sábado, 30 de janeiro de 2016

GUEST POST: O LEGADO DE BROKEBACK MOUNTAIN

Ainda não tive o prazer de conhecer o Vitor na vida real. Cinéfilo, ele participa do meu tradicional bolão do Oscar há quinze anos, e é sempre um adversário à altura (você pode participar também!).
Ele escreveu este post para falar de um filme que se tornou um divisor de águas na representatividade LGBT: Brokeback Mountain. Assim como Filadélfia em 1993, Brokeback foi fundamental por trazer protagonistas gays para perto do público mainstream. E agora faz dez anos que Brokeback perdeu o Oscar de melhor filme para Crash, o que até hoje é visto como um dos grandes erros da Academia. 
Leia o texto do Vitor, que também tem um blog:

Acompanho premiações de cinema desde a infância. Especialmente o Oscar, que é a única delas, até hoje, que passa (aos trancos e barrancos) em TV aberta no Brasil. E até 2000, pouquíssima gente tinha TV por assinatura. A primeira vez que meus pais me permitiram assistir à cerimônia completa foi em 1997, quando eu tinha 11 anos. A Rede Globo de televisão só começou a transmitir depois de uma hora de evento, como de costume. De lá pra cá eu já vi muita coisa acontecer nesses eventos. Acertos, equívocos, resultados curiosos, previsíveis, surpreendentes e duvidosos. Um dos resultados que causou mais controvérsia até hoje foi o Oscar de 2006, onde Brokeback Mountain perdeu o Oscar de melhor filme para Crash.
Brokeback Mountain, no começo de 2006, tornou-se o filme mais premiado na história do cinema mundial. Ganhou o Leão de Ouro do Festival de Veneza, todos os prêmios da crítica especializada, meios de comunicação e sindicatos de artistas dos EUA, entre diversos outros prêmios. O tema do filme [veja o trailer legendado] obviamente lhe rendeu muitos opositores e resistência. Países árabes, muçulmanos e orientais proibiram sua exibição, além de outras organizações religiosas (a direita cristã, especialmente) em todo o mundo reagirem violentamente contra.
Brokeback chegou ao Oscar como favoritíssimo, mas, na semana final, pesquisas com os votantes já mostravam um crescimento em popularidade de Crash, que havia sido lançado no início de 2005, época considerada pouco adequada para filmes competirem ao Oscar. Sua distribuidora distribuiu DVDs para os votantes e montou uma agressiva campanha de marketing para colocar o filme em suas mentes. No fim das contas, Crash levou o prêmio. A repercussão foi imensa e rendeu acalorados debates.
Esse foi o primeiro ano em que eu havia visto acontecer um resultado tão inesperado, sem contar 1999, quando Shakespeare Apaixonado, A Vida é Bela, Gwyneth Paltrow e outras bobagens foram premiadas, mas, nesse caso, a premiação inteira foi desastrosa. Então eu decidi colocar aquela máxima em prática: o tempo dirá. Esperei 10 anos se passarem para rever Brokeback Mountain e Crash, avaliar qual o legado de cada um dos filmes e qual deles suportaria o desgaste do tempo. E, com mais maturidade, poder tecer comentários mais embasados (uma crítica bem bobinha que fiz na época está aqui. Francamente, não tenho vontade de escrever sobre Crash de novo). [Nota da Lola: Também escrevi sobre Crash e Brokeback Mountain na época, mas falta coragem para reler o que escrevi].

O filme
Ang Lee levou a estatueta de
melhor diretor. Foi um dos
três Oscars que Brokeback
recebeu, além de roteiro
adaptado e trilha sonora
Brokeback Mountain originou-se, na verdade. de um conto de Annie Proulx, publicado na revista The New Yorker em 1997. Larry McMurtry, romancista e roteirista vencedor do Oscar de melhor roteiro adaptado por Laços de Ternura em 1984, e Diana Ossana expandiram o conto para um longa metragem. O taiwanês Ang Lee, que já havia feito alguns filmes prestigiados em língua inglesa, como Razão e Sensibilidade, e do sucesso de bilheteria O Tigre e o Dragão, ficou responsável pela direção. Com um tema delicado e controverso, o filme só conseguiu ver a luz do sol de forma independente, como um baixo orçamento (o que até comprometeu a maquiagem dos atores, que não envelhecem muito convincentemente).
A história se expande num período de 20 anos, de 1963 a 1983, e conta parte da vida de Ennis Del Mar (Heath Ledger) e Jack Twist (Jake Gyllenhaal), dois “cowboys” que iniciam um difícil relacionamento que, entre idas e vindas, perdura por décadas. Eles se conhecem e se envolvem emocionalmente no verão de 63, em um trabalho sazonal pastorando ovelhas em uma montanha (a tal Brokeback Mountain), e tomam caminhos opostos ao encerrar o trabalho. Ambos se casam e constituem família, mas depois de alguns anos se reencontram e passam a se rever esporadicamente, vivendo seu caso proibido.
O enredo toca em temas muito pertinentes na discussão sobre a homossexualidade, seus impactos nas vidas pessoais e sociais das pessoas. Impossível elaborar interpretações sem revelar o enredo, então deixo meu aviso de spoilers a partir daqui. 
Jack Twist sempre se entregou aos seus desejos e enfrentou riscos da forma mais anônima que podia. Já Ennis Del Mar, traumatizado desde a infância com a imagem do corpo de um gay assassinado na sua vizinhança, reprimia todos seus impulsos. Um dos sinais de como uma sexualidade abafada pode afetar toda uma vida.
Ennis era naturalmente desmotivado, sem objetivos. Sua única motivação era autocensurada. Sua vida profissional era improdutiva e medíocre, um dos motivos de seu casamento com Alma (Michelle Williams) ter falhado. Seus romances com outras mulheres e sua relação com suas duas filhas também não evoluíram devido a seu desinteresse e desânimo. Jack casa-se com Lureen Newsome (Anne Hathaway), uma amazona de família rica, e têm um filho juntos. Jack passa a ter uma vida confortável e cuidar dos negócios da família da esposa junto a ela.
Ennis sentia ciúmes de Jack apenas com outros homens. Era como se um houvesse um pacto velado entre eles onde relações com mulheres eram só uma forma de mascarar para o mundo, e até para eles mesmos, o amor que havia entre eles. Mas mesmo com a insistência de Jack, Ennis resistia à ideia de viverem juntos. Essa resistência frustrava Jack, que acabava sempre por se arriscar mais e mais ao buscar satisfazer seus desejos com outros homens, normalmente em locais de prostituição. Ao ficar sabendo da morte de Jack, Ennis logo imaginou que havia sido devido às suas escapadas.
Ennis se vê, então, sem família e perspectivas de futuro e percebe como nunca fez nada de fato da sua vida. Ao ser convidado para o casamento de sua filha mais velha Alma Jr. (Kate Mara, irmã da Rooney, que está sendo festejada por Carol), ele quase recusa o convite devido a um trabalho à toa, mas logo cai em si e confirma sua presença, reacendendo a relação. Sozinho em seu trailer semi-vazio, só lhe restam duas velhas camisas sujas, sua e de Jack, e um postal da Brokeback Mountain, para lembrá-lo de tudo que sua vida poderia ter sido e não foi. [Fim dos spoilers!]

Além da sutileza e franqueza ao lidar com o tema proposto, muitos são os outros méritos da obra. 
O filme foi uma forma de consolidar o trabalho de Lee no mercado estrangeiro, de estabelecer o jovem elenco com importantes atores dramáticos e catapultar nomes desconhecidos nos créditos técnicos. A comunidade da música country, notoriamente conservadora, tanto politica quanto socialmente, surpreendetemente contribuiu com a trilha sonora, e nomes importantes dessa indústria como Emmylou Harris, Linda Ronstadt e Willie Nelson se fizeram presentes.
Todos do elenco principal hoje são grandes nomes da indústria. Heath Ledger, australiano que já tinha feito o “clássico” adolescente 10 Coisas que Odeio em Você e A Última Ceia, veio a falecer em janeiro de 2008, antes de desfrutar o sucesso que sua interpretação em O Cavaleiro das Sombras lhe proporcionaria, incluindo um Oscar póstumo de ator coadjuvante. Jake Gyllenhaal ganhou fama de galã e fez vários filmes de sucesso. 
Anne Hathaway ganhou o Oscar por Os Miseráveis (sua cena de I Dreamed I Dream é memorável) e fez filmes populares como O Diabo Veste Prada. Michelle Williams, que casou-se com Ledger e se divorciou pouco antes de ele falecer, fez filmes como Blue Valentine e Sete Dias com Marilyn, que lhe renderam outras indicações ao Oscar, além da indicação por Brokeback.
Da equipe técnica destaca-se o argentino Gustavo Santaolalla, que despontou no mercado cinematográfico criando as trilhas incidentais, e hoje tem duas estatuetas do Oscar na sua prateleira. Já o mexicano Rodrigo Prieto, diretor de fotografia, tinha alguns créditos no mercado como 21 Gramas, Frida e 8 Mile, e tornou-se “A list” desde então, fazendo filmes como Argo e O Lobo de Wall Street posteriormente.
As cenas de afeto entre Ennis e Jack são um dos tópicos que mais renderam discussões e curiosidade. A “ousadia” nunca foi feita por outros filmes mainstream que tinham personagens ou temática LGBT, como Filadélfia, que trata direitos humanos e de um protagonista aidético, mas se esquiva de exibir demonstrações de afeto entre Tom Hanks e Antonio Banderas. Até hoje são raros os filmes que tenham sido tão francos quanto a este tipo de conteúdo. Neste aspecto, a TV americana está muito mais à frente, com seriados como Will e Grace, Queer as Folk, The L World e Looking. No Brasil, o caso é inverso, e o nosso cinema (apesar de sua notória limitação) é muito mais afeito a pioneirismos.
Brokeback Mountain, a ópera
Como legado, Brokeback Mountain deixou as infindáveis discussões sobre homoafetividade. É objeto frequente de estudos acadêmicos e rodas de discussões entre estudantes e profissionais LGBT mundo afora. É referenciado em uma imensidade de obras posteriores da cultura pop, incluindo o livro Beyond Brokeback, relatando os impactos culturais do filme. Em janeiro de 2014 estreou a adaptação para ópera do conto e filme no Teatro Real de Madrid.

Oscar
A Academia sempre foi conservadora. Os votantes da Academia são 94% de homens héteros, brancos e com idade média acima dos 60 anos, pessoas que costumam preencher o demográfico das camadas sociais mais reacionárias. Basta ver que, neste ano de 2016, assim como o ano passado, todos os concorrentes aos prêmios de atuação são brancos. Isso levou diversos artistas negros a decidirem não comparecer ao evento, entre eles Spike Lee, Will Smith e Jada Pinkett Smith.
Repercussão tão negativa, tanto na imprensa americana e internacional, quanto nas redes sociais e no próprio meio artístico, que a Academia, encabeçada por sua presidenta (negra) Cheryl Boone Isaacs, foi forçada a tomar medidas drásticas para mudar de imediato o demográfico de seus votantes, incluindo mais mulheres, pessoas de outras etnias e nacionalidades e jovens no seu corpo para os eventos futuros.
Sean Penn em Milk
O resultado desse Oscar de 2006 leva à, pelo menos, uma conclusão óbvia: todo movimento por direitos civis e de representatividade de minorias enfrenta percalços e obstáculos. Desde o fim dos anos 60 com os confrontos em Stonewall, a ascenção de Harvey Milk em São Francisco, nenhum romance centrado na temática LGBT tinha chegado tão forte à cultura mainstream. Eram sempre fitas de nicho, “de arte”, ou filmes B. Brokeback Mountain foi um confronto às normas padrões. E toda ação causa uma reação.
Até hoje os movimentos LGBT, negros e feministas sofrem com as reações conservadoras. O Brasil só veio ter um líder aos moldes de Milk hoje em dia, mais de 30 anos depois, com o deputado Jean Wyllys. Não é dificil imaginar que Wyllys é alvo de todo tipo de deslegitimação e afronta da população conservadora diariamente, que se empenha em mostrar oposição a qualquer proposta sua, só por ter partido dele, sem maiores reflexões ou debate. 
Nada que os reacionários de outrora não tenham feito também com Milk, Martin Luther King, Malcolm X, as sufragistas, líderes feministas, entre tantos outros. A história costuma se repetir. Pessoas, principalmente reacionárias, não gostam de confrontar seus próprios valores, recalques (no sentido real da palavra) e preconceitos.
O Oscar ser a última das premiações de Brokeback Mountain permitiu o fortalecimento do backlash conservador influenciar o resultado. Na privacidade do voto secreto, é mais cômodo demonstrar seu honesto desconforto, de dizer “estamos cansados de ver esse filme ganhar tantos prêmios e fingir que isso não nos incomoda”. Isso já podia ser sentido no anúncio das indicações, quando foi ignorada a canção original "A Love That Will Never Grow Old", composta por Santaolalla e Bernie Taupin, antigo parceiro de Elton John, que havia vencido todos os prêmios da temporada.
Crash era a desculpa perfeita, por ser um filme que fala sobre racismo (de forma grosseira, superficial e caricata, convenhamos -– nem todo filme bem intencionado é bom), e se passar em Los Angeles, onde a maioria dos votantes residem. Dessa forma ninguém poderia acusar a Academia de discriminação, certo? Errado...

170 comentários:

Anônimo disse...

Este Brokeback Mountain eu duvido que não tenha algum mascu que não tenha assistido este filme varias vezes, pois a não ser homossexualidade, não tem nada que explique o desprezo que eles demonstram ter pelas mulheres, e o respeito, admiração, e preocupação com o bem estar, que eles tem pelo homens.

Anônimo disse...

O governo deveria disponibilizar tratamento psiquiatrico para homossexuais. Já foi comprovado científicamente que este comportamento anormal tem cura com tratamento adequado.

Anônimo disse...

Fui eu que comentem as 17:25

"que não tenha assistido este filme varias vezes" E GOSTADO.

