segunda-feira, 30 de abril de 2018

O MAIS RECENTE VEXAME DE SARA WINTER

Sara Inverno se protegendo no chão da UFF

Nem sei se devo falar sobre isso, porque falar sobre Sara Winter (ou Bolsonaro, ou tantos outros reaças) equivale a promovê-la. Pra essa gente, não existe publicidade negativa. Falou mal, mas falou dela, tá valendo. 
Mas gostaria de compartilhar a opinião de pessoas envolvidas sobre o último vexame que ela protagonizou: uma palestra sobre "Feminismo e o design de Deus para a mulher", na Universidade Federal Fluminense.
Antes de mais nada, queria deixar algumas coisas claras: Sara nunca foi feminista. Ela era do Femen (que a expulsou), que não se considera feminista (mas sextremista, o que ninguém tirando elas sabe o que signfica). 
Sara era rechaçada por feministas, e sofria por não ser aceita. É que as feministas sabíamos que ela só queria chamar a atenção. E sabíamos que ela tinha sido neonazista, de direita, extremamente preconceituosa. Quando ela "se converteu", ou seja, deixou pra trás o movimento feminista, que nunca a aceitou, ela simplesmente voltou ao que era antes -- uma fervorosa fã de Bolsonaro. 
Hoje Sara vive de dar palestras (ela recebe por isso), dar testemunhos de fé em cultos e contar mentiras sobre feministas. Ela é tão mentirosa que em 2016 gravou um vídeo afirmando que o SuperPop interrompeu a gravação de um programa "sobre ela" para que eu e outra participante pudéssemos nos acalmar. 
O programa nunca foi ao ar (pro bem de Sara, porque ela foi completamente desmascarada lá), nós não estávamos nervosas, e a gravação foi interrompida porque o SuperPop tinha que fazer um programa ao vivo. Mas até numa coisinha tão simples e fácil de desmentir Sara insiste em faltar com a verdade. 
Parece que ela se filiou ao DEM e sairá candidata à deputada federal. Mesma coisa que o Kim, aquele líder do MBL. Serão colegas de partido. De fake news já são colegas faz tempo. 
Sobre o evento na UFF, Sara contou que militantes da esquerda a prenderam no prédio durante 7 horas. Aos sites de direita, ela narrou que "muitos dos integrantes do grupo não eram alunos, e sim militantes contrários a ela. A ativista afirmou que parte deles estava mascarada e portava pedaços de madeira e ferro. Uma parte do grupo também utilizou drogas no local". Nos vídeos que gravou aparecem estudantes segurando bandeiras. Parece que a madeira que segura a bandeira serve como arma.
Já os estudantes presentes disseram à mídia de esquerda que ela estava cercada por mais de trinta guarda-costas com cassetetes, sprays de pimenta, soco inglês e canivetes. 
Sara disse que passou fome, pois teve que ficar no prédio por 7 horas. 
7 horas sem comer não deve ter sido um sacrifício tão extremo pra ativista cristã, que ano retrasado ficou 22 horas em greve de fome para protestar contra o aborto. 
Mas "em nome de Jesus" Sara conseguiu sair da UFF. 

Texto da professora Renata Vereza, do departamento de História da UFF:

Hoje (sexta-feira, 27 de abril) presenciei cenas tristes na UFF. Algumas me chamaram mais atenção: a tal Sara postando vídeos onde fingia ser acuada e gritando "eu amo o machismo" inúmeras  vezes; a mesma moça mentindo em vídeo dizendo que seus companheiros haviam apanhado e que o prédio estava todo quebrado, quando todos nós que estávamos lá sabemos que isso não aconteceu; a felicidade das suas acompanhantes com toda a situação e com o número de views que os vídeos  estavam tendo; 
todos os xingamentos que os acompanhantes dela emitiam enquanto eu tentava impedi-los de ficar na janela para exatamente evitar qualquer provocação que pudesse acirrar ainda mais os ânimos; a ameaça que uma apoiadora dela, que chegou lá se dizendo assessora do presidente da Câmara de vereadores de Niterói, de que Deus estava me vendo; a saída  da tal moça envolta na bandeira de Israel, apesar de algumas pessoas pedirem para ela não fazer mais essa provocação. 
Mas os colegas que lá estavam, os alunos e os funcionários, estão todos de parabéns. Algo de bom sai disso tudo, que é a capacidade de atuarmos conjuntamente.
Acredito firmemente que a universidade  não é  espaço para expressão da fé.  Qualquer pessoa que use esse espaço para proselitismo religioso não deve ser tolerada. Ainda mais se este serve de matriz para a defesa de valores autoritários, excludentes, preconceituosos e, no limite, geradores de violência.
O impedimento desse proselitismo  não constitui cerceamento à liberdade de expressão  mas a afirmação intransigente  do caráter laico da universidade pública , sem o qual a pluralidade verdadeira de ideias não é  possível.

