segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O QUE UM CASAMENTO ABERTO ENSINOU A UM HOMEM SOBRE FEMINISMO

Pedi a super querida Elis para traduzir este texto interessantíssimo de Michael Sonmore. Saiu na New York Magazine mês passado e deu muito o que falar.
Relacionamento aberto e poliamorismo não são a minha praia, e podem não ser a sua. Ainda assim, a narrativa de Sonmore é muito válida. 

Enquanto estou escrevendo, meus filhos estão dormindo em seu quarto, Loretta Lynn está cantando no rádio e a minha esposa está em um encontro com um homem chamado Paulo. É o segundo encontro dela esta semana, o quarto este mês. Se tudo acontecer normalmente, ela chegará em casa no meio da noite, deitará ao meu lado e me contará tudo sobre como foi o sexo com Paulo. Eu não vou explodir com raiva nem remoer ressentimentos. Vou falar para ela que é uma história excitante e que estou feliz por ela ter se divertido. É excitante porque ela está animada, e eu estou feliz porque sou feminista.
Antes da minha esposa começar a dormir com outros homens, eu certamente me considerava feminista, mas na verdade só entendia o conceito de forma abstrata. Quando parei de trabalhar para ficar em casa com as crianças, comecei a entender em um nível diferente. Eu sou um dono de casa financeiramente dependente, que lida com a dificílima provação que é criar filhos. Agora que entendo a realidade da situação, eu não culpo as mulheres por exigirem mais para si mesmas do que a vida de uma dona de casa. 
Ainda assim, como homem, se eu quisesse, poderia retratar o que faço como "trabalho" e, assim, reivindicar para mim o prestígio que os homens tradicionalmente derivam do "trabalho". Sempre que digo a alguém que fico em casa com as crianças, a pessoa invariavelmente comenta, "É o trabalho mais difícil do mundo." As pessoas dizem isso porque a única forma de tratar um homem que fica em casa com os filhos é falar que o que ele está fazendo é um trabalho duro. 
Mas há uma mensagem subjacente ao elogio que faz dele ambíguo: todos nós sabemos que ninguém nunca diz isso às mulheres. Mulheres cuidam, homens fornecem cuidados. A diferença é crucial. Apesar da minha retirada completa do mercado e das fontes tradicionais da identidade masculina, eu ainda posso argumentar que sou um provedor. Eu forneço cuidados.  
Dessa forma, minha autoimagem masculina foi esticada, mas não quebrou. Apesar da sacola de fraldas, eu ainda era um Homem. Não foi até a minha esposa mencionar, uma noite, que ela tinha beijado outro homem e gostado e que queria mais do que beijar na próxima vez que eu percebi o quanto o meu status de Homem dependia de um único fato:
que a minha mulher transasse só comigo. 
***
Quando as pessoas perguntam como tudo começou, eu respondo isto: nós nos casamos cedo. Ela havia transado antes, mas apenas com algumas pessoas algumas vezes. Ela nunca tinha tido um namorado, nunca teve um amante. Eu fui o primeiro homem que ela teve a chance de conhecer de maneira íntima. 
Quanto ela tinha 30 e poucos anos, já tendo tido nossos filhos, entrando em sua melhor fase sexual, ela sentiu intensamente sua falta de experiência sexual. Felizmente para mim, ela estava disposta a conversar sobre o assunto, disposta a perguntar se eu estaria aberto a explorar outras opções. Nós abrimos uma garrafa de vinho e começamos a conversar, conversar e conversar.
Ela não apresentou a questão como uma questão feminista, mas depois de me perguntar muito por que a ideia da minha esposa fazer sexo com outros homens me incomodava, eu cheguei a algumas conclusões: a monogamia significava que eu controlava sua expressão sexual e, sem querer parecer um especialista em estudos sobre as mulheres, a opressão do patriarcado se resume, basicamente, ao medo dos homens de que mulheres independentes sexualmente sejam mulheres que eles não conseguem controlar. 
Não temos medo de seu intelecto, seu espírito ou sua capacidade de ter filhos. Temos medo de que, quando for a hora do sexo, nós não sejamos os escolhidos. Esse medo mesquinho nos levou a uma cultura de fazer julgamentos sobre todo o espectro da expressão sexual feminina: Se uma mulher gosta de sexo, ela é uma vadia e uma prostituta. Se ela só gosta de sexo com seu marido ou namorado, é chata e sem graça. E se não gosta de sexo, é frígida e sem sentimentos. Toda opção é uma armadilha. 
O feminismo sempre retorna ao sexo, mesmo quando estamos falando de qualquer outra coisa. A questão não é que todas as mulheres devem ser aventureiras sexuais. O celibato é uma expressão tão válida quanto a licenciosidade. A questão é que as mulheres é que devem decidir, e não os homens -- mesmo os homens com quem elas são casadas. Para a minha esposa, a escolha entre honrar nossos votos e saciar seus desejos era uma escolha falsa, outra armadilha. 
Ela sabia o quanto nosso amor era profundo, e sabia que o fato dela desejar uma variedade de experiências sexuais conforme nós passávamos a vida juntos não diminuiria ou atrapalharia esse amor. Eu precisei de seis meses -- muitas conversas longas e intensas e um oceano de vinho tinto -- para saber disso também.
Quando minha esposa me disse que queria abrir nosso casamento e ter outros amantes, ela não estava me rejeitando, estava abraçando a si mesma. Quando entendi isso, eu finalmente me tornei um feminista. 
***
Isso aconteceu há dois anos e, no momento, nunca fomos mais felizes, nunca estivemos mais em sintonia, mais próximos, unidos, fortes. Qualquer que seja o poder a que eu renunciei, não me faz falta. Eu não recomendaria isso a todos, mas digo a todos que funciona para nós.  
Como funciona? Nós nos alternamos para sair. Como temos filhos pequenos (com 3 e 6 anos de idade), um de nós fica em casa. (Não gostamos de contratar babás porque limita nosso horário, preferimos sair despreocupados em vez de ficar pensando que vamos virar abóboras à meia-noite.) Sair sozinhos para encontrar outras pessoas foi uma transição fácil. Funciona para os dois e, sim, eu também tenho minha carta branca sexual. Só não uso a minha tanto quando minha esposa usa a dela. O que é importante é a igualdade de oportunidade, não os resultados.
Qual é a sensação? Ótima... na maioria das vezes. Na maior parte do tempo, a sensação é de estar lidando de maneira madura e responsável com nossos desejos e necessidades dentro de nosso casamento cheio de amor e apoio mútuo. A sensação é de ser adulto, especialmente porque tudo depende de uma comunicação honesta e aberta. Nós nos orgulhamos muito de todas as nossas conversas. 
Eu conheço muitas pessoas que dizem que nunca irão se casar porque não querem se divorciar, e ouvir isso sempre me entristece porque elas estão se privando da magia que acontece quando duas pessoas compartilham suas vidas. As pessoas não se divorciam porque não aguentam mais compartilhar, elas se divorciam porque sentem que não podem compartilhar o suficiente. Eu nunca esqueço que minha esposa é uma pessoa completa em si mesma, um indivíduo completo e dinâmico e, embora estejamos juntos, não somos um só. 
Muito frequentemente, as pessoas ficam presas nos papéis de marido e mulher, e abre-se uma lacuna entre o que elas acham que deveriam ser e quem realmente são. Abrir nosso casamento nos permitiu preencher essa lacuna, de modo que a pessoa que chamo de "esposa" é a mesma pessoa que minha esposa vê no espelho. Mentir para o outro começa com mentir para si mesmo, e agora não precisamos mentir para ninguém.  
Existem, claro, momentos de ciúmes, ressentimentos e insegurança. Recentemente, minha esposa saiu para um encontro e dormiu no apartamento do cara. Eu não tinha notícias dela desde as 10 da noite, ela ainda não estava em casa às 6 da manhã. Minhas mensagens não foram respondidas e minhas ligações foram para a caixa postal. Um nó se formou em minha garganta enquanto eu imaginava todo tipo de situação perigosa e percebia que não só não sabia onde ela estava, mas não fazia ideia de com quem ela estava. 
Eu me vi indo à polícia e dizendo, "Acho que ela está em Red Hook com um cara chamado Ryan. Não sei o sobrenome dele, mas acho que ele é designer gráfico." Não sei se existe uma palavra que descreva a mistura única de terror extremo e vergonha imperdoável que senti naquela manhã imaginando que tinha perdido minha esposa para Ryan, o possível designer gráfico. Quando ela finalmente me enviou uma mensagem às 7h30, o alívio me percorreu como se fosse morfina. Ela escreveu, "merdamerdamerda descuuuulpa. Eu dormi."  Eu respondi,  "Estou feliz que você está bem, mas na próxima vez nada de silêncio. Lembre-se: você não está sozinha."
O que mais surpreende as pessoas é quando eu digo que o que me incomoda não é o sexo. O sexo é a parte fácil, a parte divertida. O que pode ser difícil é aquilo que o sexo representa, conecta, revela. Eu não quero que ela se apaixone por outra pessoa, e sempre que ela sai para um encontro eu enfrento a possibilidade disso acontecer. 
Aconteceu no começo: a primeira pessoa com quem ela saiu após abrirmos nosso casamento se apaixonou por ela, e minha esposa, confusa com o ardor dele, tentou retribuir seu amor. Assistindo isso acontecer, fiquei confuso, com raiva e apavorado dela querer me deixar. Ela me garantiu que não queria e, qualquer que fosse o sentimento que nutria por ele, não diminuía o que sentia por mim. Acreditar nela naquela época foi o maior exercício de confiança possível. Nós sobrevivemos porque no fim eu acreditei nela, e também porque aprendi a confiar em mim mesmo.
Este tem sido o grande desafio do meu casamento aberto: criar força a partir das vulnerabilidades. Fazer isso requer uma autoconfiança suprema. Primeiro você precisa amar a si mesmo real e verdadeiramente. É o alicerce sobre o qual todos os outros amores são construídos. De todo lado vem a mensagem de que o que estou fazendo é para fracos, perdedores, fracassados. De que se eu tivesse dinheiro e status, conseguiria manter minha esposa "na linha". De que sua autodescoberta acontece às custas da minha autoestima. 
Meu casamento aberto exigiu muito da minha capacidade de silenciar a voz da dúvida na minha cabeça, aquele sentimento corrosivo de ser uma pessoa sem valor. Mas eu acredito que consigo lidar com essas exigências, e que sou capaz de construir minha autoconfiança com base apenas na dignidade que todos nós temos. 
Sou grato a minha esposa por ela nos ter levado a dar esse salto, e o que quer que aconteça conosco no futuro, eu faria tudo de novo. E quando chegar em casa hoje à noite, deitar ao meu lado e me contar a história excitante de seu encontro com Paulo, ela também fará tudo de novo. 

229 comentários:

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Anônimo disse...

Eu jamais aceitaria um relacionamento aberto, me dá ânsia de vômito em pensar no meu parceiro com outras, eu sei que se o relacionamento fosse aberto com certeza eu me daria muito melhor por ter vários caras atrás de mim, mas prefiro a monogamia mesmo (sem condenar quem não prefere), meu único problema com relacionamentos abertos é que eu realmente não consigo enxergar 2 pessoas que se amam e tal, mas sim 2 pessoas que se cansaram uma da outra e tão tentando ficar com outras pessoas pra ver se bate a saudade dnv.

Pri Leone

Taty disse...

Esse aí é o chamado cuckold,geralmente pessoas com auto estima baixa,insegurança e carente emocionalmente.
A mulher não tem o mínimo de consideração por ele pois dormiu fora e não avisou.No texto ele próprio diz que tem ciúmes,ressentimentos e insegurança e não usa a carta branca sexual dele como a esposa usa,pra mim está claro que ele é dependente emocionalmente.
As pessoas podem sim viverem suas fantasias,e relacionamentos abertos tudo estando claro para os dois.
Mas o que isso tem a ver com o feminismo?
Ser feminista não é ser obrigada aceitar que o meu marido tenha casos,ou que eu tenha casos.
O sentimento de posse é inerente ao homem e á mulher,e eu acredito que é o que falta nas pessoas hoje em dia,saber lidar com a perda,que o amor acabou,que aquela pessoa foi embora.
Eu mesma já tive extrema dificuldade para acabar um casamento,pq era possessiva,não aceitava a separação e toquei fogo nas roupas e sapatos do meu ex.
Depois de muito trabalho psicológico hoje eu aceito numa boa se a pessoa falar que precisa partir,mas nunca conseguirei dividir o amor com outras pessoas.

Anônimo disse...

Achei o cara um trouxa, com todo o respeito! Dono de casa, a mulher é quem tem as rédeas da situação... e concordo com quem falou que casamento aberto é para quem não suporta mais ficar junto... acho estranho... e como ele diz: não é só o sexo, mas as mil conexões que acontecem durante o sexo... é brincar com fogo sem querer se queimar...

Anônimo disse...

Burro, três vezes burro. Primeiro, ele é um stay at home dad e por isso tem bem menos possibilidades de gozar do "poliamor" que ele teoricamente tem direito. Segundo, ele é dependente financeiramente da mulher dele. Logo, pode ser que eventualmente a esposa dele se apaixone por outro, peça divórcio e leve o filho dele, pois eles podem ser feministas quanto quiserem, mas as cortes de família (aqui e nos EUA) dão de regra sempre a guarda pra mãe. Aí quando ele for buscar emprego, ele difícilmente conseguirá porque nos últimos 15 anos ele não teve nenhuma atividade profissional remunerada. Difícilmente ele ganharia uma pensão da mulher. Enfim, no artigo, ele está posando de homem moderno e coisa e tal, mas eu vejo uma pessoa que está se arriscando se tornar um mendigo só em nome dos princípios dele. Realmente espero que a mulher dele não ache ninguém que consiga fazer melhor do que ele a ÚNICA coisa que ele trás pra relação. Se ela achar, mais um pro soup-kitchen.

Vicky_ disse...

Não sei, meu. Eu não curto (e aliás considero uma instituição patriarcal) a idéia de casar um dia, não quero. Mas amo a ideia de ter um amor maior, um cara que realmente ame e fique ao meu lado, sem filhos. Não aquela coisa tradicional, algo mais aventureiro.
Não sei se gostaria de uma relação aberta, não sou ciumenta com amigos, mas pra relaciomentos eu admito que sou. Seria a coisa MAIS broxante ter que ouvir a criatura me falando de que acabou de transar com OUTRA mulher. (MUITO broxante)

Não vejo mal na pessoa fletar(fletar) com várias pessoas quando se é solteira, nem em ter vários relaciomentos passados. Não é errado e nunca julgaria. Mas RA/RL não é para mim.

Quanto ao cara do texto, nossa, você tem uma auto estima muito forte, cara. Espero que seu relacionamento continue dando certo, você realmente parece se esforçar para as coisas darem certo, admiro isso!

Natália Van den Eynde disse...

Own,que exercicio! Eu não conseguiria...

Anônimo disse...

Sinceramente, parece um relacionamento desnivelado, não pelo número de parceiros dela, mas por ela aparentemente não ter a mesma consideração que ele tem. Não é porque vc pode que vai fazer tudo o que der na cabeça. Posso estar errada, mas a impressão que deu é que ele se conformou com a situação, mas não está realmente feliz. Repito que posso estar enganada.

Dan

Rafael Cherem disse...

Não dá para medir o mundo por nossa régua. O cara é feliz assim, a mulher dele muito mais. Pessoalmente, senti pena do sujeito, humilhado e rebaixado, mas foi um sentimento pessoal de ver uma pessoa ser desrespeitada dessa maneira.Mas enfim...
Cada um, cada um.

Fiquei com uma pergunta, ele é feminista e ela?


Zrs disse...

Gente, na boa, só vi a inversão dos papéis aí, o cara só tá vivendo o que muito mulheres passam no dia a dia. Sério, para que casar e ainda colocar crias nessa história?
Não há nada de moderno em ter mais de um parceiro, isso é mais antigo que a invenção da roda, a única coisa mais moderna aí é o cara cuidando sozinho das cria em casa, além de uma imensa dependência emocional e econômica.

