sexta-feira, 5 de setembro de 2014

"PARE DE ME INTERROMPER, CARA"

Este artigo de Soraya Chemaly sobre como mulheres são constantemente interrompidas ou desvalorizadas por homens é muito bacana. Pedi pra querida Elis traduzi-lo, e tá aqui.

"Pare de me interromper." 
"Eu acabei de dizer isso."
"Não precisa explicar."
Na quinta série, eu ganhei um prêmio por cortesia na escola. Em outras palavras, ganhei um prêmio por ser educada. Meu irmão, por outro lado, era considerado o comediante da turma. Nós fomos socializados, de maneira muito típica, como uma “mocinha” e como um “garoto sendo um garoto”.
Numa escola católica nos EUA, só
meninas prestam juramento de
não falar palavrões
Globalmente, os ensinamentos sobre educação para crianças são assimétricos quanto ao gênero. Nós socializamos as meninas para que elas esperem sua vez, ouçam mais atentamente, não falem palavrões e tentem não interromper, de uma maneira que não esperamos que meninos ajam.
Falando de outra forma, geralmente ensinamos as meninas a serem subservientes e os meninos a exercerem dominância.
Rotineiramente, eu me encontro em ambientes onde os dois gêneros estão presentes (a vida) nos quais os homens me interrompem. Agora que decidi tentar contar, só por curiosidade, é bem impressionante a frequência com que isso acontece. E acontece de forma mais pronunciada quando outros homens estão por perto.
Esta realidade cansativa acontece em conjunto com outra -– homens que não fazem contato visual. Por exemplo, um garçom que dirige informações e perguntas apenas aos homens da mesa, ou o homem na semana passada que simplesmente fingiu que eu não fazia parte de um círculo de cinco pessoas (eu era a única mulher). Nós nunca havíamos nos encontrado antes e mal trocamos dez palavras, então não pode ter sido culpa das minhas opiniões não muito comedidas.
Essas duas formas de estabelecer dominância nas conversas, frequentemente baseadas em gênero, juntam-se a esta última: uma mulher, falando alto e claramente, diz alguma coisa e ninguém parece ouvir, para dali a minutos, ou até segundos, um homem repetir a mesma coisa e todo mundo concordar e dar início a uma discussão.
"É uma excelente sugestão, Srta.
Triggs. 
Talvez um dos homens
 presentes queira fazê-la."
Após eu ter escrito recentemente sobre a lacuna de autoconfiança entre os gêneros, dos dez itens de uma lista, o que obteve mais reações foi sobre o discurso de quem ser considerado importante. Em uma resposta empatizando com o que eu escrevi, uma pessoa no Twitter me enviou um cartum (ao lado) no qual uma mulher e cinco homens estão sentados em uma mesa de reunião. Acho que não há uma mulher no mundo com quem isso não tenha acontecido.
O cartum pode parecer engraçado, até você perceber a frequência com que realmente acontece. E – como no caso da senadora Elizabeth Warren ou, digamos, Brooksley Born –- o quão amplo pode ser o impacto das consequências. Quando você acrescenta raça e classe social à equação, a incidência dessa marginalização é ainda mais alta.
Essa supressão da voz das mulheres, caso você esteja tentando entender o que a senhorita Triggs estava usando, bebendo ou possa ter dito para causar tal reação, é o mais puro machismo.
Esses comportamentos de interromper e falar mais alto também acontecem como resultado de diferenças de status, mas o gênero é o principal fator. Por exemplo, homens médicos invariavelmente interrompem pacientes enquanto eles falam, especialmente se forem mulheres, mas pacientes raramente interrompem médicos. A menos que seja uma médica. Quando é esse o caso, ela interrompe muito menos e é interrompida com maior frequência. 
Isso também vale para gerentes de nível sênior no local de trabalho. Homens em posição de chefia não são interrompidos com frequência pelas pessoas que trabalham para eles, especialmente caso essas pessoas sejam mulheres. No entanto, mulheres em posição de chefia são interrompidas rotineiramente por seus subordinados homens.
A preferência pelo que os homens têm a dizer, sustentada por homens e mulheres, é uma variação do "homexplicanismo" ("mansplaining"). A palavra surgiu de um artigo da escritora Rebecca Solnit, explicando que a tendência que alguns homens têm de dar mais importância ao próprio discurso do que ao de uma mulher perfeitamente competente não é um traço universal masculino, e sim a “intersecção entre excesso de autoconfiança e ignorância na qual parte desse gênero está presa”. 
A experiência de Solnit realmente foi um exemplo perfeito. Ela estava conversando com um homem em um coquetel quando ele lhe perguntou com o que ela trabalhava. Ela respondeu que escrevia livros e descreveu o mais recente deles, River of Shadows: Eadweard Muybridge and the Technological Wild West (Rio de Sombras: E.M. e a Tecnologia do Velho Oeste). O homem a interrompeu logo que ela mencionou Muybridge e perguntou, "Você ouviu falar sobre o livro importantíssimo sobre Muybridge que foi publicado este ano?" E prosseguiu, baseando-se em uma resenha que leu sobre o livro, sem mesmo ter lido o livro, até que por fim uma amiga disse, “É o livro dela." Ele ignorou a amiga e ela teve que repetir mais três vezes até que “ele ficou pálido” e saiu andando. Se você não for uma mulher, pergunte a qualquer mulher como é a sensação, porque não é divertido e acontece com todas nós.
Há alguns anos, em reação à controvérsia da afirmação do [então presidente de Harvard] Larry Summers de que “mulheres não sabem matemática”, o cientista Ben Barres escreveu publicamente sobre suas experiências, primeiro como mulher e, mais adiante na vida, como homem. Quando era aluna do MIT, Barbara Barres ouviu de um professor, após resolver um problema matemático especialmente difícil, "Seu namorado deve ter resolvido para você". Muitos anos depois, como Ben Barres, ele deu uma palestra que foi bem recebida e ouviu um membro do público dizer, “O trabalho dele é muito melhor que o da irmã."
E mais importante, ele concluiu que um dos maiores benefícios de ser homem é que agora era possível “até completar uma frase inteira sem ser interrompido por um homem”.
Na semana passada eu estava sentada em um café e um homem de uns 60 anos parou para me perguntar o que eu estava escrevendo. Respondi que estava escrevendo um livro sobre gênero e a mídia e ele falou, “Eu fui a uma conferência na qual uma pessoa falou sobre isso há alguns anos. E li um artigo sobre o assunto uns anos atrás. Você sabia que fabricantes de carros usam imagens ligeiramente negativas das mulheres para vender carros? Eu adoraria ajudá-la." Após eu sugerir, sorrindo amigavelmente, que as imagens eram mais que negativas e, definitivamente, ofendiam a dignidade feminina, a liberdade de discurso e a paridade na cultura, ele saiu andando.
Não é difícil compreender por que tantos homens tendem a presumir que são tão fantásticos e que o que têm a dizer é mais legítimo. Começa na infância e nunca acaba. Os pais interrompem as meninas com uma frequência duas vezes maior e impõem a elas regras de educação mais rígidas. Os professores falam com alunos do sexo masculino, que enxergam corretamente o discurso de interrupção como uma marca de masculinidade dominante, mais frequentemente e mais dinamicamente do que com as meninas.
Na idade adulta, confere-se menos autoridade e credibilidade ao discurso das mulheres. Não somos vistas como boas críticas ou como engraçadas. Os homens falam mais, com mais frequência e por mais tempo que as mulheres em grupos mistos (salas de aula, salas de reuniões, corpos legislativos, comentários em mídias especializadas e, por motivos óbvios, instituições religiosas). De fato, em grupos de solução de problemas dominados por homens, incluindo salas de reuniões, comitês e corpos legislativos, os homens falam 75% mais que as mulheres, com efeitos negativos sobre as decisões tomadas. Por isso, os pesquisadores resumem, “Ter um assento à mesa não é a mesma coisa que ter uma voz."
Descobri que dou mais RT para mulheres
que homens: 65% a 35%. E você?
Até mesmo no cinema e na televisão, os atores têm mais discursos de interrupção e têm o dobro do tempo de fala e exposição do que as atrizes. E isso não se limita à história ou a mídias antigas, é reproduzido online. Tópicos no Listserve introduzidos por homens têm uma taxa de resposta muito mais alta e, no Twitter, as pessoas retuítam homens duas vezes mais que mulheres.
Esses padrões linguísticos têm diversos tipos de consequências, sendo uma delas as dinâmicas injustas em tribunais, onde o discurso da hostilidade predomina e a expressão baseada em gênero faz com que os depoimentos de mulheres sejam interrompidos, desconsiderados e de pouca credibilidade de acordo com as normas do discurso masculinizado. 
Os tribunais demonstram também como a credibilidade e o status, menos atribuídos às mulheres, também são duplamente afetados pela raça. Se mulheres negras depondo em tribunais adotam o que é frequentemente caracterizado como uma “linguagem de mulher [branca]”, elas têm menos credibilidade. No entanto, se são mais assertivas, jurados brancos as consideram “rudes, hostis, descontroladas e, portanto, menos críveis [de novo]”. O silêncio pode ser uma abordagem adotada pelas mulheres para se adaptarem à faca de dois gumes, mas não ajuda quando você está depondo.
Entretanto, a melhor parte é que somos socializados de modo a pensar que as mulheres falam mais. A percepção enviesada do ouvinte faz com que a maioria das pessoas pensem que as mulheres não ficam quietas, quando na verdade os homens dominam. Linguistas concluíram que muito do que é popularmente visto como homens e mulheres sendo de planetas diferentes, verbalmente, é uma confusão entre "linguagem de mulher" e "linguagem sem poder". 
Há, claro, exceções que ilustram o papel que o gênero (e não o sexo biológico) desempenha. Por exemplo, eu tenho uma criança muito engraçada que frequentemente participa de discursos simultâneos, interrompe e troca de assunto aleatoriamente. Se você lesse uma transcrição de uma de nossas conversas típicas, provavelmente acharia se tratar de um menino, com base no fato de considerarmos esses hábitos de discurso como “masculinos”. Mas essa criança é uma menina. Ela se sente mais confortável para ser assertiva e tem mais autoconfiança que as meninas de modo geral. 
É difícil achar o equilíbrio entre garantir que ela mantenha sua autoconfiança e ensiná-la a ser bem educada. No entanto, normas excessivas de boa educação para meninas, que espera-se que sejam um exemplo para os meninos, têm um impacto real sobre mulheres que devem, conforme ouvimos frequentemente, superar sua socialização infantil e aprender a falar como homens para serem bem-sucedidas (aprender a negociar, exigir pagamentos mais altos etc).
A primeira vez que publiquei este post -- não estou brincando -- a primeira resposta que recebi foi de um seguidor no Twitter, um homem, que, sem um pingo de autocrítica, perguntou, "O que você diria se um homem dissesse essas coisas a você no meio de uma conversa?"
A dominância do discurso masculino na socialização é um tema importante, não apenas na escola, mas em todo lugar. Se você duvida, observe a dinâmica dos discursos em sua própria mesa de jantar, local de trabalho, sala de aula. No ônibus, em uma quadra esportiva, em templos religiosos. É um tema importante e que tem consequências.
As pessoas frequentemente me perguntam o que ensinar às meninas ou o que podem fazer para desafiar o machismo. "O que eu posso fazer se me deparar com o machismo? É difícil dizer alguma coisa, especialmente na escola." Em geral, eu detesto adotar a abordagem de dizer que as meninas devem ser responsáveis por como o mundo reage a elas, mas eu lhes digo para praticarem essas palavras todos os dias:
"Pare de me interromper", 
“Eu acabei de dizer isso" e
"Não precisa explicar."
Será extremamente benéfico para meninos e meninas. E para muitos adultos também.
"Estou tentando ser um bom ouvinte, mas vc fica tirando minha concentração quando fala!"