Esta é a versão do estudante Bruno Araújo, do curso de História da UFF, presente no momento da chegada de Sara Inverno:

Ontem uma fascista disse que foi feita refém por estudantes da UFF. Verdades e mentiras.
1 - A imagem que ela mesma publicou mostra que o espaço da porta está desobstruído. A porta estava aberta o tempo inteiro para que ela pudesse sair. Nós, nesse momento, estávamos sentados debatendo política. Editei com uma seta pra ficar mais nítido.
2 - Os seguranças dela estavam armados -- terá BO, a polícia federal achou e os próprios apoiadores dela assumiram o porte de armas brancas. Nós estávamos com um megafone, cartazes e nossas vozes. 
3 - A diretora do Instituto de Ciências Humanas e Filosofia chamou a Polícia Federal por conta do porte de armas brancas pelos seguranças e NÃO porque ela estava sendo impedida de sair.
Não acredite em tudo o que um ao vivo do Facebook diz. 
As fake news e o medo não podem ditar nossas ações.

56 comentários:

Anônimo disse...

e quem liga pra essa cretina?

Anônimo disse...

Apenas idiotas levam a Sara Winter a sério.

Anônimo disse...

foda-se essa maldita

eu tô é aguardando ansiosamente a campanha eleitoral pra começarem a arrancar o coro do bolçomerda

bolçolixo VAI VIRAR PÓ (pro aébrio cheirar)

vai se desintegrar no primeiro debate q ousar comparecer

irão fazê-lo de gato-sapato e até os babacas neoliberais vão tirar e cuspir na cara dessa chacota nacional

bolço não vai passar do debate da bandeirantes, e isso só pq os mestres vão arrastar essa troça política (até então, respirando por aparelhos) pra apanhar (mais) até virar picadinho de ração bovina, vão esquartejar o bolçotário em praça pública, kkkkk; eu, ou melhor, ele, não perde por esperar

O q é seu tá guardado, seu trouxa, babaca de bosta, a tua casa vai cair, seu porra, tu não sabe o q te aguarda, seu lixo hospitalar

vão comê-lo vivo (e ao vivo)

e eu vou é só rir, kkkkkkkkkkkkkk

bolçomerda, o saco de pancada oficial do brasil, o próximo a ser destruído por todas as vias

titia disse...

O desespero dessa criatura patética pra aparecer já chegou a isso, é? Sara Winter, minha filha, se estiver lendo esse blog aqui, faz o que todo mundo faz quando quer aparecer: tira a roupa e sobe em um poste. Se você pintar a bunda de vermelho e pendurar uma melancia no pescoço aparece ainda mais. Ou você pode pintar a cara do Bolsonaro na bunda, vai aparecer ainda mais e vai combinar MUITO com ele.

Ou você pode agir como um ser humano minimamente equilibrado e com um fiapinho que seja de caráter e ir se tratar. Sua vida começaria a fazer algum sentido, e melhoraria muito mesmo.

Kasturba disse...

Essa Sara Winters é igual àquela Patrícia Lélis: Fazem qualquer coisa pra aparecer...
Deve ser algum problema grave de autoestima que elas têm... De toda forma tem que estar chamando a atenção... Credo!

Anônimo disse...

