinando como o trapézio descendente pode contribuir pra igualdade de gêneros.

Anônimo disse...

Esses comentaristas masculinos que não agregam em nada só teriam alguma serventia às mulheres se começassem a dizer toda a verdade sobre eles mesmos, sobre como eles são uns bostas desgraçados e desprezíveis. Mas parece que não vai rolar, eles são inúteis e covardes demais até pra isso, são extremamente falsos, mentirosos, canalhas.

Ana disse...

Thomas, no futuro não haverá mais separação entre homens, mulheres, transporte, gays, lésbicas, bis.
A Maromba está levando a sociedade pelo caminho da igualdade.
No fim, seremos apenas #Monstros.

titia disse...

Machinhos revoltados, se vocês se preocupam tanto assim com os homens, vão fazer uma campanha. Saiam por aí dizendo nas mídias e para os seus conhecidos e familiares que violência doméstica não é piada, que homens são agredidos e devem ter acolhimento nas delegacias. Mas é mais divertido rir e chamar os coleguinhas que denunciam a mulher agressora de viado mangina frouxo fracote né? Bom, deixa a titia explicar uma coisa: ou vocês combatem o machismo que menospreza a violência contra os homens ou vocês se divertem chamando os coleguinhas de viado mangina frouxo fracote. Os dois ao mesmo tempo NÃO ROLA. Ok? Vou lá buscar o rabecão pros mascus que caíram mortos de choque de realidade ao ler isso e já volto.

Anônimo disse...

Anderson Gomes 10 horas atrás
se uma mulher chegar a agredir um cabra safado porq alguma coisa ele fez pra deixala furiosa pau no vagabundo mesmo.

Anderson Gomes 3 dias atrás
homem tem que apanhar mesmo de mulher se tiver errado, e nunca levantar a mão pra uma, pois homem é safado mesmo e mulher tá certa no q pensa.


**********

Um homem sensato :)

Anônimo disse...

Ragnartroll, é proibido uma feminista pedir a ajuda de um policial, um agente do Estado e pago pelos impostos de tds (inclusive as feministas)? Pode citar que lei é essa?

Anônimo disse...

"Com o agravante de apelar para a masculinidade do homem"... Aff. Se o homem amadurecer um pouquinho, vai descobrir que 'ofender a masculinidade' não é ofensa.

Anônimo disse...

Uma pessoa sensata, anon, sai de casa e espera esfriar a cabeça. Respira fundo e pensa uma, duas, dez milhões de vezes antes de fazer "uma bobagem".
Essas "bobagens" levam milhares de vidas, todos os dias. Somos humanos e estamos sujeitos a falhas. Temos de saber lidar com essas falhas, as minhas e as suas.
Agressão nunca é a alternativa, precisa haver diálogo. É preciso aceitar que "um momento" não justifica uma vida. E você sabe que é verdade: as mulheres são diariamente vítimas desses "momentos". Homens também são, é verdade, mas aqui faço uma ressalva: neste caso, vocês também são os agressores.

O machismo não é ruim apenas para as mulheres. O feminismo sempre toca nessa tecla, mas vocês insistem em não ver.

Anônimo disse...


A intervenção urbana MÁFIA - exposição interativa, realizada pelo grupo artístico Desvio Coletivo que dirijo ao lado dos parceiros Marcos Bulhoes e Marcelo Denny é uma ação apartidaria que deu uma resposta simbólica ao vice presidente Michel Temer, e mais 37 deputados, com nomes vinculados ao cometimento de crimes e que votaram sim ao processo de impedimento de uma presidente eleita democraticamente. A ação foi fomentada com recursos do próprio coletivo, nenhuma das pessoas recebeu cachê e aceitaram participar por convicção política.Para realização dessa performance eu escolhi simbólicamente o deputado Jair Bolsonaro para passar duas horas cuspindo. Vomitei diversas vezes também. Quase ao final da intervenção tomei a decisão de urinar e defecar sobre sua foto em sinal ao tamanho desprezo que eu e milhares de pessoas temos por um político fascista, tiéti de torturador, racista, homofóbico e machista. Fiz e faria outra vez.
Realização: Desvio Coletivo e artistas convidados
Video
https://www.facebook.com/pritoscano/videos/945741922209936/

Anônimo disse...

Masculinidade e sinônimo de machismo, e e doença hormonal e social.

Anônimo disse...

Aham Thomas... certeza q vc é super fortão... Toddynho é vitaminado!!!

Anônimo disse...