88 comentários:

Raven Deschain disse...

Sou como a menina exceção do post. Frequentemente sou escutada. Mas é impossível, nessas circunstâncias, se manter educada. Pq se alguém me interromper, eu vou dizer pro folgado que ele está me interrompendo e isso é considerado deselegante.


Juramento pra não falar palavrão. Huashuabsua mais uma prova de q religião não me pertence mesmo...

Barbara O. disse...

excelente... na esteira da constatação de que o Bonner interrompeu mais as mulheres do que os homens. O Bonner, aliás, acha que é presidente da república. Muitas posições de poder se encontram nele, inclusive de cara do jornal da globo. Adooooooooooro a cara de puta, cansada e indignada que a Dilma faz quando não escutam ela ou falam besteira. Me identifico muito.

Lizi Edler disse...

Texto maravilhoso e elucidativo sobre um tema que costuma ser relativizado!
Parabéns à autora!!!

Nyu-chan disse...

Isso acontece comigo, só que sou interrompida por ambos os sexos. Isso sempre me frustrou muito, porque nunca consegui dar minha opinião direito, pois sempre tenho mais coisas pra falar, mas nunca consigo terminar nem o primeiro raciocínio porque sou cortada por alguém, isso quando não mudam de assunto drasticamente e fico sem dar minha opinião. Isso numa conversa entre amigos e conhecidos.

Esse é um dos motivos que eu gosto de escrever e conversar pela internet, aqui não sou interrompida por ninguém, afinal, ninguém pode me interromper quando estou digitando.

Anônimo disse...

Danilo mainsplaning (depois de ler só o primeiro parágrafo, claro):

"Post equivocado. Como sabemos, é cientificamente provado que as mulheres falam mais que os homens. [cof, cof] Ora, se as mulheres falam mais, como podem ser interrompidas mais vezes ou não serem escutadas? O ouvido humano é igual em homens e mulheres, isso é biologia. É fato que homens e mulheres se ouvem uns aos outros na mesma proporção, pois a audição é igual em homens e mulheres. Mas o feminismo adora distorcer os fatos, inventar coisas que não existem."

Anônimo disse...

mansplaining*

vivian disse...

Pela Deusa.

Já tinha lido sobre isso, mas tinha esquecido.
Mais isso ainda, afff.
É muito verdade.