Sara winter, toda a minha sororidade a você!!

Fico muito feliz que a Sara Winter seja de direita enquanto a mitomaníaca, que ninguém acredita, esteja do lado da esquerda.

Anônimo disse...

Sara Winter estava para o feminismo assim com Marta Suplicy estava para o PT.

Enquanto serviam aos propósitos de ambos, eram festejadas e adoradas.

Quando saíram. e tudo isso que se leu.

Anônimo disse...

Como ela conseguiu espaço na UFF?

João Suado disse...

ENTÃO VOCÊ DISTRIBUI CARTEIRINHA DE FEMINISTA? E O ENCONTRO ENTRE VOCÊS DUAS, NO QUAL VOCÊ FOI UMA MÃEZONA E ATÉ DEU DICAS PROFISSIONAIS PARA ELA? AH TÁ, ISSO É NA ÉPOCA EM QUE ELA ERA FEMINISTA.

lola aronovich disse...

Deixa de ser mentiroso, cara. Me aponte as feministas que festejavam a Sara Winter do Femen (ou o próprio Femen). Ou que confiavam nela. Ou que a viam como aliada. Sequer a víamos como feminista. Quem denunciou o passado nazista dela fomos nós, feministas.

Valéria Fernandes disse...

O que me deixa passada é que alguém da UFF, uma das universidades mais respeitadas do país, tenha bancado uma palestra dessas. Esse mundo está virado mesmo...

CMI disse...

https://midiaindependente.org/pt/red/2015/12/546161.shtml

lola aronovich disse...

Pois é, Valéria. Inacreditável mesmo.


Anon das 19:22, o convite foi de um professor de História Antiga da UFF. Como me disse um ex-aluno dele, ele é bom professor, e todos sabem que ele é de direita, mas ninguém imaginava que ele estava tão próximo de fascistas.

lola aronovich disse...

Vai embora, troll. Eu não distribuo carteirinha feminista. O próprio Femen não se dizia feminista! Sara não se dizia feminista. E as feministas não a levavam a sério nem a viam como feminista, simples assim. O encontro entre nós duas foi quando ela foi a uma palestra minha em SP. Acho que em 2012. E todo mundo olhou feio pra ela, porque, como eu falei, nenhuma feminista gostava dela. Depois da palestra ela veio falar comigo, e eu a tratei com respeito, como trato todo mundo, conversei com ela. Não sou nem nunca fui "mãezona". Até no programa da SuperPop eu a tratei com respeito. E não dei dicas profissionais pra ela. Falei pra ela se afastar por um tempo, tentar se encontrar, estudar. Eu tinha pena dela. Eu a via como uma moça alienada, sem noção, querendo chamar a atenção a todo custo, e sem maturidade para "segurar o rojão" da fama repentina. Como eu já disse em outros posts, eu vi que ela era realmente mentirosa quando gravamos o Superpop. Ela disse na cara dura que não era a líder do Femen Br! Antes, eu sabia que ela mentia (como quando inventou um sequestro), mas eu pensava, até certo ponto, que ela acreditava nas mentiras. Depois vi que não, que é tudo oportunismo e mau-caratismo mesmo. Hoje duvido de 100% tudo que ela diz, inclusive da sua religiosidade.

Anônimo disse...

Ninguém liga pra essa reaça Sara Inverno mal caráter mentirosa compulsiva alucinada desesperada por atenção.

Anônimo disse...

18:58 - tá rosnando o q? ô seu mascu babaca

'a mitomaníaca, que ninguém acredita' é a PRÓPRIA sara inverno q felizmente ou não está aí no banquinho de bosta da direita

ao lado de infeliciânus, bolçomerda e afins

cruzes, vão de retro, bando de satanás

Anônimo disse...

A Sara é uma pessoa curiosa. Há algum tempo, ela perdeu/foi furtada e saiu pedindo um celular novo, não lembro se era iPhone. Pois entrei na página da vaquinha e não é que ela conseguiu o valor?

Pessoas como ela, Urach e outros(as) fazem isso porque tem quem dá aplauso e até coisas materiais. Melhor seria não divulgar porque assim tiramos o ganha-pão deles.

