sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

MÃE, VOCÊ SABE O QUE O SEU FILHO ESCREVE NA INTERNET?

A Luana, que assina o blog A Feminista Vaidosa, quer criar uma campanha para conscientizar as mães que têm filhos machistas.
 
Vejo muitos comentários de garotos de 10 a 16 anos atacando páginas feministas no Facebook. Eles usam discursos de estuprador, fazem apologia ao feminicídio e à violência contra a mulher, e eu fico pensando: esses caras têm mãe?
Imagina a tristeza que deve sentir uma mãe que carregou o filho durante nove meses, educou, tratou bem, deu ótimos conselhos, sustentou ou ajuda a sustentar, e agora vê um filho homem passando a vergonha de fazer discursos misóginos online.
Fico pensando também: qual é o motivo do ódio que esses meninos têm das mulheres?
Será que jogos violentos como GTA influenciam o menino a fazer discurso de ódio contra as mulheres?
Um dia desses eu vi alguns comentários de pura misoginia. 
Cliquei no perfil do garoto que fez um  discurso que simulava a fala de um estuprador. Tinha a mãe dele no perfil. Eu fiz uma postagem de denúncia do perfil do moleque misógino e enviaram os prints do discurso de ódio pra mãe e pra tia dele. Resultado: a mãe dele conversou com ele e deixou um comentário pedindo desculpas pelo comportamento do filho. Quero que outras mães sigam o exemplo desta mãe.
Por que estou falando isso? Porque, querendo ou não, as mães continuam sendo grandes responsáveis pelos filhos. Há pais que praticamente não ligam pros filhos. E há pais que são machistas mesmo, que querem apenas que o filho "seja homem" pegando mulheres e sendo rudes, enquanto querem que a filha mulher seja recatada, frágil e do lar. A culpa não é da mãe, mas sim do pai machista que cria os seus filhos homens muito machistas e demostra que pra "virar homem" é preciso ser misógino.
O Brasil é um dos piores países para ser menina porque a cada hora uma mulher é morta pelo seu companheiro, a cada minuto uma mulher é agredida, a cada segundo uma mulher é xingada e humilhada por um desconhecido. Os meninos não ligam para essa realidade. As mães devem mostrar a realidade para os seus filhos.
Os meninos deveriam saber que vieram do útero de uma mulher, não de alguém que (dizem) veio da costela de Adão.
As mães devem ensinar para os filhos homens que mulher nao é empregada doméstica à disposição do pequeno amo. Meninos precisam aprender desde cedo a limpar a própria sujeira. Devem saber que tarefas domésticas não são exclusividade feminina. Afinal, a imensa maioria dos meninos também têm mãos e essas mãos devem servir pra alguma outra coisa além de bater punheta a toda hora e digitar merda nas redes sociais.
E as mães deveriam ver de vez em quando o que os seus filhos menores de idade escrevem nos comentários de blogs e páginas de Facebook, principalmente nas páginas feministas. Provavelmente essas mães não sabem que o machismo e a misogina estão bem ao seu lado, dormindo sob o mesmo teto.
Pode ser perigoso. Meninos que fazem esses tipos de comentários podem se tornar assassinos, agressores de mulheres, ou estupradores amanhã. O discurso não vem descolado de todo um padrão de comportamento. E cabe (também) à mãe, que tem ou deveria ter alguma posição de autoridade sobre o filho, e que ainda o está educando, saber o que o garoto diz e escreve sobre mulheres.

97 comentários:

Rael Sill disse...

Acredito que a educação dos pais é muito importante na formação de seus filhos como cidadães, mas também acho injusto apenas colocar a culpa nos pais. Conheço muitas pessoas que tiveram excelentes criações e acabaram se tornando pessoas que compartilham ódio nas redes, nas ruas e etc. Amei a públicação :)


Blog: http://obaucultural.blogspot.com.br/

Anônimo disse...

alguém tem que avisar essa moça que ela está sendo transfóbica.

tem que por TW antes ou evitar a palavra que começa com m.

http://www.telegraph.co.uk/news/2017/01/29/dont-call-pregnant-women-expectant-mothers-might-offend-transgender/

Anônimo disse...

QUANTA POESIA: "Afinal, a imensa maioria dos meninos também têm mãos e essas mãos devem servir pra alguma outra coisa além de bater punheta a toda hora e digitar merda nas redes sociais."

Anônimo disse...

"Fico pensando também: qual é o motivo do ódio que esses meninos têm das mulheres?
Será que jogos violentos como GTA influenciam o menino a fazer discurso de ódio contra as mulheres?"

parece que a autora desse post não mora no Brasil ou vive presa numa redoma de vidro.culpar os jogos e o caminho mais facil e o bode expiatorio perfeito para nivelar por baixo nossos problemas,né?

aconselho a autora do post a assistir programas apelativos como "panico na band", a novela "malhação" e ouvir mais musicas de funk como deu onda, malandramente, baile de favela.dai voce vai ver que machismo, sexismo, misoginia,whatever e algo compartilhado,curtido,tolerado,estimulado e, o pior,com o selo de "cultura e lazer".enquanto deveriamos ter um modo de lazer mais saudavel e uma cultura mais edificante.

a respostas que voce quer tá ai:a "cultura" brasileira é machista,retrograda,violenta,conservadora,hipocrita,vergonhosa,degradante,misogina.

em suma:um lixo!

Anônimo disse...

Lola falar mãe agora faz de vc uma pessoas transfóbica e preconceituosa, se desconstrua por favor

Anônimo disse...

13:14

mulher falando merda e punheta não pode, né? tsc tsc


mas falando sério, acho que essas mães estão muito lerdas mesmo, não prestam atenção nos filhos, onde já se viu deixar que os filhos adolescentes façam isso?

os pais tá certo, não dá pra cobrar os pais porque eles são ausentes ou machistas, mas essas mães, hein? podiam bem usar o tempo que sobra depois trabalhar fora, fazer comida, lavar roupa, limpar etc, pra cuidar do que os lindinhos estão fazendo na internet. além disso, a gente sabe que mães tem todo o poder de veto sobre filhos adolescentes e que eles só fazem o que elas deixam.

na verdade acho que a gente podia parar tudo agora e começar a lutar contra as verdadeiras culpadas de tudo: as mães dos machos. mais uma culpa nas costas delas não vai fazer mal, elas já estão acostumadas.

Anônimo disse...

Além de comentários racistas tbm, pois a maioria dos misóginos são racistas.

Anônimo disse...

"alguém tem que avisar essa moça que ela está sendo transfóbica.

tem que por TW antes ou evitar a palavra que começa com m."

Céus, as pessoas estão ficando loucas e não estão se dando conta.

Alícia

Rafael Cherem disse...

Gente, não é o game, por favor vamos parar com isso.

Ótima iniciativa, e tem de começar cedo.

A figura paterna é extremamente importante na formação dos filhos,no sentido que a referencia masculina influi na formação dos garotos, o primeiro exemplo é do pai, figura essa rechaçada cada vez mais, sem nenhum respeito dentro de casa,ou seja, sobra tudo para as mães.

Anônimo disse...

Excelente texto. Lola, vais se manifestar sobre as reações à morte de Marisa? Gostaria muito de ler, mas entendo se não puderes. Luana, lindo nome e valeu pelo texto! Abraços para as duas ;)

titia disse...

Pois é, educar é muito complicado e dá trabalho, um monte de gente devia ter pensado nisso antes de sair por aí botando machistinha no mundo. Digo e repito aos dez ventos: ser mãe não é só carregar na barriga e parir, ser pai não é só levar pra jogar futebol. Ser mãe e pai é ralar, se esforçar, é trabalho 24 horas por dia sem feriado e sem folgas - ou seja, é só pra quem está disposto a botar as mãos na massa e suar MUITO pra criar um ser humano decente (se você fez o seu melhor e ainda assim o filho saiu uma alma sebosa, aí já não é responsabilidade sua; chega um ponto em que todo mundo tem que formar o próprio caráter). Mas que graça tem ralar, né? Mais fácil posar de paizão ou mãezona de facebook e exigir que os outros façam o seu trabalho, ou que o moleque aprenda por telepatia.

12:34 nunca conheci nesse blog uma mulher trans que tivesse problemas coma dedicação de espaço às pautas comuns de mulheres cis, tipo gravidez. Ah, e não esqueçamos que mãe não é só quem carregou no bucho, ou seja, esse post também é pras mulheres trans que adotaram ou que transicionaram depois de ter filho.

Anônimo disse...

"alguém tem que avisar essa moça que ela está sendo transfóbica.

tem que por TW antes ou evitar a palavra que começa com m.

http://www.telegraph.co.uk/news/2017/01/29/dont-call-pregnant-women-expectant-mothers-might-offend-transgender/

3 de fevereiro de 2017 12:34"

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Finalmente o Facebook chegou à vida real então. Porque não são poucos os grupos feministas em que falar de aborto, menstruação, maternidade e contracepção de repente viraram um grande problema.

Mas chamar vagina de "buraco frontal" tá tranquilaço.

Anônimo disse...

ai q chatice, a moderação voltou

Anônimo disse...

não sei o q é pior, se a SS q apaga todo comentário q ela não gosta

ou a Lola q transforma esse ambiente num marasmo total

Anônimo disse...

Isso de dedurar para a mãe pode servir para uma série de possibilidades:

- ela saber o que tem dentro de casa e daí sair uma conversa e uma postura de responsabilização e acompanhamento desse filho
- ela já saber o que tem em casa e culpar o pai, a sociedade, os amigos, a escola, a internet, todo mundo enfim
- pra ela se sentir humilhada e sair defendendo o anjinho
- também por humilhação, sair se desculpando
- pro João Victor passar 15 dias sem o Xbox
- E T C

Não sou contra fazer mas já vi backfire acontecer por conta disso, mais de uma vez, porque como já dizia o filósofo chinês: a socialização é foda e no fim é pra mãe que sobra tudo, até as cobranças pelo comportamento dos homens.

