domingo, 22 de outubro de 2017

SERES HUMANOS FRUSTRADOS

Filmes pornô e Disney são responsáveis pelos seres humanos mais frustrados que conheço, diz cartunista
Onde diabos está o meu príncipe encantado, pergunta moça.
Onde diabos está minha prostituta insaciável, pergunta rapaz. 
E você, onde está? Concorda com o cartum? (às vezes eu falo furustarados, você não?)

83 comentários:

Anônimo disse...

Príncipe encantado? Esse cartunista deveria se atualizar sobre os filmes da Disney: desde a Merida que não tem mais isso. Já disse, está na hora de vermos a nova geração das personagens feminisnas da Disney como aliadas.

Anônimo disse...

a) Lola gostaria de sugerir um texto sobre o final da Forca de um querer o final da Ivana foi 1000.

Anônimo disse...

EU acho que a ideologia de esquerda é uma das principais responsáveis pelos seres humanos mais frustrados do mundo.

Vendem uma solução que, na superfície, parece idílica e encantada, mas escondem ser totalmente inviável e disfuncional, conclusão esta só alcançável com alguma massa critica e conhecimento.

As pessoas (normalmente de menor conhecimento, mas nem todas) passam a crer no encanto, mas não buscam saber ou não compreendem as incompossibilidades.

Daí a frustração, ao viver no mundo moderno.

Para piorar, transferem essa para o capitalismo, única solução testada e comprovada para, efetivamente, melhorar a vida das pessoas e diminuir as desigualdades.

Uma pena.

F. Verli

J.M. disse...

Uma coisa não dá pra negar: ultimamente a Disney vem tentando entrar no século XXI. Já teve até princesa com final feliz sem príncipe. Mas ainda falta muito.

Luise Mior disse...

Querida Lola, adoro o post que tem essa dica sobre felicidade. Concordo plenamente, precisamos lidar com o mundo concreto e não pensar que cinema é real... Excelente semana para ti querida!

Anônimo disse...

Problemas heterossexuais...

Kasturba disse...

F. Veli, as 8 pessoas mais ricas do mundo detêm a mesma soma em riquezas que a metade mais pobre da humanidade... Sério mesmo que você acredita que o capitalismo melhora a vida das pessoas e diminui as desigualdades?

Em tempo: Acredito na propriedade privada e não acredito em um Estado inchado como solução pra nada. Mas o capitalismo também já se mostrou fracassado. Está na hora de pararmos com essa polarização estupida que nos cega ao que há de podre nas alternativas até então existentes, e pensarmos em uma nova maneira de fazermos o mundo girar

Anônimo disse...

Há diversos estudos acadêmicos contemporâneos neste sentido.
E a chamada "geração milenials" eles tem pouca capacidade de interação uns com os outros, são viciados em Smartfones, redes sociais,Playstation,, Xvideos, Netflix tudo o que e digital e não desenvolvem interação social na fase onde isto deveria ser mais abundante na pré adolescência,adolescência e pós adolescência.
Os pesquisadores indicam também que será uma geração muito difícil de se desapegar da imagem juvenil devido a alta exposição e narcisismo causados pelas redes sociais, e mais propensos a quadros de depresão.

Anônimo disse...

Homens são focados em pornografia visual mulheres em pornografia emocional e fetichista.

Anônimo disse...

Se isto manter as meninas longe da opressão dos machos ótimo. Elas focam nos estudos e eles podem ficar em seus porões batendo punheta e criando bolor.

Anônimo disse...

Me desculpe este pensamento e ridiculo o capitalismo que causa depressao pois passa que o individuo e responsavel pelo seu sucesso financeiro e todos sabemos que a meritocracia nao existe e que existe pessoas que ja nascem privilegiadas

Anônimo disse...

Caramba!!! Eu penso exatamente ISSO desde o inicio da minha vida adulta!! Esse cartum tirou as palavras da minha cabeça hahaha! Claro que existem N outros fatores que contribuem para a frustração das pessoas. Mas é como eu costumo dizer, conto de fadas e filme pornô, gente, tem uma coisa em comum: é ficção, é fantasia, não é para ser levado a sério, NÃO É vida real. Vida real é OUTRA coisa.

Anônimo disse...

Kasturba:
Falha minha: onde escrevi diminuir as desigualdades, leia-se diminuir a pobreza.
O grande desafio do capitalismo é exatamente este: como evitar o crescimento exagerado da desigualdade, sem o exagero de buscar a igualdade.

Quanto aos 8 ou 10 ou 30 ou X mais ricos que possuem Y% da riqueza, não podemos esquecer que o $ deles não está embaixo do colchão, né?
Está em empresas, gerando benefícios para a humanidade, empregos, impostos (e não pelo bom coração do capitalista, mas exatamente pela busca de cada vez mas dinheiro, salvo eventual Tio Patinhas, se é que este existe.

F. Verli.

Anônimo disse...

A frustração é justamente porque essas ficções, essas fantasias, os sonhos delirantes nunca se tornarão reais, não vão se tornar a realidade...

Anônimo disse...

Anon das 14:58:

Pornografia emocional e fetichista???? Mas que p.... é essa????
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

Lola desculpe pela mensagem off Topic mas vou te pedir um favor muito, muito importante. Ps:Eu NÃO sou troll!!
Achei duas matérias falando de um caso de (IN) Justiça terrível contra uma mulher negra e pobre chamada Tatiane! Se ela não receber ajuda ficará 24 anos PRESA por crime que NÃO cometeu e claro, perderá a guarda dos filhos que estarão à própria sorte!! Por favor Lola e moças que vêem o blog, ajudem essa moça! Se puderem ver assistência jurídica, imprensa, etc pra poder ajudar ela, ficarei agradecida.
Por favor divulgue sobre uma moça humilde que está sofrendo uma injustiça monstruosa!

Ela foi condenada por homicídio doloso por um crime que o marido dela cometeu! O bebê dela foi assassinado pelo marido quando ela tava no trabalho, tem provas que ela tava no trabalho quando o crime aconteceu e mesmo assim ela foi responsabilizada! :(

https://www.vice.com/pt_br/article/7x4pnq/tatiane-da-silva-santos-mais-uma-mulher-negra-comum

http://justificando.cartacapital.com.br/2017/10/18/voce-que-de-alguma-forma-cre-em-direitos-humanos-precisa-conhecer-tatiane/

Anônimo disse...

os produtores e distribuidores de livros e filmes de sexo, que estão apressando o dia em que na tela só haverá Chupada e Foda — os homens, como os ratos que seguem atrás do flautista de Hamelin, serão atraídos pela Xana para a sua destruição, serão superados, submergirão e consequentemente se afogarão na carne passiva que eles são

Anônimo disse...

Meu mundo ideal e o mundo ideal dos advogados dos direitos dos homens são na verdade o mesmo: todos os homens amontoados como galinhas de bateria em galpões, o mais próximo possível uns dos outros, se masturbando furiosamente, e dizendo "os homens... são tão grandes... são demais.... somos tão grandes... somos demais... você é tão grande... você é demais cara", enquanto isso, o mundo lá fora se torna uma utopia.

Anônimo disse...