"Nem todo homem vem aqui destilar ódio. Eu por exemplo, trouxe dados que revelam que a violência atinge todos nós independente de gênero."

Ou seja, mais um pra vir desviar o foco do assunto e focar novamente em machos, essas pobres e indefesas vítimas das mulheres, coitados, os "injustiçados pela sociedade". Ainda põe a culpa nas mulheres pela agressões sofridas nas mãos de marmanjos covardes, criados pra dominar, ter poder e usar violência pra conseguir o que querem.

Mais um lixo masculinista importunando. Sua tentativa patética de manipular e parecer justo, sensato e ponderado falhou terrivelmente. Próximo...

Anônimo disse...

Esse link já refuta tudo quanto é xoro de maxo maxucado, e q até agora fingiram q ignoraram esse fato:

http://www.senado.gov.br/senado/datasenado/pdf/datasenado/DataSenado-Pesquisa-Violencia_Domestica_contra_a_Mulher_2013.pdf

Seus lixos, as cópias e colas q vcs fazem de textos do fundo da internet (amostragem de 480 pessoas, só por aí já mostra a natureza dessa "pesquisa") não convencem ng aqui não, se informem melhor

Ah esqueci, são omens, inteligência não é ponto forte desses trastes

Anônimo disse...

Alguém comparou gays com pedófilos falando em cura gay e cura de pedófilos como se fossem a mesma coisa. Foi uma comparação muito infeliz.
Ninguém se livra de qualquer violência sendo lésbica, pois pode haver violência (inclusive física) de uma mulher contra outra.

Anônimo disse...

Acho muita falta de sensibilidade de algumas feministas, além de ser muita ignorância fazer campanha para forçar uma suposta homossexualidade. Sem falar que mulheres que são vítimas de abusos vindos de outras mulheres não costumam ser bem acolhidas pelas feministas.

Liana hc disse...

Não costumo interferir diretamente se eu achar que a minha própria segurança ficaria em risco. Caso tivesse algum policial por perto, eu chamaria. É complicado meter a colher, pois isso pode agravar a situação da vítima depois, caso ela não tenha uma rede de apoio e condições financeiras favoráveis. Adicione o agravante de se ter criança envolvida. Complicado é pouco. Nem sempre podemos fazer algo de imediato, não dá pra abraçar o mundo com as mãos. Mas isso não significa ficar indiferente. Prefiro me ater ao que eu consigo lidar, e agir a partir daí.

Anônimo disse...

"Várias pesquisas no Brasil e no mundo, dão conta que mulheres agridem mais." PORRA! Nos próprios dados da ONU apontam que 95% dos criminosos do mundo são homens. Que uma entre cada seis mulheres vão ser vitimas de violência doméstica e sexual. Em todos os países do mundo os homens são mais violentos, independentemente de ser o oriente médio ou os países escandinavos. Em todas as épocas que a humanidade também. ai aparece um macho falando que o fato é mentira. Desculpe, mas nesse momento, o melhor que você pode fazer é ficar caladinho e parar de falar merda.

Anônimo disse...

Que inversão absurda da realidade. Não tem ninguém forçando homossexualidade. A heterossexualidade que é forçada, ensinada, aplaudida, propagandeada por todos os meios possíveis em todos os lugares e pra todo mundo desde o nascimento. A heterossexualidade é imposta como normal, natural e como o único caminho possível ou desejável a todo mundo. Por isso que se fala em heterossexualidade compulsória ou obrigatória.

Anônimo disse...

Que conveniente falar em violência de mulher contra mulher, hein? Tava demorando pra tirarem essa cartinha da manga... O que falta pra vocês se juntarem aos mascus nesse planinho patético de desviar o foco de um assunto tão sério e urgente que é a violência masculina contra as mulheres? Vão começar a chorar também em defesa dos homens oprimidos e agredidos por mulheres muito cruéis e violentas? Se não forem os mesmos vermes, não tá faltando muito pra se juntarem definitivamente com eles...

Anônimo disse...

O próprio mapa da violência diz que 95% das vítimas de homicídio são homens.

Anônimo disse...

pq ceis odeiam agente nois ama vcs tanto :(

Malevolo disse...

Na minha visão o problema é o seguinte. Se eu homem intervir numa situação dessa e simplesmente apartar a situação, a vitima vai sofrer coisa muito pior quando voltar para casa por um simples motivo.

O agressor vai achar que eu sou o "macho" dela, que é por minha causa que ela tá sendo "rebelde", "desobediente", e provavelmente ou ela vai parar no hospital ou no necrotério, essa é a realidade dura, mas é a realidade.

