quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

CRÍTICA: MARLEY E EU / Cachorros latem, humanos soluçam

Ser cão é padecer no paraíso. Já ser mãe...

Eu, que nunca li o bestseller Marley e Eu, não estava gostando muito do filme até seu terço final. Quando ele chegou na velhice do cão, acabou com todas as minhas defesas. Comecei a chorar copiosamente. Quer dizer, eu e o resto do cinema. Só se ouviam soluços e chuif chuif vindos de todas as direções. Ao meu lado, eu via o maridão discretamente passando suas mãos num lado do rosto e do outro, como se estivesse sendo incomodado por uma mosca. Quando as luzes se acenderam, e eu não conseguia conter o dilúvio, o maridão-que-finge-ser-durão me abraçou durante uns cinco minutos e me emprestou um lenço. Aí eu aproveitei que estava no shopping e fui comer um calzone e as pessoas olhavam e apontavam pra mim com cara de “Tadinha! Deve ter morrido alguém muito querido na família dela”.
Não acho que uma só alma possa ter saído de olho seco do cinema. Sabe a nossa enquete dos filmes que mais fazem chorar? Marley seria um forte concorrente. É a história de um casal de jornalistas muito loiro, o Owen Wilson e a Jennifer Aniston, que antes de terem filhos decidem comprar um cãozinho. E aí entra um labrador bege/amarelo, Marley (feito por uns 22 atores caninos diferentes - e, realmente, muitas vezes, de uma tomada pra outra, não parece ser o mesmo). Eu amo labradores, mas os pretos e marrons. E hoje em dia estou impaciente com cães de raça. Acho que todo mundo deveria adotar um vira-lata, isso sim. Mas, enfim, o Owen interpreta John, o único jornalista na face da Terra que prefere ser repórter a colunista. O cara dá nos nervos, porque nunca está satisfeito com o que tem. Mas é uma comédia sem maldade, a menos que a gente leve em consideração a sacanagem com a Kathleen Turner. Ela faz uma treinadora de cães (dá pra ver no trailer). Não basta ela estar vestida e penteada da pior forma possível. Marley ainda a ataca e Owen diz que o cabelo dela lembra um poodle. Por que uma estrela como a Kathleen (Corpos Ardentes, Guerra dos Roses) topa um papel desses?
O filme vai caminhando bobamente. Não gostei de várias piadinhas. Tipo, precisa de um close do cocô? E o excesso de merchandising é de doer. Não só da ração de cão, mas até da maquininha que faz a ultrassonografia! Sim, porque Jen engravida. E aqui adorei os comentários de alguns espectadores americanos revoltados com a classificação pra maiores de dez anos do filme (PG, nos EUA). Um casal levou as filhas de 8 e 11 anos e saiu no meio porque - como pode?! - teriam que explicar pras meninas o que significa castração canina, o que os pombinhos do filme querem dizer com “fazer um bebê”, e porque eles nadam nus na piscina. Temas adultos demais pra mentes inocentes que deveriam crer nas flores e abelhinhas até os vinte anos de idade! Essa é a espécie de direitista-cristão americano que é contra o casamento gay porque não quer tocar nesse assunto desagradável com suas crianças. Meus sais.
O pior é que o filme é bem moralista e conservador, e não tem nada que possa ofender a família tradicional. Mas ele podia ser ainda mais retrógrado. Li que inventaram o personagem do melhor e único amigo de John, um jornalista mulherengo, pra explicar a insatisfação do protagonista. Já vimos N filmes em que o contraponto ao protagonista se dá mal. Ou seja, o coadjuvante solteirão é punido pra mostrar pra gente (e pro protagonista) que a vida casal/filhos/casa foi a escolha certa. Em Marley isso não acontece. Ponto pro filme. O amigo paquerador continua igual, feliz, sem o mínimo remorso.
E não é nem de longe a principal preocupação da trama, já que o foco está em John e seu cão, mas o filme mostra, de leve, o que significa ter filhos na vida de uma mulher. Jennifer, que era uma jornalista mais bem paga e talentosa que John, decide largar seu trabalho, porque quando está em casa só pensa no jornal, e quando está no jornal só pensa na casa. E ela não quer ver seus filhos apenas algumas poucas horas por dia. Mas a decisão é dela, pelo menos, e ela só a comunica ao marido. Além do mais, Jennifer não cai de páraquedas no paraíso após essa decisão. A vida é dura, ela vive exausta e, numa hora, ela conta a John que não se reconhece mais. Que tudo que a fazia ser a pessoa que ela era antes não existe mais, mas que ela não se arrepende. Acho um sentimento bastante realista, pelo que ouço das minhas amigas com filhos. Claro que o filme não dedica um minuto ao trabalho de Jen antes d'ela ter filhos, então a transição não parece ser tão doída. Mas só o fato dessa discussão aparecer já é um avanço num filme-família.
O tempo vai passando e a gente nota as crianças crescendo, a crise de 40 anos de John, e Marley envelhecendo. E aí minha garganta apertou porque vi que o filme iria englobar a vida toda do cão, inclusive sua morte. E a meia hora final não tem nada de cômica. Pra mim, a parte que me matou mesmo foi quando Marley, que sempre foi de correr e puxar a coleira, anda devagarzinho, quase parando, ao lado de seu “dono” (quem é dono de quem?). Eu senti muito isso com o meu cachorrinho Hamlet, morto no ano passado, com quase 16 anos. Ele era minúsculo, do tamanho de um gato, nada parecido com os cinquenta quilos do Marley, mas ele também me puxava quando íamos passear. Foram uns quatorze anos intensos de cachorrinho me puxando, querendo ir mais e mais rápido, até que, de repente, seu ritmo desacelerou. E ficou cada vez mais devagar. Até que era eu puxando o cão, ou falando pra ele “já estamos chegando”, como ocorre no filme. É tão triste. E ainda assim, mesmo com o Hamlet com dificuldade de locomoção, surdo e quase cego da catarata, até o fim de sua vida ele adorava sair pra passear.
No fundo, todo mundo que tem um bicho de estimação (cão, gato, peixinho dourado, hamster - passarinho não conta, que nem deveria estar em gaiola) vai se identificar com Marley. Acho esses filmes válidos e educativos. Ninguém sequer cogita bater no cachorrão, apesar d'ele ser uma criatura problemática (meus vizinhos podiam aprender). Mostram que quem adota um bichinho o adota pra toda a vida. Essa gente que quando se cansa de seu cachorro o larga no meio de uma estrada (como esses miseráveis conseguem dormir à noite?) precisam ver Marley. Tem um momento em que a esposa, estressada, quer o cão fora de casa. Quer que encontrem um outro lar pra ele. Isso dura algumas horas, até que ela se acalma e percebe que Marley já tem uma casa. É assim que tem que ser.

