quarta-feira, 27 de junho de 2012

GUEST POST: MACHISMO ISLÂMICO CONTRA UMA BRASILEIRA EM BERLIM

Livia, uma brasileira que vive em Berlim, me enviou um email. Seu relato é polêmico, muito polêmico, porque existe meio que uma lei não escrita que só a direita pode criticar os muçulmanos. Só que penso que a esquerda, que critica o cristianismo e o judaísmo pelo machismo explícito dessas religiões, deve ter todo o direito, talvez até a obrigação, de criticar o islamismo. 
Não sou do tipo "vamos respeitar a cultura alheia". Se eu quero que a minha cultura mude, vou querer que a dos outros mude também, no que se refere a romper tradições preconceituosas. Claro que é complicado falar sobre uma cultura da qual sabemos tão pouco. E claro que não devemos generalizar. E claro que há várias feministas entre as muçulmanas, e elas são perfeitamente capazes de falar por si. Mas há muitos casos de mulheres ocidentais que são agredidas e/ou desrespeitadas por muçulmanos que, mesmo vivendo num país ocidental, insistem em manter costumes misóginos. 
Não tenho o menor apreço pelo presidente do Irã ou pelos monarcas da Arábia Saudita. Digo isso porque os reaças adoram criticar feministas porque não passamos o dia falando mal de Ahmadinejad, mas eles convenientemente "esquecem" que em países aliados do imperialismo, como a Arábia Saudita, as mulheres também são apedrejadas, além de -- diferente do Irã -- não poderem dirigir. Aliás, elas só poderão votar a partir de 2015, pela primeira vez. E é chato falar, mas Iraque e Afeganistão têm mais mulheres no governo que os EUA. E que a gente, com nossos minguados 9% de mulheres na Câmara Federal.
Não gosto do islã, porque vê mulheres como cidadãs de segunda classe e é homofóbico. Também não gosto do cristianismo e do judaísmo porque fazem exatamente a mesma coisa. Enfim, me sensibilizo com o relato da Livia.

Muitas vezes li em seu blog sobre como o corpo feminino é tratado como propriedade pública (em casos de estupro, assédio, comentários...) e por isso decidi te escrever o meu relato, passado poucas horas atrás [no final de maio]. Ele só é um pouco diferente da maioria das outras histórias de horror femininas porque se deu com um grande choque de culturas. 
Moro desde janeiro com o meu namorado em um bairro predominantemente turco aqui em Berlim [há 160 mil imigrantes muçulmanos em Berlim, dos quais 73% são turcos], e hoje aproveitei o sol para passear de bicicleta e ler um livro à beira do rio Spree. Pois lá estava eu deitada lendo (como todos os alemães fazem) quando me aparecem quatro adolescentes turcos e sentam ao meu lado. Um dos garotos começa a perguntar onde eu moro (eu não respondo), se sou casada (sim) e se posso dar meu Facebook (não). Já estava sobre a minha bicicleta indo embora quando um deles grita alguma coisa, eu paro e de repente dois dos meninos vem, me agarram os peitos (um de cada lado), riem e saem correndo. 
Chorei muito, chamei a polícia (super prestativa, aliás), fiz um boletim de ocorrência e provavelmente não verei mais esses garotos na vida. Enquanto esperava a polícia, falei para os dois adolescentes que tinham ficado (os que não tinham me agarrado) que não é porque sou uma mulher não mulçumana que eles podem agarrar meus seios assim. Um deles respondeu: “O que deveremos agarrar então? A sua bunda?”.
Alguém poderá argumentar que os garotos que me agarraram no parque na beira do Spree eram adolescentes, e por isso “naturalmente aprontam”. Mas o fato é que estão reproduzindo valores e comportamentos aprendidos em casa, com os adultos. Já tinha lido em várias reportagens que a maioria dos mulçumanos desrespeitam as alemãs (eu devo contar como alemã porque não tenho a cabeça coberta), ou qualquer outra mulher ocidental. Só que, fora um estresse aqui e outro ali, nunca tinham me agarrado na rua. Somos todas umas vadias que andamos com o cabelo à mostra e saias curtas (eu estava de moleton no caso relatado) e transamos antes do casamento. Conheço jovens mulçumanos que pensam e dizem isso. Claro que não são só os mulçumanos que desrespeitam as mulheres, mas com essa premissa fica ainda mais fácil, não é?
A minha sorte é que isso se passou na Alemanha, onde tenho total apoio da sociedade e da polícia (que não gosta muito de adolescentes turcos mesmo). Em um país islâmico eu a princípio não poderia andar com a cabeça descoberta, e se alguém me assediasse a culpa seria toda minha. E caso eu, ainda que morando na Alemanha, pertencesse a uma família mulçumana, a culpa seria toda minha. Toda semana aparece no jornal que um pai assassina a filha, por ter cometido o grande crime de ser estuprada. Repito: na Alemanha, país ocidental e relativamente democrático!
Ninguém me ofende na rua por eu não estar de véu, mas passo por um assédio quase diário, muitas vezes para lá do desrespeito. Coisas que não aconteciam tanto no Brasil. Para começar, homens que sabem que eu sou comprometida e que me veem com meu namorado vivem me olhando de cima abaixo, me chamando para tomar café, e por aí vai. Já fui cantada desde a janela do meu próprio apartamento do terceiro andar. Coisas semelhantes acontecem com as minhas amigas que moram nas redondezas e que não portam véu. Os agressores (se você me permite dizer assim) são quase sempre turcos. Para mim é claro que em uma cultura em que uma mulher pode ser renegada/assassinada pela família se envergonhar os pais (por exemplo traindo o marido) coloca as mulheres em uma situação vulnerável. (Dica de filme sobre isso: Contra a Parede, do diretor Fatih Akin).
Devo dizer que estou tentando assimilar o acontecido e me esforçando para não generalizar o preconceito contra tudo e todos da Turquia. O que na verdade não seria possível, porque adoro baklava, um doce turco delicioso.
Em poucos meses aqui em Berlim já aprendi a diferenciar diferentes formas de islamismo. É uma cultura muito interessante e muito plural. E quebrei um pouco desse tabu alemão de não se misturar com muçulmanos. 
Eu tenho amigos vindos da Turquia, Afeganistão, Iraque, Tajiquistão -- amigos esses que com certeza condenariam o que os adolescentes fizeram comigo. Aprendi várias palavras de árabe e turco em pouco tempo, e pretendo aprender mais. Me dê um mês e eu já vou saber um basiquinho de persa! Esse pessoal é gente boa e vem pra festas na minha casa. Com certeza não são todos os islâmicos que se comportam mal. E quer saber? Eu também sou imigrante, sofro preconceito aqui e ali (embora, claro, bem menos que Mohameds, Fatmas e Abdullahs) e acho que estamos todos mais ou menos no mesmo barco. Se uma regra afetar a eles (como se limitarem o número de vagas na faculdade para estrangeiros, por exemplo), afeta a mim também.
Lola, seu blog me inspirou para que eu tomasse a atitude que tomei, de chamar a polícia e registrar o acontecimento. O que a minha queixa pode mudar? Talvez incluam tópicos sobre respeito às mulheres nos cursos de integração para jovens imigrantes? Não sei. Com certeza foi melhor que ter me enraivecido e deixado por isso mesmo, coisa que talvez eu antes tivesse feito. Portanto, obrigada! Seu blog faz com que eu seja uma pessoa muito mais forte e confiante!

315 comentários:

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Bruna B. disse...

CLAP CLAP CLAP, a introdução do post está perfeita.

Minha solidariedade para a moça que sofreu o abuso.
Tenho nojo de quem fala “ah, mas é a cultura deles, devemos respeitar.”. Cultura deles o caramba, desrespeito é desrespeito em qualquer parte do mundo e se eles estão em outro país o mínimo que podem fazer é respeitar a lei vigente. O mínimo.
Nunca vou concordar com essa cultura de que mulher é uma mercadoria que está ao alcançe de quem quiser pegar. Não importa se isso está escrito no corão, na bíblia ou no raio que o parta.
Existem alguns costumes culturais que me enojam, e não se trata de preconceito contra a cultura em sua totalidade. Jamais viajaria para o Japão ou para a China, por exemplo, por não concordar com a forma como eles tratam os animais. Isso me lembra um guest post do blog, que era sobre alguns orientais que estavam matando cachorros e consumindo sua carne no Brasil; Algumas pessoas falaram que isso é normal na alimentação de alguns orientais... sim, e daí? No Brasil é proibido. PONTO. Se eles estão no Brasil eles devem seguir nossas leis.

Bruna B. disse...

alcance* de quem quiser...

Anônimo disse...

Devemos respeitar os costumes e crenças alheias, desde que essas crenças e costumes não firam princípios básicos de dignidade da pessoa humana.
Desrespeitos e abusos devem ser criticados sempre, pois vivemos em sociedade e ninguém tem o direito de desrespeitar os outros por ter uma certa crença.
Se eu vou a outro país, tenho que me adaptar a sua cultura, e não bater de frente. Se os muçulmanos decidem morar em países ocidentais, devem respeitar as regras deses países, a diversidade.
Do mesmo modo, se eu fosse a um país islâmico, não me sentiria no direito de desrespeitar as mulheres que andam de véu.
Discordar e questionar costumes é uma coisa, achar que pode desrespeitar a quem segue esses costumes é outra.
Perfeito o guestpost.

Leo disse...

Eu também moro em Berlim (Kreuzberg) e a minha experiência como homem é totalmente diferente - o que provavelmente é o ponto do texto. Mas como você, tenho muitos amigos árabes e muçulmanos, e com eles aprendi muito, e perdi vários preconceitos que tinha no Brasil...
Uma pena o que aconteceu com você, e eu entendo a sua crítica. Mas tente ver o que aconteceu como uma situação particularmente infeliz e isolada, criada por crianças mal-educadas.
Falta de educação existem em todas as culturas, e o turco que vem pra Berlim é geralmente o de uma classe social mais baixa, com menos acesso à educação.

Daniel Vieira disse...

Caramba. Tô de cara. Vou ter que ler depois com mais calma, pra digerir isso direito. Eu já tinha ouvido outros relatos de amigas sofrendo machismo de muçulmanos na Alemanha, mas sinceramente não sabia que podia chegar a esse ponto.

Bruno S disse...

Os garotos devem crescer escutando em casa que a mulher para merecer respeito tem que atender a um grupo de restrições. Ao mesmo tempo escutam que as alemãs e outras ocidentais são o antiexemplo, que gostam da vida mundana e tal.

O cara vai entender que a moça não merece respeito e que, no fundo, até gosta disso.

Não me parece um pensamento muito diferente do cara que acha que uma mulher por gostar de exibir o corpo ou por gostar de variar de parceiro sexual necessariamente vai querer transar com ele.

Sara disse...

Me perdoem mas nunca vou conseguir respeitar essa cultura, abomino do fundo da minha alma essa religião, tudo mas absolutamente tudo q estiver ao meu alcance para fazer e que não for contrário as leis do estado democratico em q eu vivo, contra as barbaridades que eles fazem contra as mulheres e os gays que por uma desgraça nasçam em paises de ditadura ou maioria islâmica vou fazer.
Considero o islâmismo uma vergonha para a humanidade.

Lord Anderson disse...

Que merda isso.

Bom que a Livia procurou a policia e não se deixou intimidar.

"Devemos respeitar os costumes e crenças alheias, desde que essas crenças e costumes não firam princípios básicos de dignidade da pessoa humana."

Concordo plenamente.

Acreditar em dignidade humanas, em direitos basicos que não podem ser desrespeitados, ao meu ver, não é eurocentrismo, ou imposição da cultura ocidental (como se ela fosse uma coisa só), é acreditar que existe um ponto basico que não pode ser desrespeitado.

Que todos as pessoas tem direito a dignidade e que isso não poder negado ou violado por qualquer crença politica ou religiosa.

Brisa disse...

Oi moça do texto, sinto muito pelo que vc passou. Já me aconteceu duas vezes exatamente a mesma coisa, uma vez por um adolescente, quando eu voltava da natação (era inverno e eu estava de blusa de lã) e a outra voltando de um barzinho com a minha mãe, por parte de um adulto. É realmente muito humilhante,também chorei, mas eu era mais nova e infelizmente não denunciei nenhuma das situações.

aiaiai disse...

Eu acho as três religiões monoteístas igualmente lixo. E não acho que os meninos te agrediram por serem islâmicos. Te agrediram porque são machistas e preconceituosos.

Aqui no Brasil a gente pode ser agredida a qq momento por católicos, evangélicos, judeus ou islâmicos. O problema não é a religião em si e sim os valores que essas religiões majoritárias passam: homem é um ser superior semelhante a deus e mulher é um ser inferior que depende do homem para tudo e deve se manter assim.
O islamismo radical é terrível com as mulheres, assim como qq outra religião presa aos dogmas tradicionais. Os católicos estão um pouco menos presos aos dogmas, mas existem também católicos dogmáticos. Os católicos têm um chefe (o papa) que se acha no direito de intervir na legislação de vários países e que muitas vezes consegue atrapalhar até avanços na medicina.

Resumindo: o que quero dizer é q acho perigoso colocar a culpa no islamismo. A culpa é do machismo e do patriarcado que foram construídos e fortalecidos por essas três linhas religiosas e outras, como o hinduismo.

Karla disse...

Leio sempre o blog, mas não poderia deixar de comentar esse post. A Lívia é minha amiga pessoal. Fiquei irada com esse relato quando ela me contou.

Mesmo antes de isso acontecer com ela, eu penso que é extremamente necessário colocar um freio na misoginia que ocorre sob desculpas culturais e religiosas. Não apenas o que ocorre entre muçulmanos, mas entre outras religiões. Crença religiosa nenhuma pode estar acima dos direitos básicos de um ser humano. Crença religiosa nenhuma pode estar acima das leis de um Estado laico, que tem a obrigação de proteger seus cidadãos. Especialmente os mais vulneráveis.

Acho uma pena que algumas pessoas de extrema direita também usem o exemplo do desrespeito da religião muçulmana com as mulheres para justificar atos xenófobos, porque as críticas que não são de ódio se misturam nesse balaio e fica muito complicado intervir nisso tudo de uma maneira que não seja xenófoba. Mas é necessário tentar fazer alguma coisa, não dá pra ficar de braços cruzados observando a misoginia porque é parte da cultura de alguém.

Paula disse...

eu moro em Hamburgo e a situação aqui é igual. por sorte nenhum abuso físico nunca me aconteceu, mas percebo bem como esse assédio dos turcos funciona. olhares do tipo "despindo com os olhos" já me são comuns. e olha que não se culpar roupa curta, já que aqui vive chovendo e quase nunca faz calor.

teve uma vez que eu estava no metro. era de madrugada, e eu estava indo para o aeroporto pq tinha um voo bem cedo no dia seguinte. o meu namorado não podia ir comigo, então fui sozinha. sentou um cara perto de mim, dizendo que eu era bonita, que queria que eu fosse pra uma festa, pro apartamento dele, que queria fazer sexo comigo, me chamando de "baby", o escambau...
não me encostou a mão, pq ele sabe que tem camera em todos os vagões, mas mesmo assim a situação foi muito desagradável.

o Pat Condell fala sempre nos videos dele o quão o islamismo prejudica a liberdade de expressão na europa. ele ainda fala de como a Suécia está sofrendo uma onda de estupros, onde a maioria dos acusados são de países islâmicos.

eu tenho alguns amigos muçulmanos que são super gente boa, bem liberais e respeitosos, mas infelizmente eles me aprecem ser uma minoria..

arlete soffiatti disse...

E isso aconteceu comigo aqui na Alemanha também e também com turcos, só que homens feitos e não adolescentes.
http://www.tudodebonn.blogspot.de/2012/06/malandro-folgado-e-cara-de-pau-tem-em.html

Jane Doe disse...

Também moro na Europa e já passei por situacoes estranhas com muculmanos. Conheci alguns durante o curso de línguas, a grande maioria adoráveis, gentis, respeitosos e curiosos sobre o Brasil!
Mas no primeiro lugar onde morei, tinha dois rapazes por volta dos 30 ser mais "apegados" as tradicoes islâmicas.
Por duas vezes entrei no elevador com eles, eu dizia bom dia e em resposta eles me viravam as costas e comecavam a resmungar o que parecia ser uma prece.
Aquilo me deixava chocada e quando contei para meus colegas muculmanos eles ficavam muito tristes com esse tipo de situacao.

Acredito que muitas pessoas conseguem separar sua crenca pessoal do resto - seja qual for a religiao. Mas infelizmente há quem seu "deus" para justificar o injustificável e praticar todo tipo de barbárie com os "nao dignos".

Ah... eu costumo chamar o Islâmismo, o Catolicismo e o Judaísmo de os Irmaos Metralha - uma alusao ao meu desenho animado favorito os tempos de crianca: Duck Tales - os cacadores de aventuras!!!

Anônimo disse...