Vicky_ disse...

Pensando agora, é mesmo. O_o
Eu li o texto as pressas e pensava que ele também tinha carta branca ocasional, tipo, tinha uma parceira vez ou outra também, mas reli agora e tipo "Wat?".

Isso não é Cockold, que aliás é nojento, sempre achei (tem nada de empoderador nessa porra). Mas ainda sim, estranho. Será que o guest não seria mais um desabafo?

E claro, de novo mais homens abaixo de lixo não reciclável nos comentários. (Vocês são contra mulher que fica em casa e não tem vida? É escolha dela!!! Viram só esse cara que fica em casa e não tem vida?? Coitadinho dele, suas monstras!!!)

Aninha disse...

Bom, eu sou da opinião que se duas (ou três, ou mil) pessoas adultas querem fazer alguma coisa que não faça mal a ninguém, que se divirtam. Então, be happy num RA.
Mas de boa, não foi isso que senti no texto. Fiquei com a sensação que o cara tá colocando feminismo na história para se justificar. E ele está meio ressentido, afinal, ele próprio disse: "não uso tanto minha carta branca". Se tudo fosse 100%, não vejo motivo para destacar quem usa mais ou menos a liberdade...
Fiquei com nó na garganta lendo o texto, me pareceu carregado de tristeza.

Enfim, para mim o texto não deslegitima a possibilidade de ser feliz numa RA, mas não acho que seja o caso aí não...

Anônimo disse...

A impressão que deu, foi de ele estar tentando passar que está bem, mas que que na verdade está soltando um desabafo. Deu pena dele (não pelo relacionamento aberto em si, ou por ser "dono de casa", mas por um sentimento de "tristeza" passado por ele, de que não esta feliz, que ele passou implicitamente no texto). Se não tivesse sido publicado em uma revista, se fosse um guest post qualquer, iria dizer que foi uma trollada desses mascus que dizem que: "todo marido feminista é um corno manso". Mas de qualquer forma, serve para refletir sobre o papel da mulher como dona de casa. Afinal, porquê sentimos pena do cara, e achamos "normal" a mesma situação quando acontece com milhões de mulheres? A diferença é que em vez de sair com outras parceiras, o cara sai para beber com amigos, para baladas, para jogar sinuca etc.

lola aronovich disse...

Tadinho do cara, gente! Eu não tive essa impressão não de que a vida dele é um inferno. Não me deu um nó na garganta ler o texto. Ele só compartilha conosco como está sendo todo o processo, todo o aprendizado. Por isso achei interessante, porque muita gente, ao defender o poliamorismo, fala como se fosse uma coisa já acabada, já aceita entre os envolvidos. E muitas vezes não é. Eu não teria um relacionamento aberto, porque é estranho imaginar o maridão com outra mulher. A gente é bem conservador na nossa vida pessoal. Mas é uma alternativa e funciona bem pra muitas pessoas. O casamento monogâmico é cheio de problemas também. Nada é perfeito. Mas achei muito bacana a mulher ter se aberto com o marido e eles terem visto uma solução que, de repente, pode estar sendo melhor pra ela do que pra ele, temporariamente, mas nem por isso é ruim pra ele. É só que o foco que ele dá no texto é na satisfação dela.
Ah, e o texto não tem nada ver com cuckold. Cuckold é fetiche em que o marido gosta de ver a mulher transando com outro, e até ser humilhado nisso. No texto não tem nada disso. Conversar com a esposa sobre sexo que ela teve com outro não é cuckold!

Anônimo disse...

Achei o texto muito triste.

Anônimo disse...

Excelente artigo. Eu vivo num esquema parecido só que no meu caso minha esposa fica em casa com as crianças enquanto eu vivo saindo com outras mulheres. É bastante gratificante, principalmente para mim, mas a minha esposa fala que também está muito satisfeita. Recomendo a todos.

Julia disse...

"Mas de qualquer forma, serve para refletir sobre o papel da mulher como dona de casa. Afinal, porquê sentimos pena do cara, e achamos "normal" a mesma situação quando acontece com milhões de mulheres?" Exatamente, 13:05. Acho que serve muito pra mulheres que estão na mesma posição do cara refletiram sobre isso.

Julia disse...

Eu também não fiquei com um nó na garganta lendo o texto não mas se fosse uma mulher no lugar dele eu ficaria.

Anônimo disse...

nada contra relações abertas, afinal entre adultos conscientes tudo é válido e pode ser ótimo, se alguém é feliz assim, que continue assim, ninguém tem nada com isso.
Mas, como alguém já falou, que que tem isso com feminismo? pra ser feminista tem que ter relação aberta ou aceitar que a parceira tenha? uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Anônimo disse...

Eu senti que é isso que muitas mulheres passam, só que "veladamente". O cara saí com as mulheres ela sabe mas, não quer perder ele. Eu perdi as contas de quantos casamentos vejo assim.
E Quando ela traí é chamada de vadia. Só que acho que ele usou a desculpa do feminismo pra ficar mais cômodo pra ele. E claro que ele também a traí, mas nos relacionamentos comuns se a mulher trair uma vez que seja, diante do cara que traí zilhões a mais, ela é chutada e julgada.

Vicky_ disse...

Enfia a sua cabeça na terra pra ser útil a humanidade. E deixa a sua esposa invisível ser livre.

Natália Van den Eynde disse...

Admiro que ele tenha embarcado nessa pq pra ele vale a pena ver a esposa feliz na relação, mas durante td o texto, a impressão que tive foi de que ele não esta satisfeito nem confortável nessa situação ainda. O que achei interessante foi que a mulher é que tem a vida sexual mais agitada, o que é minoria nos casais que tem relacionamento aberto e que são, na minha opinião, mtos so pra ter a desculpa do homem sair com tds e não perder a parceira, que na maioria das vezes tem a carta branca restrita. Tb me chamou atenção o fato de que ele em nenhum momento fala da vida sexual deles enquanto casal, pode ser que isso nem faça mais parte do relacionamento deles, ate por isso a abertura. é amor, ok, mas é estranho dentro de um casamento.

lola aronovich disse...

Ah, anon das 13:39, use sua criatividade ou aprenda a interpretar melhor um texto. O que relacionamento aberto tem a ver com feminismo? É justamente o que o autor do post responde. Tá no título. Leia o texto, ué. Em nenhum momento ele (ou qualquer pessoa) diz que pra ser feminista tem que ser adepto de relacionamento aberto. Dá pra escrever um texto chamado "O que fazer a unha num salão de cabeleireiro me ensinou sobre feminismo". Aí vc vai vir perguntar: "Pra ser feminista tem que fazer a unha?". Não, né?

Anônimo disse...

Pra que casar? as pessoas ainda não entenderam que talvez esse método antigo de enfiar duas pessoas no mesmo lugar não funcione. Talvez foi uma forma do patriarcado pra prender a mulher em casa. Porque eles não podem viver separados e porque casar com alguém que não quer fidelidade.
A monogamia nunca foi regra pros homens, não existe só a felicidade em um relacionamento isso é mentira.

Anônimo disse...

Relações abertas sempre existiram. O que mudou agora é que deram o nome bonitinho de "poliamor". Não sei por que a galera se arranca os cabelos quando se fala disso.
Não vou mentir que eu tenho curiosidade, mas não tenho certeza se eu tenho maturidade emocional pra isso. O mesmo vale pro meu marido.
Só acho que deve ser algo pensando e honesto dentro de uma relação, pra ninguém sair ferido...


PS: seria o incomodo desse relato o fato de ser a mulher que expressa livremente sua sexualidade??? Por que né, nada provoca mais aneurisma e ataque cardíaco do que uma mulher que gosta de sexo...


Jane Doe

Zrs disse...

Não acho que isso é estranho em um casamento, nem um pouco, aliás, super comum.
Como disseram acima, é mais comum do que se imagina, mas, digamos, de uma forma mais velada. Mulher sabe, finge que não sabe, pois tem cria para cuidar, as vezes é dependente economicamente (ou emocionalmente). Enfim, acho que ele só usou, talvez, o discurso do "feminismo" para se sentir mais confortável do lado de lá.

Anônimo disse...

Relacionamento aberto parece castelo de areia, é uma coisa que construída que não se sustenta, não se cria laços fortes, você não confia no outro. A graça do relacionamento é que você abre mão de ter vários por um só, porque aquela pessoa se satisfaz com você.
E você percebe que pode ser insubistituivel na vida de alguém. Mas eu sinto que as pessoas querem ter tudo, querem ter um amor em casa e sexo agitado com outros, elas não querem abrir mão, ou se abrem sempre é a mulher.
Eu acho que não se pode ter tudo, não se pode esperar que um namorado tenha a vida de solteiro.
sinto que monogamia não é pra todo mundo, as pessoas tem que aceitar a ideia de que elas podem não casar ou não ter um amor, isso não é pra todo mundo, não é todo mundo que encontra um amor, nem está disposto a amar e abrir mão de certas coisas.

Anônimo disse...

Os homens sempre tiveram essa possibilidade, é quase unanime a maioria dos homens já traí a mulher, e se não traí é por falta de oportunidade, até os religiosos.
Só que a ideia do amor romântico seduz muito a mulher, a ideia de ter um homem que a ame, eu conheço muitas mulheres que querem isso, e fazem de tudo por esse amor de novelas, mas o que elas encontram é só decepção, relacionamento de aparências, onde o homem nunca vai abrir mão de todas por ela. Talvez o amor do homem de abrir mão não seja recíproco e a mulher tem que entender isso, que talvez seja melhor não amar nenhum homem e não ser fiel.

Anônimo disse...

Eu não vejo nenhum homem se preocupar com fidelidade, no Brasil se uma mulher quiser um homem comprometido na frente dos amigos e ele não quiser, ele vira até alvo de chacotas. Nenhum quer ser fiel, mas quer a dama in society e puta in home AMÉLIA DE SEMPRE.
E digo isso pq foi o que ouvi na conversa de amigos que me contam como eles são, não estou supondo que é assim mas é assim. Esses homens fofos das novelas mexicanas e de filmes como quem quer ser um milhonario que fazem as mulheres suspirarem não existem.

Anônimo disse...

Em uma relação monogâmica e heteronormativa a figura feminina está invisivelmente sendo oprimida. A família do comercial de margarina é, na realidade, uma estrutura que sujeita a mulher a uma série de agressões físicas, sexuais e psicológicas que agem no sentido de manter o status quo familiar. Um dos exemplos mais importantes é a questão da autoestima feminina que é minada socialmente. É consenso desde as igrejas às revistas femininas que ela deve ser a base do lar, cabe sempre a ela a manutenção do casamento e a função de agradar o homem.

o homem espera encontrar dentro de casa não uma companheira, mas uma mulher que esteja sempre sujeita as suas vontades.

via:ativismo de sofá

Anônimo disse...

Fazendo uma analogia grotesca: relacionamento aberto é igual a uma onça, todo mundo defende mas ninguém que ter uma em casa.
Na prática é muito legal respeitar o tesão do parceiro, a diversão e tal mas daí passar para o campo da realidade sempre terá uma parte mais fragilizada e triste igual o moço do post.

Anônimo disse...

Bizarro. Parece mentira.

Anônimo disse...

Relacionamento aberto talvez seja o unico sopro de liberdade para uma mulher em uma relacionamento com homens, ate porque o que homem sente por mulher nunca e amor, mas sim sentimento de dominância, de posse, de territorialismo.
O mito do amor romântico foi criado por homens para dominar mulheres psicologicamente, e como pintar um Sol dentro de uma cela.E anti natural amar seu opressor, eles sabem disto então criam um mondo de "fantasias coloridas' que nós entorpecem pela cultura patriarcal para aceitarmos suas naturezas machistas ao nosso lado.

Jesse disse...

Tive um relacionamento aberto por cinco anos (foi um namoro, não um casamento). O processo foi bastante similar -- logo no início do namoro concordamos em não limitar nossas experiências sexuais um ao outro, porque éramos jovens e queríamos conhecer nossos corpos. Nos amávamos e acreditávamos que uma coisa não tinha nada a ver com a outra, e também compartilhávamos nossas experiências com outras pessoas um com o outro.

Nosso namoro não terminou por isso, de forma alguma, mas hoje eu percebo que o relacionamento aberto pode funcionar como uma válvula de escape para quando existem problemas no relacionamento -- e isso é ruim. O que acabou ocorrendo entre nós foi que fomos perdendo a conexão um com o outro, mas o relacionamento era muito mais "tolerável" porque tínhamos as outras pessoas. Eventualmente, eu me apaixonei por outro e ele por outra, e praticamente tínhamos namoros paralelos -- e não discutíamos nem encerrávamos a nossa relação, nos apoiando no fato de que esses namoros paralelos eram "legalizados" e portanto, não havia problema. Atrasamos nossa felicidade por isso.

Hoje eu não tenho um relacionamento aberto porque não sinto necessidade alguma. Converso sobre isso com meu marido com frequencia. A porta não está fechada; entre nós, o sexo com uma outra pessoa não é o fim da picada -- mas não está "pré-negociado" como estava no relacionamento anterior. Acho que casais devem fazer aquilo em que acreditam, que os deixa confortáveis, e se manter conversando e negociando o tempo todo. E acima de tudo, como o autor do texto fala, compartilhar é o que importa. Não se deve apoiar em cláusulas e acordos para fugir do compartilhamento... Porque é justamente ele o objetivo da coisa, ou então a coisa (o relacionamento) provavelmente está melhor acabada...

Anônimo disse...

Parece que está tripudiando o feminismo!! o que isso tem a ver com feminismo??ME POUPE.

Anônimo disse...

"O mito do amor romântico foi criado por homens para dominar mulheres psicologicamente, e como pintar um Sol dentro de uma cela."

Fazia tempo que não lia nada tão perfeito, muito amor s2.

Anônimo disse...

Sim difícilmente o homem sente amor, ele não que uma companheira quer uma serva, temos que generalizar porque é assim, se essa realidade "fere" a um homem ou a outro que não se encaixa nisso ,não me importa, fere muito mais a nós.

Anônimo disse...

Ah não, Lola, esse texto não!
O cara usa o feminismo para justificar o padrão abusivo da mulher dele!

Anônimo disse...

Esse padrão não é imposto pela sociedade, como o contrário, então isso não é opressão. é uma exessão assim como mulheres que assediam homens, elas não tem o aval da sociedade muito pelo contrário, e ainda tem umas como Anitta que me diz que quer usar do feminismo pra chamar o homem de gostoso na rua, feminismo não quer isso, seria muito machista reversa não querer ser abusada mas querer abusar.

Anônimo disse...

Relacionamento abusivo =/= machismo e opressão estrutural

Anônimo disse...

Usar o feminismo pra justificar um relacionamento em que ele claramente se vê em desvantagem, não é ser feminista, mas ao mesmo tempo me pergunto se ele tivesse no lugar dela, se ele iria se questionar assim, ou escrever esse texto, acho que pra ele seria normal, assim como pra qualquer homem.

Anônimo disse...

Bem saudável essa proposta de relacionamento em que ele teve que tomar "litros de vinho" pra poder aceitar...
Isso é coerção psicológica, emocional e econômica, não acordo livre.

Esse cara tá mal e machucado com esse relacionamento, só não vê isso quem não quer.

Ana Kairalla disse...

Quem se indignou com a situação descrita no texto parou pra pensar que há muitos anos mulheres passam pela mesma situação?
Todos nós conhecemos mulheres que ficavam em casa cuidando das crianças enquanto o marido saía com outras, escondido dela ou mesmo abertamente. Mas nesa configuração, parece a coisa mais normal do mundo. Quando os papeis se invertem, todo mundo mete o pau.
É... estamos tão imersos no machismo que nem nos damos conta.

Anônimo disse...