66 comentários:

SandraM disse...

Oi Lola,
Eu li o livro no verão do ano passado. E chorei muito. Tive uma collie que amei de paixão e foi uma primeira filha na minha vida. Quero assistir ao filme mas aqui na Alemanha é tudo du-bla-do!! Um horror. Tira metade do encanto de qualquer flme. Mas enfim, acho que vou gostar de chorar mais um bocadinho com essa historinha.
Mas passei mais para te desejar um 2009 tao inspirador quanto foi 2008! Para nossa alegria, é claro! :)
Saúde e alegrias para você e o maridão que chora disfarçado tin tin!

Taia disse...

Oie!
Bem que a minha filha "devoradora de filmes/cinema" me avisou que o filme faz chorar... mas, juntando a opinião dela com a tua, tomei algumas decisões. Primeiro: continuo querendo ver o filme. Segundo: só vou se for sozinha, se eu levar minha filha pequena como pretendia vou passar uns 5 meses consolando ela depois. Terceiro: vou levar uns 6 pacotes de lenços de papel + um óculos escurão, hehe. Em qual dos cinemas vc costuma ir?

FELIZZZZZ 2009 pra ti e toda a tua família. Que em 2009 vc continue sendo... como direi? A LOLAAAA, a "nossa" Lola inspirada e inspiradora.
Bjsss
Taia

Anônimo disse...

Há muuuuito tempo leio seu blog,na verdade acompanho seus escritos desde o Lost Art,mas nunca me manisfestei,sou tímida...:)Mas sempre voto nas enquetes,hein!!!

Passando só pra desejar um 2009 maravilhoso!Adoro seus textos,seu cantinho é parada obrigatória.

Beijoooos!!

De uma de suas leitoras assíduas,
Ana Luiza

Andrea Cristina disse...

Fui ver o filme ontem com meu namorado. Eu chorei e admito. Meu namorado tava lá com os olhos inchados e afirmando piamente que nao chorou, que é a tela do cinema e as cores que fazem mal a ele. Conta outra! uhauhauah!

O filme é lindo! O início é super cômico, ri de todas as trapalhadas do Marley. Mas não curti muito aquela parte em que passam algumas frases da coluna do jornal, pois aí passa muito rápido e é difícil de aproveitar. Amei o filme, mesmo tendo chorado bastante. Mas não tem quem não se apegue com um cachorrinho tão meigo e trapalhão quanto aquele.

Quanto aos temas familiares, achei também bem conservador. A esposa larga o emprego pra cuidar dos filhos, o pai provedor, busca melhorias no emprego pra manter o status da família. Coisinhas bem patriarcais...

Mesmo com esses defeitinhos, vou recomendar. E SIM, deve entrar na lista dos filmes que mais me fez chorar. É lindo!

babsiix disse...

Esse com certeza está na lista dos filmes q n quero ver nunca, junto com Babe. E nem ler o livro tb.

Rafaela Andrade disse...

Eu li o livro e chorei muitoooooo!!! Mais muito mesmo!! Leio em qualquer lugar, eu li a parte final dentro de um ônibus, as pessoas não entendiam nada. Quero ir ver, com certeza!!! Feliz Ano Novo!!!

Anônimo disse...