Fui a uma discussão em grupo há algumas semanas. Precisa dizer que a conversa, mesmo acontecendo numa roda de 20, 25 pessoas, ficou praticamente concentrada em três, quatro homens?

E olha que um deles falava apenas bobagens. Foi irritante, inclusive fui embora.

Enfim ><

Marcelle disse...

Fui com uma amiga para um barzinho comemorar o aniversário de um amigo do namorado da amiga. Depois das apresentações, praticamente não falei mais com os amigos do namorado da amiga. Ficou aquela situação de clube da luluzinha vs clube do bolinha, coisa que detesto.

Outra amiga já reclamou que o irmão do namorado sempre menospreza as opiniões dela e da esposa dele...

Beatriz Correa disse...

Eu era calada, esperava os outros acabarem de falar, e era mto interrompida, especialmente na hora de dar algum argumento.
De uns tempos pra cá, tenho exposto bastante minha opinião, e quando sou interrompida no meio de uma discussão eu já começo a retrucar. E, se continuam me interrompendo, eu já mando logo na lata: "Vc vai continuar com essa falta de educação ou vai me deixar continuar??"

Como disse a Raven, não dá pra manter a calma e a educação em momentos como esses.

UMA MENTE OBSCURA disse...

não é assunto do topico só gostaria de comentar:

eu ja vi muita feminista aqui com papo pro-manicomial e ate com papo nazista de exterminio a pacientes mentais

então gostaria de falar que existem muitas mulheres sendo forçadas a tomar drogas psiquiatricas e na mulher a coisa fica muito mais feia do que no homem, pois a mulher engorda muito mais e fica totalmente obesa, o homem tem menos tendencia a engordar e com exercicios físicos consegue evitar de se tornar um obeso mórbido, embora seja dificil eliminar um mínimo de barriga, mesmo que seja pequena.

eu ja conheci uma mulher que era tímida e introvertida e só por isso foi forçado a ''tratamento'' e ficou totalmente enorme de obesa.

entaõ feministas, é melhor voces pensarem sobre a questão das mulheres que são forçadas a essas drogas. pois a vida delas fica muito mais destruída do que dos homens, pela tendencia da mulher a engordar muito mais do que o homem.

Larissa Petra disse...

Graças aos deuses, meus pais sempre me criaram para me impor e não para ser uma princesinha, mas o mundo lá fora é um lixo e eu sempre tinha um parente chato para dizer que eu estava "parecendo um menino falando assim", mas eu sempre falei, dei ideias, debati, mas já aconteceu muito isso comigo, ser interrompida, repetirem oq eu disse, e a mais irritante...tentar me explicar alguma coisa que eu estou careca de saber, pq todo homem parte da premissa que mulher n sabe nada...
Por isso quando era pequena queria tanto ser menino, assim eu sempre me identifiquei como mulher, sou uma mulher cis, mas as vezes eu dizia que gostaria de ter nascido homem, pq eu via que homens eram respeitados, ouvidos, aplaudidos e mulheres não, eu queria ser respeitada como os homens, ouvia como eles e aplaudida como eles.
Hoje, eu não quero mais "ter nascido homem", sou mulher (cis) e oq eu quero é mudar a mentalidade da sociedade.

Domingos Tavares disse...

Quanto às interrupções, eu sei como é. Eu mesmo vivo sendo interrompido. Não apenas por homens. Mulheres também me interrompem bastante.

Só que quando é importante, eu costumo interromper de volta, falando coisas como "com licença. Estou falando." ou "posso terminar, por favor?". E eu aprendi a fazer isso depois de ter entrado na vida adulta.

Anônimo disse...

Anônimo 5 de setembro de 2014 12:52

É comprovado cientificamente que ambos falam em média a mesma quantidade de palavras.

Dá uma pesquisada antes de falar merd*

Anônimo disse...

Infelizmente, isso acontece muito. Muitas vezes, a gente nem abriu a boca direito e o cara já vai te interrompendo. Aí, quando a gente começa a aumentar o tom de voz pra conseguir ser ouvida, nos chamam de histéricas e descontroladas. Eu me lembro de uma discussão com o meu tio em que aconteceu exatamente isso, e quando eu reclamei que ele estava me interrompendo e não me deixava falar, ele simplesmente me ignorou e continuou a me interromper.

Alice disse...

Muito bom o texto a respeito de como as mulheres são educadas a serem santas, obedientes e os homens, a imporem sua autoridade. Uma ótima forma de dominação patriarcal.

A propósito, já viram as ultimas coisas que uzomi tão falando?

Tão dizendo que as mulheres agridem mais : http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2011/10/elas-batem-eles-apanham.html

Mas falando sério. Se eu bato no meu namorado, é porque ele MERECEU!!!

Anônimo disse...

quanto drama, são interrompidas pq não sabem se impor.
ser mulher não tem nada com isso, lola, quando o blog irá voltar a falar de assuntos relevantes ao invés de draminhas ?

agradeceria saber,para voltar a ler algo interessante ao contrário de mimimi.

Anônimo disse...

Já aconteceu isso uma vez comigo que ue me lembro muito bem e que, junto com outras meninas, demos cortadas no cara até ele desistir e ir embora.
Estavamos em um grupo grande e aos poucos as pessoas foram indo embora, até ficar apenas 5 meninas e mais esse cara que não era bem amigo nosso, apenas conhecido.
Ele não parava de tentar se intrometer no que estavamos falando, pautar os assuntos, puxar uma conversa pra algo que SÓ ELE estava interessado.

Achamos um porre e simplesmente o ignoramos, como se nao estivesse ali. até uma hora q ele se encheu e foi embora.

Que mania que oshomi de querer mandar em tudo, pautar tudo ser o centro das atenções.

Lucas Pin disse...

Olha pra falar a verdade nunca prestei atenção nisso não, eu sempre fui bem mais ouvinte do que falante, mas quando eu emito minha opinião costuma sair coisas boas, vou tentar prestar mais atenção no que foi falado no post, mas particularmente eu achei meio exagerado.

Beatriz Correa disse...

Anon das 15:36:

Só pra constar, o comentário dx anon das 12:52 é irônico, imitando um chato q vinha aqui até pco tempo só mansplaining xD

E o pior é q ele falava assim msm, por um instante achei q era ele msm xDD

Anônimo disse...

Caro Mente Obscura:

WTF?

Vá pastar, você e seu preconceito contra pessoas que procuram ajuda. É bem claro que no seu mundo as pessoas não precisam da medicina, mas no mundo real tem gente que vai de boa vontade no terapeuta e escolhe viver sob medicação.

Anônimo disse...

É irritante isso no meio coorporativo. Tive um chefe que queria promover só os homens da equipe, por sorte a decisão final não era dele, era da chefe dele. Mas era irritante responder para ele. Tinha um projeto que dividia com um colega, que era tranquilo, diferente do chefe. Todas as ideias que eu dava e os resultados que eu conseguia o chefe creditava ao meu colega, e eu ficava puta pq meu colega não falava nada na hora, e quando eu falava que a ideia ou o resultado era meu, ele falava que numa equipe o esforço não é individual bla bla bla... Na época eu tinha uns 22 anos, achava que o problema era o chefe que era um babaca machista, não percebia aquilo como algo normal na sociedade

Paulo Avelino disse...

