quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

COMO FOI MEU 2013

Pessoa que só come chocolate é flagrada com uma maçã 

Foi muito bom, mas eu digo isso pra todos os anos. Porque todos os anos são ótimos. Viver é bom demais! Se eu pudesse, viveria 900 anos. 
Linda bolsa que recebi de
presente de leitora
Eu gosto de trabalhar, mas este ano foi um exagero. No primeiro semestre, peguei cinco turmas na faculdade, e ainda, no final, substituí uma professora de licença, então fiquei com seis. Loucura absoluta. Por isso, não deu pra oferecer curso de extensão. Mas, a partir de março deste ano de 2014, todo mundo de Fortaleza está convidado pro meu curso em Gênero através da Literatura e Cinema (depois eu passo mais informações). 
Por causa da greve de 2012, minhas férias de 2013 foram em março e agosto. Em outras palavras, não tive férias ao mesmo tempo que o maridão. E por isso, praticamente não viajamos juntos pra descansar, tirando um ou outro final de semana. 
Em Santa Maria, RS, em março
Pra falar a verdade, eu não tive férias, porque só em março foram sete palestras (USP de Ribeirão Preto, Unesp de Franca, UFC de Sobral, UFMA, em São Luís -- aproveitei pra conhecer Lençóis Maranhenses, porque foi bem na páscoa --, no Cuca Che Guevara, aqui em Fortaleza, e duas na Federal de Santa Maria). No total em 2013, foram 52 eventos, eu contei (e ainda preciso colocar tudo no Lattes), entre palestras, mesas, congressos, debates, oficinas, bancas etc. 
Machismo Nunca Mais: ato na USP,
em abril
Foram os mais variados assuntos -- violência contra a mulher, Estatuto do Nascituro, legalização do aborto, privilégios, mulher e mídia, opressões, Marcha das Vadias, história dos feminismos, gênero e literatura, trotes preconceituosos, machismo na universidade, direitos humanos, conquistas e desafios feministas, contradições do feminismo, democratização da universidade, estado laico, estereótipos, representação da mulher na literatura, cyberativismo, gênero e diversidade sexual na escola, cultura do estupro, identidades de luta, mitos e verdades sobre sexualidade, trabalho e gênero, assédio sexual, importância do feminismo etc -- em dez estados, 21 cidades, sem contar três que foram através de vídeo-conferência. 
Em Campina Grande, PB, em agosto
É cansativo, sem dúvida, mas é também compensador, porque sinto que estou fazendo algo de relevante. Vejo o brilho no olhar de um montão de gente jovem, e sempre sou recebida com muito carinho. Conheço gente com os mesmos ideais, me inspiro, troco ideias, ouço experiências mil, e sempre me surpreendo, sempre aprendo. É revigorante, apesar das longas horas de viagem em vários casos. 
2o Congresso da Anel, em Juiz de
Fora, em junho
Foi meu terceiro ano como "palestrante convidada". Claro que, nos meus anos como mestranda e doutoranda, eu participava de congressos, mas é diferente de ser convidada. Em 2011 foram quinze eventos; em 2012, trinta; e agora, 52. Mais do que isso é impossível. Este será meu recorde pra vida. Agora em 2014, por causa da Copa, estou certa que as palestras rarearão (até porque o custo pra se locomover ficará nas alturas). Vídeo-conferências são uma alternativa barata e viável (o lado ruim é que não sou abraçada após a palestra). 
Conheci Marcela (na foto com Tom) na Casa TPM, em agosto, e ela me convidou para fazer parte da sua banca de defesa de mestrado, que foi em dezembro, na Unesp. A louca escreveu 360 páginas sobre sexualidade e gênero em revistas, mas valeu a pena ler cada parágrafo.