Caraca como as pessoas cagam regra. Eu pensei que o pessoal que comenta aqui seria mais mente aberta, mais empático, mas não já vem todo mundo cagando regra e questionando caráter. Pessoal tem olho muito grudado no próprio umbigo.
Eu achei o texto interessante, é uma realidade bastante diferente da norma e eu acho que é preciso bastante coragem pra isso. No todo, eles me pareceram pessoas bastante bem resolvidas.

Anônimo disse...

Casamento aberto é o futuro da Humanidade. Outras variações longe da prisão do Romantismo falso também crescem em todo mundo.

Seria importante que tais questionamentos aparecessem no blog como uma forma de levar luz para assuntos que ficam normalmente "escondidos"

Outra coisa a se falar é que o marido em questão deve ser elogiado, para que não se crie o hábito de eternamente criticar e criticar os homens.

Ex Socialista

Anônimo disse...

Quem AMA de verdade tem que ser DONO desse amor, exclusivo, sexo não é amor, é desejo. E buscar desejo com mais de uma pessoa, significa que a Primeira Pessoa não está sendo suficiente para MATAR esse desejo. *observação se a mulher fosse rica e paga-se minhas contas eu Aceitava =) =) =) ;P ;P. Mas seria um falso amor só por interesse, mas que costumam ser especialistas nisso, *não todos, mas muitas, são as mulheres. É pouco comum ver homem super novo com uma coroa de meia idade, mas é super comum ver mulheres jovens com velhos ricos. Então feministas analisem a situação primeiro! ! ! Homem que aceita relacionamento aberto, é diminuído, não É homem suficiente PARA SER O ÚNICO DE UMA MULHER.

Anônimo disse...

Ana Kairalla disse...
Quem se indignou com a situação descrita no texto parou pra pensar que há muitos anos mulheres passam pela mesma situação?

Sim. Mas isso não me impede de achar que o cara está em uma roubada, da mesma forma que me indigno com a situação que as mulheres em geral são submetidas.

Anônimo disse...

Pessoal que tá falando que se fosse uma mulher todo mundo ia achar a coisa mais normal do mundo:

Se fosse invertido esse relato em um blog feminista, VOCÊS iam achar a coisa mais normal do mundo?
Vocês iam dizer que a escolha dela é livre depois de ter sido traída e depender financeiramente do marido? Que a situação é equivalente considerando que um passa o dia em casa outro trabalha fora?

A Júlia pelo menos já foi honesta e admitiu que se importaria se fosse invertido.

Anônimo disse...

O texto tenta passar a impressão de que o casal da história se "libertou", e que as outras pessoas são caretas ao não praticarem o poliamor.
Que dizer então que para um homem não ser um machista opressor ele deve aceitar que sua mulher faça sexo com outros e venha lhe contar como se fosse sua amiguinha. Isso é falta de personalidade desse homem, e acima de tudo baixa auto-estima.

Anônimo disse...

Se o homem é ciumento, então deve ser criticado.


Se o homem é liberal, é criticado.

Se ele ganha mais que a mulher, é criticado.

Se o cara fica em casa cuidando dos filhos, é criticado.

Reclamam dos homens, que são machistas e sempre recriminam as mulheres.

No entanto recriminam todos os homens. É bem estranho....

Anônimo disse...

Sem contar que a impressão que dá é que a vida sexual dos dois é praticamente inexistente ou irrelevante.
Esse caso estranhamente me lembrou o incidente Idelber.

Anônimo disse...

O Mito do Amor Romântico foi criado por uma rainha sonhadora e um poeta mercenário que precisava pagar as contas.

Sugiro a leitura do livro, Como os franceses inventaram o amor. Está bem explicado como o Ocidente seguiu padrões de comportamento que tolhem a liberdade das pessoas com falsas fidelidades.

Anônimo disse...

Lola vc publicaria o mesmo relato se fosse um homem contando que faz sexo com outras enquanto a mulher cuida das crianças e depois conta como foi para ela, e dissesse que isso é poliamor?

Anônimo disse...

"De que sua autodescoberta acontece às custas da minha autoestima."

Ele conseguiu identificar o problema mas resolveu ignorar.

Anônimo disse...

"Sim difícilmente o homem sente amor, ele não que uma companheira quer uma serva, temos que generalizar porque é assim, se essa realidade "fere" a um homem ou a outro que não se encaixa nisso ,não me importa, fere muito mais a nós."

Radicalismo é uma droga mesmo! Não consigo ver diferença entre essas raids e os mascus, o nível de alienação é o mesmo.

Melchior

Anônimo disse...

Pq em todo post a júlia tem que berrar aos 4 ventos que não se importa com homens como se tivesse que afirmar isso diariamente pra se convencer? Querida, não sei se foi seu pai que te abandonou ou se você sofreu algum tipo de assédio por parte de familiares homens, ou se foi um padrasto bêbado que batia na sua mãe, enfim, todos já entenderam que você tem probleminha com figuras masculinas ok? Agora voltemos à programação normal.

Anônimo disse...

O negocio da Julia se refere a coração partido 24 de agosto de 2015 15:44, a menina de quem ela gostava preferia meninos.
isto e muito comum em feministas :D

Anônimo disse...

O tom da versão original em inglês é bem mais melancólica que essa tradução, não sei por quê.

Sófia disse...

Achei o texto bom. Demonstra uma realidade bem diferente da enfrentada pela maioria, quer dizer, a maioria dos casais fazem o mesmo que os dois, tem relacionamento com outras pessoas porém sem deixar que o parceiro ou a parceira descubra. Acho muito melhor da forma que eles agem, eu já cogitei diversas vezes essa possibilidade, mas o meu noivo não aceita (por enquanto), porém acho válido conversar sobre o assunto e abordar a ideia, é bem melhor agir dessa forma, clara, transparente, sem mentir só que tem que ter o consenso de ambos, se uma das partes não estiver a vontade, já não funciona. Da mesma forma que num relacionamento monogâmico é necessário ser transparente com o parceiro e deixar claras todas as intenções, numa relação que envolver mais de duas pessoas também existe essa necessidade, acredito que se o casal aceita e se isso é saudável e faz com que sejam felizes. Tudo bem!

O casal deve ter bastante maturidade para enfrentar essa ideia, e principalmente ter a mente aberta e confiar bastante um no outro. A verdade é que as possibilidades de se apaixonar estão por toda a parte, e ninguém manda no coração, assim mesmo estando num relacionamento monogâmico ainda existe a possibilidade de conhecer outra pessoa e trair o parceiro, o que aliás, ocorre com frequência. Então pq não levar um relacionamento aberto, pelo qual ambos podem explorar mais a sexualidade, e não precisam mentir pra ninguém. Quanto aos julgamentos, bom a sociedade vai julgar de qualquer forma, então acho que o melhor é o casal saber se está vontade com a ideia ou não, e conversar muiiiiito sobre o assunto. Muito bom.

Anônimo disse...

O estranho que as mulheres casadas que sao feias e/ou gordas nao curtem bastante essa estoria de 'casamento aberto' (pois sabem que nao poderao exercer sua sexualidade alternativa com exito).

Anônimo disse...

Muita gente posa de moderna, sem preconceitos e feminista. Mas na primeira oportunidade critica quem age diferente do padrão comum ocidental. Vivem tão condicionados quanto os machistas clássicos, mas com menos coerência.

Outra coisa absurda,é o preconceito dentro da própria comunidade GLBTTS contra as mulheres bissexuais, o número enorme delas tem de se reprimir para ser aceita pelas lésbicas preconceituosas. A própria Ângela Rô Rô disse que gostava também de homem, mas parou de ter sexo hetero por ser considerado" pouca vergonha " pela comunidade lésbica. Isso é puro preconceito. Como pedir para a sociedade mudar e apresentar um comportamento desses.


Por último, parece que se o cara é ciumento ele está errado, se ele liberal também está ????

Anônimo disse...

Outra coisa absurda,é o preconceito dentro da própria comunidade GLBTTS contra as mulheres bissexuais, o número enorme delas tem de se reprimir para ser aceita pelas lésbicas preconceituosas. A própria Ângela Rô Rô disse que gostava também de homem, mas parou de ter sexo hetero por ser considerado" pouca vergonha " pela comunidade lésbica. Isso é puro preconceito. Como pedir para a sociedade mudar e apresentar um comportamento desses.
_
Não não não, o que acontece que que lésbica tem sentimento, não e fetiche nem estepe de bonequinha de omi não. Vocês continuam achando que lésbica tem que ficar fazendo "cura hetero", que tem que ficar com vocês para ver se vocês "gostam de mulher mesmo". Sim, existe heterossexualidade compulsória, existe mulher presa a relacionamento com homem, mas isso é diferente de usar lésbicas e depois sair por aí falando "hahaha preciso ser curada, preciso de cura hetero hahaha". Vocês estão se aproveitando de mulheres, estão brincando com uma mulher. Isso não tem mais graça, já que tem muitas usam isso como desculpa para usar lésbica e depois nos descartar, como se fôssemos lixos.
Isso é tão lesbofóbico, isso é tão objetificador. Usar mulheres pra depois descartá-las. Não somos brinquedinhos e não somos nenhuma "cura hetero".
Se livrem destes carmas de piroca primeiro, depois nos procurem.

C.L

Anônimo disse...


"Por último, parece que se o cara é ciumento ele está errado, se ele liberal também está ????"

Sim este e o ponto, ele esta historicamente errado,completamente errado, faz parta do lado errado opressor da história,e não vai ganhar biscoito de feminista.

Jonas Klein disse...

Olá Lola.

Eu sempre gosto muito deste assunto, pois ele ajuda abrir a mente das pessoa para um mundo ainda desconhecido para muitos.

Para dizer verdade a maioria das pessoas só se assusta ainda com ideia da relação aberta, porque não se criaram vendo este tipo de relação sendo vivida dentro família.

E penso que se as pessoas (não todas) não tivesse uma mentalidade tão atrasada ainda, monogamia já estaria quase extinta, pois a relação aberta e um outro nível de relação afetiva, e quem tem cabeça para este tipo de relação e a vive, normalmente e muito feliz, pois só a ausência de ciúmes e aquelas desconfianças e medos que monogamia trás, já trás um salta qualitativo enorme para uma relação.

Anônimo disse...

Lola (ou qualquer outra pessoa que queira me explicar): qual a relação da história dele com o feminismo? Porque ele se diz feminista?

Estou perguntando de verdade, por ignorância mesmo, porque não consegui estabelecer esta relação no texto.

Obrigada por quem puder responder!

Fernanda

Anônimo disse...

se os dois estão de acordo e felizes, nao tenho nada a dizer.
Acho estranho o pessoal dando palpite numa regra de comum acordo pelas pessoas envolvidas, mas , no post da traição, tive a impressao de notar pessoal cheio de receio de contar, achando que era assunto do casal, que outras pessoas nao deveriam se intrometer e etc.

Anônimo disse...

Todos os gregos da antiga grecia sofreram na infancia por parte da mães? Todos homens machistas de plantão foram ignorados pela menina bonitinha? Poruqe diabos os homens odeiam as mulheres?

Anônimo disse...

Por qual motivo então os homens tem problemas com mulheres?

Camila Lobo disse...

Anon das 17:19, leia esse post da Lola e acho que você vai entender um pouco sobre essa parada do suposto post do Jonas pra esse site misógino: http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2015/08/site-de-odio-com-guia-de-estupro-e-de.html

Anônimo disse...

Eu consigo ter mais de uma amiga, eu não me importo que meu amigo tenha outra amiga. Da mesma forma o relacionamento amoroso, posso transar com outro cara e amar meu marido, assim como não deixarei de admirar meu marido porque ele está envolvido com outra mulher. Mas isso é uma escolha do casal, de dois adultos conscientes que estabeleceram regras diferentes das regras convencionais.
Por que as pessoas teimam em aplicar sua psicologia de botequim? Por que o cara é um infeliz miserável, vítima de uma abusadora?
Na minha leitura o cara do post é uma pessoa muito esclarecida e consciente da escolha que fez. Porque ele transa menos que a mulher não quer dizer nada, a não ser para quem vê o sexo como moeda de poder, e é justamente isso que ele expressamente não aceita.
O fato de ele não ter idealizado o relacionamento aberto, ou tentado empurrar goela abaixo
"as maravilhas do relacionamento" só comprovam que o cara é um homem sensato e maduro, e que, assim como em todo e qualquer relacionamento na face da terra, há problemas, e as pessoas tem que ser muito maduras e racionais para lidar com eles.
De uma forma geral, acho que o casal lida bem com seus desejos, feliz deles. Acho que deve sobrar menos tempo e interesse em brigar pela toalha molhada em cima da cama.

Anônimo disse...

Comentário na matéria:


"designgirl

This has nothing to do with feminism. This is her deciding she’s polyamorous after she married you and manipulating you into buying into it. "

Descreve a situação.

Jonas Klein disse...

Tem um ou dois celerados ai encima tacando o pau no cara porque ele topado ter essa relação aberta, mas se fosse o contrario estes bostas estariam bem quietinhos...


Anon 15:25


Ninguém te disse ainda que a comida mesmo sendo muito boa, enjoa se não tiver variação?

Já vi que vida ainda vai precisar te ensinar muita coisa, ate você ate você conhecer a realidade...


Anon 17:19

NAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO...

eu estou aqui expressando o meu ponto de vista.

Anônimo disse...

Se os dois concordam e consentem, por que não respeitar? Se ninguém está sendo enganado nem obrigado, por que jogar os dois na fogueira moral dos hipócritas de plantão? Por que a impressão de que o homem está triste? Por que essa preocupação pela mulher ter mais parceiros que ele, quando se fosse uma mulher falando que tem menos parceiros que o marido ninguém piscaria? Por que esse drama em cima do termo cuckold, se já foi provado que os caras com esse fetiche GOSTAM disso? Por que um depoimento de um homem causa tantas ressalvas, tanta certeza que de alguma maneira isso não é satisfatório pra ele, mas se fosse uma mulher escrevendo o mesmo texto seria "normal"?

Por que esses mascus idiotas comentando aqui? Querem biscoito? Só se for de cianureto com gotas de chumbinho. Ralem.

Por que essa implicância com a Julia? Se ela quer dizer que não gosta de homem, deixem ué. Já tem gente demais pra gostar deles, e não gostar de homens não significa que a Julia vai sair por aí assediando, espancando, estuprando e matando homens-o que não se pode dizer dos machistas, né?

Anon das 14:35 a recíproca é verdadeira. Infelizmente eu não tenho mangueira de limpar esgoto pra te tirar daqui.

Bem, Melchior, até onde eu vi as rads não estupram, agridem nem matam homens. No máximo odeiam-nos à distância na internet e evitam relações com eles enquanto mascus saem dando tiros em meninas do ensino médio e mandando ameaças de estupro e morte.

Anon das 15:27 maaaas se fosse o marido comendo todas e chifrando a mulher adoidado não seria "tão problemático" assim? Seria "problema particular do casal" e a mulher que resolva sozinha?

Anon das 15:25 isso vale pros homens também ou vocês estão livres da obrigação de ser fiel? Esse romantismo poético todo é só pra manter a exclusividade da mulher enquanto os homens passam o rodo geral ou vocês tem que tomar vergonha e guardar também seus pintos na cueca?

Anônimo disse...

Racionalmente, acho bem mais problemático depender do outro financeiramente do que o relacionamento aberto.
Quanto ao relacionamento, se os dois concordam, quem sou eu pra discordar. Se um dia um deles resolve que nao está feliz assim, é fácil ou mudar as regras ou cair fora.

Quanto a nao ter remuneração, se alguém pedisse minha opinião, diria pra pular fora... Eu nao conseguiria ser feliz dependendo de alguém financeiramente... mas mesmo pra quem consegue ser feliz assim, eu questionaria... e se o parceiro morre ? e se você quer pular fora ? e quando os filhos crescerem ? E se um dia a pessoa se arrepende da escolha, nao é de dia um pro outro que ela vai conseguir reverter a situação.
eu acho um pouco cilada essa dependência, e nao aconselho, nem pra mulher e nem pra homem.

Anônimo disse...

Anonima das 18:34, você falou praticamente tudo que eu queria dizer.

