segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O CURIOSO CASO DE BOLSONARO BUTTON

Resumiu bem (clique para ampliar).
E não param de surgir casos de nepotismo, que pra família Bolso deve ser sinônimo de meritocracia.

142 comentários:

Felipe Roberto Martins disse...

Adorei Lola... são hipócritas e reacionários. Os tempos são outros! Nós Brasileiros não vamos nos enganar em 2018.

Anônimo disse...

Já nos enganamos em 2002, 2006, 2010 e 2012 elegendo ladrões...

Rafael Cherem disse...

Esse senhor em segundo lugar nas pesquisas é demonstrativo da quantidade de imbecis que temos com título de eleitor.

Anônimo disse...

Tem gay na família Bolsonaro e dizem que o titio Jair aceita numa boa... pra mim ele é uma caricatura bem ridícula.

Luise Mior disse...

Tenho que concordar Rafael. Muita gente vota levianamente. Farsa total Bolsonaro...

Anônimo disse...

Bolsonaro mostra-se perfeito para ser eleito síndico de prédio. Ele colocaria ordem na bagunça, impediria som alto, deixaria a piscina limpa, faria muita coisa pelos condôminos.


Mas para comandar o Brasil, é preciso que um presidente de esquerda possa aumentar o salário mínimo, possa valorizar as populações carentes e traga o povo para o centro das decisões.

titia disse...

Sabe, o fato de Bolsonaro ter tantos podres e ainda assim ter tanto apoio e tantas intenções de voto é um retrato bem deprimente do caráter geral do povo brasileiro. Com licença, vou sentar ali e chorar um pouco.

Anônimo disse...

Bolsonaro pode ser péssimo, mas pelo menos não é um corrupto comprovado como o Lula.
Certamente entre Bolso e Lula, bolsonaro é o menos pior

Anônimo disse...

Bolsonaro não é honesto, mas é muito esperto.

Rafael disse...

Claro, antes de 2002 O Brasil tinha outro nome. Chamava-se Dinamarca do Sul.

Rafael Cherem disse...

A honestidade de Bolsonaro é uma lenda, ele só não foi corrompido porque nunca foi relevante.

Agora, uma sugestão, pq não parar de falar desse idiota?

M.C disse...

Não sei se essa família representa o que o Brasil tem de pior, ou se são os que pretendem votar neles que representam a verdadeira ameaça.
Assustador pensar que cerca de 15% dos brasileiros teriam a coragem de votar em gente de tal discurso.

Anônimo disse...

Olha, de fato o Bolsonaro é um hipócrita, suas ideias beira a insanidade a ponto de me fazer repensar o tratamento de choque sem anestesia.
O Temer, bem... o Temer é uma catástrofe em forma de presidente e eu não pensei que eu voltaria a ver no Brasil algo desse nível.

Mas eu repito ad nauseam et infinitum: quando eu vejo esse auê ao redor desses dois figuras a única coisa que eu vejo é o sujo falando mal do mal lavado.

Bolsonaro e cia só crescem - não só no Brasil, mas no mundo inteiro - porque a esquerda FALHOU E FALHA MISERAVELMENTE!!!! No Brasil eles tiveram a oportunidade única de ter pego o país num ótimo momento da economia e o que fizeram? Usaram o dinheiro público como papel higiênico!!! Resultado: o povo que vocês dizem defender (já parei de acreditar nessa merda há muito tempo) está numa situação de completo abandono e gente como Bolsonaro começa parecer razoável.

continua

Jane Doe

Anônimo disse...

continuando...

A ideologia da esquerda está cada vez mais decadente e quando eu vejo alguns esquerdistas eu volto novamente a repensar os hospícios e o tratamento de choque.

Exemplo 1.: Ódio extremo ao empresário ou qualquer pessoas que ganhe qualquer coisa que não seja bolsa família. Aliás eu não entendo vocês - o Brasil deve ser o país em que é mais difícil de fazer um pequeno/médio negócio funcionar e ir pra frente. Todos os dias pequenos empresários fecham suas portas antes mesmo de conseguirem recuperar seus investimentos (admitam - alguns de vocês devem ter orgasmos múltiplos quando isso acontece). Gente que poderia estar gerando renda para o país, empregos e serviços competitivos são esmagados antes mesmo de começar!

Exemplo 2: Achar que trabalho é a pior sentença que o ser humano pode ser submetido. Mais uma vez - as reformas trabalhistas são um retrocesso, em alguns casos até mesmo o retorno da casa grande e senzala? Não há dúvida. Mas não existe desenvolvimento, não existe melhorias sociais e econômicas, não há como retirar o país e pessoas da lama SEM TRABALHO, ESFORÇO E DEDICAÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA!!! Vocês acham mesmo que países com alto índices de desenvolvimento humano as pessoas não trabalham e tem um funcionário público até pra limpar o traseiro?

Exemplo 3: defender, justificar, minimizar qualquer crime e atrocidade cometida por... - eu queria dizer "grupo pelos quais a esquerda luta" mas vou usar o termo mais adequado "bucha de canhão" por que, again não acredito que esquerdistas querem o bem deles - pelas buchas de canhão de esquerda. Cada vez que vocês se esgoelam justificando atrocidades por que na verdade é "justiça social", "o oprimido se voltado contra o opressor", "redistribuição de renda" vocês estão dando mais e mais combustível para Bolsonaro, Trumps e cia ltda. É por isso que eles crescem tanto!!!
Alguém me diz COMO terrorismo, latrocínio, estupros, assassinatos etc. vão melhorar as coisa? O mundo fica mesmo mais pacifico e igualitário toda vez que uma mulher como eu p. ex. é brutalmente estuprada? O quando alguém que passou a vida inteira se matando de trabalhar pra ter algo na vida é assaltado, espancando e morto?

Exemplo 4 - vou terminar aqui, mas a lista é grande - Esse é um dos que mais me dói e tem ligação direta com o item 3. Eu vejo a esquerda engolir mais e mais o feminismo, colocando seus interesses acima das mulheres, usando mulheres já em situação precária como joguete para se promover. Os crimes contra as mulheres se torna justificável ou não tão grave quando é do interesse da esquerda.
De boa, se vocês não conseguem ou não tem interesse de mudar os itens acima - por favor - pelo menos deixem as mulheres foram disso!! Please!!! Já carregamos o mundo inteiro nas costas... não precisamos de mais peso...