Prezada Lola,
gostaria que você escrevesse um post com o seguinte tema, com o qual você obviamente concorda. (Se por acaso não souber do que se trata, é só colocar o nome abaixo no Google e achará dezenas de sites com ampla informação).

O tema, prezada Lola, é:

"Patrícia Moreira da Silva não merece ser estuprada".

Sds,

Paulo Avelino

afrolesbofeminista disse...

Os homens falam que é exagero, já as mulheres concordam com o texto. Porque será, né?

Bom, eu sou interrompida cotidianamente. Lembro de um ex colega meu que sempre tentou me explicar coisas que já sei. Quando ele terminava eu simplesmente respondia, 'eu sei disso'.
Eu sou difícil de me socializar com homens por essas e outras, mas eu confesso que as vezes tento. Por exemplo, já tentei varias vezes socializar com os grupos masculinos no trabalho quando eles comentam de futebol, eu dou uma opinião, faço um comentário sobre determinado time, e sinto como se não existisse, nem na minha cara eles olham, muito menos respondem.

Hoje, pela manhã, na minha aula de direção, tentei explicar ao instrutor que o pedal da embreagem do carro que utilizamos hoje estava mais 'dura' que a do carro que utilizamos em aulas anteriores. Antes de concluir a primeira palavra da frase, ele me interrompeu e disse que o problema não é a embreagem, que o problema estava comigo. Deveria ter dito a ele que o problema de um aluno não aprender é ter um professor que não sabe ensinar, mas se eu fizesse isso, daria razão a ele.

Cão do Mato disse...

Vocês já viram a Marta Suplicy e a Zulaê Cobra Ribeiro debatendo com homens? ELES é que não conseguem falar! E mulher igual a elas tá cheio por aí...

Anônimo disse...

Os homens acharem que o assunto é irrelevante é o mesmo que cortar o discurso de uma mulher enquanto ela fala.
HUE

Anônimo disse...

Se a resposta do seu relacionamento é a violência tem algo de muitooo errado. Tem sim homens que apanham da parceira e por culpa fdo machismo não denuncia e aguenta calado. Violencia nunca é aceitável.

Ana Torres disse...

Adorei o post. Veio balizar algo pelo qual muito já briguei com pai, irmão e namorados.

Caio Borrillo disse...

O Efeito Matilda mostra como as mulheres são silenciadas nas ciências e têm até seus trabalhos creditados totalmente a homens.

Aí sempre aparece o mascuzinho idiota pra dizer que mulher não faz ciência, que os homens descobriram tudo....

http://www.momentumsaga.com/2014/01/o-efeito-matilda.html

Aline J. disse...

O engraçado é que um homem, sempre que fala palavras como "piroca", "filho da puta", "cu" e outras, as pessoas vão rir. Quando é mulher, "nossa, que feio!" Eu mesma já passei por isso, falo muito palavrão e não há ser humano que nunca tenha soltado pelo menos um "porra" ou "merda". Um exemplo é quando eu e meu irmão estávamos conversando com nossos amigos numa mesa de bar e ele gritou 'Que porra é essa'. Ninguém disse nada, todo mundo olhou mas logo depois se viraram de novo pra frente. Quando eu soltei um "Puta que pariu, sério?", me olharam como se eu fosse de outro planeta.

Além disso, geralmente nessas revistas fodidas de "mulher", estilo "Fique um figo seco em 5 dias!" "Emagreça e faturará um marido em uma semana", é MUITO, muito comum mesmo ver esse tipo de coisa:
"Como ser interessante para um homem" e aí diz assim:
"Não fale do que não sabe, homens não gostam de mulheres que falam muito. Saiba ponderar suas palavras, eles gostam de mulheres que sabem do que estão falando!".

Tá, e se eu for leiga no assunto e quiser dar minha opinião mesmo assim, para somente aí o cara me explicar melhor? Quando um cara é leigo no assunto, alguém vai lá e explica pra ele e isso não o torna "desinteressante". Já presenciei uma amiga minha explicando determinado assunto para um amigo meu, e ele nem deu atenção, por mais que ela estivesse certa. Quando um outro colega explicou a mesma coisa, ele disse "é mesmo, nem tinha reparado!"

Aqui está como ser interessante para um homem e para você mesma: Fale o que bem entender e se disserem que você fala demais, mande à puta que pariu e vá embora.

Anônimo disse...

E ruim que baixo minha voz pra homem, eu sempre fui super empoderada nos debates.Meu namorado fala que eu sou muito mandona, rsrsrs, diz que só na cama que sou "boazinha e obediente"
Mas ai e por opção mesmo.

Raven Deschain disse...

Ouviram mulherada? Nada de pedir ajuda psiquiátrica senão vcs ficarão gordas e nenhum homem vai querer vcs!

Anônimo disse...

É muito vitimismo num grão de areia.

Anônimo disse...

"No quarto do namorado da estudante carioca L.M., de 17 anos, há um buraco no armário. É resultado do arremesso de um cinzeiro, lançado por ela. O alvo não era a mobília, mas a cabeça dele. Aconteceu durante uma briga, no fim do ano passado. Eles estavam juntos havia seis meses. O namorado de L.M. implicava quando ela conversava com outros garotos ou passeava sozinha. Na véspera de uma viagem dele, ela comentou que sairia com uma amiga. Ele reclamou. “Tivemos uma discussão e, quando vi, estava atirando o cinzeiro”, diz L.M. Por sorte, a garota não tem boa pontaria. O objeto arranhou o braço do namorado e quebrou o armário"

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2011/10/elas-batem-eles-apanham.html

Fála sério!É muito vitimismo num grão de areia desses zomi.

Importunava a namorada - ela não podia sair sozinha, falar com os amigos - e depois vem chorar que ela arremessou o cinzeiro? Duvido que ela queria acertá-lo, mas pedir um basta ao ciumezinho idiota dele, affff.

Repito É muito vitimismo num elétron desses zomi, viu!

E quanto ao post é a mais pura verdade, lembro ter sido quase agredida por um ex porque reclamei que ele me interrompia muito, durante uma conversa um pouco mais acalorada. Eu não o interrompia, bastava ele terminar de falar e eu falar uma frase, ele falava propositalmente pra cortar meu raciocínio. É uma tática para eles sempre ganharem no discurso, mesmo não tendo razão alguma.

Marcelle.


Anônimo disse...

Tem sim homens que apanham da parceira e por culpa fdo machismo não denuncia e aguenta calado. Violencia nunca é aceitável.

sempre tentam livrar a barra da mulher...
o machismo n é uma maravilha para os homens,os deixam fortes e oprimem mulheres?
como pode ser culpa do machismo uma mulher ser agressiva?

Domingos Tavares disse...

@Alice
Mas falando sério. Se eu bato no meu namorado, é porque ele MERECEU!!!


E é exatamente isso ("Se eu bato na minha namorada, é porque ela MERECEU") o que 165 de cada 10 homens que batem em mulheres falam. Mas isso não muda o fato de que quem bate está errado - a não ser que seja exclusivamente para se defender.

E se você bate no seu namorado por qualquer outro motivo que não seja se defender de uma agressão física dele, então eu acredito que você deveria responder um processo criminal por violência doméstica.