Anônimo disse...

"a saída da tal moça envolta na bandeira de Israel, apesar de algumas pessoas pedirem para ela não fazer mais essa provocação."

Por que a bandeira no caso seria uma provocação?

lola aronovich disse...

Porque Israel é um país imperialista. A maior parte da esquerda se solidariza com os palestinos.

Anônimo disse...

Escolha uma variante do feminismo e afirmem que as outras variantes não são feminismo, ou "elas não nos representam"

Se escolher o Feminismo Liberal, negue o feminismo radical. Diga que as Radfem são transfóbicas por só aceitarem mulheres em seu movimento.

Se escolher o feminismo radical, negue o feminismo interseccional. Afinal as outras minorias sociais (raça ou classe social) mesmo oprimidas não são mulheres.

Se escolher o feminismo negro, deslegitime qualquer outro feminismo. "Só nos, as mulheres negras, somos duplamente oprimidas", "Só nos, as mulheres negras, recebem bem menos que as mulheres brancas".

É assim anda a carruagem.



lola aronovich disse...

Então vai, cara, me aponte UMA variante feminista que considerava Sara Winter feminista. Quantas vezes vou precisar dizer que NEM ELA se considerava feminista? Sabem, mascus, repetir a mesma mentira mil vezes não a torna verdade...

Felipe Roberto Martins disse...

Lola! Este pessoal obscurantista no Brasil não tem limite! Que horror.

Luise Mior disse...

"O desespero dessa criatura patética pra aparecer já chegou a isso, é? Sara Winter, minha filha, se estiver lendo esse blog aqui, faz o que todo mundo faz quando quer aparecer: tira a roupa e sobe em um poste. Se você pintar a bunda de vermelho e pendurar uma melancia no pescoço aparece ainda mais. Ou você pode pintar a cara do Bolsonaro na bunda, vai aparecer ainda mais e vai combinar MUITO com ele." titia, você me representa. Essa Sara Winter é uma piada de mal-gosto, mentirosa compulsiva. Valeu pelos relatos que postasse Lola. Não canso de dizer, é uma das minhas ídolas ;) Espero que estejas bem aí. Abraços afetuosos <3

Felipe Roberto Martins disse...

Lola, não tem haver com o post; sugestão: fale um pouco da Conceição Evaristo (grande escritora/ maravilhosa).

Anônimo disse...

"Israel é um estado imperialista."

Que seja imperialista então. Contudo as mulheres não precisam de autorização do marido ou do pai para trabalhar ou estudar. O imperialismo de Israel não determina de como a mulheres devem ser vestir e com agirem. O famigerado imperialismo de Israelense permiti a união de homossexuais e tem uma das maiores paradas gays do mundo. É o mais absurdo de tudo: Em Israel eu posso professar munha fé sem ser morto.

Viver em Israel deve ser horrível, não?

Anônimo disse...

Um bando de crentelho liderado por uma fascista ( fascista não tem genero) em uma universidade federal, local que por definição academica deve ser um refúgio de pensamento laico, onde pessoas que muitas vezes já sofreram perseguição por relugiosos na sociedade. Daí vem eles e fazem uma rodinha cantando pai nosso? É falando mau do feminismo e das casas LGBTs? É muita provocação, tiveram sorte de a reação não ter acabado de forma mais firme.

Anônimo disse...

"Acredito firmemente que a universidade não é espaço para expressão da fé. Qualquer pessoa que use esse espaço para proselitismo religioso não deve ser tolerada"

Se for na PUC? Porque tem muitos que pensam assim também na pontifícia universidade católica, acham um absurdo ter clusifixos e grupos de oração em certos ambientes da PUC. Sei disto pirqpo sou aluno da puv campCamp.

Anônimo disse...

Se admite gays assumidos socialmente na palestina ou qualquer outro pais arabe; Em Israel eu sei que sim, inclusive muitos arabes gays fogem e pedem asilo la.

Anônimo disse...