Anônimo disse...

14:02 mas a culpa disso é dos próprios omens q são ogros ou abusadores sexuais

Anônimo disse...

video games influenciam sim, é claro

assim como a tv, o rádio, o livro, etc. tudo ao nosso redor exerce influência, não estamos livre dela, nem se nos enclausurarmos numa montanha, a natureza, a atmosfera e o universo influenciam tb, passamos a vida inteira, desde o primeiro dia da fecundação, sendo influenciados, eu não entendo o mal q as pessoas veem nisso, nas influências, elas são parte da vida nesse galáxia e ponto final

agora o problema é q tipo de influência, se for uma influência negativa, ela tem q ser combatida sim, como ocorreu durante toda a história da humanidade, influências ruins sendo superadas e esquecidas, é o q deve acontecer, e video games não estão isentos disso, ainda mais esses: gta, god of war, etc. recheados de misoginia pra ng botar defeito, parece até q a indústria dos jogos tem a misoginia no seu dna, não é possível, vcs conhecem a Anita Sarkesian, ela salientou isso, expôs a verdade e foi até ameaçada de morte, tudo pq falou uma simples verdade: indústria dos games = misoginia

E aliás, os videojogos influenciam muito mais q programas de tv, pq na tv ou cinema, vc é um mero expectador, passa um tempo e aquilo evapora da sua mente, no videogame não, vc passa DIAS jogando o mesmo jogo (preconceituoso) e aquilo impregna na sua mente, te vicia, enfim, jogos eletrônicos merecem ser revistos e criticados SIM, não pensem q exercem pouca influência, exercem bem mais q livros, tv ou rádio, por exemplo, por todos essas razões q eu citei

Anônimo disse...

14:27 o marasmo é pior

a supressão do debate q essa moderação causa é lamentável

Anônimo disse...

Teoria queer
Gêneros de tumblr
Transativismo

ah, vão a merda

Anônimo disse...

Se as mães disserem isso para os filhos ops, os comentários desse blog acabam.

Anônimo disse...

titia:

ou vc é feminista ou culpa mães pelo machismo. os dois não dá.

"pais e mães ralam...¨ hahahaha mães se arrebentam, se prostituem, pra dar comida pros filhos. pais (não me venham com as exceções, vamos focar na regra geral) tiram da boca dos filhos pra ceva com os amigos.

façam-me o favor. culpar mães, considerando o sistema de maternidade compulsória, maternidade na adolescência (meninas de 12 grávidas de homens de 20), casamento infantil!

sério, vão trocar umas fraldas! de verdade, se ofereçam pra ajudar mães. gente pra cagar regra, apontar o dedo e dizer o quanto mães estão erradas tem que chegue. tem mais do que o necessário, experimentem sair com uma criança pequena na rua pra ver a quantidade de "dicas" por minuto!

chamem isso aí que estão fazendo do que quiserem, mas é um insulto um "feminismo' culpabilizador de mães.

Jaynne Santos disse...

Texto mais que válido!
As crianças estão tendo acesso as redes sociais cada vez mais novas, o que na minha opinião é extremamente desnecessário. Mas, aos pais que permitem é necessário um acompanhamento para verificar o que o filho(a) está "aprontando".
Acredito que a educação machista tem diminuído bastante, mas ainda existe, infelizmente.
Amei seu blog.

Se quiser conhecer nosso cantinho acabamos de criar um blog voltado para o empoderamento e universo feminino: bellalua.blogspot.com.br

Até mais!

Anônimo disse...

Será que os cara matam as mulher só por ela ser mulher ou será que é pq a mulher tava traindo o cara e depois quer divorciar, ficar com os filhos e ainda embolsar uma pensão pro resto da vida?

Anônimo disse...



a) Lola gostaria de sugerir um post sobre o programa feminista comandada pela Fernanda Lima na globo eu gostei.

b) Lola sou fã das paginas feministas Não me Khalo e Feminismo sem demagogia é realmente muito chato estes moleques se metendo na conversa querendo zoar e escrevem coisas horriveis acho certo conectar os pais

Fabianaaaa disse...

A industria do game tem muito produto machista sim, mas tem produto machista em tudo que é lugar. Resident Evil é uma das sagas mais famosas do mundo gamer e nunca teve uma apologia machista sequer, não entre os que eu joguei pelo menos. Sendo que o primeiro veio no começo dos anos 90, quando pouca gente botava tanta fé nos games. Nos Resident Evil 0, 1, 2 e 5, temos dois personagens que podemos controlar, um homem e uma mulher, e ambos são igualmente fortes e durões. No 3 jogamos apenas com a Jill e ela tem que enfrentar o monstro mais intimidador de todo o RE praticamente sozinha, o Nemesis. E no Code Veronica que é de longe o melhor na minha opinião, onde primeiro jogamos com a Claire e depois com o irmão dela, o Chris, contra os gêmeos Alfred e Alexia Ashford. esse aí só jogando pra comprovar, preguiça de dizer os n motivos por ele ser o melhor rs, ele é uma obra prima totalmente subestimada. Pra mim a série deixou de ser boa já faz um tempo, mas esses que citei eu recomendo. Enfim tem muito jogo não-machista na indústria dos games, incluindo uns muito famosos, qualquer um familiarizado com videogame sabe citar pelo menos um ou dois. Por isso que dizer que tá no DNA dessa indústria eu acho exagero, claro que Tomb Raider se fez com a ajuda de fanservice, mas jamais manteria em pé até hoje se fosse machista. Não é bom generalizar, pq quem procura sempre acha, se vc falar que todo game é machista vai ver coisa machista onde não tem, se falar que todos são feministas provavelmente vai encontrar um detalhe ou outro feminista até em jogo tipo God of War. Mas que tem muito jogo que mostra homem e mulher de forma sadia e normal sem levantar bandeira tem aos montes, digo isso como uma pessoa que cresceu no meio de videogames (fliperama, nintendo, flash games, ps1-ps4 e até aqueles text game pra mobile rs).

Anônimo disse...

"...agora o problema é q tipo de influência, se for uma influência negativa, ela tem q ser combatida sim, como ocorreu durante toda a história da humanidade, influências ruins sendo superadas e esquecidas..."

também acho.por isso sou a favor de acabar com "os pancadoes",os "funks proibidoes"etc.mas,no Brasil,isso e impossivel.Pois, as influencias negativas ao inves de serem combatidas,são incentivadas.

"...parece até q a indústria dos jogos tem a misoginia no seu dna,..."

parece que o modus operandi de muitas feministas e combater generalizaçoes com generalizaçoes.existem muitos jogoss com tematicas pesadas.mas, a maioria deles são feitos para adultos,não para crianças.dai os pais permitem as crianças jogarem...fazer o que?.
mas,existem também muitos jogos infantis,sem apelaçao,sem baixaria, que podem passar de boa!

"tudo pq falou uma simples verdade: indústria dos games = misoginia"

funk proibidao = misoginia.
sertanejo universitario = misoginia.
"baile de favela","deu onda","malandramente" = sexismo,misoginia,estimulo a cultura do estupro.
forro eletronico = misoginia,machismo.
novelas da globo = misoginia,racismo,machismo,sexismo,cultura do estupro etc

mas,segundo Anita Sarkesian,o problema do mundo sao os video games.então façamos o seguinte:vamos acabar com os video games e o mundo sera um lugar cor-de-rosa,onde todos serão felizes e andarão abraçados.não havera guerra,nem fome,dor ou miseria.pronto!todos os problemas do mundo serão resolvidos.

como disseram ai em cima:o video game esta sendo usado como bode expiatorio.

Anônimo disse...

Primeiro - eu acho que a coisa toda deveria começar ANTES da concepção - refletir e se perguntar mil vezes - posso ter um filho? Tenho condições pra isso (e antes que comecem os aneurismas e ataques de epilepsia - Não ESTOU FALANDO DE DINHEIRO)? Por que quero ter filhos? - Mas né, deuzulivre pedir pra alguém pensar ANTES de ter filhos... demônio fascista, genocida, tudofóbico, eugenista!!!

Segundo - Justamente por que o o primeiro ponto é um tabu indiscutível, as pessoas colocam crianças no mundo pra servir de bucha de canhão. Muitos procriadores não se dão mais nem o trabalho de ensinar os três fundamentos da vida em civilização - Por favor, com licença e obrigada. E se revoltam quando a escola não dá conta e manda os "pobres cordeirinhos injustiçados vítimas inocente do mundo adultocentrico" pra casa com uma suspensão.

Terceiro - Eu acredito que a educação que se recebe em casa é fundamental pra formar pessoas, independente da conformação familiar. Também acho, ao contrário de inúmeras feministas, que as mulheres tem um papel chave na propagação do machismo e logo, na quebra do ciclo de misoginia. Mas é extremamente injusto jogar a culpa SOMENTE na mãe. É o mesmo chorume de sempre - dos terremotos, passando pelos estupros, a crise financeira, as guerras - TUDO é culpa das mulheres...
Não dá pra simplesmente ignorar que vivemos num mundo extremamente misógino, que promove lavagem cerebral desde a vida intrauterina, que nos ensina a nos odiarmos e odiarmos as outras e glorificar o masculino. Mesmo quando o masculino nos estupra, mutila e mata...

Jane Doe

Anônimo disse...

