domingo, 2 de dezembro de 2012

GUEST POST: MULHER E FUTEBOL MANDAM O MACHISMO PRA ESCANTEIO

Este é um guest post leve pra combater o velho clichê (brasileiro!) que mulher não entende, não gosta, não joga futebol. Luara Ramos e Camila Moreno são duas torcedoras fanáticas (Galo e Vasco, respectivamente), socialistas e feministas, como pode ser visto pelo seu blog. As duas adoram uma conversa de boteco e sabem o que e quando é impedimento (aliás, eu também sei).  

Dizem por aí que o Brasil é o país do futebol e que aqui, todo cidadão tem um pouco de técnico e comentarista. O futebol ocupa capas de jornal, horários nobres nos notíciários televisivos e é o protagonista das conversas de mesas de bar. Os intelectuais afirmam que é um esporte muito democrático, artistas cantam as plásticas do futebol e homenageiam seus times. Todo menino já jogou bola: em casa, na escola, na praia, no campo, na quadra, ainda que nunca tivesse levado muito jeito para a bola nos pés. Tem os fanáticos, os que gostam, os que nunca foram ao estádio, mas todos têm um time.
Se você é homem e leu esse parágrafo inicial, provavelmente achou tudo natural. Se é mulher, provavelmente não se sentiu incluída sequer no português. Pois é.
Acontece que o o universo do futebol é caracterizado, desde sua origem, como um espaço majoritariamente masculino. Não só no futebol como esporte, mas também nas suas manifestações culturais. A pelada é um espaço masculino, o bar depois do jogo é um espaço masculino, as discussões sobre o impedimento do final de semana são masculinas e o respeito pelas opiniões futebolísticas, também.
Mesmo se tratando do esporte mais popular do Brasil, o futebol demorou a aceitar mulheres como torcedoras (afinal, mulheres fora do próprio lar não eram muito bem vistas) e como atletas, sendo inclusive proibidas de praticarem o esporte, que utilizava como justificativa a preservação da “capacidade procriativa” da mulher. O que pode parecer absurdo agora, era totalmente justificável num passado bem recente e mesmo que alguma coisa tenha mudado, fica a pergunta: o que realmente mudou na relação entre a mulher e o futebol?
Atualmente, vemos os mesmos preconceitos, a mesma falta de oportunidade no menor incentivo ao futebol feminino, desde a organização dos eventos até o financiamento dos times. Os mesmos estigmas que marcaram nossas avós no que diz respeito ao esporte e lazer nos assombra hoje, como forma de dizer: futebol não é coisa de mulher!
Que mulher que gosta de futebol nunca ouviu, mesmo que nas entrelinhas, que futebol é coisa pra homem? Que teve sua opinião diminuída sobre aquela falta fora da área só por ser mulher, mesmo que depois o tira teima-teima provou que foi mesmo fora da área? Que se percebeu como a única em um grupo de dezenas de homens a caminho do estádio?
A presença da mulher no futebol ainda é muito caracterizada por três estereótipos de mulher. Tem aquela que é "masculinizada", e por isso, entende de futebol tanto quanto um homem. Tem a musa, caracterizada também por não entender de futebol, mas por seus atributos físicos padronizados e por compor o tripé cerveja, futebol e mulher, onde o que importa é sempre a opinião e a diversão do homem. E por fim, tem a acompanhante, que está no espaço do futebol pra acompanhar o homem, que é o verdadeiro interessado no assunto. Acontece que nós também somos mulheres, gostamos de futebol, mas não nos incorporamos em nenhuma das três características acima. Queremos participar, assistir, torcer e jogar futebol sem sofrer com o machismo tão inerente em todas as coisas da sociedade, mas ainda mais exacerbado no futebol.
E se você achou que isso é coisa de militante-feminista-chata-radical, vamos ao exemplo prático, pra te provar o quanto o machismo e o preconceito continuam limitando e castrando até mesmo o divertimento em nossa sociedade. Porque se tudo fosse como dita o status quo,  poderíamos concluir que o futebol é para homens heterossexuais e de elite.  Afinal de contas, não são sempre as mães dos juízes, os gays e os negros (com tristes episódios de racismo, principalmente no futebol europeu) os maiores alvos dos xingamentos e piadinhas? E o que dizer dos contratos milionários de exibição na TV, que impõem os horários aos jogos? E o quanto se gasta para ir ao estádio atualmente, não serve para afastar a classe trabalhadora do futebol?
A verdade é que o futebol tem perdido sua característica popular. É por isso que nós, mulheres, reivindicamos o direito de gostar de futebol! E chamamos todxs aquelxs que também o adoram a entrar em campo por um futebol sem machismo e sem qualquer forma de preconceito e opressão. Não podemos esperar que os cartolas apontem soluções para isso.  Façamos nós, dos nossos estádios, um lugar cheio de gente de todas as cores, bandeiras, homens, mulheres e paixão, como o futebol pede!

74 comentários:

Anônimo disse...

off topic lola, parece que a tal Rachel sherezade se tornou o novo idolo dos mascus, nas comunidades deles, estão venerando ela.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=UElcG_eYfWM

Maria Valéria disse...

Bom, eu sou suspeita pra dizer.
Sou corinthiana fanática, mas nao doente.rsrsrs.Nao assisto muito aos jogos do Corinthians pela Tv, pois fico nervosa e deslligo(rs),mas acompanho e campeonato brasileiro e tudo o que acontece nele, faço piadinha com os rivais .Particularmente, nunca sofri preconceito , mas sinto falta de ter uma turma ou uma companhia pra ver os jogos comigo.sozinha nao assisto, pois passo nervoso, rs.
Adoraria ver um jogo do Corinthians no estádio e nunca encontro uma amiga que queira ir junto,
Minha Irma mora no exterior , o marido dela e Corinthiano, e quando eles vem pra ca, as vezes assistimos a alguns jogos juntos, mesmo ela nao sendo corinthiana,
Adoro copa do mundo e queria ver pelo menos um jogo do brasil em 2014 no campo, se eu conseguir ingresso, dizem que e dificílimo e cheio de burocracias....
Alias, jogo de copa do mundo eu tento ver todos que posso, mesmo nao sendo do Brasi,, me divirto.
Acho um absurdo a falta de incentivo e de patrocínio a seleção feminina de futebol, tenho orgulho da raça que essas meninas tem, pois conseguem quase tudo sozinhas, sem ajuda,
Escuto muito o preconceito de outro ponto de vista que nao o machismo, explico: escuto que futebol e coisa de pão e circo, que a gente, brasileiro, e burro de perder tempo com futebol e nao pensando em saúde, educação, segurança,..perai, por um acaso uma coisa exclui a outra??!!
Preconceito mesmo , mais aberto eu nunca sofri, mas as vezes sinto falta de companhia pra ver um jogo do Corinthians no campo( nunca fui e queria ir, e acho que muitas mulheres nao vao por esse preconceito, ou talvez por medo de pancadaria em estádio..?)...pra completar, moro em Campinas , onde quase nao encontro Corinthianos , pois a maioria dos campineiros torce pra ponte preta ou pro guarani...srrsrs!!! Beijos

Sofia Lannis disse...

qdo eu jogava futsal era complicado, a gnt ouvia mt m**** vindo d mt gnt mas nunca me impediu d jogar mas vi mts amigas minhas desistiram por isso
meu pai nunca me deixou ir p estadio v jogo pq ele tinha mt medo das torcidas organizadas e como moro longe da capital fica mt caro v jogo
bares eu fui mt e sempre foi tranquilo mas não eram bares esportivos, aki nem tem, então tb é diferente
tenho sorte d ter amigxs q amam futebol e acham ridiculo esse tipo d comportamento
espero msm q a coisa melhore pq num aguento mais v musa d time mas nenhum campeonato nacional serio d futebol feminino

Dona do Sexo -Bonobo rules,Jaçanã forever disse...