Lola na minha cidade não tem cinema.Já tivemos uma das melhores salas do sul de S.C. Depois houve uma fase que via filmes em fita de vídeo cassete. Tinha dois vídeos para copiar filmes que eu gostasse.
Depois passei a fase de ver filmes pela Sky e agora estou numa fase de não ver TV há uns 3 anos. Tivemos cães e gatos "famosos" aqui em casa. Nossa boxer Charlot e seu companheiro Fido nos deram uma ninhada de 8 filhotes encantadores.
A D O R O cães boxer mas sem dúvida a "marca" vira-latas é maravilhosa. Vc viu a foto do cãozinho que dormiu na cama do menino Jesus num presépio da praça, aqui na vizinha Criciúma?
Pois é Lola então a sua crítica me provocou a vontade de ver este filme porque os cães me causam uma paixão muito grande. Quero dizer tambem que foi muito bom ter sua presença aqui na telinha do micro.
Torço pelo seu sucesso nos concursos. Pela alegria e a saude de todos por aí. Te convido para vir na minha cidade. Abraços gerais da Fatima. Prossigamos com estes papos e que possamos contar com seus excelentes textos, com a leveza do seu coração e esse humor maravilhoso. Que a sua tese saia conforme vc sonhou! Vc é brilhante
e é muito bom conviver contigo, mesmo virtualmente. Bj e carinho da Fatima.
P.S.:Já assei um pernil, fiz a farofa e coloquei a lentilha no fogo, agora aquela santa que trabalha aqui vai continuar. Ainda dá tempo de voces virem !!!

lola aronovich disse...

SandraM, ai, os collies são lindos. Tão classudos! Puxa, que droga isso de dublarem os filmes na Alemanha. Odeio ver filme dublado. Mas isso é comum na Europa, não? Obrigada pelos desejos de feliz 2009. Pra vc tb! Vamos ver se ano que vem os respectivos namorados e maridos param de fingir que não choram...


Taia, é, não sei a idade da sua filha pequena, mas pra criança sem muita experiência com morte Marley pode ser um pouco traumatizante. Ó, levar lenço é uma boa. Sério! Eu costumo ir ao Mueller mesmo. O Cidade das Flores tá bem caído, imagem e som ruins. O Mueller é bem melhor. Sem falar que lá eu não pago! Obrigada por me achar inspirada E inspiradora! Fico feliz ao menos que “inspirei” vc e outras leitoras a contarem suas histórias de horror. Ajuda a exorcizar. Vamos nos conhecer pessoalmente em 2009?

lola aronovich disse...

Ana Luiza, obrigada por todos os elogios e por ser minha leitora assídua faz tanto tempo. Agora só falta deixar a timidez de lado e comentar mais, tá? Abração e ótimo 2009 pra vc tb!


Andrea, então seu namorado é OUTRO homem que não chora de jeito nenhum? Caiu um cisco no olho dele durante o filme? Ué, Marley (e vários outros filmes) são mesmo feitos pras pessoas chorarem. Não há vergonha nenhuma nisso! Eu não me considero uma loser frágil porque choro em todos os filmes. Só me considero uma pessoa sensível, uma manteguinha derretida, um trapinho humano. E acho super legal os homens que assumem que são sensíveis tb e choram.
É, aquela parte das frases da coluna do jornal não foi boa. Não sei como é no livro. Foi até meio tediosa. O filme é conservador, feito pra “toda a família”, e quase sempre que fazem filmes assim, eles são conservadores. Afinal, eles querem alvejar a família tradicional. O importante é que a gente perceba e critique, ao invés de ver essas mensagens como coisas banais, normais, corriqueiras. Se a gente não gostasse de filmes apenas por eles serem conservadores, nem daria pra ir ao cinema... Abração e feliz 2009!

lola aronovich disse...

Babsiix, bom, eu chorei incomparavelmente mais em Babe que em Marley. Mas conheço um monte de gente que não só não chorou em Babe, como tb acha estranhíssimo que eu tenha chorado. Em compensação, acho que TODO mundo chora em Marley...


Rafaela, é chato ficar chorando assim sem parar em público, mas paciência, ué. Se o livro é emocionante, a gente chora mesmo!

lola aronovich disse...

Fá, aí na sua cidade não tem umidade? Aqui em Joinville eu até tentei ter umas fitas de vídeo por um tempo, mas elas duravam quatro meses! Emboloravam, eu mandava limpar, emboloravam de novo... É impossível ter vídeo aqui. E eu reclamo muito de Joinville por ter apenas 5 salas, mas viver num lugar sem nenhuma seria ainda pior. Mas vá ver o filme sim. Quais as cidades com cinema mais próximas de Laguna? Ai, cães boxer também são fofos!
Obrigada por todos os elogios e pelos desejos de um feliz 2009. E te agradeço muito pelo convite de ir aí comer pernil! Hmmm.... Fiquei tentada, sabia? Abração, e tudo de bom pra vc tb. E obrigada por vir sempre aqui comentar.