Pornografia emocional e fetichista???? Mas que p.... é essa????
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk"

Novelas,crushs inalcansáveis , 50 tons de cinza etc.

Anônimo disse...

Ah, sim claro...obvio né? para as mulheres é direcionado sempre o que há de mais idiotizante e emburrecedor possível, a mulher sempre colocada como uma bobalhona perdida, inexperiente, à espera de algum homem fodão, que sabe tudo, faz e acontece, que vai faze-la gozar, acordar pra vida etc etc zzzzzzz (não é muito diferente dos contos de fada, não?). Sempre reproduzindo a coisa da hierarquia: o homem sempre superior, fodão e a mulher sempre no degrau inferior, diminuída. Por isso nunca tive a menor atração nem por contos de fada, romances de princesa, comédias românticas e pornografia mainstream. Tenho preguiça, me dá sono

Guidi Vieira disse...

Oi Lola! Três coisas

1) Este quadrinista é muito bacana!
2) O caso da Tatiane da Silva, citado acima, é de chorar. Li anteontem, vale muito divulgar o caso (se possível, pois sei como é a questão do tempo para fazer isso)
3) O livro já foi sorteado? Ainda tenho esperanças...

Anônimo disse...

"enquanto isso, o mundo lá fora se torna uma utopia"

Uma utopia lésbica né malandra?! kkkk

Anônimo disse...

Oi Guidi

Eu publiquei no blog da Lola dados sobre este caso, da moça Tatiane, mas se alguma advogada ou jornalista se interessar em ir mais a fundo será ótimo.
Infelizmente não sou nem advogada bem jornalista. :/
Fiquei muito revoltada quando li. Esta pena só deveria ser aplicada se ela disse cúmplice de homicídio, e ela estava trabalhando no momento do crime. :(

Enfim, só uma amostra amarga das milhares de injustiças contra pobres, negros e mulheres.
Enquanto isso, um criminoso comprovado como o sr Aécio Neves continua rico e sendo senador.

Anônimo disse...

Sim, mas todas essas m### são produzidas em maior parte por homens poderosos e machistas que querem alienar mulheres muito jovens e manipuláveis.

Anônimo disse...

Branca de Neve, Bela Adormecida e Cinderela são exatamente assim. Mas são contos de fadas antiguíssimos. Desde então, a Disney cem melhorando cada vez mais suas princesas. Da minha infância, teve a Jasmine, do Aladin, que não aceitava o imposição do pai pra casar, e no fim acabou casando com quem ela escolheu (um rapaz pobre mas que a tratava bem), assim como Pocahontas, que também decidiu casar com quem ela queria e não com quem o pai escolheu, e ainda foi fundamental pra acabar com uma guerra. Da mesma forma, a Pequena Sereia também foi contra a determinação do pai e lutou pelo que queria (ok, um príncipe) e conquistou com seu próprio esforço e risco. A Bela, da Bela e a Fera, se sacrificou pra salvar seu pai, sendo a heroína do filme, e no fim ainda acabou salvando o príncipe-Fera (era ele quem precisava de uma moça, e não ela que precisava dele). Das mais atuais, tem a versão nova da Rapunzel, em que ela que era a mocinha e fugiu das garras da bruxa, com a "ajuda" de um rapaz, e tem aquela da Princesa e o Sapo, em que o príncipe era um idiota, e a "princesa" era uma mulher negra, pobre, trabalhadora e inteligentíssima, que salva o príncipe e ainda modifica sua forma de encarar a vida. Pelo que ouço falar dos mais atuais, estão cada vez melhores, alguns até sem príncipes no final.
As "princesas antigas" ainda existem, mas quem ainda teima em mantê-las no foco são os pais e as crianças. Mas a Disney tem se esforçado bastante pra quebrar esse estereotipo de "princesa delicada que precisa de um príncipe para salvá-la".

Anônimo disse...

Com certeza, sem a menor sombra de dúvida!!

titia disse...

Pois é, esse cartum diz tudo, parabéns ao arauto da sabedoria que o elaborou. A tristeza é ver gente adulta, burro velho, com certa experiência de vida e a noção de que ficção não é realidade em se tratando de várias outras coisas (tipo, sabe que não vai aprender a voar vendo filme do Superman e nem vai virar arqueólogo assistindo filme do Indiana Jones) ainda achando que príncipe encantado e filme pornô é vida real.

17:10 é um delírio que os machistas inventaram pra fingir que mulheres não gostam de sexo. Eles tem tanto pavor da sexualidade feminina que querem fingir que elas não gozam, só gostam de usar os machos de forma utilitária pra fazer joguinhos emocionais e ganhar presentes caros. Enfim, um bando de losers veneradores de pinto que não sei por quê ainda não deixaram as mulheres em paz e casaram com outro mascu.

Anônimo disse...

Quanto mais conheço os homens mais eu quero distância...

Anônimo disse...

A questão da influência e frustração que saem de representações, amostras e ficção, acabam por deixar bem claro que o problema reside na própria pessoa que é facilmente manipulável.

Anônimo disse...

21:04 Esqueceu da melhor de todas. A Mulan.

Anônimo disse...

Mulher gosta de sexo sim titia, só não gosta de fazer com homem.

Anônimo disse...

Moana é muito melhor que Mulan. Se não assistiu, não perca tempo e veja logo, ainda tem a Mérida que além de não precisar, e muito menos querer, um homem pra casar - e nem quer saber se é Príncipe ou não - ainda foca 9 filme na relação dela com a mãe, muito mais importante que salvar ou ser salva por homem.

Anônimo disse...

Sim, lógico.

Anônimo disse...

Não se iluda, isso aí é mascutroll mesmo. Velho conhecido aqui por sinal.

Anônimo disse...

Mulheres lésbicas fazem sexo com outras mulheres, né?

Marina disse...

Afe gente!2017 e ainda tem gente que acha que o capitalismo diminuiu as desigualdades!!!De cair o c* da bunda viu!

titia disse...

23:17

Mulher lésbica não gosta de fazer sexo com homem. Ponto.

Mulher assexual não gosta de fazer sexo com ninguém. Ponto.

Mulher heterossexual não gosta de fazer sexo com homem ruim de cama, egoísta, inábil, grosso, sujo, bruto que só quer ser chupado e meter sem se dar sequer ao trabalho de perguntar o que a mulher gosta. Ponto.

Os machistas são péssimos de cama, mas preferem fingir que o problema é com as mulheres, essas vadias frígidas (?) que não gostam de sexo e ficam usando a buceta pra extorquir, ridicularizar e oprimir os pobres machinhos, coitados, dominados pelos instintos e hormônios machescos que não podem lembrar sequer dos próprios nomes diante de uma singela bucetinha.

Anônimo disse...

23:17, vcs são extremamente ignorantes. Deviam se enxergar mais e tomar desconfiômetro. Vão morrer pra lá, aberrações!

Anônimo disse...

Anônimx das 14:30h, acho que você não entendeu muito bem o cartum.

J.M., concordo. A Disney apenas apresenta novas protagonistas com perspectivas mais avançadas para não ficar pra trás no bonde e manter o vigor de suas produções. Ou seja: não quer deixar de faturar. Hoje seria impossível essa empresa fazer um filme com o roteiro famigerado de “A Pequena Sereia”.