Gosto de volei.E pelo jeito,tenho impressao q tá crescendo.Ja vejo clubes disputando na tv.Alem de ser mais democratico.

O futebol,nao sei,acho q nao é como era antigamente.

Ainda bem que o ping pong ser o esporte mais popular e é democratico.

Rob disse...

E os homens que não gostam de futebol,hein?O coisas triste,tbm tem q ouvir cada coisa.

aiaiai disse...

Nossa,
fui lendo o primeiro paragrafo e pensando: cidadão brasileiro = homem brasileiro...porque, mulher tá sempre fora dessa história.
Eu adoro futebol desde pequena. Nunca joguei porque nunca fui de praticar esportes (só natação) mas sempre gostei de assistir. Entendo, acompanho e já fui muito a estádios. Mas, sinto a mesma discriminação: numa rodinha de homens falando sobre futebol (mesmo no twitter) qd dou alguma opinião, desconsideram como sendo opinião de "mulher", ou seja, ñ vale.
Eu acho que a nova geração tá mudando um pouco isso. Meu filho sempre jogou futebol e é bastante comum ter meninas jogando com ele, em times mistos. O problema são os pais que ficam achando que a garota vai ficar masculinizada por jogar futebol...
vamos torcer para que elas tenham força e consigam superar essa barreira, mas uma!

suelen disse...

odeio futebol,n entendo nada,n tenho time e na copa do mundo ,tanto faz se o brasil perde,pra falar a verdade ,eu torço pra que perca.
n entendo tanta obsessão com futebol.

primeiro q acho absurdo,ter jogador que ganha milhões só pra chutar uma bola,enquanto profissões que realmente tem alguma utilidade no mundo,ganham uma miséria.

realmente parece q brasileiro em geral só liga pra futebol,carnval e bunda ,quando tem copa o país inteiro praticamente para ,carnaval tb,ninguém se mobiliza assim pela saude e nem por nada.

acho q foi esse ano ou ano passado,q pegou fogo em uma escola de samba aqui do rj e rapidamente milhões apareceram para ajudar a reconstruir tudo,pq n podemos ficar sem carnaval,mas sem saúde sim.

e tem torcedor que realmente fica alienado,vai aos jogos arrumar brigar e matar outras pessoas do time rival,eu fico pensando se essa gente tem algum tipo de retardo mental.

eles quando saem dos jogos vão parar no hospital ou ficam baleados no meio do rua.
e os jogadores voltam pra casa nos seus carros carissimos,graças ao salário milionário que ganham por chutar uma bola...

Sara disse...

Suelen to contigo em todos os pontos, detesto todos os esportes, não acompanho nenhum, embora goste de cuidar do corpo, mas não p competir.
A única exceção é q ocasionalmente paro, se a tela é de boas dimensões, para dar uma espiadinha nas pernocas dos jogadores rrssss.

nando disse...

O futebol faz parte da nossa cultura,que no início do século era um esporte elitizado,que só jogava a classe mais favorecida,e veio da Inglaterra para o Brasil aos poucos se popularizou e tornou-se um esporte nacional e masculino,aos poucos as mulheres começaram a participar e torcer pelos seus times,apesar de todo preconceito masculino,que dizia que o futebol era esporte só para homem.As coisas evoluíram e hoje é só ver a mídia esportiva a presença maciça de mulheres jornalistas,réporteres de campo e comentaristas gabarizadas,graças a Deus,porque tem muito homem que acha que entende de futebol e é um desastre rs..

suelen disse...

sara tb odeio todos os esportes,a pessoa gostar de praticar algum esporte,eu entendo pq é um exercicio,mas qual é a graça de assistir?

ficar olhando umas 2 horas homens correndo atrás de uma bola?!
ja eu n perco um segundo,nem para olhar os jogadores,realmente odeio kkkkkkk!

Laurinha (Mulher modernex) disse...

Nunca gostei de futebol e nem de acompanhar nenhum esporte. Até hoje a única coisa que me motivou a assistir e torcer por um time foi na adolescência quando era louca por um dos jogadores do Atlético e não perdia um jogo. Cristiano Ronaldo também já me fez quase ser expulsa de casa em uma copa em que torci muito por Portugal por causa dele, rs.
Mas falando sério, é mesmo uma chatice essas idéias de que se você é homem gosta disso e se é mulher gosta daquilo.
Alguns amigos, que até são torcedores declarados de certos times, já chegaram a me confessar que na realidade nem gostavam de futebol e que não torciam realmente por ninguém, só fingiam gostar e acompanhar pra não ficar por fora, não desagradar o paizão, com aquele pensamento idiotia que futebol é coisa de macho.
Muito chato tudo isso.

Lívia Pinheiro disse...

Hoje eu acho uma babaquice sem tamanho esse fanatismo por futebol. Mas eu fui doutrinada nessa histeria coletiva, e quando era criança e adolescente adorava assistir e jogar. Até o dia que minhas amigas e eu fomos enxotadas da quadra pelos meninos da escola na base de socos e pontapés porque, é claro, eles eram os donos naturais dela.

Apesar de obviamente não ter sido uma coisa boa, pelo menos me abriu os olhos para a palhaçada toda que é isso.

Eu assisti a transmissão da copa feminina há alguns anos e ela me fez relembrar que assistir de vez em quando é divertido. Até fui assistir um jogo do Brasil no estádio uma vez. Da seleção feminina, é claro. Porque do meu bolso nunca vai sair um mísero centavo para ajudar a patrocinar esse circo de mau gosto que é o futebol masculino.

Maria Valéria disse...

Pois e, homem que nao gosta de futebol nao e comum ...

...mas nao vejo problemas, ja gostei de um homem assim,...;))

Luiza disse...

De novo venho aqui em situação de privilegiada.

Sou filha única e meu pai me colocou no sofá pra assistir futebol com ele assim que eu consegui sentar, e eu entendo tudo desde o que, 4 anos?, que eu comecei a ter lembranças. Hoje a gente continua assistindo aos jogos e comentando como duas pessoas, não homem e mulher.

Quando eu era criança gostava de chutar bola por aí e ele me incentivava, "jogava" comigo - entre aspas porque sou péssima em qualquer coisa que tenha uma bola, tanto nos pés quanto nas mãos.

Tendo crescido com muita liberdade, quando eu entrei na escola e comecei a ouvir "coisa de homem, coisa de mulher". fiquei com um nó na cabeça, não conseguia entender porque raios um homem e uma mulher com 2 braços 2 pernas, 2 mãos, 2 pés e um cérebro não podiam fazer as mesmas coisas.
Mas por sorte, na minha escola esses comentários eram pouquíssimos e o pessoal era unido, além de todo o apoio em casa.