Ju R. disse...

tb admito, chorei horrores, assim como praticamente todos que estavam no cinema (meu namorado não vi chorei, ele é durão). saí de olhos inchados e fui ao banheiro limpar os rosto. cheio de gente chorando ainda!

a punhalada foi quando o john grogan diz que o cachorro não liga se vc é rico ou pobre, inteligente ou idiota....vc dá seu o coração e ele lhe dará o dele. isso me fez desabar mesmo!

eu comecei a ler o livro, que é bastante engraçado (o trecho onde o marley carrega a mesa do bar me fez rir compulsivamente), mas ainda não terminei.

kelly disse...

eu chorei como nunca tinha chorado no cinema, bem, talvez tenha chorado mais no bambi, quando o gerente pediu a minha mãe que me levasse embora, mas eu tinha 4 anos.
o filme não é maravilhoso e desde o início sabia que marley morreria, mas lavei todas as mágoas de 2008 naquela sala de cinema.
saudades do billy, da lola, da frida, do truffaut, do erasmo...

Anônimo disse...

Oi Lola!
Li o livro do Marley ano passado quando eu e minha sogra passamos as férias na casa da praia juntas com o Astor. O cachorro amarelo da família, um labrador igual ao Marley. As férias foram uma comédia, porque não podíamos deixar o cachorro sozinho, ele aprontava. Até subir no telhado pela sacada ele subiu. Vigilância constante.
Chorei horrores com o livro. O filme não sei se tenho coragem de ver.
Beijos,
Anne
=^.^=

Taia disse...

A minha filha menor só tem 5 aninhos. E o problema dela não é falta de experiência com morte, mas uma sensibilidade enorme em relação ao assunto. Já perdemos um gato e ela chorou semanas... e quando faleceu um bisavô dela ela tb sofreu muitooo.
Eu vou adorar te conhecer pessoalmente em 2009 (tenho meus motivos pra achar que vai ser bem engraçado, hehe).
E falando em 2009, amanhã é a posse do Carlito... obaaaa. E o povo vai se reunir naquela pracinha perto do museu do trem/shoping americanas depois das 16 horas. Vai ter telão e tals. Vocês vão? Se vocês puderem venham que vai ser bem legal.
Felizzzzz 2009 outra vez e até breve.
Bjsss
Taia

Leila Silva disse...

Eu tenho o livro aqui, em inglês, mas não o li porque tinha muita coisa para ler este ano. Eu também adoro cachorro, o labrador é lindo...olha, depois do seu comentário sobre o filme acho que não vou vê-lo no cinema, vou passar vergonha de tanto chorar. Vou ver em casa mesmo daqui um tempo.
Abraço e feliz ano novo.
Leila

Patricia Daltro disse...

Esse filme vai ser a prova dos nove para mim, não sou muito de chorar em filme, listo uns 10 que me fizeram verter lágrimas.

Passando para te desejar felicidade e um maravilhoso 2009! Que o ano que se inicia seja repleto de mudanças, (todas boas, é claro!) e principalmente mudanças de mentalidade!

beijos

Mônica disse...

Nossa, vi o filme ontem e ainda não consegui ter energia pra escrever sobre ele no blog... Chorei baldes também! Ainda mais porque passei pela experiência de precisar sacrificar dois, aí a gente revive tudo na tela e é aquela duchas Corona. Deu até pra ter dor de cabeça no fim. Definitivamente entra pra lista dos chorões! Na sessão em que eu estava o chororô também foi geral...

Abraço e Feliz Ano Novo!

Cristine Martin disse...

Oi Lola,

Não vi o filme, mas quando assistir já vou preparar o(s) lenço(s)... ah, cachorrinho morrendo não dá, né?

Passei por isso em 2007 e ainda tenho saudades da minha filhinha peluda... Lembro que quando ela estava doentinha, li 'A Insustentável Leveza do ser' e chorei baldes quando o cachorro deles morre... (um pouquinho de spoiler aqui).

Um ótimo Ano Novo pra vocês, com muitas alegrias!

Beijos,

Cristine

Juliana Bittencourt disse...

Eu fui adotada pela única cadela de raça que já tive na vida (uma sheep dog) justamente porque alguém a abandonou perto da minha casa, um pecado mesmo.

E faltou dizer que o jornalista é da maravilhosa cidade de Kalamazoo, Michigan. hahaha. Ainda não vi o filme (já te falei, né? Fomos ver Bedtime Stories no lugar, pra rir em vez de chorar) mas foi a primeira coisa que a minha mãe me falou sobre o Marley e Eu também.

Juliana Bittencourt disse...

acabei de descobrir que o livro é auto-biográfico e o autora era repórter do Kalamazoo Gazette, haha.

Bel disse...

Eu vou ter que esperar 1488 meses até que o filme chegue aqui na minha cidade de "começo de mundo"!!!
Mas com certeza eu vou assistir, vou chorar e nem ligo. Namorado chora mesmo e não faz pose hehehe!

Beijo, Lolita, e tudo de melhor em 2009!!!

Lu_Russa disse...

O livro é ótimo.
E o filme é exatamente o que o livro passa.

Arashi disse...

Lola,

Leia o livro. O filme é legal, mas o livro dá de dez.

Ana Rute disse...