O Islã está ferrando todo mundo na Europa, não só as mulheres. É comum jovens alemães sofrerem bullying na Alemanha por serem... Alemães.

Inclusive é uma preocupação de masculinistas mais moderados, que não concordam com alguns aspectos da sharia. (ou são cristão anti-islã mesmo).


Post Scriptum: Muahwuawhauw ]:)>


Post Post Scriptum: Lola, já que tu curte também falar de séries.... Fala do Breaking Bad! Fala plz!

Allice disse...

Eu respeito a cultura deles quando deixarem de ser radicais e respeitarem a minha =)
Sou um ser muito recíproco.
Puxa vida, é tão horrível ser agredida fora de casa né? (dentro também, ÓBVIO) mas digo, em outro país, por uma cultura diferente da nossa, às vezes não sabemos como reagir, o que pensar é sinceramente ainda mais horrível, a sensação de desamparo.
Certa vez fui chamada pra ser acompanhante de um SR. (que não9era islâmico) por acompanhante eu deduzi que ele queria alguém pra traduzir o tempo todo, esse era o normal pra mim, acompanhar numa reunião, ir ao supermercado, mediar a pessoa que não fala nada de português, pra minha surpresa ele queria uma prostituta e achava que eu era uma só por ser brasileira! (E isso no MEU país! dupla ousadia!) Por sorte estava na minha cidade natal , onde estou familiarizada, saí simplesmente voada e não recebi nada.
Minha pergunta é, por que não foram claros comigo, será que acompanhante pra ele é isso, ou será que foi uma armação? Nem quero saber o importante é que saí ilesa e rápido.

Sara disse...

Não endosso nenhuma religião, todas sem exceção rebaixam ao extremo o genero feminino, mas NUNCA vou colocar o islâmismo no mesmo patamar que as demais religiões, acho uma verdadeira aberração a maneira como as mulheres são tratadas por esse lixo de religião.
E acho tb que seria até mais toleravel aceitar as antigas religiões astecas e maias que praticavam sacrificios humanos, ceifando milhares de vidas do que essa religião torpe, pois esses pelo menos matavam indiscriminadamente tanto homens como mulheres, enquanto que esses grupos muçulmanos perseguem com leis totalmente injustas e assassinas mulheres e homossexuais.

Anônimo disse...

Uma vez eu e um grupo de amigas conhecemos um bando de caras árabes num bar.algumas deles,( entre elas eu) " ficamos" com alguns deles, paquera normal, sem desrespeito e sem coação alguma.
Dias depois, eu a outra menina do grupo marcamos um encontro com nossos respectivos paqueras, ambas desistiram . Por que??? Porque para eles, lá no pais deles, sexo era proibido antes do casamento, entao eles vieram aqui no Brasil," treinar" com as brasileiras, que sao mais liberadas, sensuais e fogosas.
Assim, eu desisti do cara na hora, minha outra colega desistiu do dela também!!!! Afhhh

Sara Marinho disse...

Eu sinceramente não tenho uma resposta quanto a respeitar ou não culturas que contrariam os conceitos OCIDENTAIS de Direitos Humanos, é errado querer impor seus conceitos culturais a pessoas diferentes, mas ao mesmo tempo, não dá para ficar bem com as barbaridades (de acordo com nosssa cultura)cometidas em algumas culturas diferentes.
As sociedades muçulmanas não são comunidades isoladas, já estão irreversivelmente integradas com a cultura ocidental, é questão de tempo nossos costumes, nossos direitos basicos inclusos, se fortalecerem muito lá, durante um bom tempo lá terá mais intolerância e preconceito do que aqui, mas estão encaminhados para ser como nós (não que isso seja lá grande coisa, mas sobre uma perspectiva ocidental de direitos humanos, é melhor que a alternativa). Mas esse processo vai acontecer de qualquer jeito por causa da globalização, é um processo que já está acontecendo. Mas em relação a comunidades tradicionais não inclusas numa lógica de mercado? Como aquelas tribos africanas que fazem circuncisão feminina, como lidar? Faríamos o que para intervir?Imitariamos nossos ancestrais europeus, invadiriamos o lugar e diriamos que a cultura deles não é boa, e imporíamos a nossa? Eles não achariam muito divertido, então dificilmente seria um processo pacífico, e por mais que se de alguma forma não se usasse violência fisica, a destruição de uma cultura tradicional é um processo psicologicamente violentíssimo com os membros dessa cultura.
Eu não tenho a resposta, mas vejo muitas contradições em querer mudar a cultura (mais) desigual alheia.
Nem comentei o evento ocorrido com a moça que mora em Berlim, por que não tem muito mais o que dizer né? Que merda e que bom que ela não resolveu deixar passar, e nesse caso específico, os turquinhos é que estão impondo conceitos culturais externos a outra cultura.

Allice disse...

O que lasca na religião mulçumana é que não é revogável...nasceu mulçumano vão te matar se quiser sair da linha (isso em um país mulçumano ou fora dele, aliás basta alguém dizer que você está estranho, se for mulher então...na Cijordânia as gurias andam a olhar pra baixo ou são charmutas)e por aí vai.
Nas outras como cristianismo, há sim essa coisa de ser irrevogável mas vejo um pouco menos de radicalismo, ao menos não apedrejam em praça pública nem conferem o hímen em qualquer denominação. Tem a parte boa? quando é uma opção, quando é uma obrigação de berço com preceitos tão radicais não serve pra mim!
É colorido, é esteticamente bonito. mas não apoio gente radical e islâmicos equivalem aos neopentecostais (ao menos os poucos que eu conheço dessas dessas duas religiões)É sempre a certeza deles e a opressão sem nenhuma brechinha para o mundo externo.

Sara Marinho disse...

Sara,

Dizer que toda religião desrespeita a mulher enquanto mulher é reducionismo, todas as religiões cristãs e o judaísmo, talvez. Nosso mundo tem bilhões de pessoas, milhares de culturas, vivas e mortas, não dá para generalizar dessa maneira.

E dá sim para por o islamismo no mesmo patamar das religiões cristãs, só que num estágio de alguns seculos atrás, a maneira como as mulheres são tratadas em culturas muçulmanas é absurdamente semelhante a como eram na cultura ocidental do medievo para baixo, e mesmo algum tempo depois.

Desculpe uma possível rispidez, eu não sou uma pessoa religiosa, mas me irrita uma tendência das pessoas a associarem religião = religiões cristãs + islamismo + judaismo

Essas são farinha do mesmo saco, historicamente inclusive. Mas apesar de serem as religiões com mais adeptos atualmente, não são as únicas.

Fernando Borges disse...

Sempre acho complicado quando começam a falar de "princípios de dignidade humana" e qualquer coisa moralista que se tenta generalizar. No próprio Ocidente esses princípios não sãos os mesmos de 30 anos atrás (graças a deus, embora eu seja ateu), que dirá então querer nos afirmar como detentores da verdadeira dignidade, ainda mais num mundo dividido em inúmeras culturas. Claro que é lamentável o que aconteceu com a Lívia e ela agiu muito bem chamando a polícia, mas daí querer transformar nossos valores ocidentais nos únicos realmente nobres, desconsiderando as demais culturas... Me parece muito etnocêntrico. NÃO ESTOU DIZENDO que a Lívia tenha feito isso em algum momento e muito menos validando o desrespeito desses rapazes que a agrediram, só estou respondendo ao que estou que vendo aqui nos comentários.

Claro que abomino a repressão contra as mulheres, seja aqui no Brasil ou em qualquer lugar do mundo, mas essa coisa de querer ocidentalizar todo mundo é no mínimo complicada. Claro que aí alguém vem com o discurso de que é apenas um combate contra os pensamentos arcaicos que predominam no islamismo (só isso já está carregado de etnocentrismo) e eu concordo e apoio, mas essas noções sempre são acompanhadas com uma gama de preconceitos, julgamentos morais e uma ideia de superioridade cultural disfarçada de "solidariedade e respeito". Acho que muito disso é consequência de um choque cultural e que muito poderia ser resolvido com diálogo. É uma solução aparentemente ingênua, mas não vejo como progredir sem isso.

E não acho que eu esteja fugindo do tema, pois tudo isso está conectado.

Anônimo disse...

Eu moro em Barcelona e vivo situações parecidas todos os dias. Moro no Raval, área conhecida pelo número de imigrantes. Aqui há uma mistura entre o mais "cool" de Barcelona e o mais "sujo" (sujo digo: prostituição, drogas... não me refiro aos imigrantes.). Barcelona é uma cidade muito segura, eu, que venho de São Paulo, sinto uma super liberdade aqui. Nunca fui assaltada em sp, e aqui já me roubaram o celular, mas mesmo sendo furtada, não me sinto ameaçada aqui. O meu único problema, e é algo que vem crescendo mais e mais com a chegada do verão, são os comentários constantes dos paquistaneses para as meninas e mulheres nas ruas. É um absurdo a quantidade. Todos os dias que ando perto da minha casa (ou seja, todos.) recebo PELO MENOS 10 comentários vulgares. As vezes é só um "hola, guapa", mas já me molesta. No começo eu ignorava, mas depois de tantos e do tamanho desreipeito já cheguei a brigar com alguns na rua. A última vez que reagi foi quando um começou a me chamar "¡rubia! ¡rubia!" e mandava beijinhos e assoviava como se eu fosse um cachorro. Achei absurdo e falei para ele "você pode achar que no seu país isso é algo aceitavel, mas comigo as coisas não funcionam assim!". sabem o que ele respondeu? ficou muito bravo, veio andando em minha direção com cara de quem ia me bater e disse "agora você passou dos limites". Eu comecei a rir e sai andando, se fosse discutir mais com ele acho que quem ia começar uma briga a tapas era eu. O que é mais absurdo é como eles (outra vez, isso não pode ser generalizado. Em geral os paquistaneses que molestam - e são muitos - são os que também estão na rua vendendo cerveja ilegalmente e drogas. muitas vezes eles oferecem "ceveza, bier, marijuana, haxixe, sexo?") pensam que as mulheres, além de serem uma propriedade masculina, não podem revidar. Me deixa muito, muito brava. E esses comentários não tem um intuito de de fato conseguir a mulher (como muitas vezes recebemos ai no brasil, as famosas "cantadas"). Não são cantadas. São uma maneira que eles tem de se reafirmar. De mostrarem que é isso aí, eles são os macho-alfa e podem ficar falando o que quiserem para as mulheres ocidentais que andam por ai como "putas" com as pernas e cabelos a mostra, e que elas não podem e nem vão fazer nada, pois são mais fortes. Outro dia escutei um caso. Ao lado de uma balada super famosa aqui, a Apolo, que está na divisa do Raval, estavam acontecendo uma série de estupros. Super estranhei, Barcelona não é uma cidade em que é comum ler uma notícia dessas. Continuei lendo. Os estupros estavam sendo cometidos por três paquistaneses. Eles ficavam na porta da balada esperando sair as "guiris" (turistas) mais bêbadas e sozinhas, e iam falar com elas, com a desculpa de que iam ajuda-las. Depois a levavam até um beco perto da balada e os três, as estupravam. Achei a história terrível, nojenta. Foram estupradas muitas meninas, a maioria inglesa. E essas muitas podem ainda ser poucas, por que como você mesmo conta, Lola, muitas vezes mulheres violentadas não tem coragem de fazer a denúncia. Tem medo, tem vergonha.
Agora, de novo, não digo que essa história toda é uma questão culturas. Que só os paquistaneses em Barcelona cometem atos de violência. Isso, aliás, todas sabemos que não é verdade. Mas também não concordo que o fato de eles terem vindo de uma cultura diferente da nossa sirva para diminuir ou amenizar de qualquer forma as moléstias que eles cometem. Até por que eles estão em um país ocidental. Viajei à índia, lá, usei sempre roupas compridas e que mostravam pouca pele. Fiz isso em respeito à cultura deles, e é isso, respeito, que espero de volta. Não só dos paquistaneses como também de Brasileiros, Espanhóis, Alemães... lo que sea!

Livia Siqueira disse...

Eu e uma amiga estivemos em Londres e Paris no começo desse ano e tbm fomos mto hostilizadas pelos muçulmanos.
Não chegaram a por a mão, mas fomos medidas, abordadas e literalmente perseguidas (dos caras ficarem seguindo a gente). Isso aconteceu no metrô, na rua, em supermercados e até mesmo na Harrods, q é uma loja de alto padrão (então esse papinho de só gente sem educação formal fazer isso não cola). Eu me senti verdadeiramente agredida.
Olha, eu não tenho apreço nenhum pelo cristianismo, mas não passo por esse tipo de coisa aqui no Brasil.

Unknown disse...

Nossa, eu poderia escrever um livro sobre o tema...passei anos discutindo sobre. Com o tempo fui cansando de discutir. Mas como é a primeira vez que é tema por aqui, vamos lá.

Primeiro tem a coisa da religião. Quando coisas assim acontecem (e acontecem com certa frequência nas grandes cidades), os agressores são logo identificados pela sua religião, se os agressores são imigrantes turcos (no caso da Alemanha). Quando os agressores são de outra nacionalidade (porque russos, iugoslavos etc também cometem esse tipo de crime por aqui), nunca se vê alguém falar "fui agredida por um cristão-ortodoxo". Por que só no caso dos turcos eles são automaticamente porta-vozes de uma religião?

Nina disse...

Sinto muito Livia, isso foi mesmo um horror, que bom que vc fez a coisa certa, denunciando. Mesmo que isso aparentemente nao dê em nada. Mas dá, nem que seja pra entrar nos dados da polícia.

Moro na Alemanha tbm, bem longe de Berlim. Mas estive aí semana passada e conheci Kreuzberg e Neukölln, regioes cheias de turcos (e outros)e sabe? nao gostei mt do que vi, nem parecia que estávamos na Alemanha. É uma regiao bem feia, estragada, com mt coisa quebrada, ruas sujas, lojas e vidros destruídos, uma feiura!

O que o Raphael falou é a mais pura verdade. Meninos alemaes sofrem constantemente com as agressoes dos meninos mulcumanos, em sua grande maioria, turcos. Eles falam alto, fazem confusao, e sao sim, bem mal educados.

Existem como vc mesma falou, pessoas maravilhosas, eu mesma conheco mts aqui onde moro, tenho duas amigas que sao a docura em pessoa e seus maridos, maravilhosos, mas é fato que a cultura é bem machista, mulher é vista como alguém sem importância, e aos meninos tudo é permitido.

Além de ser mt chato ver os alemaes nao poderem falar o que querem. Se eles se mostram contra todo esse sistema e essa agressao e má educacao que alguns estrangeiros trazem ao seu país, serao chamados de nazistas... é duro estar na pele deles, sabe?!
Portanto Livia, é compreensivel ver preconceito entre os alemaes, certo?

Tbm acho que isso de paquerar as mulheres na cara dura é coisa mt comum entre os mulcumanos, estive no Egito há alguns anos, e o que vi ali, nao dá nem pra descrever. Se estive perto vamos supor, de 50 homens, 40 deram em cima de mim, NA MAIOR CARA DURA e na frente do meu marido! Até um comissário de bordo sentado ao meu lado com sua correntinha de bolinhas em oracao(que eu nao sei o nome) e sua testa marcada no meio por causa das 5 oracoes diárias com a testa grudada no tapetinho em direcao a Meca, deu em cima de mim durante TODO O VOO.. Um horror, vc se sente agredida, invadida. Muito desagradável mesmo...

Donna Gatinha disse...

Aprende uma arte marcial e quebre alguns braços se necessário. Depois dessa com certeza vão pensar 2 vezes antes de mecher com você.

Donna Gatinha disse...

Aprende uma arte marcial e quebre alguns braços se necessário. Depois dessa com certeza vão pensar 2 vezes antes de mecher com você.

Karla disse...

Fernando Borges, eu também acho que a gente entra numa questão muito complicada nesse tipo de caso. Mas, na minha opinião, se hoje partimos do princípio de que todo ser humano tem direitos básicos, é porque em algum momento a gente percebeu que nossa própria cultura estava com problemas. e é verdade que esse tipo de conceito sempre muda.

No caso específico da Lívia e de outras mulheres em países europeus, valem as regras que estes países adotam sobre a dignidade humana. E ninguém está acima disso, nenhum governo, nenhuma religião. É claro que a gente precisa tomar cuidado e não descambar para o ódio aos estrangeiros que é tão comum, mas algumas coisas não devem ser flexibilizadas. Tolerância à violência contra a mulher é algo que não pode existir.

A chapa esquenta quando a gente fala de outros países, ou de sociedades tribais que não compartilham desses conceitos, é claro, mas é muito hipócrita dizer que quem está de fora não pode intervir de alguma forma quando isso é feito o tempo inteiro. Nos anos 90, houve uma reação internacional gigantesca contra o Apartheid da África do Sul, por exemplo. Isso acontece o tempo inteiro com outras questões, principalmente econômicas, mas quando se fala de violência contra a mulher, todo mundo fica reticente e fala da importância de respeitar os valores culturais dos outros... Não acho que a história é por aí.