Anônimo disse...

Muito legal a história e o texto, parece muito verdadeiro. Só é um pouco triste ver, nos comentários, o povo incomodado por saber de um homem que trata a esposa como um ser humano.

Esse incômodo com a vida sexual alheia é coisa de gente mal resolvida. Julgar e condenar outros seres humanos pode até ser um pouco divertido, mas viver a própria vida costuma ser bem melhor e menos frustrante.


Deborah Rocha disse...

Confesso que fiquei até sem graça lendo o texto. Como os valores estão distorcidos na vida desse homem. Aliás na vida de toda essa família. Casamento é algo sagrado, é uma escolha que deve ser sensata. O texto parece ser escrito por uma mulher da década de 20, aquela mulher sofrida, infeliz, mas que usa como desculpas os instintos do marido, que acha "normal" e que está "feliz" pela felicidade do outro.
No meu entender, isso não existe. Fidelidade é a base de TODA relação. É nela que depositamos o nosso verdadeiro amor. Ela é a prova "concreta" do compromisso do casamento.
Para mim essa mulher está 100% insatisfeita com o marido, mas 100% satisfeita com o pai. Obviamente o amor um dia existiu, ou não teria virado casamento, mas a falta de atitude no marido fizeram a mulher perder a atração e o respeito. Como pai, nele encontra um consolo, um abrigo. Ele é a babá perfeita e confiável.
Triste ver uma relação terminar assim.

Anônimo disse...

Eu também achei meio amélia essa história dele, mas como ele diz, ele pode trair, as amélias da vida real não tem carta branca não, se trair é porta da rua pra fora.
Se uma mulher trair um homem a sociedade vê como algo ruim pq uma mulher não pode sacanear um homem, mas a mulher tem que aturar a infidelidade, falta de lealdade, de amor, de sexo, de orgasmo, de companheirismo de tudo. Essa fórmula de casamento só dá certo pra um lado, isso não é relacionamento é serventia devoção. E OS HOMENS NUNCA SE IMPORTARAM, pra eles ser mulher é se submeter a humilhações que ele jamais faria.

Vicky_ disse...

Anon 18:34, a questão do Cockold é que é PURA misoginia! Porque só consigo ver dessa forma: a) Um masoquista reprimido que tem tesão em ser o cafetão de uma mulher; b) Um desgraçado que gosta de ver a "esposa" sendo tratada igual atriz porno por outros desgraçados.

Se não acredita, busque na própria internet, todos os blogs com relatos desses caras tem nomes como "Dividindo a minha esposa puta" (Share my slut wife), "Você quer a minha esposa puta?". Veja vídeos na Internet: O "amante" é visto como sortudo, o cockold apesar de xingado por outros está satisfeito com essa excitação, e a mulher em quase toda imagem que vejo está com cara de CHORO! Quando não, gostam de vesti-la como garotinha e fingir o estupro de um virgem, quase todo imagem ninguém usa camisinha em nada.

Pensem nessa linha: Se não vivecimos numa sociedade misógina, termos como "puta" e "comida" nem existiram para xingar mulheres, não? Então por que basta alguém dizer "Aaaaaah, é fantasia" e de repente "ser a puta de um cara" vira empoderador? Eles usam "Dividir", meu! DIVIDIR! ELA É UM OBJETO!!

Anônimo disse...

Co,emtário no JezebeL:

TamTams

When you get married and vow to have a monogamous relationship, you don’t get to change that deal midstream unless your partner is totally cool with it. There are a number of red flaggy phrases in the article that indicate to me that he’s not totally cool with it. He could be, of course. But all of this:

"She knew how deep our love was, and knew that her wanting a variety of sexual experiences as we traveled through life together would not diminish or disrupt that love. It took me about six months — many long, intense conversations, and an ocean of red wine — before I knew it, too.

How does it feel? It feels great ... mostly...Most of the time, it feels like a mature, responsible way to address our needs and desires within our loving, mutually supportive marriage...There are of course moments of jealousy, resentment, and insecurity. Recently, my wife went on a date and fell asleep at his apartment....When she finally texted me at 7:30 a.m., relief coursed through me like morphine. She wrote, “fuckfuckfuckfuck Im soooooo sorry. Fell asleep.” I replied, “Just glad you’re ok, but next time, no radio silence. Remember: you’re not alone.”

I don’t want her to fall in love with anyone else, and every time she goes on a date, I confront the possibility that she might.

My open marriage has made heavy demands on my ability to silence the voice of doubt in my head, that gnawing feeling of worthlessness. I’m grateful to my wife for pushing us to take this leap, and whatever happens to us in the future I would do it all again."

>continua

Anônimo disse...

Sim me aponte um homem que ama mulher e a trata como igual, companheira? raros, se fazem isso é em busca de algo em troca, não é verdadeiro, pra eles ela não é um ser humano completo.
Teve uma mulher que se disse feminista em um site de relacionamentos, ela recebeu enxurrada de ofensas, ameaças de estupro, ou seja eles não querem a dominância deles ameaçada por uma mulher que tá pouco se fufu pra ele. Odeio quando as mulheres ficam de defensoras de homem, ain não generalize, porque eu tenho que me preocupar em não ferir os sentimentos deles, estou falando pra as mulheres que entendem, não pra quem se preocupa com homem acima de si mesma.

Anônimo disse...

>

leads me to believe he’s not.

Healthy open relationships don’t come from one partner pushing the other into it. He was pushed into something he didn’t want. Open relationships don’t “of course” have moments of jealousy, resentment and insecurity. Agreeing to an open relationship should mean that those feelings aren’t present when your partner is out with someone else. Resentment especially is a toxic feeling in a relationship.

He fears that she’ll fall in love with someone else every time she goes out? That’s not a healthy open relationship. His wife stayed out all night and forget to text? Red flag. He needed six months of talking and an ocean of red wine to convince himself that his wife still loved him even though she wanted sex with other people? That’s not healthy.

I could be reading a lot into this that isn’t there. But just from what I’m reading here, he hasn’t characterized his open marriage as healthy. I wouldn’t be surprised if, in a year or a couple of years, he decides he’s no longer ok with this arrangement.

Having children isn’t exactly a good comparison to opening a relationship. It’s a major life decision but ultimately one that creates a single family unit. Opening a marriage involves strangers having sex with your spouse which comes with a whole host of issues that you don’t expect to crop up in a marriage. You expect the kids talk, you don’t expect the “I want to have sex with other people but stay married” talk.

If you’re bored and want to fuck other people, get a separation or get divorced. Move on with your life. Co-parent. Don’t push your spouse into a position where they are resentful, jealous and insecure because you don’t feel like you fucked enough people in your youth.

Deborah Rocha disse...

Ela não o vê mais como um marido. Essa é a única diferença. A sociedade pode até pregar algo péssimo como esse entendimento que o homem pode trair, a mulher não. Mas dentro de um relacionamento, fazemos nossas escolhas. Eu diria que essa mulher tem a vida perfeita, é solteira, tem filhos e uma babá perfeita de 24 horas. E pra mim, esse homem só aceita isso porque é um banana, um fracassado em todos os sentidos da vida.É UM GIGOLÔ IMUNDO. Da mesma forma vejo mulheres se submetem a esse tipo de coisa. Isso pra mim é o reflexo de uma vida sem planejamento. Que tipo de valores esse "casal" passará pra seus filhos?

Odara disse...

Esse tema do relacionamento aberto é muito complicado. ...eu fico bastante dividida.
Acredito que o que nos impede de aceitar que o outro se relacione fora do namoro/casamento é o ciúme, ou seja, uma construção cultural nada defensável. Mas é difícil. ...
Agora, eu também fiquei com uma sensação ruim ao ler o texto. ..o autor me pareceu triste e insatisfeito...não sei....
Também não entendi muito a história do feminismo. .. eu só vi a inversão dos papéis como estamos acostumados a ver (o que pode ser interessante para uma reflexão sobre o machismo que impera mas, nem por isso é feminismo).

Deborah Rocha disse...

ODARA,
A mensagem não foi para mim, mas fiquei curiosa. Você considera o ciúme uma construção cultural? Para mim ele é extremamente instintivo. E que também não é prioridade do ser humano.

Anônimo disse...

Ciúme não é só construção social (muito é), até o seu cachorro tem.

Anônimo disse...

Eu não vi machismo reverso, pq ele também pode trair, no caso do machismo a mulher não pode, e ele não trabalha, ou seja não faz mais que a obrigação de cuidar dos filhos.
Não acho que ele é um banana acho que tá cômodo pra ele, ele tem as contas pagas e ainda pode trair ela. Mas acho ele insatisfeito. Relacionamento aberto não é pra todo mundo. Como disseram colocar feminismo pra tentar aceitar esse poliamor, olha não é bem assim, poliamor já existe a séculos, só que o homem podia, só porque a mulher pode trair mais que ele, vem falar que é feminismo.

Anônimo disse...

O tom do texto é melancólico, como alguém disse. Se fosse uma mulher, eu estaria com pena também. Acho escroto alguns aqui dizerem que quem se comoveu com o cara ou sentiu que ele não está feliz tá "cagando regra" ou sendo machista. Mas é só uma impressão, não tem como saber, talvez ele seja mais feliz que ela, até porque dá a entender que ela amadureceu sexualmente mais tarde que a maioria das pessoas. Fora que eu adoraria ler um texto escrito por ela.

Dan

Anônimo disse...

O fato é que as pessoas se atraem por várias, só que tem que escolher se quer namorar ou não, namoro é sinônimo de fidelidade na teoria claro, o resto é sexo casual, ficar. Ninguém tem que casar não, que mania!

Anônimo disse...

Essa história não passa de uma temporada de MadMen só que gender swap.

Deborah Rocha disse...

E você acha que ser banana é o que? O cara é um merda na vida, não trabalha, não faz nada, é um gigolô. O fato dele ter outras mulheres não significa nada pra "esposa" dele. Ela já perdeu o respeito e admiração. Acredito que ela não veja mais masculinidade nele. Pra ela a babá tem direito de transar, apenas isso. Detesto essa expressão poliamor. O que uma pessoa que passa de mão em mão sabe de amor? Ela não ama nem o próprio corpo, apenas o prostitui.

Anônimo disse...

quem é a paixonite da Julia? não me diga que é a Raven
e a julia já confirmou ser hétero aqui.

Anônimo disse...

Mais um do Jezebel:

The Noble Vacay Renard

Even as a male feminist (Hi there, not the Hugo Schwyzer type nosirree!), this guy is absolutely rationalizing his wife’s shitty behavior to him by painting himself as a feminist hero.

Let’s face it; she forced their relationship open without his consent, he was devestated, he found a way to rationalize it to himself and hey, turns out he can actually make Monogamish work. So their relationship may actually be stronger now, I’m not debating that, I just think he’s come up with a crap way to defend his wife’s earlier behavior.

But feminism is not about pathetically allowing your wife to cheat on you. There are many feminist critiques of monogamy for their patriarchal presumptions of control of female sexuality (especially as men having mistresses was considered perfectly normal in many cultures), but in a modern relationship monogamy can exist absent these presumptions.

It’s like he’s randomly inserting some 60s radfem anti-monogamy arguments he read on the internet, into his newly-discovered hotwife kink.

Odara disse...

Deborah,
Eu acho que diferentes culturas tem diferentes modelos de namoro/casamento e a forma como somos, desde cedo, apresentados a essas instituições sociais define como vamos agir e nos sentir em relação às ações do outro.
Então. .. sim eu acredito que o ciúme é uma construção social.

Anônimo disse...

Ele não é banana por estar cômodo pra ele, além do fato dele não ser oprimido sem o direito de trair, e eu sei que o fato dele trair ela não é importante pra ela, mas ela não se prostitui, quem se prostitui é ele.

Anônimo disse...

querida usa o tradutor

Jonas Klein disse...

Deborah Rocha

Olha quando eu leio esta palavra "valores" eu já sei que via de regra (com raríssimas exceções) lá vem merda e o seu comentário entro direitinho na regra.


"Que tipo de valores esse "casal" passará pra seus filhos?"

Os "valores" passados neste caso, são que você pode ter uma vida completamente diferente do padrão do socialmente construído, e ser muito feliz igual, em outras palavras você pode ser diferente e ser feliz...


Eu só gosto de usar o termo valores quando se trata de questões comercias, ainda mais que na sociedade, o que se entende como valores, por regra não passa de machismo com outro rotulo mais bonitinho, para não pegar tão mal.

Deborah Rocha disse...

Odara,
Você não estaria confundindo ciúmes com dever de fidelidade? Porque a cultura ocidental, que é a que parece ser a do caso, nos ensina desde sempre a questão do casamento e fidelidade como algo sagrado. Já o ciúme, todos temos, mesmo sem querer, desde bebes. Já viu um bebezinho chorando de ciúmes de um outro que está no colo de sua mãe. Entendo ciúme como algo instintivo. Até os animais tidos como irracionais possuem.

Jonas Klein disse...

Anon 19:29

"Eu não vi machismo reverso, pq ele também pode trair, no caso do machismo a mulher não pode,"


Calma ai quem esta traindo quem? fatos são fatos e se sobrepõem a qualquer argumento, e o fato e que em relacionamento aberto não existe traição, como existe em relação monogâmica, traição e quando dentro de uma relação monogâmica você transa com outra pessoa, em relação aberta todo mundo e livre e tudo e feito abertamente, por isso não tem traição.

Anônimo disse...

Primeiro: traição =/= relacionamento aberto. Retardados.

E Deborah sério, seus comentários são muito nojentos. Preferia 3 Raven do que uma de vc.

O cara fica em casa lavando, passando, cuidando de criança e QUALQUER UMA vai te dizer que isso é difícil pra caralho e vc diz que ele é um fracassado que não faz nada? E as milhões de mulheres na mesma situação? Também são fracassadas que não fazem nada? Sua ridícula.

Deborah Rocha disse...

Jonas Klein:
Merda quem fala é você. Lindos valores o que citou, que por sinal, sequer valores são. São apenas desculpas de vagabundos que não conseguem controlar os próprios instintos, nem respeitam suas famílias. São genitores que não educam os filhos de forma correta. Crianças desse tipo de lar geralmente são revoltadas,não possuem referências consistentes. E você é mais um do grupo que acha que tudo é machismo. Machismo seria se eu dissesse que a mulher é uma vagabunda e ele o pobre coitado. Para mim, os 2 são seres desprezíveis. Tenho pena dessas crianças. Existe uma disparidade entre ser pai e ser genitor.
Existe tanta felicidade nesse tipo de "família" que a carta do homem só falta pingar lágrimas. Ninguém é feliz assim. Felicidade é zona de conforto, não de humilhação. Sem falar no risco de dst, de um desses amantes querer matá-lo para ficar com a mulher. É tanta polêmica que pode surgir por um comportamento irresponsável que é sempre bom pensar e repensar nossas atitudes todos os dias.

Deborah Rocha disse...

ANÔNIMO:
Pessoas realistas e de com caráter sempre são considerados nojentos por seus opostos. Faz parte do meu show, meu amor.
Provavelmente você é um desses gigolôs que dependem do dinheiro da esposa para pagar contas. Acha que o que ele faz é muito? Não faz nada além de sua obrigação. Ou queria viver de sombra e água fresca?
No caso das mulheres, isso foi acordado antes do casamento? Não sei. O caso dele não foi. E meu foco aqui é mais julgar o comportamento conformado que ele tem. Se não quisesse ser julgado, não escreveria o texto. Ele mesmo diz que as pessoas não entendem. Porque não há como entender o que acontecesse dentro dessa casa. É muita sujeira pra pouco metro quadrado.

Anônimo disse...

É só ela encontrar alguém melhor que queira ficar com ela que ela já pula fora desse casamento.

Anônimo disse...

Se ele tivesse independência financeira e emocional para aceitar o acordo em pé de igualdade seriam outros 500.

Deborah Rocha disse...

Não acho que ela queira se casar novamente. Parece que que gosta de ser mulher de vários homens e de ter a babá perfeita.