Agora frase ficou perfeita.

Anônimo disse...

Esse filme é muito bom, foi a única vez que achei uma cena de sexo anal bonita. E Esse ator heath ledger era muito bom, pena que se foi tão cedo.

Anônimo disse...

Estou doida pra ver o filme Carol, filmes com essa temática costumam ser bons, fogem do conceito hétero ilusivo pras mulheres das comédias românticas etc.... Sempre odiei filmes como titanic e podem reparar que há poucos filmes românticos héteros bonitos e densos como estes.

Eu só gostei de dois filmes românticos hétero em toda minha vida: quem quer ser um milhonário e querido jhon, que eu me lembre ainda que querido jhon seja meio meloso.

Anônimo disse...

Gente ces viram o velho do bbb dizendo que adora pegar mulher bebada, que namora com duas meninas de 16 e 17 anos. Aquela Ana Paula que se diz machista tava falando que tava com nojo dele.

Anônimo disse...

Laércio do bbb é pedófilo assumido, lola precisa fazer um post sobre isso, quem quiser saber está na página empodere suas mulheres.

Anônimo disse...

Mulher bebada é melhor pra quem quer só pegar porque fica mais desinibida.
Claro que sem forçar nada senão vira estupro.

Anônimo disse...

Desculpe fugir do assunto.

Lola Você viu isso

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/01/1734916-alemanha-endurece-imigracao-e-finlandia-promete-deportar-20-mil.shtml

Parece que a Europa esta acordando e começando a reverter a islamização através da implantação de medidas duras, além das citadas neste texto.

Anônimo disse...

eles fazerem vão fazer taharrush com o EI, kkkk. Eu não tenho pena desses caras só tenho pena de quem vai pagar o pato, mulheres e crianças. E Mais uma vez se fodendo por causa dos omis;

Anônimo disse...

Eu adorava a Alemanha mas depois da invasão moura eu não vou mais pra lá. Nada contra árabes e sim sobre suas atitudes nojentas, eles cospem e estupram mulheres e crianças. As alemãs estão usando spray de pimenta pra afastas esses nojentos.

Anônimo disse...

Anônimo 18:06

Relação sexual com uma pessoa bêbada por si só já e estupro, pois a pessoa bêbada não esta em sã consciência para decidir se quer ou não ter a relação sexual, além disso o álcool afeta também a pessoa fisicamente.

E e estupro ainda mais quando você justamente se aproveita do fato da pessoa estar mais desinibida para sexo, por esta sob efeito de álcool.

Suellen

Anônimo disse...

Crash é muito ruim, pqp

RedMonkey disse...

Suellen,

Relação sexual com pessoas bêbadas não é estupro. Caso fosse, 80% da população sexualmente ativa - incluindo mulheres- deveria ser presa, já que em algum momento essas pessoas transaram com alguém que bebeu.

Para avaliar se houve estupro deve-se investigar o nível de embriaguez da pessoa, para apurar se na ocasião ela possuía capacidade de expressar seu consentimento. Apenas o fato de o indivíduo estar bêbado não afasta sua capacidade de consentir.

Anônimo disse...

Filme q abriu as portas para outros de mesma temática e ousadia

A Academia bem q tentou reparar com Milk em 2009, mas aí não tinha como dizer q Quem Quer Ser um Milionário não mereceria

Mas isso vai ficar pra sempre marcado na história do Óscar como uma das, se não, a maior (discutam) injustiça da Academia, junto com o Óscar de melhor atriz par Gwyneth Paltrow, faça-me o favor

E quanto a vc lixinho anônimo das "17:30", o único tratamento adequado recomendado é pra gente retardada e ignorante feito vc

Anônimo disse...

Nem acho q Crash seja tão horrível como muitos estão dizendo, até acho o roteiro inteligente de certa maneira e ousado por interligar tantos núcleos distintos, parece até novela brasileira. Mas de fato não merecia o Óscar de melhor filme nem aqui nem na China

Anônimo disse...

A vida é bela não é uma bobagem. A vida é bela é fundamental porque oferece um beijo e desmascara nossas ilusões. Nós não somos perfeitos. A vida não será perfeita para nos caber. Nós é que temos que caber uma vida perfeita. É genial. E embora Central seja bonito e Fernandona excelente, nosso filme não chegou nesse nível de estar acima da realidade aparente e perguntar-nos o que vamos fazer com a realidade aparente. A vida é bela é grandioso.

Anônimo disse...

"Nada contra árabes [...] eles cospem e estupram mulheres e crianças"

Imagina se tivesse algo contra né

Anônimo disse...

"Nada contra árabes e sim sobre suas atitudes nojentas, eles cospem e estupram mulheres e crianças."

Essa frase pode no blog mas se eu escrevesse

"Nada contra negros e sim sobre suas atitudes nojentas, eles assaltam e estupram mulheres e crianças"

99% das comentaristas anti-árabe (leia-se racistas mesmo) iam cair em cima de mim.

Racismo de conveniência é o nome disso.

Anônimo disse...

"Árabes são nojentos" pode, mas "negros são nojentos" ou "gay são nojentos" é pedir pra ter carteirinha de feminista de esquerda caçada na hora. OBS: antes que me acusem de "troll mascu mimimi", gente, nenhuma das 3 frases acima são corretas. Vocês não enxergam a hipocrisia?

Anônimo disse...

Além dos comentários racistas ainda tem outros incentivando estupro, socorro Lola, vem ativar a moderação nisso aqui URGENTE

Anônimo disse...

Temos que tomar cuidado. Nem todos filmes com abordagens GLS são legais, alguns são desserviços e seria melhor que nem falassem em gays. Lembro de um latino que dois homens em uma aldeia conservadora se apaixonavam, um deles era um hetero indeciso ou bi, dava o fora no outro e voltava para o casamento e para quem assistia o filme, a sensação era de que a relação homossexual foi um troca troca no meio de uma comunidade opressora, os gays e a sua relação eram vazios e ainda com toques misticos que só tornava o filme ainda mais bobo. Nunca vi um filme tão hetero com gays! O gay era o exótico,e não o protagonista.

Anônimo disse...

Ah e comentário homofóbico do começo também, provado cientificamente onde? Teu cu provou foi?

Anônimo disse...

"Árabes são nojentos"
"Árabes são violentos"
"Árabes são sem educação"
"Árabes são machistas"

Concorda com todas né fofx? Agora troca ÁRABES por NEGROS. Deu diferente o resultado? Parabéns, além de RACISTA você é HIPÓCRITA.

Anônimo disse...

Eu só sei que eu estou ficando com cara de bunda toda vez que algum machista oportunista aparece dizendo que as feministas ocidentais defendem os muçulmanos. Eu sei que eles estão cagando e andando pra segurança e bem estar de mulheres em geral mas o argumento não deixa de ser verdade. Tá ficando constrangedor.

A cultura árabe hiper valoriza os homens. Não é à toa que homens andam de mãos dadas e se abraçam e ninguém considera isso viadagem por aquelas bandas apesar de ser uma cultura homofóbica. Temos que assumir que essa imigração em massa de homens árabes é sim um risco a segurança das mulheres europeias. Deviam permitir a entrada somente de mulheres e crianças refugiadas. Porque ninguém pensa nisso?

Anônimo disse...

Anônimo das 17:30

O doente aqui é VOCÊ.
Sem mais.

Anônimo disse...

Eu só sei que fico com cara de bunda toda vez que alguém confunde ser contra racismo e islamofobia com "apoiar muçulmanos".

Anônimo disse...

Anon. 21:36

A questão passa pelo fato de que grande parte das feministas - e da esquerda em geral- enxerga a realidade como uma eterna luta entre oprimidos e opressores. Nesse paradigma, os árabes são classificados como oprimidos em relação aos europeus e, portanto, qualquer posicionamento manifestamento contrário à chegada desses imigrantes pode ser interpretado, segundo a própria lógica da esquerda, como reforço da opressão que eles já sofrem; um verdadeiro pecado para os que adotam essa visão de mundo.

Anônimo disse...

Que eu saiba europeu não é etnia. Um árabe pode ser tão europeu quanto um francês ou alemão, basta ter cidadania da União Europeia.

Anônimo disse...

Não faz sentido dizer que árabes são oprimidos em relação aos europeus, é como falar que negros são oprimidos em relação a africanos (etnia vs região geográfica). Ou que maçãs são oprimidas em relação a bicicletas, por exemplo.

Anônimo disse...

Só pra deixar claro, sou de esquerda e manifestação contrária a chegada de imigrantes eu respeito. Não respeito é manifestação com cunho islamofóbico e racista. Não é minha culpa se os conservadores de facebook não sabem mais usar argumentos econômicos e só apelam pra senso comum.

Anônimo disse...

Anon. 22:05

Detalhe que não compromete o sentido do comentário. Qualquer um com mínima capacidade de interpretação entende que europeu naquele contexto significa "branco, provavelmente cristão e cujos antepassados que viveram na europa", e que árabe significa "não branco, muçulmano e que não possui muitas gerações de antepassados que viveram em território europeu." Explicitar as diversas etnias que habitam a europa há séculos não mudaria em absolutamente nada o sentido do comentário.

Anônimo disse...

21:54, acho que o pesa mesmo é a questão do racismo quando deveria ser encarada como uma questão de gênero. O problema não são os árabes/muçulmanos. O problema são os HOMENS árabes/muçulmanos. E é claro que conta também o fato da segurança das mulheres não ser uma prioridade. Imagine se algum país anunciasse que só aceitaria mulheres e crianças refugiadas? Seria o primeiro caso de misandria institucionalizada. É claro que é mais fácil ver outros ataques orquestrados por muçulmanos contra mulheres do que uma coisa dessas.

Anônimo disse...

Depois o povo reclama que a Lola não escreve mais sobre cinema, mas é só olhar os comentários dos últimos posts sobre cinema. A minoria é falando sobre o assunto, chega a desestimular ela mesmo

Anônimo disse...

"O Brasil só veio ter um líder aos moldes de Milk hoje em dia, mais de 30 anos depois, com o deputado Jean Wyllys." "Nada que os reacionários de outrora não tenham feito também com Milk, Martin Luther King, Malcolm X, as sufragistas, líderes feministas, entre tantos outros."

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHHAHA, LOLA! É sério? Tipo, você acha que o ultra-liberal Jean Wyllys chega aos pés de Milk, Luther King, Malcolm X e até dos ícones feministas? Você é a única feminista que ainda leva o Jean Wyllys a sério. Já viram as opiniões do mesmo a respeito da prostituição? O macho asqueroso realmente parece acreditar que a mulher que vende tem mais valor que a dá de graça. Ele não disse isto, não que eu saiba, mas pra quem sabe ler um pingo é letra. Basta ver ele falar no assunto. Essa galera de "esquerda" que quer regulamentar a prostituição está em completo desacordo com a própria ideologia e ainda usa a desculpa: "ah, o fim da prostituição é utópico", da mesma forma que os reaças dizem que o fim do capitalismo é utópico. Lembrando que prostituição é um sistema de exploração patriarcal e capitalista. Mas o Jean com sua cabeça masculina parece achar que é uma vantagem você transar e cobrar por isso, o que vai contra o pensamento de 99% das prostitutas que o fazem não por opção, mas falta de. Lembrem-se: só há escolha quando há genuínas alternativas. Usar Gabriela Leitte e gente como a Benvenutti pra justificar a prostituição é desonesto, é querer fazer da "exceção" uma regra. Exceção em aspas pois as prostitutas que supostamente gostam da "profissão" acabam abandonando a mesma o mais rápido possível. Surfistinha e Benvenutti não me deixam mentir. Sem falar que a vida dessas prostitutas "privilegiadas" não mudaria em nada, elas continuaram autônomas e não seria elas que se ferrariam. (Só literalmente. kkkk) Desafio o Jean e quem mais quiser a encontrar uma só feminista da primeira e SEGUNDA onda (onde realmente houve ícones feministas sérios) que seja a favor da regulamentação da prostituição. É puro chauvinismo de esquerda achar que o lixeiro é oprimido pelo capitalismo e ao mesmo tempo achar que prostituição é escolha, é profissão e deve ser tida como tal, da mesma forma que "gari" é uma profissão. Como se as prostitutas não estivessem em risco muito maior, como se elas não estivessem sendo literalmente estupradas a troco de dinheiro. Jean Wyllys defende o direito do homem sobre a mulher, é isto que ele faz. Lola esqueceu de falar que não são só os conservadores que não gostam dele, as feministas e os gays também. Este projeto de lei é a maior prova de que ele não quer mudar o sistema, mas manter o mesmo. A viagenzinha dele pra Israel foi só o último prego martelado no caixão dele.

Anônimo disse...

23:44, o texto é de um convidado, não foi a Lola quem escreveu. Por isso chama "guest post".

Daniel_hct disse...

O Anon 23:44, a esquerda nao quer acabar com profissoes como lixeiro e gari, pq sao profissoes essenciais p o funcionamento da sociedade, mas sim dar dignidade e um salario decente para eles, para q todas as profissoes, braçais e intelectuais, sejam igualmente valorizadas. Mais ou menos como é na Suecia:

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/03/a-vida-de-um-lixeiro-na-suecia.html

Por isso se fala em regularizaçao da prostituiçao, para q prostitutas tenham proteçao legal e condiçoes dignas de trabalho. E essa afirmaçao sua de q prostitutas sao estupradas so serve para distorcer o conceito de estupro, o q so favorece os machistas e conservadores. A unica definiçao de estupro é: sexo sem CONSENTIMENTO. Se a mulher consente no sexo, seja por q motivo for, inclusive dinheiro, nao é estupro, assim como se ela nao consente, seja qual for a circunstancia (se a roupa tava curta, se ela tava sozinha na rua de madrugada, se ela tava bebada, etc) é estupro.

Anônimo disse...