F. Veli. , pelo seu discurso, se percebe que você é fascista e tem orgulho da sua burrice.

Miss Nothing disse...

Não que as coisas influenciam totalmente os comportamentos, mas é bom ver exemplos diferentes, de estórias diferentes do senso comum clichê e limitador.

Anônimo disse...

Há titia você acaba de descrever todos os homens hetero do mundo, n fundo e tudo mascu.

Anônimo disse...

Qual o problema em querer faturar? Ganhar dinheiro vendendo algo que as pessoas querem consumir e não eh ilegal?

Vocês falam de lucro como se isso fosse imoral.

Alicia

Anônimo disse...

Mulher hétero é um bando de iludida, enganada, manipulada e frustrada que sonha que existe "príncipe encantado" (ou seus variantes mais "modernos" e igualmente ilusórios, enganadores, manipuladores e inexistentes: homem "decente", "companheiro", "amoroso", "respeitoso", "que vale a pena", "compatível", etc; etc; etc.)

Miss Nothing disse...

Faturar e lucrar honestamente e oferecendo bons produtos e serviços à sociedade é excelente!

Anônimo disse...

Pra quem diz q é impossível mulher trans abusar de alguém, a fulana trans estuprou uma menina, filha de uns amigos dela. Levou a menina no banheiro e abusou dela

http://www.dailymail.co.uk/news/article-5000666/Transgender-woman-guilty-sexually-assaulting-girl-10.html

Anônimo disse...

Ivan... segundo a novela, ela virou homem só pq tirou os seios e tomava hormônio, a parte óbvia faltando foi ignorada.
E a gravidez dela foi pra encher linguiça, mostrar q homem engravida...pqp. Sem falar q foi erro da historia, o namorado dela já estava em outro país a séculos e do nada, como magica ela tá grávida dele.
Eu vi a novela toda, por tudo q aconteceu com ela, ja se passaram meses. Pelo q eu li hormônios n funcionam de uma hora para outra e ela apareceu grávida depois de ja estar de barba e com voz mais grossa.

Anônimo disse...

Há!!! Boa, titia!!!

Anônimo disse...

Alicia, nenhum problema em querer faturar. O que eu quis evidenciar é que a Disney não mudou atitude de suas protagonistas porque essa empresa é legal ou porque está querendo prestar um serviço público.

Anônimo disse...

Já li algumas reportagens na internet dizendo que mulheres heterosexuais tem preferido transar com gays. A despeito de eu ter pé atrás com certas "pesquisas", se essa tendência for realmente confirmada, faço uma reflexão: levando em consideração o que a titia apontou lá em cima, considerando toda a cultura patriarcal, misogina, onde os homens ditos hetero podem tudo, incluindo objetificar, abusar e rebaixar mulheres, onde o sexo agressivo e degradante para as mulheres parece ser a regra, diante de tudo o que se tem visto por aí, fica mesmo difícil para uma mulher gostar de sexo com homens heteros. Nao surpreende que mulheres possam estar preferindo sexo com gays. Afinal, de modo geral, são considerados mais gentis, mais cuidadosos, menos egoístas, mais abertos a experiências, mais igualitários. Quem sabe?

Anônimo disse...

Será que os pedófilos "daquele"chan foram presos dessa vez?

Anônimo disse...

Não dá para entender o que tem de positivo para as mulheres, o que ajuda na libertação, homens serem considerados mulheres e mulheres serem consideradas homens com base em estereótipos retrógrados, mentirosos, aprisionadores e deturpadores.

O que tem de ser você mesmo, ser você mesma, em cirurgias estéticas mutilatórias de partes saudáveis do corpo e envenenamentos químicos cancerígenos para parecer ser do outro sexo?

O que tem de bom em mulheres mutilarem seus corpos saudáveis e se intoxicarem com testosterona sintética na tentativa de serem percebidas como homens? Exatamente em que isso é bom para o feminismo, para as mulheres?

Anônimo disse...

Não sei se estou sendo otimista mas acho que nos últimos tempos, pra um grande número de pessoas, isso tem mudado.
Mulheres não apostando tanto em sonhos românticos irrealizáveis, pensando mais na vida sexual, no prazer, além da vida amorosa.
Acho que é no meio disso que a gente se encontra.

Anônimo disse...

As mulheres ainda estão em negação, elas não querem sentir que são aplicadas a elas restrições específicas. Elas também estão embebidas por uma cultura de relações e conexões que é hiper sexualizada, baseada no engate sexual: vá fazer sexo com qualquer um sem emoção. Francamente, eu penso que as mulheres encontram vários problemas nisso.

Felipe Roberto Martins disse...

Lola lacrativa, amei!

Anônimo disse...

Heterossexuais são doentes que vivem querendo empurrar heterossexualidade goela abaixo de todo mundo, vivem tentando heterossexualizar o mundo inteiro a força.

Héteros parecem traficantes drogados empurrando drogas pras pessoas.

Sai, héteros, não queremos heterossexualidade, esse lixo tóxico.

Anônimo disse...

De boas intenções....


O fato eh que as vezes até o ser mais anticapitalista do globo precisa reconhecer que grandes corporações podem prestar um serviço de interesse público e "ser legal de forma muito mais eficiente do que muita gte conscientizada/engajada por aí, mesmo essa não sendo a intenção principal.

Alicia

Anônimo disse...

Alicia, atribuir a evolução das histórias da Disney apenas a ela mesma é desconsiderar que ela mudou porque o mundo mudou, o público mudou e isso foi graças à muitos anos de luta. Ou seja forma os movimentos sociais que mudaram a Disney e não o contrário.

Anônimo disse...

Os homens criaram o fluxo de capital como parte de uma economia exploradora, baseada em trocas substitutivas e agora abstratas flutuações e oscilação de capital. Tudo começou com empréstimo de poder, empréstimo de mulheres, invenção da propriedade e apropriações, guerras, apostas em déficit projetivo originário. A massa de mulheres nunca vão deixar de serem escravas, nunca vão ser livres, nunca serão valorizadas, nunca terão crédito e credibilidade nesse sistema de "lucro" baseado no dinheiro, baseado em determinações indiretas de valor, valores substitutivos. O valor de uma mulher está nela mesma, em seu próprio ser: insubstituível por nenhum outro.

Joana disse...

Em que isso é bom para o feminismo?

Ora, feminismo extremista e excludente não é feminismo.

Feminismo não é sobre dizer quem pode e quem não pode ser mulher. É sobre equidade, sobre aplicação justa e igualitária de direitos.

Penso (é a minha opinião, não uma verdade a ser aceita por quem quer que seja) que uma pessoa NÃO é o seu corpo. A pessoa MORA dentro do corpo.

Se não temos um espírito dentro de nós e se a vida acaba no cemitério, tanto faz matar, roubar, traficar ou fazer o bem, já que tudo termina em pó.