Ir em Israel, minusculo país cercado por inimigos árabes que os odeiam e querem destruir-los.
Não existem palestinos, são jordanianos ou egipcios , claro que os canhotos são aliados de muslins desde os tempos que as URSS criaram o partido socialista árabe (partido BAATH) e apoiaram as traiçoeiras guerras do 6 dias e do Yon Kipur, quanto todos os paises Arabes tentaram destruir o estado de Israel e matar todos os judeus.

Anônimo disse...

Lola porque as universidade publicas são todas pichadas? Todo video que vejo em Universidade publicas e tudo pichado, muito feio isto.

Anônimo disse...

Israel pode não ser uma terra santa

Mas seus adversários árabes são muito piores

Anônimo disse...

"Se for na PUC? Porque tem muitos que pensam assim também na pontifícia universidade católica, acham um absurdo ter clusifixos e grupos de oração em certos ambientes da PUC. Sei disto pirqpo sou aluno da puv campCamp."

A PUC não é pública, ela pertence à Igreja Católica por isso o nome Pontíficia (do Papa) Universidade CATÓLICA! Quem se matricula lá já deveria saber disso, que a faculdade é da Igreja e vai professar a fé dela lá.

Anônimo disse...

Nenhum direitista fariseu deveria ser autorizado à fazer proselitismo religio, proferindo suas idéias obscurantistas e retrógradas em um espaço dedicado ao conhecimento.

Absurdo não e alunos justamente apontarem a incoerência de manifestações cristas direitista na PUC, absurdo e existirem as tais universidade do chamado ensino confessional em um pais historicamente nascido da opressão cristã contra indígenas, mulheres e negros. Universidades de ensino confessional |(Católicas, adventistas, presbiterianas etc.) deveriam serem todas estatizadas assim como as Unesquinas privada que vampirizam os recursos públicos por falhas do FIES, formando mão de obra robotizada para o mercado capitalista. O direito ao ensino deve ser todo publico, universal e direcionado a construção de uma sociedade coletiva e de pensamento critico, e não mercadoria.

Anônimo disse...

Israel é o único país do oriente médio que as pessoas visitariam (inclusive esquerdistas) sem medo por conta de mostrar cabelo,ser cristão,ser gay,ser mulher,ser estrangeiro do ocidente...

Anônimo disse...

Cara, se essas pessoas são contra a religião católica, porque diabos estudam em uma universidade que foi fundada por viés religioso? Ninguém é obrigado a pagar mensalidade, existem outras universidades para você escolher.

Anônimo disse...

Oi, estudo na UFG e lá a maior parte das pichações são na parte das faculdades de humanas (história,filosofia,sociologia) mas infelizmente tem muitas delas na sede do DCE e aleatoriamente pelo campus. Porque não tiram e pegam os culpados para dar multa? Porque todos os mimadinhos iriam fazer muito barulho e o reitor é amiguinho deles.

Anônimo disse...

"A PUC não é pública, ela pertence à Igreja Católica por isso o nome Pontíficia (do Papa) Universidade CATÓLICA! Quem se matricula lá já deveria saber disso, que a faculdade é da Igreja e vai professar a fé dela lá"

Pois ta errado, todo ensino deve ser publico e universal, e universidade não e lugar de professar fé em amigos imaginários, universidade e local de pesquisa. Religião o cidadão que vá professar em templos ou no âmbito privado, estas escolas e universidades de ensino confessional são aberrações. E se fazem parte de uma sociedade devem sim serem ocupadas e revolucionadas. Certos estão os filandeses muito mais avançados em questões de educação, onde igrejas estão se Tornando lindas bibliotecas.

Anônimo disse...

"Certos estão os finlandeses, muito mais avançados em questões de educação, onde igrejas estão se tornando lindas bibliotecas."

Verdade! Na Holanda isso também já acontece há alguns anos. A população de lá é quase 50% atéia e além de bibliotecas as antigas igrejas estão se tornando casas, hotéis, danceterias...

titia disse...

09:04 então a PUC deve ser uma pagou-passou, colega, porque nenhuma universidade que valha alguma coisa vai admitir um aluno com um desempenho tão pífio na prova de português.