Enfim, hoje em dia tem muita mulher em estádio e isso é ótimo. Infelizmente os incentivos aos futebol feminino continuam quase inexistentes, mesmo tendo a melhor jogadora do mundo.

Outra coisa, quando uma mulher fala que jogador x é bonito, chove crítica em cima dela. "mimimi mulher só assiste futebol pra ver as pernas dos jogadores".

E DAÍ? Quando homem fala que tal jogo é uma merda mas vai ver só por causa da gostosa, aí pode, né?

Só que não. Continuo dando todo o meu apoio às mulheres que gostam, não gostam ou que estão vendo o jogo por causa da coxa do gostosão.

Nas comunidades dos times no Orkut ser mulher é pedir pra ser assediada que nem na rua. Ninguém liga pra sua opinião, se você for bonitinha chove idiota com "oi linda". E pior, as meninas aceitam. Se o time perde, e elas têm uma opinião diferente... é vadia pra baixo. Como sempre.

Anônimo disse...

3 dos meus 4 amigos homens não gostam de futebol e não assistem. ainda bem que hoje em dia não é tão forte essa obrigação de gostar desse esporte no meu meio. quando eu era + nova (na verdade eu ainda sou) era bem pior.
quando é copa até que gosto porque me sinto parte de uma coletividade... mas fora disso, acho chato. mas curto muito outros esportes.

Anônimo disse...

Eu adoro futebol. Gosto mais inclusive até que o "homem da casa" meu irmão, que só foi ao estádio UMA VEZ.
Reconheço que aqui no Brasil o Futebol é utilizado como manipulação da massa, mas esse é um ópio que eu assumo.
Quanto ao fato de ser mulher e gostar de futebol e ir ao estádio, nunca tive(muitos)problemas, pq em 5 minutos de conversa, já mostro que não me encaixo nos 3 perfis descritos no texto. Participo de fóruns de discussão sobre o meu time. Claro que as vezes surge um "vai lavar louça", mas nem dou atenção, esse tipo de ser é ignorado inclusive pelos outros membros que discutem o futebol com seriedade.
Reconheço que me faz falta amigas para debater futebol, já que as mesmas me veem como um menino por causa disso rs.
Vou ao estádio sozinha e isso causa estranhamento em muita gente pelo fato do estádio ser um lugar predominantemente masculino. Mas gosto e vou. Quem sabe um dia eu consiga uma turma para ir ao estádio.

Luiza disse...

Ah, esqueci de falar: hoje em dia melhorou bastante para os homens, já não se julga os que dizem abertamente que não gostam de futebol, já virou coisa normal.

Shey disse...

É engraçado como realmente tudo que é associado aos homens é que ganha importância.

Nos Eua, o futebol era tradicionalmente "coisa de mulher". Mesmo assim ali é o país do beisebol e do "futebol americano" - que, por coincidência, são os esportes mais populares entre os homens.

Enquanto aqui no Brasil o futebol sempre foi mais praticado por homens enquanto o vôlei sempre foi mais popular entre mulheres, mas aqui é o país somente do futebol.


Poderia citar muitos outros exemplos, mas só esse sobre esporta já demonstra que ainda persiste a ideia de que somente homens adultos são os cidadãos.

Anônimo disse...

Roporte mulher não entrar em vestiario masculino = machismo

Roporte homem não entrar em vestiario feminino = respeito a privacidade das atletas


Anônimo disse...

Eu sou completamente a favor de um campeonato unico de futebol unissex pra acabar com essa frescura até porque as mulheres são tão capazes como os homens .Não são ?





Erres Errantes disse...

O número de mulheres que frequentam estádios de futebol já é bem elevado. E a impressão que eu tenho é de que elas vão torcer mesmo, muito diferente do que algumas pessoas acham, que as mulheres só assistem aos jogos para acompanhar os homens.
Apesar disso, o engraçado é que hoje mesmo eu estava assistindo a um programa de esportes na tevê e constatando o quanto a mídia esportiva ainda é falocêntrica. Raramente fazem reportagesn com atletas mulheres e, quando o fazem, geralmente é destacando o quanto o que a esportista faz para se manter sempre linda e feminina (argh...). O quanto a mulher ralou (e rala) para ser uma profissional na modalidade dela, é claro que isso não importa, néam...
Mas a grande maioria das reportagens esportivas são sempre sobre as modalidades masculinas. Somente homens são entrevistados, somente eles têm embasamento para falar sobre qualquer tipo de jogo.

Quanto a mim, adoro futebol e sou uma torcedora bem aguerrida do meu E. C. Bahia (BBMP, os fortes esntederão kkkkkkk).

Julia disse...

Vc tem alguma dúvida que as mulheres são tão capazes quantos os homens, mascu idiota? Marta CINCO vezes melhor do mundo. Sinceramente seria ótimo se colocassem ela no lugar do Neymar na seleção masculina. A gente precisa ganhar essa Copa!!!!!

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E essa Rachel Sheherazade já deu o que tinha que dar. Defendendo a Igreja na cara dura! E ainda disse que era ingratidão com o cristianismo! kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Lembrei na hora da sua frase, Lola "ingrata com o patriarcado" por que só rindo, né? Além do que a pessoa pra concordar com SARNEY tem que está muito DESESPERADA.

Stella disse...

Eu adoro futebol, ainda vou bastante a estádios. Não sei quanto a outras torcidas organizadas, mas na Gaviões da Fiel existe uma política contra o assédio às mulheres. A premissa é que nós torcedoras somos tão corinthianas quanto eles e estamos lá pra acompanhar o time da mesma forma que qualquer um lá. Acho bonito!

bruna disse...

Minha irmã mais velha, quando era adolescente jogava futebol muito bem! Na rua ela era a sensação porque deixava os meninos no chinelo, todo mundo comentava que ela deveria treinar seriamente, e ela queria muito isso. Mas o idiota do meu ex-padrasto a proibiu porque era coisa de homem e ela podia virar "sapatão". Lembro que todos ficamos muito revoltados na época, e minha irmã muito triste!

Roseane Viana disse...

Eu não entendo nada de futebol, mas apóio o futebol feminino, que na Europa é muito mais valorizado que no Brasil. Sou fã da Marta.
Gosto de comentar os jogos de campeonatos importantes quando o Brasil joga na internet.
Já escrevi sobre futebol no blog algumas vezes.
Tem uma pesquisa sobre mulheres e futebol que publiquei no blog, pode se lida aqui se alguém quiser : http://nutriane.blogspot.de/2012/09/mulheres-e-o-futebol.html
Eu também li uma resenha há uns 2 ou 3 anos, sobre o Museo do Futebol no Rio ou São Paulo, naquela época não havia nenhuma referência ao Futebol Feminino, uma pena, mas é uma boa reflexão apra discutir gênero.

Mirella disse...

Anônimo das 23:51, por favor, me elucide com sua perspicácia o que é:

"roporte"

e

em quais circunstâncias um homem quer entrar no vestiário feminino e vice-versa?


ahhaa é muito sem noção.

É igual aqueles que querem chamar uma mulher de vaca porque foram chamados de "boi". Oh boy.

Miguel disse...

Sou homem e já gostei mais de futebol do que antes, hoje - em grande parte pelo declínio da qualidade do esporte - não me chama mais a atenção. E ainda percebo um certo preconceito com homens que não gostam de futebol, claro que em infinita menor quantidade do que aquele dirigido à mulheres que gostam e praticam.