Sendo assim se alguém for intervir só a uma solução para um agressor de mulheres, na verdade para qualquer agressor que abusa da fragilidade de outro ser humano, EXECUÇÃO SUMÁRIA.

Desse modo limpa-se a sociedade e livra-se da genética maldita.

Anônimo disse...

Acho que é sempre bom chamar a polícia, caso a agressão já não estiver ocorrendo. Se estiver, tem que avaliar o risco de intervir. As vezes só chegar perto do casal já' intimidaria a briga em local publico'.

Mas é complicado. A vítima de agressão doméstica precisa de acompanhamento e tempo para sair da situação de abuso. Infelizmente.

Aconteceu comigo em duas situações.
Em uma, o cara deu um soco no rosto da namorada. Por sorte tinha um carro da polícia passando e nós paramos a viatura. O cara quis brigar com os policias e a moça ficou 'acalmando' o namorado pra não 'fazer besteira'. Não vi o desfecho.

Noutro caso, os vizinhos estavam brigando na rua. A menina sentada na calçada e o cara foi tentar levar ela pra dentro. Ele não aguentou o peso pra levá-la no colo e então começou a arrastá-la. Chamei a polícia. Chegaram logo. tb não vi o desfecho...

Kamylla Bezerra disse...

É uma situação bem complicada e triste. Uma vez estava na área externa de uma boate na cidade onde morava ano passado, e do nada eu vi o cara dando 2 socos numa mulher, estavam um pouco longe de mim, mas na minha visão. Ninguém fez nada. Eu levantei e gritei para ele parar, tentando chamar atenção dos homens que estavam a volta para segurar aquele monstro. Ele não deu o 3 soco, saiu e foi embora. Tentei conversar com a menina e me pareceu que ela não gostou, sabe? Os seguranças e o dono da boate vieram para dar alguma atenção a ela, afinal acabara de ser vítima de um crime. Ela só disse que estava tudo bem e perguntava pelo rapaz, se tinham visto ele sair, para que lado. Eu perguntei se ela queria dar queixa dele, se tinha como voltar para casa sozinha, se precisava de algo e a atitude dela foi se distanciar. Acho que pode ter ficado envergonhada, sei lá. Foi bem triste pra mim ver aquela menina que acabou de apanhar ainda estar preocupada com o cara.

Anônimo disse...

olha, só o fato de vc saber, com certeza, que sendo você no lugar da pessoa qualquer intervenção externa seria bem-vinda já mostra a responsabilidade que cada um, que todo mundo tem em agir quando a oportunidade aparece.

em alguns países, campanhas contra a violência sexual estão dialogando justamente com os bystanders, demonstrando a importância de fazer alguma coisa. Um simples grito com a pessoa, fingir que conhece e se aproximar fazendo aquela festa, aquele barulho, chamando a atenção de outras pessoas já costuma dar uma encolhida na intenção do agressor. Se você se omite, é como se você estivesse fazendo junto. Menos textão e mais ação, companheiras.

Anônimo disse...

A sociedade machista sempre incentiva mulheres a se envolverem com homens bombadões que mais parecem monstros com a falácia de que elas se sentirão 'protegidas' com homens desse tipo. Sendo que esses tipos geralmente são egocêntricos, egoístas, ogros e violentos, sob raras exceções.

titia disse...

23:07 homens são 95% das vítimas de homicídio cometidas por... adivinha... OUTROS HOMENS. Pare de jogar a culpa dos seus problemas nas mulheres, os causadores dos problemas dos homens são vocês mesmos e seu modelo de masculinidade doentio e violento. Ah, pare também de tentar fazer os homens de coitadinhos pra que as mulheres se calem. Nós não vamos nos calar. Lutem vocês mesmos pelo fim da violência (de homens) contra (outros) homens. Vocês já são grandinhos, não precisam que as mulheres lutem por vocês.

Anônimo disse...

Quando pode fazer algo útil, dá preguiça, né? Entendo.

Anônimo disse...

Homicídios praticados por outros homens.

Anônimo disse...