17:59 queridO, já vi q vc é gamefã, um gamerboy fanático q não aceita críticas aos seus joguinhos, se ofende com qualquer coisa q seja contra os gueimes e ainda vive na defensiva apontando os erros das outras indústrias numa tentativa inútil de expiar os pecados da (indústria) dos jogos, ah me poupe

eu posso ter exagerado em dizer q 100% dos jogos sejam machistas/misóginos, tá, pode ser q nem todos, pode ser q haja alguns q não sejam machistas ou q alguns sejam até feministas, mas é minoria né, além do fato de q a grande massa q consome esses produtos, vc incluso, são nerds machistas proto-mascus, isso contribui para a fama do mundo dos jogos. Um exemplo disso foi o caso da Anita Sarkesian, em q... não, não precisa fazer espantalho nenhum dela, seu cínico, o problema do mundo não os jogos eletrônicos, ela apenas dizia o óbvio: "o GTA é um jogo machista", e por causa disso ameaçaram lançar bomba no local onde ela iria discursar. Se vcs acham q as feministas são "autoritárias", experimenta contrariar os nerds/gamers machistas

E repetindo, jogos influenciam muito mais q televisão, cinema, livros ou música, por quê... repetindo, vc joga o mesmo jogo por vários dias, vc interage com o produto e aquilo q aparece no jogo vai impregnando na sua mente, vc vai ficando viciado naquilo. A influência q um game exerce se comparado ao da tv, por exemplo, é maior. Por isso a revisão na indústria dos jogos deve ser levada muito a sério

Anônimo disse...

Pra vcs terem uma noção de como a influência de um jogo eletrônico é superior:

Quem joga geralmente passa horas e algumas pessoas até ficam o dia inteiro jogando
Quem assiste a um filme no cinema ou uma novela, no geral, passam no máximo 2 horas

Além de passarem um bom tempo do dia jogando, ainda é o mesmo jogo, isto é, passam horas seguidas ou até DIAS um após o outro viciados no MESMO jogo
Só uma pessoa retardada assiste a um mesmo filme ou à um mesmo episódio de série um milhão de vezes seguidas

Os jogadores interagem com o produto e imergem no universo do mesmo, passam a viver a realidade virtual q o game oferece
Num cinema, numa tv ou num teatro, as pessoas são meros expectadores

Passa-se alguns dias e o grosso das informações passadas pela tv, cinema, música ou teatro evaporam, a dos games não, impregnam e viciam

Com isso eu não quero dizer q se deva proibir os games, e sim q... por causa do alto teor influenciatório desse produto, q é superior à qualquer outra mídia, tem-se q ter cuidado, assim como se tem um milhão de cuidados com o q é veiculado na tv, em video game esse cuidado deve ser elevado ao cubo, e não, não estou dizendo pra proibir os jogos para maiores de 18, pode continuar havendo os games para adultos, é algo muito mais universal: preconceito e discriminação contra minorias, misoginia, machismo e racismo devem ser rechaçados, jogos como gta devem ser rechaçados

Por isso 17:59, não adianta sofismar e nem criar espantalhos

titia disse...

15:51 talvez eu não tenha me expressado bem, mas quando eu falo que ser pai e mãe é pra ralar, o que eu quero dizer é que pai não tem que ficar com o rabo pro alto enquanto a mãe se rala sozinha; é pra ele ir lá sujar as mãos, suar, sangrar e chorar pra criar o filho tanto quanto a mãe. E que as mães que não ligam pra criar filho e deixam pra babá ou pra TV cuidar - elas existem - tem que cuidar sim. Eu desprezo essa "paternidade" fácil que se resume a correr das fraldas e birras, pagar uma merreca de pensão enquanto vê o filho nos fins de semana (ainda mais quando quem cuida é a madrasta, a tia, a irmã ou a avó) e postar foto de paizão no facebook. Ou o cara que some do mapa quando o bebê nasce e quando o filho já está adulto, depois que a mulher já se FODEU TODA pra criar SOZINHA, resolve que quer se "reaproximar", "compensar o tempo perdido" (quer um trouxa pra pagar as contas, limpar as merdas que ele fez e cuidar dele quando ficar velho). Sei muito bem que as mães tão se ferrando sozinhas pra criar filho, e minhas cobranças não são pra essas mulheres. São pras que não cuidam e pros vagabundos que acham que dar uma mamadeira a cada dois dias e trocar uma fralda por mês ou pagar pensão merreca é paternidade.

Rodolfo Abrantes disse...

Desculpa mais esse mesmo conteúdo áudio/televisivo se encontra em vários outros locais pelo mundo a fora. Não é exclusividade dá cultura brasileira.

Rodolfo Abrantes disse...

Além dá mãe educar deve haver uma punição. O grande problema desses garotos é justamente a certeza dá impunidade. Eles sabem que nada irar acontecer por serem adolescente por tanto acham que tem liberdade para escrever o que bem entendem na internet.

Agora é Se uma mãe ou pai que já conversou inumeras vezes com seu filho a esse respeito, é o mesmo não muda seu comportamento? O que fazer?

Anônimo disse...

Te vejo em Curitiba dia 7, Dolores. Não se esquece, tá.

Anônimo disse...

"17:59 queridO, já vi q vc é gamefã, um gamerboy fanático q não aceita críticas aos seus joguinhos, se ofende com qualquer coisa q seja contra os gueimes e ainda vive na defensiva apontando os erros das outras indústrias numa tentativa inútil de expiar os pecados da (indústria) dos jogos, ah me poupe

eu posso ter exagerado em dizer q 100% dos jogos sejam machistas/misóginos, tá, pode ser q nem todos, pode ser q haja alguns q não sejam machistas ou q alguns sejam até feministas, mas é minoria né, além do fato de q a grande massa q consome esses produtos, vc incluso, são nerds machistas proto-mascus, isso contribui para a fama do mundo dos jogos. Um exemplo disso foi o caso da Anita Sarkesian, em q... não, não precisa fazer espantalho nenhum dela, seu cínico, o problema do mundo não os jogos eletrônicos, ela apenas dizia o óbvio: "o GTA é um jogo machista", e por causa disso ameaçaram lançar bomba no local onde ela iria discursar. Se vcs acham q as feministas são "autoritárias", experimenta contrariar os nerds/gamers machistas

E repetindo, jogos influenciam muito mais q televisão, cinema, livros ou música, por quê... repetindo, vc joga o mesmo jogo por vários dias, vc interage com o produto e aquilo q aparece no jogo vai impregnando na sua mente, vc vai ficando viciado naquilo. A influência q um game exerce se comparado ao da tv, por exemplo, é maior. Por isso a revisão na indústria dos jogos deve ser levada muito a sério"

meu amor como vc sabe se eu sou ou não um nerd machista proto-mascu?vc sabe se sou homem ou mulher?vc acha que mulheres não jogam video game?

alias,nem gta eu jogo.meus jogos preferidos são Kingdom Hearts e League of Legends.vc se ofendeu a toa!

outra coisa:não sou gamerboy fanatico.no meu comentario,deixei claro que reconhecia que muitos jogos tem um conteudo pesado e ate inadequado para certas faixas etarias.mas,acho que vc não leu.vou destacar aqui em baixo pra ver se vc enxerga:

"parece que o modus operandi de muitas feministas e combater generalizaçoes com generalizaçoes.existem muitos jogoss com tematicas pesadas.mas, a maioria deles são feitos para adultos,não para crianças.dai os pais permitem as crianças jogarem...fazer o que?.
mas,existem também muitos jogos infantis,sem apelaçao,sem baixaria, que podem passar de boa!"

pelo visto vc nem leu e nem entendeu o que escrevi.

não gosto muito de textoes.por isso,vou tentar resumir o meu pensamento dessa vez:

AS CRIANÇAS JOGAM GTA POR QUE OS PAIS DEIXAM!

Existem muitos jogos no mercado com conteudo violento e pornografico.mas,são proibidos para menores de 18 anos.eles ja vem com o selo com a classificação indicativa.reconheço novamente que o que vc escreveu e verdade.mas,vc não entendeu que eu não estava defendendo o conteudo nocivo dos jogos e sim criticando a tolerãncia, a permissividade e o estimulo que a sociedade e os pais tem com o conteudo nocivo de todas as midias!


Anônimo disse...

03:02 mas nós estamos falando de video game, rapaz

apelar em apontar os erros das outras mídias é desespero

no fim, quem fica parecendo um generalizador é vc

fica a dica

Miriam Andrade disse...

Bom, como já havia explicado em posts anteriores, eu estou criando um garoto de uma forma feminista, e até agora, tive (na minha modesta opinião de mãe, se bem que mãe falando é meio suspeito rsrs) excelentes resultados.

Sei muito bem o que ele posta online; Acompanho-o em todas as mídias sociais, inclusive escolho o que ele pode ou não curtir no Facebook. Qualquer fonte/comentario/like que ele faça que eu julgue ser machista, exijo uma explicação do menino e ai dele quando não me obedecer. Já o deixei de castigo por um mês por fazer piadinhas machistas com o amiguinho de escola, e exclui a pagina pessoal dele.

Concordo com o post, jogos influenciam muito a personalidade dos garotos. Por isto nunca o deixei jogar nada violento (o que virtualmente acaba incluindo quase todos os jogos).
E tem muito jogo racista, também! Tinha esse simulador de lego em tamanho real, se passando por jogo infantil de construção, que ele costumava jogar e que não parecia ruim; Mas quando notei, vi que no joguinho aparecia uns homens negros toda noite que vinham roubar as casas dos jogadores(representados por homens brancos de olhos azuis) que não estivessem iluminadas.
Não somente isso, o jogo também era anti-semita, pois quando você encontra um vilarejo dentro do jogo, os moradores tinham todo o estereotipo do povo Judeu: nariz grande, falavam uma língua ininteligível, são protegidos por um Golem e de quebra, cobravam extremamente caro por coisas vendidas no vilarejo.

Portanto, olho vivo, meninas, pois todo cuidado é pouco quando se trata de criar um menino! Não deixem seus futuros homens virarem meros omis.