Além disso, contei 43 artigos para os quais fui entrevistada. Foram muito mais entrevistas do que essas, decerto -- essas foram apenas as que eu recebi o link depois. 
Em boa parte delas, a pessoa nunca mais me dá um retorno (o que eu detesto! Se a entrevistada consegue fazer a gentileza de arranjar tempo pra responder umas perguntas, a pessoa que entrevista pode conseguir mandar um link com o artigo).  
O melhor foi poder fazer tudo isso em 2013 sem cancelar nenhuma aula. Quem duvida pode perguntar aos meus aluninhos.
Querida turma de Secretariado.
Sentirei saudades!
Ah, os alunos e alunas!... Sempre tem um ou outro chato, mas, no geral, elxs são excelentes, inteligentes, participativxs, uns amores. Mês passado o meu grupo de Secretariado fez uma festa de despedida, com direito a bolo, salgadinhos e presentes, porque eu fui a professora deles por um ano inteiro. Elas (a maior parte é mulher) disseram, num discurso que me emocionou, que elas não só melhoraram como alunas e futuras profissionais, mas também como pessoas. Existe elogio maior que esse?
É muito bacana, agora que já lecionei quatro anos, ver gente se formando, gente muito competente e cheia de sonhos. Gente que, de um jeito ou de outro, eu fiz parte da sua história.
Eu e Jeff, que diz que se formou em Letras Inglês e em Lola, já que foi meu aluno em cinco disciplinas 
Secretariado na sala de reunião
Quanto as minhas publicações acadêmicas, pra variar, ainda estou deixando muito a desejar. Preciso publicar mais, não tem jeito. Em 2013 eu furei com quatro publicações que tinha me comprometido a escrever, uma vergonha. Falta tempo, e falta priorizar algumas coisas. Eu também lamento todos os emails que não tive como responder, por total falta de tempo. Não é por mal, é só que eu sou só uma. 
Claudemir, leitor antigo, e suas colegas
de Relações Internacionais, em palestra
na UFSC, em junho
A segunda tiragem do meu livro com crônicas de cinema, que saiu em maio, vendeu bem. Eu vendi diretamente 365 exemplares, todos com dedicatória. Ainda tenho uns 70 pra vender, e depois não haverá uma terceira tiragem. Pude lucrar R$ 3,800 com a venda dos livros em 2013, o que não compensa o trabalho de divulgar, autografar, mandar pelo correio etc, mas é o único dinheiro que ganho com o blog. Se eu comparar com os R$ 2,300 que ganhei com o Submarino em 2011, é bem melhor. E também, eu gosto de escrever dedicatórias. É uma forma de conhecer um pouquinho da vivência das minhas leitoras e leitores. 
Agora em 2014, quero publicar um outro livro, este sobre aceitação do corpo, mas vai depender, em primeiro lugar, do interesse de alguma editora, e, em segundo, da minha produtividade em agora janeiro. Como não vou viajar (no máximo uns três dias numa praia pertinho de Fortaleza, até porque as aulas do maridão nas duas escolas em que ele dá aula de xadrez já retornam dia 13/1), preciso aproveitar o tempo pra escrever. 
Juh e eu em João Pessoa
Que mais? Ah, o blog! Falarei mais do blog lá pelo dia 25/1, que marcará o sexto aniversário deste espaço. 
Sobre minha vida pessoal, não tem nada de muito emocionante pra falar de uma união de 23 anos. É sempre a mesma rotina, mas algumas pessoas (tipo eu e o maridão) gostam de rotina. Se a rotina é legal, se a vida é boa, por que mudar? 
Guardamos muito dinheiro em 2013, mais do que nunca na vida. Sempre fomos pão-duros miseráveis, lógico, sempre sem nenhuma criatividade pra gastar. Estamos pensando em nos aposentar daqui a cinco ou sete ou onze anos. Pois é, varia muito. É assunto prum outro post. 
Em 2013 perdemos a Blanche, que estava doente e logo começaria a sofrer (pelo menos ela morreu dormindo), e ganhamos a Isabel... que não é uma gatinha saudável, pobrezinha. Mas vamos continuar levando no veterinário até que ela fique bem. Já o Calvin continua inteiraço com seus 13 anos. 
Opa, este post já está mais longo que eu esperava. E tá bem burocrático, né? Acho que farei outro só com resoluções de ano novo, pra publicar amanhã. 
E vocês, lindonas e lindões? Como 2013 tratou vocês? Foi bom pra vocês também? Ou já é passado demais pra falar nele?
Eu e Larissa em dezembro na UFC. Larissa defendeu seu TCC sobre meu bloguinho no curso de Jornalismo: "O discurso feminista no blog Escreva Lola Escreva: a construção das relações interdiscursivas e do ethos". Foi bacana assistir sua defesa. Ela tirou dez. 

19 comentários:

Unknown disse...

Tambem tive dois gatinhos que faleceram em 2013, um deles bem velhinho...

Pedra do Sertão disse...

Feliz 2014, Lola,

tão bom um ano rico e produtivo...

Grade abraço do Pedra: www.pedradosertao.blogspot.com.br

Ao sabor das correntes. disse...

