quarta-feira, 13 de junho de 2018

AS DONAS DE CASA DA SUPREMACIA BRANCA

Semana passada minha irmã me enviou um ótimo artigo publicado no New York Times sobre mulheres (americanas) da extrema direita. 
Pois é, elas existem. Aqui também, mas felizmente não são muitas. Tanto que Bolsonaro está tendo imensas dificuldades em conquistar o voto feminino no Brasil (parabéns, mulheres, por salvarem a nossa pátria). 
Pedi à incrível Ana Júlia traduzir o artigo de Annie Kelly, uma doutoranda nos EUA (obrigada, Ana Júlia!).
Em uma entrevista de podcast divulgada na primavera passada, Nicole Jorgenson, uma cantora e ex-professora da Dakota do Norte, explica à apresentadora que ela nunca foi tão feliz desde que se casou e teve filhos. 
E, entre fofas anedotas pastorais sobre cultivar seus próprios vegetais e fazer pão de banana, logo fica claro que Jorgenson está defendendo algo sinistro -- não apenas um retorno à maternidade agrária.
Ela viveu temporariamente na Alemanha, diz ela, mas saiu pouco antes de “um influxo de refugiados tomar conta do país”. Ela tinha acabado de ter um filho e acha o novo bebê lindo -- mas talvez não exatamente da mesma forma que todas as mães acham: “Eu sempre quis ter filhos que se parecessem comigo”, diz ela, “bebês de cabelos loiros e olhos azuis, mas eu meio que tinha que dizer isso em voz baixa”.
No momento em que a entrevistadora começa a se emocionar sobre como é maravilhoso que a Sra. Jorgenson e seu marido sejam ambos de ascendência norueguesa -- "vocês são do mesmo sangue" -- fica claro a qual demografia política ambas as mulheres atendem. Jorgenson está sendo entrevistada na Radio 3Fourteen, um programa de rádio supremacista branco; que a está entrevistando porque se considera uma espotrad (tradwife, ou esposa tradicional).
A extrema direita digital, frequentemente chamada de alt-right, é amplamente vista como um espaço exclusivo para homens. As fotografias da manifestação branca nacionalista em Charlottesville, Virgínia, foram impressionantes pela falta de rostos femininos em um mar de rosnados com camisas desabotoadas. O movimento divide o DNA com os chamados incels (celibatários involuntários), uma rede de homens que sentem que as mulheres injustamente negam a eles relações sexuais. E é definido em parte por sua misoginia e sua linguagem anti-feminista e anti-mulher.
Mas alguns membros do alt-right têm ponderado se a ausência de mulheres em seus movimentos é um problema. Em 2016, o nacionalista sueco Marcus Follin, que se autodenomina The Golden One (O Dourado) no YouTube, fez um vídeo intitulado “A questão das mulheres”. Nele, ele pediu aos seus seguidores que minimizassem sua misoginia escancarada e considerassem novas estratégias para conquistar mais mulheres para a causa nacionalista branca. Follin estava respondendo às estatísticas da eleição presidencial austríaca naquele ano, em que as eleitoras do sexo feminino ajudaram a afastar as chances do candidato do Partido da Liberdade, de extrema-direita. 
"Você pode não gostar que as mulheres tenham o direito de votar, você pode não gostar que qualquer pessoa tenha o direito de votar", disse Follin, "mas é sobre ganhar uma vitória política de longo prazo".
Entram as espotrads.
Nos últimos anos, dezenas de contas no YouTube e em redes sociais surgiram, exibindo jovens brancas de fala mansa que exaltam as virtudes de ficar em casa, se submetendo à liderança masculina e tendo muitas crianças -- sendo “esposas tradicionais”. Essas contas salpicam suas mensagens com coleções de imagens publicitárias da década de 1950 em estilo scrapbook, mostrando mães glamourosas usando batom e salto alto com famílias felizes e casas bonitas e opulentas. Elas dão aos seus vídeos títulos como "Natureza e Conselhos Femininos para Jovens Senhoras", "Como eu provejo educação escolar [homeschool] a meus filhos em casa" e "Você pode ser uma dona de casa do novo milênio se..."
Mas, ao lado do que poderia ser confundido com um estilo peculiar de vlog materno, está um esforço virulento do nacionalismo branco. Uma dessas defensoras que se autodenomina “Esposa Com Propósito” ganhou as manchetes internacionais no ano passado, quando publicou algo que chamou de “o desafio do bebê branco”. Citando a queda da taxa de natalidade no Ocidente, ela instigou seus seguidores a procriar. "Eu fiz seis!", ela escreveu. "Empate comigo ou me derrote!" 
Esposa Com Propósito pode ser a mais proeminente e, certamente, a mais abertamente supremacista branca das mulheres que se dizem espotrads, mas ela não é uma anomalia: esses relatos saem vertiginosamente de dicas para agradar seu marido ao estilo das revistas femininas para reflexões racistas sobre “música do gueto” para, em algumas ocasiões, reafirmar sua visão da raça branca. O aspecto aparentemente anacrônico com o qual elas se vestem não é por acaso. A estética deliberadamente hiperfeminina é construída precisamente para mascarar o autoritarismo de sua ideologia.
Não há nada particularmente novo sobre essa mensagem na extrema direita. E as espotrads ainda constituem uma subcultura digital de nicho. Há um mercado claro para a mensagem delas -- as maiores contas geralmente atingem cerca de 10 mil assinantes no YouTube em apenas um ano de postagem --, mas seus pares masculinos da alt-right têm dez vezes esse número de seguidores.
Ainda assim, vale a pena contemplar as espotrads porque elas ajudam a iluminar algumas das forças que impulsionam o alt-right e para onde o movimento pode estar indo. O alt-right é abominável; é racista e cheio de ódio. Mas é, como qualquer outro movimento de massa, também impulsionado por um sentimento de insatisfação com a vida moderna. As espotrads nos ajudam a entender as fontes dessa insatisfação, revelando pontos de sobreposição entre mães de batom vermelho com seis filhos e os homens que se queixam de serem "bocas virgens".
Um anseio frustrado por um passado mítico de abundância material, em um momento em que está se tornando cada vez mais difícil para os jovens construir carreiras e alcançar segurança financeira, não é específico a nenhum gênero. Os jovens enfrentam cada vez mais obstáculos, maiores cobranças e retornos continuamente menores na forma de benefícios trabalhistas, segurança no emprego e remuneração. 
Nós não devemos subestimar como algumas jovens mulheres brancas, quando confrontadas com a atual paisagem econômica sombria e então apresentadas a uma imagem rosada da felicidade doméstica dos anos 1950, podem olhar para o feminismo da era Friedan da década de 1960 como as tendo traído e expulsado de um estilo de vida luxuoso e familiar, apoiado em uma única fonte de renda. Os homens do alt-right podem apontar para as iniciativas de diversidade e imigração em massa como tendo desmantelado suas perspectivas de carreira; as mulheres estão furiosas por terem que considerar perspectivas de carreira.
As espotrads também apontam para como o trabalho semi-acabado da revolução sexual não trouxe apenas descontentamentos masculinos, mas também femininos. Os que curtem as páginas de pickup artists (PUAs) e incels afirmam que a revolução sexual trouxe uma vida de prazer livre de consequência para mulheres jovens, enquanto homens socialmente desajeitados ou pouco atraentes são deixados para trás. Mas a existência de espotrads aponta para uma realidade com muito mais nuance. Os medos femininos de objetificação e violência sexual continuam tão potentes como sempre; e a subcultura espotrad explora esses temas culpando a modernidade por tais fenômenos, e depois oferece a castidade, o casamento e a maternidade como fuga. Como uma comentarista do YouTube, uma adolescente, disse a seu público, o tradicionalismo faz “o que o feminismo deveria fazer” na prevenção de que as mulheres sejam transformadas em “objetos sexuais” e tratadas “como prostitutas”.
É uma mentira, claro. A modéstia nunca foi uma salvaguarda contra a degradação ou o estupro, e sabemos que um estuprador não é menos propenso a machucar uma mulher simplesmente por ser casado com ela. Mas não é difícil ver como isso pode ser uma mentira sedutora; as manchetes contínuas feitas pelo movimento #MeToo, paradoxalmente, eram avidamente compartilhadas entre redes de espotrads, como suposta prova de que a liberação sexual tornara a vida inaceitavelmente perigosa para as mulheres.
No momento, essas insatisfações compartilhadas não ajudaram o alt-right a recrutar um número significativo de mulheres porque, simplesmente, os homens não conseguem disfarçar sua misoginia fervilhante. As mulheres, mesmo aquelas que inicialmente simpatizavam com ideias da extrema direita, enfrentam hostilidade nos fóruns alt-right quando tentam participar. Vários comentaristas de longa data deste movimento começaram a postar enormes avisos denunciando “trad thots” -- mulheres que eles consideram insinceras em seu apoio -- que, segundo eles, aderem ao movimento para conseguir fama ou dinheiro. 
Lauren Southern, uma comentarista de extrema-direita do YouTube, publicou um vídeo chamado "Por que não sou casada", no qual ela pediu a seu público que parasse de chamá-la de "degenerada" por não ser casada e ter filhos aos 22 anos. É extremamente difícil sentir pena da Sra. Southern, cujas façanhas incluíram a tentativa de bloquear barcos de resgate de refugiados na costa da Itália. Mas é compreensível que até mesmo mulheres que simpatizam com o nacionalismo branco possam não estar dispostas a receber esse tipo de tratamento.
Como a maioria das redes políticas baseadas principalmente na internet, o alt-right evoluiu extremamente rápido. Quando comecei a estudar redes digitais anti-feministas e de extrema-direita para o meu doutorado em 2015, o número de mulheres nesses espaços parecia pequeno o suficiente para ser insignificante. Desde então, tem havido uma ampliação no número de mulheres iniciando carreiras em tais redes, muitas mesclando sua marca particular de ideologia de extrema direita com retórica "tradicional", de maneira que agora parece irresponsável não pensar nelas, seus papéis e o que elas revelam. 
As condições materiais que permitem que os movimentos de extrema direita prosperem parecem improváveis de mudar, e o trabalho do feminismo está longe do fim para contrabalançar o tipo de ansiedade sexual que a extrema-direita explora. As espotrads podem parecer uma minoria lunática no presente, mas elas podem não permanecer dessa maneira por muito tempo.