Lola também achei lindo o filme! acho dificil alguem nao se emocionar pq é praticamente impossível não se encantar com bichinhos fofos e companheiros.
eu tenho uma cachorrinha pequena mas acho que já nasceu velha pq nunca puxou pra correr e esses dias passeei com ela uns 15 minutos e ela passou a manhã toda deitada morrendo de cansada! isso pq nem correu! um absurdo huahua
mas to com medo de levar minha mãe pra ver e ela passar dias chorando.

feliz ano novo lola! tudo de melhor pra vc, maridão e sua mãe! muitos filmes, chocolates e animaizinhos gracinhas em 2009!
beijos

Ollie McGee disse...

Menina, vou te contar... Eu não vi o filme, mas li o livro. No finalzinho, quando ele narra os últimos dias de convivência ao lado do cão, eu lia e chorava feito uma cozinheira picando pilhas e pilhas de cebola. Li o livro numa tacada só, durante o final de semana. E tive que ler os parágrafos finais segurando um lencinho para enxugar as lágrimas.☺

Ollie McGee disse...

ah, sim, quase esqueci.☺
FELIZ ANO NOVO, Lola.
Muitas felicidades p/ você e toda sua família.

Anunciação disse...

Feliz 2009,Lola,de todo o coração.Deus a acompanhe e a ilumine.

Luma disse...

Não sei se vou ver Marley no cinema. Ando meio enjoada de filme com cachorro, se em que Marley parece ir por um caminho um pouco diferente. Sei lá. Vi o trailer e não me deu vontade de ir no cinema ver o filme.

Meu namorado disse que vai ver. E com certeza ele vai chorar. Ele é mais chorão que eu com essas coisas. Ele chora vendo filme, jogando video game.

Babs disse...

Lola, feliz 2009!
Eu nem ia assistir esse filme, mas depois do seu comentário acho que vou dar uma chance. Acho que tenho um "marley" em casa...
Bjos

Liris Tribuzzi disse...

Não vejo, não vejo e não vejo!!!
Odeio filmes assim, com cachorrinhos ficando velhos e tal. Qualquer filminho besta de sessão da tarde com bichinhos já me faz encher os olhos de lágrimas.

Ah! Voltei.. hehehe.. Feliz 2009!

Michele disse...

Oi Lola,

Sua crítica me deu ânimo para assistir ao filme: eu não queria ver, mas minha irmã ama o Owen Wilson (humpf...) e eu gostaria de fazer companhia a ela! Obrigada!

Concordo com você sobre a adoção. Eu não tenho espaço para ter cachorros, mas tenho dois gatos vira-latas adotados, um deles no Controle de Controle de Zoonozes.

Mas o que me chateia quando fazem um filme sobre cachorros de raça é que isso faz com que as pessoas comprem filhotinhos, sem pensar na responsabilidade e nos custos que um cão acarreta. E meses depois do filme vemos dezenas de cachorros de determinada raça vagando doentes e famintos abandonados pela cidade. Uma pena!

Michele disse...

Ih Lola, esqueci:

Obrigadão por seu blog maravilhoso e super bem escrito. Leio todos os dias!

Um maravilhoso 2009 para você, para o "maridon" e para sua mãe (e para o gato, por que não?)!

Beijo!

Anônimo disse...

Oi, Lolinha!
Feliz Ano Novo!
Vou correndo assitir depois de ler sua crítica...eu li o livro e adorei, adoro cães!
beijos!

cavaca disse...

Eu não li o livro, mas fiquei curioso pelo filme. Adoro muito mais cães do que gatos, os cães são mais expressivos, afeiçoam-se mais as pessoas, são mais confiáveis. Sinto tanto a falta de ter um cãozinho. Acho que todas as pessoas deveriam ter um animal de estimação (desde que não fosse um animal selvagem ou um que não gostaria de viver domesticado), porque há um ligação, um relacionamento, diferente de qualquer outra coisa. Nos livros do Philip Pullman (A bussola dourada), todos os personagens possuem animais que estão ligados a si, fazendo mesmo parte de suas almas e de suas consciencias, refletindo muitas vezes o temperamento das pessoas.

Ainda bem que esse ano acabou (não que tenha sido mal ano) mas agora vou poder descansar um pouco. E vir com mais frequencia por aqui. Feliz Ano novo lola!

Cris disse...

O anônimo sou eu, :).
beijos

lola aronovich disse...

Ju R, pois é, TODO mundo chorou no cinema! Não sei como seu namorado aguentou sem chorar. Imagino que a parte da morte do Marley no livro tb deve ser de soluçar.


Kelly, sério? O gerente pediu pra que vc se retirasse aos 4 anos do cinema? Que fofinha! E vc teve uma cadela chamada Lola? Bom, pelo menos ela estava em ótima companhia - Billy (Wilder?), Frida e Truffaut! Espero que ela tenha sido uma cachorrinha muito inteligente.

lola aronovich disse...

Anne, imagino que é bem livro de férias mesmo. E filme de férias tb! Mas comove muito. Deve ser lindo um cão desse tamanho subir no telhado... Veja o filme sim, Anne. Vc vai chorar mais ainda.


Taia, é, pra uma criança de 5 anos eu não recomendaria o filme. Ele é muito triste. Ah, hoje (daqui a pouquinho!) eu vou lá na posse do Carlito. Vc vai estar lá? Vc já viu minha foto e me conhece. Se me identificar na multidão (junto com o maridão e minha mãe), venha falar comigo, por favor!

lola aronovich disse...