Somos muito mais que pó. A pessoa que habita o corpo, isto é, o espírito, sequer tem gênero e pode muito bem discordar do corpo que lhe coube. Porque Deus não criou nenhum ser humano SEM ESCOLHA. Ao contrário, o ser humano é dotado de ampla escolha.

Quem deu o direito do trans ser trans? Foi Deus, ué! Mas agora existe quem queira se arvorar em Deus e dizer o que uma pessoa pode ou não ser ou fazer!

Feminismo NÃO é SÓ para mulheres cis, é para quem quiser abraçar a causa e se tornar melhor. Não é sobre julgar pessoas, é sobre acolher, unir e construir.

Se uma pessoa que nasceu num corpo feminino deseja operar e se hormonizar, obrigatoriamente está renegando a causa e tem que deixar de ser feminista? Não, não e não! Homem cis, hétero, gay, bi, pan ou assexual pode ser feminista. Homem trans, hétero, gay, bi, pan ou assexual pode ser feminista também. Quem quiser VIVER os ideais do feminismo é bem vindo.

Mas... Quem quiser afugentar outras pessoas, não é. Porque isso não é feminismo, é PRECONCEITO.

Joana disse...

E você não aprendeu ainda que o respeito é básico, né, troll? Não quer ser hétero? Não seja. Mas RESPEITE. Falta de respeito é grosseria e falta de educação, sintomas evidentíssimos de uma completa incompetência emocional. Vá se tratar e pare de passar vergonha.

Joana disse...

Não, troll. Errado. Pessoa frustrada é você. A boca fala daquilo que o coração está repleto e o seu transborda a frustração que você, covardemente, atribui aos outros.

Joana disse...

Contos de fadas antigos não são sobre príncipes e princesas, tampouco foram criados para crianças. São todos sobre o despertar de fases psicoemocionais da mulher e foram feitos para mulheres, de mulher para mulher. A princesa e o príncipe são metáforas para a pluralidade que habita a mesma mulher. Pena que esse contato das mais jovens com as experientes e essa troca positiva entre mulheres seja tão negligenciada. Temos muito mais a aprender umas com as outras que com entretenimento manipulado sabe-se lá por quem.

Anônimo disse...

Eu não acredito nessa pesquisa não.
Gays são homens, foram educados como homens, e não vejo porque seriam mais empáticos com mulheres.
Cresceram achando que o mundo gira em torno de seu umbigo, tal qual qualquer homem hétero. A única diferença é que não sentem atração por vaginas, mas o menosprezo pelas mulheres continua o mesmo (algumas vezes até reforçado por inveja).

Kasturba disse...

O mundo capitalista gira em torno de dinheiro sim.
Mas existem, sim, pessoas (não empresas) com pensamento em prol de ajudar o mundo de alguma forma. E se essas pessoas ocuparem posições chave nas empresas, pode fazer parte da política das empresas certas ações que visam conscientizar pessoas.
Exemplo disso foi a Air Bnb, que cancelou diversas reservas e baniu os usuários que estavam buscando acomodação pra participar daquela passeata racista nos EUA. Se a empresa tivesse ficado quietinha, ninguém a teria acusado de nada, visto que seu papel não seria de forma alguma ligada diretamente à passeata. Mesmo assim ela perdeu bastante dinheiro, usuários, e certamente vai sofrer boicote desses lixos racistas. A empresa decidiu perder lucro para defender uma idéia.

Anônimo disse...

Joana, o problema n é ser trans, é o abuso q alguns cometemn( e militantes trans fingem q n acontecem) e as baboseiras q eles pregam pra serem aceitos, como pênis e vagina n ter nada a ver com homem e mulher(só essa parte n tem a ver, o resto sim ?!).
Eles são minoria, a maior parte n tem o menor problema com o corpo nese sentido, n podem querer transformar a exceção em regra. Até pq, até agora n tem uma explicação decente para o porque disso acontecer.
É como alguns gays tentam fazer, já q existem gays, a heterossexualidade n existe, é tudo forçado pelo patriarcado, o mesmo com pinto e vagina. O patriarcado forçando a todos a acharem q são homens e mulheres. ..

Kasturba disse...

Joana, concordo com você na questão de que feminismo é para todos, e quem quiser viver os ideais do feminismo é bem vindo. Sum, todas as PESSOAS são bem vindas, mas nem todas as IDEOLOGIAS são.

Digo isso, porque se você olhar a fundo e despida de preconceitos e pensamentos pseudo-libertários, a ideologia de gênero prega o oposto ao feminismo. Ideologia de gênero afirma e reforça os papéis de gênero impostos pelo machismo, e isso não tem espaço dentro do feminismo (a ideologia, e não as pessoas).

O feminismo prega o fim dos papeis de gênero. Uma mulher nem sempre é e nem precisa ser sensível, delicada, perfumada, fútil, detalhista e bobinha para ser uma mulher, simplesmente porque essas características todas NÃO SÃO características femininas (e nem masculinas). Assim como um homem nem sempre é e nem precisa ser forte, corajoso, inteligente, bruto, insensível para ser um homem, já que essas características NÃO SÃO características masculinas (e nem femininas). O feminismo veio mostrar que essa polarização que divide as características entre "coisas de homem" e "coisas de mulher" não faz sentido, e funciona como uma prisão, onde as pessoas tentam se encaixar, algumas obtendo sucesso sem muito esforço, outras sofrendo um pouco pra caber na "forma certa", e outras se sentindo um ET porque nao conseguem se encaixar, por mais que se esforcem. O feminismo vem libertar a todos nós, mostrando que, sejamos homens ou mulheres, podemos ser quem somos verdadeiramente, com nossas características peculiares que nos tornam únicos, sem a necessidade de seguirmos padrões. Não há nada de errado com a mulher bruta ou com o homem vaidoso. São pessoas tão normais e ajustadas ao seu sexo e ao mundo quanto a mulher vaidosa e o homem bruto.

Na contramão do feminismo, a ideologia de gênero traz papéis bem definidos sobre o que é ser homem e o que é ser mulher, e são exatamente os mesmos papéis que o machismo coloca. Então, travestido de "progressista", essa ideologia vem dizer que se um homem é vaidoso, delicado e sensível, na verdade ele tem cabeça (ou alma, ou espirito, como vc colocou) de mulher, porque, segundo essa ideologia (bem de acordo com o machismo), essas são características femininas, e um "homem de verdade" não pode ser assim. Então, devido ao não encaixe desse homem no papel social que lhe caberia dentro da sociedade machista, a ideologia de gênero lhe dá a opção de se mutilar e se encher de hormônios, na esperança de que assumindo um novo papel (o de mulher), o encaixe seja mais fácil. Mas claro que não é, porque o machismo, que impõe esses papéis, não aceita a troca, e a pessoa passa a ser perseguida talvez até mais do que antes (basta ver como exterminamos os trans no Brasil).

Portanto, não tem como caber ideologia de gênero dentro do feminismo, sendo coisas tão opostas. O feminismo prega a liberdade para realmente sermos quem somos e como somos.
A ideologia de gênero é filhote do machismo, ilude e aprisiona pessoas aos papéis de gênero, para depois matá-las.

Anônimo disse...

Disse tudo kasturba

Anônimo disse...