102 comentários:

titia disse...

Não consegui ler esta porra de tão cansada e de saco cheio que estou dessa conversa de babacas. Nem vou me dar ao trabalho. Só vou ficar sentada esperando essas imbecis puxa-saco de merdinha misógino virem chorar pras feministas, porque é onde elas vão conseguir um pouco de apoio depois de se foderem na mão desses machos bostas.

Anônimo disse...

não são minoria, devem ser pelo menos metade. Haja vista a vitória do Trump.

Anônimo disse...

Esse tipo de mulher quer o melhor dos dois mundos: "privilégios" que o patriarcado oferece às mulheres brancas de classe média que aceitam o papel de "bela, recatada e do lar", mais uma série de direitos e benefícios legais conquistados pela luta das feministas, caso seu sonho cor de rosa não dê certo.

Anônimo disse...

trumijo é mictório do putin

16:02 - o bolçovômito não ganha nem pra sindico de prédio, seu lixo

esse covarde cagão só vai ganhar é uma cela na papuda, animal

Anônimo disse...

Boca suja heim fio? Vai lavar essa boca podre com creolina e bombril, seu porco mascu imundo sem educação! (tudo pleonasmo)

Anônimo disse...

"vitória" do trumpee

"vitória" - kkkkkkkkk

Anônimo disse...

Tirando a parte do racismo/supremacia branca, que eh uma das coisas mais idiotas que o cérebro humano ja produziu, vejo um pouco dessa tendência de mulheres quererem ficar em casa após o casamento, mas de um modo mais velado.

Elas dizem que ou estão estudando pra concurso eternamente, ou dizem que preferem estar presentes nos primeiros anos dos filhos (ate uns sete, quando ja eh tarde demais p voltar ao mercado de trabalho).

Assim, nada contra essa opção, pq no caso delas eh realmente uma opção: sao jovens mulheres que se casaram com um homem que consegue manter a casa so com a renda dele, mulheres que puderam estudar, viajar, etc. Então ok, embora seja algo que eu nunca escolheria.

A única coisa que realmente me irrita eh esse ar de "melhor mãe " que essas mulheres exalam, como ae tivessem abdicando da carreira mais promissora do mundo em favor de trocar todas as fraldas do filho.

Só nao contam que sequer tinham uma carreira promissora, e na verdade não abriram mao de nada demais. Eh mediocre, mas ok. Cada um com sua existencia.


Alicia

Anônimo disse...

Tem mulheres negras entrando nessa loucura tbm e virando tapete das ''colegas'' brancas e racistas que se acham superiores e que só as aturam se elas jurarem que só irão procurar se reproduzirem com homens da ''raça'' delas, sempre se referindo a cor negra e suas origens africanas de forma depreciativa. Em forums neonazistas, tem tipos como essas mulheres candidatas a ''bela, recatada e do lar'', aliás nas filiais brasileiras desses forums, sobram ''white'' pardos/as.