Anônimo disse...

Chato é aguentar os comentários que fazem os nossos olhos doerem, né ?

Anônimo disse...

Por que em média 9 entre 10 analfabetos funcionais estão ultimamente colocando acento agudo na preposição "da" (usando "dá" no lugar de "da")??

Kant disse...

você não acha importante também ensinar as mulheres a não se envolverem com homens por causa de dinheiro e fama.
O que eu mais vejo por ai é feministas sonhando em casar com gringo de pais de primeiro mundo. Eu acho engraçado uma mulher que fica se gabando de ter saído com um cara com uma profissão de status, tipo um advogado na juventude, e acha a prostituição algo que não deveria existir. É importante ressaltar que é uma grande mentira que feministas se importam com garotas de programa, se vocês se importassem com as garotas de programa não iriam querer proibi-las de exerce a profissão delas. O problema é que vocês acreditam que vagina tem que ser usada como ferramenta política, então vocês precisam tirar elas do caminho usando o famoso vitimismo da esquerda.

Fabianaaaa disse...

Jogo pode até influenciar, mas não é como se a gente virasse um maníaco homicida ou entrasse numa firma de assassinos de aluguel porque num jogo parece legal. Meu irmão mais novo tinha uns 10 ou 11 anos quando viciou nos dois jogos Manhunt, e nunca saiu por aí com uma garrafa quebrada pra enfiar no pescoço de alguém suspeito. Com certeza Manhunt não era pra idade dele na época, mas meus pais sempre foram muito liberais, a gente tava exposto a coisa de adulto todo o dia. E os videogames foram como uma válvula de escape, algo bem positivo considerando que hoje somos fluentes em inglês em grande parte graças ao videogame. Deve influenciar quem já é doente da cabeça e não conversa com outras pessoas, mas quase sempre essa influência de agir como se estivesse num jogo passa batido na maioria das pessoas. Pra mim é sempre o tipo de pessoa que você convive que vai influenciar mais uma pessoa, raramente o produto que ela consume. É o velho ditado "diga-me com quem andas e te direi quem és"; gente que confunde fantasia com realidade são poucas, gente maria-vai-com-as-outras tem aos montes.

Anônimo disse...

"Sei muito bem o que ele posta online; Acompanho-o em todas as mídias sociais, inclusive escolho o que ele pode ou não curtir no Facebook. Qualquer fonte/comentario/like que ele faça que eu julgue ser machista, exijo uma explicação do menino e ai dele quando não me obedecer. "

Lá vem aloka (aposto 10 simoleons que é "o loko") do fanfic de novo aff

Anônimo disse...

"no fim é pra mãe que sobra tudo, até as cobranças pelo comportamento dos homens."

Fora que mulher faz filho com o dedo ne.

Não basta jogar nela a responsabilidade do maucaratismo do filho, na hora de exigir uma atitude é da mãe que cobram. Porque só as mães deveriam, deveriam, deveriam.

A maioria desses mascus adultos mais famosos literalmente moram com a mãe e são sustentados por elas. Literalmente mesmo. Não vejo nenhuma oferta de ajuda, orientação, acolhimento pra essas mulheres, nessa hora parece até que deixa de ser mulher, não? Mais fácil que se apoie uma trans espancadora de idosa do que uma mãe que no fim da vida tá com esse problema pra resolver sozinha porque quem pariu Matheus o que embale.

Tá certinho, parabéns a todxs xs xnvxlvxdxs (#pracegoler: "parabéns a todos os envolvidos", escrito em novilíngua)

Só as mães deveriam, o resto pode ficar só olhando que tá tranquilo.

Anônimo disse...

"Anônimo disse...
03:02 mas nós estamos falando de video game, rapaz

apelar em apontar os erros das outras mídias é desespero

no fim, quem fica parecendo um generalizador é vc

fica a dica"

baby eu não estou "apelando em apontar os erros das outras midias".

eu estou apenas mostrando que conteudo potencialmente nocivo esta presente em todas as midias.

video game e so mais uma dessas muitas midias.

por isso,achar que o problema e o video game e usar essa midia como bode expiatorio.

ate por que nos meus comentarios eu reconheci os erros do video game como midia.

jogos com conteudo potencialmente nocivo,como gta,são feitos para o publico adulto.eles vem com o selo de classificaçao indicativa para maiores de 18.

o problema e que ,a permissividade dos pais e da sociedade , torna esse tipo de conteudo facilmente acessivel para crianças e adolescentes.

voce chega em qualquer lan house e ver crianças jogando gta e assistindo pornografia na frente dos adultos.E eles simplesmente não fazem nada.

Anônimo disse...

"Anônimo disse...
03:02 mas nós estamos falando de video game, rapaz

apelar em apontar os erros das outras mídias é desespero

no fim, quem fica parecendo um generalizador é vc

fica a dica"

baby eu não estou "apelando em apontar os erros das outras midias".

eu estou apenas mostrando que conteudo potencialmente nocivo esta presente em todas as midias.

video game e so mais uma dessas muitas midias.

por isso,achar que o problema e o video game e usar essa midia como bode expiatorio.

ate por que nos meus comentarios eu reconheci os erros do video game como midia.

jogos com conteudo potencialmente nocivo,como gta,são feitos para o publico adulto.eles vem com o selo de classificaçao indicativa para maiores de 18.

o problema e que ,a permissividade dos pais e da sociedade , torna esse tipo de conteudo facilmente acessivel para crianças e adolescentes.

voce chega em qualquer lan house e ver crianças jogando gta e assistindo pornografia na frente dos adultos.E eles simplesmente não fazem nada.

Anônimo disse...

"O que eu mais vejo por ai é feministas sonhando em casar com gringo de pais de primeiro mundo. "

È mesmo? Você é realmente uma pessoa muito ocupada pra fazer um levantamento disso com todas as feministas que vê pela frente, qual a sua metodologia? Quem está orientando sua tese? Quando ficar pronta, não deixe de postar os dados aqui.

Anônimo disse...

Eu era viciada em The Sims, tanto que até hoje não posso ver uma piscina que mando todo mundo entrar nela e corro tirar a escadinha.

Anônimo disse...

14:04 pode ser querida, mas o q eu tô dizendo é q o video-game tem um poder de influência muito maior q as outras mídias convencionais (tv, cinema, música, etc.), esse é o meu ponto desde o início

e isso vale pra vc tb 14:44 (pq a lola publicou o seu comentário duplicado?), pra ver se vc entende de uma vez pq a preocupação com jogos eletrônicos é maior

Anônimo disse...

Jane Doe (2)

Não adianta mulherada,quem vai se fuder e se fuder gostoso tendo filhos são vocês.Parem de achar que homem vai dividir essa maternidade com vocês.Eles não tem essa empatia toda com o mito maternal,não.E parindo macho vocês terão uma disputa com o pai na hora da criação dele,ainda mais se a mulher for femnista e o marido machão.Você cria da melhor forma e o pai leva pra zona.

Anônimo disse...

(Viviane)
Miriam, você tem outro filho? Pelo o que me lembro de seus comentários anteriores, seu filho já era universitário e namorava uma trans. Ou eu estou enganada?

Miriam Andrade disse...

Oi Viviane!

Sim, é o mesmo, mas o meu filho só tem 16 anos, não entrou na universidade ainda, está se preparando pro ENEM. A unica universitária na estória (se é que dá pra chamar assim, já que a moça já tá no meio do mestrado) é a namorada do meu filho.

O que estou contando neste post (sobre saber o que seu filho faz na internet), se trata mais de como fiz pra educar meu filho, tipo, coisa de 4, 6 anos atrás, quando ele era uma criança, sabe?
Ora, você veja, para obter uma educação brilhante como um diamante, tive que fazer bastante pressão, tal qual uma maquina de fazer diamantes sintéticos faz com o Carbono. Já tive que bloquear muito absurdo, que esta sociedade misógina toma como normal, na vida do meu filho.

Mas, agora, não preciso mais fazer nada, meu filho é o maior lacrador que conheço = D

Anônimo disse...

Não basta jogar nela a responsabilidade do maucaratismo do filho, na hora de exigir uma atitude é da mãe que cobram. Porque só as mães deveriam, deveriam, deveriam.

Acho hiper estranho esse feminismo que age exatamente igual ao patriarcado.

Zrs disse...

Olha, infelizmente conheço boas mães, empoderadas, feministas, amáveis e sinceras, que tiveram cuidado na criação dos filhos, mas que os mesmos resolveram tomar outros caminhos, assumir outras ideologias, fazer o caminho inverso das mães ou mesmo pais.
Isso porque, claro, o mundo em que os filhos são criados é muito mais amplo, as referências são múltiplas, ainda que pais coloquem bons limites e debatam de forma aberta em casa. Também tem outro fator, a não ser que sejamos criados em uma sociedade tradicional (em que o processo é bem diferente), na sociedade ocidental, não é incomum filhxs (e netxs) tomarem rumos diferentes de suas mães e avós, quase que como uma marcação da diferença. Por isso não se espantem em ver filhxs de feministas sendo pessoas nada legais, e filhxs de mães submissas sendo maravilhosos feministas. Claro que a mãe deve estar de olho na formação dxs filhxs, mas não dá para botar a culpa no colo da mãe se o filho ou filha desandar.

Renata disse...

Ao anônimo que escreveu:
"a) Lola gostaria de sugerir um post sobre o programa feminista comandada pela Fernanda Lima na globo eu gostei."
Em 3 de fevereiro de 2017 17:19

Não sei porque você acha que aquela merda em forma de programa televisivo é feminista.
Eca.

Óia gente, fiquei muito tempo sem acompanhar os comentários aqui no blog porque virou antro de masculisnta e também porque não aguento mais esses comentários de libs. Chega a me enjoar.