E se ele te agredir, o réu do processo criminal tem que ser ele, é óbvio. E nesse caso eu acredito que as medidas que você já está careca de saber devem ser tomadas.

Lamento discordar de você.

Claudio disse...

As mulheres são interrompidas, pois sabem que elas são manipuláveis e "de lua", mudam de ideia de repente, já os homens, uma boa parte deles, mantém sua postura até as últimas consequências.

Anônimo disse...

O único homem que me interrompe é o meu pai, mas acho que aí entra uma série de carcterísticas da nossa relação que n cabe aqui... E eu costumo deixar ele falando sozinho.
Eu não me sinto interrompida, mas sobre esse diferença de gêneros e papel imposto a cada um pela sociedade, gostaria de deixar a sugestão de ler o blog raisingmyrainbow.com (em inglês).

Anônimo disse...

GENTE, nesse link do rapaz sobre a violência em namoros, vocês perceberam a seguinte informação ali escondida do lado direito?

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Tipos de violência sexual:

- Toquei-x sexualmente quando elx não queria: meninas 5,9%; meninos 26% (sim, vinte e seis, não 2 vírgula seis)

- Forcei-x a fazer sexo quando elx não queria: meninas 1,8%; meninos 5,1%

- Ameacei-x numa tentativa de fazer sexo com elx: meninas 1,9%; meninos 6,6%

- Beijei-x quando elx não queria: meninas 30%; meninos 33,9%


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É interessante refletir sobre essa discrepância nos dados entre meninos e meninas.

Caio Borrillo disse...

O omi que fala que é vitimismo devia descer do seu pedestal machista e ouvir o que as mulheres têm a dizer ao invés de ficar agindo feito um idiota e falando de algo que ele não sofre.

Empatia é o que mais falta nessa cambada de desocupado.

Arthur Aleks disse...

Concordo com o texto, mas, por mais que isso de fato ocorra mais com mulheres, também ocorre a homens que sejam rotulados como pessoas que "falam demais" ou que "falam besteira". Nerds feministas como eu, por exemplo. :3

Cheio de Luz disse...

À medida que fui lendo o texto fiquei a refletir sobre meu dia-a-dia,principalmente nas relações no trabalho, e ,concordo plenamente com a autora, os homens monopolizam a fala, muitas vezes defendendo idéias já expostas por mulheres que não tiveram a mesma atenção por parte da chefia, ganham méritos por ponto de vista "clonado" pela colega de trabalho,que, devido á influênia da cultura machista se torna pouco assertiva em fazer valer suas idéias e "vender seu peixe" tão bem quanto o homem.A mulher não deve entrar nesse convite à imobilidade de seus pensamentos, é preciso que se sinta suficientemente segura para se impor como SER PENSANTE e quebrar esse paradigma discriminante ainda tão utilizado. Me lembrei da época do colégio(anos 70)em que gostava de ler nas portas dos banheiros os "desabafos" de mulheres coagidas pelo Sistema ,escreviam palavrões, momentos calientes com o amado ou se limitavam a descrever sua genitália como se desse voz(meio esquizofrênico rsrs)a tanta repressão em se expressar,inclusive no que se refere à sexualidade. Hoje, dou uma checada nas portas e vejo que a mulher está mais ousada em dizer o que sente e" mandar o dedo"para alguém que mereça não sendo visto tal gesto como algo deselegante...aliás,para garantir seu espaço de presença e voz é preciso usar e abusar da "deselegância castradora" de muitos homens que ainda vivem na época das cavernas.

Anônimo disse...

Ao anonimo de 5 DE SETEMBRO DE 2014 20:38, é importante notar que apesar de os números serem elevadíssimos, 26% das mulheres serem tocadas sem quererem, pelo menos foi feito um PROGRESSO em relação a outras coisas.

Antigamente era praticamente unanime que é dever da mulher fazer sexo com o marido ou namorado. Agora, parece que apesar de ser 6 vezes mais comum com os homens, a enorme maioria discorda disto e só 6% ameaçaram a parceira. O ideal seria 0%, mas paraísos na terra não existem...

Anônimo disse...

@Domingos Tavares

Eu to nem ai pra violência contra uzomi. Eles tem mais é que pagar por séculos de violência contra a mulher.

Felizmente, quando eu sou agredida, muitas vezes nem preciso provar nada, para manda-lo para fora de casa, tenho delegacias especializadas, em fim, sou amparada. Agora, os homens, são zoados quando são agredidos pelas parceiras. E é assim que tem que ser.

Depois que eles pagarem, agente PENSA em tratamento igual.

Anônimo disse...

E Lola, o que você acha do caso da TORCEDORA que proferiu o insulto racista?

Eu acredito que ela deva ser punida, mas não só ela. TODOS os que proferiram comentários racistas. Parece até que se um homem comete uma atitude racista, ele é julgado, tem seus direitos preservados e sai de "boa". Minha crítica mesmo é o fato de exporem na mídia, apenas a garota e praticamente destruírem as chances de ela ser reinserida na sociedade após cumprir a pena, caso seja condenada.

Que é importante condenar o racismo, eu não discordo. Minha crítica é a exposição que estão fazendo contra uma única "culpada" e a desproporcionalidade.

Anônimo disse...

"O omi que fala que é vitimismo devia descer do seu pedestal machista e ouvir o que as mulheres têm a dizer"
-
NÃO!

Anônimo disse...

É o machismo que diz que homem nao pode ser fraco, apanhar de mulher, nao pode chorar, nao pode brochar e por aí vai. O machismo traz zilhoes de privilégios para os homens, mas tmbm traz suas opressões aos mesmos. Um cara não pode falar que foi estuprado por uma mulher sem virar motivo de chacota. E sim a culpa é do machismo.

Maicon Vieira disse...

"Anônimo disse...
@Domingos Tavares

Eu to nem ai pra violência contra uzomi. Eles tem mais é que pagar por séculos de violência contra a mulher.
... Agora, os homens, são zoados quando são agredidos pelas parceiras. E é assim que tem que ser.
Depois que eles pagarem, agente PENSA em tratamento igual.
5 de setembro de 2014 22:33"

Depois vem pedir para os homens sentir empatia pelas mulheres, que os homens devem apoiar as causas feministas e tal, mas como sentir empatia por alguém om essa senhorita/senhora? Espero que seja algum troll.

Aline J. disse...

22:33

Uaaau. Soa-me como um mascu querendo dar uma de " machista irônico comentando como se fosse mulher misândrica" e eu estou apostando nisso XD

Anônimo disse...

Maicon Vieira, pode apostar que é. Eles são animais bem comuns aqui, sabe?

Só pelo jeito de como ele escreveu, já dá pra perceber que é um mascu tentando desmoralizar o feminismo.

Anônimo disse...

Mesmo que o que eu diga, seja impopular, mesmo entre as feministas, eu sou a FAVOR disto que prego.

Os mascus adoram dizer que boa parte dos inventores empresários e outras figuras foram homens, mas esquecem que boa parte dos criminosos e genocidas também.