Sinceramente, me dá nojo dessa gente conservadora, fanática e racista, pois só tem hipocrisia. Essas mulheres que querem fazer cosplay de ''bonecas de porcelana'' com umas maquiagens pesadas, bizarras, a cara cheia de pó de arroz e batom sangue para imitar as campanhas das donas de casa dos anos 1950, que dão até medo. Parecem saindo de filme de terror.

Sem hipocrisia, a grande maioria dessa mulheres são intere$$eiras e do tipo que fazem até um boquete caprichado no provedor, só para ganhar algum ''mimo'' dele. Tanto que muitas delas são até obcecadas por sexo, apesar dos discursos falso-moralistas e gostam de falar tanto do ''poder'' de seus orifícios de uma forma bem grosseira e arrogante.

Isso é um tipo de prostituição moralmente e religiosamente aceita pela sociedade conservadora, falso-moralista e cristã. Muitos misóginos que se colocam como provedores dessas mulheres são viciados em pornografia e pedofilia, falam pelas costas enquanto tomam cerveja que a vida deles era melhor quando solteiros, que tinham sexo o tempo todo vindo de gp's, ''marmitas'' etc, que gastavam menos dinheiro, e usam o termo ''conservadia'' com frequência para se referirem as tais ''belas, recatadas, do lar'' e candidatas a tal posto.

Essa obcessão pela reprodução compulsiva também me dá nojo, essas mulheres não tem o menor amor por essas crianças brancas e loiras que reproduzem para exibirem como troféus, tanto que a reprodução para elas nessas seitas misóginas e racistas, é mais uma espécie de competição bizarra e de status medonho. É uma coisa muito cruel, egoísta e doentia.

As mulheres dessas seitas racistas e conservadoras lembram aquelas donas de casa racistas do filme vidas cruzadas e robotizadas do romance stepford wives. Sei lá, festa estranha com gente esquisita. Quer ser dona de casa, vai, ninguém está impedindo, mas não precisa fazer esse circo de horrores todo e ser uma racista e misógina estúpida, que culpa mulheres vítimas de violência por não estarem casadas. Pessoas assim vivem de mentiras e em um mundo imaginário para esconder o próprio fracasso, decadência e infelicidade de ser alguém tão podre.

Anônimo disse...

Para essa gente é assim, mãe boa é aquela que não trabalha fora, na melhor das hipóteses vira uma dondoca, como se isso desse uma grande educação e proteção aos filhos. Enquanto pai bom é aquele que passa o dia fora para sustentar a casa. Estranho que para essa gente, filho só precisa da presença da mãe, enquanto o pai é só para dar ordens e dinheiro quando está em casa. No final das contas essas mulher acaba criando o filho sozinha do mesmo jeito, apenas contando com a grana do marido que volta para deitar de noite na cama e passar o fds vendo futebol ou indo para algum bar. E é esse tipo de gente que mais discrimina as mães solteiras.

Anônimo disse...

E essa gente de bem, o que pensa sobre o contrário, a opção do homem não trabalhar fora para ficar cuidando da casa e dos filhos, enquanto a mulher vai trabalhar fora? Por que não falam sobre isso?

Anônimo disse...

18:37 lixo racista

Anônimo disse...

Não duvido nada se for mais um típico ''white'' pardo brasileiro que se acha da ''pura raça ariana''.

Anônimo disse...

E o terço que o Papa enviou para o Lula, heim?

Anônimo disse...

É Lola, parece que os ''white'' pardos supremacistas aportaram por aqui. Salvini bem que merecia receber umas pragas dessas.

Anônimo disse...

Interessante que essas mulheres conservadoras tão virtuosas, fanáticas e honradas que só querem um homem de preferência branco que as dê proteção e as sustentem vivem rejeitando seus pares incels, tão bonzinhos, branquinhos, racistas, fanáticos, fofinhos e românticos que querem tanto sustentar e proteger uma mulher branca e honrada. Isso é mais um prova que essa gente não vale nada, se repelem tanto pq sentem o fedor um do outro de longe.

Anônimo disse...

Italiano é latino.

titia disse...

18:44 fake News, seu idiota. http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/politica/nacional/noticia/2018/06/12/vaticano-desmente-terco-dado-a-lula-em-nome-do-papa-342942.php

Se desse dois cliques no Google antes de espalhar mentira por aí, não pagaria esse mico. Mas direitista é assim, não pode ver uma vergonha que PRECISA passar.

Anônimo disse...

fake news onde titia?

https://www.revistaforum.com.br/vatican-news-desmonta-tese-de-fakenews-da-lupa-e-confirma-informacao-da-forum/

kkkkkkk

Rodolfo abrantes disse...

Não entendi, só porque elas escolheram ficar em casa e ter filhos isso torna elas supremacistas de extrema direita?

Elas por serem mulher precisam ser feminista?

Anônimo disse...

O que tem de errado uma mulher ser branca, loira, ter olhos azuis, cuidar da beleza, querer ficar mais bonita e sonhar em encontrar um homem bem sucedido para ser sustentada e protegida por ele? Pessoas da mesma raça tem direito de querer se casar e ter filhos parecidos e bebês branquinhos e loiros são mais bonitos e fofos sim, todo mundo acha, é só ver as propagandas.

Anônimo disse...

"Elas por serem mulheres precisam ser feministas?" [escreva direito, seu analfabeto funcional]

SIM

e não seja cínico, seu estúpido

é claro q não é só "porque elas escolheram ficar em casa e ter filhos", animal

qual parte do 'https://4.bp.blogspot.com/--bfQRdr7N-o/Wx2zsRG7MBI/AAAAAAAB-Xo/-iFW3BYKyrkfeuJQnuKU3Is-tsIJG-NMwCLcBGAs/s1600/donas%2Bsalve%2Ba%2Braca%2Bariana.jpg' vc não leu ou não entendeu? seu analfabeto de merda

Anônimo disse...

Rodolfo, vc está trollando ou é idiota mesmo? Não leu as frases de supremacia racial da maioria dessas mulheres não? Pulou essas partes? A maioria dos misóginos são racistas e não fazem questão nenhuma de esconder isso.

Anônimo disse...

Queria que essa turma machista defendesse tbm o direito de homens escolherem ficar em casa cuidando dos filhos, pois as feministas defendem isso para ambos os lados, já os machistas não.

Anônimo disse...

Vai ver o príncipe deixou as loiras bombadas de cu rosa pra vcs mascus, mas elas com certeza iriam preferir estar com ele que com qualquer mascu. Pois ninguém quer saber de mascus, nem mesmo aquelas machistas supremacistas racistas que sonham em ser as reprodutoras da ''raça ariana'' recatadas do lar. Só aquelas com muita baixa auto-estima e fora da casinha que encaram um mascu.