Obrigada, Luíse.

E aos chorões estourando as pregas por causa de Israel, ei, vocês estão ligados que moram num país onde os índices de mortes violentas são maiores do que os de países em guerra? Que tal vocês se preocuparam com as mazelas daqui e deixar que os israelenses cuidem do país deles? O mimimi de vocês com certeza não vai ajudar ninguém.

Meu pedido de demissão da raça humana, por que não foi aceito?

Unknown disse...

Pois é . Rs

Cara Valentina disse...

As universidades foram criadas para o estudo prioritário da teologia, e os primeiros cientistas eram, antes de tudo, teólogos ou metafísicos.

Esse lance de "universidade laica" foi uma criação de gnósticos, protestantes, kardecistas e ocultistas diversos. O laicismo do conhecimento é uma agenda de grupos religiosos distintos do catolicismo, e não de lideranças ateístas per se. Pense nas crenças dos primeiros republicanos.

Depois começaram a transformar as universidades em centros de formação profissional (SENAI com pompa), dando a vários cursos técnicos o caráter de terceiro grau. O que você chama de "pesquisa", hoje, não é exclusividade das universidades, mas pode ser feito em empresas, departamentos do governo, etc. Não é esse tipo de atividade a atividade própria e única da universidade.

O que é próprio da universidade é formar filósofos-teólogos, cada um debruçado sobre uma realidade natural que não seria compreendida sem uma base comum (daí o termo 'PhD'), a Realidade objetiva, e se ela demonstrou a presença de um Deus pelos milagres ou pelo próprio raciocínio frio de um São Tomás, qualquer tentativa de ciência fora disso é incivilizado.

Anônimo disse...

Caro Valentino é um reaça retrógrado forçado retardado delirado que sonha que engana alguém com esse nome "feminino". Nem merece qualquer resposta esse mascu surtado idiota que nem deveria estar aqui. Volta pro chan, mascuzão demente, que é onde pertencem os vermes patéticos como você.

Anônimo disse...

como 19:03 não tem argumentos, só sabe agredir e fazer acusações que não pode provar. O que 19:03 escreveu nem é uma resposta.

Anônimo disse...

Não é uma resposta mesmo, ele não merece resposta, mascu nenhum merece. As provas estão no(s) próprio(s) comentário(s) do próprio mascu, é só ler e se tiver o mínimo de interpretação de texto vai perceber. Passar bem.

Anônimo disse...

Não entendo o ódio e a necessidade de polemizar, no entanto, só levam em consideração um lado do ocorrido para descaracterizar as agressões e o cárcere privado que não somente ela, mas outras pessoas também foram submetidas e já testemunharam a respeito.

Aceitam que esta mulher mudou de ideia e embarcou em uma vida mais decente e que a faz feliz de acordo com os parâmetros que ela projetou para própria vida.

Por mais incrível que pareça existem mulheres que aceitam formar famílias com homens, tem filhos, trabalham, são religiosas (ou não) e não acreditam nessa estupidez de odiar ou fomentar discursos polarizados, pois cada uma se preocupa com a própria vida e felicidade.




titia disse...

Deixa o Valentino pra lá, gente. É só outro perdedor que não se conforma em ser mais um na multidão e quer ser especial, mas como tem preguiça de estudar, trabalhar, se esforçar pra deixar um legado que mereça ser lembrado, quer ser considerado especial apenas por portar um pênis e, em consequência, sempre vem aqui no blog lamentar-se pelas universidades e estudos não serem mais exclusividade dos homens brancos, héteros e ricos (embora ele não seja rico). Afinal, é muito mais fácil se tornar 'especial' quando todo o resto da humanidade é proibido de estudar e banido das universidades. Valentino vive de sonhar com e defender a época (que acabou, e não vai voltar) em que ele poderia se fingir de especial só por ter um pênis. Deixa ele chorar no seu cantinho até crescer.