Anônimo disse...

Essa é uma dúvida minha também, porra. É em todo lugar; Youtube, Twitter, Facebook, blogs, etc...

Tem também os que escrevem "Nóis/Nois" ao invés de "Nós".

Anônimo disse...

"a respostas que voce quer tá ai:a "cultura" brasileira é machista,retrograda,violenta,conservadora,hipocrita,vergonhosa,degradante,misogina.

em suma:um lixo!"

Bem, mesmo eu ainda sendo contra jogos que extrapolam o "limite" de violência, tenho que concordar com você,a cultura brasileira é um dos berços da misoginia.

Anônimo disse...

Os adeptos da teoria de gênero, também chamada Ideologia da Ausência de sexo, têm crescido bastante em várias partes do planeta, principalmente na Europa Ocidental e América do Norte, chegando até nós, brasileiros. Segundo essa ideia, o indivíduo não nasce nem como homem, nem como mulher. Nasce totalmente "neutro", e todas as diferenças femininas e masculinas, não passam de meras "construções sociais". E esse indivíduo, ao crescer, vai escolher se deseja ser homem, mulher ou até mesmo os dois (sim, eles realmente acreditam nisso.) Essa mesma teoria defende que não existem apenas dois gêneros, mas que existe algo que os ativistas chamam de pessoas "não-binárias".

Ricardo disse...

Espero que o dá seja por causa do corretor do celular. Sejamos otimistas

Anônimo disse...

A verdade dói

Anônimo disse...

Ficou doído só pq a autora falou mal de um joguinho (muito ruim por sinal)?

E ela escreveu "será" e não "com certeza"

Anônimo disse...

Sim. Todos os q fazem piadas machistas também fazem piadas racistas. E ainda fazem piadas c pedofilia.

E não estou sendo irônico

Anônimo disse...

Concordo. Ainda mais q a indústria d videogames é dominada por homens brancos heteros e voltada p esse mesmo nicho. Existem até feministas gamers q criticam a indústria. E 99% dos jogos q joguei são machistas.

Anônimo disse...

Querer dizer q resident evil não é machista é forçar a barra. No 4 vc tem q tomar conta d uma garota q só dá trabalho e tem uma mulher q luta c um vestido d decote e salto alto. E querer achar feminismo em god of war q tem "minigames sexuais" onde o protagonista tem q comer várias mulheres ao mesmo tempo é o cúmulo do ridículo

Anônimo disse...

Videogame não é o único problema, é um deles. Aceita q doi menos

Kant disse...

Oi gente, vocês podem me ajudar em uma pesquisa? Então, eu gostaria de saber porque que na maioria dos casais heterossexuais o homem sempre tem mais dinheiro que a mulher? Vocês conhecem quantos casais que a mulher ganha mais que o homem?

Anônimo disse...

(Viviane)

Acorda, não tem filho nenhum, é fanfic pura esimples.

Rodrigo Almeida disse...

Então Kant, serah q isso nao é pq mulheres escolhem homens com melhor situação financeira?

Não é difícil encontrar mulheres q estão apenas no começo da vida universitária e o companheiro ja tem uma vida profissional bem estabelecida.

Anônimo disse...

"O Brasil é um dos piores países para ser menina porque a cada hora uma mulher é morta pelo seu companheiro..."

De acordo com o texto, 8760 mulheres são mortas ao ano pelo seu companheiro (24 horas x 365 dias).

Mas, de acordo com estudos, 4.762 mulheres foram mortas em 2013, das quais 2.395 (50,3%) foram cometidas por familiares e, destes, 795 (33,2%) por parceiros ou ex-parceiros.

No texto há um aumento de mais que 10X no número de homicídios registrados.

De onde veio esses números?


Fontes:
"O estudo "Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres", divulgado nesta segunda-feira (9), mostra que 50,3% das mortes violentas de mulheres no Brasil são cometidas por familiares. Desse total, 33,2% são parceiros ou ex-parceiros."
(http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/11/503-dos-homicidios-de-mulheres-no-brasil-sao-cometidos-por-familiares.html)
(http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2015/MapaViolencia_2015_mulheres.pdf)

Anônimo disse...

Passei a minha infância e adolescência consumindo todos os "vilões" a que os moralistas costumam atribuir a origem do mal que existe no mundo: filmes de terror e gore, jogos violentos, literatura pesada, heavy-metal e seus subgêneros mais extremos. Meus pais nunca tentaram me impedir de ter contato com nenhum tipo de obra, por mais inapropriada que ela fosse para a minha idade de acordo com o senso comum. Não raras vezes eles mesmos (que são médicos e portanto pouco suscetíveis a se sensibilizarem com nudez, sangue e tripas) eram a minha companhia para ver filmes violentos: lembro-me bem de quando eles estavam assistindo "Braveheart", e eu, na épocasa com uns 6/7 anos, pedi para me juntar e assistir também, com o que eles consentiram, apenas me advertindo de que o filme tinha cenas bem violentas e que, se eu me sentisse desconfortável, deveria deixar a sala.

Ao invés de me isolar em uma bolha e tentar me proteger das influências "negativas", fabricando ao meu redor um micro-universo idealizado (e consequentemente falso) no qual todos os signos estivessem de acordo com os preceitos de alguma ideologia dogmática, meus pais me concederam absoluta liberdade para ver, ler, jogar e ouvir tudo o que eu quisesse. Reconheceram a minha autonomia, e sou muito grato por isso. Acho que essa é a postura mais adequada que se pode ter para a formação do caráter de uma criança, pois permite que ela satisfaça a sua curiosidade e, com isso, não cultive visões misteriosas e até mesmo místicas acerca da realidade.

Lamentavelmente, a orientação tida por politicamente correta caminha na direção oposta. Cada vez mais os pais vêem seus filhos como projetos que devem satisfazer objetivos previamente traçados. Querem filhos que tenham essa ou aquela aptidão, essa ou aquela preferência profissional, esse ou aquele gosto estético, e, por que não, essa ou aquela orientação ideologica. Em razão disso, esses pais fazem tudo em seu poder para limitar as experiências dos filhos a um campo de impressões e ideias que sejam coerentes com aquelas finalidades que eles mesmos traçaram para suas crianças-projeto.

A mim, isso parece monstruoso. Uma coisa que sempre me incomodou muito com relação à religião é a forma como ela é imposta às crianças desde a mais tenra idade, colocando barreiras ao ímpeto intelectual nas suas primeiras manifestações (que costumam vir na forma de curiosidade acerca de temas tidos como tabu). Com isso, macula-se irreversivelmente a capacidade de abstração, reflexão e análise crítica da criança, fechando-a em uma concepção de mundo que ela nem ao menos escolheu para si. Que aqueles que se dizem "progressistas" estejam pregando algo semelhante é algo que me surpreende de forma muito negativa. Não teremos indivíduos melhores (e tampouco mais inteligentes) mantendo as crianças fechadas em bolhas que criamos pra elas, afastando-as do exercício de discernir por elas mesmas a ficção da realidade. Só teremos pessoas mais alienadas e estúpidas.

Anônimo disse...

Quando a mãe vem a público pedir perdão pelo comportamento do filho, quem se arrependeu? Ela ou o filho?

Mulher não é filtro de homem.
Mulher não é responsável pelo comportamento de homem.
Mulher não tem que pedir desculpa pela cagada de um homem.
MULHER NÃO TEM QUE.

Bjos e de nada.

Anônimo disse...

"Oi gente, vocês podem me ajudar em uma pesquisa? Então, eu gostaria de saber porque que na maioria dos casais heterossexuais o homem sempre tem mais dinheiro que a mulher? Vocês conhecem quantos casais que a mulher ganha mais que o homem?"

Quais os dados que fundamentam sua presunção?
Quantos casais heterossexuais existem no Brasil, casados ou não (também não foi esclarecido qual seria o critério para "casal", se conta namoro, se contar a partir de quanto tempo ou se é aceita a variável das relações não formais/tradicionais) e qual o índice estatístico seguro para se considerar uma maioria?
O "ganhar mais" diz respeito a renda ativa trabalhada ou passivos/aposentadoria/pensão e outros rendimentos?


No aguardo do andamento da sua pesquisa.

Fabianaaaa disse...

Só adicionando pra quem respondeu meu comentário, eu ia citar o RE4, mas não por causa da Ashley (a tal donzela em perigo do jogo), mas por causa da Ada, que tem objetivos próprios, sendo uma espécie de antiheroína e importante para a história do 4, mas resolvi não citar simplesmente porque não jogamos com ela, (embora seja possível no 6) ao contrário de todo o resto (incluindo os spin-offs), em que jogamos com personagens femininas, com exceção apenas do 4 e do 7. E eu não falei em momento algum que a série era feminista, e sim disse que retratava, assim como vários outros jogos por aí, homens e mulheres de forma sadia. Quanto ao God Of War, eu disse que quem quiser ver algo vai achar mesmo que seja inexistente. É a tal da validação subjetiva e o viés de confirmação trabalhando juntos. Inclusive, dá pra fazer a mesma coisa com qualquer jogo do Resident Evil e arranjar motivos pra dizer que ele é machista... Por mais imbecis e pequenos que pareçam, juntas essas coisinhas podem pintar totalmente um jogo com outra cara no resultado final. Falei hora nenhuma GoW é feminista, sem ofensa, lê direito.

Fabianaaaa disse...

Concordo!

Kant disse...

Rodrigo Almeida disse...

Então Kant, serah q isso nao é pq mulheres escolhem homens com melhor situação financeira?

Não é difícil encontrar mulheres q estão apenas no começo da vida universitária e o companheiro ja tem uma vida profissional bem estabelecida.
6 de fevereiro de 2017 10:37

Kant
Eu concordo com você.

Kant disse...