Leila, labradores são lindos. O maridão já teve Terra Nova, que pra mim são parecidos. Desconfio que quando o filme for lançado em dvd será um campeão de vendas...


Ah, Patricia, então quero ver. Vá ver Marley e nos conte se ele te fez chorar. Acho que faz sim. Obrigada pelos desejos de um ótimo 2009. Que seja assim pra vc tb!

lola aronovich disse...

Monica, ah, pra quem já teve cão, o filme é pior ainda. É verdade, a gente revive tudinho. Mas eu acho bom que a gente se emocione com animais. Eles merecem!


Cristine, isso, prepare VÁRIOS lencinhos, porque vc vai precisar. Lembro de Insustentável Leveza do Ser. Eu (e todo mundo) chorei baldes no cinema na cena em que a cachorrinha morre. Mas é uma cena bastante rápida. Não 30 minutos de sofrimento como em Marley! Obrigada, querida. Um ótimo 2009 pra vc tb.

lola aronovich disse...

Ju, como que pode, né? Odeio gente que abandona cachorro! Ainda mais um cão grandão, como um sheep dog... Tadinho. Que bom que ela adotou vcs. É, Marley começa em Michigan, justamente em Kalamazoo. Mas a primeira coisa que o casal faz é se mudar pra um lugar mais quente. Inteligentes, esses dois!


Bel, será mesmo? Acho que Marley, por ser um filme muito popular, deve chegar logo a vários cantos. Onde vc mora mesmo? Que bom que o namorado chora mesmo, sem fazer pose!

lola aronovich disse...

Lu, vc escreveu sobre o livro Marley no seu blog de literatura? Manda o link, se escreveu.


Arashi, até deu vontade, mas não vou ter tempo pra ler por prazer pelos próximos meses...

Denise disse...

Oi, Lola!! Em primeiro lugar um ano novo maravilhoso pra vc e família! Muita saúde, paz , amor, amizadades, que sua tese arrase e um " super emprego novo" !!
Quanto a Marley, ainda nao vi o filme, irei talvez essa semana, porém li o livro, que pensei que seria ruim, afinal o q alguém teria para contar de sua vida com um cachorro?? Que preconceito bobo, eu amei demais, chorei muuuuuito com o livro, que inclusive tenho na versao infantil, uma gracinha! Agora escuta essa: quando terminei de ler, tinha chegado em Joinville, estava morando num apartamento na frente do Shopping, de uns 100 metros quadrados mais ou menos, eu , meu marido, nossos três filhos, e ainda tinha trazido uma babá pra morar junto...eu desci , atravessei a rua , fui no pet shop do shops e COMPREI (momento vergonhinha...)um labradorzinho amarelo MARAVILHOSO , dei o nome de Marley!!simplesmente foi uma das melhores coisas da minha vida! é alegria 24 hrs por dia!! Amor demais! ele está com 8 meses agora! Entao nos mudamos para uma casa e ele vive livre (dentro de casa inclusive...eca, né?)
pois a história nao acaba aí...minha mamy veio me visitar, ela nao gostava de cachorro, apaixonou-se pelo meu, quando voltou pra casa dela, comprou um labrador e tb deu o nome de Marley! pode?!?
Well, mudando de assunto, como somos algumas leitoras de Jlle. poderíamos marcar um encontrito..que tal??
beijos
Denise

Dani disse...

e se eu te contar que só chorei quando a jennie perde o bebê? acho que fui a única a sair do cinema sem enxugar o rosto...

(aqui é a mesma danielle que deixou alguns comentários no post sobre o "crepúsculo")

feliz 2009!

lola aronovich disse...

Ana Rute, tem cachorrinhos que são beeeem mais calmos que outros, independente da idade. Porque as personalidades variam demais. Esses cães mais calminhos são ideais pra pessoas mais velhas, ou pra crianças. Ninguém em sã consciência recomendaria um beagle, por exemplo, prum velhinho... Obrigada por todo o carinho, e um ótimo 2009 pra vc tb!


Ollie, e aí, vc não vai ver o filme? Não tá preparada pra outra sessão de picar pilhas de cebola? Obrigada! Um grande 2009 pra vc. Que venha um novo blog!

lola aronovich disse...

Anunciação, muito obrigada. Tudo de bom pra vc.


Luma, concordo: quando vi o trailer, eu fiz careta. Porque o trailer só mostra as piadas da primeira metade. E é como eu disse na minha resenha - eu não tava gostando muito dessa parte. O que me ganhou mesmo foi a choradeira no terço final, e isso não tá no trailer. Vá ver o filme com o maridão! Ele chora jogando videogame? Como é isso?

lola aronovich disse...

Babs, ah, vai sim. Quem é o seu Marley em casa?


Li, entendo bem o que vc quer dizer. Esses Benjis da vida me matam, e olha que os cães só sofrem, mas não morrem. Como eu não tinha lido o livro de Marley, só visto o trailer, acho até que é meio propaganda enganosa. Eles não avisam que será um dramalhão! Mas valeu a pena, eu gostei.

lola aronovich disse...