Saí do tema do post, mas precisa dizer isso...
Espero que sirva de reflexão para alguns...

Jane Doe

titia disse...

Votou em Lula e fez lobby para Aldo Rebelo – prova que o nobre deputado apoia quem lhe convém. Cadê seu Deus agora? (Arquivo FSP - Matéria de 19/12/2002)

Bolsonaro, o terrorista - aqui, finalmente a matéria da Veja onde Bolsonaro confessa estar planejando diversos ataques terroristas à bomba em quartéis do exército. (Arquivos da Veja - 28/10/1987)

Bolsonaro, o terrorista. Aqui todas as matérias e a comprovação que o então capitão do exército planejava plantar bombas em vários quartéis e em uma adutora no Rio de Janeiro. Apesar de todas as evidências Bolsonaro foi absolvido em sessão secreta do Supremo Tribunal Militar, os ministros do Supremo não comentaram o caso. (Clique nas imagens para ler as matérias - arquivo da FSP 01/11/87 - 08/11/87 - 27/02/88/ - 18/06/88)

Bolsonaro colabora com o genocídio Ianomâmi – escândalo internacional na época, o deputado insiste em diminuir ainda mais a área dos indígenas “Tem é que acabar com essa reserva Ianomâmi”. (Arquivo da FSP 19/08/93 - 20/08/93)

Nepotismo - FSP revela que Bolsonaro nomeou o filho para um cargo VIP e não concursado, o chamado “Cargo de Natureza Especial”. (Arquivo da FSP - 31/08/2003)

Bolsonaro FALSIFICA um projeto de lei – e alega “pressão dos militares” (Arquivo da FSP 04/09/91)

Bolsonaro acusado de usar verba pública - terrorista, golpista, genocida, propenso assassino, só faltava mesmo ladrão na ficha corrida. (Arquivo da FSP 02/12/94)

Bolsonaro novamente na lista de nepotismo – o deputado revelou à reportagem da FSP que os dois “Siqueira Valle” que empregava eram familiares, mas se recusou a dar o grau de parentesco. (Arquivo da FSP - 04/03/2007)

http://bolsonazi.tumblr.com/

Honesto? Não é corrupto comprovado? Triste saber que brasileiros adultos ainda acreditam em Papai Noel e Fada do Dente.

donadio disse...

"Hugo Chávez é uma esperança para a América Latina"

Jair Messias Bolsonaro, em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, setembro de 1999

"Hugo Chávez é uma pessoa ímpar"

Jair Messias Bolsonaro

"Eu gostaria muito que sua filosofia [de Hugo Chávez] chegasse ao Brasil"

Jair Messias Bolsonaro

“[Hugo Chávez] não é anticomunista e eu também não. Na verdade, não tem nada mais próximo do comunismo do que o meio militar. Nem sei o que é comunismo hoje em dia.

Quero passar uma semana lá [na Venezuela] e ver se consigo uma audiência [com Hugo Chávez].”

Anônimo disse...

“Hugo Chávez é uma esperança para a América Latina"

Jair Messias Bolsonaro, em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, setembro de 1999

Sou obrigada a concordar com essa opinião do Bolso... Hugo Chávez realmente buscava o bem estar social, muito diferente de maduro que quer o poder pelo poder e que se dane o povo.

Enfim, se bolso realmente pensa assim, meu voto é dele, mas também não pode pisar na bola.

Rafael Cherem disse...

Jane Doe,

A esquerda possuí erros, mas só há um detalhe, em tempo algum na história brasileira ela ocupou o poder, o máximo que chegou foi no governo de conciliação de classes e pequeno-burgues do Lula/Dilma, sendo patente a guinada à direita da presidente golpeada após sua segunda eleição, dito isso, a esquizofrenia do debate público brasileiro não permite averiguar que as mazelas nacionais são em essência, fruto de politicas direitistas, fala em violência urbana, os grandes traficantes são potentados de familias tradicionais, fala em saúde precária, pode apontar o dedo tranquilo para a direita pois são suas politicas de sucateamento s responsáveis pelo caos, enfim,quase todo período republicano foi dominado pela direita.

Quando a esquerda se movimentou e lutou, o resultado foram vitórias esporádicas, muitas delas de pirro, quando não resultaram em golpe de estado e morte.

O conflito capital x trabalho é uma realidade, não se trata de ódio ao empresário e ao trabalho, mas a defesa dele por condições minimamente dignas e com remuneração coerente, sobretudo em uma sociedade com resquício do período escavagista até hoje.

Portanto, a esquerda é a resistência aos status quo, não é perfeita, é fragmentada,cheia de equivocos, mas são os esquerdistas os únicos a se levantarem contra as incoerências e brutalidades do sistema vigente.

Anônimo disse...

Rafael, mas o bolsonaro também tem muitas críticas ao sistema vigente e tem a vantagem de ser honesto.

O fato de as potências internacionais roubarem nosso nióbio por exemplo... precisamos construir um país forte, e não um país escravo do capitalismo.

Anônimo disse...

Bolsonazi zzZzzzZzzzzZZzzzzZzzzzZZZzzzzZROINCzzzZzzzZzzzZZ!

Rafael Cherem disse...

Rafael, mas o bolsonaro também tem muitas críticas ao sistema vigente e tem a vantagem de ser honesto.

O fato de as potências internacionais roubarem nosso nióbio por exemplo... precisamos construir um país forte, e não um país escravo do capitalismo.

Vc está falando do sujeito que prestou continência à bandeira dos EUA? Não dá para chamar de nacionalista quem faz isso.

Honesto? Pra mim ele não teve foi oportunidade, já que sempre foi um politico apagado e irrelevante.

Anônimo disse...

Rafael, ele teve oportunidade. A jbs depositou dinheiro na conta dele e ele devolveu imediatamente.

Os corruptos são doidinhos pra embolsar as propinas recebidas, são uns cretinos.