RedMonkey

Em parte eu discordo de você, relação sexual com pessoa bêbada dependendo do contexto na hora, ate pode não ser considerado estupro. Agora na situação que eu citei abaixo e estupro sim, e isso a própria lei (felizmente)reconhece como estupro de vulnerável.

Outra coisa, quando eu disse pessoa bêbada, eu não me referia a quem tomo uma cerveja só, mas quem bebeu muito. Procure melhorar a sua interpretação de texto.

Suellen

Anônimo disse...

(Viviane)
Mas aí a colega das 23h44 perderia a oportunidade de deixar um "textão" que não tem nada a ver com o post, para aparecer usando o blog alheio...

Dai disse...

Vitor é muito querido. E esse texto ilustra muito bem as várias nuances do Oscar, que envolvem o binômio representatividade x conservadorismo, sobretudo. Acho que o tempo já provou qual filme irá durar. <3

Jonas Klein disse...

Ola todas(os) bom dia

Anon 21:36


"Temos que assumir que essa imigração em massa de homens árabes é sim um risco a segurança das mulheres europeias. Deviam permitir a entrada somente de mulheres e crianças refugiadas. Porque ninguém pensa nisso?"

Bem colocado, realmente tem algumas colegas de movimento que parece que esquecem que a nossa obrigação como feministas, e defender sempre as mulheres em primeiro lugar, e negar que uma imigração em massa de árabes para Europa e uma ameaça a segurança das mulheres europeias, ainda mais com possível islamização que pode gerar aceitação massiva de imigrantes árabes, e algo ridículo para uma pessoa esclarecida e ainda mais sendo feminista.


So para comentar, tem feminista que esta tao preocupada com ser politicamente correta, que se esquece que feminista.

Quanto a sua pergunta, ninguém pensa nisso pois as próprias mulheres árabes não iriam querer e/ou não teriam autorização para ir para longe de seu pais, sem a presença dos maridos delas e simples assim...


Anon 22:05

"Que eu saiba europeu não é etnia. Um árabe pode ser tão europeu quanto um francês ou alemão, basta ter cidadania da União Europeia."

Excelente comentário, e verdade que a maioria dos árabes tem uma cor especifica, mas árabe tem de tudo quanto e cor, por tanto não estamos falando de uma questão racial, mas sim de nacionalidade e cultura, por tanto falar em racismo neste caso e inapropriado.

E também importante que se diga que, ninguém escolhe onde vai nascer, mas religião e cultura você pode escolher a que quer seguir ou ate não seguir nenhuma, logo religião e/ou cultura não desculpa para justificar algumas coisas que os árabes fazem.


Daniel.

Pelo visto você não esta acostumado com as radfens daqui, Vou te dizer uma coisa não perde teu tempo dialogando com estas tais Rads, elas não querem dialogo, por isso e melhor as ignorar simplesmente.

Nao adianta usar argumentos racinais com quem não e racional.

Ezco Musaos disse...

Covarde das 17;30, para lixos como você existe uma forma de tratamento gratuita e muito eficaz: tomar vergonha na cara.

Anônimo disse...

se eu sou racista, e eles são o que?

Anônimo disse...

Quando se referem a árabes se referem a mulçumanos, estranho as pessoas defendendo eles aqui, sabendo que há uma onda de estupros na europa.

Anônimo disse...

Sylvie

Apesar de ter tido alguns avanços, Hollywood ainda peça por retratar gays sempre de forma dramática e trágica invés de uma forma natural como meros seres humanos que tem sua opção e vivem suas vidas com conflitos e alegrias tb.

Quanto não só os negros, mas outras minorias étnicas (latinos, indianos, orientais, etc) a TV tem sido bem naus diversificada que o Cinema.
Enquanto no Cinema são muito poucos negros e não-brancos como personagens, na TV existem vários personagens importantes e até protagonistas de séries.
Em Narcos temos nosso querido Wagner Moura, em OITNB temos negras, latinas, trans e gordinhas como protagonistas, em Sense 8 temos indiano, latinos e mulher trans, Flash o alvo romântico do protagonista é latina, e por aí vai.

O Cinemao Americano podia aprender com a diversidade e qualidade da TV e fazer não só melhores personagens diversos como histórias melhores(o Cinema tirando a questão étnica, tá bem medíocre enquanto a TV tá com qualidade superior).

Anônimo disse...

Eu sou a Rad que comentou as 23:44 e tenho uma msg pro Jonas: deixa de ser escroto, mascu!
Concordar com um(a) idiota que disse que muçulmanos colocam em risco a segurança das mulheres, como se as mulheres não tivessem em risco o tempo todo com homens ocidentais. A maioria da população carcerária é negra. Seria correto dizer que mulheres correm risco de serem estupradas por negros? Claro que não. Seria extremamente preconceituoso. Mulheres correm risco de serem estupradas por homens, independente de raça, religião, etc. Não me surpreenderia se numa próxima vez eu voltar aqui e o feministo Jonas estiver sugerindo castração para estupradores, tipo a "feminista" sancta Sara Winter. Hahahaha! Cai fora, fascista! Esse papinho de achar que feminista não tem que ser sempre "politicamente correta" tá Danilo Gentilli demais pro meu gosto. É esta a "esquerda" de vocês. A Esquerda que quer legalizar/regulamentar a prostituição. Os esquerdomachos que se ofendem quando as rads os chamam de estupradores em potencial, mas que acham que muçulmanos são estupradores em potencial. A "esquerda" que só é a favor do aborto para que as mães não recebam a "fortuna" do bolsa família. A "esquerda" do Daniel, que defende uma sociedade ~hierárquica~, ou seja, um "reformista" que acha essencial alguém cuidar do lixo dele, a "esquerda" que separa profissões entre "braçais" e "intelectuais", que cita países neoliberais como a Suécia (será que o coxinha sabe que na Suécia a prostituição é criminalizada? bem, pelo menos em algo estão acertando.), a "esquerda" do Daniel que acha que é errado "invadir" o corpo da mulher de graça (como se ela fosse uma propriedade privada na qual você paga pra ter acesso). Prostitutas transam e fazem coisas com homens que elas JAMAIS transariam e jamais fariam caso não fossem pagas e você vem me falar que é consentido? É estupro sim, o consentimento não foi dado, foi comprado. Então: não é consentimento.

"Perpetuation of the concept that the powerful male impulse must be satisfied by a cooperative class of women, set aside and expressly licensed for this purpose, is part and parcel of the mass psychology of rape." Susan Brownmiller (Against Our Will)

Anônimo disse...

Pensei que só eu tivesse achado a desculpa perfeita do enrendo sobre racismo para a Academia dar o premio para Crash, e tirar de Brokeback Mountain, o qual era realmente o merecedor. Assim, ninguém poderia chamá-la de preconceituosa

Rad das 23:44 de novo disse...

Anon 09:49, hahahahaha e não há uma onda de estupro aqui no Brasil, né? Será que é culpa dos muçulmanos também? Eita muçulmanos malvados, estão parecendo os homens do ocidente.

Bando de Hitler nojentos.

Anônimo disse...

E a prostituição masculina? Aquelas coroas que pagam para transar seriam elas estupradoras? Absurdo é gente querendo controlar o corpo alheio. Meu corpo, minhas regras! Ou isso só vale se fizermos com o nosso corpo apenas aquilo que guerreiros da justiça social aprovam?

Jonas Klein disse...

O radmala das 11:22

Eu só li ate aqui "A maioria da população carcerária é negra"

Perdeu o teu tempo escrevendo o resto.

Anônimo disse...

Onda de estupro no brasil? LOL

Há sim uma onda de acusações infundadas de estupro, mas como eu sou previnido sempre quando eu vou comer uma mina eu gravo tudo escondido pq nunca se sabe quando uma dessas loucas vai se arrepender e te acusar de estupro. E com essa palhacada nem precisa ter provas é só acusar o cara que já acaba com a vida dele.

Rad das 23:44 disse...

"Meu corpo, minhas regras" só devia valer quando for minhas regras, não regras do cliente estuprador. Ai, ai, tava demorando pra mais um vir fazer da exceção uma regra. Quantas coroas que pagam por sexo e "bordéis" (pode ser chamado assim?) só com homens prostitutos você vê por aí? Em comparação com o número de mulheres na prostituição e clientes homens (também maioria dos clientes de prostitutos e consumidores de pornografia masculina)? O mascu quer que eu acredite que há por aí tantas mulheres interessadas em gp e pornografia quanto homens. Até pornô lésbico a grande maioria é consumida por homens. Os atores gays da pornografia gay viram até diretores. Discordo de outras feministas que acham que mesmo o homem na pornografia e prostituição também são vítimas do sistema. Quer dizer, talvez os homens gays estejam colaborando para o opressão do afeminado, do gordo e fora do padrão, mas homens gays NA PORNOGRAFIA são oprimidos? Homem x homem que se entenda, hahaha! Se fossem mesmo tão oprimidos não viravam até diretores. Gênero é hierarquia, é só a mulher que se ferra neste meio.

Aliás, que machaiada chata do caralho aqui hein? Não pode mexer no privilégio deles que ficam putos. Teve uma vez que um mascu aqui no blog falou que se a prosituição fosse proibida no Brasil que ele iria Bolívia, Paraguai e outros atrás de puta. Quanto desespero.

Rad das 23:44 disse...

Talvez na prostituição e pornografia gay masculina até funcione aquela ideia masculina de achar que mulheres são privilegiadas por poderem trepar e ainda cobrar por isso. Tenho certeza que os garotos de programas, os atores pornô gays, todos eles pensam como o Jean Wyllys e acham que estão em vantagem por poder trepar e ainda faturar.

"Roído pela culpa, vergonha, medos e inseguranças, e conseguindo, se tiver sorte, uma fraca sensação física, o macho está, apesar de tudo, obcecado em foder; ele nada em esgotos, atravessa quilômetros de vômito, enterrado até o pescoço, se pensar que do outro lado há uma vagina amigável à sua espera." Valerie Solanas (The SCUM Manifesto)

donadio disse...

Isto aqui é um blog feminista, ou um blog cristão, reacionário, racista e islamofóbico?

Sinceramente, os comentários são de uma estupidez monumental. Parece o Scumfront.

Conheço dezenas de "árabes", nunca vi um deles "cuspir em mulher". Que sandice é essa?

Jonas Klein disse...

Anon 12:10

Um imbecil que nem você, se uma mulher te acusa de um estupro que você não cometeu e acaba com a tua vida, e bem feito e o que você merece.

Mas como eu sei que isso impossível te condenarem sem provas, deixa quieto.

Rad das 23:44 disse...

donadio, é a "esquerda" da legalização da prostituição, rsrsrs.

donadio disse...

"É esta a "esquerda" de vocês."

Rad das 23:44, o Jonas é de direita, e não sou eu quem está dizendo isso. Ele é assumidamente de direita, nunca negou, e quando pode dá suas caneladas na esquerda.

donadio disse...

"donadio, é a "esquerda" da legalização da prostituição, rsrsrs."

Ou seja, a esquerda propriamente dita.

"Abolição da prostituição" é uma posição de direita.

Anônimo disse...

Lição do dia, repita 3 vezes:

ÁRABE NÃO É SINÔNIMO DE MUÇULMANO, ÁRABE NÃO É SINÔNIMO DE MUÇULMANO, ÁRABE NÃO É SINÔNIMO DE MUÇULMANO

Tem árabes cristãos, árabes judeus, árabes druzos, árabes ateus, etc. Vai lá num árabe cristão perguntar se ele é muçulmano, é como perguntar pro chinês se ele é japonês.

ÁRABE É ETNIA, MUÇULMANO É RELIGIÃO

Então sim, quando as pessoas começam a falar "árabes isso e aquilo, são nojentos" isso É RACISMO SIM (Jonas estou falando com vc).

Anônimo disse...

Agora as radfen esquerdistas são os seres iluminados, donos da razão, são quem sabe melhor do que as próprias prostitutas o que é melhor para elas. Típica ideologia comunista que defende burocratas "intelectuais" decidindo pelo direito alheio.

Anônimo disse...

O Jonas e da "direita canhota" kkkk, isto e boi de piranha não engana ninguém

Anônimo disse...

Taharrush, essa prática, que significa "jogo do estupro", é sim uma invenção do mundo árabe muçulmano, e é endêmica (muito comum) no Egito e em várias outras nações muçulmanas da qual os refugiados são provenientes.

Anônimo disse...

O taharrush é visto como uma forma de "diversão" e consiste em um grupo de homens, em meio a uma multidão, cercarem e abusarem sistematicamente de mulheres, inclusive enfiando dedos e estuprando-as. Enquanto homens as cercam para impedi-las de fugir outros nos círculos internos abusam delas. Entendam a gravidade disso: nesses países MULTIDÕES DE HOMENS SE UNEM COM O OBJETIVO DE ABUSAR E ESTUPRAR MULHERES E ISSO É VISTO COMO UMA GRANDE BRINCADEIRA. A Alemanha nunca tinha visto nada parecido. A questão é que quando se trata de CULTURA DO ESTUPRO nenhuma cultura se sobressai mais nesse quesito que as de nações muçulmanas. As mulheres são 100% responsabilizadas pelos abusos que sofrem, os homens são inocentes porque são animais incapazes de controlar seus impulsos, nesses países se acredita piamente que AS MULHERES CAUSAM O ESTUPRO, e essa violência é usada como forma de controle, o taharrush, por exemplo, é justificado pelo fato de essas mulheres estarem na rua, estarem em meio a uma multidão e não em casa, e principalmente, se estiverem vestidas à maneira "ocidental", se forem atrás das gravações de casos de taharrush vão ver que as mulheres vítimas são chamadas pelos agressores de "vadias", na cabeça destas criaturas esse "joguinho" nojento é uma forma de castigo ao excesso de liberdade dessas mulheres, basicamente a maneira como o estupro é visto pela maioria da população em muitos desses países, a maioria desses imigrantes vêm de culturas em que mulheres são meras coisas para o prazer e diversão masculina, MUITO MAIS que no machismo do ocidente, façam o teste, procurem no Google sobre a condição das mulheres nos principais países de onde estão vindo os imigrantes e vcs vão se chocar, não só com o quão absurdamente comuns são essas violências, mas com a legitimação legal e social dada a elas, até que ponto chega a culpabilização da mulher, não é algo do tipo "não use shorts curtos e não fique bêbada ou está pedindo pra ser estuprada" e sim "não mostre um centímetro do corpo, de preferência não saia de casa, se sair não olhe os homens nos olhos, não sorria para eles, não frequente espaços com muitos homens, do contrário vc os estará literalmente seduzindo pra te estuprarem". Minha gente, nós reconhecemos que o estupro é fruto da socialização masculina, acontece que qualquer socialização desse tipo que um homem ocidental receba homens dessas culturas misóginas ao extremo recebem 100 vezes mais. Há níveis e níveis de cultura do estupro. O que existe no ocidente é um esboço mínimo do que existe nos países de onde vêm esses refugiados. A quantidade de estupros cometidos por imigrantes é infinitamente superior à quantidade de estupros cometidos por europeus natos, "Muhammad" já é o nome mais comum dentre condenados por estupros em algumas nações europeias. E não é só o estupro ou o assédio, mas outras formas de desrespeito a mulheres se tornaram comuns, coisas como homem (imigrante) passar na frente da mulher numa fila de caixa justificando que por ser homem ele tem que ir primeiro, homem (imigrante) ofender ou xingar mulher pelo modo de vestir ou porque ela está rindo em público (na cultura deles mulheres têm que andar cabisbaixas e não fazer absolutamente nada que possa chamar atenção).