Karla

Unknown disse...

"Já tinha lido em várias reportagens que a maioria dos mulçumanos desrespeitam as alemãs"

Desculpe, mas isso não é verdade. Sao 1,6 milhões de turcos vivendo na Alemanha e a grande maioria vive pacificamente como qualquer outro cidadão. Você mesma disse ter vários amigos de nacionalidades e religiões distintas que respeitam o próximo. Claro que um agressor é um agressor demais. Mas não é justo colocar todo mundo na mesma panela por causa de alguns.

A história de que muçulmana sem véu deve ser automaticamente desrespeitada é bem difundida por aqui. Só que na Turquia a maioria não usa o véu. Até mesmo em cidades do interior, onde a maioria usa, uma mulher que não usa não é desrespeitada. A maneira como vêem o véu aqui (na Alemanha) é totalmente diferente de como vêem na Turquia!

Anônimo disse...

Um problema de imigração é que enquanto a ideia é o imigrante se integrar à cultura do país, o que ocorre é a criação de "guetos" e "Estados dentro do Estado".

Muito turco não vai pra Alemanha por gostar da cultura alemã e querer se tornar "alemão". Vão por causa da grana e impõem a cultura deles na marra. Isso não é só com os turcos, muito brasileiro é assim também.

Allice disse...

http://atarde.uol.com.br/noticia.jsf?id=5849253





Brasil.

Sara disse...

Tudo bem Sara Marinho talvez exista alguma religião q tenha algum respeito pela mulher, mas imagino q seja pouquissímo praticada, talvez a Wicca ou os antigos Druidas adoradores da Deusa.
Fora essas não conheço mais nenhuma, talves até me convertesse se encontrasse alguma.

Unknown disse...

Tem um documentário muito bom falando sobre os imigrantes, infelizmente só em alemao!

http://www.youtube.com/watch?v=My5JB17xleM

Resumindo bastante, a imigração turca começou nos anos 60, com o boom econômico depois da guerra. Vieram pessoas simples, com baixa educação formal, para trabalho braçal. Desde o princípio esses imigrantes foram relegados a guetos. Não teve uma política de integração dos imigrantes, apoio para aprenderem a língua, porque a idéia inicial era que eles viessem só por um tempo e depois voltassem para a terra natal. Só que não funcionou assim por n motivos, natalidade baixa, aumento da atividade industrial, etc. Eles ficaram, formaram família etc.

Políticas de integração começaram só em meados dos anos 90, se intensificando nos últimos anos. Nesse tempo, toda uma cultura a parte já tinha se formado.

Admin disse...

Solidariedade ai a moça do post!

Concordo com o Lord Anderson, em algum momento, todos concordam que o ser humano tem direitos básicos e que isso transcende cultura e tudo mais.

Eu não manjo muito de cultura muçulmana, mas um HQ que me ajudou muito a abrir um pouco os olhos foi o Persépolis, que é genial, aliás a ilustradora é feminista.

Ela vive dentro da cultura, foi para fora, par a Europa (se não me falha a memória, ela foi pra Austria, faz tempo que li) e ela vê as diferenças e as semelhanças das culturas!

Tipo, ela faz uma super critica mas sem ser reducionista, acho que vale a pena a dica ai!

Fernando Borges disse...

Unknown- Karla

Concordo com você e não estou dizendo que não deveríamos intervir ou simplesmente ignorar por se tratar de algo "distante" da nossa realidade. Mas o que acontece é que as pessoas misturam as coisas, generalizam, desprezam culturas inteiras (a xenofobia intensa e crescente na Europa está aí como prova) e não percebem as muitas camadas de preconceito que as revestem.

E podemos ver isso no Brasil também. No caso de SP, não apenas com nordestinos, mas também com bolivianos e imigrantes da África que se estabelecem aqui e que são tratados como escória. À medida que esses grupos vão crescendo, cresce junto com eles ódio e discriminação. Mês passado três nigerianos foram alvejados por um paulista (um homem, uma mulher grávida e uma garota que tinha acabado de se formar em engenharia e que morreu) e isso é tratado como algo isolado, quando na verdade é reflexo de uma mentalidade como essa que estamos discutindo.

Ai caramba, eu sempre me estendo muito nas minhas respostas rs. Preciso aprender a ser mais sucinto. Mas a questão é que concordo com você e apenas acho que antes de julgar, de generalizar, deveríamos entender melhor nós mesmos e nos esforçar para entender a cultura que criticamos.

Unknown disse...

Os adolescentes que agrediram a Lívia fazem parte dessa cultura a parte. Os turcos, principalmente em Berlim onde o índice de desemprego é bastante alto, não se integram não só porque eles não querem. A divisão parte de ambos os lados, tanto dos alemães (e muitos estrangeiros ocidentais também) quanto dos turcos. Uma pessoa pode nascer aqui, de pais nascidos aqui, falar perfeitamente a língua, estar integrado, mas se sua ascendência é turca, ele é turco e o tratamento é automaticamente diferente (começa já na escola).

É muito confortável se isolar no seu gueto, onde você não é tratado como cidadão de segunda classe (minha teoria é que os turcos são vistos como cidadãos de terceira classe, de segunda são outros estrangeiros). E a existência de guetos é perigosa para a sociedade em geral, porque acaba virando uma sociedade a parte que acredita que tem que se defender de todo o resto...criando suas próprias leis e seus próprios códigos.

Bruna B. disse...

Allice

Aposto meu pescoço que os agressores são de alguma religião secularista/cristã.
Sem palavras pra essa monstruosidade. As vezes me sinto mal por pertencer a raça humana.
É por essas e outras que não podemos baixar a cabeça, nossa luta é necessária e diária. Essa intolerância PRECISA acabar. Torço muito para que o PL122 seja aprovado, para que qualquer tipo de homofobia se torne crime.

Bruno S disse...

Como disse a Luci e o Fernando, acho que temos que ter muito cuidado com essa associação direta entre crimes/comportamentos abusivos e colônias imigrantes/religião.

Você ter um grande grupo de pessoas passando a fazer parte de uma sociedade e que não tem a mesma ideia de respeito às mulheres que a sociedade em estão se inserindo não é algo a ser ignorado. Deve ser trabalhado e combatido o desrespeito.

Culpar o islã dizendo que é feio e bobo e não respeita as mulheres é uma saída fácil e perigosa. Não acho que as religiões cristãs respeitem mais. Se em grande parte dos países de maioria cristã as muklheres tem status melhor que nesses países não foi por causa da religião. Foi por conta de suas lutas.

Também não acho que dê para dissociar atitudes violentas de grupos de imigrantes como a forma em que são "aceitos" pela sociedade em que estão se inserindo.

E também não dá para esquecer que só há imigração porque há demanda por mão de obra barata em serviços que geralmente a população local não está disposta a fazer.

Unknown disse...

Ué um comentário sumiu...então vou repetir.

Integração não é uma via de mão única. As pessoas não se isolaram nos seus guetos do nada, elas foram separadas desde o início. Um descendente de turco pode ter nascido aqui de pais que nasceram aqui, mas ele sempre será visto como visitante e não como parte da sociedade. Tem todo um preconceito bastante aberto na Alemanha e isso torna tudo muito difícil. E daí que é muito mais cômodo se isolar na sua comunidade, onde você não é tratado como cidadão de segunda classe.

Essas colônias são um problema aqui, porque elas criaram uma cultura própria, a parte do resto da sociedade, com suas próprias regras.

Karla disse...

Concordo, Fernando, mas o que eu acho que é o grande diferencial do islamismo (e das grandes religiões em geral, inclusive cristianismo) é que a religiosidade dá carta branca para que qualquer coisa seja feita e dita, mesmo que sejam atrocidades. Isso acontece no Brasil também: é só ouvir o Silas Malafaia abrindo a boca que ela começa a cuspir homofobia. Eu concordo que nada disso vai mudar sem que haja discussão, o problema é que religiosidade e cultura acabam sendo vistas como coisas indiscutíveis. E não é bem assim. Não se pode partir do pressuposto que racismo, por exemplo, faz parte da cultura brasileira, concorda? :)

A gente não pode generalizar e dizer que todos os muçulmanos/cristãos/judeus são preconceituosos e violentos, mas a identidade cultural deles não pode servir como carta branca para que alguns sejam violentos impunemente. E, é claro, a discussão não pode ser carta branca para xenofobia e violência de quem se considera esclarecido. Mas acho que o ponto central desse guest post é: Como é que se pode discutir, dialogar sobre alguma coisa que se considera intocável?

lola aronovich disse...

Mil desculpas, Luci. O sistema do blogger não é grande coisa. Às vezes eu clico numa caixinha pra deletar um comentário e aparecem dois comentários clicados. Até uns dias atrás se eu clicava no comentário pra poder lê-lo completo (porque na minha caixa só aparecem até uns 3 parágrafos), ele ficava clicado. Enfim. É difícil de explicar. Mas já recuperei seu coment.da caixa de spam (que é pra onde mando os comentários deletados) e ele está aqui.

Unknown disse...

Obrigada Lola!

Fernando Borges disse...

Karla

Essa sua frase resume tudo e concordo completamente com ela:

"A gente não pode generalizar e dizer que todos os muçulmanos/cristãos/judeus são preconceituosos e violentos, mas a identidade cultural deles não pode servir como carta branca para que alguns sejam violentos impunemente"

Discordo sobre o racismo não ser algo que está intrínseco na cultura brasileira. É algo faz parte e, nem por isso, é positivo. E cultura também não é uma coisa só, mesmo quando estamos falando de um povo específico, então não podemos generalizar.

Quanto ao islã, talvez seja o que alguém já disse aqui nos comentários (não lembro o nome da pessoa), falando que talvez seja uma questão de não ter ocorrido tantas lutas por mudanças como ocorreu no Ocidente. Qualquer um que já tenha lido a bíblia sabe que ela é tão violenta, homofóbica e misógina quanto o alcorão, então talvez a diferença esteja no comportamento de cada povo em relação aos direitos que desejam obter.

Um caso interessante é o da Ayaan Hirsi Ali, uma mulher que nasceu na Somália e que passou por mudanças tremendas em relação às suas crenças e pensamentos e que hoje critica severamente o islã e está marcada para morrer, afinal esses radicais não aceitam que alguém proveniente da própria cultura renegue a mesma. Um amigo dela, Theo Vangog, já foi morto por fazer um vídeo denunciando a repressão da mulher no islã.

Outro caso interessante é o da Manal al-Sherif, uma mulher da Arábia Saudita que contraria as leis que proíbem as mulheres de dirigir. Ela já foi presa duas vezes por fazer isso.

Enfim... Acho que a religião, como um dogma que é, dificilmente mudará. O que pode acontecer é eles serem obrigados a aceitar a diversidade. E para isso acontecer talvez sejam necessários muitos anos de luta.

Desculpa, novamente não fui nada sucinto hahaha

Karla disse...

Fernando, eu me expressei mal. Racismo realmente faz parte da cultura brasileira, mas isso não significa que a gente não deve discutir esse nosso aspecto cultural, encará-lo com a coisa nociva que é e lutar para mudá-lo. Foi isso que quis dizer. :)

Mas, no geral, acho que a gente concorda. Também acho que religiões são dogmáticas demais e qualquer mudança nessas instituições demora séculos (basta ver como a Igreja Católica funciona, por exemplo). Acho que o foco deve ser outro, o foco deve ser para que ninguém coloque essas dogmas acima da vida e dos direitos de outras pessoas. Acho que isso é um pequeno passo, mas que acaba impulsionando grandes mudanças.

CCX disse...

Aprendendo muito com o post e com os comentários. Pessoalmente acho que o islã é tão ruim quanto cristianismo e judaismo. Já fui desrespeitada por um rapaz judeu que achava que podia tudo com uma moça não-judia.
Enfim, bem fez a Livia que chamou a polícia. Pena que eu não fiz o mesmo com o rapaz citado acima. Agora aprendi minha lição, calada nunca mais!

Bruna B. disse...

Roberto


Só esqueceste de um pormenor: a menina jogou cerveja no boçal porque ele estava ASSEDIANDO ela.
Também não concordo com o que a Miya disse (nunca vi ela comentar no blog), mas nem por isso fico fazendo gracinha com uma situação tão séria.
Agressão não é piada.

Lays, mãe e tudo o mais. disse...

Eu realmente me solidarizo com o que a Lívia passou, porque já passei por coisa semelhante aqui mesmo no Brasil (a diferença é que o agressor não era islâmico).

Mas reduzir a coisa apenas à questão da formação cultural do povo é uma forma muito rasa de ver as coisas, acredito. Senão, vejamos.

Quando as pessoas emigram para outro país, carregam consigo seus valores e cultura locais. Somente a partir do contato com as culturas do novo país é que o escopo cultural da pessoa vai se modificando. Isso quando o processo não leva gerações para se consolidar...

Mas quando o imigrante chega em um país cuja postura é do segregacionismo ao invés da assimilação, o que acontece é que sua cultura torna-se uma armadura que ele usa para manter uma identidade, manter-se até como pessoa dentro de um país que não o trata como tal. Creio que seja isso o que ocorre na Alemanha e outros países da Europa, onde o muçulmano é segregado por ser muçulmano, então ele fecha-se cada vez mais dentro da sua cultura (inclusive nos aspectos considerados odiosos em nosso contexto), ao invés de reformulá-la através do contato com outros modos de pensar...

E isso não é privilégio da Alemanha ou algo restrito à imigração entre-nações. Aqui mesmo no Brasil, em São Paulo, há ainda muito preconceito contra nordestinos (com a idéia de que são todos bandidos, vagabundos, malandros, preguiçosos, sujos...) e nortistas. Além é claro, do preconceito contra imigrantes vindos de países da América do Sul e África.

Longe de mim endossar qualquer comportamento afrontoso à dignidade humana. Mas acho complicado querer que os comportamentos mudem de um momento para o outro quando não há o diálogo entre as culturas, e sim as atitudes segregacionistas...

Gabriel Nantes de Abreu disse...

"Me perdoem mas nunca vou conseguir respeitar essa cultura, abomino do fundo da minha alma essa religião, tudo mas absolutamente tudo q estiver ao meu alcance para fazer e que não for contrário as leis do estado democratico em q eu vivo, contra as barbaridades que eles fazem contra as mulheres e os gays que por uma desgraça nasçam em paises de ditadura ou maioria islâmica vou fazer."
(2)

E sim, eu sei que cristianismo e até mesmo o judaísmo fizeram coisas piores no passado e se a população não abrir o olho vão querer voltar a fazer, mas pelo menos atualmente na maior parte dos países ocidentais a perseguição religiosa não é institucionalizada, inclusive é criminalizada, óbvio, não há a harmonia ideal mas já é bem melhor que as situações completamente absurdas como no Irã. E Sim, eles usam a religião/cultura como arma pra realizar suas bárbaries logo ela também apresenta sua parcela de culpa na historia.

É o tipico: "ruím é o pequeno grupo, não a religião ou a cultura": que sempre tentam enfiar goela abaixo. Me desculpe mas não é assim não, muito do que um individuo se torna é parte do meio em que vive e eu responsabilizo a religião islâmica misturada à cultura barbara de países como Irã e Arábia saúdita por muitas atrocidades.

Lays, mãe e tudo o mais. disse...

Eu, particularmente, não tenho simpatia por nenhum tipo de religião porque todas elas, em maior ou menor graus, promovem o segregacionismo e disseminam preconceitos.

Sonado Alaikor disse...

Toda cultura tem seus altos e baixos, mesmo nesse ponto. Vertentes cristãs defendem a liberdade do individuo, outras a total repressão, o mesmo ocorre no islã.

Há sim uma situação de desrespeito no relato, algo que transcende o esteriótipo de tal ou qual cultura e entra no âmbito legal. Os pais das crianças tem o direito de manter a cultura deles, mas devem ensinar que estão em um pais x, com cultura y e praticas z, e portanto devem se comportar como tal nesse pais.

Sobre respeito cultural, sou gaúcho, aqui temos uma cultura bem forte, e muito de nosso...como posso definir...amargor perante o resto do pais nasceu de um desrespeito cultural a alguns séculos.
Temos machismos aqui também, mas há muitos que lembram os feitos de mulheres como Anita Garibaldi e de varias anarquistas, guerreiras, cientistas, politicas e ademais mulheres importantes socialmente por aqui, tomando um comportamento igualitarista com o orgulho e pompa que são tão marcantes aqui no sul.

Falar de culturas é uma coisa complicada, pois se você desrespeita a de outra pessoa, pode acabar comprando guerra até com as pessoas que poderiam ser seus aliados e estão do outro lado.
Atacar o determinado comportamento de algumas pessoas extremistas de uma cultura já é algo bem diferente, pois isso deixa especifico quem esta atacando.

Sara disse...