De qualquer maneira, isso me lembrou um comercial que vi ontem da Semp Toshiba e, na hora, pensei justamente nisso, no uso machista da máxima de mulher não entender de futebol.

Uma vendedora recomenda um computador para dois jogadores do São Paulo sem saber quem eles são e, depois, um colega homem pergunta "Você não viu que eram fulano e ciclano?" e ela "Ah, nunca fui muito ligada em duplas sertanejas". Essas bobagens machistas de sempre.

Anônimo disse...

Luiza disse...

Ah, esqueci de falar: hoje em dia melhorou bastante para os homens, já não se julga os que dizem abertamente que não gostam de futebol, já virou coisa normal.
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Não, isso depende do ambiente onde a pessoa está inserida. Num ambiente de mais cultura, onde existe um maior debate de idéias, isso pode não ter muita relevância; mas nas classes mais pobres, com menor instrução e opções de divertimento isso ainda tem seu peso sim. Eu faço parte da camada mais pobre e, apesar de não desprezar o futebol e ver nele qualidades até artísticas, nunca tive muita paciência para o tal. Assistia a jogos pra poder falar sobre eles na escola e na hora das peladas eu dizia que não queria participar, zombando da minha própria inapitidão para o jogo -todo mundo ria e ficava por isso mesmo. Sem essa "malandragem", naquela época eu estaria em maus lençóis. kkkkkkk

Anônimo disse...

Roporte mulher não entrar em vestiario masculino = machismo

Roporte homem não entrar em vestiario feminino = respeito a privacidade das atletas


2 de dezembro de 2012 23:51
Anônimo Anônimo disse...

Eu sou completamente a favor de um campeonato unico de futebol unissex pra acabar com essa frescura até porque as mulheres são tão capazes como os homens .Não são ?
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Luiza, não daria certo. Os dois sexos não tem a mesma capacidade física. Além da desvantagem que as mulheres teriam no jogo, tem o problema dos carrinhos, das trombadas, das cabeçadas e etc.

Anônimo disse...

Maria Valéria disse...


Escuto muito o preconceito de outro ponto de vista que nao o machismo, explico: escuto que futebol e coisa de pão e circo, que a gente, brasileiro, e burro de perder tempo com futebol e nao pensando em saúde, educação, segurança,..perai, por um acaso uma coisa exclui a outra??!!

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É claro que não exclui, e você pode ser uma pessoa plenamente consciente e gostar muito de futebol. Mas que ele é usado como um belo tranquilizante para as massas, isso é -e os bailes funk são outro.

Mihaelo disse...

Buenas, o futebol feminino é muito pouco valorizado no nosso país tanto que nunca ganhamos uma Copa do Mundo e também nunca realizamos uma e parece que não há interesse e mobilização para fazer uma Copa do Mundo aqui!
Eu nunca fui a estádios e nem me interesso por futebol. Só torço pelo Colorado por tradição familiar. Os bares não são lugares de homens coisíssima nenhuma!!! Pelo menos aqui em Porto os bares da Cidade Baixa em dias de jogo sempre estão lotados de mulheres, além de homens é claro, vestidas com as camisas do Grêmio ou do Colorado. Ah, e outra coisa que me irrita é este dualismo reducionista típico da região pampeana. No Uruguai é Peñarol ou Nacional e aqui no Rs o Inter ou o Grêmio.É de amargar!!!!!!!

Anônimo disse...

nando disse...

O futebol faz parte da nossa cultura,que no início do século era um esporte elitizado,que só jogava a classe mais favorecida,e veio da Inglaterra para o Brasil aos poucos se popularizou e tornou-se um esporte nacional e masculino,aos poucos as mulheres começaram a participar e torcer pelos seus times,apesar de todo preconceito masculino,que dizia que o futebol era esporte só para homem.As coisas evoluíram e hoje é só ver a mídia esportiva a presença maciça de mulheres jornalistas,réporteres de campo e comentaristas gabarizadas,graças a Deus,porque tem muito homem que acha que entende de futebol e é um desastre rs..

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Seu comentário me fez lembrar de um outro problema que existe: a principal exigência para a mulher que queira ser comentarista de futebol: ser bonita. Parece que, por mais que a moça entenda do que está falando, o que sai da boca dela não importa e sim o quanto ela consegue agradar o espectador com seus atributos físicos.

Anônimo disse...

suelen disse...

odeio futebol,n entendo nada,n tenho time e na copa do mundo ,tanto faz se o brasil perde,pra falar a verdade ,eu torço pra que perca.
n entendo tanta obsessão com futebol.

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kkkkkkkkkkkkkkkkk

Eu não compartilho do seu ódio, mas nessa copa eu tô torcendo pro Brasil perder. A derrota do Brasil em casa vai ser como um grito de "Idiotas, vocês estão sendo alienados? Vão se instruir e ver se conseguem com que 10% do dinheiro superfaturado nas obras da copa seja usado para algo relevante". Seria lindo, até poético, mas eu acho que com a duplinha dinâmica Parreira e Felipão isso fica mais difícil de acontecer.

Danizita L. disse...

Eu gosto ( e entendo ) um pouco de futebol, sou flamenguista e adoro a Copa do Mundo,aliás eu gosto mesmo é dos jogos da Copa, independetemente se é o Brasil que está jogando ou não, assisto quase todos os jogos. Também acho que essa coisa de "futebol é coisa de homem" uma bobagem sem tamanho, até porque meu pai não gosta e nem entende nada de futebol, já minha mãe é um pouquinho mais ligada nisso, apesar de não torcer pra nenhum time, mas até que conhece algumas regras. Assim como uma tia minha que parece gostar tanto ou mais que o marido. Enfim esporte e lazer não escolhe gênero.

Anônimo disse...

Lívia Pinheiro disse...

Hoje eu acho uma babaquice sem tamanho esse fanatismo por futebol. Mas eu fui doutrinada nessa histeria coletiva, e quando era criança e adolescente adorava assistir e jogar. Até o dia que minhas amigas e eu fomos enxotadas da quadra pelos meninos da escola na base de socos e pontapés porque, é claro, eles eram os donos naturais dela.
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Eu vejo esse fanatismo futebolístico e fico pensando como seria ridículo se as pessoas fossem tão fanáticas a respeito de outras coisas. Já pensaram dois "times", um que gosta de Tolstoi e outro de Dostoievski e que saem na rua com cartazes e bandeiras dos barbudos, fazendo de tudo pra menosprezar o escritor rival?

Marina disse...