É importantíssimo para a vida da mulher, em todos os seus aspectos, que a pornografia seja vista com olhos claros, não nublados por agendas que prejudicam a mulher, explícita ou tacitamente, venha de que pseudo espectro político vier. Assim, a seguir, trechos essenciais, em português, de palestras proferidas por Gail Dines, feminista autêntica, que estuda e desnuda a pornografia, para que nós, mulheres, possamos salvar as nossas vidas cotidianas, os nossos corpos, as nossas psiqués, a nossa verdadeira luta política, salvar nossas crianças, nossas meninas, e pavimentar um presente e um futuro em que não seremos mais escravas do patriarcado, seja ele óbvio ou insidioso. Vamos lá, com vocês, Gail Dines, trecho nº 1:

"Quando lidamos com a Indústria Pornográfica, estamos lidando com um poder cultural, social e político que tem o poder de definir o panorama sexual, pois trabalham como qualquer outra indústria.

Concordamos que a indústria de alimentos molda a maneira que comemos, que a indústria da moda molda a maneira que nos vestimos, então como é possível que a indústria do sexo é única que não molda o comportamento humano?

Se a indústria pornográfica não molda a maneira como nos comportamos então tudo que sabemos sobre sociologia e psicologia está errado. Teríamos que concordar que todos nós nascemos com uma certa sexualidade e que ela se mantém intocada pela cultura, e sabemos que isso é impossível, sabemos que a sexualidade é construída pela cultura.

Quando eu falo de pornografia, que imagens vem a sua cabeça? Revista “Playboy”? Pessoas fazendo sexo? A revista "Playboy"está falida e só sobrevive porque vende sua marca e investe em outras empresas mais hardcore sob outros nomes para manter a sua marca “limpa”, a Penthhouse faliu e a Hustler se diversificou.

Quando eu comecei a estudar a pornografia, essa capa da Hustler era o pior que havia na época. Se alguém me dissesse a 15 anos atrás que aqueles eram “os bons tempos da pornografia”, eu diria que a pessoa estava louca. Se me falassem como a pornografia seria hoje eu diria: “De jeito nenhum, as pessoas não vão deixar isso acontecer”. Eu estaria errada."

Anônimo disse...

Continuando nossa viagem abridora de olhos sobre a pornografia e como ela é usada para destruir as vidas e os corpso de todas as mulheres, não só das escravas prostituídas e violentadas que atuam nos filmes, vamos a mais Gail Dines, trecho nº 2:

"É assim que a pornografia é hoje: não existe mais soft-porn (pornô leve) e hardcore (pornô pesado), o que existe é feature-porn (pornô “longa metragem”) e gonzo-porn (pornô “sem roteiros”).

O soft-core não existe mais porque migrou para a cultura pop. O nível de hipersexualização das artistas pop atuais seria considerado soft-porn 15 anos atrás. Hoje olhamos para a mídia e ficamos dessensibilizados a um nível de hipersexualização que é totalmente novo. E por causa dessa hipersexualização da cultura pop a pornografia teve que ficar mais hardcore para se diferenciar da MTV por exemplo.

Para a indústria, o feature-porn é o que eles chamam de “mercado para casais”. É um filme de uma hora e meia, música suave, às vezes tem história, mas o sexo é hardcore. Os homens costumam mostrar esses filmes para as namoradas para elas se acostumarem com sexo hardcore.

No documentário “The price of pleasure” (O preço do prazer), por exemplo, um rapaz fala sobre como ele quer apresentar sexo anal para sua namorada mas não sabe como fazer, então ele pega um filme feature-porn, que sempre tem sexo anal, e espera o momento certo para propor sexo anal a ela: o momento em que ela não fizer mais careta para as cenas. Ou seja, quando um homem sugere assistir um feature-porn com uma mulher, geralmente ele quer que ela se anime a fazer sexo hardcore com ele. Resumindo, é esse tipo de pornô que homens e mulheres costumam assistir juntos. Mas quando homens estão sozinhos o que eles assistem mesmo é gonzo-porn (pornô “sem roteiros”): É assim que eles chamam o pornô pesado sem história nenhuma.

O “pai” desse tipo de pornô é um homem chamado Max Hardcore.

“Eu forço mulheres a beberem meu mijo, fodo elas com os punhos, destruo seus traseiros e cavo suas gargantas até elas vomitarem.” – Max Hardcore.

Ele é um sádico sexual e um dos donos da indústria gonzo. Ele, na verdade, inventou a pornografia com vômito. Este homem usa espéculos como instrumento de tortura em vaginas e ânus de mulheres.

Quando eu comecei minhas pesquisas 15 anos atrás e entrevistei pornógrafos da indústria, nenhum deles queria chegar perto do Max Hardcore, ninguém queria ser dono dessa empresa, ele era considerado muito extremo. Da última vez que estive em Las Vegas, ele tinha o maior estande no centro da convenção pornô e tinha a maior fila de autógrafos de lá. Ele agora é o centro da indústria pornográfica.

Não existe um jeito melhor de contar a história da pornografia do que contar a história da marginalização de Max Hardcore até sua chegada ao topo.

Para aqueles que não conhecem, no gonzo-porn é assim: não existem mulheres, apenas “vadias”, “putas”, “bucetudas” e “depósitos de porra”."

Anônimo disse...

Continuando esta pequena exposição do sério estudo da feminista Gail Dines sobre o que realmente é a pornografia, a arma de guerra social anti-mulher e anti-feminista que é a pornografia, aqui vai o trecho nº 3:

"
E por que isso? Porque você não pode deixar que o cara que vai se masturbar assistindo aquele sexo violento veja qualquer sinal de humanidade naquelas mulheres; porque na maioria das vezes os homens que chegam até esses filmes pornôs não são sádicos. Mas, a questão é, como fazer homens que não são sádicos sexuais se masturbarem vendo sexo sádico? Isso é um problema na indústria, porque vocês concordam que a maioria dos meninos de 13 anos não é sádico sexual ainda, não é mesmo?

Isso é muito importante. Porque quando você faz tráfico de mulheres você tem que mostrar que aquelas mulheres “são diferentes das que você conhece”. Você faz essa divisão porque quando chega a hora de assistir tortura sexual ninguém vai olhar nos olhos daquela mulher e ver um ser humano, mas sim uma “vadia”, uma “puta”.

Homens com frequência discutem comigo dizendo que as mulheres que fazem esse tipo de filme amam o que estão fazendo, e eu sempre rebato: “Você já pesquisou? Conversou com as atrizes?”

E eles respondem: “Dá para vê que elas gostam”.

E o mais interessante é que na verdade você vê o contrário. Elas são péssimas atrizes. Podemos ver que elas estão chorando, que elas estão chateadas e que no final elas estão completamente acabadas.

Qual é a principal prática do gonzo? Enfiar o pênis com tanta força na garganta da mulher que a faz engasgar. Engasgar mesmo. Lágrimas escorrem do seu rosto enquanto ela engasga e na maioria das vezes ela vomita, e o vômito fica lá visível durante o filme.

Essa é a prática número 1. E estou falando de pornografia mainstream. É isso que você encontra no Google em 15 segundos depois de digitar “pornô”. Isso nem é o pior que a indústria pornô produz, isso é mainstream.