Acho que quem se assume como praticante dessa religião perversa, compactua com todas as atrocidades que essa religião permite e incentiva, como apedrejamentos de mulheres e homossexuais, demonização do corpo da mulher, homens bombas , pedofilia, terrorismo.
Não consigo ver absolutamente nada que possa redimir quem pratica essa religião, e ao ver até mesmo uma mulher vestida com o véu, me sinto profundamente agredida.

Bruno S disse...

Sara,

faltou definir a religião perversa. Conheço algumas que podem servir a sua frase.

Allice disse...

Bruna.
Respondi, mas pelo visto foi apagado e nem entendi porque já que estava falando que o Brasil é o país que mais mata homossexuais no mundo e ainda assim há resistência na aprovação de mais uma lei para proteger uma minoria como há leis para proteger crianças, idosos e pessoas que apesar de estarem no artigo quinto como dignas de respeito não são respeitadas.
Também espero progredirmos logo nisso!

Sonado Alaikor disse...

"Acho que quem se assume como praticante dessa religião perversa, compactua com todas as atrocidades que essa religião permite e incentiva, como apedrejamentos de mulheres e homossexuais, demonização do corpo da mulher, homens bombas , pedofilia, terrorismo.
Não consigo ver absolutamente nada que possa redimir quem pratica essa religião, e ao ver até mesmo uma mulher vestida com o véu, me sinto profundamente agredida."

O mesmo vale para se declarar feminista e compactuar com o argumento de algumas radicais que falam em matriarcado? Olha lá ein, enquanto anarquista fico com o pé atras com elas (é para pegar meu porrete), não gosto desse tipo de generalismo perigoso '-'

Bruno S disse...

E não acho que as pessoas que as pratiquem concordem com isso, em sua maioria.

Sara disse...

É de virar o estomago o grau de crueldade que grupos muçulmanos são capazes de fazer.

http://mortas.wordpress.com/2011/09/18/aisha-ibrahim-duhulow-apedrejada-ate-a-morte/

Sonado Alaikor disse...

Alias, antes que alguém me acuse, não tenho credos arcanos, sigo preceitos de crença pessoais que não transponho a ninguém (assim como não aceito que o contrario ocorra normalmente).
Sou avesso aos credos arcanos estabelecidos e não nutro simpatia nenhuma por eles, ao ponto de ter tido algumas brigas com minha noiva e a família dela (católicos) por conta disso.
O que eu falo é de ética quanto a preceitos culturais, o que esta alem da simples religião e é um assunto bem mais profundo.

Rebecca disse...

Cara, um absurdo isso! Uma pena que esses meninos não tenham sido pegos em fragrante. Minha solidariedade à autora do post. A luta de uma, é a luta de todas nós.

Eu tenho uma dúvida: muçulmanos imigrantes respondem pela lei do país extrangeiro onde vivem? Ou tem algum artigo, clausula, sei lá, onde eles são respeitados de acordo com os costumes do islã? Desculpem a pergunta, é ignorância mesmo.

Tem um livro muuuuito bacana sobre esse tema. O título é Infiel. Ele foi escrito por uma mulher, ex-muçulmana, criada dentro da rigidez do islamismo, que sofreu mutilçação sexual entre outras atrocidades, fugiu de um casamento forçado, foi pra Holanda e se tornou uma pessoa bastante influente por lá. Vale MESMO a pena ler.

Ela levanta muito essa questão de a Holanda (assim como outros países europeus) abrir os braços para os imigrantes muçulmanos, e o quanto essa recíproca não é verdadeira. Os muçulmanos saem dos seus países em guerra, se estabelecem na Europa, criam e desenvolvem comunidades muçulmanas, aproveitam tudo que um país desenvolvido tem a oferecer e ao mesmo tempo continuam a perpetuar os mesmos costumes e a condenar o país e o povo que os acolheu tão bem.

Obrigada pelo blog sempre inspirador Lola. Você, sem dúvida, transformou e continua a transformar minha forma de ver o mundo.

Gabriel Nantes de Abreu disse...

"E não acho que as pessoas que as pratiquem concordem com isso, em sua maioria."

Será que na época em que as bruxas foram queimadas, todo mundo concordava com a prática?

Será que quando os cristãos invadiram os países mulçumanos durante as cruzadas todo mundo concordava com isso?

Será que quando os cristãos americanos queimavam as costas dos adulteros e dos homossexuais todo mundo concordava com isso?

Por algum acaso se exime a culpa da religião/cultura nesses casos? É de novo somente culpa de um pequeno grupo?

Allice disse...

Leiam "Souad, queimada viva"

Tem online, é curto e muito chocante!


Ah, entendi, meu coment deve ter sumido junto com os outros no problema com o Blogger.

Enrico Montenegro Costa Rafaelli disse...

É... muito difícil, o islamismo é uma religião extremamente restritiva e retrógrada. Contudo, com o aumento da taxa de natalidade nas comunidades islâmicas na Europa, temo que daqui a um tempo, a Europa será totalmente islâmica.E aí o coro vi comer, rezar 5 vezes ao dia para Alah e a as mulheres vestirem burka.Simplesmente os governantes não tomam uma atitude para integrar tais comunidades de fato as leis e regras sociais dos países.

Sonado Alaikor disse...

"Eu acho as três religiões monoteístas igualmente lixo. E não acho que os meninos te agrediram por serem islâmicos. Te agrediram porque são machistas e preconceituosos."

"Acredito que muitas pessoas conseguem separar sua crenca pessoal do resto - seja qual for a religiao. Mas infelizmente há quem seu "deus" para justificar o injustificável e praticar todo tipo de barbárie com os "nao dignos"."

Muito bem pontuado! Concordo com vocês nisso.

"Ah... eu costumo chamar o Islâmismo, o Catolicismo e o Judaísmo de os Irmaos Metralha - uma alusao ao meu desenho animado favorito os tempos de crianca: Duck Tales - os cacadores de aventuras!!!"

Eu ri! ehwakjhekwahkewa Serio...quase chorei rindo.

Bruna B. disse...

Huan

Também sou do RS e, talvez por ignorância minha, nunca vi a cultura gaudéria incitar a objetificação da mulher, a agressão, o abuso.

Bruna B. disse...

Allice


Parafraseando os cristãos: AMÉM, que assim seja.

Sonado Alaikor disse...

Muito bem pontuado Gabriel. Alias, levemos em conta que a maioria da população europeia vivia com medo de ser acusada de bruxaria, homens e mulheres, mesmo com algumas localidades sexistas quanto a bruxaria, outras era bem mais liberais em queimar todos independente do gênero.

Loja Moeggall disse...

Todo cuidado com esses muçulmanos é pouco. Nos países islâmicos como Afeganistão, Paquistão, India, é comum rapazes rejeitados ou contrariados jogarem ÁCIDO no rosto de mulheres. Não custa nada um imigrante sem noção fazer o mesmo.

Links disse...

Eu moro na França e mês passado fiquei chocada: uma familia de muçulmanos excisou as três filhas e o governo francês nao fez NADA! Descobriram porque a segunda menina quase morreu por hemorragia. A policia/governo deram uma advertencia a familia. Uma DROGA de uma advertência por terem mutilados suas filhas. E o pior é que se a gente critica, é taxado de xenofobo, racista... acho sim que temos que respeitar a cultura alheia, desde que ela não desrespeite os principios basicos de dignidade.

Sonado Alaikor disse...

Infelizmente temos alguns retrógrados aqui também Bruna. Algumas pessoas não entendem o que é realmente ser Gaúcho, que o povo dos pampas já foi um povo nômade excluído da sociedade.
Alguns poucos por sorte.

Bruno S disse...

To achando que se boa parte dos comentaristas aqui votassem na França, o segundo turno teria sido entre Sarkozy e Le Pen.

Sonado Alaikor disse...

Tanto porque Bruna, se o xiru me incita que a mulher é menos capaz, é só lembrar que quando até os heróis da Farroupilha ficaram com medo de atravessar o Pelotas (que é um rio dos infernos mesmo) a Anita (aqui de Lages) atravessou de SC a RS para buscar eles, dando de dedo e chamando de covardes.

Tenho a impressão que ser menos que uma mulher possa soar machista ao se analisar o que os soldados pensaram, assim como alguns historiadores fizeram, e infelizmente fizeram. A verdade é que se um homem tivesse atravessado e chamado eles de covardes, teria feito os Farrapos se encorajarem da mesma forma.
O fato de ser uma mulher só mudou em uma coisa...no apaixonar-se do italiano, fascinado com algo que não via na Europa (machista), uma mulher que não arregava para nada nem ninguém.

Enrico Montenegro Costa Rafaelli disse...

Fora também o racismo que impera nesses países de ambos os lados: os franceses por exemplo, tratam os imigrantes como "pier noir" ( vide os tempos da guerra na Argélia...) e a população islâmica, trata os nativos dos país, como infiés...
O meu ponto de vista é que o islamismo só perderia força, se houvesse miscigenação forte nesses países, enfim, gerando a destruição das culturas e tradições dessas duas partes: os nativos europeus e os imigrantes islãmicos.

Sonado Alaikor disse...

Links, nesse caso você esta no meio, eles não estão no meio deles e a lei não permite mutilações. É um absurdo aceitar isso.

Bruna B. disse...

Huan


"Tanto porque Bruna, se o xiru me incita que a mulher é menos capaz, é só lembrar que quando até os heróis da Farroupilha ficaram com medo de atravessar o Pelotas (que é um rio dos infernos mesmo) a Anita (aqui de Lages) atravessou de SC a RS para buscar eles, dando de dedo e chamando de covardes."

hahahahahahha Também sou fã da Anita e adoro o fato de ela ser tão ou mais lembrada que o Giuseppe, pelo menos nas bandas de cá.






Blogger Enrico Montenegro Costa Rafaelli

"O meu ponto de vista é que o islamismo só perderia força, se houvesse miscigenação forte nesses países"

A pergunta é: quem é que aguentaria viver naquela cultura? Se nas nações ocidentais a gente já sofre, imagine por lá.
O radicalismo islâmico impede, em parte, que pessoas de outras nações queiram viver lá, ou seja, ponto pra eles (que preferem se fechar).

Sonado Alaikor disse...

Bruna, nas de lá é também, pois ela tem estatuas dela pela Itália.

Porem a Anita era uma guerreira, mulher de armas e de lutas, que aprendeu sobre injustiça vendo ela ocorrer.

O Giuseppe era um intelectual, em dados momentos de sua carreira até mesmo anarquista foi. Ele pegou em armas por ter sido abertamente perseguido por suas ideias (e uns ademais).

Sabe aquela barbárie de "por traz de todo grande homem há uma grande mulher" bem aqui a coisa esta as avessas e meio misturado, porque ambos eram pessoas com conhecimentos e vivencias diferentes lutando e amando da mesma forma e pelos mesmos motivos.

Enrico Montenegro Costa Rafaelli disse...

Bruna B, eu acredito que se os governantes europeus não fossem tão tacanhos, a miscigenação poderia até ser incentivada, inicialmente através de leis obrigando a integração entre nativos e imigrantes, combatendo as comunidades fechadas, dando duro em cima de chefes religiosos, garantindo a laicidade do Estado.Isso tudo depende de vontade política e de visão da realidade.Faltam estadistas na Europa, primeiro ponto, e falta visão de realidade, segundo ponto.O último grande estadista na França, por exemplo, foi o Miterrand, depois dele só vieram canalhas e políticos fracos, como chirac e o sarkozy.O islamismo só será vencido, através da integração plena dos imigrntes e da miscigenação entre os povos.Isso causará a ruptura das tradições antigas

Sonado Alaikor disse...

Sei lá...é por isso que eu gosto do meu Brasil, da minha América do Sul, da cultura que temos aqui...é uma merda, mas é a merda que aprendemos os macetes de como lidar e temos moral para dar de dedo e tentar mudar ^^

Unknown disse...

Enrico, medidas integrativas já vem sendo tomadas.

Bruna B, cultura e religião não são sinônimos.

Sonado Alaikor disse...

"Bruna B, cultura e religião não são sinônimos."

Bem pontuado Luci!

Enrico Montenegro Costa Rafaelli disse...

Com certeza Luci, mas há um fato muito grande e que diz tudo: o racismo por parte da sociedade de países como França, Alemanha, só para ficar nos páises líderes da Europa.
Veja a votação expressiva de Marie Le Pen, por exemplo.É assustador.Algo em torno de 18%, se não me engano.Aterrorizante. Então, temos uma parcela da população que rejeita tudo que não for de suas tradições, sua cor, seu credo.Marie Le Pen é a herdeira e sobrevivente do nazismo, da época do colaboracionismo francês a Alemanha Nazista. O Nazismo está vivo em vários outros páises,como a Áustria por exemplo, em que os governantes são claramente tendenciosos a essa ideologia!
As forças ultra direitistas estão muito fortes, e caso seus partidos tem força eleitoral!

Carlos disse...

Olha o islam é um problema da europa ,simplismente não deviam ter aberto as portas a imigrantes sem vontade de se adaptar a cultura local.

por aqui o problema é os neo-pentecostais. Se achavam que a igreja catolica do seculo XX era repressora esperem pra ver o que os evangelicos vão fazer quando forem maioria agora no sec XXI.

Bruna B. disse...

Enrico


Não falei de imigrantes muçulmanos indo para a Europa e sim de europeus indo para países muçulmanos. Mas entendi e concordo com teu ponto.

Luci e Huan

Quando é que eu falei que religião e cultura são a mesma coisa?
Religião é parte de uma cultura.
O que quis pontuar é que a cultura nos países islâmicos está intrinsecamente ligada à religião, alguém discorda?

Sonado Alaikor disse...

E podemos dizer mais Luci e Enrico, já algum tempo minha noiva havia me falado de um artigo que lera (não referenciarei pois não o li e portanto não poderia o fazer com a mesma precisão que ela), onde o autor pontua pertinentemente o risco de um período de fascismos retornarem a Europa.
Ela falou que o texto mostra como a formula de 'crise econômica' + 'nacionalismos' + 'choques culturais' + 'lideres tendenciosos' foram no inicio do século XX uma receita para o caos e como isso pode voltar a se repetir.
E esta voltando a se repetir sim.
A maior força desses paradigmas é justamente pelas pessoas terem sido descrentes na possibilidade deles voltarem. Ou como diz o ditado cristão, "o maior truque do diabo foi convencer o mundo de que ele não existe!"

Gabi disse...

Acho lamentável o que aconteceu, mas nao acho correto dizer que isso acontece porque os caras sao islâmicos. Quando vivi nos EUA conheci vários turcos e eram todos muito normais. Em várias oportunidades saia para conversar com os caras (a noite, inclusive e em bares pq os caras eram bons de cerveja) e nunca nenhum deles fez nada destas barbaridades. Aliás, até pelo contrário, os caras mantinham uma distância respeitosa muito maior que os brasileiros, por exemplo. Nada de beijinho, nada de invadir espaço pessoal, nem de pegar, nem nada. Quando estive no Marrocos, o que deu para notar é que os caras secam mesmo. Ficam olhando como se vc fosse um ser de outro planeta só pq nao anda com a cabeça coberta. Estavamos eu e uma amiga, saimos para comer e dar uma bandas a noite, jantamos, passeamos no outro dia, etc. Secadas a parte, nao recebi nunhum assédio similar ao que recebi de um português, em Portugal, que já queria passar a mao pq brasileira é tudo vagabunda mesmo. O problema do islamismo é que há muito mais islâmicos vivendo de fundamentos firmados na idade da pedra e respeitando tradiçoes que a gente (no ocidente) botou de lado há pouco mais de 100 anos. Se cristaos e judeus saissem seguindo a linha mais fundamentalista de suas religioes seria a mesma meleca. De fato, há um tempo atrás em Israel, um judeu ortodoxo cuspiu numa menina de nove anos que estava indo para escola pq achou sua roupa indecente. E o catolicismo tradicional? Uma religiao que sempre defendeu a posse da mulher como uma coisa normal. Nao há religiao melhor ou pior. Acho que qualquer prática abusiva tem que ser combatida sem rótulos.

Loja Moeggall disse...

Roberto, essas religiões e denominações misóginas e fundamentalistas são filhas do Judaísmo e não do Cristianismo.

Bruna B. disse...

Queen of sorts


Que eu saiba o Judaísmo crê em Cristo e é fundamentado na bíblia.

Eliana disse...

Morei uma temporada na França quando criança e voltei lá algumas vezes, quando adolescente e já adulta, para visitar minha irmã mais velha que mora lá até hoje. Realmente, sempre me senti chocada com a abordagem bastante agressiva de alguns muçulmanos, que costumavam acontecer a qualquer hora, da maneira mais inusitada: 9 horas da manhã indo para um curso, às 16h, saindo de um supermercado, carregando um monte de sacolas... enfim, a impressão que sempre tive era que não importava se o interesse era recíproco (afinal de contas, eu não tinha feito nenhum sinal que gostaria de uma aproximanção), o que importava era que lá eles se sentiam livres para abordar as mulheres daquela maneira tosca.