Michele, que bom que eu te animei. Vai ver sim! Sua irmã ama o Owen Wilson?! Uau! Acho incrível que ele tenha fãs devotos assim. É que ele é um pouco sem sal, sei lá... Vc tem toda razão quando fala das pessoas que saem por aí comprando cães de raça, influenciados por certos filmes. É muito triste. Até hoje tem muito dálmata abandonado por causa de 101 Dálmatas. As pessoas realmente não deveriam comprar cães. Deveriam adotá-los, sabendo que são pra vida toda. Ou seja, quem pega um cãozinho tem que saber que está assumindo uma responsabilidade pelos próximos 12 ou 15 anos. E os animais pedem tão pouco em troca de todo o amor e alegria que nos dão...
Obrigada pelos elogios! Um ótimo 2009 pra vc e seus gatos vira-latas!


Oi, Cris. E aí, já viu o filme? Gostou? Quero saber o que vc achou! Um grande 2009 pra vc.

lola aronovich disse...

Denise, obrigada por todos os desejos de ano novo! Tomara que os seus se concretizem tb.
Ah, essas histórias sobre cães (e gatos, e outros bichos) geralmente são ótimas, porque tocam muito a todos nós. Opa, fiquei curiosa: como é a “versão infantil” do livro? Ele não morre?
Que bom que vc comprou seu labradorzinho e deu tudo certo. Mas não recomendo esse tipo de comportamento pra ninguém! É assim que os cães de raça são abandonados: as pessoas se entusiasmam com um filme/livro, compra um cãozinho da mesma raça, leva pra casa, e aí nota que o cãozinho late, faz xixi e cocô, exige carinho, dá trabalho, pode destruir móveis... E as pessoas se cansam e abandonam o bicho, como se fosse um objeto descartável, não uma vida que depende da gente. Ou tem pessoas que acham cachorrinho filhote uma graça, mas depois de crescido fica feinho, então... jogam fora! Eu não me conformo com essa atitude. Então me preocupo que muita gente vai comprar labrador por causa de Marley e, daqui a algum tempo, teremos um monte de labradores abandonados na rua.
E que é isso de “Eca, né?” pra um cachorro que vive dentro de casa?! Acho que cão é pra isso mesmo, pra viver dentro de casa. Não acorrentado no quintal, como tanta gente faz...
Vamos nos encontrar sim! Pois é, a gente podia marcar um encontro entre todas as pessoas do blog em Joinville! Quantas têm?

lola aronovich disse...

Cavaca, não concordo sobre o que vc diz sobre cães serem mais expressivos e afetuosos que gatos. Cães certamente são mais dependentes e dão mais trabalho pra cuidar. Eles vivem pros humanos. Já gatos dormem 2/3 da vida, né? Mas eles dormem em cima da gente, ronronam pra gente, e nos raros momentos em que estão acordados, são muito carinhosos! Tb acho que todo mundo devia ter um bichinho. Eles melhoram muito a nossa qualidade de vida. E esse ponto do Bússola Dourada, sobre os animais refletirem a personalidade da pessoa, é muito interessante. Descansa um pouco sim, Cavaca! Já está em Açores?


Dani, ah, mas nesse momento em que ela perde o bebê eu também senti uma dor no coração. Não chorei, mas apertou. O dilúvio só veio mesmo no terço final. Abração!

Ana disse...

Lola

Só de ler a sua crítica comecei a chorar. Imagina qdo eu for assitir. Ta dificl convencer o marido a ir comigo mas vou ver se consigo dobrar ele este findi.

Ah, e não se preocupe que se sua opinião sobre o Ben Button for diferente da minha. Não vou me decepcionar nem deixar de ler o blog. Eu amo Shrek e tenho so 3 DVDs em casa. Forest Gum po tb e eu seu que vc não gosta deles. Afinal, o que seria do azul se todos gostassem do vermelho, não é?

bjo

Luciano Carneiro disse...

Não estava com vontade de ver o filme... até agora. Vou conferir.

lola aronovich disse...

Ana, vc chorou ao ler a crítica? Então mantenha distância do cinema! Ou pelo menos avisa o pessoal antes de entrar pra eles interditarem a sala. Risco de enchente, sabe? Quero ver o seu marido chorar junto! Ah, que bom que vc não corta relações comigo por eu falar mal de Shrek e Forest Gump. E Senhor dos Anéis, vc gosta?


Luciano, vai ver. Aposto como vc vai chorar! Depois conta tudo, viu?

cavaca disse...

Ai Lola, bem que eu queria já estar lá, mas ainda é fim de semana, ou seja, todo mundo que veio passar final de ano em Lisboa vai ficar por aqui até Domingo o que significa que vamos ter um trabalho considerável. Depois, na próxima semana, eu fico sem folga para que meus colegas recuperem as folgas atrasadas deles. E quando tudo estiver normalizado o cavaquinha cai no mundo dos Açores. Lola, eu também não concordo com você, gatos são tediosos, enquanto cães são mais ativos, e claro que a sua mãe já deve ter dito que gato dá himpinge lola! Aquele circulo esquisito na pele, eca!
Olha, fiquei com ciúmes daquele pessoal que te mandou presentes...por tanto, como faço para e mandar qualquer coisinha?
Abraços Lola.