Hugo de Angelis disse...

Sobre o honesto, esqueçam isso. O bolsinho lavou dinheiro da JBS usando o partido E recebeu propina de Furnas. Sim, o nome dele está na lista de Furnas.

E o patrimônio dele cresceu de forma suspeita entre 2010 e 2014. Então honesto ele não é.

Rafael Cherem disse...

Essa da JBS é conversa fiada, ele devolveu ao partido, fez uma manobra.

Anônimo disse...

Rafael, com todo o respeito e isso que vou dizer não é pessoal - mas eu não acredito nisso.

Na minha mais humilde opinião, acreditar que a esquerda é 100% inocente, de que são todos cordeirinhos que nada a ver com o caos ou que quando estavam no poder não puderam fazer absolutamente nada é o mesmo que acreditar na existência da Terra Média e Hobbits.

Honestamente, sem ofensas ...

Jane Doe.

Kasturba disse...

Jane Doe,
Concordo com seu comentário.

donadio disse...

"acreditar que a esquerda é 100% inocente"

Mas é essa a discussão? Quem disse que a esquerda é 100% (ou 90%, ou 47,34%) inocente? É uma discussão política: qual o melhor programa político para a sociedade. E aí não tem muita escolha: ou você quer uma sociedade menos desigual, ou mais desigual, ou acha que assim está bom. Ou seja, ou você é de esquerda, ou de direita, ou de centro.

donadio disse...

"Rafael, mas o bolsonaro também tem muitas críticas ao sistema vigente e tem a vantagem de ser honesto."

Sim, o Bolsonaro tem muitas críticas ao sistema vigente. A maioria delas girando em torno do tema "mas esta porcaria de sistema não ferra o povo tanto quanto deveria".

É honesto? Na medida em que um cara que pratica o nepotismo desbragadamente, lava dinheiro usando o seu partido político, e se propõe a cometer atentados terroristas é honesto, pode ser que seja.

Eu prefiro outro tipo de crítica, e outro tipo de honestidade.

Anônimo disse...

Obrigada por me educar, Donadio!!! Se eu soubesse antes que era tudo assim branco no preto - esquerda tudo bonzinho e direita tudo malvadinho, nem teria perdido tempo com essa discussão.

Jane Doe

Rafael Cherem disse...

Na minha mais humilde opinião, acreditar que a esquerda é 100% inocente, de que são todos cordeirinhos que nada a ver com o caos ou que quando estavam no poder não puderam fazer absolutamente nada é o mesmo que acreditar na existência da Terra Média e Hobbits.


Jane, como o Donadio disse, é uma discussão política, onde não tem santo.

E quando a esquerda esteve no poder?Sem compor com a direita nunca, sem fazer GRANDES concessões nunca,aliás é bom lembrar que o poder nem sempre está na mão de quem está eleito.

Anônimo disse...

Entenda que o bolsonaro não pode fazer nada se um corrupto deposita dinheiro na conta dele querendo vantagens. Todos estamos sujeitos a isso, não tem como impedir nossa conta corrente de receber depósitos. Então ele fez o que qualquer brasileiro honesto faria: recusou o dinheiro.

Temos que ter ciência que o lula deverá ser preso em janeiro e o bolsonaro é o único candidato honesto entre os presidenciáveis.

Nia Costa disse...

Também acho, a esquerda cava a própria sepultura e o pior: leva o povo junto...

titia disse...

Pessoas que acreditam em Coelho da Páscoa: repetir ad nauseum que Bolsonaro é honesto não vai fazer com que isso vire realidade, estão ligados? Deixa eu desenhar aqui procês: Bolsonaro é tão corrupto e desonesto quanto qualquer outro lixo humano na bancada, fechar os olhos e bater os calcanhares repetindo "Bolsonaro é honesto, Bolsonaro é honesto, Bolsonaro é honesto, Bolsonaro é honesto" não vai fazer com que essa mentira ridícula que vocês inventaram sabe-se lá por quê vire realidade. Vocês vão falar e falar e Bolsonaro vai continuar sendo um corrupto safado. Entenderam?

Anônimo disse...

Não acho titia, se ele é desonesto, me mostre algo que desabone a conduta dele, que seja imparcial.

Gente, temos que parar com essa briga esquerda x direita. Enquanto a gente gasta nossas energias brigando por eles, eles roubam na nossa cara.

Não importa se o cara é de direita ou esquerda. O que importa é se ele é honesto ou desonesto. Se vai roubar ou não...

Rafael Cherem disse...

Temos que ter ciência que o lula deverá ser preso em janeiro e o bolsonaro é o único candidato honesto entre os presidenciáveis.

E o Cirão? Que além de honesto tem competência administrativa.

Anônimo disse...

Sim Rafael, acho que não só o bolsonaro. O Ciro me parece uma boa opção também, vou ler mais sobre esse candidato...

Anônimo disse...

Você sabe qual política econômica o Bolsonaro quer colocar em prática? Ele é um dos únicos liberais no meio de uma esquerdagem.

Anônimo disse...

A esquerda matou o empreendorismo no brasil, destruiu os empregos e agora temos milhões de desempregados. Um país só pode se desenvolver com pouca burocracia e impostos sobre os pequenos e médios empreendedores, como aconteceu no Chile e agora é o único país latinoamericano a se tornar desenvolvido. É o estado mínimo que possibilita um país de crescer, e não uma Dilma que quebrou a economia ou o Lula que é um corrupto que defende o fim da lava jato.

Anônimo disse...

Sou feminista e votaria no Bolsonaro que é já mostrou que se eleito escolheria um ministro da Fazenda liberal. É a economia de um país e uma menor burocracia que permite o país crescer, ou vocês se esqueceram do que a Dilma fez? Querem intervenção do estado na economia imprimindo dinheiro para pagar os gastos públicos e gerando inflação igual aos anos 80? Acorda brasil, o socialismo destruiu nosso país de lerda e vai continuar destruindo.

Anônimo disse...

Apoio com corpo o alma seu comentário. O feminismo precisa deixar o socialismo de uma vez por todas para trás e lutar por uma economia livre onde as mulheres possam empreender e serem donas de suas próprias pequenas e médias empresas.