Sonado Alaikor disse...

Bah, Judeu Ortodoxo de Israel é uma criatura medonha (e perigosa).

Particularmente não nutro simpatia por Israel enquanto estado, em muito por conta dessas figuras pitorescas que tem um bocado de força politica.

Nuno Coelho disse...

Tanto o Islã como o Cristianismo não tratam a mulher como cidadã de segunda classe ou são homofóbicas, são grandes e beelos conjuntos de valiosos ensinamentos e fé. Cristo disse "Amai ao teu próximo como a ti mesmo" ou "Aquele que nunca pecou que atire a primeira pedra". Com o Islã a mensagem não é muito diferente. A religião traz muito de bom, nos faz melhores, nos incita à eevolução moral e espiritual. A fé conforta, nos dá resignação e alegria.
Machistas e homofóbicas são as leituras equivocadas e manipuladoras que algumas pessoas mal intencionadas ou ignorantes fazem das mensagens religiosas, e que infelizmente conseguem conquistar a maior parte das pessoas. Essas leituras além dos terríveis efeitos da intolerância ainda perigosamente afastam as pessoas da verdadeira mensagem de paz, de respeitar a todos e viver sempre praticando o bem que todas as religiões trazem em sua essência.

Anônimo disse...

(momento açucar) eu quero comer o doce que ilustra o post!!!
*¬*

Gente, estou me assustando com alguns comentários. Tudo bem que muitas coisas da religião islâmica são absurdas e repulsivas para nós (não só para ocidentais, mas para quem se livra de preconceitos) e devem ser combatidas, assim como combatemos o preconceito religioso que mais nos afeta no Brasil, como a homofobia.
Agora, considerar que todos os adeptos dessas religiões são desumanos por si só é chutar o balde. Segregar esses grupos não é saudável, e vários comentaristas já apontaram que a xenofobia pode ser (e realmente acho que é, pois faz todo o sentido) a causa principal desses problemas que a Europa está enfrentando com imigrantes.

Li disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Enrico Montenegro Costa Rafaelli disse...

Não Bruna B,
O judaísmo não crê em Cristo como filho de Deus, tanto que não o consideram o Messias, sendo portanto os anos contados não levando em conta o nascimento de Jesus,sendo assim, nós estamos em 2012 dc, mais para eles estamos em 5000 e uns trocados a.c.
Não existe bíblia no judaísmo, o que existe é o Torá e o Talmud, que são comentários que os Rabinos mais proeminentes fazem a respeito do Torá. O que se chama de bíblia no cristianismo são junção do pentateuco, do Torá, mais lendas e estórias ilustrativas que a comunidade judaíca sempre levou em consideração, mais não achava importante para estar no Torá, sendo que isso formou o Antigo Testamento, e o Novo Testamento, escrito pelos apóstolos. Os islâmicos crêem que Cristo foi um profeta.

Bruna B. disse...

Nuno

Porque Deus gostou mais do sacrifício de Abel do que dos legumes de Caim, este mata seu irmão Abel por ciúmes religioso. [Gn 4:8]

Deus está bravo. E decide destruir todos os humanos, animais, répteis e aves, "para desfazer toda carne em que há espírito de vida." Ele planeja afogar todos. [Gn 6:7], [6:17]

Ló se recusa deixar dois anjos a mercê de um bando de pervertidos, e ao invés disso, ele oferece as duas "filhas virgens." Ele diz para o grupo de estupradores: "fareis delas como bom for nos vossos olhos.." Este é o mesmo homem que é chamado de "justo" em [II Pe 2:7-8]. [Gn 19:8]

Deus mata todo mundo (homens, mulheres e crianças) em Sodoma e Gomorra fazendo "chover enxofre e fogo." Bem, quase todo o mundo - ele poupa Ló o "justo", e sua família. [Gn 19:24]

Deus ordena que Abraão mate Isaque e ofereça-o em holocausto. Abraão mostra o amor dele por Deus pela vontade de assassinar o seu filho. Mas antes da garganta de Isaque ser cortada, Deus pede no lugar de seu filho, um carneiro. [Gn 22:2-13]

Deus decide matar Moisés porque o filho dele não foi circuncidado. [Ex 4:24-26]

Qualquer pessoa ou animal que tocar o monte Sinai será apedrejado até a morte. [Ex 19:12-13]

Uma criança que bater ou amaldiçoar seus pais deve ser executada. [Ex 21:15], [Ex 21:17]

"A feiticeira não deixarás viver." [Ex 22:18]

Aqueles que quebram o Sábado sagrado serão executados. [Ex 31:14]

Depois que uma mulher der à luz, um cordeiro e um pombo serão oferecidos pelo pecado. Isto porque ter crianças é pecado e Deus gosta quando animais são mortos para ele. [Lv 12:6-8]

"Se um homem fizer sexo com outro homem, ambos morrerão." [Lv 20:13]

Mulheres com "espírito adivinho" serão apedrejadas até a morte. [Lv 20:27]

"Quando a filha de um sacerdote se prostituir; com fogo será queimada." [Lv 21:9]

Qualquer um que blasfemar será apedrejado até a morte pela sua comunidade. [Lv 24:16]





Alguns exemplos da lição de amor que a bíblia prega.

Sara disse...

Eu não viajarei a nenhum país muçulmano, nunca, e sei que não vou perder nada com isso. [2]

Loja Moeggall disse...

Isso mesmo, Enrico.

Nuno, o berço do Islamismo é o Judaísmo. O berço do Cristianismo são os Evangelhos e também o Judaísmo, daí toda homofobia, misoginia e fundamentalismo encontrados nas três religiões. O Cristianismo infelizmente não soube descartar o odre velho.

Loja Moeggall disse...

Bruna, tudo isso é Judaísmo. Judaísmo não prega amor e sim a lei materialista. Abs

Bruna B. disse...

Enrico Montenegro Costa Rafaelli

Obrigada pela correção, eu achava que as três religiões poderiam ser consideradas cristãs porque provém de uma mesma crença, a do messias salvador.
O patriarca Abraão, é reconhecido nas três religiões, a Torá Judaica é a base para o Islamismo, e ponto de apoio para o Cristianismo, as três religiões se pronunciam como monoteístas e a cidade de Jerusalém é sagrada para as três religiões.

Enfim, não acredito que dê para condenar o islamismo sem condenar o judaísmo e o catolicismo...

Bruna B. disse...

Queen of sorts


Tudo isso é Judaísmo mas pode ser encontrado na bíblia católica que alguns crentes carregam debaixo do braço.

Bruna B. disse...

"eu simplesmente proibiria de entrar no país e ponto final"

Hitler, é você?

Loja Moeggall disse...

Bruna, o ponto de apoio do Cristianismo é a vida e obra do Jesus Cristo, mas os cristãos abraçaram o legalismo e o materialismo judaicos (civilização judaico-cristã, lembra?). Isso se deveu porque, depois da diáspora, os judeus se espalharam pelo ocidente. Abs

Loja Moeggall disse...

"Tudo isso é Judaísmo mas pode ser encontrado na bíblia católica que alguns crentes carregam debaixo do braço."

Os crentes não carregam Bíblia católica debaixo do braço e os católicos não lêem a Bíblia.

Beatriz disse...

Gabriel Nantes de Abreu concordo totalmente com vc. É uma cultura q ensina q a mulher é inferior e submissa ao homem, e q os infiéis são cidadãos de segunda classe. Concordo q nem todos os islâmicos são abusadores. Mas me reservo o direito de não gostar da cultura deles.

E eu não engulo muito esse papo de "não é todos q agridem mulheres" tb. Acho q o background cultural é muito responsável sim. É a mesma lógica do homem q diz q não tem nada a ver com a cultura do estupro pq ELE não estupra.

Juliana Abι disse...

desculpa Lola, eu fico irracional qdo leio essas coisas

Beatriz disse...

Outra coisa: se um cristão quiser seguir literalmente a Bíblia e matar um homossexual ele será (espero) punido por isso. Pq um mulçumano pode agredir uma filha e ninguém fazer nada, alegando intromissão cultural? Sou a favor da liberdade religiosa, sou a favor do respeito aos imigrantes, mas acho que inclusão tb inclui tratamento legal igual ao dado para um ocidental.

Sara disse...

Beatriz tb acho isso escandaloso uma afronta a civilização.
Essas agressões pela mutilação e infibulação feminina, sem contar os diversos casos de pais que matam suas filhas pelo simples fato de essas não quererem seguir os costumes barbaros dessa religião.

Sara disse...

Me desculpem muitos aqui, mas aquiecer, justificar, com essas praticas em nome de qualquer titulo que se queira dar como tolerância cultural, respeito as diferenças religiosas e muitos outros é pra mim, só um eufemismo do que realmente é, compactuar com a barbarie.

Verô! disse...

Vocês que ficam cheios de dedos para falar sobre islamismo... leiam o livro fabuloso de Ayaan Hirsi Ali "Infiel".

Gabi disse...

Gente, eu nao acho que ninguém esteja justificando atrocidades (eu pelo menos nao estou), mas acho que a questao é muito mais ampla. A gente critica os islâmicos pq eles tratam a mulher como lixo e oferece como modelo uma sociedade que vende para meninas pequenas, como exemplo de mulher, uma Barbie. Eu acho tudo péssimo. Mutilaçao genital é uma atrocidade? É, mas nao é a única atrocidade que eu vejo no mundo. Basta lembrar daquela universidade em SP que se uniu em coro para humilhar uma menina que tava de minisaia a ponto de terem que chamar a polícia. Alguém disse por em algum dos comentários que se cristao matar um gay num país ocidental ele vai preso. Pode até ser, mas só porque pastores tipo Silas Malafaia nao escrevem as leis. Implante uma teocracia crista (por oposiçao a uma teocracia islâmica) e vamos ver o que vai acontecer. Entre fanáticos nao têm pior nem melhor. Sao todos iguais.

Sara Marinho disse...

Vou fazer uns comentários para dois tipos de abordagem que achei um pouco desviadas...

Sara,
Não é perseguição, desculpe novamente.
Mas dizer que repudia (não lembro seus termos exatos e estou com preguiça de procurar a fala :T) qualquer um que siga o islâmismo é beeem preconceituoso. Religiões impostas como verdades absolutas desde o nascimento dos indivíduos não são realmente opções deles, e de qualquer forma, não dá para achar que todos os muçulmanos são molestadores e linchadores.

Minha outra critica não tem um destinatário específico, vi algumas pessoas falando coisas do gênero:
Que o tipo de violência que aconteceu com a Lívia não ocorreu por causa da religião, que isso acontece em grandes cidades, mas quando um indivíduo originário de regiões predominantemente islâmicas o faz, isso é imediatamente aliado a religião dele. Concordo, mas acontece que quanto mais machista uma cultura, mais esse tipo de coisa tem tendência a acontecer. No Brasil tem um monte de machistas molestadores, mas conhecemos um monte de caras que não são assim, ou mesmo que são machistas mas não atacam, verbal ou fisicamente, nenhuma mulher. O que quero dizer é que embora não seja uma obrigação indivíduos originários de determinada cultura religiosa fanática e machista serem molestadores, e que a maioria dfeles de afto não seja, a existência de homens assim numa cultura desse modelo tende a ser maior. É que nem os mascus, nem todo cara que não pega ninguem absorve certos discursos na sociedade a tal ponto de virar um masculinista, na verdade, isso não acontece com a maioria deles, mas alguns absorvem os preconceitos com mais força, ai envolve questões de diferentes criações dentro de uma mesma cultura, de individualidade, ect. Mas quanto mais forte determinado discurso preconceito é numa sociedade, mais indivíduo radicalizarão tais discursos em ações mais opressoras. O problema dessa atribuição automática de atitudes machistas de pessoas de origem muçulmana a religião, é generalizarem isso para absolutamente todos os indivíduos dessa religião, acho que era o problema ao qual algumas pessoas que falaram coisas do gênero se referiam, mas que tais atitudes tem relação direta com a religião, tem.

Anônimo disse...

Também acho q não se deve respeitar uma cultura q tem por base o desrespeito (no caso, desrespeito às mulheres).

E concordo também que existem pessoas islâmicas respeitosas (apesar de isso me parecer contraditório). Porém, devemos admitir que o islamismo, se não define o caráter da pessoa, pelo menos dá uma margem e tanto para crimes contra a mulher. Por isso que sou totalmente contra religiões (qualquer uma q seja) interferindo no governo.

Sara disse...

Bom Sara Marinho não tenho prequiça nenhuma em vir lhe dizer que minha resposta a vc esta contida no meu último comentário, se não tiver preguiça leia-o.

Karla disse...

Eu gosto de pensar que nós aqui desse blog somos um pouco melhores do que a direita raivosa que coloca os imigrantes como os grandes vilões de seu mundinho perfeito e justo.

Pessoalmente, não nutro a menor simpatia pelo islamismo. Ou cristianismo, judaísmo, nenhuma das grandes religiões patriarcais. Ninguém é obrigado a gostar de nenhuma delas, ou admirar, mas isso é o menos relevante nessa discussão. Se ficarmos presos às antipatias pessoais, a discussão nunca vai andar porque nos limitaremos a xingar uns aos outros de feios, chatos e bobos. Acho que podemos elaborar a coisa um pouquinho, não?

Verô! disse...

Sara,

Assino embaixo! Vamos parar de eufemismo e começar a chamar as coisas pelo nome: islamismo é algo bárbaro, a história de ser uma "religião de paz" é mentira e os países islâmicos são os que apresentam os maiores índices de violência contra as mulheres.

Esse relativismo cultural que algumas pessoas defendem aqui me enoja.

Ser apedrejada até a morte não é relativo, tomar chibatas não é relativo, ter ácido jogado na cara não é relativo, ter partes do corpo arrancadas não é relativo.

O cristianismo também é misógino? é, mas não tem comparação. Os países de maioria cristã foram o berço dos direitos humanos. Há violência contra as mulheres nos países cristãos? Há sim, mas neles existem leis para combatê-las, as mulheres conseguem se organizar para reagir. Não sou cristão, tampouco religiosa, mas os dados são bastante concretos.

A violência contra mulheres, homossexuais e qualquer pessoa que transgrida as normas dos estados teocráticos islâmicos é institucionalizada, e isso não é uma abstração teórica.

Temo o crescimento do número de muçulmanos no Brasil. Mas podem anotar, se a proporção disso crescer e esses bestializados tentarem impor a barbárie aqui eu serei uma opositora ferrenha.

Sara disse...

A violência contra mulheres, homossexuais e qualquer pessoa que transgrida as normas dos estados teocráticos islâmicos é institucionalizada, e isso não é uma abstração teórica.[2]

Sem contar que comparar uma infibulação ou mutilação genital com o simbolismo da barbie na nossa sociedade, me deixou em estado de choque.

Verô! disse...

Gabi,

O fato de existir outras atrocidades do mundo não torna as atrocidades islâmicas menos piores, é sobre elas que estamos falando agora. O caso da moça na Uniban deu uma repercussão enorme e uma forte reação na sociedade, as pessoas protestaram na porta da universidade, o evento foi considerado grotesco e a polícia agiu para proteger a moça. Isso não aconteceria na Arábia Saudita... até porque lá nem a opção de usar um vestido curto rosa poderia ser cogitada, né?

Nosso Estado felizmente tem mecanismos para evitar que pessoas como Malafaia cheguem ao poder, temos uma constituição que defende a vida, nossos direitos, liberdades e garantias individuais. O Mundo Ocidental criou isso a duras penas e não tenho vergonha nenhuma de me orgulhar dessas conquistas.

Há uma diferença enorme entre países enfrentam a violência e países que perpetuam a violência contra seus cidadãos.

Não somos perfeitos, há um longo caminho a ser trilhado ainda, mas o fato de estarmos discutindo sobre o respeito a diversidade cultural já marca nossa diferença.

E para quem chamou a Sara de preconceituosa, gostaria de frisar que pré-conceito é diferente de constatação.

Unknown disse...

Sara, onde nessa caixa de comentários alguém justificou quaisquer prática em nome da tolerância cultural ou respeito as diferenças religiosas? Porque eu não vi.

Acredito ser até agora consenso que a Lívia fez muito bem em denunciar e que o Estado deve se incumbir de punir os agressores.

Sara disse...

Vero obrigada por me compreender, aqui nesse blog por diversas vezes e em varios temas eu fiz uma autocritica sobre meu posicionamento em temas polemicos como aborto , racismo e outros.
Muitas vezes eu cheguei a rever minhas posições, mas nesse assunto especifico sobre a religião islâmica, não ha o que se rever, muito pelo contrario, a cada novo pormenor que chega ao meu conhecimento de como se processa a vida de mulheres e homossexuais nesses paises maior é minha revolta e repudio.
Luci Mendes se vc não leu os comentários de algumas pessoas que acham que se deve relativar ou comparar as demais religiões as aberrações cometidas por islâmicos em nome do respeito a sua cultura não serei eu que vou colar esses comentário que eu dasaprovo.