Ana disse...

Já vi que vc tb gostou.
:-)

Bininho disse...

Sendo sincero, o filme não tem nada a ver com o livro: passaram o cachorro de principal a coadjuvante, não conseguiram expressar a sensibilidade e a importancia que o mesmo teve na vida da familia e na verdade o filme deveria se chamar EU E MARLEY, ao inves de MARLEY E EU.
E sendo sincero mais ainda: Não sei se ler o livro a tarde toda para ver o filme depois é que me deixou com ódio, ou se eu ficaria com mais ódio vendo o filme primeiro e lendo o filme depois. Porque o livro me fez chorar demais, mas o filme só me fez soltar lagrimas ao lembrar do livro. Quem leu o livro deve ter sofrido a mesma decepção que eu (Até tiveram a cara de pau de colocar o escritor do livro e dono do cachorro pra dizer que nunca havia tido um cachorro antes do marley sendo que ele teve um quando criança e a maneira que serviu como base para escolher o Marley foi a mesma usada para escolher o seu antigo cão... e aquele amigo imaginário criado só para o filme, o mulherengo, que dava inveja ao dono do marley ao ter o emprego que ele queria, e que entrou na história para nos mostrar que quem deveria ter inveja dele era o cara porque ele tinha uma familia... coisa que o próprio Marley demonstraria sem nenhuma forcação de barra... se tivessem sido fiéis ao livro, jennifer aniston não ia precisar dar a correntinha no final para ser enterrada junto ao cão para dizer que afamilia já tinha começado no momento que ele entrou em suas vidas... a gente já sabia.)

Bininho disse...

Desculpe Lola minha falta de educação, um feliz ano novo a vc e a todos qye leem e comentam em seu blog, mas eu não recomendo quem leu o livro que vá ver o filme não... e quem for ver o filme... que não leia o livro.

Sheryda Lopes disse...

Adorei o filme! Fui com o namorado e quase morro de chorar! Lindo e emocionante! Provavelmente o livro vai entrar na biblioteca que estamos montando.

Anônimo disse...

-> Fui ver o filme em um shopping perto de casa,pensando que o filme seria muito fofinho quando me deparei estava com a cara inchada e um nariz de tomate.E óbvio,encotrei três amigos meus e minha professora de literatura que eu NUNCA pensei em encontrar. HAHAHAHAHAHAHA PS.: ODEIO chorar na frente dos outros imagine em um SHOPPING?

-> Eu tenho um labrador chocolate,eu concordo com você que todos deveriam adotar ao invés de comprar ... mas é o mesmo que pedir que todos virem vegetarianos para acabar com os problemas.

Gostei da sua crítica para a censura,criança tem que saber o básico pra ir levando pra vida.Não tenho planos de filhos e uma vida de moça decente que minha mãe sempre sonhou,mas meus filhos vão ser problemáticos por saberem da verdade tão cedo?Fico pensando nisso horas a fio,mas me lembro que sou só uma garota de dezesseis anos e que tenho outros assuntos pra pensar horas a fio.

bjo :* Fernanda Campello

PS.: se quiser ver o 'meu Marley' me procure no orkut.Uma foto preto e branco sou eu :) Zeus é o nome do 'meu Marley'

Lilian disse...

Droga, fiquei com vontade de chorar só de ler a crítica...

Não basta tudo o que eu chorei com o livro...

Mas é isso aí, a gente sofre com as perdas mas nem se compara a todas as alegrias que esses bichinhos trazem pra nossa vida. Acho que só quem já teve é que compreende.

bjos

vanessa balula disse...

Estou no dilema: ver ou não ver? Já tive o meu golden - primo-irmão de labradores, afinal! - por 5 anos. Tive que dá-lo por simplemente ser incompatível com uma alergia materna. Nunca consegui resolver isso da melhor forma. E então ganhei o livro. Chorei mesmo sem me deixar chegar ao final - pois ja´sabia que ele morreria.
Aiiii e agora o filme. Será que funciona sair do cinema antes do final? (risos)

alessandra romão disse...

Oi Lola quando falou de seu cachorro me lembrei do Piteco... Adorei as fotos do Natal e do Reveillon... Ja viu as fotos da Consul no Facebook... saudades... Bjs

Anônimo disse...
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Anônimo disse...
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Carol F. disse...

É triste mas é até engraçado ver tanta gente junta chorando no cinema. Adorei a crítica. Também já tive uma "pequena Marley".

Helena disse...

Eu vi esse filme cheia de preconceitos, mas sinceramente? Engoli a língua e gostei muito! Qualquer um que tenha tido um bichinho e acompanhado sua vida se identifica. O fato de não mostrarem a carreira da mulher talvez se deva ao fato de o filme ter sido adaptado de um livro escrito pelo marido (e nunca dá pra ser completamente imparcial nessas horas). Mas ela tem um emprego (e se não tivesse? Dona de casa trabalha e muito!) que larga por opção própria... Acho esse filme muito legal, combina comédia e drama para tratar da vida de um cão, que em muitos casos, como no meu, é parte da família. Chorei MUITO! hehehe