Os milênios de opressão são culpas dos homens, os maiores genocidas são homens, os maiores criminosos idem. Nunca vi nenhuma mulher cometendo um massacre digno de Ivan o Terrível, Hitler e tantos outros homens.

Os homens devem ser controlados. Na Gaulea antiga, uma sociedade onde o homem entendia seu lugar, era uma sociedade pacífica. Aliais, atualmente, com o crescimento do poder feminino nas instituições políticas, conflitos armados estão se tornando mais raros.

Anônimo disse...

acho que o post foi inonico, cara

Anônimo disse...

"Só pelo jeito de como ele escreveu, já dá pra perceber que é um mascu tentando desmoralizar o feminismo."

Mas um cara que se diz feminista mas NUNCA LEU nada da Valerie Solanas, Andrea Dworkin, Melissa Farley e Catharine MacKinnon.

O mundo é tão machista, que mascus pregam abertamente que a mulher deve ser submissa, mas quando uma mulher prega que os homens devem ser submissos, NEM AS FEMINISTAS sequer pensam nos argumentos dela...

Anônimo disse...

Voces acreditam que na idade da pedra era tudo lindo ...eu acredito que era uma era brutal .então encima destes indícios do matriarcado :
"pesquisas arqueológicas quando os pesquisadores da chamada Era do Gelo (40.000 - 10.000 a.C.) descobriram grande quantidade de estátuas femininas conhecidas como vênus ou Estatuetas de Vênus e identificaram-nas como representações de Deusa mãe"

Ou seja para estarmos quites apos 30000 anos de matriarcado maligno e sangrento precisamos de mais 18000 anos de patriarcado.

Joane Farias Nogueira disse...

Eu sei comi é isso de ser interrompida por td mundo. Mesmo vc sendo homem , talvez, isso aconteca pq as pessoas tendem a julgar sua opiniao nao importa pq sentem q vc nao é respeitavel. Pelo menos eu acho q comigo acontece isso. E como se elss vissem q ta td bem agir comigo assim. Fui criada p ser boazinha c td mundo e ate hj eu vejo gente tirando proveito de mim e seno grossa comigo e muotas vezes eu nao consigo me impor. Se for estranho,eu n ligo. Se eu me apegar ou comecar a me familiarizar , n consigo sair daquilo.

Joane Farias Nogueira disse...

Nao seia surpreendente se vcs achassem mais um motivo p nao ter empatia pelas mulheres. Normalmente ja nao ot em. O feminisminao e feito de uma mulher so sabia?

Anônimo disse...

Claudio disse...

As mulheres são interrompidas, pois sabem que elas são manipuláveis e "de lua", mudam de ideia de repente, já os homens, uma boa parte deles, mantém sua postura até as últimas consequências.

5 de setembro de 2014 20:01

Claudio, isto que você escreveu tem um nome: Preconceito.
Preconceito é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude"discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Preconceito

Anônimo disse...

http://www.nydailynews.com/news/world/islamic-state-militants-gang-raping-selling-hundreds-women-report-article-1.1921553

Deixa esse problema para as feministas islâmicas, né? Elas que se virem.

Anônimo disse...

Anônima de 6 de setembro de 2014 00:12, seu lugar não é no movimento feminista e sim na JIHAD MISÂNDRICA, porque isso aí não é feminismo e sim misandria.

Por favor, vá refletir mais sobre suas opiniões antes de vir aqui no blog da Lola ajudar a difamar o feminismo.

Anônimo disse...

Continuando, perceba que sua incoerência com o movimento feminista é TÃO GRANDE que até mesmo feministas te chamaram de troll!

É assim que você pretende mudar o mundo pra melhor, com essa misandria radical? Tá lá o ISIS tentando mudar o mundo pra "melhor", você se inspira no estilo deles? Porque só pode né, com essa misandria jihadista e estúpida. Vai pesquisar.

Anônimo disse...

Continuando... E outra, você deve apoiar a pena de morte, redução da maioridade penal e os direitos humanos só pra "humanos" e não bandidos, não estou certa?

Porque só pode ser! Na sua cabecinha, se os homens merecem opressão por tudo o que fizeram, quanto mais os bandidos!

Agora me diz, que poha é essa de feminismo de direita? Feminismo que apoia pena de morte e "direitos humanos só pra humanos"? Que poha é essa? E os homens não merecem ter direitos humanos? Eles são o que, alienígenas?

Isso não é feminismo nem aqui nem em Marte, só na sua cabecinha de vento mesmo. Isso aí é misandria das fortes. Tem tanto ódio quanto os mascus, devia se envergonhar.

Maria Fernanda Lamim disse...

gostei sobretudo da parte que fala da socialização de meninos e meninas no.que diz respeito a fala.
cresci sendo apelidada de "matraca ", ouvindo "cala a boca" e"você fala demais". será que teria sido assim se eu tivesse nascido menino? duvido muito.
o mais irônico e que hj em dia eu pago minhas contas falando: sou atriz e professora! hahaha. ;)

Anônimo disse...

Engraçado o monte de mascutroll falsificando comentário aqui querendo fazer parecer que esse blog é um reduto de misândricas assassinas e odiadoras de homens. Bom, primeiro: mascus, vocês são mesmo odiados. Ponto. Não adianta vocês chorarem, porque ninguém gosta de vocês e odiar mascus é universal. Segundo, mulheres misandricas não são nem de longe tão perigosas pros homens quanto homens misóginos são para mulheres. Misandricas em geral evitam contato ou relações com homens, se contentam em odiá-los em silêncio e à distância, no máximo falando mal deles na internet. Misóginos não se contentam com isso, eles fazem QUESTÃO de agredir, humilhar, estuprar e matar mulheres NA VIDA REAL pra demonstrar seu ódio. Agora me digam mascus nojentinhos, por que vocês tem todo o direito de ser misóginos mas as mulheres não podem ser misândricas? Ódio não é legal de lado nenhum, mas se for pra nivelar por baixo esse chorume de vocês não é nada justo e é ridículo, porque nem de longe uma misândrica é uma ameaça tão grande pros homens como um misógino é pras mulheres. Agora queiram por favor tirar suas cabeças de dentro da bunda e irem estudar, arranjar um emprego, fazer uma terapia, se jogar de um penhasco, enfim, se tornarem indivíduos úteis para a sociedade.

Anônimo disse...

Muitos mascus pregam abertamente que as mulheres devem ser submissas, religiosos, idem. Agora, quando eu prego que os homens devem ser submissos utilizando de argumentos históricos, sou criticada...

Janaina disse...

"Os mascus adoram dizer que boa parte dos inventores empresários e outras figuras foram homens, mas esquecem que boa parte dos criminosos e genocidas também.

Os milênios de opressão são culpas dos homens, os maiores genocidas são homens, os maiores criminosos idem. Nunca vi nenhuma mulher cometendo um massacre digno de Ivan o Terrível, Hitler e tantos outros homens.

Os homens devem ser controlados. Na Gaulea antiga, uma sociedade onde o homem entendia seu lugar, era uma sociedade pacífica. Aliais, atualmente, com o crescimento do poder feminino nas instituições políticas, conflitos armados estão se tornando mais raros."