Sara Marinho disse...

Verô,
Também valorizo nossas conquistas, só que não se pode odiar os membros de uma cultura inteira que nem nasceu com eles. O repúdio expressado pela Sara demonstra preconceito, não constatação, e ela parece não entender que a maioria dos islâmicos não é tão radical, não sai matando as filhas que foram estupradas, linchando adúlteras e aliciando mulheres sem veu na rua . Não acho que tudo bem continuar como é porque a cultura deles é de determinada maneira, nem nunca disse isso.
Mas...
1. Estamos querendo impor nossa cultura a eles quando julgamos a nossa superior, e, bem, eu acho que a nossa é melhor também, para gente não dá para achar o contrário, mas eu sei que isso é questionável.
2.Essa relativização cultural de elementos que para nossa cultura são atrocidades, é necessária, ainda que achassemos uma argumentação realmente plausível para considerar a nossa cultura superior, temos de ter consciência que a um indivíduo que cresce numa sociedade islâmica só é oferecido uma visão de mundo que nos, (feministas, defensores de direitos humanos, e em muitos casos aqui, pessoas de religiosidade indefinida e ateus) consideramos deturpada e doente em certos sentidos, não existiu para ele muitas opções para ter uma visão de mundo diferente, teria que ser um indivíduo muito estraordinário para fazê-lo sem o contato com outras culturas (que é de onde normalmente saem os transgressores da ordem hegemônica em paises muçulmanos).

Gabriel Nantes de Abreu disse...

"Os crentes não carregam Bíblia católica debaixo do braço e os católicos não lêem a Bíblia."

Claro porque você é Deus e sabe o que passa na mente de todos os católicos do mundo e sabe como foi que os evangélicos(crentes) montaram a biblia que usam! Deixa de onda, que você sabe que no fundo são farinha do mesmo saco, só que numa colocaram ovo, cebola e fritaram pra fazer farofão!

Allice disse...

Se a mulher islâmica se recusa a se deitar com o marido, segundo o corão ela pode ser submetida a uma surra, mas não podem ter os ossos quebrados ou apanhar no rosto para não ficarem feias.


Pra se divorciar (é raro, mas não é impossível) a violência precisa ser frequente e comprovada, mas quem vai dar credito a mulher num lugar desses? Nas cidades do interior é ainda pior, elas sequer circulam sozinhas!Em lugares mais radicais usar sutiã ou olhar para o lado é motivo de chibata.
Se eu quero te converter não te contaria isso, tentaria mostrar quão linda é minha religião.


Esses detalhes a globo não conta. Só quem vive tentando pescar essas meninas no olho do dragão é que sabe.
Sobre o cristianismo: se receber o mandamento "sede submissa a vossos maridos" não é ser tratado como cidadão de segunda classe, não sei o que é.
Significado de Submisso

adj. Que está em posição ou lugar inferior.
Obediente, dócil, respeitoso: crianças submissas.
Subserviente, servil: sorriso submisso.

(dicionário online)

Aí quando convém surgem mil interpretações lindas, dá até vontade de casar! passou...passou...

Allice disse...

Como disse anteriormente sou uma criatura recíproca, se agridem meu gênero em qualquer lugar, eu me sinto agredida!
E fico muito fula.
Soe bonito ou feio, isso é o de menos.

Anônimo disse...

tanta desgraça em nome da crença no Deus dos Exércitos (Jeová/Javé)... que pra uns virou Jesus Cristo, O Manso... e outros vão na de Maomé que era um militar que quis duplicar Jeová/Javé, o Deus dos Exércitos.

esse trio de religiões monoteístas acredita no Juízo Final sim. cada um tem um relato diferente do outro em detalhes aqui e ali, mas acreditam igualmente no final dos tempos qdo o AMOR virá para redimir os bons e castigar os maus e esse AMOR fará isso através de luta corporal com espada e fogo e então vencerá pq é o AMOR, o BEM... durmamos com essa. enqto esse tempo final não chega, o fuzuê religioso continua.

Loja Moeggall disse...

Gabriel, catolicismo não é sinônimo de cristianismo. Saudações.

Allice disse...

Segue a cristo> mas não é sinônimo de cristianismo...?

Loja Moeggall disse...

Allice, quem segue a Cristo? Os católicos? sei, conta outra. Católico segue Maria, meu caro. Abs.

Loja Moeggall disse...

Se o Catolicismo seguisse a Cristo, o Vaticano não teria dizimado os cátaros.
A título de curiosidade, o véu das muçulmanas é originado do véu de Maria.

Allice disse...

Quanto a prática não sei. Porque nem estou lá pra ver, mas a gente aprende desde cedo que na teoria o catolicismo é uma ramificação do cristianismo.

Loja Moeggall disse...

O Catolicismo é uma Igreja que faz parte da cristandade. Cristianismo é outra coisa.

Gabriel Nantes de Abreu disse...

"O Catolicismo é uma Igreja que faz parte da cristandade. Cristianismo é outra coisa."

Uma coisa que você inventou? por favor links com textos históricos comprovando qualquer coisa que você disse. senão é a mesma coisa de alguém dizer que crente não segue cristo, segue o Pastor.

Agora vou te dizer uma coisa, independente do que me digam eu acredito no principal interessado, ou seja quem vive a fé, isso serve pra qualquer religião independente da origem eu não sou ninguém pra dizer quem segue o quê, e enquanto eu estudei em colégio de freiras sempre disseram que católico segue a cristo, se você sabe mais que todas as freiras do colégio e todos os católicos que conheço, parabens você é o próprio Deus encarnado abraços.

Allice disse...

Queen of shorts
Por favor. explique-nos melhor...

O Cristianismo são os ensinamentos referentes a Jesus Cristo.
A Cristandade são as pessoas que compartilham desses ensinamentos. (???) É isso?

E..qual a diferença entre os dois se não for essa descrição de cima. Por que o catolicismo é difundido popularmente como ramificação do cristianismo se segundo você ele não é?

Isso parece bem interessante.

Rosanna Andrade disse...

Queen of Sorts, pra mim vc esta usando a falacia do escoces a torto e a direito aqui.

"Cristianismo (do grego Xριστός, "Christós", messias) é uma religião abraâmica monoteísta [1] centrada na vida e nos ensinamentos de Jesus de Nazaré, tais como são apresentados no Novo Testamento.[2] A fé cristã acredita essencialmente em Jesus como o Cristo, Filho de Deus, Salvador e Senhor.[3]

A religião cristã tem três vertentes principais: o Catolicismo, a Ortodoxia Oriental (separada do catolicismo em 1054 após o Grande Cisma do Oriente) e o protestantismo (que surgiu durante a Reforma Protestante do século XVI). O protestantismo é dividido em grupos menores chamados de denominações. Os cristãos acreditam que Jesus Cristo é o Filho de Deus que se tornou homem e o Salvador da humanidade, morrendo pelos pecados do mundo. Geralmente, os cristãos se referem a Jesus como o Cristo ou o Messias."

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo

Rosanna Andrade disse...

Gabriel

"Agora vou te dizer uma coisa, independente do que me digam eu acredito no principal interessado, ou seja quem vive a fé, isso serve pra qualquer religião independente da origem eu não sou ninguém pra dizer quem segue o quê"

Onde eu assino? =)

Marta SP disse...

Triste, mas isso tem se espalhado pela Europa, esse tipo de conduta
Estive na França, na cidade de Lyon, por tres meses, e estudei em um bairro chamado de "bairro árabe" Os homens mexem com as mulheres, devem falar indecencias ou ofensas em árabe, nos olham como prostitutas
Ouvi relatos de brasileiras e outras estudantes nessa cidade contando coisas terríveis Uma delas andava pela rua e tomou um tapa de um desconhecido que andava na rua Estupros são frequentes, e não é só um que estupra: são bandos que podem chegar a 10 homens
Cansei de ser avisada (por eles mesmo, os muçulmanos da área) que era perigoso demais demais andar sozinha à noite, pelo tom que usavam era quase como uma sentença: vc está procurando por violencia sexual
Não estou afirmando que só muçulmanos estupram e agridem mulheres, mas era de fato um área sensível esse bairro que frequentava
Ouvi dizer que não poderia entrar em certos estabelecimentos sozinha e sem véu, isso dentro da França, Estado laico ! Não "paguei" pra ver: ia apenas pra minha escola e voltava para meu bairro, comecei a evitar perambular por lá
Eu tinha o maior discurso "respeitem a cultura" bla bla, quando vc vê o que acontece na vida real, sofre o preconceito, as coisas mudam de figura...

Anônimo disse...

Rosanna Andrade disse... A fé cristã acredita essencialmente em Jesus como o Cristo, Filho de Deus, Salvador e Senhor. . . . Os cristãos acreditam que Jesus Cristo é o Filho de Deus que se tornou homem e o Salvador da humanidade, morrendo pelos pecados do mundo. Geralmente, os cristãos se referem a Jesus como o Cristo ou o Messias." 21:06

>>>Os cristão INSISTEM em qu Jesus TAMBÉM é Deus. Dizem que JESUS está lá em Gênesis e isso eles comprovam através da interpretação do texto.

Loja Moeggall disse...

Rosanna, já começa que se é religião abrâmica, não pode ser cristã, concorda? E eu não excluí o Catolicismo da cristandade e nem o Islamismo do Judaísmo. Mas cristianismo não pode ser confundido com organizações terrenas e temporais. E fé cristã que não chega a ter o tamanho de um grão de mostarda não serve pra nada. Abs.

Anônimo disse...

. . . o véu das muçulmanas é originado do véu de Maria. 20:19

>>>E o véu de Maria era uma prática lá do Velho Testamento, um costume judeu, pois Maria era judia.

Anônimo disse...

sobre os Cátaros
"A salvação para o catarismo era a libertação da alma de seu invólucro satânico, isto é, o corpo material impuro. Devido a essa concepção, os cátaros viam com bons olhos o suicídio."
http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1taros

Gabriel Nantes de Abreu disse...

LisAnaHD

Vou te falar do pouco que conheço das aulas de religião então não sei se isso se aplica a todas as denominações cristãs, mas as freiras ensinvam que Cristo é na verdade o próprio Deus que se tornou sangue e carne(como nós) e que Deus é na verdade 3, Jesus que representa o Homem, o espirito santo que representa a divindade e a espiritualidade pura e ausente de matéria e Javé/Jeová que seria o equilibrio, o alfa-ômega. Ao mesmo tempo é uno (1) o que Elas chamavam de mistério da santissima trindade. Espero ter ajudado.

Nadja Reis disse...

Se tem uma coisa que eu gosto na Direita é o fato de ela não ficar relativizando o que não pode e não DEVE ser relativizado tal como a Esquerda muitas vezes faz.Quer um exemplo de comportamento vergonhoso da Esquerda?
Aqui:
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/o-fa-clube-brasileiro-de-ahmadinejad


Não sou apenas ateia,sou também anti-religião.Religião é um câncer na Humanidade e só começaremos a caminhar para um mundo verdadeiramente justo e que respeita os Direitos Humanos quando este lixo for extirpado.

Loja Moeggall disse...

Lisana, se você soubesse que toda morte é um suicídio...os cátaros intuíram muitíssimo mais sobre a espiritualidade do que qq um da cristandade da época e até de agora. Eles eram anti-materialistas extremados, e materialista é que o Cristianismo verdadeiro não é. Abs.

Anônimo disse...

Gabriel Nantes de Abreu disse...
LisAnaHD
. . . o espirito santo que representa a divindade e a espiritualidade pura e ausente de matéria e Javé/Jeová que seria o equilibrio, o alfa-ômega. Ao mesmo tempo é uno (1) o que Elas chamavam de mistério da santissima trindade. Espero ter ajudado. 21:37

>>>Sim, isso é o que o cristianismo prega sobre a Trindade, aliás Divina Trindade. Mas qdo Paulo de Tarso pregava o cristianismo isso não era a ideia da época. O próprio Paulo não pregava essa ideia.

Anônimo disse...

sobre o sucídio, Queen of Sort, existe uma teoria sobre o suicídio após a morte....

Anônimo disse...

"Toda morte é um suicídio disfarçado." --Sigmund Freud
http://www.scielo.br/pdf/rlpf/v12n4/v12n4a06.pdf

Loja Moeggall disse...

Lisana, depois de saber os detalhes do assassinato do herdeiro da Yoki, fico me perguntando: quem matou quem?

Fábio disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

marido veio com uma conversa... possibilidade de irmos pra Índia por uma temporada... moraremos num hotel... já vou consultar os modelitos adequados para os costumes indianos pra ficar adequada à cultura... em Roma, faça como os romanos. e marido vai se virar pq lá não se come "beef" e ele é criatura McD...

Loja Moeggall disse...

"sobre o sucídio, Queen of Sort, existe uma teoria sobre o suicídio após a morte...."

doutrina espírita? O Espiritismo é uma corrente cristã fortíssima e permeia grande parte da cristandade brasileira.

Nadja Reis disse...

Tyler,

Primeiro,eu não sou marxista,sou de direita e defendo o Liberalismo.

Segundo,não sou feminista,apenas simpatizo com a causa.

Terceiro,quem quer impôr algo aos outros é o Islã(que como todos sabem aquilo lá é muito mais do que uma simples religião).

Quarto,não existe pensamento livre entre gente que defende Teocracia.

Anônimo disse...

Queen of Sorts, dei uma busca por "herdeiro da Yoki" e cruzes parece que a loirinha está concorrendo com os caras que matam e picam mulheres aqui nos EUA !!!

Anônimo disse...

Queen of Sorts, o cara assassinado só se metia com garopta de programa, mulher que lhe daria dor de cabeça, de uma ou outra forma, pelo menos pelo vídeo abaixo,
http://noticias.uol.com.br/videos/assistir.htm?video=familia-do-executivo-da-yoki-pedira-dna-sobre-paternidade-04024E9B3072D4C12326

Li S. Nascimento disse...

É muito simples: não respeito o que não é digno de ser respeitado.Não respeito o que não me respeita.

Simples assim.

Anônimo disse...

Elize, a garota de programa, hoje viúva do herdeiro da Yoki, viúva pq ela mesmo tratou de dar cabo à vida do marido, é um exemplo de garota de programa que não tem pq ser manipulada por homem algum... a gaja é bacharel em direito e em psicologia, segundo vídeos com a reportagem policial. e foi estragar a vida assim!!!

Jardel Nogueira disse...

Minha sincera compaixão à moça que foi abusada e aos tolos meninos que a magoaram e ofenderam.
Eu não poderia estar lá neste dia, os meninos não mais teriam pênis e mãos (é difícil segurar a ira em uma situação como essa; mesmo sabendo que os pobres meninos não tinham noção do que estavam fazendo(sendo mentalmente sãos), não cabe a nós sermos hipócritas julgar e/ou punir alguém, sem olhar para nossos próprios erros primeiro; poderia ser qualquer um de nós, vivendo em um outro lugar, sendo influenciado por nossos pais que distorcem a realidade, que as foi distorcida quando crianças, e assim sucessivamente, eles teem o direito de se arrepender e se martirizarem para o resto de suas vidas se chegarem um dia a realidade.

Queria deixar um pensamento às pessoas que acreditam que o abuso é só contra as mulheres.

Com os homens é muito pior, porque não é tido como abuso em qualquer lugar do mundo (as pessoas que lerem este post provavelmente gargalharam e/ou pensaram que sinto atração por homens, e que não significa nada uma mulher te tocar sem sua devida aceitação e/ou permissão; ou que sou muito sensível, deveria ser mais másculo e aceitar o abuso como um bom objeto feminino faz). Se uma mulher me tocasse ou algo do tipo e eu chamasse as autoridades, eles zombariam da minha cara e pensariam que sou homossexual, por mais que me sentisse humilhado e ofendido eles não fariam nada (a não ser que fosse rico (sarcasmo: benditas sejam as leis amigáveis do poder aquisitivo)). Mas o pior de tudo é que as próprias vítimas do abuso não veem como abuso, nem sequer se importariam, como se fossem corpos vazios, usados pelas mulheres (muitos vão ler e até gostar dessa ideia). Os homens são tão tolos a ponto de tratarem as mulheres como seus objetos, e acreditarem ao mesmo tempo que não teem valor algum. A maioria das pessoas idolatram seus bens materiais, e não dão o menor valor ao seu próprio corpo.
Não sou machista, pelo contrário as mulheres são tão iguais aos homens a ponto de não enxergarem isso, tanto quanto os homens.

Sonado Alaikor disse...

""eu simplesmente proibiria de entrar no país e ponto final"

Hitler, é você?"

ehwkjahekjlwaheklahwkleawkjehawl
BOOOAAAAAA!!!!
Eu gargalhei aqui, até assustei o pessoal do skype xD

Sonado Alaikor disse...

Foi mal Sara, posso usar algum exemplo de assassinato de homens por mulheres como exemplo de que o feminismo compactua com a barbárie? O_o

Sonado Alaikor disse...