Lola achei lindo esse seu texto, e venho aqui te agradecer, desde que eu comecei a procurar sobre o feminismo muita coisa mudou pra mim, mas essa parte eu especificamente devo a você.
Eu sempre fui uma pessoa que não praticava muitos esportes, principalmente futebol, porque achava que não ia ser boa, que não entendia. Na minha casa meu pai incentivava meus irmãos a jogarem futebol desde que eles eram bem novos, via os jogos com eles, comprava todo material que precisassem. Eu nunca tive esse incentivo, então nunca me interessei.
Eu já fiz academia, mas acho um saco, principalmente por ser só para melhorar o corpo e não focar nada na diversão. Um tempo atrás eu li um texto seu que falava disso, que as mulheres precisam praticar esportes coletivos, que não é comum na nossa sociedade ver grupo de amigas praticando esporte só pela diversão e por estar junta das amigas e não para melhorar o corpo.
Esse caso é de futsal, não futebol mas é válido mesmo assim.Há dois meses começou meu primeiro semestre na faculdade, há anos no meu curso estão tentando criar um campeonato feminino e ele nunca saia. Na minha turma umas 4 ou 3 meninas já haviam praticado futsal, o resto falava que não era boa e não sabia. Conversando com uma das minhas amigas eu falei que eu gostaria de participar, mas achava que eu não seria boa, e ela disse: aqui ninguém é boa não, mas a gente tem que criar isso, nem que seja só pela diversão. Eu lembrei na hora de você e tratei de entrar e convencer todo mundo. Lembro bem de uma amiga minha falando, vamos gente, a gente bate uma bola depois sai e toma uma cerveja- era engraçado porque essa imagem é tipicamente masculina.
No final tínhamos todas as meninas da sala apoiando o campeonato de futsal, havia uma votação entre futsal e handebol e conseguimos ganhar. Normalmente nem times interessados se formavam, mas como nós apresentamos uma turma inteira interessada as outras turmas foram animando.
Agora todo domingo eu estou lá no jogo, e nosso time também. Claro que a gente escuta muita gente falando que o jogo feminino vai ser um monte de meninas correndo atrás de uma bola, que vão ver nosso jogo porque é muito mais bonito, mas nós relevamos, e treinamos demais. E é muito divertido mesmo estar lá só pelo jogo mesmo.
Eu como não jogava muito me ofereci pra ser geleira, hoje eu sinceramente adoro, e não me considero mais na posição só por não saber jogar nada, eu tenho feito de tudo pra ser boa. Às vezes até aparece uns meninos pra falar que vão trocar o goleiro deles por mim. E foi ai que eu percebi, os meninos estão acostumados desde pequenos sim a jogar futebol, mas eles fazem pela diversão também, muitos deles lá estão basicamente como nós, e muitas meninas só não estão como eles, pois não são acostumadas a jogar.
Hoje eu morro de rir, pois passei a acompanhar os campeonatos, a ficar discutindo estratégias, e até a falar de futebol com meu pai. Anteontem mesmo quase tive um treco quando eu falava no telefone e ele disse, boa sorte no jogo amanha, vai lá e defende um pênalti pra mim.

Anônimo disse...

Socialistas?

Dedicando-se a esse esporte que não é mais que o "ópio do povo"?

Como as coisas estão mudadas, hein, esquerdinhas?

Pili disse...

justamente porque eu gosto de futebol, entendo, me divirto, e adorava jogar quando mais nova é que eu to de saco cheio desse futebol masculino profissional.

Cansei mesmo, não quero mais saber. É muita falta descarada, é muita discussãozinha besta, é muito estrelismo de jogador que se acha foda só poruqe tá na revista.

Na boa, esses modelos de passarela aí que fazem meia dúzia de embaixadinha tem mais é que largar das câmeras e ir treinar, po!!!!!

E quando me dizem que isso faz parte do jogo eu já respondo logo. Só faz parte pra quem não sabe jogar. Quem joga com qualidade não precisa dessas firulas.

Bruno S disse...

Futebol é um assunto no qual me sinto em casa. Consumo, pratico e até já escrevi a respeito.

Por mais que goste dele não dá para dizer que não é um mundo cheio de preconceitos. Machista, homofóbico e racista.

Machista -

meninas que jogam são mal vistas;
meninas que gostam de assistir tem sua opnião diminuída;
futebol feminino é categoria de segundo escalão;
portais de mídia contratam modelos para fazer concurso de "musa do brasileirão" - é o espaço dado para a mulher no futebol;
em programas estilo mesa resonda, quando tem mulher sua presença é escolhida por atributos físicos e não pelo conhecimento do tema;

homofóbico;
homens que não gostam são vistos como gays;
mulheres que gostam/praticam são vistas como léscbicas;
não temos no futebol brasileiro jogador que assuma publicamente sua homossexualidade, a despeito de diversas histórias bastante divulgadas (procure poltrona 36 e grêmio no google);
algumas torcidas/times são diminuídas com o pretexto de que são redutos gays.

racista
apesar de termos jogadores negros em grande quantidade nos times, quantos são capitães de sua equipe?
quase não há técnicos negros;
muito menos dirigentes;
goleiros negros também foram vistos como menos confiáveis durante muito tempo e Barbosa foi visto como o grande vilão da Copa de 50, do qual resgato sua célebre frase “No Brasil, a pena máxima por um crime é de 30 anos. Eu pago há 44 anos por um crime que năo cometi...”.

Sobre o racismo no futebol brasileirorecomendo dois ótimos textos escritos no Impedimento.org

http://impedimento.org/2012/11/27/o-negro-no-futebol-mas-so-dentro-das-quatro-linhas/

http://impedimento.org/2012/11/20/o-racismo-nosso-de-cada-dia/

Bruno S disse...

Maria Valeria,

não há grandes burocracias para comprar ingresso pelo site da FIFA.

Basta um cadastro e um cartão de crédito. A disputa para a Copa deve ser complicada, mas o sistema de sorteio para a maior parte dos ingressos permite chances iguais.

Sugiro tentar ver algum jogo da COpa das Confederações aqui no Rio ou em BH (não vai ter jogo em São Paulo).

Hamanndah disse...

" Roporte mulher não entrar em vestiario masculino = machismo

Roporte homem não entrar em vestiario feminino = respeito a privacidade das atletas


2 de dezembro de 2012 23:51
Anônimo Anônimo disse...

Eu sou completamente a favor de um campeonato unico de futebol unissex pra acabar com essa frescura até porque as mulheres são tão capazes como os homens .Não são ?

"

Anônimos idiotas

1) Nem mulher nem homem deve entrar no vestuário direcionado a pessoas do sexo oposto, por uma questão de respeito

2) As mulheres são mais frágeis fisicamente do que os homens, por esse motivo não devem jogar juntos( não estou dizendo de brincadeiras de fim de semana leves). Não é pelo fato da mulher não ter a mesma capacidade física do que os homens, seu anônimo imbeclil, que vá merecer ter menos direitos do que eles, tanto na relação homem-mulher, quanto nos demais direitos civis.

Então, se a mulher é mais frágil fisicamente e não aguenta tanto peso/explosão muscular quanto o homem suporta, isso quer dizer que "não merece ser respeitada quanto. ter tantos direitos quanto, etc?".

Só na cabeça de bagre sua para defender que mulher não pode jogar futebol porque não tem força para jogar com os homens

Você entedeu, seu machista idiota, ou quer que eu desenhe?

Carla disse...

Acho futebol um esporte muito chato, e a cultura futebolística alienante. Eu gostaria é que os todos dessem menos importância pra isso.

yulia2 disse...

Timão eo... rumo ao bi mundial!
haha

Bruno S disse...

Aos muitos que veem futebol como alienante, como algo que só serve para desvir a população de problemas mais sérios.

Alienante não seria tentar ignorar algo que é praticado, consumido, vivido por pessoas do mundo todo, de países ricos e pobres. Um fenômeno que não está dissociado da cultura e da política dos locais onde é praticado.

E toda essa importância que o futebol (e outros esportes em menor esala) tem só torna mais grave a forma como o espaço dado às mulheres é sempre reduzido.