Anônimo disse...

Nossa, é mesmo? Que grande preocupação pela Europa vinda de um pobre troll ''white'' pardo latino-americano.

Anônimo disse...

pq, qual o problema?

não posso me preocupar?

na hora de dizer q a islândia, suécia e noruega são o paraíso feminista na terra, todos se juntam pra celebrar

mas se eu atentar pro fato de q isto está sendo ameaçado por uma política estúpida de imigração forçada, aí vc me vem com ironiazinhas patéticas de um troll "black" latino-americano

Anônimo disse...

Não adianta negar, o mundo misógino é racista, até mesmo os negros que fazem parte do mundo misógino riem de piadas racistas e comentários depreciativos e segregacionistas contra pessoas negras, tudo para fazer média com os colegas misóginos de pele mais clara e que no caso dos latino-americanos, não se sabe como, se acham todos da ''pura raça ariana''.

Anônimo disse...

"nojéria"

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

20:25 ah, então vc é uma feminsta? Pois pode ter certeza que não é com bolsominions e derivados, que países como Islândia, Suécia e Noruega seriam paraísos feministas tbm. Ah, conta outra troll.

Anônimo disse...

Mascu racista fingindo ser uma feminista preocupada com os imigrantes da África que irão destruir o paraíso feminista escandinavo. Que cara de pau!

Anônimo disse...

Levem os cavaleiros de 1 real, os incels tupiniquins para virarem os guardiões do paraíso feminista na Europa.

Anônimo disse...

20:46 - claro q sim, seu inútil, uma boa escreva doméstica sempre faz o q o seu senhor ordena, e no fim até recebe umas esmolinhas de presente, mas q marido bondoso

E nossa, q inveja, ui, tô babando de tanta frustração, quem dera eu fosse essa tonta leprosa vaca reprodutora de maxo corno e imbecil, ai quem dera

"família de bem", "amargas" - ah, morra mascu, MORRA

Anônimo disse...

Vamos levar bolsonaro, maquiagem e academia para defender a nossa Europa paraíso feminista do machismo da nojéria e arábia maldita.

Anônimo disse...

Normalmente são os supremacistas brancos que vivem denunciando os perigos da invasão estrangeiras. Para defender suas ideias estúpidas apelam até para a catástrofe que será a chegada de estrangeiros aos paraísos feministas.

Anônimo disse...

Este comentário contém spoilers da série The Handmaid's Tale

*****

Eu assisti o 8. episódio da 2. temporada de The e Handmaid's Tale, que tem muito a ver com o texto de hoje.
Quem acompanha a série sabe que a personagem Serena Waterford ajudou a criar Gilead, que possui um regime que oprime violentamente as mulheres, usando algumas delas como "gado reprodutor".
Antes desse tempo ela era uma fanática religiosa que pregava algo muito semelhante ao que essas mulheres pregam.

No episódio n°8 da atual temporada, o marido de Serena Fred Waterford lê uma passagem da bíblia em que diz que as esposas devem se submeter aos seus maridos e em seguida bate e humilha Serena por ela ter lhe desobedecido.

A cena é chocante. Serena é uma criatura detestável que, como essas mulheres, me traz sentimentos ambíguos. É como a criança que enfia o dedo na tomada depois de você ter explicado pela enésima vez que se ela o fizer vai tomar um choque. É uma misto de raiva, desprezo e pena.
Seja na literatura ou na vida real, o que essas mulheres fazem é tecer a corda que vão se enforcar. São vítimas não apenas do sistema, mas da própria estupidez.

Jane Doe

Anônimo disse...

Olha as sirenes do patrulhamento ideológico.

Uóó Uóó Uóó

Anônimo disse...

Eu conheço um beta que a mulher faz greve de sexo quando ele não compra coisas de grife para ela e o coitado não pode insistir que vai ser chamado de estuprador. Esse beta sustenta a mulher, mas ela quer tudo de grife e tem dias que não dá para comprar tudo de grife e a vadia
ainda deixa de fazer suas obrigações de esposa para um homem honrado, honesto e bonzinho. Eu vou votar no Bolsonaro porque ele vai ajudar homens honrados que são oprimidos por essas mulheres vadias e interesseiras que não respeitam seus maridos e não dá o que é de direto do homem que sustenta a casa. Se uma mulher diz que não vota em Bolsonaro eu vejo que é vadia.

Anônimo disse...

20:46, não duvido nada que esse mascu da ''família de bem'' seja o mesmo que estava posando de super preocupado (sqñ) com o paraíso feminista da Europa.

Anônimo disse...

Mascus não são aqueles fracassados que vivem reclamando que mulher não gosta de homens barangos como eles?

Anônimo disse...

Os mascus adoram stalkear a Lola.

Anônimo disse...

essas mulheres "supremacistas" são enganadas

Anônimo disse...

Eu vou votar em Bolsonaro porque ele me prometeu uma loira bombada de cu rosa honrada para casar comigo, tirar meu celibato e me obedecer pra o resta da minha vida.

Anônimo disse...

Pelos dados da pesquisa eleitoral após a candidatura, a maioria das mulheres brancas votaram no trump, perdendo apenas para os homens brancos em número.

Anônimo disse...

A prostituição doméstica, sempre defendida pelo dito cidadão de bem, sempre foi um tema polêmico, assim como o machismo recreativo/festivo, que muita gente acredita que está a favor das mulheres, sendo que é o contrário. Tanto a prostituição doméstica quanto o machismo recreativo, são mais duas facetas perversas e cruéis do machismo que fazem muitas mulheres acreditarem que estão de alguma forma, protegidas e/ou tirando vantagens, com essas duas categorias de machismo disfarçado.

Anônimo disse...

Esquerdista apoia muçulmano ao mesmo tempo que é feminista e defende gays. Que loucura.

Anônimo disse...

O Supremo iniciará em agosto audiências públicas para debater uma ação que pede a descriminalização do aborto. Enquanto isso, no Congresso Nacional, avançam propostas que visam restringir ainda mais a possibilidade de interrupção da gravidez. Por que esses dois Poderes parecem pensar e agir diferente quando o tema é aborto?

Anônimo disse...

Fazer sexo com um mascu para ganhar um presentinho, nossa que privilégio para uma cidadã de bem.

Anônimo disse...

Se os próprios mascus se assumem como beta (homem inferior), quem em sua sã consciência iria escolher se reproduzir com isso?

Anônimo disse...

O mundo dos ''machos'' betas é tão doce...

Anônimo disse...