Anônimo disse...

Concordo plenamente, a esquerda brasileira matou todos os pequenos empresários que poderiam oferecer melhores serviços e usou todo o dinheiro público para financiar JBS, OAS, ODEBRECH e Próton, os monopólios que vivem de propina e doam propinas para o governo corrupto.

Anônimo disse...

O facismo,nazismo,militarismo,socialismo e positivismo possuem a sua estrutura fundamental em comum: a intervenção do estado na economia. Sim, o Bolsonaro por defender um ponto de vista mais autoritário poderia muito bem fazer como a ditadura brasileira que deveria impedir o comunismo mas teve o presidente Geisel como o maior criador de estatais da história. Porém a maior parte desses votos para o Bolsonaro são de liberais e sabendo disso ele já demonstrou um maior interesse de privatização de estatais e escolher um futuro ministro da Fazenda um liberal que defende uma reforma tributária e diminuição da burocracia.

Anônimo disse...

O status do do brasil é intervencionismo estatal desde o positivismo republicano até a esquerda atual. Lutar pelo liberalismo e facilidade de abrir empresas aqui é quase revolucionário, eu sonho com um brasil com mais mulheres empreendedoras, mais pessoas empreendedoras, menos custo e menos burocracia.

Anônimo disse...

Menos estado na economia significa menos corrupção também bando de vagabundos comunistas, milhões de pequenas empresas faliram nessa merda, milhões estão desempregados e o Lula está fazendo campanha contra a lava jato.

Anônimo disse...

Ciro Gomes é um socialista que vai quebrar ainda mais a economia brasileira. Precisamos de uma política econômica liberal com mais empreendorismo e menos burocracia. No Chile e Canadá se abre uma empresa em 2 dias e pela internet. Brasil? 105 dias em média, com milhões de papelada. Resultado: uma massa querendo passar em concurso público e desemprego porque não tem quase ninguém querendo empreender. Como é tão difícil os brasileiros entenderem algo tão simples?

Anônimo disse...

Assista "ideias radicais" no youtube. Ele explica como o socialismo destrói vidas. Quer morar na Venezuela? Coreia do Norte? ou um exemplo melhor, porque o Chile com uma economia liberal de mercado será o primeiro país latino americano a se tornar de primeiro mundo enquanto que a Argentina teve uma crise com a Cristina Krischner? Porque a Argentina que era um dos países mais ricos da América do Sul se tornou o único do mundo a voltar ao terceiro mundo? Intervencionismo estatal.

Anônimo disse...

Ciro gomes faz parte do stablishment, mais um velho socialista no poder para fuder com a economia.

Rafael Cherem disse...

Chegou os malucos do liberalismo que acham que é controle estatal define um governo como de esquerda, e menos controle de direita. O que é uma bobagem.

Não confundam estado eficiente com estado mínimo, e não pensem que a corrupção é só estatal.

Anônimo disse...

Estado eficiente é a marca do Doria e não do socialista Ciro. Corrupção não é só estatal mas grande parte do que acontece nas empresas privadas são juntamente propinas para o estado tentar inibir qualquer tipo de concorrência. E insano são brasileiros socialistas que continuam acreditando nos mesmos erros mesmo após a inflação gerada pela impressão de dinheiro dos anos 80, da corrupção petista do Lula e da maior crise da história brasileira pela Dilma que destruiu todo a boa economia que tivemos e herdamos do FC.

Anônimo disse...

Estado eficiente do Ciro Gomes utilizando o dinheiro do povo para o BNDS financiar novas fribois? Garoto, vamos parar de socialismo de lerda e construir um país de verdade, a população do Brasil não é o seu DCE não.
Se quiserem saber mais sobre liberalismo assistam o canal "ideias radicais".

Anônimo disse...

Intervencionismo estatal e protecionismo não é bobagem. Alguém aqui gosta de pagar o custo brasil? Se sentem felizes por comprarem um carro duas,três vezes mais caros das próprias montadoras brasileiras custo que elas não possuem concorrência e importar carro é ainda mais caro por imposto? Querem viver eternamente nesse país onde uma classe baixa e média precisa ralar e pagar os mais altos impostos para ter a mesma qualidade de vida do estrato mais baixo de um australiano,americano? Que os europeus compram mais barato nossas próprias carnes do que nós porque temos um imposto altíssimo sobre os produtos? Uma sociedade onde empreender é quase impossível? Um país onde o índice de liberdade econômica fica depois do centésimo lugar? Em um governo onde adolescentes retardados riquinhos passam o tempo livre em universidades públicas pagas pelo povo no qual a maioria dos pobres não entram e os mimados ficam fumando maconha e defendendo socialismo? 2018 vai ser o ano de decisão se o nosso país vai realmente mudar,prender o Lula,continuar a lava jato e ter uma economia estável ou jogar tudo no fogo.

donadio disse...

"Obrigada por me educar, Donadio!!! Se eu soubesse antes que era tudo assim branco no preto - esquerda tudo bonzinho e direita tudo malvadinho, nem teria perdido tempo com essa discussão."

Mas Jane, é você quem quer tudo branco no preto, com um lado perfeito e outro perfeitamente ruim. E não é assim, você vai encontrar canalhas em tudo que é lado - na esquerda, na direita, entre os homens, entre as mulheres, entre as feministas, entre os anti-feministas, entre os apreciadores de sertanejo e os apreciadores de música clássica, na torcida do Coríntians ou na da Chapecoense. E vai encontrar pessoas razoavelmente honestas em todos esses grupos também. Mas não é o critério, não é? Ninguém vai deixar de ser feminista por que tem uma, ou mil, feministas que são escrotas, ou vai?

A "esquerda" é simplesmente o conjunto das pessoas que acham que deveria haver mais igualdade social. E a direita é simplesmente o conjunto das pessoas que acham que igualdade social não é a questão. São sistemas de valores diferentes; as pessoas se orientam dentro deles, algumas de forma mais coerente, outras com mais contradições. Mas não é a luta do bem contra o mal - essa daí só existe em histórias em quadrinhos. Aliás, em história em quadrinho americana. Mais aliás ainda, em história em quadrinhos americana ruim.