Também penso que se ele tivesse estabilidade talvez pudesse ser diferente. Embora eu acredite que essa situação sequer aconteceria. A mulher perdeu o respeito por ele. Talvez sua atitude seja apenas uma espécie de vingança.

Jonas Klein disse...

Deborah Rocha

"Ela não ama nem o próprio corpo, apenas o prostitui."

Vamos pondo as coisas em ordem aqui

Prostituta e mulher que cobra alguém coisa material para fazer sexo, quem faz para se divertir e uma pessoa livre e não uma prostituta.


"Crianças desse tipo de lar geralmente são revoltadas,não possuem referências consistentes"


KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

criança que são assim e porque ao recebeu uma boa formação pessoal, o que não tem nada haver com estilo de relacionamento que os pais tem.

"Sem falar no risco de dst, de um desses amantes querer matá-lo para ficar com a mulher"

Você já ouviu falar em camisinha? eu sim. Quanto ao risco de quererem matar o cara para ficar com mulher, esse risco não existe se a mulher sempre deixar bem claro para os caras com quem ela for transar, que tudo entre eles vai ficar só no sexo e no máximo amizade, acontece o que acontecer.

Em fim relação aberta e algo muito bom, mas e para quem tem uma boa educação sexual e cabeça para lidar com este tipo de relacionamento.

E chega eu não vou mais desperdiçar o meu tempo discutindo com uma pessoa tão estupida e mente fechada como você.

Anônimo disse...

Sério gente, quando o parceiro com o domínio financeiro (e emocional) diz que já traiu e propõe um relacionamento aberto, provavelmente não sair disso algo saudável e que deixa ambas as partes satisfeitas.
Outro ponto: se eles não contratam babás significa que eles não saem juntos. nunca. ou seja, toda a diversão de um relacionamento é dedicada a outras pessoas. Que beleza ein.

Anônimo disse...

Mas quem disse que as filhos saberiam sobre o relacionamento aberto ?
Do mesmo modo que, em um relacionamento "fechado", o casal nao discute detalhes intimos para os filhos, acho que o relacionamento ser aberto é apenas um detalhes e os filhos nao vao saber o que exatamente acontece. (ou estaria eu enganada ?)

Agora, quanto à qualquer um, homem ou mulher, não ter o próprio salário, daí eu perigoso (nao achei outra palavra). Mas quanto aos filhos... que mal tem os filhos verem um dos genitores ficar em casa cuidando da casa e das crianças ? Tantas mulheres fazem isso. Acho arriscado pra elas, financeiramente. Mas para os filhos, pode ser até vantajoso.

Deborah Rocha disse...

JONAS KLEIN:
O seu entender do termo prostituição é apenas superficial. É aquele que aprendeu lá na escolinha. Prostituta é pessoa que se vende, não apenas no sentido literal, naquele q envolve dinheiro.
Ratifico o que disse sobre crianças e suas revoltas. Então quer dizer que uma boa formação pessoal não tem vínculo algum com o tipo de relacionamento que os pais têm. Está brincando comigo, só pode. Já ouviu falar em psicologia? Querido, os filhos são reflexos de seus pais, ainda mais na infância, onde são suas referências diretas, estudam seus comportamentos, analisam seus atos. Uma criança é uma esponja. Com todo respeito, antes de falar alguma coisa, vá estudar o assunto.
Já ouviu falar em recall? Sabe o que é? E do recall da Blowtex há alguns anos com quase 500 mil camisinhas ? Já parou pra pensar quantas pessoas muito dignas , de acordo com sua visão super embasada não se tornaram aidéticas, pegaram dst, engravidaram “sem querer”. Camisinha é plasticozinho que se vc quiser, fura com a maior facilidade. E se tiver com essa intenção então... A facilidade é maior ainda.
Alegar que é só deixar claro que não quer nada sério? Quantos anos você tem? Sério mesmo, 12 ou 13? Já viu ID? Acompanha noticiários policiais?
Sua visão é tão lúdica quanto a de um bebe de 2 anos. As coisas estão em seu lugar agora? Ou precisa de mais uma aula sobre embasamento?

Deborah Rocha disse...

ANÔNIMO:
A questão não é apenas ficar em casa, é o fato de ser um banana, de viver a custa de sua esposa, sem falar que a criança não entenderá essa dinâmica quando for para escola. No caso, os 2 já devem estar estudando.O tipo de relação não é só o caso da promiscuidade em si, que por sinal, deve sim ficar clara. O texto insinua que a mulher trabalha o dia inteiro e chega a noite, depois da gandaia. Ou seja, quando essa mulher cuidará dos filhos? Sem falar que quando saem, nunca estão juntos. As crianças não vivem um momento familiar de lazer.

Anônimo disse...

Vicky, essas histórias foram em sites pornô ou de prostituição? Porque existem muitos profissionais do sexo que lidam com esse fetiche de cuckold, fazem um filme pornô todo roteirizado e jogam na internet como se fosse realidade mas é só filme mainstream misógino se passando por coisa da vida real. Claro que há muitos misóginos fazendo isso, mas já ouvi falar de algumas relações cuckold que são bem tranquilas. Inclusive tem mulheres com esse fetiche também, que gostam.

Deborah Rocha, eu conheço muito bem os valores que você proclama. Valores machistas, misóginos, que visam manter as mulheres escravizadas como bonequinhas infláveis pros homens, que fizeram mal às mulheres da minha família, ferraram a minha vida, me fizeram uma pessoa infeliz, causaram depressão profunda e impulsos suicidas em mim e na minha mãe, um moralismo hipócrita que dá a esses bostas machistas o direito de tratar mulheres como lixo e serem tratados como reis. Você quer chafudar na merda com eles? Fique à vontade. Mas nem pense que seu discursinho babaca de moralista cara de pau vai fazer as pessoas entrarem na fossa com você. Então, seja uma boa Amélia como você visivelmente quer ser, largue essa coisa do mal que é um site feminista e vá lavar as cuecas do seu macho. Isso, é claro, se você não for um mascu de bosta se fingindo de mulher.

Anônimo disse...

Cade o projeto bolsa dona de casa?

Deborah Rocha disse...

Querido, os valores que proclamo são: respeito ao próximo corpo e ao do outro, famílias estruturadas onde o casal se respeita. Mas o respeito genuíno, que envolve fidelidade, compromisso e abdicação. Não sabe sequer o que significa machismo, muito menos misoginia. Embora os retardados desse blog se sintam os doutores do assunto. Machista é a pessoa que julga a mulher inferior ao homem e que também julga o homem extremamente superior a mulher. Defendo o direito de escolha para ambos. Para mim, possuem exatamente o mesmo valor. Eu não quero um homem rodado pra minha vida, da mesma forma que não julgo o homem sério que também não quer uma mulher rodada. Ele cumpriu com sua parte, tem o direito de escolha. É simples. É tão difícil entender?
Tudo nesse blog é machismo e mascu. Vocês não tem a menor noção do que falam. Sofreram uma lavagem cerebral tão grande que só conseguem repetir o mantra...

Anônimo disse...

Se cuckhold não é um fetiche ultra machista (quase mascu PUA whatever com um verdadeiro culto ao macho alfa), eu não sei o que é...

Deborah Rocha disse...

ANÔNIMO:
Para quem era a sua mensagem? Os assuntos se desencontraram e ficou parecendo que era pra mim.

Anônimo disse...

O dia em que o ser humano entender que relação a dois não segue obrigatoriamente um padrão social devido à sua própria dinâmica, regida pela intimidade de um casal, sobre a qual nenhuma sociedade deve dar o menor pitaco, e que a maioria dos padrões sociais foram criados não visando a felicidade do casal, mas a preservação de uma ordem social, que favorece questões políticas, como o direito do homem de controlar a sexualidade da mulher para garantir que ela parisse um herdeiro legítimo, de seu próprio sangue, um preceito arcaico que perdeu sua função atualmente, mas que infelizmente continua prevalecendo, quem sabe homem e mulher se livrem das paranóias em relação ao sexo e possam viver sua sexualidade com liberdade, sem constrangimento, nem limites, aprendendo a respeitar seu corpo e o de outros, em vez de policiar a sexualidade alheia devido às suas inseguranças infantis.

Deborah Rocha disse...

Você acha que ter uma família é arcaico? Acha que essa baixaria que o cara relata é uma família? Que família? Se brincar, essas crianças nem são deles. O casamento existe para que AMBOS seja fiéis, para que AMBOS levem a instituição com dignidade. Não concorda com isso? Quer viver na promiscuidade e morrer aidético ou assassinado por uma amante? Siga sua vida e seja "feliz", Mas dizer que isso é casamento?? SEM CHANCES.

Deborah Rocha disse...

Fico chocada com a capacidade de certos seres têm de querer modernizar obras que não lhes cabem. Querem modernizar o feminismo, modernizar o conceito de família... Só não conseguem modernizar a própria capacidade intelectual, já que ela não existe. Talvez sea por isso que querem tanto mudar obras alheias.

lola aronovich disse...

Algumas pessoas continuam falando de cuckold, e não tem nada a ver. Eu não conheço nada de cuckold, só ouvi falar nisso recentemente, sempre vindo de mascus. Mascus basicamente chamam de cuckold qualquer homem que namora ou se casa com uma feminista. Mas depois fui pesquisar um tiquinho (porque no caso do professor que mandava selfie de pau pra mulherada também se falou de cuckold, e não era!) e é um fetiche em que o marido sente prazer em ver sua esposa transando com outro ou outros. Muitas vezes ele, o marido, quer ser humilhado. Concordo com o que alguém falou aqui nesta caixa de comentários, que cuckoldorismo (sei lá o substantivo pra isso) é uma prática bem machista, porque a graça é ver o "dono" da mulher (o marido) ser humilhado, e às vezes humilhar também a mulher. Imagino que só quem se saia bem nisso é o amante. Não sei se existe cuckold mulher, acho que não. Enfim, não julgo quem tenha essas fantasias. Desde que haja consentimento de todas as partes, beleza. Mas, pela narrativa envolvida (isso de querer fazer o marido de corno), me parece algo bastante machista. Não sei se está ligado a BDSM. Alguém aí do BDSM pode falar alguma coisa da relação entre ser cuckold e BDSM?
Já relacionamentos abertos e poliamorismo, por tudo que sei (que não é muito, mas já publiquei alguns guest posts), não tem nada de humilhação. Imagino que seja o contrário: tem diálogo. Ninguém é "corno" (odeio essa palavra) porque não há traição.


O que a gente fez pra Deborah Rocha vir aqui hoje deixar trocentos comentários preconceituosos? Nem leio, sinceramente.

Anônimo disse...

Obrigada por confirmar minha impressão, Deborah Rocha... inclusive com o discursinho reaça de que respeito só vale pro seu jeito de fazer as coisas, o jeito dos outros fazerem as coisas não vale. Eu sou mulher e tive uma família tradicional como você defende, e quer saber de uma coisa? Foi uma merda. Ser filha numa família tradicional-que é obrigatoriamente machista-é uma merda, minha vida foi uma merda, a família tradicional é uma merda e seu blábláblá de Amélia não vai me fazer mudar de ideia. Eu com muito prazer trocaria a minha merda de família tradicional por uma família completamente "moderna" que me tratasse como gente e com respeito, não como bibelô pra enfeitar a foto e dar inveja aos imbecis e não me sentasse a porrada toda vez que eu lembrava a eles que era gente, e não um brinquedinho.

Lavagem cerebral? Ah, claro, porque gostar de ser escrava, humilhada, mandada calar a boca e ser tratada como merda pela família é natural da mulher. Lavagem cerebral precisam fazer é pra mulher querer ser tratada como gente. E você é mascu, sim, pensa igualzinho como eles, que mulher é brinquedo e tem que ser tratada como merda, servindo de escrava pro machinho. Não é porque você não está no fórum que você não é mascu-suas ideias se alinham perfeitamente com as deles. Vá a merda e leve os mascus e a família tradicional com você. Falta não vão fazer.

Jonas Klein disse...

Lola

"O que a gente fez pra Deborah Rocha vir aqui hoje deixar trocentos comentários preconceituosos?"

Só falta de algo útil para fazer. Eu se fosse você apagava tudo.


Eu preferiria morrer aidético do que ter que chamar de esposa ou namorada uma mulher como esta tal de Debora.


Se ela quiser Pode começar a chorar.

Deborah Rocha disse...

LOLA,
Tá brincando comigo, né? Preconceituosa? Estou dando minha opinião apenas. Que não tem nada de preconceita, por sinal.
O seu problema é que só aceita o que é suave aos seus ouvidos, sinto muito. Está na hora de amadurecer e crescer de vez.
Engraçado que você diz não ler os meus comentários mas diz que são preconceituosos... Que estranho, né!
Vocês acham que sou homem, que sou machista, que sou mascu, que sou tudo.
E o que fiz pro seu blog? Fiz os comentários girarem, deveria me agradecer e deixar de ser tão petulante. Se quer falar de feminismo, esteja disposta a discuti-lo de fato. Vejo que seus seguidores são apenas seu reflexo.

Jéssica disse...

Para ter mente aberta tem que concordar com tudo? Eu respeito mas não entendo, quem quer viver assim que viva, mas ninguém é obrigado a achar legal. E a gente não pode falar o que pensa? Então, não publique sobre sua vida. Porque não é o mundo inteiro que vai concordar com você.
Não entendo como dizem que se amam mas querem ficar com vários, porque não fica solteiro de uma vez? Para mim parece que o relacionamento não está lá essas coisas, então, fazem isso para ver se melhora a situação.
O que não faz sentido nenhum, o problema está com eles, mas ficam com outros pra ver se o problema deles se resolvem ??!! Ao invés de tentarem resolver entre si??!
E o pior é ainda ter a cara de pau de contar tudo que rolou para o outro, para mim isso não dá mesmo!

Anônimo disse...

Lola a mulher que tem esse fetiche por ver o marido com outras é chamada de cuckquean, se não estou enganada, e geralmente esse fetiche tem consentimento de todas as partes. Também não sei porque as pessoas gostam disso, mas enquanto todo mundo estiver consentindo eu não me meto, respeito.

Deborah Rocha disse...

ANÔNIMA:
Adoraria que você copiasse aqui o texto em que defendo o machismo no blog. Em que digo que mulher tem que ser submissa, que homem é o fodão e blablabla. Cade o texto? Ele não existe. Eu defendo o fato de homens e mulheres terem o mesmo valor social. E também direito de escolha. É simples. Eu devo ser uma machista mutante, já que machista não acha que mulher é igual a homem, não acha que mulher pode e deve escolher. Machista acha que mulher é lixo serviçal. Desafio qualquer um a apresentar provas contra mim!!

Deborah Rocha disse...

JONAS KLEIN
Quem não tem o que fazer é quem não ter argumentos e ainda insiste em causar no blog. Enquanto você prefere DO QUE, eu prefiro A. Essa é mais uma das nossas diferenças. Embora tenha quase certeza de que não entendeu a mensagem.kkk
Eu tenho personalidade, tenho embasamento nas coisas que digo. Não sou uma seguidora tosca e idolatra que por a Lola dizer algo eu seguirei sem pestanejar.
Como é grande a petulância de vocês. Não têm a menor noção do que é feminismo, machismo, misoginia e afins. Qualquer mensagem mais profunda faz com que vocês entrem em pane. Por sinal, cade a prova do meu machismo mesmo? Alguém se candidata? Porque se for provado, pedirei perdão de um por um aqui.

Anônimo disse...

Lola, a mulher chega em casa e conta como foi a transa dela e ele gosta de ouvir, em algum nível isso é cuckhold. Casais cuckholders também não são cornos de verdade, já que consentem com a prática.

Anônimo disse...

O caso Idelber era um cuckhold clássico com todos os elementos do fetiche! A diferença é que o mais comum é que o marido sugira, naquele caso era o amante, mas fora isso...

Deborah Rocha disse...