Pois o que me irrita de verdade é tudo. Simplesmente tudo. Há algo muito errado nessa história... Mulheres escolhendo ser belas, recatadas e do lar sendo esposas de homens MISÓGINOS. Não, Alicia. Está tudo muito errado aí. Se essa gente toma conta da política não duvido nada que possam criar leis para proibir mulheres de votar e trabalhar. Quando Betty Fridan escreveu a Mística Feminina ela mostrou a insatisfação que tomou conta das mulheres de classe média branca ao escolherem serem apenas belas, recatadas e do lar. Elas sentiam um vazio como se suas vidas não tivesse sentido. É como se diz: claro que uma mulher pode ser feliz escolhendo esse caminho, mas será que são tantas assim ou elas apenas estão caindo em uma ilusão de felicidade e vão quebrar a cara de um jeito muito feio? Elas estão escolhendo o caminho delas, mas não podem escolher escapar das consequências dessa escolha. Se querem as feministas saber eu não tenho pena nenhuma quando essas mulheres se dão mal. Só tenho dó das filhas que elas vão sujeitar a este tipo de vida tão submisso.

Será que só eu senti náusea, um embrulho no estômago lendo isso? Será que só eu lembrei de Simone de Beauvoir quando falava da cumplicidade do oprimido? Mas eu falei várias vezes aqui que existem mulheres muito mais machistas e misóginas que os homens e que estão dispostas a se sujeitar, a ser tapete em que se pisa e dispostas ajudar para que outras mulheres se submetam. Por isso digo que minha sororidade tem limites. Além de misóginas elas são racistas, completamente loucas. ElasEsao seres humanos ruins. E se você achou pouca a gravidade disso, eu acho que você também tá ficando louca, Alícia.

Anônimo disse...

Pois para mim não são vítimas! São autoras de suas vidas e querem que todas as mulheres se sujeitem o tipo de vida nojento que os supremacistas brancos defendem. Não sinto raiva e muito menos pena, sinto náusea, sinto nojo!

Anônimo disse...

Larga de ser otário, muleque. Discursos imbecis como o seu é que dão munição pras feministas criticarem homens de bem. Não é com essas imbecilidades que iremos vencer essa luta! Larga de se comportar como muleque de 5° série e passe a se comportar como homem responsável e inteligente, não como um bosta Jorge de quarto beta virgem! Ninguém irá te respeitar se vc mesmo não se respeita!

Anônimo disse...

Não é apenas essa a questão. Muitas mulheres europeias nunca morariam em países islâmicos, porque as condições de vida para mulheres são péssimas nesses países. Então, elas temem que os movimentos políticos que sustentam a misoginia no mundo árabe sejam trazidos para a Europa pelos muçulmanos.

Anônimo disse...

Supremo perdendo tempo com questões menores...

Anônimo disse...

O problema com essa 'volta à maternidade conservadora mítica' é que ela está embasada e/ou reforça, pelo menos, dois discursos moralmente negativos: medo e ódio.
Não é se espantar que mulheres brancas de classe média estevam com medo ou desestimuladas de ficar no mercado trabalho: dupla jornada, mais preconceito no mercado de trabalho, falta de acesso a posições de lideranças, ambiente excessivamente controlador e misógino fazem com que o discurso da maternidade como o trabalho mais importante, ganhem muitas adeptas. Frente aos muitos desafios da carreira, 'optar por ser mãe' é vendido como opção fácil, simples e direta para vida.
Até aí, não só a ultra-direita conta com a apologistas à maternidade como carreira número 1 para mulheres, mas é dela o discurso de exclusividade: seja mãe, e apenas mãe. Esse é o segredo para a felicidade.
Do lado de cá, a maternidade é (com boas razões, pelo menos para mim) pintada como negativa ou problemática. Já que o feminismo, pelo menos o mainstream, não tem um discurso positivo da maternidade para oferecer, fica fácil o terreno de disputa para ultra-direita.
O segundo discurso negativo poderoso é o do racismo. A maternidade não é 'apenas' especial por si só, ela é também a 'porta do futuro' do movimento. Elas precisam acreditar que sua 'felicidade' é parir uma nova geração de pessoas brancas.
Eu quero é distância desse discurso medonho, mas num mundo cada vez mais disposto a odiar, ele oferece uma resposta muito simples para a vida das mulheres: confiem em homens racistas, e sejam mães. É um roteiro curto de seguir.
Os problemas serão muitos, como várias gerações de mulheres exclusivamente donas de casa já mostrou, só que dessa vez, ainda vamos lidar com os efeitos do racismo aberto que esse movimentos endossam.
Oh tempos ruins...

Anônimo disse...

Eu adoro quando essas mulheres se dão mal. De verdade, lhes desejo o pior. Serem abandonadas, apanharem, ficarem na miséria. Quem sabe assim aprendem a serem mais empaticas.

titia disse...

19:38 leia a notícia inteira, mané: "Corrigindo um nosso serviço precedente sobre o caso Grabois-Lula, devemos ressaltar que havia imprecisões na tradução e nas transcrições que induziram a alguns erros. Abaixo apresentamos a notícia correta. O advogado argentino Juan Gabrois é Consultor do ex-Pontifício Conselho Justiça e Paz, que passou a fazer parte do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, e é o coordenador do encontro mundial dos movimentos sociais em diálogo com o Papa Francisco.

Grabois concedeu uma entrevista (https://youtu.be/A7F-C1Bi5Q0) depois de ter sido impedido de visitar o ex-presidente Lula no Cárcere de Curitiba, onde está detido há mais de dois meses. Grabois definiu inexplicável a rejeição de não ter podido se encontrar com Lula a quem queria levar um Terço abençoado pelo Papa, as palavras do Santo Padre e as suas reflexões com os movimentos sociais e discutir assuntos espirituais com o ex-chefe de Estado. Grabois disse que está muito preocupado com a situação política no Brasil e em vários países da América Latina. Enfim, disse estar muito triste pela proibição de realizar esta visita, mas que o importante é ter conseguido levar a Lula o Terço." https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2018-06/precisacao-sobre-caso-grabois-lula.html

Ou seja, o advogado veio falar com Lula pq ele é um preso político. Trouxe pra ele um terço aleatoriamente abençoado pelo papa, repetiu o discurso pronto do papa pra casos de presos políticos e quis discutir assuntos ligados a movimentos sociais. Ou seja: um religioso veio cumprir o que considera seu dever, levar apoio a alguém preso por politicagem. O que você vai ver fazerem na África, na Ásia e até na Arábia, seu idiota.

titia disse...