Quais os dados que fundamentam sua presunção?
Quantos casais heterossexuais existem no Brasil, casados ou não (também não foi esclarecido qual seria o critério para "casal", se conta namoro, se contar a partir de quanto tempo ou se é aceita a variável das relações não formais/tradicionais) e qual o índice estatístico seguro para se considerar uma maioria?
O "ganhar mais" diz respeito a renda ativa trabalhada ou passivos/aposentadoria/pensão e outros rendimentos?


No aguardo do andamento da sua pesquisa.

6 de fevereiro de 2017 13:37

Então, eu não conheço nenhum instituto que tenha feito uma pesquisa que comprove o que eu estou escrevendo, eu constatei isso através das minhas próprias observações. Eu vim até aqui pergunta isso pra vocês por pura curiosidade. Eu quero saber na opinião de vocês feministas, porque até as que se dizem feministas empoderadas, na maioria das vezes ( pra não dizer todas as vezes), estão envolvidas homens que tem mais dinheiro que elas? Há, a minha pergunta foi no geral, não se atente a detalhes.

Anônimo disse...

Kant,

Você sabe tudinho detalhadamente sobre a vida desses casais, conhece a história deles, os problemas financeiros/familiares/pessoais/de saúde de cada unzinho deles? Nossa cara, você tem tempo de sobra pra se ocupar tanto assim com a vida alheia, principalmente de quem você não conhece...
Ou você - como todo machista estúpido (machista estúpido é pleonasmo, eu sei... sorry) - prontamente já assumiu que elas casaram por dinheiro?

N-Á-U-S-E-A!!!!! ;-/

Falando muito por cima e de forma generalizada das razões por que mulheres, em média, ganham menos:

1. você AINDA não sabe que NO MUNDO INTEIRO mulheres ganham MENOS por serem mulheres? Mesmo quando assumem o mesmo cargo, tem a mesma (ou melhor) qualificação? Isso quando não são preteridas em contratações/promoções...

2. você AINDA não sabe que, depois que muitas se tornam mães elas não tem muitas outras alternativas além de pegar empregos com salário menores por que o doador de esperma não move o rabo do sofá pra fazer a parte deles com os filhos? Que não existem creches onde elas possam deixar as crianças com segurança? Que quando um familiar próximo adoece é geralmente para a mulher mais próxima que sobra o peso e É ELA que vai ter que desistir da carreira?

3. Você AINDA não percebeu que estamos em uma tremenda crise financeira de que uma parte do casal possa estar desempregada ou ganhando menos devido a isso?

4. E outra, que merda de noção de companheirismo é essa que você tem? Se uma mulher ganha menos, não quer dizer que ela não assume a parte delas das finanças da família. Ou você também já assumiu automaticamente que elas gastam tudo no salão de beleza e comprando sapato? Casais minimamente saudáveis tem coisas em conjunto - ganhos e gastos, alegrias e arguras...

Agora falando EXCLUSIVAMENTE DA MINHA EXPERIÊNCIA PESSOAL:

Minha mãe sempre ganhou mais que meu pai - isso nunca foi motivo de incômodo pra nenhum dos dois. Gastos e ganhos sempre foram divididos de acordo com as finanças de cada um.

Meu irmão e cunhada são muito privilegiados, ganham o mesmo e muito bem. Quando se conheceram ela já era func. pública e por muitos anos, até ele arrumar um bom emprego, ela ganhou mais. Gastos e ganhos sempre foram divididos de acordo com as finanças de cada um.

Tenho um primo que é engenheiro e a esposa tem uma pequena empresa. Há tempos que ela ganha mais. Há tempos que ele ganha mais. Gastos e ganhos sempre foram divididos de acordo com as finanças de cada um.

Outro casal de primos - ele tem um pequeno comércio. Ela trabalha numa empresa privada. Há tempos que ele ganha mais. Há tempo que ela ganha mais. Gastos e ganhos sempre foram divididos de acordo com as finanças de cada um.

Eu tenho uma tia func. pública. Ela casou com um cara que só trabalha o suficiente até ele poder passar alguns meses no seguro desemprego sem fazer nada. Ele não compra um pão. Essa história eu conheço de perto. Não estou assumindo. E nem por isso eu penso que todos os homens são parasitas e preguiçosos.

Houve tempos eu que eu ganhei mais que meu marido. Hoje ele ganha mais do que eu, por que eu voltei a fazer outra faculdade e faço bicos. Gastos e ganhos sempre foram divididos de acordo com as finanças de cada um.
Ah... e olha só, eu já fui preterida numa vaga de estágio pago por ser mulher - perdi a vaga pra um sujeito que não tinha nem 1/3 da minha qualificação mas ele tinha um pau no meio das pernas (que de fato vale mais do que qualquer diploma ou anos de experiência)... veja só...

Pense bem antes de fazer perguntas toscas ou simplesmente tirar conclusões sobre coisas e pessoas que você não tem a mínima ideia da realidade delas...


"Cordialmente",

Jane Doe

Mila disse...

Acho que tem muitos meninos que se dizem antifeministas por aí que o fazem somente por birra. O discurso feminista está ficando cada vez mais popular e acessível, é de se imaginar que muitos desses moleques entrem na onda antifeminista "para zoar". O mesmo com os chamados "bolsominions".
Alguns também são pegos pelo discurso mascu de atribuir o toco tomada à suposta falta de caráter da mulher. Estes se tornam cordeirinhos dos masculinistas, semeando discurso de ódio enquanto deveriam procurar ajuda psicológica.
A maioria mesmo é falta do que fazer. Vide nos meses de férias, como a pirralhada lota os sites e blogs para trollar. Com as férias acabando, a frequência de trollagem deve diminuir.
São moleques que têm a net paga pela mãe. A coitada que rala 8hs por dia nem sabe que o filhinho amado fala que o lugar dela e de outras mulheres é na cozinha, lavando louça. Pagam de machos opressores na internet, mas são todos dependentes de mulheres. O que seria muito irônico a mãe do sujeito saber que ele anda falando isso de mulheres na internet.

Anônimo disse...

Agora temos Kant, o troll acadêmico.
Vamos também considerar a razão dos homens escolherem mulheres mais jovens e provavelmente em início de carreira?
Como o homem sempre foi compelido a trabalhar por esse mito ridículo do patriarcado que ele deve ser o provedor, não é surpresa que os relacionamentos entre homens e mulheres geralmente se dão com a mulher sendo mais jovem.
Como a mulher perfeita para o casamento era a "bela, recatada, do lar", a mulher que trabalhava fora (mulheres pobres sempre trabalharam) não era vista socialmente com bons olhos. Geralmente eram mães solteiras (aka putas) ou abandonadas pelos companheiros.
O tempo passou, mulher que trabalha não virou sinônimo necessariamente de vadia e até mesmo as mulheres ricas também trabalham e estudam. No entanto, certos preconceitos se mantiveram. Ainda não é lá muito aceitável que uma mulher tenha posição social e econômica maior que a do parceiro, coisa que os próprios homens condenam. Por causa desse mito de ter que ser o provedor, muitos homens são incapazes de aceitar uma mulher que esteja social e economicamente acima dele. Também ocorre com relacionamentos com mulheres mais velhas, que ainda é um tabu. Não é aceito socialmente que homens se subjuguem de alguma forma à uma mulher, especialmente em questões financeiras. Isso, sorry lhe informar, não é produto do feminismo.
Apenas mais um adendo: nem consideramos também que as profissões "femininas", ou seja, profissões nas quais as mulheres ingressaram primeiramente (serviço doméstico, profissões ligadas ao ensino e ao cuidado) também são historicamente desvalorizadas e pagam remunerações menores.

Anônimo disse...

Nossa, vocês ainda acreditam na fanfic de direita.

Já escrevi em outro post sobre a história e novamente é um relato cheio de clichês e caricaturas que a direita possui da esquerda e do feminismo.
" inclusive escolho o que ele pode ou não curtir no Facebook. Qualquer fonte/comentario/like que ele faça que eu julgue ser machista, exijo uma explicação do menino e ai dele quando não me obedecer. Já o deixei de castigo por um mês por fazer piadinhas machistas com o amiguinho de escola, e exclui a pagina pessoal dele."

A direita generaliza a esquerda, o feminismo e outros movimentos sociais como autoritários e cagadores de regra do politicamente correto. Toda e qualquer observação e problematização é encarada como cerceamento dos direitos, especialmente o da liberdade de expressão. Logo, é natural na fanfic de direita conter essas posições autoritárias (escolho o que ele pode curtir, excluo a página, ele tem que me obedecer)como sendo tipicamente pertencentes à alguém da esquerda. Na verdade, eles acham que todos somos stalinistas-castristas defensores de ditaduras.


"Mas, agora, não preciso mais fazer nada, meu filho é o maior lacrador que conheço = D"
Fazer deboche com a "lacração" é a nova mania da direita. Eles acham textão para lacrar uma forma ridícula de exposição e combate às reais opressões (confesso que eu também acho inútil esse ativismo para lacrar, mas em geral o reaça detesta isso pq significa que ele levou um vrá).

Os outros elementos do personagem Miriam Andrade se encontram em outros posts. Consistem em exageros no que consideram as pessoas que a esquerda santifica (apenas por falarem nelas) e outras atitudes absurdas e sem contexto. Ou seja, tudo montado na base dos clichês.

Kant disse...


Jane Doe

1. você AINDA não sabe que NO MUNDO INTEIRO mulheres ganham MENOS por serem mulheres? Mesmo quando assumem o mesmo cargo, tem a mesma (ou melhor) qualificação? Isso quando não são preteridas em contratações/promoções...

Resposta: Então você acredita que exista um complô dos homens contra as mulheres que fazem os donos de empresas contratarem um homem por um custo maior em detrimento de uma mulher com os mesmos atributos por um custo menor? Não viaja! As mulheres ganham salários menores porque na maioria das vezes escolhem profissões que pagam menores salários.