ANÔNIMO:
De acordo com os doutores da moral aqui do blog, isso é normal, é a evolução a sociedade! Viva ao feminismo que só prega a libertinagem sexual da mulher. E se alguém quiser questionar... Nossa, você vira homem, mascu e outras coisas mais.

A TODOS:
Por sinal, cadê as provas do meu machismo mesmo? E da minha misoginia?

Mila disse...

Eu também não senti felicidade no depoimento do cara. Não sei se é pq sou incrédula demais para acreditar que homens ficariam felizes em estar no lugar de mulheres por um dia. Senti que ele botou o feminismo no meio para justificar a situação.
Também não sou muito fã de RA. Se as pessoas fazem isso somente pelo sexo, algo está errado. Pq a partir do momento que o sexo pelo sexo ganha mais importância que o companheirismo numa relação, não é legal. Outro ponto é que frequentemente são os homens que mais se beneficiam de RAs, menages e afins.

Anônimo disse...

Ah, o Idelber manipulava as mulheres para elas convencerem seus maridos a serem cornos mansos e continuarem casados com elas depois de contar a traição, tal qual fez a mulher desse cara (sob uma premissa diferente).

Anônimo disse...

Deborah Rocha, não sei se você sabe, mas dizer que uma família não é família porque o casal tem um relacionamento aberto é preconceito.

Dizer que só existe um jeito certo de se relacionar é preconceito.

Dizer que as pessoas só tem valor se se comportarem do jeito que você acha certo é preconceito.

Dizer que um homem que não segue o padrão machão provedor não vale nada é preconceito.

Dizer que uma mulher que não seja "casta e pura" não vale nada é preconceito.

Dizer que quem faz as coisas de um jeito diferente e que as pessoas que respeitam essas escolhas são burras é preconceito.

Ou seja, você É preconceituosa e cada comentário seu é uma prova disso. Aliás, a pior parte é usar os filhos como desculpa pra ser preconceituosa com um casal que não se relaciona do jeito tradicional. Nunca soube se meus pais foram infiéis quando estavam casados, mas me trataram com indiferença e desrespeito, como se eu fosse uma tranqueira, um brinquedo, me mandando calar a boca e deixando bem claro que eu não importava, que só estava lá pra enfeitar o retratinho da família feliz e falsa. Ai de mim se eu chegasse pra eles e dissesse "Não sou seu brinquedinho, sou gente". Me enchiam de porrada pra me lembrar que eu não era gente, era bibelô! A vida sexual dos meus pais foi o de menos me influenciou nessa vida. O jeito bosta que me trataram enquanto filha sim. Que tal você parar com essa palhaçada de que está preocupada com as crianças e só admitir que você é preconceituosa mesmo? Seria muito mais digno.

Vicky_ disse...

Sua prepotência preencheu seu quarto, arrombou a porta da casa, virou a esquina e está forçando a porta da casa dos outros. PARA, KIRIDO.
Volta pro inferno online de onde saiu, e morre virgem!

Rê Bordosa disse...

Quando aparece o tema "relacionamento aberto" dá pra ver a máscara de moderninho cair do rosto de muita gente, revelando por baixo um monte de preconceitos e cagação de regra.
Feminista não é obrigadx a ter relacionamento aberto, assim como não é obrigadx a ter relacionamento fechado. É algo a ser discutido, acertado em comum acordo, como fez o casal.
E onde entra o feminismo nisso? Simples: o autor do texto enxerga a mulher como pessoa, como indivíduo, autônoma, dona do próprio corpo e da própria sexualidade. Não é para isso que lutamos, para que o mundo nos veja assim?
E gostaria de propor uma reflexão: será que esse estranhamento todo em achar bizarro o relacionamento relatado ali, em chamar o cara de corno, dizer que ele tem auto-estima baixa e etc, não é o machismo internalizado falando? Será que não seria essa uma oportunidade de desconstruir esses preconceitos? Homem que não tem a mulher ali como posse exclusiva é corno? Um cara que cede aos desejos da mulher é um coitadinho? Se ele escolheu trabalhar em casa ta fadado a ser trocado por outro porque mulher gosta é de macho viril forte e provedor? Ele tem auto-estima baixa porque não oprime a esposa? Galera, não são exatamente esses conceitos que queremos derrubar?

Rê Bordosa disse...

Me identifiquei muito com o texto. Eu também vivo um relacionamento aberto com meu marido. Estamos juntos há 14 anos, ou seja, estamos durando mais tempo que muito casal tradicional da casinha de cerquinha branca.
É tudo uma maravilha sempre? Não. Temos problemas? Claro que temos. Todo casal tem, mas quem ama dá seu jeito. A gente conversa, contorna, eu vou cedendo de um lado, ele vai cedendo de outro e entramos num acordo.
Independente do relacionamento ser aberto ou fechado (nosso relacionamento era fechado no início), o que não pode é faltar amor, confiança, respeito e consideração.
Quem olha de fora acha que o complicado do relacionamento aberto é a pessoa amada fazer sexo com outro... Não é. Os detalhes, os pequenos detalhes que fazem a diferença.
Aquele cuidado de ambos, de nunca dizer coisas que magoem de verdade. Casamento é uma relação de confiança, você se abre e se mostra para o outro da forma mais verdadeira (pelo menos é assim que deveria ser). Você conta seus maiores medos, inseguranças, defeitos, tabus, pontos fracos... E você sabe que a pessoa está ali para te acolher e não para te julgar e que cada crítica será terna e bem intencionada.
Imagina por exemplo, se ele te conta em segredo que nunca superou a rejeição dos pais, que sempre preferiram o irmão mais novo e que isso sempre foi um golpe na auto-estima dele. Daí na primeira briga por qualquer besteira você diz "seus pais tem razão, você é um bosta, eu devia era ter casado com seu irmão"... Meus parabéns! Você acabou de meter uma facada no relacionamento de vocês. Parece uma besteirinha? Mas não é. Dali ha umas poucas semanas você mal vai se lembrar sobre o que era a briga... Mas ele lembrará para sempre que você abusou da confiança que tinham para ferí-lo. Ele não te contará mais nada porque sabe que tudo que ele disser será usado contra ele. Ele vai sentir que você não o ama, que não tem consideração por ele, vai se fechar. Em contrapartida, talvez ele te ataque de volta e jogue na sua cara todos os fatos que te machucam. Daí, é ladeira abaixo. Relacionamento aberto nessa situação? Esquece. Pois pra isso é necessário que haja confiança e vocês já não confiam mais um no outro, já não tem certeza dos sentimentos um do outro.
Relacionamento aberto é um salto de fé. Você só pula se tiver certeza que o outro estará lá pra te segurar, caso contrário vai dar com a cara no chão.
Meu conselho em todos os casos: mais empatia, mais compaixão e em contrapartida mais amor próprio. Tem a farra? Tem. É legal cair na balada enquanto o outro fica em casa... Mas também é necessário abrir mão da farra quando x parceirx adoecer e precisar de cuidados ou simplesmente você perceber que elx ta carente e precisando de colo. É legal dar mais que chuchu no pé da serra? É. Adoro! Mas tome os cuidados necessários pra não ficar doente e não levar doença pra casa. É bom ter liberdade? Sim, mas já diria o tio do homem aranha "grandes poderes requerem grandes responsabilidades".
Encontrar o ponto de equilíbrio entre suas necessidades e as necessidades do outro não é fácil, você vai tropeçar, vai errar, mas não pode deixar de tentar e fazer o seu melhor.

Deborah Rocha disse...

ANÔNIMO:
Em primeiro lugar, você sabe o que é preconceito? E conceito? Dizer que uma aberração é uma família? Olhe a situação desses 2, nenhum dos 2 se respeita e/ou se ama. O cara se humilha apenas porque não tem condições de se sustentar. Sendo assim, procura justificar os seus e os erros de sua “esposa”. Muito similar ao que acontecia com as mulheres na década de 20. A diferença é que elas não tinham pra onde correr, era ficar com o marido ruim ou virarem putas. Já que a família não aceitava devolução. Elas ficavam por consolo, esse “marido” fica por comodismo. Oportunidades de recomeço a vida sempre oferece. Mas para que? É mais fácil ser gigolô.
Gostaria que aqui colasse as partes que digo que o homem tem que ser machão provedor, que a mulher tem que ser casta e pura.
Vocês afirmam tanto que sou cheia de preconceitos. Já desafiei a todos por provas. E onde elas estão mesmo? Cade. Mostre a Deborah cruel e machista.
Uso os filhos como desculpa? Só provei quão doentia essa relação é. As crianças não têm lazer com seus pais juntos, a mãe trabalha o dia inteiro e volta pra casa de madrugada após suas gandaias. E quem usa uma família totalmente desestruturada para atacar a própria é você. Está apenas dizendo que o importante pra criança é uma felicidade de comercial. Não sei o que aconteceu na sua vida. Mas dever de pai e mãe é de educar. Se você fez algo que merecesse um “cala a boca” certas foram as atitudes dos seus pais. Entenda que nem tudo que parece lindo é lindo. Linda é a família que é referência em tudo para seus filhos. Lindo são os pais que educam, que colocam de castigo. Porque é esse pai que transformará uma criança em um adulto de caráter, um adulto que tenha opinião, que respeite a instituição familiar. Dizer que sou preconceituosa? Faça-me rir! Eu só disse o que vocês não querem escutar. Seguem a mesma teoria da Lola. Acham que têm o discurso perfeito. Mas na hora de um real debate, fogem.

Donna Nyckynha disse...

Deborah Rocha,sabe pega essa pregaçao e leva pros sites machistas tbm.Ok?Vamo lá, mulher. kkkkk

Deborah Rocha disse...

Cadê as provas, meu povo amado??????????

Deborah Rocha disse...

DONNA NYCKYNHA:
Ótima idéia. É muito importante por sinal. Se foi sarcasmo, tá faltando talento, viu.

Anônimo disse...

Eu achei o post bonito.
E só pra constar, pq parece que muita gente não percebeu: eles tem um relacionamento aberto. Coisa que NÃO ocorrem em relacionamentos monogamicos em que a mulher é traída e sabe, mas não tem possibilidade nenhuma de sequer pensar em fazer o mesmo...

lola aronovich disse...

Rê Bordosa, que saudades dos seus comentários! Obrigada!


Gente, ignorem a Deborah. Ela (ainda acho que é ele) veio aqui pra causar. Vamos ignorar que ela vai embora e não volta mais.

Anônimo disse...

Cuckold vem do inglês cuckoo e faz referência à ave enganada pelo cuco a incubar os seus ovos e criar os seus filhotes. O termo em inglês foi adaptado do seu significado normal, que significa corno. Assim, uma pessoa "cuckold" é aquela que gosta de imaginar, de saber ou de ver, o próprio companheiro tendo prazer com outra pessoa (ou pessoas). Pode ter origem em diferentes interesses passando pelo prazer no ciúme (zelofilia), submissão, humilhação, prazer e medo da traição, voyeurismo.

Anônimo disse...

Gente, amando os chiliquinhos da Deborah Rocha! Ela acabou de provar que é machista, preconceituosa, que seria uma péssima mãe (tomara que ela nunca procrie) e ainda se acha a sempre certa. E o mais tragicômico é que ela despeja toda a cartilha machista, diz que querer ser tratada como gente e não como coisa é "felicidade de comercial" (embora eu nunca tenha visto um comercial de margarina com famílias "modernas" como ela mesma chama), diz que não transar é sinônimo de se respeitar (mas só pra mulher, é claro), ofende o moço do post porque ele não é machão-consequentemente, não vale nada-e JURA de pés juntos que não é machista. Deixa. Tenho uns parentes religiosos e reaças que são assim mesmo como ela e a cegueira deles é altamente seletiva pras próprias babaquices e preconceitos.

Anônimo disse...

Rê, saudade de vc!

Cuidado que essa daí ^ vai te chamar de vagaba. =D

lola aronovich disse...

Começando a deletar comentários do Deboroh Rocho pra ver se ele se toca... Já deu. Ele já se divertiu bastante por hoje. Deve ter recebido mais atenção do que recebe num mês, o carentinho preconceituoso.

Laís disse...

Vejo os comentários falando que foi um desabafo do cara... mas não consigo vê-lo como o inseguro descrito. Vejo os dois como um casal que, apesar de suas aventuras sexuais, têm inteiramente um o coração do outro. Eles foram capazes de se entender, e nenhum está chorando pelos cantos por causa da falta de fidelidade do outro.

Talvez esse relacionamento dê certo, para eles. Mas não acho que os desejos sexuais sejam incontroláveis e que eles não podiam ser um casal monogâmico se realmente quisessem.

Anônimo disse...

Gente, o problema não é relacionamento aberto, o problema é quando a alternativa ao relacionamento aberto é desemprego, falta de dinheiro, perda da esposa e da guarda dos filhos. ISSO NÃO É ESCOLHA.

Anônimo disse...

Deborah, não é questão de provar nada, todo mundo aqui já mostrou que não concorda com vc, mas não importa o que qualquer um fale, vc vai continuar falando merda sem parar. Você já mostou que não veio aqui pra debater, veio aqui pra causar, então quanto mais comentários seus forem deletados, melhor.

Ingrid Bezerra disse...

Êêêêêêê!!! Rê Bordosa! <3 é isso aí! :*

Esse Deboro é um saco, esse cara deve estar com falta do que fazer e veio aqui nos chamar de piranhas, criticar casais que vivem um relacionamento aberto, porque deve estar cheio de rancor e recalque dentro de si. Que dó do infeliz.

Sobre o post, eu não vi tristeza no homem, apenas um homem definindo sentimentos complexos dentro de uma relação diferente. Nada de mais, acho que ele está bem e pela forma como dialoga com a esposa, creio que não seja difícil resolver se houver algum problema na relação. cada um sabe de si, se ele está na relação e diz que está bem, então ok. :) Existem várias formas de amar. E esse tipo de vida que ele está levando (como já disseram aí em cima), muitas mulheres já o levam e ninguém fica chocado.

Eu sou monogâmica, a poligamia não me cabe, mas gosto de conhecer outros tipos de pessoas e relacionamentos. É legal e saudável abrir a mente.

lola aronovich disse...

Desculpa, gente, troll que nem o Deboroh tem que ser cortado logo. Eu deixei postar, aí ele gostou... E também passei quase o dia todo fora de casa. Enfim, é fogo. O troll ainda quer que eu o agradeça por "bombar o blog", reclama de censura (depois de publicar trocentos comentários misóginos aqui), e acha que ter seus comentários escrotos deletados depois de um tempo é por causa de "não aceitar discordâncias / não saber argumentar / querer ser idolatrada". Ou seja, os argumentos de sempre de todos os trolls.

Donna Nyckynha disse...

Deborah Rocha acho q vc é um homem que ao ver uma situaçao tao nova já acha ameaçadora a sua virilidade ai venho aqui com toda sua fúria e tá certas vezes parecendo pregaçao.Bem,isso dai a gente ver aos milhoes,recorrentemente,so q ao contrario,nas maos dos errados.

Sim,vc está certa no que tudo voce falou.Eu te entendo.Mas eles irão continuar levando suas vidas porque nao somos deus uns dos outros.

Nao discriminamos RA da forma contraria deste relato,desde que os dois sejam plenamente conscientes e carta branca pra todos.
Tambem acho que deveria ter algum tipo de renumeraçao pra quem fica em casa,poderia ser proveniente do estado,do conjuge em forma de lei.De qualquer forma acho q essas pessoas q ficam em casa deveriam encontrar um hobby q fizesse renda.

Layana disse...

Concordo também. Basta mudar o gênero pra gente perceber que essa situação de ficar em casa cuidando de crianças, sem renda própria é uma cilada esquisita. Já passei por isso nos primeiros três anos de minha filha, não recomendo.

Anônimo disse...

Os comentários daqui parecem aquela coisa freudiana que diz "quando pedro fala sobre paulo, sabemos mais sobre paulo do que de pedro". Tá todo mundo colocando os personagens de acordo com sua visão de RA.

Joseph K

Rê Bordosa disse...