Só pra tripudiar mais um pouquinho:

PAPA E LULA#VaticanNews se atém ao que disse o advogado #JuanGrabois: o terço não é um presente do #PapaFrancisco a #Lula. Como tantos outros, é um terço abençoado e distribuído em inúmeras ocasiões. A visita era pessoal e não em nome do Papa. @Pontifex_pt

— Vatican News (@vaticannews_pt) June 12, 2018


Eu disse, dois cliques no Google. Repetir uma mentira mil vezes não a torna uma verdade. E aí, vai passar a vergonha no crédito, no débito ou a sua mãe vai pagar pra você?

Anônimo disse...

E adiciona ainda uma sociedade que objetifica a mulher, que até incentiva degradacoes como funk, desmaiar de tanto beber etc. E para não serem confundidas com as más mulheres as boas precisam se portar com modéstia.

Anônimo disse...

Cala a boca, mascul. Dizer que eu não tenho pena, nem ódio por que eu realmente não tenho não significa que eu me alegre quando elas se dão mal. Isso simplesmente uma tragédia. Eu fico é com nojo de quem escolhe ser esposa de um misógino racista.

Anônimo disse...

Você deveria bloquear comentários idiotas como este, Lola. Tá na cara que isso aí não é uma feminista. Esses animais conhecidos como mascul desejo o pior até para as mulheres tolas que resolvem viver de acordo com a vontade deles.

Anônimo disse...

Muuuuito inteligente o seu comentário. Se alguea quer beber até cair ou quer ser funkeira não é da sua conta. Cuide da sua vida que você não é melhor do que ninguém porque se comporta como modéstia. Pelo contrário, você não passa de uma medrosa que defende assediador e estupradores quando eles avisam de funkeiras ou bêbadas. Case, obedeça seu marido, tenha sete filhos e pare de encher o saco dos outros.

Anônimo disse...

"E se você achou pouca a gravidade disso, eu acho que você também tá ficando louca, Alícia". Claro que meu estomago embrulhou também.
Eu só aceito que não posso escolher pelos outros. Quer ser dona de casa? seja. eu lamento mto, mas seja.

Alícia

Psi disse...

Tirando as questões absurdas de racismo, pensando apenas num casal em q o homem trabalha fora e a mulher opta por não trabalhar fora e ficar com os filhos deles, qual é o grande problema e o motivo de tanto ódio e preconceito? Inveja, isso sim. Eu trabalho 2x por semana exclusivamente porque gosto, quero me distrair, ver gente, fazer cursos, estudar, contribuir com a sociedade, td isso sem me cansar, sem ambições, sem competições e sem estresse. Sou mto bem casada com um marido q ganha mto bem e me trata mto bem há 15 anos. Somos uma família feliz, filhos tranquilos e bem educados com pai e mãe presentes. Ele ganha bem mais, eu não participo do mercado de trabalho com garra pra me sustentar, mas apenas pra estar incluída, não ficar por inteiro no ambiente casa-filhos-academia. Estudo, me atualizo, mas sem pressão. Com tempo de sobra pra mim e minha família. Isso pra mim é o melhor dos mundos. Indico

Anônimo disse...

O machismo e o patriarcado fazem acreditar que mulher só pode ter posição de liderança dentro de casa nas tarefas domésticas, pois isso seria "coisa de mulher". E tem muito homem que acha que valorizar a mulher é ficar elogiando a comida da esposa, da casa arrumada, do corre dela com os filhos e a aparência física. Não, "querido", dar valor a alguém é respeitar sua liberdade, autonomia, confiança, igualdade nos direitos, nos deveres (de trabalhos domésticos, criação dos filhos, etc), é saber receber um "não" e respeitar, é pagar salários justos, é corrigir amigo machista, é não fazer terrorismo com a ex que não te quer mais, é não achar que o teu genital é o centro do universo, é não usar a tua força física pra dominar uma situação, é não se meter nas roupas que ela usa, no corte do cabelo, na maquiagem ou na falta de maquiagem, é não impor regras, NENHUMA.

Anônimo disse...

Eu também nunca gostei do machismo recreativo disfarçado de feminismo festivo que muitas feministas adotaram e até incentivaram para as classes populares. O ''funk'' carioca é só mais um golpe de marketing que nunca se importou com as mulheres de fato e nunca teve boas intenções, tanto que as tais fanqueiras já estão retirando os silicones, se casando ou se assumindo como ''cantoras pop'' apadrinhadas pela rede globo. Quanto as bebidas alcoólicas, não faço questão nenhuma de sustentar o neoliberal paulo lemann, que está longe de ser um feministo.

Interessante é os machistas são os primeiros a gostarem do brega-popularesco, das cachaçadas e cervejadas, mas não se sabe como, na teoria exigem mulheres que são o oposto de tudo isso. Mas como é óbvio, os machistas sempre acabam se envolvendo com mulheres que são oposto do que eles pedem na teoria, eles sempre levam corno e fora de mulheres alcoolistas e fãs de brega-popularesco. Pois para os machistas, essas mulheres é que são ''alegres e divertidas''. Não é a toa que vários mascus já se apaixonaram por gp's e uns até chegaram a casar com algumas delas.

Conheci um cara que na época do orkut se dizia ''bonzinho, coitadinho, traído, abandonado, romântico, fofinho'' e que não entendo porque sua ''musa'' o desprezava. dizia que odiava carnaval, mas a vida desse cara era levar corno de uma mesma mulher que adorava encher a cara, micaretas e axé-music. Ele sempre voltava para essa mulher e sempre era corneado por ela, vivia se humilhando para ela. Agora com as mulheres que ele dizia ser o perfil dele na teoria, ele tratava mal, agredia, humilhava, desprezava, dava fora. Inclusive ele chamava feministas de ''periguetes''. Alguns diziam que esse cara era obcecado pela brancura e cabelo liso da mulher que o humilhava e que queria ter filhos brancos com ela e que ele não entendia como uma mulher tão branca era o oposto da mulher recatada que ele achava que deveria ser. Até hoje esse cara está levando corno dessa mulher, e com o apoio da família racista dele.

Anônimo disse...

Não sei o que faz pobres/negros/mulheres (até as brancas de olhos claros, cabelos loiros e lisos) a seguirem a extrema direita. Não faz o menor sentido. Essa gente parece seguir o efeito ''morsas do Alasca'' que vão em bando de encontro ao precipício achando que é o oceano.

Anônimo disse...

Queria saber mais sobre isso.

Alicia

Anônimo disse...

titia, tem dó

a direita não estava corroborando, como vc deu a entender, a noticia de q o lula recebeu terço benzido do papa

muito pelo contrário, a direita estava justamente argumentando contra este fato
mas aí vc inverteu os pontos

quem estava eufórico com a noticia do papa eram os petistas, mas vc fez parecer q eram os direitistas, e usou o argumento dos direitistas contra eles, quando na verdade, vc só os corroborou

tenha santa paciência

e a noticia da forum, de qualquer forma, não nega q o terço era de fato benzido pelo papa e q o rapaz era de fato representante do vaticano

Anônimo disse...