Será que a utilização de atletas negros pelo Vasco na década de 20 e a reação dos outros clubes não é importante na história do país?

Será que a democracia corinthiano dos anos 80 não foi algo relevante em termos de participação política?

será que a faixa do solidariedade exposta por poloneses no jogo contra a URSS na Copa de 82 não foi importante?

O confronto entre Irã e EUA na Copa de 98 não tinha um contexto de tensão que extrapolava o confronto entre dois times eliminados?

Anônimo disse...

Era só o que faltava... Vão cuidar das vidas de vocês, e deixem o Futebol como está.

Anônimo disse...

Bruno, não é o futebol em si que é alienante(ele não teria como ter esse poder por si só) é o uso que fazem dele.

Mirella disse...

Minhas paixões desportivas não são em relação ao esporte em si. Sou corintiana, assisto aos jogos, acompanho o campeonato, assisto algumas mesas redondas, acompanho jornalistas. Mas só, não adoro *o futebol* como entidade superior e magistral. Entendo as regras básicas, não sei dar nome às jogadas (apesar de conhecer algumas). E só.

Mesma coisa com Fórmula 1, sou fã de Kimi Räikkönen e acompanho sua carreira, dentro e fora da F1. Estou nessa há uns bons 5/6 anos, quando ele saiu da Ferrari para o rally parei de assistir as corridas (mesmo porque não suporto Galvão). Não me ligo no esporte e só assisto (qualquer que seja) motivada por uma figura ou time.

E ambos os ambientes giram em torno de "coisa de hómi". Felizmente a minha criação foi comigo criança praticando (mal) o esporte que queria e vendo minha avó assistindo a corrida (e qualquer esporte, na verdade) todo santo domingo.

Ju disse...

O que eu odeio mesmo é gente do contra, que torce contra o Brasil, a favor da Argentina.. esse tipo de coisa.
Não conheço outro povo que torça tanto contra o próprio país como o brasileiro. Como se perder a Copa fosse resolver alguma coisa, só deixaria as pessoas tristes ou decepcionadas. São verdadeiros espíritos de porco.

Não gosta? Não assiste, mas também não atrapalha com sua energia ruim! Grata.

Mariana. disse...

eu amo futebol e isso não me impede de ser ou tentar ser uma pessoa politizada, interessada, engajada.

EU amo futebol. E não estou usando hipérboles. Eu amo futebol de verdade, de chorar pelo meu time, de viajar pra ir no estádio, de me sentir a mais bem vestida do mundo quando visto a camisa. Amo o meu Santos, e amo o esporte em si. Assisto qualquer jogo, não tem tempo ruim. E sim, sei as regras, rsrs entendo o que tá acontecendo e discuto pra caramba.
Sempre que começa uma conversa de futebol e eu entro com naturalidade como todos os caras entram no assunto, surge uma tensãozinha, uns risinhos, e aí começam a falar normal comigo. Aì, quando sobram uns e outros, perguntam se eu gosto MESMO, se eu entendo MESMO. Cansativo rsrsrs vontade de responder "não, eu quero mesmo é pegar homem, fingir que serei a namorada perfeita sabe?" hahaha isso é o que eles pensam

Futebol é arte, pseudo intelectual criticar, faz parte!

Luiza disse...

"Não, isso depende do ambiente onde a pessoa está inserida. Num ambiente de mais cultura, onde existe um maior debate de idéias, isso pode não ter muita relevância; mas nas classes mais pobres, com menor instrução e opções de divertimento isso ainda tem seu peso sim. Eu faço parte da camada mais pobre e, apesar de não desprezar o futebol e ver nele qualidades até artísticas, nunca tive muita paciência para o tal. Assistia a jogos pra poder falar sobre eles na escola e na hora das peladas eu dizia que não queria participar, zombando da minha própria inapitidão para o jogo -todo mundo ria e ficava por isso mesmo. Sem essa "malandragem", naquela época eu estaria em maus lençóis. kkkkkkk"

Oi, anônimo. É, me esqueci da camada menos favorecida. Imagino também que, por conta de menos opções de recreação, só sobra futebol para os meninos, querendo ou não.

Alguém falou das políticas das organizadas contra o assédio. Se não me engano, todas têm isso. Homens e mulheres estão ali pelo mesmo motivo, então respeito é pra todo mundo.

Mariana. disse...

o JU, não é nada disso. Quem torce contra o brasil não necessariamente torce a favor da argentina.

Eu odeio a CBF. Ela não dá a mínima pro futebol feminino e quer que os clubes brasileiros se ferram. Abandonam o futebol em várias regiões do país, se concentram nos grandes centros, ferram os times com esses calendários. Fora isso de ceder os direitos de jogos para uma liga estrangeira. Não é mais a CBF que marca os jogos da seleção. E é por isso, que nos últimos anos, a seleção se distanciou tanto do povo e deixou de ser algo especial, um evento. Tá chato, desapaixonante. Eu adoraria amar a seleção, mas não torço pelo sucesso das pessoas que estão lá, comandando tudo e tendo a oportunidade de melhorar, mas não melhoram o nosso futebol.

A seleção ganhar uma copa faz parecer que tá tudo bem, tudo certo, mas não está. Tà tudo errado. O sucesso da seleção legitima o poder dessa gente.

Anônimo disse...

Ju disse...

O que eu odeio mesmo é gente do contra, que torce contra o Brasil, a favor da Argentina.. esse tipo de coisa.
Não conheço outro povo que torça tanto contra o próprio país como o brasileiro. Como se perder a Copa fosse resolver alguma coisa, só deixaria as pessoas tristes ou decepcionadas. São verdadeiros espíritos de porco.

Não gosta? Não assiste, mas também não atrapalha com sua energia ruim! Grata.
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Nessa situação eu sou espírito de porco, sim. O Brasil perdendo a Copa no Brasil ia ser um balde de água fria nos otários que aceitam qualquer porcaria do governo se ela for recheada com futebol.

Anônimo disse...

amo firula, amo drible, amo gracinha dentro de campo. Provocar faz parte sim.

Abaixo ao "nãometoquismo" no futebol. Não pode isso, não pode aquilo, tomar banho. O FUTEBOL FICA CHATO ASSIM!

Gabriele Albuquerque Silva disse...

Sou torcedora que só me manifesto na copa do mundo e olimpíada, por algum tipo de sentimento nacionalista e só, mas esporte e rivalidade entre times acho um saco, me entediam mortalmente.
Mas conheço garota torcedora que é muito mais fanática do que muito homem, é um absurdo esse mito de que isso é só coisa do sexo masculino. Se você pega pra ver um jogo grande da televisão, tb pode ver um número bem grande de mulheres nos estádios, em alguns casos parece até uns 50%. Isso aí é outra lenda sexista que temos no Brasil, que não faz sentido nenhum.

Cris disse...