Anônimo disse...

A esquerda defende intervencionismo estatal que gera pobreza, mesmo querendo igualdade. A direita liberal defendo uma economia livre que enriquece o país e as pessoas, vide a Coreia do Sul,nova Zelândia, Austrália, com os maiores índices de liberdade e IDH. O Chile teve uma política de liberalismo é privatização de vários setores e vai ser o primeiro país latino americano a se tornar desenvolvido enquanto que na Venezuela tentaram controlar a moeda e a economia, gastar todo o dinheiro pelo populismo e terminou em uma ditadura com uma classe média pobre que espera filas intermináveis em Caracas pelo nome da igualdade.

Anônimo disse...

Ignore todos os professores e amigos que ditam o socialismo como uma saída. O que realmente ajuda a população mais pobre é dar um maior espaço para abrir empresas, que aumenta a concorrência fazendo com que elas acumulam capital para investir e produzir mais, e com o aumento da produção e vendas ai sim o salário do trabalhador poderá subir. Tentar aumentar salário na marra ou por lei sem levar em conta a economia vai basicamente deixar uma população desempregada pois é impossível para uma empresa contratar funcionários imlrodutiveis. Um americano vale o mesmo que 4 brasileiros em produtividade e é por isso que eles se podem ter o luxo de ganhar 4 vezes ou mais. Mas é com a liberdade econômica que aumenta todo o processo.

Rafael Cherem disse...

Sobre o Chile vale uma estudada sobre as consequências do liberalismo, alias, puro conto da carochinha, pais nenhum do mundo é isento de intervenção econômica, esse meio de comunicação que usamos nasceu incentivado pelo Estado.

Ah para os iludidos da Lava- Jato, ela só lava por fora, e sobre a corrupção privada ela é pior que a pública e mais profunda,alias corrupção é o último problema do país.

Anônimo disse...

As consequências do liberalismo chileno não são nadas comparadas as consequências de um país esquerdista subdesenvolvido com uma população pobre e desempregada. Mas o brasil tem esperança do Lula ser preso de uma vez por todas em 24 de janeiro!!!!

Anônimo disse...

Corrupção e intervenção estatal andam lado a lado e são os primeiros problemas que qualquer brasileiro ético precisa se preocupar. A lava jato é a esperança do Brasil de ter um futuro melhor, A primeira vez que políticos estão sendo presos,julgados e relatando cada vez mais, causando pânico em políticos da base tradicional como o LULA e o PT,PSDB,PMDB. Dizer que corrupção é o último problema do país só demonstra o quanto que a esquerda apoia qualquer tipo de coisa para se ter um governo socialista. Vocês bem que poderiam ir para a Bolívia de Evo Morales e ver a diferença nas políticas esquerdistas de "anti-imperialismo" e a economia e qualidade de vida do Chile, que antigamente era um país muito mais pobre do que a América latina e agora é membro da PC DE, será oficialmente desenvolvido em 2020 e possui o número de homicídios de 3 por 100 mil habitantes, enquanto que no Brasil.....calma, temos esperança em 24 de janeiro.

Anônimo disse...

Sim, nenhum país é totalmente isento de intervenção econômica, mas existem níveis como os 10 países mais livres economicamente do mundo(todos desenvolvidos) sendo Hong Kong,Austrália,Canadá,Irlanda,Noruega Chile,entre outros, enquanto que o brasil está depois dos 100, existe uma consequência prática na hora das pessoas abrirem empresas, na facilidade de contratação e no caso de crises, da economia se estabilizar mais rapidamente. A Austrália é o país que passou o maior tempo sem crises graves sabiam? Mas enquanto nosso país for uma merda todos os imigrantes brasileiros não passarão de macacos para o mundo independente do grau de instrução,porque somos julgados pelo país que moramos,somos os favelados ladrões e as mulheres prostitutas esfomeados enquanto a economia não melhorar e entrarmos de vez no desenvolvimento.

Anônimo disse...

Esses esquerdalha não liga para a economia pois são sustentados por um emprego público, mas esquecem que quem paga os impostos são os empresários e empregados privados, sem o dinheiro deles o estado fali e os aristocratas públicos são detimitidis como no Rio de Janeiro.

titia disse...

08:53 leia o meu comentário anterior. Todas as notícias sobre a corrupção do Bolsonazi vieram da mídia conservadora, Veja e Folha de São Paulo. É imparcial o suficiente pra você ou só seria imparcial se apoiasse o Bolsonaro?

Então vejo esse povo reclamando da intervenção estatal, esquerdismo, socialismo, parará, pereré, coitadinhos dos pequenos e médios empresários, ferrados por esse governo esquerdista-capitalista-gayzista-feminazi e pergunto: em que época nessa país foi fácil ser microempresário? Desde a época do Brasil colônia que quem se vira com pequenos negócios é sugado até virar uma tripa seca por um governo corrupto, continuou assim na ditadura militar que essas bestas acéfalas tanto glorificam, no governo Collor e no de FHC. Qualquer um que tenha aberto um livro de História no ensino fundamental sabe disso.

Ah, é mesmo. Que ingenuidade a minha. Desde quando a reaçada diretista mamãe-quero-ser-corte usa livros pra qualquer outra coisa que não calçar a perna da cadeira?

Enfim, politicagem e mentiras da parte da reaçada conservadora direitista envolvida demais na sua birrinha ideológica pra realmente querer alguma melhora real. Típico.

Anônimo disse...

Titia, eu não acredito em nada do que a Folha de São Paulo fala do Bolsonaro. Não acredito também em nada do que o UOL, do que a GLOBO ( principalmente essa , o terra, a band, e em nenhuma fonte da nossa grande mídia.

Na verdade, eu não acredito em nada do que a grande mídia fala sobre nenhum candidato. A única coisa em que eu acredito é em minhas leituras vinda de várias fontes da internet, e olhe lá.

Até que uma prova me apareça, não há nada que desabone o Bolsonaro, ao contrário de vários outros pré-candidatos ( não todos - não estou generalizando ).

donadio disse...