Lola, Ingrid,

Que saudade de vocês!
As coisas por aqui andam tão corridas, sem tempo pra nada.

Lola, sobre cuckold, já conheci muitos adeptos do BDSM que praticam, mas não é uma prática exclusiva do BDSM e não é todo mundo dentro do BDSM que curte.
Ccuckold não é a minha pegada, mas sinceramente não tenho nada contra. Para quem ta vendo de fora pode parecer bizarro mesmo, mas é como tantos outros fetiches: é como jogar uma luz no monstro que vive em baixo da cama. é como pegar algo vil, medonho e transformar aquilo em algo lúdico.
O "corno" é um arquétipo machista, sem dúvida. Mas a forma que esse arquétipo é trabalhado e o contexto em que se insere muda tudo.
O machismo da vida real, o cara se achar o dono da mulher, "alugar" a mulher pra outros caras, coagir, acabar com a auto-esima dela, etc é algo terrível, com certeza... Assim como é terrível ser traídx e humilhadx pela pessoa que vc ama. Mas se um casal usa essa temática, entre adultos, tudo combinado, como num teatro, todos gozam e se divertem e depois saindo daquela sessão o casal vai levar sua vida normal, de boa, vivendo bem e se respeitando, não vejo nada de mais.

Rê Bordosa disse...

To sentindo falta da Raven e do Donatien. O que houve? Por onde andam?

Tamires disse...

Muito interessante. Com minha cabeça de hoje (sou solteira) acho que realmente pode ser melhor do que separar, se for uma prática de duas vias. Acho a variedade de experiências sexuais superestimada na nossa sociedade atual, mas talvez a monogamia também seja.

Maria Helena disse...

Pensei o mesmo!

Alyne AG disse...

Eu também não fiquei com dó. O lance é que ele foi explicando todo o processo de aceitação que na real não deve ser fácil mesmo. Mas pelo relato ele está muito bem com a nova ordem a ponto de perguntar como foi o sexo com o cara. Tenho dó é de casal que é infeliz na monogamia ou mente em uma traição. Também não funcionaria comigo, mas gostei do post, primeira visão mais humana que já lí sobre o poliamor

Vanessa Oliveira disse...

Nossa, meu marido cuida de mim se eu estiver doente, somos iguais no financeiro e no cuidado com a casa, somos Child free, ele se preocupa com meu bem estar e felicidade. Sei q é difícil achar um parceiro de verdade, mas ele existe.

Anônimo disse...

Tive duas relações abertas no passado e agora estou na minha terceira. Para mim parece uma boa opção e tenho alguma experiência com isso.

No entanto, o autor do texto não me parece em uma boa posição. Espero que seja uma impressão equivocada mas ele não parece comfortável. Parece que cada vez que ele celebra a situação ele está "forçando a barra". No texto me soou muito como se ele estivesse aceitando a situação ao invés de vê-la como uma coisa realmente boa.

Infelizmente não é uma situação muito rara em relações abertas, pelo que vi ao longo dos anos. É muito comum uma das partes quere muito e a outra colocar um sorriso amarelo, adotar um discurso de aceitação disfarçado de entusiasmo, e ir levando como se fosse um preço a ser pago.

Espero mesmo que seja má impressão.

Anônimo disse...

Este tem sido o grande desafio do meu casamento aberto: criar força a partir das vulnerabilidades."

O cara lida o tempo todo com a abertura do casamento como um fardo, algo a suportar e superar.

Já tive e curto relações abertas. No caso do autor do post a coisa não parece muito saudável não.

Ana disse...

Quem cuida da casa e dos filhos, seja homem ou mulher, não faz NADA da vida, é um MERDA na vida?
Uau!!!

Anônimo disse...

Sinceramente Jonas, foi o que eu pensei. Esse tipo de comentário como o da Déborah não foi mais que uma visão bastante tradicionalista, conservadora e com suas lá essências machistas. Pronto. Na falta de vocabulários bonitinhos tipo "valores", pode-se colocar " tradicionais" que também soa menos pior do que "machista" pra sociedade. Enfim, discordo completamente da visão de relacionamento que ela tem.

Evan Daniels

Anônimo disse...

O engraçado,Déborah, é que você parece querer impôr sua visão de casamento e respeito a todo mundo.
Isso se chama medir o mundo com a própria régua, minha cara.
Fora a revolta que demonstra contra o carinha do post. Ainda disse que o cara "perdeu a masculinidade" como se um homem fosse inferior ou menos por não seguir à risca o modelo de masculinidade.
Por favor, querida, me diga que você nao é feminista com essa visão turva de relacionamento. E outra coisinha: se tudo nesse blog é machista e mascu, o quê diabos tu tá fazendo aqui, criatura?
Seja "Menas", por favor kkk.

Evan Daniels

Anônimo disse...

Ô Lolinha, pensei em dizer o mesmo pra Rê Bordosa.

Quanto a Déborah ser ela ou ele, bem, seus comentários continuam sendo vazios e prepotentes.

Evan Daniels.

Ader disse...

Vamos tentar novamente deixar meu comentário.
Eu achei o depoimento interessante na questão de pensar outras formas de manter um relacionamento estável. Muito aqui julgaram o homem como uma pessoa sem valor… Não acho. Seus valores com a vida e a responsabilidade ainda estão lá. Aceitar que sua esposa transe com outros não tem nada a ver com ser ou não uma pessoa digna. Fora isso, tenho algumas considerações sobre o homem do depoimento.
O tom do texto me pareceu um pouco com um grito por reconhecimento. Como se ele quisesse uma "recompensa" por "deixar sua menina sair sozinha". Acho que ainda não tem medalha pra isso e ele não será recebido na Casa Branca por tal feito.
Também achei problemático o lance de ser dependente financeiramente da parceira porque isso serve como âncora para ela. Explico: se por acaso ela se envolver além do sexo com outra pessoa, será que ela terá mesmo a liberdade de "seguir seu coração"? Será que ela não vai ponderar com peso 2 o fato de ser o arrimo da família e tem a responsabilidade de prover não só os filhos, mas o marido benevolente? Essa possibilidade da âncora pra mim fica clara na passagem do depoimento em que ele relata em tom paternalista o episódio que a parceira dormiu fora. Quem nunca esticou a noite? Isso é normal, mas na cabeça dele acendeu um alerta…
A liberdade que ele diz ter dado pra parceira pra mim é mais semelhante a condicional. Já que não fica claro como foi a vida dele antes do casamento… Fica subentendido que experiência sexual não é problema pra ele. Quem deixou de amadurecer e experimentar o sexo antes do casamento foi ela. Ou seja, pela pena celibatária imposta pela sociedade ela além de ter cumprido alguns anos, agora está em condicional… Sem previsão de liberdade.

Anônimo disse...

Alguém me aponta no texto aonde o autor disse estar desempregado? Entendi que ele fica em casa. É diferente. Ele pode ser escritor. Ou jornalista. Ou designer. Ou músico. Ou fazer croché. Vamos parar de achar que trabalhar é só sair de casa as 6:30, pegar duas horas de metrô e ônibus, se enfiar num cubículo e fazer uma fortuna pra outra pessoa? Obrigada. De nada.

Gabi disse...

Nossa, mas que agressividade!

Eu que te pergunto, por que te incomoda tanto o fato de essa moça não se importar com homens?

Achei grosseiro e invasivo esse seu comentário.

Daniele Lemonje disse...

A mensagem subliminar que escorre entre os comentários, oculto porém identificável é que uma pessoa que tem poucos parceiros(as) sexuais ao longo da vida é uma coitada(o) problematica(o) que foi vítima da sociedade.

Levando essa mensagem ao extremo vejo o absurdo do que foi escrito por aqui.

Um extremo. Um homem e uma mulher casam virgens (comum entre os Testemunhas de Jeová) e vivem felizes por toda a vida. Segundo a mensagem subliminar do texto e comentários, esse casal é uma vítima da crueldade humana e da insanidade religiosa. Um exemplo que deve ser exterminado da sociedade.

Já no outro extremo. Um go go boy tem um caso de uma semana com uma garota de programa. Pela teoria intrinseca aos comentários é a perfeição libertária, isso sim é um casal feliz, realizado e totalmente feliz.

Claudia - RJ disse...

Se funciona para os dois, parabéns. Sem hipocrisia, pessoal: aquela que já teve um caso fora do relacionamento sabe como é libertador para a mulher ter as rédeas de sua vida sexual. O lance do casal é aberto, o que tira muito da culpa cristã. Só não concordo com um ponto: eles contarem um para o outro. Momentos tão íntimos são particulares; levar para a cama do casal parece aprisionador, tira a graça. Parece que estão exercendo o direito de propriedade um sobre o outro. Fora isso, achei OK. Boa sorte ao casal :)

Gabi disse...

Carai, bem o que eu pensei. Essa Deborah é troll na certa, não é possível.

Ponto negativo pra mim, que achei que ia encontrar alguma discussão construtiva nos comentários

Marcelo Venturi disse...

Belo e corajoso texto. A começar me identifiquei por ser um homem feminista. A brilhante colocação dele sobre como as pessoas reagem ao dizer que é um homem que passa o dia cuidando dos filhos, pensei o mesmo antes de ler o resto: Duvido que falariam isso para uma mulher. Hoje cuido de meus "3 filhos de 4 patas" deixados pela minha ex-companheira por não ter espaço na casa dela quando nos separamos. Talvez não se compare, mas é uma responsabilidade muito maior cuidar de crias sozinho.

Já passei por relacionamentos abertos (até tenho postagens sobre isso em meu blog), e entendo esse sentimento tenso entre ciúme e compreensão da liberdade alheia, que se chama respeito. O texto é genial ao colocar como as mulheres são tradicionalmente vistas em comparação aos homens por fazerem as mesmas coisas: ao cuidar dos filhos para elas é natural e para eles um grande trabalho, ao sair com muitos parceiros para elas é vagabundagem ou prostituição para eles é sorte e virilidade.

Em minhas postagens sobre o assunto também, feito ele, tento deixar claro que essa opção pela liberdade não é uma norma ou uma regra, mas que deve ser bem conversada pelo casal. É uma escolha difícil em nossa cultura optar pela liberdade assumida, as pessoas preferem ter liberdade em segredo, e por isso trair e ficar quieto é a regra, enquanto seria muito mais fácil se assumir e permitir direitos iguais para os parceiros, se ambos se sentirem a vontade dessa forma. Direitos iguais é a que luta o feminismo. Nada mais justo.

Já passei exatamente por isso: "eu também tenho minha carta branca sexual. Só não uso a minha tanto quando minha esposa usa a dela. O que é importante é a igualdade de oportunidade, não os resultados". As vezes nesses momentos o ego bate forte novamente: é, em geral na sociedade, mais difícil aos homens encontrarem parceiras que o contrário. E até isso acho que é resultado do machismo tradicional, em que homens TEM que ter iniciativa e mulheres podem aguardar eles chegarem, mas se tiverem iniciativa conseguem o que quiserem, ao menos sexualmente falando. Nesse sentido realmente vale a igualdade de oportunidades ou direitos e não espere de resultados, como foi muito bem colocado pelo autor.
Mas sem dúvida concordo plenamente que "A sensação é de ser adulto, especialmente porque tudo depende de uma comunicação honesta e aberta", essa comunicação honesta e aberta é o grande segredo. Ao permitirmos que se fale tudo sem julgamentos (é um gigante exercício) estamos lidando com nossa maturidade. Posso afirmar sem culpa que meu último relacionamento ruiu não por ser aberto, mas pela mentira, como costuma acontecer com outros. Então esse é o segredo: a sinceridade e a espontaneidade, sempre.

Não há como negar que todos, em qualquer relacionamento mais estável que estejamos, em algum momento não sentimos uma vontade, uma quedinha por alguém de fora. Não há mal algum em sentir. A diferença dos relacionamentos abertos para os tradicionais é que os primeiros permitem você assumir esse desejo sem medo de ser feliz, e os outros te obrigam a sublimar o sentimento ou esconder seus atos depois. Tão triste isso né? Será que não é mais fácil aprender a lidar com a felicidade alheia do que com sentimentos secretos escondidos e mentiras para sempre?

Abrir relacionamento não precisa ser abrir para o mundo saber, se a imagem e status te desagrada, abram apenas entre si. Mais ninguém além de vocês (e seus parceiros) precisa saber. Mas vale lembrar que isso é triste de se fazer por culpa de nossa sociedade ainda repressora e machista... Como se pode ver pelos comentários alheios). Deixo dois textos do meu blog pra quem quiser entender um pouco sobre o que penso sobre relacionamento aberto:
https://ventomar.wordpress.com/2015/06/08/relacionamento-e-parceria-e-nao-propriedade/
e
https://ventomar.wordpress.com/2014/05/26/abrir-trair-mentir-ou-respeitar-falar-confiar/

Parabéns autora pela escolha do texto, em nome de uma sociedade mais sincera e madura.

Anônimo disse...

Anonimo das 09:27:

eu cheguei à essa conclusao na 27ª linha

Anônimo disse...

Nada contra o casamento aberto, a questão é a forma como ele escreve (angustiante, parece que está tentando se justificar, em nenhum momento passa uma alegria verdadeira). Dá para sentir. Mas é interessante para refletir, o tanto de mulheres que também se expressam assim: dizem que estão felizes em um casamento opressor, e se você tiver a sensibilidade, percebe que ela está tentando se justificar.

Eu e minha esposa não estamos fechados para um relacionamento aberto, mas já combinamos que jamais faríamos isso por alguns motivos: como para reaquecer o casamento (cremos que devemos ser quentes por nós mesmos, e não ficarmos dependentes de uma terceira pessoa para isso, além disso, devemos entrar completos, para dar prazer e sentir prazer, e não para mendigar ajuda para nosso casamento, portanto, primeiro resolveríamos entre nós o problema do aquecimento, e depois entraríamos).

Se vamos entrar, vai ser por pura sacanagem. Ciúmes todos nós sentimos, mas nós sentimos ciúmes (que para nós, é mais um medo de perder o amor um do outro para uma outra pessoa) do coração, e não do corpo.

Helena disse...

Interessantíssimo.
É uma leitura bastante enriquecedora se você está disposto a ponderar.

Ao longo do texto, identifiquei-me com a esposa, pois meu noivo foi o segundo homem com quem dormi e estamos juntos há pouco mais de dois anos. Hoje eu já sinto falta de mais experiências, embora eu seja sexualmente satisfeita, penso que se tivesse tido a oportunidade de me conhecer melhor através de outras pessoas, seria ainda mais feliz na cama.
Também já me apaixonei por duas pessoas ao mesmo tempo. Eu realmente não sabia por qual dos rapazes eu era mais apaixonada ou qual me fazia mais feliz. Lembro de ter desejado com toda a alma que fosse possível manter uma relação saudável com os dois. Infelizmente, não foi.
E não só por causa deles (embora, eu não tenha sequer ousado falar a respeito com qualquer deles), mas por minha causa. Eu sabia que se viesse a ter uma relação com duas pessoas, as duas pessoas também reivindicariam - com razão - o direito de ter mais de uma relação e isso eu não admitiria. Minha segurança é muito frágil.

Mas, enfim, se um dia eu encontrar alguém disposto a uma relação dessa... Por que não?

Anônimo disse...

É desanimador o que foi descrito no post. Tanto pra homem quanto pra mulher, "aceitar" uma coisa dessas é extremamente humilhante e fica mais do que claro ao se ler o texto.
As feministas vêem isso como bonito por conta da sua sede de vingança do seu inimigo imaginário, nada mais.

Mas se você for ponderar da maneira mais neutra possível, é uma opção de vida como qualquer outra, que TALVEZ funcione. Digo talvez porque tenho quase certeza de que, no fundo, o poliamor é uma farsa licenciosa na nossa sociedade.

Precisaríamos nascer e viver em outras culturas para realmente achá-lo normal. Não fomos moldados a ele, aqui onde estamos. Não que eu veja nada de inerentemente errado na poligamia.

BLH

Elen disse...