Lola querida! Entrei no blog umas três vezes para ler esta postagem, acredita? hahhaha
Fico feliz que seu ano tenha sido bacana. E fiquei ainda mais contente com a proposta do próximo livro. Confesso que não comprei o seu primeiro livro, mas este segundo estou doida para ter e presentear muitas pessoas. Se você puder escrevê-lo será de grande ajuda para todxs nós.
Um beijão :) Eicram

Caroles disse...

O que a Isabel tem? :(

2014 vai ser foda, Lola. Mas espero que traga coisas boas. Muitas felicidades e um ano novo mais tranquilo pra ti :)

Débora Sánchez disse...

Lola, obrigada por mais um ano inspirar as meninas.

André Regis disse...

Posso fazer seu curso de extensão por correspondência?
hehehehe

Ângela disse...

Lola, grande guerreira: feliz 2014!! Um abração! Ângela.

Laurinha (Mulher modernex) disse...

Esse ano me passou umas boas rasteiras, perdi uma pessoa muito especial na minha vida - minha vó. Me iludi, me decepcionei com algumas pessoas, tomei uns bons baldes de água fria, mas acho que faz parte, tudo passa.
Por outro lado, tive alguns ganhos no trabalho, dei muitas risadas com minhas amigas e terminei o ano bem feliz conseguindo ingressar no mestrado.
Tô pensando em desenvolver alguma coisa que tenha a ver com cinema e feminismo na minha dissertação.
O seu curso só é aberto pra quem é aluno da sua universidade? Depois passa mais informações pra gente. Quem sabe não é nesse ano que eu consigo te conhecer pessoalmente e até ser sua aluna.
Muitos abraços e feliz ano novo.

disse...

Oi Lolinha!
Ouvindo vc falar que tem gente que gosta de uma boa rotina, lembrei de uma peça maravilhosa da Elisa Lucinda que se chama "Parem de falar mal da rotina". Gosto de tudo dela, a propósito.
Vc é uma super mulher pra conseguir fazer tudo o que faz, aguentando os ataques e sem perder a ternura. Uma das coisas mais transformadoras do ano foi conhecer vc e o bloguinho - graças à sua dedicatória no livro, nunca vou esquecer que foi no dia das crianças. Vc transformou meu olhar sobre o mundo e sou MUITO grata por isso!!!
Bjos com carinho!

Mauricio disse...

Resumo de 2013: perdi a chance de conhecer a Lola ao vivo e à cores. Ela estava a 200 mts do escritório e o idiota aqui não conseguiu arrumar tempo pra ir lá e cumprimentá-la e comprar o livro.

especuladerodinha disse...

E se eu lhe dissesse que o feminismo só pode se basear na incoerência ou ódio? E seu lhe dissesse que se você se considera uma “feminista não-radical pró direitos iguais” você não passa de meritocrata capitalista? E seu lhe dissesse que no momento em que você é coletivista, você apoia o preconceito?


Feministas apoiam um “direitos iguais”, onde as mulheres são iguais aos homens por seus méritos, não sofrendo preconceito apenas por ser mulher.

E isso é bom, isso é coerente. Mas, “mulheres” não tem direitos, “mulheres” não possuem características, indivíduos sim. Logo, no momento em que você apoia “direitos iguais” as mulheres, você só pode apoiar: direitos iguais aos INDIVÍDUOS por mérito(o que te tira o rótulo de feminista, e te coloca em um patamar individualista meritocrata), ou, preconceito coletivista. De que forma? No momento em que você apaga as habilidades do indivíduo, e quer que mulheres ocupem cargos altos, tenham cotas, etc, você tira poder dos indivíduos, e por consequência, apoia o preconceito. Como? Se você não der poder aos indivíduos APENAS pelos seus méritos e não por terem nascido ou não com um pênis, você apoia o que faziam com as mulheres.
Na Índia, o sistema de castas está sendo subjugado pela industrialização, capitalismo e meritocracia. Vários economistas estão escrevendo artigos explicitando a forma em que o capitalismo e mérito dá poder ao individuo e tira esse coletivismo. Da mesma forma que ocorre às castas, ocorre as mulheres.

Feministas costumam dizer que mulheres costumam ganhar menos que os homens.