2. você AINDA não sabe que, depois que muitas se tornam mães elas não tem muitas outras alternativas além de pegar empregos com salário menores por que o doador de esperma não move o rabo do sofá pra fazer a parte deles com os filhos? Que não existem creches onde elas possam deixar as crianças com segurança? Que quando um familiar próximo adoece é geralmente para a mulher mais próxima que sobra o peso e É ELA que vai ter que desistir da carreira?

Resposta: Isso acontece porque muitas mulheres ficam correndo atrás de cafajestes, depois são obrigadas a ficar criando filhos sozinhas.

3. Você AINDA não percebeu que estamos em uma tremenda crise financeira de que uma parte do casal possa estar desempregada ou ganhando menos devido a isso?

Resposta: Mas isso não é uma coisa atual e não acontece somente no Brasil, mas em todo lugar do mundo.

4. E outra, que merda de noção de companheirismo é essa que você tem? Se uma mulher ganha menos, não quer dizer que ela não assume a parte delas das finanças da família. Ou você também já assumiu automaticamente que elas gastam tudo no salão de beleza e comprando sapato? Casais minimamente saudáveis tem coisas em conjunto - ganhos e gastos, alegrias e arguras...

Resposta: Claro, é muito legal dividir proporcionalmente as finanças pessoais com uma pessoa que ganha menos que você. Claro que eu estou sendo irônico, se fosse legal você veria nas ruas com mais frequência mulheres namorando com homens que ganham menos que elas.

E em relação aos casos pessoais que você citou. Então se for verdade mesmo, repare numa coisa: todas elas são casadas com homens muito bem de vida. As mulheres que você citou são casadas com engenheiros, funcionários públicos e empresários... Pergunte se alguma dessas mulheres aceitariam namorar um homem com um emprego de um salário mínimo ou pior com um homem desempregado, pois eu conheço muitos homens bem de vida que são casados com mulheres desempregadas ou com um salário muito inferior ao deles.

Anônimo disse...

Também achei essa Miriam uma farsa total.

Anônimo disse...

Não tem como concordar menos com vocês, Jane Doe e 10h36.
Na ânsia de falar mal do feminismo, alguns machistas distorcem a realidade a ponto de dizer coisas que uma criança de 5 anos não diria.
Ultimamente, tiraram (o Kant não é o único) a ideia absurda de que mulheres não trabalham, vivem para fisgar um marido rico ou gastam dinheiro em futilidades. Eu quero saber que mundo é esse, pois todo dia eu vejo mulheres - de diferentes etnias, classes sociais e econômicas - trabalhando. Da advogada à empregada doméstica; a mulher que trabalha na construção civil assentando cerâmica ou a engenheira; ambulantes, feirantes, cozinheiras... moradoras da Penha, Nova Iguaçu, Niterói ou Leblon. Pelo rumo que nosso país vai, poucas são as que podem se dar ao luxo de levar essa vida que os mascus julgam que toda mulher leva. Falo de pouquíssimas: esposas de homens com muito dinheiro, elas mesmas milionárias também.
Chega a ser desonesta essa "tese" do machista em julgar que os relacionamentos entre homens e mulheres ocorrem pq a mulher "escolhe" se relacionar com um homem com mais dinheiro. Pelamor. A grosso modo, vivemos num mundo com mais mulheres que homens, logo quem tem e sempre teve o poder de escolha é o homem.
Mas o machista vai fazer de tudo para confirmar a sua teoria das mulheres fúteis interesseiras que só querem marido rico pra arrancar pensão. Ele ignora que a maioria dos relacionamentos se dá em círculos sociais comuns (isso explica pq dificilmente você anônimo feio e pobre dificilmente terá chances com uma panicat, embora vocês continuem a afirmar que é culpa dela; e também explica pq dificilmente a garota que vai ao seu lado no ônibus também tem mínimas chances de arrancar grana do jogador de futebol com pensão); logo, vai ser muito difícil encontrar casais com disparidade de renda tão altas. Outra coisa que vocês não querem entender é que mulheres que querem arrancar dinheiro de ex-marido são as socialites ricaças ou namorada de jogador de futebol. Até parece que alguém quer depenar o sujeito que ganha 2 mil reais por mês.

Anônimo disse...

Kant, você ainda não respondeu porque diabos homens não aceitam namorar com mulheres mais bem sucedidas que eles. Estamos esperando sua respostas.

É ridícula essa mania de atribuir as falhas de paternidade como culpa da mãe que "escolheu cafajeste". Vocês realmente não estão interessados em discutir paternidade responsável.

Realmente essa mulher que era mais que qualificada para o cargo deve ter merecido né?
http://www.huffpostbrasil.com/2017/02/06/ela-era-perfeita-para-a-vaga-mas-foi-dispensada-por-ser-mae-de_a_21708118/?utm_hp_ref=br-homepage

E o fato de acontecer situações como essas também não tem nada a ver com mulheres terem dificuldades para arrumar emprego ou assumir cargos de chefia.


Felizmente, as mulheres conseguem se destacar nas situações de crise. A mulher quando perde o emprego é incrivelmente mais flexível e criativa: vai fazer faxina, vende bolo, salgadinho. Afinal ela nunca quer ver os filhos passarem fome.
Ao contrário dos homens. Se olharmos para a história de crises financeiras, foram muitos os homens que se suicidaram ou caíram no alcoolismo. Tudo isso enquanto a mulher segurava a barra.

Anônimo disse...

Eu não deveria me dar ao trabalho, mas vamulá...

Ninguém nasceu engenheiro, empresário, comerciante. O engenheiro começou dirigindo caminhão e nessa época conheceu a atual esposa. O comerciante era pedreiro e atendente de loja quando conheceu minha prima. Meu irmão era estudante quando conheceu a atual esposa e ELA era func. pública. Todos nós passamos por altos e baixos, todos nós nos ajudamos - é isso o que pessoas decentes fazem (mas né, o que adianta explicar isso para alguém que desconhece o sentido da palavra decência).

Olha, eu moro na Alemanha, país rico e desenvolvido. Não estou tirando esses dados do meu traseiro. São dados do ministério do trabalho alemão: mulheres em média são melhores qualificadas, apresentam melhores resultados e mesmo assim são preteridas nas contratações/promoções e ganham em média 30% a menos que os homens - NO MESMO CARGO!!!! Acontece que mulher é encarada como bomba relógio prestes a explodir (=engravidar) e dar "custos" ao contratador.

E de boa, pare de ler revista de fofoca, que parece ser sua única fonte de informação e exemplo de "realidade" - aquelas mulheres que vivem em clínicas de estética e gastando a renda do marido endinheirado são uma ínfima parte que não representa em nada o dia a dia dos "meros mortais". A grande maioria esmagadora dos casais tem que dividir os custos de vida, caso o contrário o aluguel não é pago e e ambos estão na rua. A luz não é paga e ambos estão no escuro!!!

Bem vindo ao mundo real...

Jane Doe

Kant disse...

você ainda não respondeu porque diabos homens não aceitam namorar com mulheres mais bem sucedidas que eles. Estamos esperando sua respostas.

Resposta: Não são os homens que não querem namorar com mulheres mais bem sucedidas que eles, são as mulheres que não aceitam namorar com homens em uma situação inferior a delas. Nas empresas é comum as mulheres olharem com desprezo para homens em posição inferior à delas, e só aceitarem abordagens de homens em posições superior à delas.
E esse comportamento da mulher para um homem que esta começando a adolescência é horrível, pois a maioria das garotas de 15 anos não querem namorar com garotos de 15 anos, e sim namorar com homens mais velhos que tem carro, moto e dinheiro. O pior de tudo é que os garotos de 15 anos não tem nem a opção de correr atrás de mulheres mais velhas, pois se nem as garotas de 15 anos querem namorar com garotos de 15 anos, as de 20 poucos anos menos ainda. Por esse motivo que muitos homens iniciam sua vida sexual com garotas de programa.



É ridícula essa mania de atribuir as falhas de paternidade como culpa da mãe que "escolheu cafajeste". Vocês realmente não estão interessados em discutir paternidade responsável.

Responsável: Sinto muito, mas essa é a realidade. Eu conheço vários homens que dizem por ai que transam com várias mulheres sem camisinha e estão pouco se lixando se elas engravidarem.


Realmente essa mulher que era mais que qualificada para o cargo deve ter merecido né?

Resposta: Nesse caso existiu preconceito, mas a sociedade no geral não é preconceituosa com as mulheres. Pelo menos ninguém vai chamar ela de vagabunda por ficar em casa. Já se o marido dela ficar desempregado pelo mesmo motivo dela, será taxado de vagabundo.

Anônimo disse...

Podem confiscar minha carteirinha de feminista mas isso de ficar cobrando de mãe em rede social acho um lixo e ja problematizaram isso bastante aqui em vários comentários. Porque é só a mãe. De repente o garoto não tem pai, tios, avôs, professores, é só a mãe. E o motivo pra isso acontecer é machismo, puro e simples.

Por outro lado, sou super a favor de denunciar os adultos para seus respectivos empregadores, isso costuma dar muito resultado mas também é preciso ter um critério. Se a pessoa posta mil comentários pró-Bolsonaro, Feliciano e aquela turma nada bacana, ela tem direito a uma opinião e que eu saiba, crimidéia ainda não existe. Se ela faz comentários com injúria racial, aí sim estamos falando de um crime e totalmente vale queimar o cara na empresa. Se o sujeito posta que mulher só faz mimimi e que deveriam ficar em casa, uma opinião de merda mas o problema não é nosso. Se esse mesmo cara dá essa opinião e trabalha para a Avon, aí vale dar a dica. Entendem? Pra mim essa "equalização" e contextualização é necessária sob o risco de simplesmente punir opiniões, coisa que a bem da coerência, se vale pra um teria que valer pra todo mundo.