Anônimo disse...

Se informem por outras fontes além dos veículos de esquerda, minha gente, a esquerda está sim se omitindo DEMAIS nessa questão, a imigração está trazendo para o continente europeu, que já foi exemplo de liberdade, um nível de misoginia e uma cultura de opressão muito mais crua e brutal que qualquer coisa que houvesse até então. Eles podem ser minoria, mas isso é passageiro, os imigrantes têm muito mais filhos que os europeus natos, é apenas questão de tempo até que os países que estão recebendo esse nível de imigração se tornem nações de maioria muçulmana, e o islamismo é TOTALMENTE INCOMPATÍVEL COM O ESTADO LAICO. É uma religião que afirma EXPRESSAMENTE que o governo tem que ser baseado obrigatoriamente nas leis religiosas muçulmanas, esse é um dogma do Islã, e por acaso essas leis são absurdamente hostis às mulheres, não há nenhum país de maioria muçulmana hoje que tenha se mantido realmente laico, que não tenha movimentos expressivos politicamente para implantação da sharia, que não discrimine legalmente as mulheres, que não tenha uma cultura hostil e repressora à mulher. Não sou favorável à xenofobia, mas não podemos simplesmente IGNORAR o que está acontecendo. Nem que seja impedir a doutrinação das crianças filhas de muçulmanos, com escolas laicas e que enfatizem a liberdade e o respeito aos direitos humanos. Alguma coisa tem que ser feita, esse discurso multiculturalista cego de "deixem eles com a cultura deles e esqueçam o assunto", - ou seja, negar a raiz cultural dos problemas que a Europa enfrenta com os imigrantes - vai afundar a Europa, é isso que está fazendo a esquerda perder apoio sistematicamente, negar o problema e não propor soluções à altura, deixem eles com a cultura deles e eles não respeitarão a nossa, porque não é isso que foram culturalmente ensinados.

Anônimo disse...

Cara acho q ninguém le um texto desses fala sério. Se ainda soubesse usar paragrafo.

Vicky_ disse...

Gostei do texto, até hoje não acompanhei Brokenback Moutain, mas está no "para assistir", de qualquer forma.

Na caixa de comentários se lê de tudo, como sempre.

Não sei se o Donadio é centro-esquerda ou extrema-esquerda, mas não estou gostando desse papo.

Vão achar que prostituição e porno é uma boa pra mulher lá na caixa prega. (Já esclarecendo, isso foi direcionada a todo mundo, não a um único comentário)

Anônimo disse...

Ah o Donadio nunca viu arabe cuspir em mulher, portanto, nenhum arabe tem algo a ver com o monte de estupros que tão rolando na europa toda. Não deve ter nada a ver com a imigração arábe recente.

Rad das 23:44 disse...

Não, não é a esquerda propriamente dita que quer a regulamentação da prostituição, é o liberalismo propriamente dito. Pra mim há diferença entre liberalismo e esquerda. Não estou nos EUA pra classificar pessoas entre liberais e conservadores. Pra mim, ou você é de esquerda ou é liberal (que pra mim nada mais é que reformismo). Essa coisa de achar que esquerda e liberalismo são a mesma coisa é bem americanizada. A posição da direita a respeito da prostituição é puramente moralista. Certamente veem prostitutas como a escória da humanidade e não como oprimidas. Na verdade não é muito diferentes de algumas "feministas" que defendem que ser puta é empoderador, é profissão, mas ficam ofendidas quando são chamadas de putas por um mascu qualquer. Pensei que "Vadia" fosse elogio. Ser puta é tão bacana que elas se ofendem ao ser comparada com uma delas. O Anon aí que falou de "radfen" eh esquerdista é o Jonas. Ele que escreve "radfen/radfens", o burro. hahaha

Anônimo disse...

Brokeback Mountain é mesmo um filme emocionante. A vontade de sacudir o tal Ennis e gritar pra ele acordar pra vida foi uma constante enquanto eu assistia o filme, ainda mais...

SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER (Eu avisei, não me venha com mimimi depois)



.... depois que ele se divorciou da mulher e a deixou livre pra viver como ela quisesse, sem magoar mais a Alma com as traições. É frustrante ver alguém afundando a si mesmo e aos outros em infelicidade quando finalmente pode colocar as coisas no lugar por causa de convenções estúpidas, ainda mais quando todo mundo que sabia estava disposto a manter segredo.



13:27 e cadê essa ânsia em defender as mulheres que trabalham na prostituição e são obrigadas a transar com velhos barrigudos, maracujás de gaveta, sujos e fedidos, hein? Quem disse que elas gostam de transar com esses velhos maracujás, barrigudos, fedorentos e sujos? Ah, é mesmo, elas que se Fodam com F maiúsculo porque você é um desses velhos barrigudos, sujos e fedorentos que não conseguem transar se não for pagando. Por que você não vai se jogar de boca numa espada, hein? Não no sentido figurado, mas no literal mesmo. Compra uma espada, prende no chão e cai de boca em cima.

Anônimo disse...

13:45, eu poderia te desejar o mesmo, mas muito em breve com a islamização aumentando no mundo, os muçulmanos que você tanto defende farão isso com a turma das "empoderedas". Só me resta assistir de camarote rindo disso tudo.

Anônimo disse...

13:26 e você já viu todos os árabes do mundo cuspirem em mulher e criança? É por isso que vocês diz que 'árabes cospem em mulher e criança'?

E não esqueçamos que entre os imigrantes tem sírios, iraquianos e afegãos - tudo 'árabe', né? Também dizem 'tudo muçulmano' (não é verdade), 'tudo oriental' (errado, também), 'tudo a mesma cultura' (outra vez, necas). Não, se veio de algum país onde a religião predominante é o islamismo e as mulheres usam véu é tudo árabe, igual. Gente assim não merece nem que a gente tenha vergonha alheia por ele.

Anônimo disse...

13:48 mas a parte de ser o velho feio, maracujá de gaveta, barrigudo e fedorento que só consegue transar pagando você não nega, né? Eu não preciso nem esperar que "invasores muçulmanos malvados matadores de manginas e vadias" cheguem aqui e te matem, você mesmo vai fazer isso em alguns anos por não aguentar mais a merda de vida que leva. E eu nem vou perder tempo rindo, vou estar ocupada vivendo.

Daniel_hct disse...

"Rad das as 23:44" se voce nao acha essencial alguem pra cuidar do lixo, é pq vc nunca viu uma greve dos lixeiros. Teve uma aqui na minha cidade faz +/- um ano, e tinha rua que passando com o carro tinha q desviar das montanhas de saco de lixo no meio da rua. Lixeiro, gari, pedreiro, encanador, eletricista sao todas profissoes essenciais pra sociedade. A "hierarquizaçao" entre trabalhos "braçais" e "intelectuais" nao sou eu q faço, e uma caracteristica da cultura brasileira, derivada do periodo escravista, em q os trabalhos braçais eram todos relegados a escravos, e era feio ate mesmo alguem de classe media/elite ser visto carregando peso na rua, eles contratavam escravos para carregar suas coisas. Agora se a nossa sociedade fosse parecida com a sueca(q apesar de capitalista nao e neoliberal, mas sim adota o estado de bem estar social) todos os trabalhos teriam remuneraçao parecida, o lixeiro ganharia quase 12 mil por mes e ia passar as ferias nos Alpes.

Anônimo disse...

Vocês tão se preocupando demais com a etnia, a mesma coisa que fazem os macus do not all men, tá not all árabes aqui, vcs entenderam que há uma onda de estupros na europa por conta da imigração ou vão ficar tapando o sol com a peneira, discutindo se é árabe ou mulçumano.

Anônimo disse...

enquanto isso os árabes acham que mulher ocidental é vagabunda que merece ser estuprada, mas aqui vamos discutir sobre a raça pra não ofender omi de novo!!! vcs se preocupando mais com uma religião misógina do que com mulheres, e os homens são o centro de novo, e vcs não percebem isso.

Anônimo disse...

13:11
Só os cegos não percebem isso, sei lá a impressão que dá é que querem desvirtuar o foco , puxando pra um tema de xenofobia, já chegaram a comprar mulçumanos com nordestinos em São Paulo.

Daniel_hct disse...

Agora, por favor leia com atençao meu comentario da proxima vez antes de colocar palavras na minha boca. Me mostre aonde eu disse q é errado fazer sexo com uma melher de graça, aonde q eu falei q sexo e "invasao" da mulher e aonde eu falei q o corpo da mulher é "propriedade privada". Se vc discorda da minha opiniao td bem, mas falar q eu disse coisas q nao tem NADA A VER com o q eu disse, e q na verdade vao na contra mao do q eu estava argumentando (pela liberdade de escolha da mulher), e no minimo desonestidade intelectual.

PS: O q é criminalizado na Suecia é o cliente, nao a prostituta (por isso nao se pode dizer q a prostituiçao é criminalizada). E sim, eu sabia disso (e nao, eu nao sou coxinha, eu sou de esquerda). O fato de eu elogiar um aspecto da sociedade sueca nao significa q eu a ache completamente perfeita.

Anônimo disse...

De olho nas pautas do congresso
-REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL
PEC 171/93

-LEI ANTITERRORISMO
PL 2016/2015

-ESTATUTO DA FAMÍLIA
PL 6583/2013

PROIBIÇÃO DA ADOÇÃO POR CASAIS HOMOAFETIVOS
PL 620/2015

PROIBIÇÃO DOS ABORTIVOS
PL 5069/2013
Autor: Eduardo Cunha (PMDB)



http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/entenda-8-propostas-polemicas-que-podem-virar-lei-em-2016

Daniel_hct disse...

So merda ne? Agora um projeto pela legalizaçao do aborto, contra homofobia(esse ate tinha mas nao foi aprovado), contra machismo, proibiçao de terceirizaçoes, proibiçao das privatizaçoes, auditoria da divida publica, reforma tributaria(para uma tributaçao progressiva, ou seja, q incida nos mais ricos ao inves de nos pobres como e hoje), reforma politica etc, etc. a gente nao ve ne?

Anônimo disse...

Só o que vejo é um bando de racista islamofóbico e xenófobo aqui querendo pagar de justiceiro social. Pior, mulheres

donadio disse...

"Só o que vejo é um bando de racista islamofóbico e xenófobo aqui querendo pagar de justiceiro social. Pior, mulheres"

Olha, duvido muito que sejam mulheres. Na verdade, parecem argumentos de proprietário: "quem estuprou a minha mulher?"

Em outro post aí, a Roxy linkou para um texto realmente bom, que toca nessa questão: o orgulho ferido do macho autóctone quando o estrangeiro (que no texto chegava como conquistador militar, mas não é muito diferente quando chega como imigrante ou refugiado) "come" as mulheres sobre as quais o autóctone acreditava que tinha o monopólio.

Anônimo disse...


a) Eu adoro o filme muito emocionante Lola.Mas infelizmente graças ao preconceito os filmes retratam negros e gays de forma estereotipadas.

b) Na minha opinião o Brasil vive hje uma onda conservadora, o que acontece com Jean Willys é o retrato deste fato, espalham mentiras sobre o deputado, qualquer pessoa percebe homofobia nos comentários de críticas a ele


anon A. (radfem) disse...

@Rad das as 23:44

*clap clap* Seus comentários estão ótimos!


Sobre prostituição, na Suécia é proibir comprar ou facilitar a prostituição, mas não é proibido ser prostituta, pois entendem que essa é uma 'escolha' que mulheres fazem por extrema pobreza, e não faria sentido prendé-las. Ao mesmo tempo, a Suécia oferece incentivos de trabalho e estudo para que mulheres possam abandonar essa 'profissão', afinal é isso o que de 85% a 95% deseja (varia de acordo com a fonte e o país, mas sempre é a maioria).

Vale também uma lida nesse artigo:
http://www.nytimes.com/1998/08/18/science/many-prostitutes-suffer-combat-disorder-study-finds.html
Algumas quotes:

"Using a severity scale developed by scientists who study post-traumatic stress in the military, Dr. Farley's team found that the prostitutes averaged a slightly more severe form of the disease than even Vietnam veterans seeking treatment for the condition."

"In contrast to the romantic vision of prostitution often presented by Hollywood, ''prostitution is not just a job choice,'' Dr. Farley said. More than 90 percent of the prostitutes in her study said they ''wanted out'' of that way of life."