Bom, o economista Thomas Sowell mostrou que mulheres que nunca foram casadas, e que tem o mesmo tempo e escolaridade que homens, ganham igualmente, e as vezes, mais. As pesquisas que mostram isso, esquecem o tempo de trabalho, período integral ou meio-turno, escolaridade, etc..
Sem falar que, se as mulheres produzem, tem a mesma escolaridade e a mesma experiência, não seria vantajoso ao empregador apenas contratar elas?
Eu não estou dizendo que o preconceito é inexistente, mas, é menor do que as pessoas imaginam, e quanto mais capitalismo e mais liberdade econômica, as empresas estão FADADAS a falir se não forem pelos méritos de seus funcionários, sendo preconceituosas. Quando mais capitalismo e meritocracia, mais igualdade.

Feministas costumam dizer que “Uma mulher tem que ser presidente para dar poder as mulheres!!!”,

e se eu lhe dissesse que eu não me importo se um homem ou uma mulher seja presidente, se o mesmo ou a mesma tiver méritos para isto. A única coisa que importa é o mérito do indivíduo, e se uma feminista apoia isso, ela se torna individualista meritocrata.


Feministas dizem que a sociedade é patriarcal, preconceituosa e que apoia o estupro por via da “cultura do estupro”

Eu não consigo ver coisa mais falaciosa que isso. As feministas dizem que a sociedade impute a culpa do estupro a mulher por estar andando de noite sozinha, ou com roupas indecentes, tirando a culpa do bandido. O que me leva a crer que também existe uma “cultura do assalto”, que, um individuo não tenha a MINIMA parcela de culpa, por sair de terno cravejado de diamantes de madrugada em uma favela. A culpa do crime não é dele, mas, a chamada “Cultura do estupro” pelas feministas não passa de uma constatação de fatos. “Se você poderia evitar, você leva uma parcela de culpa pelo evento ter ocorrido, mas, não é culpa sua ele ter ocorrido”. E claro, a sociedade que taca fogo e bate até a morte em estupradores, é muito pró-estupro.

Feministas costumam dizer que “O aborto é uma forma da mulher ter autonomia sobre seu próprio corpo”

especuladerodinha disse...

Feministas costumam dizer que “O aborto é uma forma da mulher ter autonomia sobre seu próprio corpo”

Bom, muitos libertários como eu costumam dizer que o aborto é apenas um direito natural, uma liberdade individual, mas, não caem na ladainha feminista de “aborto ser contra opressão masculina da sociedade”, mas, eu sou um libertário anti aborto. O aborto, é assassinato, no matter what. Todavia, as feministas não poderiam estar mais enganadas. No momento em que se deixa abortar, cria-se uma imagem má sobre a mulher que abortou(o que é um fator moral de toda sociedade), logo, essa “imposição de direitos da mulher” não melhora a situação da mesma, muito pelo contrário. Entretanto, feministas podem dizer que “antigamente mulheres não podiam estudar, mas, começaram a estudar e foram reconhecidas, mesmo as pessoas tendo más visões contra elas”, o que elas esquecem é: Estudar e trabalhar, é mérito. Indivíduos só podem ser reconhecidos por mérito, neste caso, os indivíduos gozavam de direitos iguais, e foram reconhecidos pelo mérito, não porque o estudo em si era uma “libertação das algemas patriarcais”, não. Apenas por dar oportunidade aos indivíduos de mostrarem mérito. Apenas.

Feministas costumam dizer que mulheres tem vidas piores que as dos homens por causa da sociedade;

Pobre feminista, ele esquece que as piores profissões, e profissões de risco como: estivador, limpador de fossa e todas estas profissões que causam dano ao corpo e que trazem risco a pessoas indivíduos que por sua vez são homens, realizam elas. Pobres feministas, esquecem que mulheres não tem nem alistamento militar obrigatório. Pobres feministas, não sabem que 90% dos sem-teto são homens. Pobres feministas, não sabem que a maior parte da violência urbana é contra homens. Pobre feministas, não sabem que estupro não apenas ocorre à mulheres, mas, que no EUA 140 mil presos sofrem estupro carcerário. Pobres feministas, esquecem que a guarda dos filhos NUNCA sai da mãe, a não ser que se prove maus-tratos, e nem pagam pensão.
Eu não digo que as mulheres não sofram SÓ POR SER MULHERES, mas, os homens TAMBÉM sofrem só por serem homens, o importante é que se tire esses conceitos coletivistas preconceituosos das cabeças, de todos, e entendam que apenas indivíduos podem sofrer, por serem indivíduos.

Logo, se você se intitula “feminista coerente”, que apenas apoia os direitos iguais entre indivíduos homens e mulheres largue este rótulo. Você é uma individualista meritocrata.