Agora imagine um menino de 11 anos, hormônios aflorando, ele digita “pornô” no Google imaginando que vai ver alguns seios e é isso que ele encontra. Como eles o mantém no site? Os pornógrafos pensaram nisso muito bem:

“Sabe o que a gente diz sobre romance e preliminares? A gente diz FODA-SE! Esse site não é para meias-bombas tentando impressionar vadias metidas. A gente pega lindas putas e faz o que todo homem REALMENTE gostaria de fazer. A gente faz elas engasgarem até a maquiagem borrar e deixamos todos os outros buracos ardendo – vaginal, anal, dupla penetração e qualquer ato envolvendo um pinto e um orifício. E depois damos um banho grudento nelas.” – texto do site “Gag me and then fuck me”

Imaginem um menino de 12 anos, ele não sabe que vai assistir isso e se assusta, mas os pornógrafos planejaram isso muito bem, eles dizem “faz o que todo homem REALMENTE gostaria de fazer”. Essa é a isca. Eles estão dizendo para o menino: “Você é um homem de verdade? Porque se você for, é isso que você realmente gostaria de fazer”."

Anônimo disse...

Agora, neste trecho nº 4, Gail Dines começa a falar da captura, pela pornografia e pelo machismo, das subjetividades dos meninos pré-adolescentes, e como eles começam a ser preparados para tornarem-se clientes da pornografia e da prostituição, assim como agentes propagadores da cultura do estupro e estupradores cotidianos:

"E o que vocês acham que um menino de 12 anos vai fazer? Vai fugir assustado porque não é um “homem de verdade”? Claro que não! Ele está construindo a sua masculinidade. E como você a constrói? Você vaga pela cultura se perguntando o que significa ser um homem. É assim que eles conquistam os meninos.

Assim como as mulheres vagam pela cultura se perguntando ‘o que significa ser uma mulher?’ e encontram Beyoncé, Lady Gaga e Rihanna, eles vagam pela cultura em encontram ISSO.

É como uma aranha espalhando a teia.

Os meninos acabam excitados e traumatizados. Essas crianças são vítimas da indústria pornográfica porque fazer isso com um menino de 12 anos é vitimá-lo e traumatizá-lo, pois não é isso que ele procura. Essa é a idade em que ele desenvolve suas preferências sexuais, e quanto mais ele desenvolve suas preferências sexuais pela pornografia mais a pornografia define quem ele é.

Quanto mais a pornografia define quem ele é, mais provavelmente ele vai se tornar um cliente. Porque quantas mulheres ele vai encontrar que vão fazer esse tipo de coisa? Ele vai querer fazer essas coisas. E é assim que a pornografia cria demanda."

Anônimo disse...

Neste trecho nº 5, Gail Dines continua sua exposição da realidade da pornografia, e como ela é uma arma de guerra do patriarcado para destruição dos corpos das mulheres:

"Outra prática mainstream é o sexo anal extremamente violento. O objetivo desse tipo de pornografia é mostrar “o quanto essa vadia é suja”. Esse texto é de um famoso site gonzo:

“Aqui na Pure Filth nós sabemos exatamente o que vocês querem e damos isso para vocês. Gatas sendo fodidas no rabo até seus esfíncteres ficarem rosa, inchados e totalmente explodidos. Fraldas geriátricas vão esperar essas putas quando o trabalho delas acabar”.

Isso agora é mainstream.

Ninguém precisa ser Phd para entender o que isso significa: Nojo e ódio às mulheres numa idade em que os meninos estão desenvolvendo suas preferências sexuais.

Outra prática comum na pornografia é 1 mulher e 3 homens, onde ela é penetrada oralmente, vaginalmente e analmente ao mesmo tempo, enquanto puxam seu cabelo, cospem no seu rosto e a chamam de “puta”, “vadia”, etc. E no fim todos ejaculam no seu rosto.

Pesquisas apontam que a prática sexual que 80% dos homens tem vontade de fazer, mas nunca fazem é ejacular do rosto de uma mulher. De onde será que eles tiraram essa ideia?

Vocês tem noção que um pequeno grupo de homens em Los Angeles está construindo a preferência sexual dos meninos pré-adolescentes no mundo todo?

Isso é o que eu chamo de colonização cultural na sua pior forma. Porque quando você coloniza uma cultura sexualmente, você a coloniza por completo.

Um relatório médico da indústria pornográfica mostrou que atualmente as atrizes estão contraindo gonorreia na garganta e nos olhos e clamídia no anus. Vocês acham justo que a cada ano um grupo de mulheres de cada geração tenha que lidar com isso? Vocês acham que elas são diferentes de eu e você?"

Anônimo disse...

Neste trecho nº 6, Gail Dines continua explanando mais sobre a formatação dos garotos pré-adolescentes em clientes da pornografia e homens misóginos perversos perpetradores da cultura do estupro em suas mais variadas formas, contra todas as mulheres, para sua literal destruição:

"Antigamente o que os meninos adolescentes faziam quando os hormônios começavam a agir? Roubavam a “Playboy” do pai. Você tinha um acesso limitado a pornografia. Por pior que a “Playboy” fosse, ela não chegava aos pés do que a pornografia é hoje. Nunca antes uma geração de meninos foi criada com acesso 24 horas à pornografia pesada. Esse tipo de experimento social nunca foi feito antes.

E esses meninos vão crescer e se tornar políticos, advogados, médicos, ou seja, os líderes da próxima geração, pois quando eles crescerem ainda viveremos numa sociedade patriarcal.

E eu pergunto: que tipo de pais, advogados, juízes, vão se tornar esses homens criados pela pornografia gonzo?

Esse tipo de pergunta não está sendo feita. E como socióloga e estudiosa em pornografia eu posso garantir que haverá implicações que vocês ainda nem podem entender. Porque assim que você perde a habilidade de se conectar emocionalmente com alguém, que tipo de ser humano você se torna?

E qual é o futuro da pornografia?

Bom, a pornografia está num beco sem saída. Sabem por quê?

O problema que eles enfrentam hoje é o seguinte: Eles já fizeram tudo o que podiam com o corpo de uma mulher até quase matá-la. Não sobrou mais nada. E porque a pornografia é tão rentável, acessível e anônima e porque tantos homens a usam todos os dias, se instaurou uma total dessensibilização.

Porque o que faz o sexo ser interessante? A pessoa com a qual você está fazendo sexo e a conexão que se tem com ela. Mas a pornografia destruiu toda essa conexão e deu lugar ao nojo e ao puro ódio às mulheres.

Vejam o que disse um diretor de filmes gonzo:

“O problema com o mercado de sexo extremo, o sexo gonzo, é que tantos fãs querem ver coisas cada vez mais extremas que estamos sempre procurando novos caminhos para fazer coisas diferentes”"

Anônimo disse...

Neste importantíssimo trecho nº 7, Gail Dines aborda a pedofilia, uma arama de guerra patriarcal empregada amplamente na sociedade contra nós, mulheres, quando somos ainda apenas crianças, dentro dos chamados lares de bem ou lares progressistas, e ensinada em massa pela pornografia:

"Bom, e sabem para onde a indústria pornográfica está indo?