Anônimo disse...

Cheguei a ficar feliz porque pensei que esse kant seria deixado no vácuo, mas não. Mais uma vez mulheres se dispuseram a dar cartaz para homem misógino destilar misoginia em espaço feminino e feminista. Brincadeira!

Homens como kant só merecem uma coisa de mulher: desprezo, o mesmo desprezo que ele dedica às mulheres.

Dá pra ver que ele despreza qualquer mulher que demonstre qualquer interesse por ele. Por isso, elas se afastam. Por elas se afastarem, ele as culpa. Todas já vimos esse filme. Uma quantidade imensa de mulheres sofre por serem desprezadas por homens que depois se queixarão de que "nenhuma mulher se relaciona comigo". Como isso seria possível, se o homem as afasta e faz isso das formas mais vis e humilhantes?

Esse kant, ressentido e frustrado, não merece qualquer linha de atenção. Nem mesmo essas minhas, que só escrevo pra ver se as mulheres deste blog parem, de uma vez por todas, de dar palco pra misógino.

Homens, por mais saudáveis que sejam, já culpam mulheres por tudo. Homens como kant jamais reconhecerão que o fracasso deles é responsabilidade e escolha deles.

Anônimo disse...

Esse "Kant" é palhaço de outros carnavais aqui do blog. É o tal misógino "Danilo resposta" (o apelido é esse porque ele começa seus comentários com " resposta", como se as merdas que escreve tivessem algum respaldo). É só mais um frustrado que culpa as mulheres por ser repulsivo e por isso não conseguir ninguém. Achei que tivesse feito algum tratamento psiquiátrico, porque havia sumido do blog. Mas não, continua doente do mesmo jeito, só ficou com vergonha e trocou o Nick. Achou que com emprego público as mulheres cairiam aos seus pés, mas continua nem sequer sendo visto por elas, coitado. Concordo com você, vamos fazer como as outras mulheres que infelizmente convivem com esse boçal fazem: vamos ignorá-lo.

Anônimo disse...


Meu querido, pare de se vitimizar. Homens não aceitam que suas esposas ganhem mais que eles pois não querem ser taxados de gigolôs ou ainda fazem questão de manter a imagem do provedor. Acabar com essas "responsabilidades" são um benefício da igualdade de gênero que vocês tanto renegam. Aí depois ficam se vitimizando.

Como diz a 8h27, não adianta explicar tintim por tintim. Para ele a culpa de tudo o que ocorre é da mulher, ele acredita piamente que vive numa sociedade matriarcal pq tomou uns dois ou três foras. O que mais é culpa das malvadas mulheres, a extinção dos dinossauros?

Vi e Wal disse...

Achei o post interessante e problematizador, porém acredito que a pessoa que o publicou deveria refletir um pouco mais antes de postar, para não correr o risco de responsabilizar os pais (e principalmente, as MÃES) pelos erros dos filhos.

Nós vivemos em uma sociedade muito machista, e que também mostra diariamente a violência e o desrespeito gratuito ao ser humano. Um garoto, numa sociedade assim, pode aprender na cultura da sociedade que para ser aceito no grupo da escola, deve ser machão (leia-se, inconveniente aos outros, grosso, falador de palavrão, desrespeitoso) e assim reproduzir este comportamento nos ambientes que frequenta. Não seria apenas por um videogame. É verdade que muitos pais e mães não combatem este tipo de comportamento, acreditando que o amor e cuidados que dispensam aos filhos e a educação da escola farão deles bons cidadãos, mas há ainda muita desinformação sobre a importância de ser ativamente CONTRA a violência.

Parece que a autora do texto quer colocar justamente na mãe, tão sobrecarregada com a "obrigação" de cuidar da casa e do marido, a responsabilidade de educar o filho, independente de como é o pai, e o resto da família. Deve ser uma decepção muito grande para uma mulher ver seu filho agindo assim, e a mãe é em muitos casos a pessoa mais interessada (ou até a única na família que se importa) com essa parte emocional da educação, mas a responsabilidade não é só dela. Precisamos das mulheres, mas não podemos abrir mão de todos os outros na sociedade, precisamos de toda a ajuda que pudermos.

Anônimo disse...

Entendo que talvez a autora não tenha a intenção de cobrar da mãe a correção da postura de seu filho e sim de alertá-la para o que seu filho anda dizendo por aí.
Ao contrário do mundo matriarcal opressor que os mascus dizem viver, a realidade é que muitas dessas mulheres trabalham como condenadas para dar o que é melhor para esses moleques. Quando a gente fala da geração toddynho, é exatamente a isso que nos referimos. São meninos que possuem os últimos lançamentos de gadgets, Xbox e PlayStation, 5 refeições por dia, colégio particular e internet banda larga, tudo pago com esforço dos pais (e várias vezes com o esforço somente da mãe).
Tá lá a mãe fazendo o melhor que ela pode pra esse moleque ter vida mansa, tirar nota baixa na escola e ainda ficar o dia bostejando na Internet. É justo que esse moleque fique xingando mulheres, inclusive como sua própria mãe (sabemos que muitos nem poupam as mães) de vagabundas, interesseiras e depósito de porra? Acho extremamente válido que a mãe saiba, até pq ela pode achar ter um anjinho bonzinho em casa e por mais que ela tenha se esforçado para passar bons valores, o moleque virou um bosta inútil e hipócrita.

Sérgio Carneiro disse...

Autonomia ou auto-tutela? Nos últimos anos propagou-se a falácia que o jovem deveria ser autônomo, que tinham entendimento do mundo, que aprenderam a serem críticos, que seus pais são opressores e controladores, que valores tradicionais deveriam ser esquecidos ou substituídos por novos, que eram inimputáveis e eles representavam a transformação.

O cenário atual são as consequências. Causa e efeito.


Eric Petterson disse...

Assusta-me ver tantos jovens reacionários pregando o ódio contra os segmentos sociais historicamente oprimidos ao invés de criticar e desnaturalizar as opressões. Primeiramente, isto demonstra uma grande falha das escolas na abordagem a questões fundamentais, dentre elas as relações de gênero e poder. Não tenho muita propriedade para falar sobre a educação no lar, pois não tenho filhos, mas acho que o ambiente doméstico é um lugar ideal para a desconstrução dos papéis de gênero e a negligência, nesse sentido, pode contribuir para a perpetuação do machismo e, portanto, de todas as suas nefastas consequências. Mas não podemos culpabilizar tanto os pais, pois estes não são donos da mentalidade dos filhos, que estão sujeitos à enxurrada de discursos de ódio que tomou conta das redes sociais e são estimulados por políticos e formadores de opinião oportunistas.

Anônimo disse...

Obrigada por esse comentário.
Comecei a ler o post e senti um mal estar, vamos jogar pras mães mais culpa e tarefas, Pq, ne? Os homens são machistas mesmo e ponto final. Um texto escrito por uma mulher que não é mãe culpando mães.

Debora Moura Dopico disse...

Sério isso? Eu li isso mesmo num blog feminista?
Vamos lá, migs, vamos conversar! Uma mãe não cria um filho sozinha, tem pai, familia, amigos, escola, sociedade...
Não, não coloque mais essa responsabilidade sobre as mães que ficou feio isso.
Para criar um filho é necessário uma tribo inteira!!!!

Anônimo disse...

Ironicamente, a predominância nas consequências se dá por homens jovens que se dizem defender valores tradicionais enquanto batem punheta para pornografia no quarto enquanto a família janta na sala.

Anônimo disse...

Conheço mulheres que conseguiram visto para estudarem em países de primeiro mundo e acabaram trabalhando e ficando por lá. E sinceramente: eu invejo. Porque a diferença de educação entre lá e aqui é gritante. Elas querem ficar em país de primeiro mundo porque são os únicos lugares do planeta que pelo menos ouve as mulheres. Não é perfeito, mas é melhor do que aqui, nessa terra desgraçada cheia de mascus e misóginos.

Michele disse...

Caramba, generalização simplista, me lembrou até uns reaças que vejo por aí. O feminismo tá me decepcionando, será que é verdade o que falam por aí de vitimismo?
É simples, a responsabilidade com filhos é dos dois! Falar que filhos sao machistas só por causa dos pais (homens) é falácia. Vamos parar de pintar todas as mulheres como sendo sempre as coitadinhas boazinhas pq isso não é verdade. Vamos assumir nossa grande contribuição com o machismo, pois é uma forma de acabar com isso. Mulheres tbm são machistas e ensinam isso aos filhos, chupa essa manga! Ah não pode falar que mulher é machista...elas só reproduzem o machismo zzz. Pra mim dá no mesmo! Sou mãe solo, sei como é massacrante pro lado da mulher. Frequento fóruns de mães e já vi muita mulher comemorando com orgulho o fato do marido ter abandonado filhos do relacionamento anterior. Mulher que continua relacionamento com homens que maltratam os filhos mesmo sem depender do cara pra nada. Já ouvi minha própria mãe dizer na minha cara que meu irmão não precisava fazer nada em casa pq era homem (e mesmo assim meu irmão não é machista e me ajuda muito com meu filho). Minha mãe me fez sentir inadequada muitas vezes. Veja quantas mulheres tem relacionamento ruim com as mães pq essas exigem perfeição das filhas e são as primeiras a julgá-las. Não quero condenar as mulheres, nem os homens. Mas não dá pra aceitar essa dualidade colocando um lado como bonzinho e o outro mau. Seres humanos vão muito além disso. Ou seja, trate os fatos como eles realmente são ou não vamos mudar nada, vai ficar só no discurso. A luta deve ser sempre contra o machismo, não contra homens.