O sujeito senta em frente à TV e vibra quando um carro com pretos jovens e favelados é fuzilado pela polícia por parecer suspeito. O sujeito acha maneiro linchamento do preto morador de rua pelos cidadãos de bem "bandido bom é bandido morto". O sujeito acha que deve ter pena de morte.
Aí ele entra na Internet e vê uma notícia sobre violência contra a mulher. Se arma com todo a sua misoginia e vai refutar as feminazi. "Homens são atingidos pela violênciaa! Homens são os que mais morrem!, Parem de reclamar se os maridos de vcs estão matando, calem a boca e aceitem que nós morremos mais que vocês". Nesse momento, ele usa a violência contra o preto pobre (as maiores vítimas desse 95% de homicídios) como se fosse a violência que ele sofre também. O "Nós" é ele, o cidadão de bem, e também o bandido que ele adora ver morrendo nos programas policiais. Curiosa essa conveniência né?

Anônimo disse...

"Menos textão e mais ação, companheiras."

Difícil né, galera se acovarda meeeeeeeeeeeesmo. Mas na hora de precisar do Super-Herói ou heroína, aí é um tal de "Salve-me! Salve-me!" sem fim kkkkkkkkkkkk hipocrisia pouca é bobagem.

E sim, quem se omite tendo possibilidade de fazer algo, faz junto. Tem situação que eu concordo, você pode tomar um tiro sei lá. Agora, quando não é o caso, e tem inuuuuuuuuuuuuuuuuuumeros casos assim, que você só tem que pegar um telefone, ou gritar pra chamar atenção de outras pessoas pra aquela cena, ou desacelerar o carro e buzinar feito um maluco aí meus amigos já é safadeza. Viu a mulher apanhando e não fez nada? Bateu também. Viu a mulher sendo estuprada e não fez nada? Estuprou junto. Depois fica aí com culpa... pois é. Como é grave a culpa de um omisso perto da violência que alguém sofreu e que poderia ter sido impedida, realmente dá até pena desse sofrimentão todo, fico comovidaça.

Já fui salva de um assalto (ou talvez coisa pior) por um morador de rua que nem quis nada em troca, beijou minha mão e me esperou entrar na estação do metrô. Tem desculpa não gente. O que tem é caráter. Ou não.

Anônimo disse...

Uma vez viajamos a passeio eu, minha sogra, meu cunhado, meu irmão, três amigos do meu irmão e meu noivo, ficamos todos juntos no mesmo apartamento. Em dado momento a noite meu irmão e os amigos saíram e eu e meu noivo iniciamos uma discussão terrível.

Meu noivo trancou a porta do quarto em que estávamos só nos dois, e começou a gritar comigo, em dado momento da discussão ele começou a me xingar alto de inútil, desgraçada, e muitos outros piores, pedindo enfim que eu retirasse a minha aliança se não ele me matava, como minha aliança estava muito apertada ele ficou gritando alto que ia me matar e se aproximando cada vez mais de mim, eu me vi sem saída pois minha sogra e meu cunhado estavam no apartamento e nada fizeram, lá embaixo eu ouvia risos, e conversas de outras pessoas mais ninguém interviu.

Em dado momento me senti encurralada e gritei com ele "se vai matar, mata de uma vez." Foi ai que escutei algumas batidas na porta, e a mãe dele falou que estávamos faltando respeito com os demais moradores, e que roupa suja se lava em casa, falou que nos dois fôssemos deitar senão ligaria para a polícia. Não sei se ela utilizou as palavras certas, mais o certo foi que ela interviu de alguma forma, e após essa ação o meu noivo se deitou e eu tive oportunidade de sair do quarto. Recebi o desprezo da minha sogra, e depois me senti obrigada a me desculpar com ela e meu cunhado, fiquei me sentindo culpada por muito tempo. E só depois raciocinei que eu havia sido ameaçada de morte, ele havia me falado que ia quebrar minha cabeça no mármore do banheiro, foi horrível a sensação.

Enfim, acredito que se deve intervir sim, ligar pra polícia, ou se precisar intervir conversando falando para que as pessoas se acalmem, chamando outras pessoas para auxiliar na intervenção se for necessário.

Anônimo disse...

Minha filha se estão apenas discutindo ngm tem que meter culher nenhuma não... Na boa!!! O tanto que discuto com meu namorado se as pessoas perdessem o tempo pra meter a culher... Tem que meter o bico onde há agressão, vejo crianças sendo espancada ngm fazendo nada,affff isso me revolta! Discussão não merece intervenção !!!! Sejem Menas!

Marcia disse...

Por que a fala da pesquisadora, que alerta para o fato de que a violência cometida pelos homens têm efeito diferente, mas drástico, como demonstram as estatísticas de homicídio foi cortada do seu post? Por que também não qualificou o cenário onde essas agressão acontecem, e qual o resultado para as vítimas? O estudo é sério, e tem validade científica, mas a omissão das premissas e avaliação dos resultados segue fins de defesa do machismo que são insustentáveis e lastimáveis.

titia disse...