Em resumo, prostitutas tem taxas de transtorno pós-traumático maiores e mais severas que veteranos do Vietnã. Muito "empoderador"!


Esse post tem diversos links, com fontes, para as consequências da legalização da prostituição na Alemanha:
http://pomeranianprivilege.tumblr.com/post/137844077223/what-does-legalization-look-like
Entre outras coisas, o post tem números de que: a demanda e oferta de prostituição aumentou; são mulheres pobres imigrantes, não as alemãs, que são obrigadas a aceitar esse 'trabalho'; as taxas de violência que sofrem são altíssimas; prostituição foi banalizada; e as prostitutas estão tendo que cobrar ainda mais barato.

'1.2 million men [in Germany] buy these women daily'

E depois querem apontar o dedo para os 'árabes malvados que estupram mulheres na Europa' (sim, eu já vi alemães apontando o dedo para o Paquistão e falando 'olha, tá cheio de prostituta pobre! árabes malditos!') Essa desculpa só serve para mascarar o machismo e misoginia dos próprios homens brancos.

Anônimo disse...

Vamos fingir que os mulçumanos são dóceis e falar que tudo é islamofobia, esse pessoal do blog tá viajando legal.

Anônimo disse...

Sim mas pq não falar dos mulçumanos tbm como quere
m falar dos europeus, só pq eles estão numa situação de refugiados não podemos falar deles?
algo está muito errado.

Desse jeito eu vou começar a acreditar que a esquerda apoia o islã, a página feminismo sem demagogia tá fazendo igual e querendo silenciar as mulheres que falam dos refugiados, esse movimento feminista tá ficando estranho.

Anônimo disse...

Estou ficando desapontada com as mulheres feministas defendendo o islã, falamos de estupros de outros homens, mas quando é do árabe é xenofobia isso tá ficando ridículo.

anon A. (radfem) disse...

Agora, especificamente sobre árabes e muçulmanos (e sim, anon burro das 12:46, é perfeitamente ok se referir a um como se estivesse se referindo ao outro pois é exatamente isso que os racistas e islamofobicos estão fazendo para atacar).

Olhem para o próprio umbigo. Não tem porra nenhuma que falem de árabes que homens brancos não façam aos montes, mas daí ninguém aponta 'tá fazendo isso porque é branco!'. Isso se chama racismo.

'Ah, trás só as mulheres árabes'. Leiam algo, uma linha que seja, de argumentação de uma feminista árabe ou muçulmana. Elas estão de saco cheio de vocês, feministas brancas colonialistas, que apontam para árabes como se fossem monstros ao mesmo tempo que tem monstros tão ruins quantos no próprio país.

"É uma religião que afirma EXPRESSAMENTE que o governo tem que ser baseado obrigatoriamente nas leis religiosas muçulmanas, esse é um dogma do Islã (...) não há nenhum país de maioria muçulmana hoje que tenha se mantido realmente laico, que não tenha movimentos expressivos politicamente para implantação da sharia, que não discrimine legalmente as mulheres, que não tenha uma cultura hostil e repressora à mulher."

Puta que pariu, parem de se informar por corrente de email!
Um contra-exemplo: Indonésia. A questão laica deles e a desigualdade que mulheres sofrem é bastante similar ao Brasil. A Indonésia é o quarto maior país muçulmano, e a parte religiosa é tão mais suave que véu é opcional.

By the way, vale lembrar que já ocorreu imigração árabe no Brasil nos séculos XIX e XX. Nós temos tanto descendentes de libaneses aqui que o número de brasileiros-libaneses é maior que a população do Líbano (http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2010/04/22/comunidade-libanesa-no-brasil-e-maior-que-populacao-do-libano). Quanto você fala merda racista de árabes, você está falando também de milhões de brasileiros e pessoas que moram no Brasil. Acho que eu não preciso explicar o quanto berrar 'árabes cospem e estupram' por aí é maléfico para essas pessoas, não é?

Anônimo disse...

"enquanto isso os árabes acham que mulher ocidental é vagabunda que merece ser estuprada, mas aqui vamos discutir sobre a raça pra não ofender omi de novo!!! vcs se preocupando mais com uma religião misógina do que com mulheres, e os homens são o centro de novo, e vcs não percebem isso."

Olha, achei que eu era a única "racista islamofóbica" aqui. Que bom encontrar outra feminista que considera a segurança de mulheres prioridade.

anon A. (radfem) disse...

'buábuá não posso falar mal dos árabes e dos muçulmanos'

Quer usar argumentos econômicos contra a imigração? Vai lá.

Quer discutir como combater a cultura de estupro que assola o mundo? Vai lá.

Quer discutir como todas as grandes religiões são machistas e ferram a vida das mulheres? Vai lá.

Quer vir berrar 'eles são misóginos e malignos! temos que proibir a entrada deles e deixar eles morrerem na guerra que eles fugindo (mas os homens brancos misóginos podem ficar aqui, vivos, tudo ok, bora legalizar prostituição?)'. Não.

Argumentos nazistas contra a imigração? Também não.


Eu realmente espero que as pessoas que estão comentando essas merdas em anon não sejam feministas, nem de esquerda. Que decepção.

anon A. (radfem) disse...

'segurança das mulheres é prioridade'

Das brancas, né? Pelo visto, as árabes e muçulmanas que se fodam. Não venham usar 'feminismo' para defender racismo.

Anônimo disse...

"'Ah, trás só as mulheres árabes'. Leiam algo, uma linha que seja, de argumentação de uma feminista árabe ou muçulmana. Elas estão de saco cheio de vocês, feministas brancas colonialistas, que apontam para árabes como se fossem monstros ao mesmo tempo que tem monstros tão ruins quantos no próprio país."

Para que foi fazer isso? Pra ler mulher defendendo macho eu leio em português mesmo, não preciso gastar meu inglês.

Anônimo disse...

Pessoal, deixa a titia soletrar pra vocês.

Feministas não defendem misóginos.

Feministas não defendem estupros.

Feministas não defendem que estupradores misóginos fiquem impunes.

Feministas não defendem imunidade criminal porque o misógino estuprador é pobre, psicopata ou veio de algum lugar ou cultura específicas.

Mas:

Feministas não defendem nazismo.

Feministas não defendem preconceito.

Feministas não defendem racismo.

Feministas não defendem xenofobia.

Feministas não defendem misóginos islâmicos sendo usados como "cortina de fumaça" pros misóginos europeus e americanos (que cada um pague pela sua misoginia igualmente).

Entendeu? Se os refugiados estão cometendo crimes misóginos então eles tem mais é que ser presos - junto com os misóginos europeus que estão cometendo os mesmos crimes. Molestou? Cana, não importa se o cara é europeu ou imigrante. Estuprou? Cana. Passou a mão? Cana. Os imigrantes fizeram esse joguinho de estupro? Cana, junto com os estupradores europeus que atacaram a colega bêbada na festa da faculdade. Cometeu crime vai em cana e pronto, não interessa se é imigrante ou europeu. Não é tão difícil assim de entender.

Anônimo disse...

"Das brancas, né? Pelo visto, as árabes e muçulmanas que se fodam. Não venham usar 'feminismo' para defender racismo."

Fui eu quem disse aí em cima que os países deveriam aceitar somente mulheres e crianças refugiadas.

Anônimo disse...

"O imigrantes não estariam estuprando se estivessem no país deles onde as mulheres andam todas cobertas."

Eles estupram mulheres mesmo elas sendo obrigadas a ficarem cobertas. Não vem fingir que você está preocupado com a segurança de mulheres não, seu imbecil. Tipos como você tem é inveja dos muçulmanos. Se você pudesse faria o mesmo que eles, né?

Anônimo disse...

16:35 de onde você tirou essa de que mulheres cobertas da cabeça aos pés nesses países de onde os imigrantes vem não são estupradas? Do meio do seu rabo?

Anônimo disse...

16:40
Não adianta chorar, a religião dos caras é escrota mesmo.

Eles acham que mulher que anda descoberta é puta e merece estupro.
O próprio alcorão diz que quem não é mussulmano tem que morrer.

Depois vai vir algum babaca aqui dizer que nem todo imigrante é arabe e nem todo arabe é mussulmano. Mas a verdade é que 95%+ desses imigrantes sao araves mussulmanos intolerantes fugindo de um país sem guerra onde a vida é uma mrda e querem fuder com a europa que nem fazem nos países deles

Anônimo disse...

"O próprio alcorão diz que quem não é mussulmano tem que morrer"

Vindo da pessoa que escreve mussulmano, isso tem bastante credibilidade viu

Aposto que leu o Alcoração todinho, estudou o contexto histórico de cada verso e leu sobre as interpretações dos estudiosos pra chegar nessa conclusão brilhante, nem um pouquinho embasada no senso comum. Parabéns fera pega teu diploma de teólogo islâmico aqui

Aproveita e me diz onde o Alcorão recomenda estupro pra mulher não coberta, grata

Anônimo disse...

(ops Alcoração foi erro de digitação)

Anônimo disse...

Olha sempre critiquei as rads mas nesse ponto a Anon. A e outras estão ganhando de lavada de vcs viu, que vergonha pro feminismo esse povo racista e xenófobo. 99% senso comum e 1% de senso comum também.

Anônimo disse...

"o islamismo é TOTALMENTE INCOMPATÍVEL COM O ESTADO LAICO [...] esse é um dogma do Islã, [...] não há nenhum país de maioria muçulmana hoje que tenha se mantido realmente laico, que não tenha movimentos expressivos politicamente para implantação da sharia, que não discrimine legalmente as mulheres, que não tenha uma cultura hostil e repressora à mulher."

Turquia, Albânia, Bósnia, Kosovo, Cazaquistão, Quirguistão, Uzbesquistão

OPS

Anônimo disse...

Durante o genocídio armênio cerca de um milhão de mulheres armenias cristãs foram estupradas e crucificadas por muçulmanos do império turco otomano, hoje o estado islâmico está fazendo mulheres e meninas cristãs, curdas yazidis e de outras minorias escravas sexuais na siria e Iraque, o próprio Maomé em uma de suas suratas no Corão ordenava a seus seguidores a metar infiéis e tomara suas mulheres infiéis como escravas, uma de suas nove mulheres por exemplo era uma menina de nove anos que ele raptou e estuprou quando comandou pessoalmente o massacre de uma tripo judia, Aisha era o nome dela

Anônimo disse...

Eu jamais apoiaria uma merda misógina como o islã, mas se eles acabarem com o luxo do cristianismo que matou milhares de mulheres w fogueiras e acabarem com estes crentelhos xatos que perseguem a agridem homossexuais para mim estão fazendo um favor

Anônimo disse...

*lixo do cristianismo

Anônimo disse...

a página feminismo se demagogia do face prestou um desfavor hoje a nos mulheres ao se posicionar a favor de imigrantes muçulmanos que se organizam para prática de estupro coletivo em cidades européias

Claro, foi bem isso que elas fizeram, se posicionaram A FAVOR de estupradores. Oh god, vai aprender a interpretar texto vai

Anônimo disse...

"Ao encontrar em seu caminho infiéis que rejeitem a conversão a Alá, golpeios no pescoço"
Corão segunda surata, ditada pelo próprio Maomé

Anônimo disse...

Elas em momento agum defenderam a expulsão deles da Alemanha, isto e o que? Pelo contrário fixaram justificando que era "culpa da cultura" se isto não e justificar e culpar de certa forma as vítimas e o que?

Marcia disse...

Anônimo das 16:06, me explica uma coisa: como é que as mulheres terão sua segurança garantida com leis de imigração mais rígidas? Ou para você mulher imigrante não merece garantia nenhuma? Minha deusa, parece que voltamos para 1907, onde a única escravidão que importava para o direito internacional era a escravidão sexual das mulheres brancas...

Críticas ao machismo das sociedades islâmicas não falta, basta boa vontade de ler o que dizem as ativistas locais, nenhuma mulher precisa ser salva, todas nós precisamos aprender a lutar e nos salvar.

Para mim é pouco feminismo demonizar os 'homens árabes', se essa demonização é para defender os direitos dos racistas e machistas ocidentais. Não menosprezo o que aconteceu na Alemanha não, é grave, é triste e é terrível. Mas essa solução de que todos os imigrantes devem ser barrados, para mim, não resolve absolutamente nada do problema da violência sexual e gênero.

Anônimo disse...

Não são estupros individuais mas sim dezenas e até centenas de homens imigrantes se organizando para cometerem estupros em massa numa Clare tentativa de controle cultural nos lugares onde estão se alojando, e tipo como se dissessem as mulheres; " agora estamos aqui, vocês devem se comportar como nos queremos ou vamos ataca-las"
Na França por exemplo eu vi bairros de grande concentração de imigrantes e descendentes muçulmanos que meninas francesas usando o véu mesmo sem serem islâmicas para ir numa padaria na esquina, tudo para evitar o assédio agressivo e até ataques s sexuais.

Anônimo disse...

"Durante o genocídio armênio cerca de um milhão de mulheres armenias cristãs foram estupradas e crucificadas por muçulmanos do império turco otomano"

Pera, as estimativas mais PESSIMISTAS calculam o número de mortos em 1,5 milhões, aí tu vem me dizer que dessa cifra 1 milhão (66%) eram mulheres morreram crucificadas, oi? Tá bem coerente esses teus dados

"hoje o estado islâmico está fazendo mulheres e meninas cristãs, curdas yazidis e de outras minorias escravas sexuais na siria e Iraque"

E também diz que estuprar uma mulher 10 vezes faz ela ser muçulmana, sendo que 99% dos muçulmanos ao redor do globo nunca ouviram falar disso. Invenção teológica do ISIS, assim como autorizar escravas sexuais no século XXI.