Tem tanta barbaridade nesse comentário que nem sei o que dizer.Vamos oprimir o opressor, pq claro, isso vai tornar o mundo muito melhor... (sarcasmo on)

Anônimo disse...

Super irônico os caras virem aqui nos comentários fazer exatamente o que o post fala: desconversar, puxar o assunto pro lado deles, tirar o foco do assunto, tirar o foco da mulher, etc.

Continuem, vocês estão validando o tema do post.

Anônimo disse...

Putz! Tive sorte de só ter tido irmã, assim não tive esse tipo de atitude na minha família e tanto na escola quanto na faculdade as conversas eram bem equilibradas também, porém percebo bastante interrupções em conversas em grupo. Fico bastante irritada quando me interrompem, tanto que as vezes até perco a linha de raciocínio. Sempre falo que estão me interrompendo e me ignoram. Percebo que acontece mais com o namorado ou com amigos homens. Quando me interrompem em uma conversa, percebo que eu também tenho tendência de interromper, alias quero terminar de falar né?

Anônimo disse...

JIHAD MISÂNDRICA foi o melhor comentário de todos os tempos, kkkkk, boa.

Kittsu disse...

""O omi que fala que é vitimismo devia descer do seu pedestal machista e ouvir o que as mulheres têm a dizer"
-
NÃO!"
-
Ah, então pega esse pedestal e enfia no cu.

Anônimo disse...

Lendo esse relato da leitora eu lembrei de um outro relato, vejam:

Elliot Rodgers - My Twisted World

Página 15:


The first frustration of the year, which would remain for the rest of my life, was the fact that I was very short for my age. As Fourth Grade started, it fully dawned on me that I was the shortest kid in my class – even the girls were taller than me. In the past, I rarely gave a thought to it, but at this stage I became extremely annoyed at how everyone was taller than me, and how the tallest boys were automatically respected more. It instilled the first feelings of inferiority in me, and such feelings would only grow more volatile with time.

Fonte: http://abclocal.go.com/three/kabc/kabc/My-Twisted-World.pdf



Veja também: http://www.justfourguys.com/dark-skinned-womanshort-man-what-karyn-washington-elliot-rodger-had-in-common-how-you-can-overcome-it/


Parece que feministas e mascus têm mais em comum do que imaginam.

Não vai aprovar meu comentário? Isso prova que vocês e os mascus são iguaizinhos. Ambos morrem de medo da verdade.

Anônimo disse...

Obrigada! Este texto veio me mostrar que não estou sozinha e, não, não estou louca.
Só para dar um histórico de que não é uma regra, existem muitos homens e mulheres excelentes. Sempre lidei com homens dos tipos mais diferentes, desde os mais educados até os mais agressivos, e sempre aprendi que devo tratar as pessoas com respeito e educação, é assim que quero ser tratada e quem assim me trata recebe minha empatia com muito mais facilidade. Este modo de agir inclusive já me rendeu tratamentos mais atenciosos, e é assim que quero continuar agindo, sem palavrões e com respeito (é muito estressante se tiver que me fazer ser respeitada de outra forma, como levantar a voz ou até mesmo denunciar alguém – palavrões e agressões não fazem parte do meu vocabulário). Não faz nenhum sentido lidar com parceiros de negócios ou colegas de trabalho na base de palavrões, em algumas empresas pode ser motivo de demissão. Fico feliz quando vejo alguém ou a equipe engajada e motivada após reuniões que eu organizei. Também já fui cumprimentada por conseguir que tarefas fossem concluídas antes do prazo (mesmo sem ser a chefe) sendo que chefes ríspidos não tiveram a mesma atenção.
Mas isto não é o que ocorre todo dia, agora trabalho em um ambiente multicultural. Estes dias estava fazendo um trabalho com um colega que não pode continuar e pediu a outro que “me ajudasse”. Este último não tem muita experiência e era minha responsabilidade analisar os resultados sozinha. Dois superiores vieram nos ver logo que acabamos o teste, conversaram um pouco. Depois um deles escreveu um e-mail geral dizendo que nós dois escreveríamos o relatório, sendo que nós dois sabíamos que seria só eu porque ele estava lá só para ajudar. No dia seguinte ele foi contactado e me informou que outro colega telefonaria por causa dos testes, mas ele não estaria lá, eu questionei por que não vieram falar comigo já que eu estava mais envolvida com o processo, sendo irônica, disse que era porque era uma coisa de homens, ao que ele já quis replicar, mas eu lhe chamei a atenção dizendo que quando foram conversar “conosco” nossos superiores olhavam para ele. Esta semana este colega fez uma bricadeira dizendo que eu tinha problemas com homens, em seguida tive uma conversa privada e lhe disse que eu não tenho problemas com homens, já trabalhei em grupos predominantemente masculinos, mas que desde determinado chefe eu sinto que sempre tenho que me proteger (e tenho que fazer isto sozinha, os homens parecem não entender a minha posição, embora um homem fora do meu grupo me surpreendeu dizendo que notou que eu estava sofrendo bullying deste chefe desde que ele começou na firma, mesmo antes de eu perceber). Logo que este sujeito entrou na empresa, nem bem me conhecia, estávamos em 3 numa discussão de trabalho quando ele vira para mim e diz que eu era uma jovem profissional e não precisava ficar. Como achei que ele talvez não soubesse de minha formação e posição na empresa, julgasse que eu fosse mais nova (sou um pouco mais velha que o colega que nos acompanhava) e não queria fazer um julgamento precipitado, resolvi sair. Depois disto vi vários colegas mais novos que eu serem mais valorizados, vi meu chefe se fazer de desentendido quando apresentei idéias, uma delas para ter certeza, apresentei primeiro a superiores dele, que a acharam genial. No começo eu temia que o comportamento dele comigo fosse pessoal, mas ouvi que outras mulheres o consideram machista. Um colega que tem mais convivência com este chefe tentou explicar que ele é grosso com todo mundo, mas o que meu colega não sente na pele é que o chefe ou ignora as mulheres, ou, quando não pode ignorá-las, faz pouco caso de seus trabalhos ou as humilha. Muitos dizem que seu comportamento é assim porque ele não é deste país. Para mim ele não é deste planeta. Desculpem o longo desabafo, mas sei que alguxs vão me compreeder.

Joane Farias Nogueira disse...

Ela saiu atirando em quem ? E qts mulheres conhecemos q sairam matandi homens ou mulheres por isso?

Anônimo disse...

Acontece que ódio e babaquice conservadora, é algo que TODO mundo espera de um "mascu". Ao contrário das feministas. Esperamos que sejam esclarecidas.

Anônimo disse...

Anônimo das 10:27, o problema é que ninguem deve ser submisso , nem as mulheres aos homens, e nem os homens às mulheres.

Anônimo disse...

Tem a opção de não ler o blog ao invés de fazer comentários irrelevantes e desagradáveis, pensou nisso?

Anônimo disse...