Kittsu disse...

"mulheres que nunca foram casadas, e que tem o mesmo tempo e escolaridade que homens, ganham igualmente, e as vezes, mais." Você acaba de apontar a necessidade de abdicar de uma vida familiar para ter algum sucesso. Isso não é exigido dos homens (sendo que o homem casado é até mais valorizado que o solteiro).

"(...) me leva a crer que também existe uma “cultura do assalto”, que, um individuo não tenha a MINIMA parcela de culpa, por sair de terno cravejado de diamantes de madrugada em uma favela." Prometo deixar em casa os meis diamantes E a minha vagina, mas preciso que você me indique onde comprar um extrator de buceta, pois até hoje não consegui um jeito de sair de casa e deixar a bichinha guardada na gaveta, em segurança. ps.: pelo jeito ninguém te disse que mais de 70% dos estupros ocorrem em âmbito familiar e a propria familia acoberta o estuprador.

Quanto ao resto... ah, que preguiça de comentar essa ladainha. querendo misturar lé com cré e dizendo que o feminismo nao existe, só a meritocracia libertária. céus... preguiça...

Ta-chan disse...

Preguiça que deu desse especuladerodinha...
Libertário contra o aborto foi doloroso.
Estupro = assalto.Até quando vão fazer essa comparação desonesta?
E pra fechar com chave de m*rda, uzomi sofre mais, mimi!
Só faltou ele falar da maldição da frindzone no universo masculino...

Natália Santis disse...

FELIZ ANO NOVO, LOLAA!!!

Marcela Pastana disse...

Oi Lola = ), que alegria imensa fazer parte de sua retrospectiva de 2013!!!
E fico também muuuito animada por estar na agenda de 2014, minha defesa será em junho ou julho, imagino que dessa vez podemos conseguir fazer presencialmente, organizando um evento, para você conhecer a Unesp daqui de Bauru e de Araraquara = ). Poderei te agradecer presencialmente por todo incentivo e carinho!!! Quando você falou do brilho nos olhos eu me identifiquei, mesmo que na minha qualificação o vídeo tenha dado errado, acho que foi possível imaginar minha expressão feliz e inspirada com suas preciosas sugestões e contribuições, né?
Admiro demais o seu trabalho e é realmente muito motivador ter dado certo você como minha banca, com certeza é também um momento muuuito especial da minha retrospectiva de 2013.
Ahhh quero participar do curso de Gênero através da Literatura e Cinema por videoconferência também!!! Já pode reservar meu exemplar do livro sobre aceitação do corpo, please!
Agradeço imensamente por aprender e me inspirar tanto com o blog diariamente e também com a dedicação e o carinho com o meu trabalho! Reconheço que sou exagerada e está imenso, mas é pela imensa paixão que tenho por pesquisar este tema = )! Te desejo um 2014 maravilhoso, um abração!!!

Izabella Lourença disse...

Lola, fico feliz pela sua trajetória durante os últimos anos. Cinquenta e dois eventos! Deve ser gratificante e cansativo. Mas o mais importante é levar uma ideia contra-hegemônica, é nadar contra a corrente... fico feliz por você estar se saindo bem.
Sei que no meio de tantos eventos, é difícil falar de tudo em um único texto. Mas senti falta de você citar o Encontro Nacional do Movimento Mulheres em Luta. Após muito tempo, esse encontro foi um dos maiores do mundo. rs. Reuniu mais de duas mil mulheres (sendo a esmagadora maioria trabalhadoras), sob uma perspectiva classista. Acho que esse encontro foi um marco em 2013.
Sucesso pra você na luta contra o machismo!

Anônimo disse...

Pobres feministas, tem que ler tanta bobagem... Olha o tempo que a criatura gastou escrevendo um monte de besteira que a Lola já respondeu em 2008, 2009, 2010,... Comparar feminismo com castas na India foi a cereja do bolo.
Lola, um ano com menos homexplicanismo besta e muitas felicidades pra vc.

especuladerodinha disse...

Temos que ter um discurso que una, e que não segregue. Não existe cor, gênero, quem toma a ação é o indivíduo. Se passarmos esta mensagem a todos, tudo irá melhorar. Pois as pessoas pararão de colocar a culpa em cores, sexo, religião, e irão se focar no indivíduo que fez algo errado. A Zezé Motta já estrelou um comercial com esta ideia, http://vivendocomciencia.blogspot.com.br/2012/11/somos-todos-iguais-pertencemos-uma.html