"o próprio Maomé em uma de suas suratas no Corão ordenava a seus seguidores a metar infiéis e tomara suas mulheres infiéis como escravas"

Como que Maomé ordenava coisas em uma surata do Corão se ali não era a voz de Maomé? Tu pelo menos sabe a diferença entre Sunnah e Corão? Você sabe que versos se referindo a matar infiéis ou tomar escravos vem com ressalvas de serem utilizados somente em casos de autodefesa, né? E o Alcorão dá ordens pra escravos sejam bem tratados e não explorados como o ISIS faz, né? Na verdade os membros do ISIS vão queimar no inferno do deus deles quando morrerem, isso de acordo com a própria teologia do Islã.

"uma de suas nove mulheres por exemplo era uma menina de nove anos que ele raptou e estuprou quando comandou pessoalmente o massacre de uma tripo judia, Aisha era o nome dela"

Aisha raptada? Aisha era filha de um dos melhores amigos dele, Abu Bakr. Aisha tinha NO MÍNIMO 14 anos quando o casamento foi consumado, e outras estimativas inclusive apontam 19 anos. Então 9 anos e raptada? Vai se informar.

Anônimo disse...

"Ao encontrar em seu caminho infiéis que rejeitem a conversão a Alá, golpeios no pescoço"
Corão segunda surata, ditada pelo próprio Maomé


Segunda surata de que sura? Vc quer que eu verifique uma a uma as segundas suratas das 114 suras? Tá de sacanagem né. Difícil acreditar que isso não é inventado se não sabe nem como citar um trecho do Corão

Anônimo disse...

Puts 18:08 quanta desinformação Aisha era sim de uma tribo judia conquistada por Maomé na hoje atual Arabia Saudita e tinha nove anos quando foi obrigada a se casar com ele, alias ainda hoje em locais como Afeganistão, E interior do Paquistão por exemplo e comum meninas muçulmanas de 9 anos se casarem com homens bem mais velhos que elas, vai falar que e mentira também?

E aqui deixo uma foto de 1907 com mulheres crucificadas na Armênia, e foram 2 milhões de mortos por baixo não 1 milhão e 500 no máximo como você diz.
https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfa1/v/t1.0-9/11923207_1647749252176241_6548192139523767141_n.jpg?oh=71cf6a51747a198bf8bad2f45c850862&oe=57397966&__gda__=1462328301_d45290f7a78313e5363f804c9475cba2

Anônimo disse...

Maomé se casou sim com com uma criança de nove anos, chamada Aisha, sua terceira esposa. Uma prática de pedofilia por alguém que se proclamava mensageiro de deus. Ela era filha de um grande amigo de Maomé, Abu Bakr, um dos seus primeiros seguidores e que depois se tornaria o primeiro Califa (sucessor) no Islamismo. O contrato de casamento foi feito quando Aisha ainda tinha seis anos de idade. Nas assustadoras palavras de Anwar Hekmat: “O apóstolo de Alá, na sua paixão de possuí-la, estava com tanta pressa que não esperou sequer pela chegada da noite, ele pediu à mãe da noiva para enviá-la para sua cama nas primeiras horas da manhã logo após a cerimônia de casamento” (Hekmat: 1997: 43). Quando esta união aconteceu, Maomé tinha mais de cinquenta anos de idade, portanto idade suficiente para ser avô de Aisha e, também, era mais velho que o pai dela, Abu Bakr. O relato seguinte é tão absurdo que chega ser cômico: “A garota era tão criança que, de acordo com os biógrafos islâmicos, ela levava seus brinquedos para a cama do Profeta. A pequena garota tinha permissão de manter seus brinquedos e suas bonecas, e algumas vezes o Profeta brincava de jogos com ela” (Hekmat, 1997: 45).
2) O próximo casamento chocante foi com sua nora (Zaynab), ou seja, a filha de seu filho adotivo, Zayd. Um caso incestuoso que teve origem num ato de explosão passional de Maomé. Veja a narração deste episódio por Hekmat: “Um dia Maomé foi inesperadamente até a casa de seu filho adotivo. Zayd não estava em casa, mas a nora recebeu seu sogro mesmo que ela não estivesse completamente vestida. Sendo sua nora, ela provavelmente não se importou de se vestir ou de se cobrir completamente. Maomé não deixou de notar as belezas ocultas de sua nora, e após murmurar algumas palavras incoerentes, ele exclamou: Louvor a Alá, o mais elevado; louvor a Alá, que muda o coração dos homens” (Hekmat, 1997: 56). Daí nasceu a paixão de Maomé por sua nora Zaynab, uma paixão que ele entendeu como motivada por deus. Esta união incestuosa é relatada também no Alcorão (33: 37) com a aprovação de Alá: “… E quando Zayd satisfez seu desejo de sua mulher, nós ta demos em casamento para que os crentes soubessem que não é um crime para eles casarem-se com as mulheres de seus filhos adotivos, uma vez que estes tenham satisfeito seu desejo delas. O mandamento de Deus é sempre cumprido” (Palmer, 1994: 144; Ali, 2002: 1118 e Challita, 2002: 226). E tudo que foi relatado acima é legitimado pelo Alcorão: “Ó Profeta, tornamos legais para ti as tuas esposas que dotastes e as escravas que Deus te outorgou, e as filhas de seus tios paternos e maternos, e de tuas tias paternas e maternas que emigraram contigo e qualquer outra mulher crente que se oferecer ao Profeta e que ele quiser desposar: privilégio teu, com exclusão dos demais crentes – sabemos o que lhes impusemos com relação às suas esposas e escravas – para que ninguém possa censurar-te. Deus é compassivo e misericordioso” (33: 50 – Arberry, 1955: 126-7; Palmer, 1994: 146; Ali, 2002: 1122 e Challita, 2002: 226). De tudo que foi dito acima, para o Alcorão, deus aprova e incentiva o incesto privilegiado, a poligamia, o pagamento de dote, a pedofilia e a escravatura.
paulo Tarso

Anônimo disse...

Elas em momento agum defenderam a expulsão deles da Alemanha, isto e o que?

Defenderam e mais de uma vez:

1 - "Os homens que praticaram o "jogo do estupro" devem ser identificados e punidos." - texto original da página
https://www.facebook.com/FeminismoSemDemagogiaMarxistaOriginal/posts/950797838345539

2 - "É ÓBVIO que toda agressão machistas contras as mulheres deve ser repudiada, por todo o movimento feminista de todas as vertentes, aguardamos providências da Alemanha contra os culpados cabíveis por lei, e reiteramos que não compactuaremos com xenofobia." - post compartilhado na página
https://www.facebook.com/FeminismoSemDemagogiaMarxistaOriginal/posts/950627318362591

Agora se tu tem preguiça de ler os textos inteiros, fica difícil também né...

Anônimo disse...

Anônimo das 17:47, eu tive colegas que estudaram/trabalharam na França por tempo e a impressão delas é bem diferente. Vou postar aqui o que ouvi e algumas coisas que li dos relatos sobre violência de gênero na visão das feministas islâmicas francesas. Para começo de conversa, é cada vez mais comum mulheres islâmicas (e aqui há também aquelas convertidas recentemente)adotarem o uso do véu como uma questão de identidade que elas fazem questão de sustentar contra a sociedade francesa que se considera laica. É um desafio: eu sou assim, e não vou mudar por pressões externas. Confere com a maioria das mulheres com quem minhas colegas conversaram. Essas mesmas mulheres, sobre as agressões sexuais, não negam que há setores conservadores islâmicos entre os imigrantes que perseguem e assediam mulheres, mas fazem questão de denunciar que há grupos e organizações de homens brancos que também o fazem, sem que recebam nenhuma condenação por isso, afinal, se for para 'espantar' imigrantes, vale tudo: especialmente assediar/estuprar as suas mulheres.

E o 'suas' da questão é todo o problema. Nesse jogo de agressões sexuais, o machismo é comum há ambos os lados da questão. Na disputa entre cidadãos residentes tradicionais (seja lá o que isso for, mas, em geral os brancos residentes) versus imigrantes, quem perde são as mulheres que ambos os lados reivindicam como 'suas'.

As mulheres imigrantes islâmicas/ou não-islâmicas, basta ser vista como imigrante, são atacadas por homens brancos por serem consideradas frágeis e desprotegidas (se você não tem o visto de permanência, por exemplo, não pode denunciar qualquer crime na França, sob o risco de ser deportada). Como represália a esses crimes sem condenação, e também pelas condições difíceis de vida dos imigrantes, mais um machismo do 'baralho', homens muçulmanos/imigrantes usam essa violência como desculpa para agredir outras mulheres, especialmente as de fora da sua comunidade de origem.

É o clássico desafio machista babaca: ah é? Mexeu com as minhas mulheres? Veja só, também posso e vou importunar as suas, para lhe ofender.

Digo desculpa, por que a velha questão de que o corpo da mulher não lhe pertence está muito bem estruturada no meio disso tudo. Preciso ofender a honra dessa nação que me nega direitos, ora, não há dúvidas: o jeito mais certo de fazer isso é estuprar suas mulheres.
Preciso mostrar que esse imigrantes não tem direito a ficar aqui? Simples, posso estuprar e bater em suas mulheres, e sequer serei denunciado.

É a velha dinâmica do estupro usado como arma de guerra ou confronto e nenhuma mulher, imigrante ou não, estará segura enquanto ambos os lados as verem como propriedade coletiva e 'bem cultural' que precisa ser protegido e ou pode ser usado como objeto de agressão.

O machismo é a estrutura de conflito nos dois lados. Quem perde? Toda e qualquer mulher que cruzar o caminho desses homens que odeiam, sejam eles os 'tradicionais' cidadãos brancos, sejam eles os indesejáveis imigrantes.

Concordo com aquelas que postaram antes: não dá para ver apenas um lado dessa questão. Não é possível apenas ser solidária as mulheres agredidas por homens imigrantes, há toda uma outra comunidades de mulheres silenciada e igualmente violentada que também precisa da nossa solidariedade.

Anônimo disse...

Puts 18:08 quanta desinformação Aisha era sim de uma tribo judia conquistada por Maomé na hoje atual Arabia Saudita e tinha nove anos quando foi obrigada a se casar com ele,

Puts, quanta vergonha alheia quando a pessoa quer insistir na ignorância! Ok, se Aisha era da tribo judia conquistada, porque o pai dela ABU BAKR se tornou PRIMEIRO CALIFA A SUCEDER MAOMÉ? Tipo, ele era judeu, de uma tribo que foi dizimada, e ainda assim virou califa, WTF? Que tal ler sobre a biografia de Aisha em fontes confiáveis e não facebook, twitter, site evangélico, etc? Sobre o resto não entendi, tu quer que eu negue que pedofilia existe?

foram 2 milhões de mortos por baixo não 1 milhão e 500 no máximo como você diz.
Fontes por favor, porque as próprias fontes armênias citam que foram 1,5 milhão de mortos http://www.armenian-genocide.org/genocidefaq.html#How_many http://www.genocide1915.org/fragorochsvar_bakgrund.html#14

Interessante a foto, triste mesmo, já tinha visto ela. Só faltou a fonte dos 1 milhão de mulheres crucificadas.

Anônimo disse...

18:12
E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros.”
Alcorão 47:4
_
"Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. ... E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Deus. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos."
Alcorão 2:191,193

Anônimo disse...

Abu Bakr era residente de uma tribo judia que foi forçada a se converter ao islamismo por Maomé e seus seguidores, Abu Bakr foi um o braço direito de Maomé neste processo, deve-se levar em consideração o contexto histórico, Maomé tinha acabado de criar o Islã em sua "revelações" e haviam dezenas de tribos de dezenas de religiões no OM na época, entre eles cristão e judeus, quase todos dizimados no processo de islamização.

Anônimo disse...

18:35 isso aí se refere ao contexto da época, quando eles estavam em guerra na Península Arábica, tem aplicação nenhuma no século XXI. É só ler as suras inteiras que já ajuda a perceber o contexto. Aqui tem mais explicações http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2016/01/07/como-o-alcorao-e-manipulado-para-justificar-o-terrorismo-de-radicais-islamicos.htm

Anônimo disse...

18:40 como ele era de uma tribo judia forçada a se converter ao islamismo, se ele era da tribo Quraysh, a mesma de Maomé? http://www.britannica.com/biography/Abu-Bakr

Não to defendendo o Islã não, é que adoro desmacarar esse povo que passa informação falsa por aí. É divertido, juro kkk. Apenas tenho a vantagem de já ter estudado essa religião, daí pra detectar mentiras sobre o assunto é só passar o olho. Se viesse alguém espalhando mentiras sobre o feminismo ia desmascarar do mesmo jeito, a diversão independe do assunto :)

Anônimo disse...

A palavra residente deve ser alienígena para algumas pessoas, antes de Maomé não existia islã, ele foi o profeta fundador fundador desta religião.

Anônimo disse...

Olha vamos ser sinceros aqui, sou de esquerda e feminista mas se tem um defeito atual de muitos da esquerda (e da direita também!) que eu NÃO SUPORTO é essa mania de compartilhar as coisas sem verificar as fontes antes, repassar informações falsas só porque sustentam teu argumento. Jean Wyllis sofre tanto com difamação que o caso dele deveria ser um exemplo do que NÃO fazer com informações sem fonte, mas tem gente de esquerda que não se toca e faz a mesma coisa por aí. Vocês que fazem isso são uns irresponsáveis e merecem que eu perca meu tempo refutando vcs sim. Só ver como vários(as) ficaram incomodadinhos porque to refutando coisas aqui

Anônimo disse...

Já que você sabe tudo sobre o islã. Poderia explicar porque muçulmanos "moderados" querem matar infiéis e executar mulheres adúlteras a pedradas?

http://www.infowars.com/video-moderate-muslims-support-stoning-women-for-adultery-executing-gays/

Anônimo disse...

"Abu Bakr era residente de uma tribo judia"

Legal agora explica o que significa "residente" pra enciclopédia britânica, porque não é o que eles dizem aqui http://www.britannica.com/biography/Abu-Bakr http://www.britannica.com/topic/Quraysh

Anônimo disse...