14:51 - q fanfic mais ruim, meu senhor

nota 1 e meio

Anônimo disse...

Nem eu falei em escolher pelos outros e sim escolher homens MISÓGINOS e RACISTAS que se chegarem no poder com a ajuda de suas esposas machistas e racistas não terão nenhuma consideração pelas escolhas das outras mulheres como já mostram que não tem. Então não, eu não acho isso legal bonito e uma mera expressão de liberdade.

Anônimo disse...

Indique pra quem você quiser. Muito obrigada mas não aceito a dica. Adoro trabalhar e posso fazer isso e ter vida familiar. Não eu não tenho inveja de você. Quanto ao ódio. Por acaso você está com problemas mentais? O ódio que você ver nos outros deve ser projeção do que você mesma sente pelos outros. Parece que quem tem muito ódio, o que todos já perceberam, são os supremacistas brancos por todas as mulheres que querem ser algo mais que um útero. E juntamente com suas esposas tem ódio das pessoas negras. Então vai se ferrar que aqui não é lugar pra defender supremacistas brancos não, tá.

Anônimo disse...

Muito obrigada, mas não aceito sua dica. Prefiro a minha vida!

Anônimo disse...

E se quer saber um pouco mais sobre mim eu reclamo, reclamo reclamo, mas amo o estresse e a correria da minha vida. Vou tentar piorar mais um pouquinho kkkkkkkkk. Mas se você prefere uma vida mais calma é compreensível também.

Anônimo disse...

Repito o que havia falado outros comentários: eu não sinto ódio dos supremacistas brancos e suas esposas.
Eles nao despertam o meu ódio. O que eu sinto por eles chama-se nojo, asco. Eles me dão naúseas.

Anônimo disse...

Quantos anos ele tem? Eu sou branca e com modéstia, de repente podemos nos conhecer...

Anônimo disse...

Quer saber? Poder viver em uma sociedade sem tanta degradação moral como temos (adolescentes com filhos sem nenhuma responsabilidade,funk,bebedeiras,drogas) e soma a liberdade econômica e linha dura com bandidos. Prefiro ser uma dona de casa em uma sociedade conservadora e segura do que uma assalariada morrendo de fome em uma sociedade decadente como a Venezuela.

Anônimo disse...

Nossa, lamenta muito porque? Tirando essa parte medonha do racismo desse movimento tosco, vou me referir a qualquer dona de casa. Algumas feministas tbm tem que parar com esse discurso que ser dona de casa é o fim.
Tbm não acho a coisa mais maravilhosa do mundo, mas depois que se tem filhos a coisa muda. As vezes é complicado conciliar as duas coisas.
Veja o tanto de artistas que dão pausa na carreira pra se dedicar aos filhos e depois voltam, acontece que nem todas têm essa facilidade, nada a ver chamar essas mulheres de medíocres.
Olha, se todo mundo se dedicasse realmente à criação dos filhos nosso mundo estaria muito melhor, não se sinta superior a qualquer mulher só pq vc tem uma carteira assinada. Pelo seu raciocínio uma mulher que trabalha de babá ou domestica então é medíocre, pq o trabalho é o mesmo de uma dona de casa. Deixe de ser pedante guria!
Eu só não recomendo pra qualquer mulher ser dona de casa pq vc fica totalmente à mercê do marido, tem que confiar muito pra se colocar nessa posição. Mas pra algumas dá certo, e não podemos negar que está cada vez maior o número de crianças e adolescentes com problemas por ausência dos pais.

Anônimo disse...

Mulheres, imaginem isso: você para de idealizar casamento e ter filhos e começa a agir como uma jovem de 23 anos com toda a sua vida pela frente. Você obtém uma educação, viaja pelo mundo e para de achar que sua vida começa e termina com um marido e filhos.

Anônimo disse...

Quer saber? Não quero ser nenhuma coisa e ne outra.Ate porque não existem só dois caminhos. O que você chama de degradação moral não me incomoda nem um pouco porque as pessoas vivem suas vidas como quiserem viver e todas elas não podem escolher as consequências pelo que fazem. Se há irresponsabilidades com os filhos isso é um problema para a justiça. Quanto ao crime, isso é um problema para a justiça e também um sinal de que é necessário melhorias econômicas. Então eu não quero ser uma dona de casa em uma sociedade conservadora porque apesar de todas os problemas que existem agora, isso é inegável, a minha vida tá indo bem em meio ao caos.

Anônimo disse...

Pelo tipo mulher que ele escolheu, mascul, não é uma mulher com modéstia. O que ele quer. Existe uma diferença entre o que as pessoas dizem que querem é o que elas realmente querem. O rapaz em questão gosta de mulheres que o machismo denomina putas e não de mulher com modéstia. E para dectrolar que todo mundo sabe que você não é nenhuma mulher modesta. É só um mas mascul que não tem o que fazer.

Anônimo disse...



Nem todo mundo vai compreender isso tudo que você é

O que não significa que você deva se esconder ou se calar.

O mundo tem medo de mulheres extraordinárias.


XX


A mulher que você está se tornando vai te custar pessoas, relacionamentos, espaços, coisas materiais. Mas escolha ela ao invés disso tudo.

Anônimo disse...

"Más mulheres"... ¬¬

Os homens são os responsáveis por qualquer tipo de degradação que infligem contra as mulheres, da degradação pública, passando pela degradação impessoal e indiscriminada, chegando à degradação particular e pessoal e incluindo também a degradação da prostituição doméstica e privada que na maioria das vezes é chamada de casamento. Mas as "mulheres más" que são as culpadas pela degradação de todas as mulheres, as "eternas bodes expiatórios".

Anônimo disse...

Nossa, lamenta muito porque? Tirando essa parte medonha do racismo desse movimento tosco, vou me referir a qualquer dona de casa. Algumas feministas tbm tem que parar com esse discurso que ser dona de casa é o fim.
Tbm não acho a coisa mais maravilhosa do mundo, mas depois que se tem filhos a coisa muda. As vezes é complicado conciliar as duas coisas.
Veja o tanto de artistas que dão pausa na carreira pra se dedicar aos filhos e depois voltam, acontece que nem todas têm essa facilidade, nada a ver chamar essas mulheres de medíocres.
Olha, se todo mundo se dedicasse realmente à criação dos filhos nosso mundo estaria muito melhor, não se sinta superior a qualquer mulher só pq vc tem uma carteira assinada. Pelo seu raciocínio uma mulher que trabalha de babá ou domestica então é medíocre, pq o trabalho é o mesmo de uma dona de casa. Deixe de ser pedante guria!
Eu só não recomendo pra qualquer mulher ser dona de casa pq vc fica totalmente à mercê do marido, tem que confiar muito pra se colocar nessa posição. Mas pra algumas dá certo, e não podemos negar que está cada vez maior o número de crianças e adolescentes com problemas por ausência dos pais.