Em 2003, a lei que proibia pornografia com mulheres de 18 anos que aparentavam ter menos de 18 anos foi derrubada. Do dia para a noite houve uma explosão do que eu chamo de “pornografia infantil legalizada”. Estão na sessão “teen” dos sites pornográficos.

O tipo de filme que temos hoje em dia é:

Vocês sabem quantas enteadas são estupradas? Isso não é coincidência.

Pedófilos costumam ir atrás de mulheres com filhos.

E onde tudo isso está nos levando?

Bom, a um tempo atrás entrevistei estupradores de crianças que não eram pedófilos.

Explico, nenhum deles se encaixava na descrição do que é um pedófilo – homens que em media aos 14 anos começam a molestar crianças e quando chegam na fase adulta deixam um rastro de centenas de vítimas.

Esses homens que entrevistei estavam presos por posse de pornografia infantil e por estuprar uma criança depois dos 50 anos, e quando eu perguntei se eles eram pedófilos eles ficaram ofendidos e disseram: “Claro que não! A gente prefere sexo com mulheres adultas!”

Então eu perguntei: “Mas se vocês não são pedófilos, por que estupraram crianças?”

E a resposta que eles me deram foi: “Ficamos entediados com a pornografia adulta e queríamos tentar algo novo”.

E sabem quanto tempo eles levaram para estuprar uma criança depois de ver pornografia infantil? 1 ano.

É isso que a sociedade fez: abriu as portas para uma nova geração de homens que nunca antes havia considerado uma criança como vítima, e agora considera.

Vocês conhecem o termo aliciamento não?

Aliciamento é quando um molestador foca numa vítima criança, mas ele não bate ou violenta, ele diz o quanto ela é especial, o quanto ela é legal, ele compra presentes, ele diz o quanto ela é gostosa até que chega um ponto em que a criança acredita que a coisa mais importante na vida dela é o quanto ela é atraente.

Nesse dia das entrevistas, eu aprendi uma lição valiosa sobre a nossa cultura, e ela não me foi dada por um acadêmico, mas por um estuprador que estava preso por violentar a enteada de 10 anos. Vou chamá-lo de Dick. Quando entrevistei Dick e perguntei como ele estuprou a criança ele disse:

“A cultura fez boa parte do aliciamento por mim”

Foi aí que a minha ficha caiu. Vivemos numa sociedade aliciadora. Não existe mais um único aliciador aliciando uma única criança de cada vez, o que existe é uma cultura inteira aliciando nossas meninas a se comportarem inapropriadamente de maneira sexual e aliciando nossos meninos a serem fãs de pornografia gonzo.

Nossa cultura se tornou um aliciamento coletivo."

Anônimo disse...

Para finalizar a importante conscientização sobre o trabalho de Gail Dines denunciando a verdade sobre a pornografia, aqui vai o link de onde estes trechos de sua obra, essenciais â vida da mulher, vieram: https://we.riseup.net/radfem/como-a-pornografia-cria-o-cliente-gail-dines - acessem esta primeira fonte para, a partir dela, acessar outras e mais outras fontes - de vida - e aprofundarem-se verdadeiramente no estudo do feminismo que defende a mulher, enxerga a sua realidade material, individual e coletiva, dentro do contexto político de uso de nossos corpos e apagamento de nossas vozes - para assim, nos instrumentalizarmos - para sermos realmente fortes e potentes, diante dos ataques perversos vindos de todos os lados, sob os rótulos de 'conservador' e de 'liberal' - para estarmos despertas, vendo a realidade como ela verdadeiramente é - para estarmos verdadeiramente aptas a lutar - e VENCER.

Joana disse...

Não entendo porque complicam tanto! Para mim, a questão trans é de simples entendimento. Uma pessoa que nasceu com genital feminino só tem de feminino o corpo e se identifica como homem. Ok. Quem é que SABE quem essa pessoa é: eu ou a pessoa?

Claro que é a pessoa que sabe quem é, a identidade dele ou dela não é algo que pertença a mim ou que me caiba discutir. Nem a mim, nem a você, nem à sociedade.

Posso não concordar? Posso, lógico. Mas DEVO respeitar.

Pessoas trans podem, sim, ser feministas e contribuir muito para o movimento.

E pela quantidade de pessoas que tem se revelado trans, essa "minoria" não é tão pequena assim...

Não confunda, as pessoas não estão empurrando nada goela abaixo de ninguém nem querendo ser aceitas. Elas querem ser RESPEITADAS.

Sou mulher cis, amo ser mulher e pelo sentimento que tenho em relação ao meu gênero, posso supor como é ao inverso e ter o rascunho do sofrimento de uma pessoa trans.

Não sejamos psicopatas, sem ao menos tentar sentir o que o outro sente. Pode acontecer na minha casa ou na sua.

Joana disse...

Kasturba, entendo a sua posição e concordo com muito do que você argumentou. Sou uma mulher firme, decidida, de lágrimas raras e escassas, racional e prática. Meu irmão, um homem romântico, sentimental, doce, emocional, nada prático. E nada disso tem a ver com nossos gêneros. Mas somos pessoas cisgêneras. Meu irmão adora ser homem, eu adoro ser mulher. E quem não adora? É porque aderiu à ideologia de gênero ou porque seu espírito só se entende e só tem paz no gênero oposto? Todo transhomem é estereotipado? Toda trans mulher é estereotipada? João W. Nery não se define como um homem feminino e não criou um filho feminista? Será mesmo que todas as pessoas trans estão abraçando a um estereótipo de gênero ou a si mesmas? Vejo que nem todos se identificam com o que a sociedade toma por masculino ou feminino mas com a energia que as move, com algo que é intrínseco a elas.

Anônimo disse...

Uau. A gente não faz ideia, quando se tem um mínimo de humanidade, a que profundezas descem algumas pessoas por dinheiro. Eu estou realmente alarmada com a indústria gonzo. Eh triste ver nossas crianças expostas a isso.

Alicia

Anônimo disse...

Isso é o capitalismo, um moedor de carne humana (a capa da Hustler, citada no trecho nº 1 de Gail Dines) - e funciona movido não só a dinheiro, mas a sadismo contra a mulher - a misoginia não pode ser explicada sem o capitalismo e sem o sadismo, eles se imbricam e são, em uma única palavra: o Mal, a maldade que escorre, a perversidade além da imaginação. A pornografia de dilaceração do corpo da mulher não é mais um tipo só, em um canto, ela é o MAINSTREAM. É uma das armas de guerra dessa guerra não-declarada oficialmente do Patriarcado contra a Mulher.

Não procurem o Mal em alguma entidade flutuante e transcendente, não - transcendência é só mais um mecanismo de controle do capital, mancomunado com a máquina de controle chamada religião. Tampouco o Bem é externo a qualquer coisa, pois não há o externo ao mundo, não existe o transcendente - o mundo, a natureza, a vida é imanente. A transcendência é mais uma máquina de controle, que aparece como religião e, no pós-modernismo, também como modos de vida capitalista e suas engrenagens ilusórias: metas de sucesso, equilíbrios de vida, carreiras, liberalismo americano - este último, líquido como a maldade que escorre, se infiltra em tudo, é o braço cultural do capitalismo, é sua arma mais forte, sendo seu principal alvo o Feminismo, que é a única força realmente revolucionária que restou na pós-modernidade.