Lola, veja só este artigo do Cracked:

http://www.cracked.com/article_20133_5-reasons-modern-life-driving-manliness-to-extinction.html?utm_source=facebook&utm_medium=fanpage&utm_campaign=new+article&wa_ibsrc=fanpage


eu não o li completamente ainda, apenas o títulos dos 5 pontos principais, mas me parece que nenhum deles cita o feminismo como um motivo para a redução dos níveis de testosterona nos homens :)

Ramilla disse...

pois eu adoro futebol mesmo! Xingo, grito, uso minhas camisas personalizadas, assisto campeonatos espanhol e inglês.
Confesso que comecei a ver por causa da Itália, mas aos poucos me interessei pelo negócio e hj posso falar que entendo.
A mídia ainda trata o tema com muito machismo, como por exemplo as explicações idiotas que dão para as mulheres entenderem a regra do impedimento.
Em 2002, algumas amigas começaram a se reunir e jogar uma "pelada" duas vezes por mês (futebol é um ótimo exercício físico, além de estimular a união de esforços, fugir da rotina...).
Em 2010, um grande jornal fez uma matéria conosco. O resultado foi uma visão totalmente machista do fato. A impressão que deu foi a de que a gente só estava ali para "perder as calorias" e nos exibir para os machos de plantão com os uniformes "sexys". Lembro de uma aspa que fez meu ex-namorado parecer um completo babaca.

Bruno S disse...

Gabriele, eu frequento bastante estádios. Realmente o público feminino tem aumentado bastante, mas ainda falta bastante para serem metade da torcida.

Especialmente nos jogos mais críticos, o público se concentra mais em homens entre 15 e 40 anos.

Ju,

torcer contra faz parte do jogo e da brincadeira do esporte. Ninguém é obrigado a se identificar com o time montado no Brasil, assim como somos livres para gostar da forma de jogar de outro país.

Ninguém é obrigado a ser nacionalista (tenho dois pés atrás com demonstrações muito fortes de nacionalismo), nem o esporte precisa ser a forma como a pessoa demonstra seu vínculo ao seu povo.

Anônimo disse...

Logo a Rachel Sheherazade vira aquela americana lou(c)ra, que disse que mulher não tem que votar.

Sou a favor de ensino religioso nas escolas sim, desde que seja história das religiões e desde que nenhuma prepondere sobre a outra. O que não foi (é) o caso, como já vimos diversas discriminações (principalmente das de matrizes africanas).

Abre a boca para falar demais: entra mosca.

Pili disse...

Ao anonimo que propõe jogo misto:
No meu primeiro comentario eu falei de como as faltas descaradas, desnecessarias, são chatas. Fazem o jogo ficar chato. e mostra também um futebol de péssima qualidade porque quem sabe, joga! Nao fica aproveitando brechinha pra agredir o oponente e "descontar" qualquer raivinha ou qualquer rivalidade besta.
...até porque o campo tá todo televisionado hoje em dia. e além de chato, é burro cometer alguma falta ou alguma mão ou coisa parecida e ficar negando depois. Oras, tá todo mundo vendo o que aconteceu, não adianta tentar fugir da responsabilidade.
Enfim, esses jogos principais estão repletos desse teatrinho. Tanto de golpes disfarçados no meio de jogo, quanto de outros golpes e outros insultos que nem tiveram mais o pudor de tentar se esconder ali nos movimentos do jogo. E os torcedores muitas vezes brincam desse mesmo teatrinho. Seja violentamente ou simbolicamnete, com palavras, gestos, etc. E, na boa, se eu quisesse ver violencia gratuita de umas dúzias de preconceituosos pra medir quem é mais machinho, eu não pagaria ingresso pra estadio. Iria ver debates de políticos e religiosos.
Bom,
Bom, vamos falar apenas dos ataques físicos durante o jogo, ok? (apesar de toda essa histeria ser um enorme comportamento de grupo que envolve tanto quem joga como quem assiste)
Há quem diga isso é parte natural do jogo. Mas não é, nao nessas proporçoes e definitivamente não quando é intencional. Isso também foi naturalizado nos espaços de futebol que sao predominantemente masculinos.
A maioria dos homens é exortada a jogar futebol (dirigir, beber etc) irresponsavelmente, portanto a violencia não é algo natural do esporte, e sim algo socialmente aceito e construido.
Esse é que é o motivo de ser ridículo propor jogos mistos pra tentar comparar a qualidade de jogadores masculinos e femininos.
Não tem nada a ver com fragilidade de mulheres, tem a ver com truculencia ensinada e esperada dos homens.
Tem a ver com a brutalizaçao, as vezes criminosa, do desporto.
Há muitos outros esportes( com um significado social diferente do que tem o futebol )em que as competiçoes, treinos, escolas são mistas sem problema algum.
Eu vou voltar a assistir futebol quando não tiver mais torcedor lançando banana pra jogadores negros, torcedores se matando em geral, quando os jogadores forem na porra da bola, e não com o pé na cara do outro, quando as discussoes dos jogadores não terminarem mais em narizes quebrados... Porra, na boa. Isso é coisa de quem não sabe jogar.

Mari disse...

Eu amo futebol desde criança, também! Meu pai nunca foi um entusiasta do futebol e meu irmão também só acompanha quando tem jogo importante. Aprendi a gostar e entender de futebol com os meus amigos da rua. Nunca joguei pois minhas habilidades físicas passaram bem longe, mas meu sonho de adolescente era ser jornalista esportiva (especificamente voltada ao futebol).
Hoje vou aos jogos do meu time, torço muito, discuto a rodada na mesa do bar e, juro, nunca senti nenhum preconceito "por ser mulher" no sentido de diminuirem a minha opinião.... Também não vejo estádio como um lugar de assédio... nunca presenciei nem ouvi falar de algo que tenha acontecido nesse sentido, e olha que já fui muitas vezes sozinha aos jogos! O espaço é sim "dominado pelos homens", mas, no geral, há o respeito pelas torcedoras!
Agora, quanto ao investimento e reconhecimento do futebol feminino, realmente deixamos muito a desejar... Já fui a alguns jogos da seleção feminina e o que vemos é uma vergonha em relação aos outros países... Talento não falta (ta aí a Marta que não me deixa mentir), mas é triste vê-las sendo tratadas como amadoras....

Mariana. disse...

Futebol feminino é chato. Eu apóio porque acho importante, uma forma de inclusão, e até simpatizo mto mais com a abandonada seleção feminina do que com o time oficial da cbf (o masculino).

mas confesso que tecnicamente o jogo não se compara ao masculino. é chato de assistir. torço por consideração pelas as meninas.

Carol disse...

Quando eu digo que gosto de futebol pra um homem e torço pro time tal ele logo pergunta se o meu pai também torce praquele time e quando eu digo que sim eles fazem uma cara de 'ah, agora eu entendi'. Engraçado que eu nunca vi um homem perguntar pra um outro homem qual é o time que o pai dele torce pra tentar "entender" o motivo dele torcer pra aquele time. Muitos filhos torcem para o mesmo time que o pai mas nunca ninguém pergunta isso, mas pq perguntam pra mim?

Anônimo disse...

Mariana, elas não precisam da sua consideração não, minha filha. Eu adoro futebol feminino, adoro ver a Marta jogar. Sofri quando perdemos a Copa e fomos elininadas da Olimpíada (mas aquela Hope Solo é o cão naquele gol afff). Difícil ver as jogadoras se jogando no chão pra cavar faltas que o juiz acaba não dando (muito comum isso no futebol masculino).
Qualquer jogo pode ser chato, mas já que vc acha que futebol feminino é chato (qualquer jogo, né?)... só lamento.

Ramilla disse...