"existem níveis como os 10 países mais livres economicamente do mundo(todos desenvolvidos) sendo Hong Kong,Austrália,Canadá,Irlanda,Noruega Chile,"

Ah, a fantasia.

Canadá e Noruega estão entre os países com mais intervenção estatal na economia. E o Chile não é um país desenvolvido. Nem a Irlanda, que é um dos países mais pobres da União Europeia. Hong Kong não é um país, é uma cidade, e é um desses paraísos fiscais cuja economia é baseada na fraude pura e simples.

Anônimo disse...

Só eu estou percebendo que a Lola acorda em um novo dia e já pensa: "O que mais vou postar hj para falar mais mal sobre o Bolsonaro"? Essa perseguição já está virando doença. Tudo isso é medo do futuro, tendo em vista que ele é o que mais cresce nas pesquisas e passou de uma "piada" para uma ameaça real pra vcs?

Anônimo disse...

Porque vcs tem essa obsessão pelo Bolsonaro? Caramba! O medo de vcs está elevadíssimo, pq sabem que SIM, ele é uma ameaça real ao esquerdismo tosco de vcs. E enquanto a Lola está postando mais uma falácia contra ele, a louça da casa dela não está sendo lavada. O medo que vcs tem de um Presidente de direita radical é Hilário. E vai ser Hilário quando vcs acordarem no dia seguinte às eleições e constatarem que ele foi o vencedor, contra todas as "estatísticas " da imprensa esquerdista, assim como aconteceu com os EUA. Aquele choro dos esquerdistas foi o melhor programa de T.V que já passou numa madrugada... a cara de m* das jornalistas da globo era impagável!

Anônimo disse...

Não é fantasia, existem rankings que medem a facilidade de se abrir uma empresa entre os países. Mesmo o Canadá e a Noruega tendo uma política de social democracia só puderam se dar o luxo disso depois de anos de liberalismo econômico, lá é muito mais fácil de se fazer negócios, abrir empresas e contratar funcionários do que o brasio e todos os países da América do sul. Chile vai ser desenvolvido em 2020, já é membro da OCDE e alguns grupos como o FMI eu acho já o consideram desenvolvido, sendo que ele já possui IDH mais alto do que portugal e outros países do sul e leste da europa. A irlanda é sim desenvolvida e possui uma grande liberdade econômica, assim como hong kong, o lugar mais fácil de se empreender no mundo e que não vai sofrer pela pirâmide da previdência pois todos guardam a sua própria aposentadoria.

Anônimo disse...

Bolsonaro pretende colocar um ministro da fazenda liberal de chicago que defende
reformas tributárias que irão facilitar o pagamento de impostos com a diminuição da democracia. Mesmo sendo feminista, que para alguns o tico e teco não conseguem entender, eu provavelmente votarei no bolsonaro e em deputados e senadores liberais, pois o melhor modo das pessoas enriquecerem é pela economia. Pesquisas dizem que a maioria dos pequenos e médios empreendedores brasileiros são mulheres e o feminismo deferia defender medidas que facilitem outras de abrirem suas próprias empresas e mante-las com a diminuição da burocracia.

Rafael Cherem disse...

Anonimo das 19:00 (pela amor de deus Lola, entra no disqus)a farsa a jato só lava por fora, os corruptores estão soltos, a Petrobrás perdeu terreno para empresas corruptas estrangeiras, não se iluda com ela no futuro será anulada, como aconteceu com a satiagraha, castelo de areia e etc, é só um show. Um show caro alías.

Anônimo disse...

Prefiro o bolsonaro no poder do que a marina, ciro gomes e lula ( que se tudo der certo, vai ser preso e levará seus amiguinhos junto com ele por delação premiada).

titia disse...

Prova, 00:13? A própria CONFISSÃO da própria boca do próprio Bolsonaro de que ele empregou toda a família sem qualquer qualificação não é desabonador? A CONFISSÃO de que ele planejou atentados terroristas? A CONFISSÃO de que ele falsificou um projeto de lei? As declarações que ele FEZ a favor de genocídio? Não estamos falando de mídia, colega, estamos falando de CONFISSÕES que o PRÓPRIO Bolsonaro fez. Mas enfim, se você ainda não se sente preparado(a) pra deixar de acreditar em Papai Noel, problema seu. Só que depois que Papai Bolsoel fugir com os seus presentes não vai adiantar chorar.

donadio disse...

"A esquerda matou o empreen[de]dorismo no brasil"

Sim, por que até 2002 o Brasil era um paraíso de empreendedorismo, totalmente isento de burocracia. Ah, sei. É por que o FHC também era de esquerda, é isso? Então o Brasil era um paraíso do empreendedorismo até o Governo Itamar? Opa, esse também era comuna? Até o governo Collor? Outro bolivariano? Até o Sarney? Também marxista-cultural? Até os militares? Opa, já sei, como diz o Bolsonaro, nada é mais parecido com o militarismo do que o comunismo? Até o Jango? Jânio? Getúlio? Artur Bernardes? Pedro I? Tomé de Souza?

Tudo comunista, só sobram os índios? É no tempo deles não tinha burocracia mesmo. Mas também, curiosamente, não tinha empresas nenhumas. Nénão?

"destruiu os empregos e agora temos milhões de desempregados."

Uma leitura mais atenta da realidade indica outra coisa: no governo Lula houve ampla expansão do mercado de trabalho. O que começou a ser revertido só no final do governo Dilma, quando o Congresso, sob a liderança de Eduardo Cunha, se propôs a impedir o governo de governar - as famosas pautas-bomba, lembra?

"Um país só pode se desenvolver com pouca burocracia e impostos sobre os pequenos e médios empreendedores, como aconteceu no Chile e agora é o único país latinoamericano a se tornar desenvolvido."

E no entanto, a Suécia ou a Dinamarca, bem mais desenvolvidas do que o Chile, têm cargas tributárias muito maiores do que o Brasil. E o Chile tem um governo de esquerda, ou a Michelle Bachelet é de direita agora?

"É o estado mínimo que possibilita um país de crescer, e não uma Dilma que quebrou a economia ou o Lula que é um corrupto que defende o fim da lava jato."