O liberalismo é pior que o conservadorismo, pois é insidioso e disfarçado - e alimenta-se do ego de seus hospedeiros e hospedeiras - a pessoa narcisista prefere dar o koo a dar o braço a torcer - prefere ser taxada de pessoa-portadora-de-útero a mulher - e defende sua própria escravidão, o seu próprio silenciamento, o seu final apagamento - com o mesmo ardor com que defenderia sua vida - por vezes o faz tolamente sob a máscara dos direitos humanos e da diversidade, e por vezes o faz com violência odienta que só seu apego a privilégios midiáticos liberais é capaz de negar - olhando para o outro lado, se nega a enxergar a realidade ao mesmo tempo em que se omite em covardia extrema contra as próprias irmãs. A covardia e a omissão também são o Mal.

Assim, o liberalismo segue, taxa de radical, como palavra pejorativa, a única força material e pensante, lúcida e lutadora, que há, neste momento crucial da humanidade, capaz de virar o jogo: o FEMINISMO, de raiz, autêntico, verdadeiramente livre e libertador.

É ESSENCIAL - AGORA - libertar-se de ilusões, jogar fora os mínimos privilégios que a mídia liberal faz as mulheres que aderem ao liberalismo pensarem que têm - e aderir, TOTALMENTE, SEM COVARDIA, SEM DEPRESSÃO, SEM TRISTEZA, SEM EGO, SEM NARCISISMO, SEM BÍLIS, sem paixões tristes enfraquecedoras - ADERIR TOTALMENTE AO FEMINISMO AUTÊNTICO - perceber sua força e EXERCER SUA FORÇA - E VENCER! Isso é o Bem.

Kasturba disse...

Joana, na realidade minha opinião é muito baseada em algumas coisas que eu li (normalmente escritas por pessoas cis) e também por conclusões próprias após refletir sobre o tema (também sou cis). Não tenho amigos trans, e uma única vez tive a oportunidade de conversar sobre isso com um trans, e ele não responder minhas colocações... Por isso, pode ser que tudo o que eu estou falando não seja verdade, e de maneira alguma eu estou fechada a mudar de opinião. Mas minha crença (até o momento) sobre essa questão é: Eu acredito que a não-identificação das pessoas trans não é com seu corpo ou seu sexo, e sim com os papéis sociais impostos a elas por terem nascido pênis ou vagina. Desde o nascimento a pessoa é tão criticada, e tão forçada a ir contra sua própria natureza ("Pedrinho, não chora, não brinca de boneca, não passa o batom da sua mãe, não pode dançar balé, não pode cozinhar") que ela começa a se esforçar pra tentar atender àquelas expectativas. Mesmo se esforçando tanto, ela não consegue se adequar e percebe que aquilo vai tanto contra a sua natureza, que ela começa a se questionar sobre si mesma, e começa a acreditar que existe algo de errado consigo ("se eu sou sensível e homem de verdade não é sensível, será que eu não sou um homem de verdade?"). E a partir daí começa a achar que não é realmente daquele sexo, e começa a se sentir desconfortável dentro do próprio corpo. O corpo, então, passa a ser um fardo, pois se torna um empecilho para que ela possa se exprimir e interagir com o mundo de maneira genuína. E daí nasce o ódio ao corpo, o sentimento de não pertencer àquilo, e a vontade de alterá-lo.
Na minha opinião, se Pedrinho pudesse chorar, brincar de boneca, dançar balé, passar maquiagem, cozinhar e fazer tudo o que ele tem vontade, e não fosse reprimido por ser um menino e "meninos não podem fazer nada disso", ele nunca questionaria seu sexo, uma vez que ele não se sentiria "não encaixado", e por isso não se sentiria um peixe fora d'água dentro de seu próprio corpo.

Se fosse de maneira diferente, se a "não-identificação" não fosse com os papéis de gênero, e sim com o corpo, porque essa não conformidade existiria unicamente em relação aos órgãos sexuais? Por que então, assim como Pedrinho não sente identificação com seu pênis, não existiria alguém que não sinta identificação com seus braços, e preferisse retirá-los?

Eu considero as pessoas trans como vítimas do machismo. As considero como pessoas que foram tão bombardeadas com essas mentiras sobre papéis de gênero, e possivelmente tão reprimidas e desrespeitadas desde a infância, que chegaram ao ponto de acreditar que havia algo de errado com seus corpos perfeitos. Imagino que a dor que devem ter sentido por toda a sua vida em função de não se sentirem encaixadas em seu próprio "eu" deva ser terrível. Assim como considero vitimas do machismo as moças que acreditam que devem se manter "puras" enquanto rapazes tudo podem, mulheres que acreditam que devam abrir mão de tudo em função de seus maridos, senhoras que acham que devem ser submissas aos seus homens, porque esse é o lugar da mulher. Acredito que todas essas pessoas foram enganadas e são vitimas de um sistema opressor. Respeito a todas elas, assim como respeito sua dor. Mas não é por respeitar a essas pessoas que não vou lutar para que a mentira que as vitimou pare de fazer novas vítimas.
Eu acredito no feminismo, e luto pelo fim dos papéis de gênero. E nessa luta, luto também pelo fim da farsa da ideologia de gênero, que tem feito tantas vítimas e enriquecido ainda mais a industria farmacêutica.

Anônimo disse...

Nossa! Não sabia que a industria pornográfica era assim tão baixa. Nunca consumi pornografias, porque nunca tive interesse, e também porque nunca quis contribuir financeiramente para algo que eu não concordo (coisificação da mulher).
Mas como fazer para evitar que meninos sejam fisgados nessa armadilha? Tenho um primo que amo, e ele está bem nessa idade de começar a ter curiosidade sobre sexo (10 anos). Qual seria a melhor forma de proceder, uma vez que é impossível proibir ou mesmo controlar todo o tempo o acesso à internet? :(

Anônimo disse...

Queria ter lido esse texto sobre a pornografia a 25 anos atrás. Minha vida teria sido bem diferente.

titia disse...

18:16 a melhor alternativa é o diálogo franco e aberto. Deixe claro pro seu primo que ele pode lhe fazer perguntas, tirar dúvidas, pode falar com você se alguma coisa incomodá-lo. Se você mantiver um diálogo com seu primo e for confiável (não sair por aí espalhando pra todo mundo ou contar pros pais dele o que o garoto anda fazendo pra se descobrir sexualmente), ele vai por vontade própria ir até você quando alguma coisa o perturbar ou abalar, então você pode conversar com ele e explicar que sexo não é igual ao pornô, que nem todo mundo gosta da mesa coisa, sobre consentimento, sobre a importância de se prevenir, responsabilidade, etc. O diálogo é sempre a melhor maneira de lidar com essas coisas, o problema é como sempre o moralismo hipócrita e a maneira ridícula com que o brasileiro lida com sexualidade.