"Culher", mascu? Mas logo "culher"?

Anônimo disse...

Sabe o que é o fim? Você.

Dan

Anônimo disse...

Cara, vai se tratar. Seu caso é sério.

Dan

monalisa_eternal@hotmail.com disse...

Minha mãe já dizia que não tem sangue de barata pra ver uma mulher apanhando e não fazer nada. Quando eu tinha uns 11 anos, estava em frente de casa e tinha duas moças que moravam sozinhas, chegou um cara de moto, entrou sem bater e veio arrastando ela pra fora, pegou ela pelos cabelos e começou a bater o rosto dela na parede de cimento, eu corri pra dentro chamar minha mãe, ela pegou uma vassoura e do outro lado da rua começou a falar pro cara parar de bater senão ia chamar a polícia, ele não parou e ela entrou, ele montou na moto e rapidinho sumiu. Quando eu tinha 13, o ex marido recente de outra vizinha invadiu a casa e também trouxe ela pra fora arrastada, quando ela tentou entrar ele fechou o portão no braço dela, enquanto o filho de 10 anos pedia chorando pra ele parar, e eu e outra amiga tbm criança, os vizinhos sairam na garagem e ficaram olhando somente. Quando eu tinha 14 foi a vez da minha mãe apanhar e nenhum vizinho fez nada, mesmo com os escândalos que meu pai dava quebrando e jogando na Rua. Quando eu tinha 20 escutei uma mulher chamando vizinha no muro da casa da outra rua, ela nos pediu um prato de comida pq estava grávida de 3 meses, o marido havia trancado ela lá e sumido há 2 semanas e estava há 3 dias sem comer. Chamamos a PM, além do BO, eles deram $$$ pra ela voltar pra terra dela. Dias depois o marido tava olhando lá por cima do muro se perguntando como ela escapou. Sempre que necessitar ajudar uma vítima de violência doméstica de algum jeito eu o farei.

Denise disse...

Impressionante como a caixa de comentários sempre fica esquizofrenica! O assunto do post é 90% das vezes desvirtuado e se começa a discutir mimimi masculino. Dai-me paciência…

Enfim, quanto ao post, eu também não sei como eu reagiria. Concordo com alguém que comentou acima que eu talvez avaliasse se a minha integridade física estaria correndo perigo. Com a violência e a impunidade disseminadas no Brasil, acho muito complicado reagir a algo assim sem saber se a outra pessoa está armada ou do que ela é capaz. Acho que eu avaliaria a situação na hora e se possível faria alguma intervenção, mas não sei prever qual.

Anônimo disse...

Eu nunca presenciei violencia contra a mulher.
Mas ja presenciei violencia contra criancas. E eu me intrometi sim, falei que era errado sim e que iria ligar ao conselho tutelar se aquilo nao parasse.

Uma vez, inclusive, aconteceu dentro do onibus interestudual. A mulher entrou no onibus com QUATRO filhos. O mais velho tinha 6 ANOS, depois mais dois que eu nao perguntei a idade e uma bebezinha de colo. A mae sentou na minha frente com a bebezinha de colo e uma das criancas, e o mais velho sentou logo perto, com a outra crianca um pouco mais nova.
Viagem longa. Eu nao entendia direito toda a dinamica que acontecia ali, mas era como se a crianca quisesse brincar com o mais velho (outra crianca , de 6 anos), o mais velho dormia, dai a crianca ia incomodar a mae, que estava com o bebe e mais outra crianca. So sei que por duas vezes, durante a viagem, a mae se levantou do seu banco e foi bater no mais velho, disse que ele tinha que ajudar a olhar os irmaos. Na primeira vez que bateu, eu olhei feio (nao sei se ela percebeu), na segunda vez eu me levantei e fui ate ela e falei que a decisao de ter varios filhos tinha sido dela, que ela que deveria cuidar (inclusive do mais velho), e que se ela batesse nele mais uma vez eu iria telefonar pra policia tao logo o onibus parasse na proxima cidade. E expliquei o quao errado era bater em crianca.

Anônimo disse...

Credo!
Se for assim vamos desativar o corpo de bombeiros, por que a grande maioria tem pinto e isso não gera empatia,e ninguém tá ligando pro belíssimo trabalho que eles fazem na sociedade,inclusive ajudando mulheres.

Anônimo disse...

Homens parecem ter uma fonte interna inesgotável de desonestidade e cinismo...