De novo, uma porção de visões completamente invertidas da realidade. Nenhum país hoje tem um "Estado mínimo", e o crescimento da maioria dos países foi viabilizado por pesada intervenção estatal, seja bancando a indústria nacional através do poder de compra do Estado, seja através de protecionismo, fornecimento de infra-estrutura, etc.

Anônimo disse...

O brasil nunca teve nenhuma política liberal em toda sua história. Foi colônia, um império que centralizador, um república oligárquica e positivista,varguismo, nacionalismo e populismo,ditadura e novamente populismo. Nunca tivemos um governo de fato liberal, todas as políticas agora tomaram em pauta o coletivismo, sendo ele positivismo,socialismo,populismo, todos eles possuem em comum a ideia do estado ser o grande desenvolvimentista e essa ideia que já entrou no subconsciente dos brasileiros é o que causa a burocracia,gasto público,dívida e com ela a inflação,desemprego e economia instável. Nunca tivemos uma economia mais liberal porque o governo empresta dinheiro do povo pelo BNDS para empresas grandes que formaram cartéis e mesmo quando elas falem de tanta má administração o governo novame te utiliza o dinheiro do povo para "salvar" a empresa, criando o custo brasil de empresas ruins que servem serviços de merda a preços altos. O modelo de substituição de importações que tanto os socialistinhas defendem foi o que levou a Argentina, que era um dos países mais ricos do mundo a voltarem ao terceiro mundo. Eles esquerdaram com socialistas e peronistas e faliram. Um país que possui uma boa logística e pouca burocracia não precisa ficar cria do indústrias "na marra" com estatismo, elas naturalmente se formam com o lucro que podem ganhar com seus serviços.

Anônimo disse...

Por favor jovens brasileiros: lutem por um país menos burocrático, menos populista, com mais empreendorismo e emprego, com menos impostos e protecionismo, onde poderemos importar carros sem o triplo de custo caso as montadoras brasileiras continuaram com seus monopólios e a fuder a população. Quem já viajou para o exterior e morou lá fora sabe muito bem a diferença da burocracia,limpeza e organização entre os desenvolvido e o brasil. Vimos a Venezuela esquerdar ao extremo e virar uma zona de guerra, vimos a presidente da Argentina acabar com os investimentos estrangeiros no país, a bachelet no Chile quase esquerdo totalmente o Chile com uma AlT burocrática mas eles têm a esperança de eleger um político de direita na próxima, vimos o Lula se beneficiar das reformas e a adoção do real no governo do FHC e o crescimento do populismo, vimos a Dilma destruir a economia brasileira e acabamos de sair da pior crise da nossa história e agora temos risco do Lula concorrer novamente por causa dos pobres acéfalos que votariam nele mesmo que fosse parar na cadeia.

Anônimo disse...

Todo pensamento coletivismo é danoso para o crescimento econômico de um país seja ele fascismo,socialismo,comunismo,populismo ou militarismo. A única coisa que salvaria o Bolsonaro de não ser um estatista de merda igual aos outros (Geisel foi o presidente militar que mais criou empresas estatais na história brasileira, era basicamente estatistas VS socialistas a nossa ditadura, haha) é que a maioria dos seus votos vem de uma camada mais liberal que quer toda política social-socialista no inferno e a fala de que escolheria Paulo Guedes,um liberal de chigado para ministro da fazenda. Mas lembrem-se de que não podemos ser cegos igual os petistas na política, se o Bolsonaro se mostrar contra privatizações e reformas liberais ou cometer corrupção, outro liberal terá que preencher o vazio.

Anônimo disse...

Donadio defende o comunismo total e seus interesses acima de tudo, muitas feministas no blog o criticaram por ele esnobar qualquer ponto que fosse contra a ideologia de esquerda, ele é contra qualquer tipo de capitalismo mesmo com as mulheres sendo a maioria dos empreendedoros do Brasil só para ter o seu comunismo posto em prática, tornando o brasil uma Venezuela.

Anônimo disse...

Assustador é pensar que grande parte da população ainda votaria no Lula depois de tudo que ele fez. Lula é a vergonha do Brasil e quando ele for preso em janeiro vai ser a maior festa da nossa história.

donadio disse...

"O brasil nunca teve nenhuma política liberal em toda sua história."

E que país teve? Porque "liberalismo" de acordo com a definição dos "liberais" brasileiros, não existe no mundo real.

A maioria dos países desenvolvidos teve governos conservadores, fascistas, social-democratas, populistas, oligárquicos, nacionalistas, etc, etc, etc. O problema é que o critério é diferente: quando se trata do Brasil, a República Velha não se qualifica como "liberal" - mas o regime norte-americano pré-guerra civil, ou a ditadura bonapartista na França, ou o regime Whig no Reino Unido sim. Quando se trata da Suécia, da Alemanha ou da Dinamarca, os governos social-democratas contam como liberais. Quando se trata do Brasil, o governo Lula deveria ser considerado "bolivariano", quando não pura e simplesmente "comunista".

O problema é outro: a elite sueca não tem problemas em ser sueca. A elite brasileira tem pavor do Brasil, e sonha transferir a capital do país para Miami.

Anônimo disse...

A elite brasileira tem pavor do Brasil porque esse país é uma merda. Os suecos gostam de ser suecos porque eles moram em um país desenvolvido e nós somos os macacos latinos da República oligárquica bolivarianista brasileira. Se a nossa ditadura fosse como a chilena, em que mesmo sendo um coletivismo militarismo Pinochet, ele colocou um grupo liberal de chigado que desenvolveram a economia.

Anônimo disse...

Mas é óbvio, a diferença na qualidade de vida entre Miami e brasil é gritante,um fica em um país desenvolvido com a maior economia do mundo enquanto que o outro é a república socialista bolivariana e defensora da Venezuela tupiniquim que adora defender universitários riquinhos marinheiros enquanto que esfola os empreendedores e joga a culpa no imperialismo.

Anônimo disse...