Na boa, como diria o refrão de uma musica do Rammsteis, "ich bin enttäuscht total enttäuscht"

Serio, quando vejo pessoas misturarem cultura e religião me pergunto, eu, por não ter religião não tenho cultura? Se sim, então não é uma coisa só, dai o porque diabos continuam a confundir? Enfim...

Por comentários que vi aqui, sobre deportação, que penso seriamente em aceitar os convites de meus amigos hippies, abandonar esse conceito de nação, e viver sem dar a mínima para a sociedade, mas temo que eu cairia ainda mais na anarquia...

Nadja Reis disse...

Bem,de minha parte eu não abomino somente o Cristianismo,eu abomino TODAS AS RELIGIÕES.
Religiões são como Guerras,só causam mal à Humanidade.

Carlos disse...

Huan Icaro Piran

È que segundo a esquerda o islam é uma minoria então tem que ser protegida...
Quero ver os islamicos respeitarem isso quando forem maioria...

Gabriel Nantes de Abreu disse...

Tyler Durden

Não sei qual a sua religião mas desejar mal/amaldiçoar os outros só porque discordam de você não é uma atitude nada cristã, então defender o cristianismo querendo opressão pros outros é no minimo patético. Reflita!

Nadja Reis disse...

Roberto,

é como eu disse certa vez a um amigo meu ''ou a gente contém essa gente,ou eles vão 'dar um jeito' na gente''.

E eu sinceramente detesto isso que a Esquerda faz,ficar passando a mão na cabeça dessa gente com a desculpa que são uma ''minoria oprimida''.

Nadja Reis disse...

E pior,não só ''passam a mão na cabeça'' deles,como ainda ficam de amizade com eles.

Vide isto aqui:
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/o-fa-clube-brasileiro-de-ahmadinejad

Mariana disse...

A autora do post tem minha total solidariedade.
Também tenho "asco" com religiões islâmicas, por tratarem mulheres de forma tão lamentável.. mas esse tipo de desrespeito não é 'privilégio' deles.
Já aconteceu isso comigo 3 vezes aqui no Brasil!
Uma vez por um adolescente que veio por trás e agarrou meus seios me dando uma "encochada". Outra vez, quando eu era adolescente (13 anos), um cara feito já, passou de bicicleta e pegou na minha bunda. E uma outra, ainda com 13 anos, um adolescente bem mais velho que eu tentou me coagir me deixando "presa" a um muro. Ele estava de bicicleta.

Nas 3 vezes reagi com certa violência.
Xinguei, fiquei gritando na rua até eles desaparecerem da minha vista.. e na vez do cara que tentou me coagir na parede, chutei o pneu da bicicleta, ele caiu, e joguei um copo de refresco nele.. Bom, pode-se dizer que não deixei barato, né? hehe

Sonado Alaikor disse...

Eu não abro links da ÑVeja '-'

Roberto, não sou de esquerda, não sou de direita, não sou seu fregues ;D

Sou livre, e quero que todos sejam livres, quando não sou, continuo querendo. Respeito como queria ser, infelizmente não sou, mas não deixei de querer.

Eu queria ter algo para dizer, mas nem me dou ao trabalho de dialogo com o fascismo.

Anônimo disse...

Huan Icaro Piran disse...
Na boa, como diria o refrão de uma musica do Rammsteis, "ich bin enttäuscht total enttäuscht" 23:05

tá certo a tradução pro inglês?
lately disappointing total lately disappointing

Sonado Alaikor disse...

Esta sim LisAnaHD, eu pensei estar falando com um grupo de pessoas que respeitavam a pluralidade...mas no momento, temo seriamente que o feminismo não esta condizente com o discurso de liberdade e portanto, não condiz com o meu, portanto, não é meu aliado.
Não apoio fascismo, não importa o quão bem intencionado ele seja.

Carlos disse...

Mariana

Isso não é privilegio feminino ,eu estudei em colegio publico e volta do recrecio alguma moça me apertou os gluteos os dois.tenho certeza que foi uma moça por so tinha moças por que ela falou uma gracinha .Quando olhei pra tras e perguntei quem foi...aquele silencio...

Nadja Reis disse...

Um relativista cultural não querendo abrir um link da revista Veja...humm

Por quê eu não me surpreendo com isso? rs

Fala em liberdade mas não lê supostas opiniões contrárias? Interessante...


Se sou contra o Islã(bem como todas as outras religiões)ô cara pálida,é justamente por ser a favor da liberdade.

Pra começo de conversa se estivéssemos sob o jugo dessa gente nem direito a escrever sua opinião num blog como esse você teria.Sabia disso?


Respeitar pluralidade de quem apedreja mulheres e enforca gays em praça pública? Você tá falando sério?


Relativistas culturais,haja paciência pra lidar com eles...

Sonado Alaikor disse...

Eu pensei em vários argumentos, mesmo, dos mais agressivos (que me inflamam a cada pouco a revoltosa ânsia), até os mais sensatos. Contudo vou é sucumbir um pouco a minha paranoia.
Naná, eu não sou relativista cultural, apenas estudo cultura e entendo que há pluralidades. Não defendo nenhuma religião, contudo defendo o direito do individuo crer no que quiser. Se o individuo transpor isso para outro (como alguns de quase qualquer credo), ai ele esta agindo de forma amoral, mas dai falar que todo judeu é sionista porque um deles deu um tiro em um palestino já é apelar para o generalismo.

Eu não abro a Veja, admito esse defeito, mas temo que não seria bom eu o fazer. A falta de criteriosidade, de embasamento e de ética da revista me revolta muito, o que não é bom para se manter uma argumentação. Não a verei, pois estou em meu direito de ver ou não o que eu bem entender. Se me apresentar outra fonte de outra linha de pensamento, juro que leio os dois com o máximo de critério, mas até lá me restrinjo a meu direito de não fazer nada que eu não queira.

Descendo de indígenas, cara pálida provavelmente é você, mas não sei sua etnia, então fica por isso...ou também vai atacar minhas crenças individuais com base nos 'Direitos dos Animais x Animismos' ? O_o

Tenho dois amigos muçulmanos, ambos pró democracia, nunca enforcaram ou apedrejaram nenhuma pessoa alguma e nem acham censura correta. Vai querer jogar os dois na cadeia por crerem no deus errado? São esses que eu estou defendendo, as vertentes plurais que não estão dentro do foco da grande mídia (de grande capital) e que são sim uma realidade sutil, porem ainda uma realidade.

Realmente os países muçulmanos tem pouca liberdade de expressão, mas um estado dito como laico, ao norte, censurou indiscriminadamente sua mídia durante a Guerra do Golfo, nas duas alias. Temo que o problema de censura não seja religião (pois nem previsto em livros sagrados esta a sua existência) mas sim de fascismos políticos imperantes, de direita e de esquerda, embasados na fé ou na razão.

Sonado Alaikor disse...

Agora Naná, não vou com sua cara, nem um pouco. Não por me criticar, aceito isso, já adimiti estar errado aqui, e faria novamente se preciso.

Em parte pela forma grosseira, vilmente tendenciosa a desvirtuar o que eu postei como comentário e em parte por ser liberalista (suásticas em fundo azul ainda são suásticas), um grupo por quem tenho verdadeiro asco.

Normalmente meu procedimento ao lidar com Liberalismo e seus defensores é ignorando, como eu fiz ao ler seus comentários antes aqui. Se não é possível (como me ocorre no trabalho) eu tento o dialogo sincero, o que normalmente dá errado, pois liberalistas aceitam apenas o liberalismo. Acabo optando pela troça muitas vezes, para não perder a compostura, sou bom em ser sarcástico e sou um bom troll, porem acho ambos os comportamentos imorais e ilógicos, portanto, uso os dois contra trolls (fogo contra fogo) e contra meus amigos (como um que me fez adentrar a emergência do hospital crente que um amigo estava falecendo...ele mereceu ser trolado dps).

A soma desses dois fatores foi fundamentalmente indigesto, mas não me permitir discordar, indiretamente alegando a obrigatoriedade de um posicionamento específico foi a gota d'agua.
Não a ofenderei por respeito ao espaço e aos que o frequentam, mas que deu vontade de pedir sem nenhuma educação que você praticasse um ato de autofecundação, há isso deu.

Sonado Alaikor disse...

Alias Lola, perdão por deletar os meus três comentários acima. Eu tenho o péssimo habito de me inflamar com assuntos como esse e nem sempre quando penso de cabeça quente sou uma pessoa sensata, é algo que estou trabalhando ainda.
Depois de ir caminhar um pouco e pensar sobre o assunto e a forma como respondi a Naná, vi fui um tanto grosseiro e achei melhor escrever as coisas de forma mais coerente.

Nadja Reis disse...

Huan,

Sim,o indivíduo tem o direito de crer no que quiser,porém,sem obrigar os outros a entrar no sistema de crenças dele.E a gente sabe muito bem que no Islã,grosso modo,isso não existe.Mesmo quando eles vivem em países democráticos.A vida deles é impôr as crenças deles aos outros.

Quer um exemplo? Tenho um amigo que mora na Bélgica,ele me contou que certa vez,ao andar de transporte público havia um muçulmano dentro do mesmo,de repente ele começa a gritar para que o motorista parasse o veículo porque estava na hora de uma das orações que eles fazem,como o motorista se recusou(obviamente em respeito aos demais passageiros que tinham mais o que fazer),o cara então começou a gritar ''seus porcos infiéis,parem este veículo agora!''.Ao motorista,não restou outra alternativa que não parar o veículo.E o muçulmano ficou lá,rezando no chão do ônibus enquanto todos olhavam boquiabertos.

Quanto a Veja,você sugere que eu leia o quê,a Carta Capital?
Podem falar o que quiserem,mas a Veja é a única revista que tem,de fato, mostrado os podres da política nesse país.

No mais,você tem todo direito de não a ler,caso não queira.Mas saiba que não ler opiniões contrárias às suas é algo extremamente contraditório para quem se diz a favor da pluralidade.

Quando eu disse cara pálida eu não estava me referindo a sua etnia nem nada disso.Mas,deixa pra lá...

Muçulmanos defendendo democracia? Desculpe mas eu não conheço nenhum.
E quando falo em conter o que eles fazem,obviamente que estou me referindo à leis e não a violência física ou psicológica.O que deve ser contido neles,é justamente o fato de não respeitarem a cultura dos outros povos,os direitos humanos,tudo isso.É nesse sentido que falo.


Quanto a você ''não ir como a minha cara'',tudo bem,direito seu. :)

Entretanto,é curioso que você julgue meu caráter baseando-se somente nas idéias que defendo.

E da onde você tirou que o Liberalismo é Nazista/Fascista ou coisa que o valha? O_o

Você tem asco por quem defende a Liberdade e a supremacia do indivíduo,por quem defende as liberdades individuais? Curioso...


Você diz que liberais aceitam apenas o Liberalismo(como forma de dizer que somos intolerantes),mas quem foi que disse que sente asco pelas idéias liberais aqui? Quem é mesmo o intolerante?

...


Para encerrar,por tudo isto que eu expus e por tudo isso que você defende,eu não mudo uma vírgula da avaliação que fiz de como você se coloca perante tudo isso.
Você é SIM um relativista cultural(e dos brabos!),e mais.Além de relativista ainda por cima é marxista(quem mais adora acusar todas as pessoas que pensam diferente de serem fascistas?).

Nadja Reis disse...

Ah,uma última coisa que acabei esquecendo de dizer ao Huan.

Sobre muçulmanos defenderem a democracia,saiba que no próprio livro sagrado deles é dito para misturarem religião com política,ou seja,Teocracia.

Verô! disse...

Sara Marinho,

Estive recentemente numa discussão muito interessante sobre o Estado. Num dado momento meu orientador disse algo que me marcou, ainda estou digerindo isso. Ele disse que desde quando a idéia da igualdade se popularizou e entrou de cabeça nas ciências humanas temos um medo terrível de hierarquizar as coisas, ou melhor, de dizer que algo é ruim, e isso é especialmente notável quando avaliamos outras culturas.

Meu comentário não se refere a indivíduos, é evidente que existem pessoas no mundo islâmico que estão longe do radicalismo. Estou falando de um sistema político-religioso (e restringo o escopo propositalmente) que submete milhões de pessoas, inclusive os não radicais, a um regime de opressão infame. E a religão é um elemento de legitimação poderosíssimo disso, você, pelos seus comentários, me parece que sabe bem disso.

A Bíblia não é um manifesto pacifista, muito menos o alcorão. A diferença é que onde a Bíblia é o livro religiosos predominante observamos a existência de todo um sistema que proporcionou o nascimento e conservação do Estado Democrático de Direito, por algum motivo isso não existe em países onde o alcorão predomina (existem algumas tentativas em lugares como Líbano e Turquia, mas o post diz muito sobre o quanto isso teve impacto concreto). Talvez o fato de Jesus ter pregado a benevolência tenha sido um fator decisivo para isso. O Messias cristão disse para oferecermos a outra face, o mulçumano mandou erguerem as espadas...

Não quero fazer aqui uma apologia do cristianismo (não são cristã, nunca fui), mas minha aposta é que aspectos do cristianismo foram importantes para o surgimento das conquistas do Mundo Ocidental que já mencionamos. Há um outro lado também, de fato, o lado dos ignorantes que não tem idéia do que é exegese e descambam para um fundamentalismo doentio.

Anyway, deixo aqui esse vídeo de Wafa Sultan, uma síria que disse umas boas na Al-Jazeera. Não sei se você já assistiu, se não, eu recomendo!

http://www.youtube.com/watch?v=XQmXlyBa9xo

Inté ;)

Verônica

Unknown disse...

LisAna: "ich bin enttäuscht total enttäuscht" 23:05

tá certo a tradução pro inglês?
lately disappointing total lately disappointing


Não. Quer dizer "eu estou decepcionado, totalmente decepcionado."

Unknown disse...

Naná, você disse não conhecer nenhum muçulmano defendendo democracia. Você conhece algum muçulmano?

Unknown disse...

Vou deixar aqui uns links que eu acho interessantes.

Sobre a generalização "todo muçulmano é árabe e obriga uso de burca, apedrejamento de mulheres, etc"

http://galileu.globo.com/edic/124/rep_dossie1.htm

Sobre o que muçulmanas pensam do uso do véu

http://opiniaoenoticia.com.br/opiniao/tendencias-debates/uso-do-veu-islamico-conheca-o-que-existe-por-tras-da-discussao/

Sobre a imagem passada pelos veículos de comunicação sobre os muçulmanos (relembrando: árabe e muçulmano são colocados como sinônimos, assim como religião e cultura)

http://www.youtube.com/watch?v=Ko_N4BcaIPY

Sobre o aumento de mulheres brasileiras adeptas do islamismo

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI25342-15228-8,00-ISLA+CRESCE+NA+PERIFERIA+DAS+CIDADES+DO+BRASIL.html

Unknown disse...

E por fim, pra rir um pouco...adoro esse comediante!

Allah made me funny http://www.youtube.com/watch?v=sQ3owg0jcxo&feature=related

Sara disse...

Aos que me chamaram de preconceituosa e fascista, porque não levo em conta que os muçulmanos já nascem imersos na sua cultura cheia de injustiças e, portanto acham naturais suas leis esdrúxulas.
Eu penso que a vida deveria ser o maior bem para qualquer povo, cultura, estado, religião.
Até animais irracionais lutam por suas vidas.
Por mais que eu exercite minha capacidade de tolerância NUNCA aceitarei que um grupo tenha tanto desrespeito pela vida e aspirações de mais da metade dos seus próprios integrantes, como podem atestar só aqui nesses comentários os dois vídeos de apedrejamentos de meninas que foram postados, apenas porque esse grupo, religião, cultura, ou seja, lá o que queiram nomear considera que essa metade não merece respeito algum nem mesmo as suas próprias vidas.
E a quem relativiza com mil artifícios em nome de pluralidade, tolerância, ou o escumbau, a meu ver esta SIM compactuando com essas selvagerias.
Aceitarei o Islã no mesmo dia em que aceitar viver em sociedade com encolhedores de cabeças, e religiões que praticam sacrifícios humanos, pois pra mim essas religiões são similares.
E não adianta em nada vir dizer que os praticantes do islamismo não são todos bárbaros, que são gente pacifica e o cacete, porque como nós eles tem acesso à informação e se defendem uma religião que sob seu manto e em seu nome se pratica tanta barbárie, pra mim não merecem nem o mínimo respeito.

Bruna B. disse...

Blogger Queen Of Sorts disse...
"Bruna, o ponto de apoio do Cristianismo é a vida e obra do Jesus Cristo, mas os cristãos abraçaram o legalismo e o materialismo judaicos (civilização judaico-cristã, lembra?). Isso se deveu porque, depois da diáspora, os judeus se espalharam pelo ocidente. Abs"


E a vida e a obra de jesus está escrita onde? Na bíblia!
Aquelas atrocidades todas que postei estão onde? No velho testamento da mesma bíblia que os católicos usam.