19:07 por ignorância mesmo. Líderes ignorantes interpretando a religião de um jeito ignorante, repassando a informação pra pessoas ignorantes, só pode acabar em ignorância. Não significa que a religião seja ignorante e sim que as pessoas são. Tem muçulmano pedófilo, machista, misógino, estuprador sim, nunca neguei isso. Assim como muçulmanos não-pedófilos, não-machistas, não-misóginos, não-estupradores, etc.

Anônimo disse...

Aff vocês se juntaram pra defender omi ou o que? pq não parece que estão preocupadas nem com as islâmicas nem com as europeias, e parem de falar homem branco, a gente fala de estupro aqui muitas vezes de homem branco ou seja lá qual cor for. Se vocês tão com peninha deles problema de vcs , eu tenho pena das mulheres de todas islâmicas ou europeias.

Anônimo disse...

A esquerda tá sendo omissa sim, tá falando toda hora de xenofobia e islamofobia, nós somos lixo pra eles e vocês preocupadas se eles vão nos achar racista, estão preocupadas em serem politicamente corretas demais, usando esse feminismo fofinho de nem todo homem, não podemos falar deles mas do homem branco, enquanto os machistas pisam na nossa cabeça.

Anônimo disse...

A turquia já vai se tornar um califado, é possível retroceder sim, não apoiem o islã de jeito nenhum, só digo isso.

Anônimo disse...

"Mimimi tenho pena de todas as mulheres, europeias ou muçulmanas", mas apoiar feminismo islâmico ninguém quer. Conheço bem esse papo, as feministas racistas islamofóbicas e xenófobas são as primeiras a rir quando alguém fala "feminismo islâmico". Sororidade pra quê né? O importante é mostrar que nossa cultura é superior a deles, e foda-se as minas de lá.

Anônimo disse...

Aí como sempre alguém vai falar "não tem que apoiar nada islâmico não, só apoio o que for laico ou ateu, religião é tudo merda patriarcal". Legal fera então espera sentada a vida dessas mulheres melhorar, pq se feminismo islâmico já enfrenta barreiras naquelas áreas, imagina feminismo secular ou ateu??? Vcs vivem em realidade paralela né, só pode

Anônimo disse...

O Feminismo islâmico tem todo o meu apoio. Melhor feminismo islâmico do que nenhum. O que eu acho uma hipocrisia é muçulmana dizer que usa o véu, niqab, xador ou o que seja "porque quer". Eu não credito nisso mas vamos empurrando com a barriga.

Anônimo disse...

Coincidência esse post.Assisti Crash ontem e achei fantástico. Mas agora preciso rever Brokeback pra saber se concordo com o post
.
Nay

Anônimo disse...

anon 22:39, você tentou ser engraçado mas falhou. Entra numa escola de circo que ainda há esperança pra você.

anon A. (radfem) disse...

"Fui eu quem disse aí em cima que os países deveriam aceitar somente mulheres e crianças refugiadas."

Ok, pense por 5 segundos:
1) Essas mulheres tem família e amigos homens, que gostam e querem proteger.
2) Elas estão fugindo de uma guerra. De uma guerra. A pé, a nado, do jeito que der. Pense por um instante o quão fácil e seguro é mulheres virem do Oriente médio até a Europa sozinhas, passando por um caminho sem leis e cheio de estupros. É simples, elas não podem vir sozinhas.

'Aceitar somente mulheres árabes/muçulmanas' == 'Não aceitar nenhum árabe/muçulmano'

Isso é só desculpa fajuta para fingir que não é racista.


Pro pessoal preocupado com fanáticos religiosos tomando o governo e passando leis que prejudiquem as mulheres, é só olhar pro lado: Evangélicos, cristãos e católicos fizeram e fazem isso direto tanto no Brasil, como na Europa e nos EUA.


Pro pessoal falando mal do Alcorão: já leram a Bíblia? Aquele livrinho cheio de passagens horrendas que a maioria das pessoas do Ocidente segue?


"O que eu acho uma hipocrisia é muçulmana dizer que usa o véu, niqab, xador ou o que seja "porque quer"."
Massa. Bora obrigar elas a gastar os tubos de dinheiro e tempo com produtos para cabelo e cabeleireiro, que nem as ocidentais, que claramente seguem o padrão de beleza ocidental 'porque elas querem'. Além de boa parte das muçulmanas, quando vem para o ocidente, passam a considerar o véu um símbolo de sua cultura e identidade, mas foda-se isso também, não é?

Anônimo disse...

Querer comparar o fanatismo islâmico com os conflitos de posicionamento social no saudável contraditório que tem por aqui e no mínimo desonestidade intelectual. Não temos grupos cristaos seqüestrando aviões e se jogando com eles em cima de prédios, nem homens com coletes recheados de bombas se explodindo em áreas populosas por puro fanatismo religioso. No máximo um ou outro esquizofrênico ouvindo vozes de vez em quando.

Grupos como Al Quaeda,Estado Islâmico, Irmandade Muçulmana, Hamas, Boko Haram, Talibã e outros tem uma cousa em comum, todos são islâmicos e tem somente islâmicos entre eles.

E quanto a bibla, e um livro histórico que deve ser interpretado dentro dos contextos históricos em que foi escrito, aliás muito de livros como o Corão (islã) e Torá ( judaico) são passagens do antigo testamento bíblico.
A diferença e que somos cristãos, nossa crença e baseada no novo testamento não no antigo, o messias para nós veio para reconduzir a humanidade e romper com os dogmas do antigo testamento.
Você não vai ver passagens de Cristo se casando com meninas de 9 anos, incentivando a matança de "infiéis" ( pelo contrário, "amai vossos inimigos) nem incentivando o apedrejamento de "adúlteras"( pelo contrário, interveio contra um, só que disse a ela " vá, e não peque mais)

Anônimo disse...

É sério isso, Anon A.?
Então vamos andar todas de burca pra economizar no salão, na manicure, na maquiagem, e nas roupas porque dá pra usar as velhas mesmo e é só jogar um pano preto em cima e pronto.

E reveja esse negócio de respeitar cultura misógina. Eu não respeito.
Não respeito o alcorão e não respeito a bíblia. Dá pra conciliar as duas coisas numa boa, vocês deveriam tentar.

Anônimo disse...

Eu achava que as rads defendiam as mulheres acima de qualquer coisa mas parece que não.
Nós estamos muito ferradas.

Maria Fernanda Lamim disse...

Eu adoro esse filme. E concordo com post sobre a relevância de ele ter tirado o tema da homossexualidade dos filmes de "nicho". Foi um "blockbuster" mostrando homoafetividade de forma muito bonita. E o elenco e maravilhoso.
Sobre o debate que tá rolando a respeito dos abusos cometidos na Europa, eu acho que a Finlândia achou o jeito certo de lidar com isso: tá oferecendo aulas de cultura local aos imigrantes. Acho justo. Assim não negam acolhimento aos refugiados, e ao mesmo tempo mediam esses choques culturais (pq não podemos negar que o machismo e sim um traço forte dessas culturas. Não se trata de preconceito, e fato.)
Afinal se contas, não é justo que todos os árabes ou muçulmanos sofram com xenofobia e islamofobia. Mas também não é bacana que as mulheres européias, acostumadas a uma vida de muito mais liberdade, sofram tentativas de abuso.
Se esses homens desejam viver na Europa, precisam aprender a respeitar isso.

Jovem feminista disse...

Bom eu não vou usar de meias palavras aqui.

Sobre o debate que esta rolando nos comentários, o que as mulheres lá na Europa andam precisando e o mesmo que as daqui e de muitas partes do mundo, que aprenderem defender a si mesmas com e sem armas, para defesa sem armas temos as artes marciais que são ótimas, na parte com armas temos as de fogo, na Europa ate onde eu sei porte de arma não permitido a minguem, como sempre o mesmo erro que aqui, tratar na lei homens e mulheres da mesmo forma em qq situação, mesmo se sabendo que as mulheres são as maiores vitimas de agressões graves, aqui e em todas as partes do mundo porte de arma para mulher deve ser algo bastante facilitado para as mulheres, leis altamente restritivas sobre armas como tem aqui no brasil, devem ser feitas para os homens as cumprirem.

Em resumo quando se trata de violência mulher sofre mais do que home por ser presa fácil.

O que vou dizer abaixo e chocante e assustador para algumas pessoas e eu não gostaria de ter que dizer jamais, mas as vezes e necessário pega pesado mesmo.

Quanto aos muçulmanos na Europa, estes por si não são o problema desde que você saiba lidar com ele, porque vocês acham que todos (ou quase todo) os países islâmicos são ditaduras sanguinárias? por uma simples razão muçulmano se não todos pelo menos a maioria só trata com respeito a quem eles temem.

O fato e que nos ocidentais temos que fazer as nossas vantagens valer, e chamar para conversa muçulmanos deixar claro que, somos maioria numérica em comparação com eles, e temos dezenas ou talvez ate centenas de vezes mais poder politico, econômico e bélico que eles, portanto esta na hora de dizer aos árabes claramente que ou eles se efetivamente respeitam nos ocidentais e a nossa cultura pelo menos dentro de nosso países ou serão exterminados e de forma legal, pois nos ocidentais temos de sobra maioria para aprovar as leis que quisermos nos nosso países.

Porque não tem quase muçulmanos na Rússia e nem tem emigração de muçulmanos para lá? lá a gente sabe como o tio Putin trata eles, ai os muçulmanos que tem na Rússia se comportam como escoteiros, se não já sabem o que acontece com eles.

E se não for feito o que citei acima, daqui mais 50 anos eu não duvido que os muçulmanos acabem ate tomando de nos o que temos de vantagem em comparação com eles, e ai como ele não tem o nível de tolerância que nos ocidentais temos, eles e que vão nos exterminar assim que tiverem possibilidade, e se alguém duvida olha o que fazem com cristãos em alguns países de maioria árabe.

Os árabes e muçulmanos dentro dos países deles podem fazer o que quiserem dormir encima de arvores, tomar banho de areia, anda de cabeça para baixo etc. etc. etc. em países ocidentais eles tem direito de serem muçulmanos, só que devem respeitar nossa cultura ocidental e a nossas leis.

O que eu disse pode parecer um absurdo ou exagero, só que as vezes nos precisamos nos despir de nossas paixões ideológicas, religiosas, humanistas etc. e olhar para a realidade e a enxergar.

Mila disse...

Na época que saiu o "Brokeback Mountain" muita gente se referia ao filme como "aquele dos caubóis gays". E me surpreendeu bastante (naquela época eu era muito machista e homofóbica) que não era o antro da perdição como as pessoas falavam, era simplesmente um filme de amor, como qualquer outro. Creio que este foi um dos legados mais importantes, que filmes com temáticas LGBT não precisam ser necessariamente políticos, que podem ser filmes singelos e intimistas. Uma das críticas que li sobre "Carol" foi nesse sentido, que Carol bebe na fonte de Brokeback Mountain.

Anônimo disse...

Ainda não tenho uma opinião formada sobre legalização/criminalização da prostituição, mas uma vez a radfem AnonA teceu um comentário muito oportuno: a prostituição só há sexo pq a pessoa paga, se ela quisesse fazer sexo com vc, ela simplesmente não cobraria.

No mais, é falsa simetria falar de coroas que pagam garotos de programa. A esmagadora maioria de clientes da prostituição é homem, seja hetero ou gay. Uma vez eu li uma matéria sobre homens gp e eles disseram que era difícil para o cara aceitar que na profissão a maioria dos clientes era homem e que transar com mulher era uma raridade.

donadio disse...

"Que bom encontrar outra feminista que considera a segurança de mulheres prioridade."

Sabe quem mais considera a segurança das mulhere prioridade?

(Por mulheres, entenda-se: mulheres "brancas" ou mulheres "ocidentais"; visto que árabe ou muçulmano não é gente, mulheres muçulmanas e árabes não são mulheres, não é?)

Pois então, quem está no momento "preocupadíssimo" com a segurança das mulheres?

Neonazistas alemães. Que são tão ou mais misóginos, sexistas e pró-patriarcado do que a grande maioria dos muçulmanos (sim, incluindo aqui "radicais" islâmicos fundamentalistas).

É com esse tipo de gente que você quer fazer frente única?

donadio disse...

"Imagine se algum país anunciasse que só aceitaria mulheres e crianças refugiadas? Seria o primeiro caso de misandria institucionalizada."

Vai sonhando...

Seria, isso sim, o primeiro caso de "reserva de mercado" no ramo do estupro.

Anônimo disse...

Botem uma coisa na cabeça de vcs. NEM TODO ÁRABE É MUÇULMANO! Mas sim, o islã é oq predomina e é a "base" cultural daquela região e sim é uma cultura patriarcalista e opressora para mulheres. Quem está dizendo q é contradotório uma feminista se posicionar "anti árabe" está sendo idiota pois o cerne principal do movimento é combater violência e opressao de gênero independente se é esqueda ou direita(economicamente falando). Vcs estão confundindo conceitos e misturando tudo.

Anônimo disse...

Me expressei errado..."ser anti arabe" é racista e burro pq obviamente nem todo arabe é assim(como o esteriotipo diz). O correto seria se eu tivesse escrito ".. contraditorio uma feminista se posicionar contra a cultura árabe no q diz respeito ao patriarcalismo e à descalorizaçao da mulher" pronto me desculpem o equivoco

donadio disse...

"O que eu acho uma hipocrisia é muçulmana dizer que usa o véu, niqab, xador ou o que seja "porque quer"."

Tá çerto.

As ocidentais é que usam calça jeans e T-shirt por que querem. Afinal, "liberdade é uma calça azul, velha e desbotada", não é mesmo?

donadio disse...

"porque vocês acham que todos (ou quase todo) os países islâmicos são ditaduras sanguinárias?"

Há muitos motivos para isso, é claro; mas talvez o mais importante é um que você não levou em conta na sua argumentação:

Por que quando esses países não são ditaduras sanguinárias, o "Ocidente" ocidental e cristão derruba os seus governos, e impõem ditaduras sanguinárias a eles.