Eu procurei uma vez mudar de área na minha empresa e não consegui a vaga porque eu era "muito ansiosa por crescimento profissional" e "muito assertiva". No papo eu ouvi também que os outros feedbacks sobre o meu trabalho eram: perfeccionista, confiável, autônoma, criativa. Levei um tempão para entender que era machismo. Depois fiquei com muita raiva, principalmente quando percebi tantas outras ocasiões em que o machismo atrapalhou a minha carreira. Não mudei. A questão é que eu falo mesmo, interrompo homem sim, inclusive chefe, e lidero reuniões cheias de homem porque na hora de resolver o problema, eu resolvo. Felizmente, meu ambiente mudou e fui reconhecida com dinheiro, e não só com elogios, e parei de ouvir papo furado na hora da promoção. Por ora...

Carlos disse...

Eu, pela primeira vez em minha vida, estou trabalhando em uma corporação predominantemente feminina, e o que me chamou a atenção é que dificilmente alguém consegue dizer alguma coisa sem ser interrompido. E o falatório nas reuniões de diversas pessoas ao mesmo tempo é a regra. Muito diferente dos ambientes predominantementes masculinos ou mistos que eu vivenciei. Um grande contraste da minha vivência com o que foi tratado no texto.

Anônimo disse...

pesquisas científicas exaustivas comprovam que as mulheres têm menos oportunidade de fala. andrea nye analisa isso a partir da página 204 (folha 202 do pdf) do livro abaixo:

http://www.fe.unb.br/gde/images/livros/teoria_femista_e_as_filosofias_do_homem.pdf

Anônimo disse...

Raven aqui.

Pessoa dos comentários sobre o islã: Pare de encher o saco aqui diariamente e se mude pra lá pra ajudar essas moças, que tal? ;)

Beatriz Correa disse...

"Muitos mascus pregam abertamente que as mulheres devem ser submissas, religiosos, idem. Agora, quando eu prego que os homens devem ser submissos utilizando de argumentos históricos, sou criticada..."

Mas ué, e quem foi q disse que mascus e religiosos que falam esse tipo de besteira não são criticados??
Eu hein, é cada uma...

Anônimo disse...

Corram feministas heroínas! Salvem os homens dessa misândrica solta por aí!

Descubram a identidade dela!
Ela vai prejudicar o feminismo inteiro! Socorroooo!!




Sério? Deixem de ser ridículas.

Joane Farias Nogueira disse...

Precisamos aprender a ser mais vistas,a impor opinioes e impostar q voz. Me doeu ler isso. Sinto muito.

Anônimo disse...

"É muito vitimismo num elétron desses zomi" foi ótimo!

Hahaha, essa matéria é toda assim.

Boa resposta pra esses mascus que adoram colar essa materiazinha tosca esperando provar alguma coisa.

Desistam mascus.

Caio Borrillo disse...

Anônimo de 5 DE SETEMBRO DE 2014 22:56

Então cale a boca e não enche o saco.

Omis, parem de ficar com essa de "ainnnn, o machismo me oprime, porque eu não posso chorar!"

NÃO, criatura! Você não é oprimido por ser HOMEM, você é oprimido para não agir feito uma mulher, pois para o machismo e para o patriarcado ser mulher ou ter qualquer tipo de comportamento que seja afeminado ou feminino, é VERGONHOSO. É isso o que o patriarcado ensina pra vocês, mas não os oprime por serem HOMENS!

Como homem, demorei pra entender essa relação, mas é bem simples. Nós somos educados a nunca demonstrar sentimentos, já que isso é coisa de mulher.

PAREM de ser uns asnos achando que estão sendo oprimidos, porque não estão, bando de mimado!

Domingos Tavares disse...

@Caio Borrillo
E você acha que vai conseguir convencer algum homem cagando regra pra eles no campo de comentários de um blog feminista?

Não se esqueça que você é um OMI, igualzinho àqueles que você critica. Tem o mesmo cromossomo Y, o mesmo membro sexual entre as pernas e o mesmo tom "assertivo". E se você acha que vai mudar alguma coisa soltando as suas ordenzinhas escrotas aqui e achando que 3,5 bilhões de homens vão te obedecer, o asno aqui é você.

Aliás, asno e mimadinho. Coisa bem típica de feministo, que acha que só porque entendeu uma coisa ou duas já tem o direito de "liderar uzomi". Se enxergue, moleque mimado!

Y ♥ disse...

Há algum tempo atrás eu trabalhei fazendo recepção de turistas na Copa do mundo. Tive um colega que frequentemente ignorava o serviço e fazia coisas de má-fé, evitando trabalhar. Um dia, ao final do expediente, todas as moças estavam sentadas conversando qualquer assunto que no momento não me lembro. Este senhor, querendo falar algo sobre uma tomada, começou a tentar interromper grosseiramente e por fim deu um berro de "CALA A BOCA! MULHER QUANDO FALA NÃO DEIXA MAIS NINGUÉM, CAMBADA DE MARITACA!" ao que eu gritei de volta "CALA A BOCA VOCÊ! SE QUISER FALAR PEÇA LICENÇA, EU NÃO SOU OBRIGADA A CALAR A MINHA VOZ PRA TE DAR PASSAGEM SÓ PORQUE VOCÊ SE ACHA MUITO IMPORTANTE! NOS RESPEITE OU TEREMOS PROBLEMAS". Fiquei seriamente indignada mas infelizmente é mesmo algo crônico. Os homens se acham os detentores da palavra, e mesmo não contribuindo em nada acreditam que as mulheres devem ouvi-los sempre que desejarem falar.
E por sermos criadas como "mocinhas" esse abuso se une a nossa lista dos tolerados e até ignorados.

Anônimo disse...

Incrível post. A parte relativa às mulheres negras me tocou, pelo fato de eu não ser negra - mas gorda. Assim como a mulher+negra, eu carrego a dupla "desvantagem" mulher+gorda. Parece que gordo não tem direito a ter opinião própria, ou mesmo recusas... sendo mulher, então, eu devia agradecer e rir de cada segundo de atenção que me dão. Obrigada pelo texto, dá um pouco mais de ombro amigo nessa luta diária.

Caio Borrillo disse...

@Domingos Tavares

Não lembro de ter pedido sua opinião, seu machistinha mimadinho com medo de perder a posição de omi.

Omi aqui é vc, seu asno. Que vem pra um blog feminista fazer omice ao invés de usar o cérebro pra pensar ao invés de cagar pela boca.

Cagando regras? Onde que tu viu isso, seu recalcado? Repensar os próprios privilégios agora é cagação de regra? Seu omizinho descontrolado com medo de perder privilégio. Que é isso, se enxerga.

Se vc é omi, tem cromossomo Y e o mesmo membro entre as pernas que eu, tenho vergonha de dizer que pertencemos à mesma raça. Você me envergonha, você envergonha quem realmente quer que o mundo seja melhor e que quer que as mulheres sejam donas de suas vidas.

Se tá tão preocupado com o meu discurso, me chamando de "feministo", então quem deveria sair do espaço feminista é você, né filhote? Porque eu venho aqui pra aprender. Venho aqui pra repensar meus privilégios, pra avaliar minha posição enquanto homem cis hetero. E você, tá fazendo o que além de cagar pela boca?

Vai lá se juntar com o pessoal que "mete a real" já que pensar nas mulheres como seres humanos é um exercício muito difícil pra esse membro que cê tem na cabeça que vc acha que é um cérebro.

Anônimo disse...

Caio, você está no caminho certo.