27 de junho de 2012 17:44
Blogger Queen Of Sorts disse...
"Os crentes não carregam Bíblia católica debaixo do braço e os católicos não lêem a Bíblia."


Aí tu não entendeste o contexto de crente que eu utilizei, todo católico é crente em sua religião.
Me responda uma coisa: és vidente? Porque adivinhaste que nenhum católico lê a bíblia (como se os padrecos não lessem uma parte dela em todas as missas, ah tá).

Bruna B. disse...

"Com os homens é muito pior, porque não é tido como abuso em qualquer lugar do mundo"


Valha-me, Goku!
Com os homens é muito pior, mimimimi. ONDE, CARA PÁLIDA?

A cada 15 segundos uma mulher é vítima de violência doméstica, isso só no Brasil.
Seis em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica.
Machismo (46%) e alcoolismo (31%) são apontados como principais fatores que contribuem para a violência.
52% acham que juízes e policiais desqualificam o problema.
Uma em cada cinco mulheres consideram já ter sofrido alguma vez “algum tipo de violência de parte de algum homem, conhecido ou desconhecido”.
O parceiro (marido ou namorado) é o responsável por mais 80% dos casos reportados.

No mundo todo... Mutilação vaginal, queimaduras por ácido, apedrejamento, estupro, abuso sexual.... ME DIGA, ONDE É QUE O HOMEM SOFRE MAIS???



Hoje de manhã vi essa matéria na RBStv

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2012/06/mulher-e-baleada-por-ex-marido-no-rs-e-tiro-atinge-aparelho-celular.html

"Uma mulher de 38 anos foi baleada pelo ex-marido em Rio Grande, na Zona Sul do Rio Grande do Sul. Ela já tinha registrado mais de 10 ocorrências contra ele."

Bruna B. disse...

Sobre o Caso Yoki, que algum bbk levantou antes, apontando o dedo para as feministas, vocês conseguem enxergar que esse caso é quase uma raridade?
No Brasil, 8 mulheres são asssassinadas todos os dias pelos maridos/ex-maridos/companheiros/ex-companheiros. Em uma semana, serão quase 60 mulheres assassinadas, vítimas do machismo.
E vocês vêm falar do caso Yoki?
Ah, vão chupar parafuso pra ver se vira prego.

Sonado Alaikor disse...

"Sim,o indivíduo tem o direito de crer no que quiser,porém,sem obrigar os outros a entrar no sistema de crenças dele.E a gente sabe muito bem que no Islã,grosso modo,isso não existe.Mesmo quando eles vivem em países democráticos.A vida deles é impôr as crenças deles aos outros."

Estudo o processo anterior a Reconquista que vai notar que não necessariamente. A cultura muçulmana é bem tolerante quanto ao respeito a crenças que não a deles.

"Quer um exemplo? Tenho um amigo que mora na Bélgica,ele me contou que certa vez,ao andar de transporte público havia um muçulmano dentro do mesmo,de repente ele começa a gritar para que o motorista parasse o veículo porque estava na hora de uma das orações que eles fazem,como o motorista se recusou(obviamente em respeito aos demais passageiros que tinham mais o que fazer),o cara então começou a gritar ''seus porcos infiéis,parem este veículo agora!''.Ao motorista,não restou outra alternativa que não parar o veículo.E o muçulmano ficou lá,rezando no chão do ônibus enquanto todos olhavam boquiabertos."

Como eu disse, o problema não é o sistema de crenças (apesar de ser potencializador), mas sim o sistema fascista teocrático que usa e abusa da conjectura de crenças. Parecido com o que Hitler fez com o pensamento de Nietzsche, que na verdade era contra o anti-semitismo na sua origem (mesmo fazendo profundas criticas a cultura judaica).

"A Bíblia não é um manifesto pacifista, muito menos o alcorão. A diferença é que onde a Bíblia é o livro religiosos predominante observamos a existência de todo um sistema que proporcionou o nascimento e conservação do Estado Democrático de Direito, por algum motivo isso não existe em países onde o alcorão predomina (existem algumas tentativas em lugares como Líbano e Turquia, mas o post diz muito sobre o quanto isso teve impacto concreto). Talvez o fato de Jesus ter pregado a benevolência tenha sido um fator decisivo para isso. O Messias cristão disse para oferecermos a outra face, o mulçumano mandou erguerem as espadas..."

O estado democrático nasceu em nações pagãs. Não viaja.
Alem disso, os ensinamentos cristãos são aceitos como parte do ensinamento islâmico, assim como os ensinamentos do antigo testamento (genocídios, estupro, mutilações...) é aceita na cristã.
Seu argumento é pernicioso e altamente tendencioso. Legitimar um sistema governamental assassino mostrando outro pior é reacionário e boçal.

Sonado Alaikor disse...

"Quanto a Veja,você sugere que eu leia o quê,a Carta Capital?
Podem falar o que quiserem,mas a Veja é a única revista que tem,de fato, mostrado os podres da política nesse país."

Não, Carta Capital é igualmente tendenciosa, talvez se você considerar que eu não sou um vermelhinho entenda meu posicionamento.
A Veja não apresenta critérios, confio nela para me informar tanto quanto confiaria no Maluf para administrar meu dinheiro.

"No mais,você tem todo direito de não a ler,caso não queira.Mas saiba que não ler opiniões contrárias às suas é algo extremamente contraditório para quem se diz a favor da pluralidade.

Quando eu disse cara pálida eu não estava me referindo a sua etnia nem nada disso.Mas,deixa pra lá..."

Não foi o que deu a entender, manterei meu posicionamento, não gosto de preconceito étinico, nem mesmo de brincadeira. E eu leio opiniões contrarias a minha, porem de fontes com embasamento, algo que carece a Veja.

Sonado Alaikor disse...

"Muçulmanos defendendo democracia? Desculpe mas eu não conheço nenhum.
E quando falo em conter o que eles fazem,obviamente que estou me referindo à leis e não a violência física ou psicológica.O que deve ser contido neles,é justamente o fato de não respeitarem a cultura dos outros povos,os direitos humanos,tudo isso.É nesse sentido que falo."

Eu disse algo similar antes, porem não atacando a cultura para legitimar meus argumentos. Você não estava e não esta atacando o preceito de politica publica, esta atacando a crença em si.

"Quanto a você ''não ir como a minha cara'',tudo bem,direito seu. :)

Entretanto,é curioso que você julgue meu caráter baseando-se somente nas idéias que defendo.

E da onde você tirou que o Liberalismo é Nazista/Fascista ou coisa que o valha? O_o

Você tem asco por quem defende a Liberdade e a supremacia do indivíduo,por quem defende as liberdades individuais? Curioso...


Você diz que liberais aceitam apenas o Liberalismo(como forma de dizer que somos intolerantes),mas quem foi que disse que sente asco pelas ideias liberais aqui? Quem é mesmo o intolerante?"

Não aceito liberais por um motivo simples, o preceito defende liberdade total em todos os sentidos, mas todos são capitalistas, anti-islã e nenhum aceita pensamentos que destoem disso, como você demonstrou na pratica. Cansei de ver ditos liberalistas sentando a lenha em pensamentos anarquistas, por serem 'livres demais.'
Coerência, cade?

Sonado Alaikor disse...

"Para encerrar,por tudo isto que eu expus e por tudo isso que você defende,eu não mudo uma vírgula da avaliação que fiz de como você se coloca perante tudo isso.
Você é SIM um relativista cultural(e dos brabos!),e mais.Além de relativista ainda por cima é marxista(quem mais adora acusar todas as pessoas que pensam diferente de serem fascistas?)."

Aha, sou, o fato de rir do soco que Marx tomou de Bakunin certamente é uma subsequencia a minhas crenças materialistas...

Há, vai estudar e para de falar merda ¬¬

Bruna B. disse...

http://itodas.uol.com.br/carreira/mulheres-sofrem-mais-de-depressao-que-os-homens-7086.html
Mulheres sofrem mais de depressão que os homens

http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/julho/mulheres-sofrem-de-depressao-duas-vezes-mais-que/
Mulheres sofrem de depressão duas vezes mais que os homens, aponta estudo

http://www.ipjornal.com/noticias-saude-bem-estar/430095_dados-da-dgs-revelam-que-mulheres-sofrem-mais-de-depressoes-que-os-homens.html
Dados da DGS revelam que mulheres sofrem mais de depressões que os homens


Além de chato pra cacete o pirralho é mentiroso.
Corra para as colinas, tyler, corra.

http://machismomata.wordpress.com/

Sara disse...

Eu e a imensa maioria das mulheres NÃO DESVALORIZA nenhum homem, Sr Tyler, esse sentimento depressivo é só seu e de mais alguns mascus que existem por ai.
Vá se tratar tome seus remédios , quem sabe vc consiga ver o mundo com outros olhos.
Sua visão dos sentimentos de homens e mulheres esta totalmente distorcida por causa de sua depressão, entenda que isso é uma doença, e tem tratamento.

Sonado Alaikor disse...

Luci Mendes, grato pela correção da tradução, meu inglês é péssimo x_x

Bruna B, eu ri do "Valhame Goku" ... e achei extremamente pertinente a forma como colocou as médias de violência.
Há violência contra o homem, mas esta também é um fruto do machismo e portanto, apontar o dedo para feministas é o cumulo.

Bruna B. disse...

Palmas para o Huan, haja paciência.
Eu não perderia um minuto da minha vida discutindo com leitor(a) da Veja.

Bruna B. disse...

Sara e Huan

Esse sentimento de depressão e vingança que toma conta da cabecinha vazia dos mascus é fruto do machismo... aquele machismo que ensina a não perder nunca, aquele machismo que não admite ser contrariado, aquele machismo que julga a mulher como propriedade do homem, aquele machismo que acha que só o homem pode trair, enfim.

Acho muito triste o fato de estarem comentando o caso Yoki com tanta assiduidade enquanto esquecem que 8 mulheres são assassinadas da mesma forma, todos os dias.
Na semana passada mesmo, uma mulher foi esfaqueada e esquartejada pelo ex-marido... mas dela ninguém lembra, né?

Sonado Alaikor disse...

Tyler, realmente, os problemas psicológicos afligem uma média muito grande de homens, inclusive as taxas de suicídio é assustadora.
Contudo isso também é um resultado do machismo, que impõe uma carga de moralidades tão opressiva e contraditória sobre o comportamento do homem que é louvável que não tenhamos todos enlouquecido.
Podem até haver feministas extremistas que não aceitam que nós homens sofremos de um processo cultural bastante opressor por conta do machismo, mas temo não serem a maioria, assim como a maioria das mulheres valorizam o homem pelo individuo que é e não pelo que tem entre as pernas.

Alias, os processos de depressão entre homens e mulheres são praticamente os mesmos, salvo algumas exceções como o pós parto ou os problemas de impotência que são subsequentes a características fisiológicas diferentes e não representam nem 2% dos casos.
Segundo um amigo psiquiatra com quem conversei esses dias sobre o tema (admito, o estudo das condições da mente me fascina a anos, motivo pelo qual sou um pentelho insuportável nas aulas de 'Psicologia para a Educação'), a maior parte dos problemas de depressão é a incapacidade de lidar com um meio para o qual não se recebeu ferramentas psicológicas adequadas, muito comum hoje em homens criados para uma sociedade patriarcal que não necessariamente vai condizer com a realidade em transformação onde ele vai se inserir depois.

Sonado Alaikor disse...

Bruna, eu tenho uma lamentável inclinação ao humor negro, ao ponto de fazer piada com mortes reproduzidas em larga escala pela mídia, mas são piadas que faço para chocar antes de fazer uma analise mais crítica da morte.

Temo que eu não esteja tão preocupado com o caso Yoki. O fato dele ser uma pessoa de escrúpulos, digamos contestáveis, não me faz ter muita pena dele. É uma lastima, mas é uma lastima que infelizmente ocorre.
O caso das 8 mulheres não conheço, a verdade é que só fiquei sabendo do caso Yoki pelas piadinhas de humor negro no facebook (que só voltei a abrir para entrar em contato com um amigo). Eu estou mais preocupado com questões de âmbito regional, como o vizinho de minha noiva atropelado por um caminhoneiro que fugiu, ou o caso de uma amiga que peguei indo lá pro bairro (onde tem trafico de drogas) de noite esses dias e suspeito que ande se drogando. Admito que o caso que citou eu não tenha acompanhado por não ter tomado ciência dele.

Sonado Alaikor disse...

Bruna, parte do meu posicionamento enquanto anarquista é lutar pacificamente, por dialogo.
No dia que eu parar de acreditar no vies pacífico de luta anarquista chuto o balde e de duas uma, ou vou morar na Ocupe (convite há) ou caio na estrada com meus amigos hippies (só preciso aprender a fazer alguma forma de artesanato ou arte / convite há também) '-'

Sara disse...

A maior parte dos homens ainda é criado para exercer aquele papel q o patriarcado lhes imcumbiu, serem fortes, provedores independentes, a uma certa altura encontrarem uma mulher que cuide dele como sua mãe, e gere seus filhos, e cuide dessa familia.
O problema é que as mulheres não tem aceitado mais com tanta facilidade fazerem esse papel que lhes foi imputado.
Ai vemos bandos de homens revoltados por não encontrarem essas mulheres que lhes foram prometidas pelo modelo patriarcal.

Bruna B. disse...

Blogger Huan Icaro Piran disse...

"Temo que eu não esteja tão preocupado com o caso Yoki."

Mas a mídia está. Os masculinistas estão. A maioria usou esse caso isolado para atacar o feminismo.


"O caso das 8 mulheres não conheço"
Quase ninguém conhece e esse é o problema. Por que não se fala sobre isso? TOTAL falta de empatia, TOTAL preguiça de repensar o 'status quo' e mudar esse sistema que mata e oprime mulheres (também oprime os homens).

"Bruna, parte do meu posicionamento enquanto anarquista é lutar pacificamente, por dialogo."
Não entendi esse comentário. Só quero apontar uma coisa, não tenho NENHUMA paciência para lidar com um mascutroll como o tyler. Ele só está aqui para debochar, trollar e encher o saco, e por mais que ele tente disfarçar, fingindo que busca diálogo, não me engana (muito menos com esses argumentos ctrl C+ctrl V que ele retirou de sites masculinistas).

Sonado Alaikor disse...

Sim Sara, o problema é a criação, não fomos criados para igualdade, tão pouco para aceitar o diferente, e menos ainda para nos adaptarmos ao mundo.
É difícil enxergar as coisas quando você não tem ferramentas para o fazer.
Não legitimo o machismo, mas compreendo de onde saem ainda esses animais '-'

Sara disse...

Sim Huan mas por esse seu discurso de aceitar o diferente é que temos q suportar o machismo abissal de muitos grupos ainda, a desculpa de não ter ferramentas para pensar vai continuar validando aberrações pelo mundo a fora.

Sonado Alaikor disse...

Bruna, minha paciência eu falava sobre a parte de lidar com leitor@s da Veja.

^^

A mídia serve a interesses de alguns, então qualquer movimento revolucionário (feminismo, anarquismo, comunismo) são seus anátemas.

x_x

Sobre o Tyler, temo que justamente meu posicionamento mais 'calmo' ainda permita pegar esses caras menos agressivos e tentar fazer eles pensarem.

Alias, ontem conversando com uma amiga por skype, descobri que ela é Feminista e a varios anos chegou a tentar dialogar com o pessoal do Sanctus (ela demonstrou estar mais aberta as experiencias antropológicas do que eu sonhava que era), justamente por preferir o dialogo. Ela ainda falou rindo de que eles ao menos se davam ao trabalho de dialogar, ao contrario dos misóginos declarados que simplesmente ofendiam e trolavam.
Mas isso foi antes deles mostrarem o que estavam dispostos a fazer.

'-'

Sonado Alaikor disse...

Não sei o que dizer a este respeito Sara, sou um pouco ponderado demais em dados momentos, minha visão de transformação processual é criticada por outros anarquistas pelo mesmo motivo.

Sonado Alaikor disse...

Tyler, não chega a ser assim. Culturalmente o homem nunca deu a importância devida a fatores cruciais de sua saúde, justamente por machismos em sua criação.
Há mais programas de saude femininos por este motivo, mas é um processo que esta mudando. Há já varias campanhas pró saudo do homem, justamente por se constatar esse numero alarmante de homens com problemas psiquiátricos e com mortes por doenças que poderiam ser tratadas.
Mas é justamente pela luta contra o machismo que se tem alcançado esse preceito.
Há ainda a grande quantidade de morte entre jovens homens, por transito imprudente que é problema educacional e por violência urbana, que é fruto da falta de respeito pela integridade física do jovem homem, ainda atrelada ao infante necessário para a guerra, um pensamento que se não for mudado em nossa sociedade, vai manter a criação de cabeçudos que se esfaqueiam para provar seus culhões.

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