Mas é o tal negócio, quando você aponta um dedo para o seu inimigo, você aponta três para você mesmo.

Vicky_ disse...

"Feminismo Islâmico", em breve:

"Feminismo Hinduísta"
"Feminismo Sihkrista"
Etc, etc, etc.

Já estou me preparando pra "Comunismo Cristão".
(Y)

Jovem Feminista disse...

Este tal de donadio ta virando um troll dos mais chatos.

O cara só quer contestar as pessoas, mas arruma argumento que preste nem pensar.

Luiza Bairros disse...

Pra quem citou passagens do corão:


“20Se alguém ferir a seu servo, ou a sua serva, com pau, e morrer debaixo da sua mão, certamente será castigado;
21Porém se sobreviver por um ou dois dias, não será castigado, porque é dinheiro seu.”



“27E disse-lhes: Assim diz o Senhor Deus de Israel: Cada um ponha a sua espada sobre a sua coxa; e passai e tornai pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu vizinho.
28E os filhos de Levi fizeram conforme à palavra de Moisés; e caíram do povo aquele dia uns três mil homens.”



“18A feiticeira não deixarás viver.
19Todo aquele que se deitar com animal, certamente morrerá.”


“11Então o filho da mulher israelita blasfemou o nome do Senhor, e o amaldiçoou, por isso o trouxeram a Moisés; e o nome de sua mãe era Selomite, filha de Dibri, da tribo de Dã.
12E eles o puseram na prisão, até que a vontade do Senhor lhes pudesse ser declarada.
13E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
14Tira o que tem blasfemado para fora do arraial; e todos os que o ouviram porão as suas mãos sobre a sua cabeça; então toda a congregação o apedrejará.
15E aos filhos de Israel falarás, dizendo: Qualquer que amaldiçoar o seu Deus, levará sobre si o seu pecado.
16E aquele que blasfemar o nome do Senhor, certamente morrerá; toda a congregação certamente o apedrejará; assim o estrangeiro como o natural, blasfemando o nome do Senhor, será morto"

Anônimo disse...

Já falaram aqui, não custa nada reforçar. Árabe não é igual a muçulmano. Morei em Jerusalém e vi que lá existiam muitas famílias de árabes judeus, assim como existem ocidentais sem qualquer ligação sanguínea árabe que se convertem ao islamismo. Muita calma na hora de jogar todo mundo numa lata só.
O comentário da anôn de 18:21 foi brilhante, sensacional. Nesta guerrinha "eu odeio árabes", estão esquecendo, se é que lembraram mesmo, que quem sofre mais são as mulheres. São elas que aparentam ser imigrantes por causa do véu, são elas que quando são assediadas têm de se calar por medo da reação da sua comunidade. Trata-se de uma disputa em quem consegue subjugar o outro, em quem consegue humilhar mais e amedrontar sempre utilizando as mulheres como moeda de troca nesse jogo doentio. Enquanto a gente perde tempo em encontrar furos no Corão (como se Bíblia e Torá fossem livrinhos limpinhos e fofos), as mulheres continuam levando porrada por uma guerra que não é delas.

Anônimo disse...

Só uma prova do que a gente tá falando:


http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/02/como-10-mil-criancas-imigrantes-sumiram-sem-deixar-rastro-na-europa.html

Daniel_hct disse...

Nossa, essa jovem feminista ganhou o premio de comentario mais racista e eurocentrico do post. Quer dizer que os paises ocidentais sao os bastioes da civilizaçao, e os paises arabes sao paises barbaros. Discurso identico aos americanos, que invadem os paises para levar "democracia e liberdade". Foi tbm o mesmo discurso usado no colonialismo: tinha-se que "civilizar" os "selvagens".

A cultura arabe é patriarcal e misogina? É sim, assim como a cultura europeia, a cultura japonesa, a latinoamericana, a africana, etc. Assim como a religiao crista, judaica, entre outras sao tao misoginas quanto a islamica. So que tem gente que esquece que enquanto a europa medieval estava mergulhada nas trevas do fanatismo, queimando nas fogueiras todos que nao cumpriam as regrinhas da igreja, quase sem nenhum avanço cientifico, foi o mundo arabe que resgatou os escritos de varios estudiosos greco-romanos, preservando-os de modo que chegaram ate nós hoje, e desenvolveu ciencias como a matematica, quimica, etc. o que possibilitou o renascimento cientifico europeu.

Anônimo disse...

Eu sei que a cultura árabe é patriarcal, junto com a japonesa, chinesa ,indiana, europeia, etc e que quase todas as religiões do mundo são misóginas. Para mim, o alcorão vale tanto quanto a bíblia e outros livros sagrados, nada. Mas os ataques sexuais que foram orquestrados na Alemanha e em outros países da Europa por homens de "fenótipo árabe" não podem ser ignorados por feministas sérias, que defendem a segurança das mulheres em primeiro lugar. Em relação as "aulas" de como respeitar as mulheres, duvido que irão seguir, visto que viveram a vida inteira com as vantagens do machismo e que esse tipo de respeito vai contra "a cultura e multiculturalismo". Fico sim feliz da chanceler alemã anunciar que vai facilitar a deportação de criminosos estrangeiros e queria lembrar que segundo os dados da ONU, apenas 27% dos refugiados são mulheres e crianças, isto é, a maioria dos que chegam na Europa são homens com idade de alistamento, que poderiam muito bem estarem protegendo os seus países dos extremistas islâmicos ao invés de abusarem das mulheres europeias com a desculpa, novamente, do multiculturalismo e falta de emprego. As poucas mulheres árabes refugiadas não encontram salvação no novo país, já que o marido violento as acompanhou, a maioria não fala inglês para terem a ideia do feminismo ocidental e ainda tem os tribunais islâmicos europeus.

Anônimo disse...

Os ataques sexuais na Alemanha são a prova viva da cultura do estupro. As vitimas são culpadas por suas roupas ou por estarem sozinhas e os estupradores são desculpados pela população por serem "refugiados". Não defendo essa ideia por fazer parte de grupos conservadores, que só utilizam esses ataques como desculpa para os seus interesses ao mesmo tempo que invejam o tratamento dos árabes em relação as mulheres. Defendo uma facilitação de deportação e uma fiscalização de ingresso mais dura com os refugiados para que os abusadores sejam barrados, que os tribunais islâmicos sejam fechados para que tanto as mulheres europeias quanto as muçulmanas tenham mais segurança na Europa. Seria bom também que com uma maior dificuldade de entrar na Europa, os refugiados que não aceitam os valores ocidentais modernos (como feminismo) fossem buscar abrigo nos países árabes ricos do golfo, como Arábia saudita e Emirados árabes unidos.

Anônimo disse...

Em tempos difíceis, a segurança é mais importante que a "cultura" (aceitação de tradições misóginas locais e principalmente estrangeiras). Seria bom se toda a união europeia proibisse o uso da burca e niqab. As muçulmanas usariam apenas o hijab.

Anônimo disse...

De repente, endurecer crimes contra as liberdades individuais, especialmente no respeito às mulheres. Estupro, violência doméstica, abuso sexual, exploração sexual... sem privilégio e sem relativização cultural.

Rafael Cherem disse...

O assunto não era o filme?

Anônimo disse...

13:54 o povo aqui não sabe nem a diferença entre burca e hijab, e tu vem me falar de niqab? Parabéns pela coragem, boa sorte

PS: burca só é usada no Afeganistão e nos países da fronteira, minoritariamente. Não entendo pq brasileiro tem mania de chamar tudo de burca. Ops entendo, preguiça de se informar

Anônimo disse...

13:35, pois é mas estão dizendo que se as muçulmanas viajarem sozinhas vão ser estupradas no caminho. Quer dizer, não tem pra onde correr.

"Não defendo essa ideia por fazer parte de grupos conservadores, que só utilizam esses ataques como desculpa para os seus interesses ao mesmo tempo que invejam o tratamento dos árabes em relação as mulheres."

É isso que eu to falando o tempo todo aqui! Eu não vou deixar de defender o que eu acho que seja o melhor para as mulheres pra não ser confundida com um neonazista oportunista.
Acho que o seu comentário conseguiu expressar isso de uma maneira melhor. Que não sejam barrados então mas que no caso de ocorrer outros ataques não tenhamos que ler que a solução seja as mulheres ficarem q um braço de distância de desconhecidos.

Jovem Feminista disse...

Anônima 12:44

Sabe eu estava fazendo um analise te tudo que esta sendo relatado aqui, eu acho que com todas essas coisas ruins que tem acontecido as mulheres emigrantes na Europa, acho que tem de começar reduzir muçulmanos indo para a Europa, pois vão perceber que lá não bem o paraíso que parece ser...

Daniel_hct

"essa jovem feminista ganhou o premio de comentario mais racista e eurocentrico do post."

Outro que vem insistir com acusação de racismo aqui, já que você parece que não sabe, eu explico porque eu não fui racista:

1 - islamismo e uma religião, islamita, muçulmano não raça e quem seque o islamismo.

2 - árabe não raça, e quem nasceu na Arábia ou pelo menos seria quem seque a cultura árabe(o que é meio discutível). Árabe tem desde os de pele, cabelo e tudo mais claras, ate os mais negros possíveis, e nem todo árabe e muçulmano isso e verdade.


"Quer dizer que os paises ocidentais sao os bastioes da civilizaçao, e os paises arabes sao paises bárbaros"

No passado como você mesmo cita eu diria que não, mas nos tempos de hoje eu digo que sim sem medo de errar, apesar de que os países ocidentais tem lá os seus problemas também.

Deixa eu te fazer uma pergunta, quais são os países, onde mais se respeita os direitos humanos, e quais os países onde ainda se apedreja (isso de forma legal) pessoas na rua?

Se você quer ignorar a barbárie, a misoginia, homofobia e cultura do estupro totalmente institucionalizada que existe nos países islâmicos, para defender o islamismo, a cultura árabe ou seja lá o que for fique a vontade, eu como feminista que sou jamais vou fazer isso.

Anônimo disse...

Ragnar,

Aqui na Suécia os setores liberais da economia estão pirando. Mão-de-obra barata, direitos trabalhistas mais flexíveis.

Ragnar disse...

Anon das 15:17

Setores liberais da Suécia? Ué, a Suécia não é um país social-democrata? Digo, a política do bem estar social é predominante na Escandinávia. Mas você diz setores liberais como empresários, profissionais liberais e autônomos né? Essa parte da sociedade? Bom, geralmente são micro e pequenas empresas (padaria, mercadinho, açougue, lanchonente, enfim). Essas pessoas sofrem para arcar com o regime trabalhista inflexível. Geralmente, quem sofre é o consumidor, que paga por um produto/serviço extremamente caro. No caso de uma família, a coisa piora para as domésticas. Uma família média que conseguia pagar uma doméstica, já não o faz mais e, quem perde com isso, é a própria categoria profissional. É algo mais prejudicial do que vantajoso.

Anônimo disse...

Sim, são esses setores liberais econômicos Ragnar. Apesar da política de bem-estar social ser predominante na Escandinávia, não quer dizer que não exista oposição. Do contrário seria quase ditadura não?

Anônimo disse...

Puta q pariu, se excluísse todos os comentários q não tem nada a ver com a publicação não iam sobrar nem 10% dos 164 comments atuais, incluindo este

Anônimo disse...

Jovem feminista, se vc não é racista é no mínimo ignorante, pois compara ocidentais e muçulmanos como se isso fosse algo mutuamente excludente, como se ocidentais não pudessem ser muçulmanos ou vice-versa.

Anônimo disse...

Essa Jovem Feminista é fake do Jonas, tem as mesmas ideias dele, mesmo modo de se expressar com as palavras e mesmos erros gramaticais. Coincidência só pra quem é otário. Qual a necessidade disso Jonas? Cansou do bullying?

Anônimo disse...

Não só de mulheres européias mas de mulheres que imigraram por aquelas bandas também.
Verdade, nunca parei pra pensar que a entrada deveria ser permitida só às mulheres e crianças, não pra adolescentes do sexo masculino, nem pra homens. Sei não, esse papo de feminista negar que homens muçulmanos são machistas e defendê - los é chover no molhado. Dizer isso não é racista. Basta dar uma lida no alcorão pra ver como a sociedade islâmica e a religião tratam e vêm as mulheres. É hora de começar a separar o joio do trigo. Tô vendo muita gente dizendo exatamente o que eu acabei de escrever e ser chamada de racista sem nem ter insultado os homens muçulmanos usando a islamobofobia e a xenofobia.

Anônimo disse...

Fora a visão maniqueísta burra da esquerda européia de que classe oprimida é *boa* e classe opressora é "má". Não tô querendo desmerecer a coletividade. Sim, existem classes que se beneficiam dos seus privilégios em detrimento de outras. Mas essa coisa de " boa" e "má" torna - se individualista e patética quando falamos de coletividade. A esquerda já está alienada e ignorando a amoralidade da natureza humana. Essa visão da realidade como uma luta eterna entre opressores e oprimidos pode chegar a níveis alienantes.

Anônimo disse...

TRADUÇÃO:

"Vamos fingir que todos os homens muçulmanos são dóceis e que tudo é islamofobia."

Até por que, meu caro anônimo, mulheres muçulmanas foram socializados para ser isso mesmo que os homens de sua cultura querem delas: dóceis e submissas - modelo de feminilidade por excelência. Temos que começar a dar nomes aos bois pois se usarmos termos generalizadores como "os muçulmanos" estamos metendo mulheres e crianças nesse saco também.

"esse pessoal do blog tá viajando legal"

Concordo em partes. Uns estão totalmente virados no jiraia confundindo fatos com preconceitos, outros se aproveitando dos fatos para ser preconceituosos, outros confundindo árabe com muçulmano ou citando Valerie Solanas não sei por qual motivo. Deve ser pra tentar "provar" o quanto as rads são "irracionais"

Anônimo disse...

EXCELENTE! Comentários racistas de feministas brancas tá tendo