Esse argumento de que são adultos que concordaram com x, é bem fraco. Até parece que n vivem no mundo real, onde várias vezes concordamos com algo sem gostar ou querer de verdade, por pressão, manipulação, baixa estima...
Pelo menos o cara do texto n parece nem um pouco feliz com a situação, ele nem pensava nisso, a mulher que ficou falando, falando, sem falar que ele levou chifre quando ela beijou outro cara, antes do RA. Pode ser que ele aceitou tudo por n querer perder ela, sei lá.
Parece que tá conformado.

Anônimo disse...

Ela não tem ciúme dele porque sabe que controla a situação e nenhuma outra mulher vai querer ficar com ele. Considerando que pelo jeito eles nem transam mais, ele deve ser ruim de cama além de tudo.

Anônimo disse...

Não há como negar que todos, em qualquer relacionamento mais estável que estejamos, em algum momento não sentimos uma vontade, uma quedinha por alguém de fora.

Há como negar sim, como é que decreta que todo mundo é assim? Eu n consigo sentir nada por outra pessoa quando estou apaixonada, em um relacionamento.
Para defender o RA sempre vem com essas para parecer que todo mundo quer mas n faz.
Outra ali dizendo que quem n gosta disso é moralista e hipócrita.

Anônimo disse...

"Eles tem oportunidades iguais"... ela é mulher: recebe muito mais oferta de sexo. ela trabalha fora: conhece muito mais pessoas no dia-a-dia. ela é quem sustenta a casa: pra sair com alguém ele tem que pedir dinheiro. ela convenceu ele a abrir o relacionamento: está bem mais confortável com a situação.
O que eles tem só é "oportunidades iguais" pra quem acredita em meritocracia.

Taty disse...

Acredite Helena o que importa é a qualidade e não a quantidade.

Anônimo disse...

BHL, Daniel Leninguémliga e outro mascu qualquer: sua opinião não vale nada. Passar bem.

Por que vocês acham que ele está triste? Ele está se justificando ou tentando explicar pra quem está de fora como as coisas funcionam no relacionamento dele? A mim parece que ele está explicando como funciona, não tentando se convencer de nada. Mas claro, ele é um homem e de acordo com nossa velha cartilha machista nenhum homem fica feliz se a mulher "der" pra mais alguém além dele.

Anônimo disse...

Casamento aberto é como recuperação judicial de empresa: Todos sabem que a empresa está falida, mas como ninguém quer ficar quebrado, ficam fingindo que a empresa existe fazendo operações fantasma. Claro, nada contra, se mais divórcios fossem como o dele, o mundo seria um lugar mais são.

O sujeito do texto está obviamente transtornado, se ele continua o relacionamento pela comodidade financeira ou emocional, é algo que só o mesmo em um estado mais lúcido poderia dizer daqui há uns anos. Muitos dizem que ele é um homem maduro e seguro de si, mas nunca vi gente madura e segura de si se enchendo de vinho. Não acho que ele seja um coitado, na média, ele está no lucro: Pode ficar o dia todo em casa de cuecão vendo tv, comendo coxinha, jogando baseball com as criança e fumando maconha, dada a comodidade que americanos tem com seus super eletrodomésticos, se ele passa 4h por semana cuidando da casa, é muito. Acho inclusive que o maior conflito que ele tem é admitir a razão a qual esse relacionamento é comodo para ele. Ele poderia dizer: "Ainda amo minha mulher e sinto falta dela. Sei que ela não me ama e enjoou de mim. Mas ela me respeita e se importa comigo, do jeito dela. Ao invés de uma ex, ganhei uma mãe. Não a exploro pois ela tem em mim uma companhia para desabafar e a segurança dos bons cuidados com nossos filhos.", mas ao invés disso, de parecer admitir que falha em seu suposto papel de "líder víril", ele tenta se por no papel de "herói martir feminista", e usa um mosaico de ideias feministas que ele deve ter lido proferido por adolescentes revoltadas.

Resumindo, o problema dele não é sua mulher "abusadinha" ou o relacionamento aberto em si, e sim que sua masculinidade ainda está em conflito, e ele dá vazão a isso tentando ser um heroi.

Anônimo disse...

No caso dele, ele está vitorioso, e seu conflito é que sua masculinidade o obriga a querer ser um herói, um mártir, e não admitir que em seu divórcio ele recebeu uma aposentadoria onde a esposa virou uma mamãe que o sustenta o garotão que passa os dias brincando com as crianças, vendo tv, jogando videogame, comendo coxinha e fumando maconha. O cara está no Éden, e a mulher está no lucro por ter estabilidade familiar, alguém que cuide das crianças, companhia e ouvidos. Ele poderia admitir que a mulher reinventou o conceito de divórcio e deu a ele uma aposentadoria bizarra aos moldes de uma segunda adolescência, mas qual o glamour que isso teria? Melhor é ficar na internet lendo trechos de textos feministas rasos de adolescentes revoltadas e declamando-os como em um épico sobre um "nobre herói feminista que venceu o machismo e o patriarcado ao ficar em casa jogando baseball com os filhos, assando churrasco, jogando videogame e de vez em quando pegando umas novinhas.".

Acho que toda a neurose passaria se ele apenas fosse sincero: Ganhou na loteria.

Deborah Rocha disse...

Quanta carência afetiva a sua , ein, dona Lola. Um monte de pessoa metendo o pau no cara, tendo comentários muito mais polêmicos que eu. E eu que sou a bruxa? Cite em qual momento eu ofendi alguém aqui. Tá incomodada por eu, em 3 dias, ter causado e movimentado seu blog? PODE DELETAR QUANTAS MENSAGENS QUISER, EU VOLTO, NEM QUE SEJA PRA TE FAZER RAIVINHA!

Marcelo disse...

Fico muito curioso para ouvir a versão dela a respeito, como ela lida com ciumes, como ela escuta e reage quando ele conta suas saídas enquanto ela cuida dos filhos... Puramente curiosidade.
Ja opinei ali acima e não tenho nada contra, desde que seja bom para ambos e tenham direitos iguais. Parabéns ao casal pela coragem, mais uma vez.

Deborah Rocha disse...

Engraçado o seu discurso. Diz ser ativista do feminismo, mas poda opiniões dos outros. Apenas repete a ação repressora social que tanto critica. Tão paradoxal, tão clichê...

Deborah Rocha disse...

Já que me odeia tanto, qual o motivo de ter apagado apenas algumas mensagens minhas?

Deborah Rocha disse...

Tá precisando de comentário assim pra movimentar o blog, né, querida?

Anônimo disse...

Não senti este tom de tristeza que várias pessoas estão relatando. Acho que negociar na vida a dois também nem sempre é fácil, seja o que for.E ele pode até não estar 100% satisfeito ou convencido, mas se propôs a tentar, então acho válido. Ví várias pessoas falando que vivem relacionamentos abertos nos comentários. Uma dúvida real, como vcs fazem? Estou num relacionamento e negociamos que tudo bem ficar com outras pessoas, mas não tenho o menor interesse em tornar este acordo público para as pessoas de nosso convívio. Mas como sempre estou rodeada de amigos que não sabem deste acordo, onde conheceria pessoas para ficar sem me expor? Vocês conhecem pessoas pela internet? Mas não corre o risco de topar com algum amigo? Enfim, só consigo realmente ficar com alguém nas raras situações em que acho que não vou me expor...

Anônimo disse...

Vale dizer que é a visão dele acerca da situação.
Não sabemos o que a mulher sente ou as situações que já aconteceram com ela.
Não dá pra afirmar que ele está em uma roubada sem entender o contexto todo.
Mas a conclusão que talvez dê pra chegar é a de que qualquer relacionamento está fragilizado, ainda que tenha uma falsa segurança de estabilidade.

Anônimo disse...

"Aninha24 de agosto de 2015 12:51
Bom, eu sou da opinião que se duas (ou três, ou mil) pessoas adultas querem fazer alguma coisa que não faça mal a ninguém, que se divirtam. Então, be happy num RA. "

Concordo plenamente!! Como diria Inry Cristo:

" tudo o que fizeres que faz mal para ti ou para outrem é pecado; tudo que fizeres que não faz mal a ti nem aos outros não é pecado."

Inry Cristo

Anônimo disse...

Bem, eu acho que se ele está feliz assim, beleza.
Não funcionaria pra mim, traição é um dos motivos pelo qual eu evito manter qualquer relacionamento sério. Sério cara, eu tenho ciúme até da caneta que uso no trabalho, acho que sofreria um AVC e morreria se presenciasse minha esposa/noiva/namorada com outra pessoa na cama, fiquei com raiva só de ler o texto do post.
Concordo com alguns fóruns mascus, da real ou o caralho q for nessa parte, acho que o melhor pra mim (e outras pessoas loucas e possessivas) é continuar vivendo só, cuidando da minha vida sem envolver ninguém, sem cultivar laços de afeto ou compromisso para me proteger e proteger as outras pessoas.

Cris disse...

Lola, Um assunto OFF topic aqui:

Vc soube que um mascu sancto ameaçou promover chacina em um evento lgbt-friendly (balada alternativa) em Vitória-ES? Esses fracassados não sabem a hora de parar...

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2015/08/noticias/cidades/3906912-homem-ameaca-realizar-chacina-em-casa-de-festas-de-vitoria.html

Anônimo disse...

Ele foi pressionado pela mulher a abrir o relacionamento depois de ter sido traído;
Agora ele experimenta insegurança, ciúmes e ressentimento.
Precisou de álcool e muita acrobacia "feminista" pra ser convencido a entrar nessa.
Ela tem o domínio financeiro da família.
Fica apavorado quando ela sai porque ela pode se apaixonar por outro.
Fica apavorado se ela não avisa que vai dormir fora e ela não avisa.
As possibilidades de novos relacionamentos com a abertura são completamente desiguais entre eles.
Ele gosta de escutar sobre as trepadas delas por motivo de: "feminismo" (oi?).
Eles não podem sair juntos (são contra babás).
Ele sequer mencionou a vida sexual entre os dois.

Quem tá defendendo o relacionamento deles, me digam por favor de que forma isso pode ser um arranjo minimamente saudável.

Rê Bordosa disse...

Anônimo 20:24,

Dos 14 anos que estou com meu marido, os 3 primeiros foram relacionamento fechado. Tudo começou quando beijei uma amiga e gostei. Contei pro maridão e ele ficou de boa. Perguntei se topava abrir o relacionamento ele topou.
De início foi aquele cagaço da minha parte e da dele, com medo de julgamentos dos amigos, colegas e família... Tendo também o "agravante" que minha bissexualidade é mais um tabu pra sociedade.
Ficamos meio perdidos no comecinho, sem nenhuma referência. Não tínhamos com quem falar do assunto, não queríamos contar pras pessoas. Mesmo que contássemos nenhum dos nossos conhecidos até então tinha vivido qualquer experiência parecida. Eu conhecia pouquíssimas lésbicas/bissexuais e ninguém que tivesse relacionamento aberto. Até na internet eu não encontrei muita coisa relevante sobre isso... Internet de 11 anos atrás não era essa facilidade de informação que é hoje.
Para quem entra em um relacionamento tradicional, há certas facilidades: as regras de convivência, o que pode e o que não pode, o que se espera de um comportamento feminino e masculino... Tudo isso já faz parte do senso comum, é pré-estabelecido, basta seguir a cartilha. Para o relacionamento aberto, se você não está inserido nessa cultura logo no começo, como no meu caso, você tem que reinventar a roda, criar regras e definir expectativas tudo do zero, na tentativa e erro.
No comecinho muito poucas experiências, dificuldade de encontrar parceria, justamente por estarmos inseridos na época em um circulo social monogâmico e heteronormativo. Pra completar, Brasília é uma cidade careta que só... Com pouquíssimas festas e boates temáticas para casais, e todas elas meio escondidinhas, sem muita propaganda. Mas fomos nos virando e a situação foi melhorando.
Continua...

Rê Bordosa disse...

Continuando...
Já que eu estava interessada em mulheres, comecei saindo para boates GLBT. Desde o início adotei a postura de avisar logo às moças que eu tenho marido (ainda faço isso, não quero enganar ninguém nem arrumar confusão)... Tomei toco e fui xingada um monte (vez ou outra ainda acontece, faz parte de viver em um mundo cheio de moralistinha babaca)... Tipo, você dá a real, diz que tem marido e tudo mais, pra saber se a pessoa topa. E ela se emputece e sai te chamando de safada, canalha, destruidora da família brasileira e acha aquilo um abéçuuuuuurdo! Detalhe: nunca foi uma abordagem desrespeitosa, chegava de boa ou esperava chegarem em mim. Cadê o absurdo e a canalhice em pessoas adultas querendo relacionar-se sem compromisso e botando as cartas na mesa pra todos os envolvidos? Eu não vejo onde, mas esse povo encontra chifre em cabeça de cavalo, enfim... Por outro lado, entre tocos e xingadas eu conheci muita gente bacana, tive experiências ótimas e com muitas tenho amizade até hoje.
E veio a época do saudoso orkut. Eu criei um perfil alternativo para conhecer pessoas e fui descobrindo várias comunidades de quem queria o mesmo que eu. Além de marcar encontros pra conhecer pessoalmente, comecei a ficar por dentro de festas/eventos/boates aqui por perto. Também fui a outras cidades e as moças vieram para cá também.
Com o tempo, conhecendo gente com relacionamentos parecidos com o meu e necessidades semelhantes às minhas, fui percebendo que eu não era a bizarra com um casamento bizarro... Mas uma mulher livre e feliz, que teve a sorte de encontrar um cara incrível e mente aberta o suficiente para topar a proposta e embarcar.
Daí fui desencanando, comecei a não ter vergonha de me encontrar e demonstrar afeto em locais públicos, contei pros amigos mais chegados, depois para os conhecidos, depois para os meus pais... Tem gente do trabalho, da família e uns conhecidos para quem nunca falei nada porque não é da conta deles, mas já não to nem aí se descobrirem.
Um fato interessante, é que medida em que as pessoas vão descobrindo sobre nós, muitas vão tomando liberdade para contar segredos, pedir conselhos e até fazer "propostas", rsrsrs. Sabe aquela sua amiga religiosa, homofóbica e cagadora de regra? Não estranhe se um dia ela descobrir seu casamento aberto e te chamar pra transar, acontece. Quem mais critica gratuitamente é quem ta louco pra fazer e não tem coragem. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Eu entendo quem quer manter discrição, porque também já passei por essa fase. Meu conselho é: conheça pessoas em ambientes "mente aberta" de sua cidade e internet. Se você encontrar alguém conhecido por lá, a pessoa muito provavelmente vai te entender e será discreta, pois se está nesses lugares está na mesma situação que você. Tem o risco de alguém descobrir? Tem. Mas a vida é muito curta pra viver da opinião dos outros.

Beijos!

Camila Bezerra disse...

Rê Bordosa... sua história parece a minha, só que a minha começou agora. Ainda não encontrei ninguém pra curtir esse relacionamento aberto, mas não me importo com isso. Só o fato de estar num relacionamento com alguém que confia em mim e me ama ao ponto de me deixar viver dessa forma já me deixa muito feliz! (Sou de Brasília tbm, me dê dicas! XD)

Anônimo disse...

Para vocês em relacionamentos abertos, vocês ficariam com um homem bi sexual?

Anônimo disse...

Rê Bordosa seu marido abre seu relacionamento para homens também ou não?

Anônimo disse...

Então por que as mulheres sofreram isso no passado os homens agora precisam sofrer e todo mundo achar legal? Eu quando era pequeno vi durante ANOS a minha mãe ficando em casa enquanto o canalha do meu pai saía para a gandaia e arrumava amantes na rua que até ligavam para a casa da minha mãe para artazanar ela e quer saber? Não desejo isso para NINGUÉM, seja homem ou mulher. O homem que escreve esse texto é um infeliz, o que algumas feministas precisam entender é que lutar pela igualdade não tem nada a ver com REVANCHISMO, muito menos com fazer homens inocentes pagarem pelo o que mobstros fizeram às mulheres no passado.

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