Então pra vc o problema de crianças e adolescentes por causa da ausencia dos pais tem que ser resolvido apenas pela mãe? é ela quem tem que abdicar da carreira pra estar presente da educação e formação dos filhos?

Isso foi extremamente machista, me desculpe.

Acho medíocre sim uma pessoa que teve todas as oportunidades de ser dono da sua própria vida, teve uma instrução acima da média, saúde, etc, e se contentar em ficar em casa , não ganhar a própria grana. Não estou falando de babás, que certamente fazem isso por necessidade.

Alícia

Anônimo disse...

Para mim tanto o traficante quanto o usuário são ruins, e o último financia o primeiro assim como um mau exemplo de mulher incentiva os homens a mexer com as outras. Brasileiras no exterior por exemplo, estão totalmente manchadas pelas más mulheres que mancharam nossa reputação.

Anônimo disse...

Pessoas drogadas financiam tráfico que pode te matar. E se a maconha for legalizada? Traficante vai continuar existindo e lucrando com crack. E se o crack for legalizado? Vai continuar com drogados viciados roubando pessoas para comprar drogas. Os filhos de irresponsabilidade de meninas "putianas" que gostam de ir a baile funk normalmente viram criminosos que matam a sociedade. A justiça está falida e corrupta graças ao grande estado ineficiente que os esquerdistas defendem.

Anônimo disse...

E depois você precisa de um emprego, no qual em uma sociedade com economia instável como a nossa (agradeça aos esquerdistas) é difícil para uma mulher viver sozinha com salário mínimo (a maioria da população brasileira ganha mais ou menos isso). Em resumo, casamento pode até ser mais barato e viável, principalmente se você quiser ter filhos, trabalhar, ter uma boa família e viver de modo normal.

Anônimo disse...

Prefiro ser uma mulher de família honesta, mãe, esposa e profissional decente do que uma decaida funkeira metida a revolucionária que gosta de beber, ouvir "ponto no c*", transar com desconhecidos e depois se acha feminista.

Anônimo disse...

16:45. Nesse caso não seria prostituta. Pois este é o nome que um porco machista dar para isso. Prostituta e mulher a quem se paga pra ter sexo. Não é mulher sexualmente liberada e mulher sexualmente liberada não é necessariamente feminista. Pelo contrário a maior parte dessas não são feministas porque parte do feminismo diz que isso objetificação a mulher.

Anônimo disse...

Sou anon 20:22 contesto está parte escrita por você "Mas pra algumas dá certo, e não podemos negar que está cada vez maior o número de crianças e adolescentes com problemas por ausência dos pais."
O que importa não é a quantidade de tempo que se passa com as crianças e s a qualidade do tempo com elas. Crianças não precisam de supervisão maternal constante para serem saudáveis. Isso é mais um mito patriarcal.

Anônimo disse...

Pode-se perfeitamente ser mae e trabalhar que não haverá danos pra criança se elas forem bem educadas.

Anônimo disse...

Mas não adianta casar com qualquer só porque é uma alternativa barata e depois se lascar num relacionamento péssimo.

Anônimo disse...

Ótima resposta, Alicia. Acho que as pessoas precisam entender que não se trata de desvalorizar mulheres donas de casa. Mas o feminismo nunca foi luta para as mulheres serem princesas e donas de casa com 7 filhos. Elas sempre puderam ser isso é sempre foram inferiorizadas por isso. Então quem quiser q escolha viver assim, mas não venham colocar como modelo para todas mulheres ou como pauta do feminismo. Ridículo.

Anônimo disse...

Mascul 16:51 você não cansa de falar merda não? Não diz nada além de clichês idiotas

Anônimo disse...

Mas você é um porco machista burro demais pra perceber as diferenças.

Anônimo disse...

Sim não adianta se casar com qualquer idiota, por isso quero um homem respeitável e conservador que queira ser um bom pai de família ao invés de esquerdomachos bicho grilo que depende dos pais e usam discurso feminista para pegar mulher.

Anônimo disse...

Talvez você prefira um mascul conservador dependente dos pais que nunca pega mulher e é misogino. Tá bom assim para você?

Anônimo disse...

O mundo não tem medo de mulheres extraordinárias. O mundo admira mulheres extraordinárias e além de extraordinárias elas costumam ter relacionamentos, espaços ecoisas materiais.

Anônimo disse...

Deixa de ser idiota que posicpo política nunca falou nada sobre responsabilidade ou irresponsabilidade de ninguém, cabeça de vento!

Anônimo disse...

Seres ressentidos e raivosos existem aos montes entre os do sexo masculino, e acho que você está entre eles. Tenho pena da sua esposa, ou futura esposa, caso você consiga enganar uma trouxa para ela se casar com você. Ela deve/rá ser uma daquelas que vive/rá levando ameaça de surras e é/será forçada a dormir com um estuprador todos os dias. Acabou/acabará se transformando na vadia do marido, uma prostituta privada em um casamento com um estuprador e agressor particular.

roberto quintas disse...

Lola, o ser humano é impressionante. Existe até gay que apoia Bolsonaro.

Anônimo disse...

Vc viu que eu escrevi "dos pais". Acontece que nos primeiros anos de nascimento, por fatores como a amamentação por exemplo, a criança fica muito mais dependente da mãe. Entao algumas mulheres optam por ficar em casa pra acompanhar essa fase com mais tranquilidade, e depois ficam divididas. Eu sei que a maioria das mães no fundo gostaria de trabalhar menos horas pra poder ter tempo com os filhos e tbm ter um emprego,pq afinal de contas ngm quer ter filho pra mal ver a cara dele. O ideal é conciliar família e trabalho, mas pra maioria é super cansativo, não é questão de mediocridade.
E conhecimento não se usa só pra ganhar a "própria grana", vc usa pra tudo na vida!Nunca é demais...
O que eu quis dizer é pra parar com esse preconceito sobre as escolhas alheias, e falar como se um tipo de mulher fosse superior a outro. Admiro médicas, advogadas, políticas e donas de casa. Não dá pra todo mundo ser líder, fora que nem é a vida que todas desejam. Cada um que viva do jeito que é feliz. Só não concordo em a sociedade impor que toda mulher deve ser dona de casa, ou qualquer outra coisa...enfim, ngm cagando regra na vida de ngm. Sem essa de se achar a superior só pq está ganhando a sua grana, vc não descobriu a cura do câncer, então menos né