23:49 cárcere privado é o que Lindbergh fez com a pobre da Eloá. É o que Bruno e seus comparsas fizeram com Elisa Samudio. Isso que a Sara Winter fez se chama inventar mentira pra chamar a atenção e se fazer de vítima. E desde quando se recusar a ser capacho ou mamãe que trepa de macho meia boca é discurso de ódio? Ah, é claro, eu esqueci! Defender que a vida das mulheres não gira em torno dos desejos dos machos brancos héteros 24/7 é discurso de ódio contra vocês. Tá serto, camarada, tá sertíssimo. Essa vergonha você vai passar no crédito ou no débito? Ou é sua mãe quem vai pagar pra você?

LULO disse...

Acredito firmemente que a universidade não é espaço para expressão de ideologias genocidas. Qualquer pessoa que use esse espaço para proselitismo ideológico não deve ser tolerada. Ainda mais se este serve de matriz para a defesa de valores autoritários, excludentes, preconceituosos e, no limite, geradores de violência.
O impedimento desse proselitismo não constitui cerceamento à liberdade de expressão mas a afirmação intransigente do caráter laico da universidade pública , sem o qual a pluralidade verdadeira de ideias não é possível.

Anônimo disse...

Ela era femista. Kkk

Anônimo disse...

Feminista que defende palestino e muçulmano é muuuuito contraditório e irônico. Se não fosse triste, seria engraçadim.

Anônimo disse...

Cara, não fala bobagem, as Universidades - e escolas - foram criadas por religiosos. Não sabia disso? Assim como o casamento diminuiu os estupros e genocídios infantis em rituais pagãos acabaram-se após advento da civilizaçao judaico cristã.

Anônimo disse...

Legal, como o ensino público É uma merda e o nível educacional do Brasil é um desastre, devemos tornar público o ensino privado?
interessante...

Anônimo disse...

Não concordo, a Universidade tem que ser aberta ao estudo do cristianismo. Assim como do Nazismo e do Comunismo. É do fascismo que é tão falado mas nem mesmo alguns professores universitários sabem direito o que é.

Cristiane Lira disse...

O caso é que o grupo FEMEN nan é uma corrente do feminismo tais como todos os outros que você citou. É apenas um grupo que chama a sua filosofia, ideologia, objetivo, sei lá, de "sextremismo". E no caso de Sara Wibter há provas de que ela era nazista. Eu duvido que era, na verdade continua sendo nazista.

Cristiane Lira disse...

Concordo com o anon, Lola. Não acho que mulçumanos são tudo um bando de terroristas como a direita fanática acredita, mas que o judaísmo hoje é bem melhor para as mulheres. Então só por isso já me coloco do lado de Israel nessa história.

ValentimVitalVillca Ereich disse...

Esqueceu de falar que ela foi maçom dae parou enquanto esteve comigo, depois voltou pra maçonaria. SIONISTA. Por isso fica dando role com a bandeira de Israel.

Anônimo disse...

Uma vez fui pegar um campeonato de jiu-jitsu em BH só que fui com 2 Amigos tinha que deixar um deles no interior de São Paulo sai de Brasília a tarde passei em Ribeirão preto pra descansar e seguir viagem no dia seguinte me ospedei em um hotel no centro dormi um pouco quando acordei resolvi dar uma volta n vou entrar em detalhes como eu a conheci cara entre dois dias que a gente se falou ela me contou um pouco da sua estória eu pensei comigo mesmo aquele caminho que ela estava n tinha nada a ver com ela ela me mostrou que pessoa maravilhosa que ela é isso já faz 3 anos e oito meses durante esse tempo em nunca mais tinha a visto nem sabia que ela se tornaria essa pessoa que é hoje em dia
Reconheci ela através de uma Intervista para o pânico me arrepiei todo pois ali na minha frente estava uma pessoa que passou por muitas dificuldades águas turbolentas atribuições mas que n se entregou se apegou com Deus e Deus n a esqueceu hoje fico muito feliz por ela feliz de verdade
Por isso digo a cada um que a julga
Por favor n julgue ninguém pra mas tarde n ser julgado
Peco a Deus que proteja a cada um que está aqui nesses comentários
Pois todos nós somos iguais perante a Deus 👐👐