Acho justamente o contrário... gosto de assistir futebol feminino. Quando vou ver a seleção masculina, eu juro, pode ser a hora que for, que me dá sono.

Mariana. disse...

Ramila, um jogo tecnicamente ruim não é empecilho para a emoção. Os jogos da seleção feminina me tocam muito mais também. Sobra raça, que ultimamente andou em falta na seleção masculina. Uma pelada de bairro pode ser épica, mesmo que falte técnica para os jogadores.

Mas quando falo de futebol feminino, não estou restringindo a nossa seleção. Ainda sim, de qualquer modo, no futebol feminino em geral (não estou falando das martas da vida), a técnica deixa muito mais a desejar do que no futebol masculino.

PS: jogos da seleção masculina tem sido mesmo entediante. Dica: assista a outros jogos, um clássico importante. Você não está sentido falta de técnica, e sim de emoção. As duas coisas podem andar juntas no futebol, mas não é sempre que acontece, infelizmente.

Mariana. disse...

Não tinha visto o comentário educado da anônima.

1) não sou sua filha;
2) boa parte do que escrevi pra ramilla serve pra você.
3) por acaso o que eu disse é ofensivo? é errado falar que não curto futebol feminino? o nível das jogadas e do posicionamento não é comparável ao masculino.
Como eu disse pra Ramilla, não falei em raça. Não falei em emoção, em vestir a camisa com orgulho. Isso as meninas do brasil tem de sobra e isso me cativa a torcer por elas. Mas o jogo, em si, não é tecnicamente comparável com o futebol masculino (e não só o jogo delas, falo no geral).

Assim: eu prefiro ver jogos do meu time, mas gosto tanto de futebol,de notar o posicionamento, a armação, a estratégia... que vejo jogos mesmo quando não torço pra nenhum dos dois lados. Não consigo o mesmo no futebol feminino. Se não for a seleção - porque gosto das meninas - eu jamais assistiria futebol feminino. Jamais.
Qualquer pessoa que entende de futebol nota a diferença.

Ateu e Pacifista disse...

Não gosto muito de jogar futebol, mas de assistir na TV eu até que gosto.

No Brasil existe uma programação cultural envolvendo esse esporte, assim como nos EUA existe em relação ao basquete.

Bom, mesmo que tenhamos essa programação sobre o futebol, eu não posso dizer que sou um grande "torcedor". Não me importo com nenhum time específico e também não ligo para a seleção brasileira (masculina e feminina).

Também não gosto de frequentar estádios de futebol, pois me sinto como um alienígena. Baseado na pouca experiência que tenho com estádios de futebol, para todos os lados se olha existem pessoas torcendo fervorosamente, cantando, algumas xingam outras choram. E eu lá, parado, como um aliem, sem sentir absolutamente nada em relação ao jogo. rsrs

Na TV eu gosto de assistir para observar e opinar sobre táticas, posicionamentos, substituições, etc, mas raramente dou importância para o resultado do placar.

Sobre a seleção masculina de futebol, acredito que a última vez que eu realmente me empolguei vendo um jogo foi na copa de 94, com o Romário. A seleção de hoje, pelo menos a do ex-técnico Mano, tenta "copiar" o estilo de jogo dos espanhóis. Em minha opinião, a seleção acaba perdendo identidade e o jogo fica uma chatice.

Sobre a seleção feminina, eu também gosto de assistir seus jogos. No quesito do talento "individual", a seleção brasileira feminina é consideravelmente superior em relação as seleções femininas dos outros países (minha opinião).

Mas aí surge a questão: Por que elas têm muitas dificuldades contra a seleção dos EUA, Alemanha, Japão, etc? A resposta é muito simples, embora a seleção brasileira feminina tenha um bom nível individual, a parte tática coletiva ainda é amadora, em comparação com outras seleções femininas. (minha opinião).

A seleção acaba dependendo muito das jogadas individuais da Marta e peca na parte coletiva, tática e de posicionamento.

Ainda sobre a Marta, na minha opinião, ela tem a mesma importância para o futebol feminino que o Pelé tem para o masculino. É a rainha do futebol. Acredito que se existissem jogos mistos, ela estaria habilitada para jogar em times masculinos e ser peça fundamental do time.


E o que aconteceria em um jogo de futebol entre as duas seleções, masculina e feminina? Bom, na minha opinião, sem hipocrisia e sem envolvimento emocional (estou opinando como se fosse um computador processando dados e apresentando uma resposta), levando em conta que os dois times jogassem a sério, com tudo que possuem, também levando em conta as diferenças de velocidade, potencia, parte tática e coletiva, é muito provável que a seleção feminina sofresse uma goleada. (minha opinião)


Pra finalizar, conforme os investimentos e o interesse aumentem em relação ao futebol feminino no Brasil, acredito que nossa seleção tem total condição para se tornar a melhor do mundo, muito acima da média e dando espetáculo. Passando para trás a seleção feminina dos EUA e cia.


Abraço.

Anônimo disse...

Mariana, então vc deve assistir muito futebol feminino pra fazer essas comparações. Se vc assiste muito então não deve ser tão chato assim. Ou vc assiste por obrigação, trabalha com isso?

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Ateu pacifista, se a seleção feminina e masculina se enfrentassem não acho que daria goleada, não. Mas provavelmente a masculina ganharia. Mas garanto que a Marta colocaria o Neymar pra comer uma poerinha.

John Vidal disse...

Como todo mundo que joga bola, ja joguei com muitas mulheres. O time feminino da minha escola smp treinou contra o nosso, ja nos venceram em alguns treinos e tinham o mesmo apoio que o meu time. Ambos disputaram o brasileiro de futsal. Mas uma coisa que talvez cause repulsa em voces, meninas. Nos, homens, nao temos coragem de dividir a bola com vcs. Eu smp tiro o pe numa dividida com as as meninas, mas sendo homem do outro lado eu jogo com sangue nos olhos. Eu apoio o futebol feminino, sempre torci pelas minhas amigas la da escola e era o unico chamado por elas pras peladas q marcavam, mas ja acho que criar um campeonato unissex nao é o caminho correto. É o que disse pra Luara (a do texto, GALO) um dia desses. Infelizmente o homem foi opressor durante 2mil anos, agora que a mulher vem buscando seu espaço, visivelmente, as coisas, gradativamente, estão mudando. Mas nao se repara um erro de 2mil anos assim tao rapido.

Ju disse...

John, então jogar com mulheres ensine vocês a não serem tão cavalos no campo. Acaba levando cartão vermelho e aí já viu..

Isabeli Fernandes disse...

fico feliz quando leio bons textos como este que, ao invés de "atacar" os homens, explica com naturalidade o que nós mulheres passamos há anos e continuamos passando devido à ignorância de alguns. Sempre sem perder a razão e a classe. Estão de parabéns!

Anônimo disse...

Vergonha de viver num país cheio de fãs de futebol.

Diana Silva disse...

Mulheres - ESPORTE. Revoltada com os machistas
https://www.youtube.com/watch?v=Ao_kEU9pqfA

Anônimo disse...

Gostamos do seu blog, conteúdo muito relevante. E para quem quiser se informar ou até conhecer a respeito do Futebol mais especificamente, estamos iniciando um projeto via email:futebolemulheres@hotmail.com e Instagram: _futebolemulheres.. para você que gostaria de conhecer essa oportunidade entre em contato por email ou nos siga..