A Suíça teve, a Austrália teve,a grã-bretanha com a Thatcher teve, os EUA, sim, sempre teve o mínimo de regulação estatal mas esses governos cortaram custos,diminuíram a burocracia e deixaram o país de desenvolver com seus empresários e pequenos empreendedores enquanto que o brasil só ficou na substituição de importações, o governo criando estatais, dar crédito até a puta que pariu, gastar a rodo e ainda defendem que não ouve crise nenhuma e que não existe dívida no governo, até que outro esquerdalha chegue e aumente a impressão de dinheiro para pagar as dívidas que "apareceram do nada" e toda a economia ainda mais.

titia disse...

Mal aí, eu preciso comentar isso:

"A elite brasileira tem pavor do Brasil porque esse país é uma merda."

Mas quando aparece a oportunidade de melhorar, essa elite oh tão preocupada com o país chora e esperneia pra que tudo continue na merda.

Ah, mas claro! O país não pode melhorar pra todo mundo. Melhoras só podem se forem exclusivas pra elite e o resto do povo que continue fodido na lama.

Devo rir ou chorar? Talvez os dois ao mesmo tempo...

Rafael Cherem disse...

" república socialista bolivariana e defensora da Venezuela tupiniquim que adora defender universitários riquinhos marinheiros enquanto que esfola os empreendedores e joga a culpa no imperialismo."

Chega de internet por hoje.

Anônimo disse...

Desde quando liberalismo é ruim para o povo? A maioria da população da Suíça e lienchstein são ricas,o liberalismo facilita a contratação, a produtividade e com isso o aumento de salário.

donadio disse...

"Desde quando liberalismo é ruim para o povo? A maioria da população da Suíça e lienchstein são ricas,o liberalismo facilita a contratação, a produtividade e com isso o aumento de salário."

Mas aí é de novo a mesma duplicidade de critérios. A Suíça tem impostos altos, saúde e educação públicas, um Estado que intervém na economia o tempo todo... e um sistema bancário notoriamente corrupto. E você chama a Suíça de "liberal". Por quê?

Anônimo disse...

Suíça é um país líder em rankings de liberdade econômica,que na prática é liberdade de abrir empresas,liberdade de contratar pessoas produtivas para reduzir os custos de suas empresas,e finalmente, liberdade para enriquecer. Dizer que o estado suíço intervém na economia como o brasileiro é a total burrice. É o estado de bem social deles não é totalmente grátis como no resto da Europa, sendo que a população já negou medidas de parlamentares de aumentar o "bem estar social" como mudanças na legislação trabalhista para deixar menos flexível porque eles sabem que o estado empobrece e corrompe. Sistema bancário totalmente corrupto? Com certeza é menos corrupto do que aqui, Gedel Vieira, o ministro porco, entre outros parlamentares estão arrumando apartamentos aqui no Brasil para guardarem suas malas do que no exterior porque todos os países liberais que você chama de corruptos estão endurecendo e melhorando investigações contra corrupção. Pegue um ranking de corrupção e verá a distância entre a Suíça e o brasil. O ITU também demonstra uma diferença semelhante. Estou cansada de esquerdistas que querem afundar esse país é nos levar a ruína junto com eles. Cuba e Venezuela estão nos últimos lugares de rankings de liberdade econômica. Se gosta tanto de estado, seria melhor se juntar a eles, tirar o maduro que você vê como farsa e montar uma republiqueta socialista e deixar o brasil para os que querem um futuro de liberdade.

Anônimo disse...

A esquerda no Brasil falhou e no mundo também,para o bem de todos nós.

donadio disse...

"Suíça é um país" em que todos os residentes são obrigados, por lei, a contratar um seguro saúde. Liberal à bessa, não é mesmo?

Não adianta, moço. A "Suíça" de vocês é metade fantasia e metade mentira pura e simples. Assim como a Austrália, a Suécia, a Nova Zelândia, a Noruega, os Estados Unidos de vocês. São todos países que tiveram décadas de governo não-liberal, muitos dos quais têm governos não liberais agora, e que se tornaram países ricos e desenvolvidos quando tinham governos que não eram liberais. E são países que têm sistemas de saúde pública, de educação pública, universidades públicas, empresas públicas, previdência pública, ampla liberdade sindical, jornadas de trabalho mais curtas que a brasileira, enfim, tudo o que vocês acham que é problema no Brasil.

E a gente tem de ficar desmentindo as lorotas de vocês o tempo todo, por que vocês aderiram ao sistema Goebbels: repetir mentiras e meias-verdades incessantemente, até que as pessoas acabem por acreditar.

Anônimo disse...

Não são todos os países desenvolvidos que possuem sistema público de saúde para todos os casos e nem faculdades públicas, na verdade países com faculdades 100% públicas é a exceção e os governos de social democracia estão em crise pois não conseguem arcar com os custos estatais. Você que está repetindo mentiras de modo descarado, Suíça nunca teve uma intervenção estatal como no Brasil que já teve época que se criava uma estatal por dia, que o gasto público é quase a metade do povo, que é o país jovem com maior gasto de previdência, que precisa aumentar a quantidade de dinheiro circulante e criando inflação. Vou repetir novamente:países que tiveram uma economia capitalista liberal como a Coreia do Sul enriqueceram enquanto que a Argentina com os socialistas e peronistas empobreceu,deixou de ser primeiro mundo. É fato,entre em qualquer site de economia de verdade e não esses blogs de socialismo e a história é a mesma:apenas com maior concorrência e produtividade que se pode aumentar significamente os salários. Tem inumeros prêmios nobeis de economia que disseram o mesmo que estou falando e é algo real pois países realmente enriqueceram desse modo, enquanto que
você se apoia em uma ideologia marxista que já caiu por terra pelos economistas sérios e que não possui base real. Você diz que tudo que estou dizendo é lorota quando a realidade apoia tudo o que eu disse. Repito: o intervencionismo estatal na economia da Suíça nunca foi igual ao do Brasil e é por isso que um enriqueceu e o outro está uma merda cheia de socialistas.

Anônimo disse...

Ser obrigatório ter seguro de vida não é a mesma coisa de controlar a taxa de juros,controlar a moeda,controlar o dólar,gastar dinheiro público e imprimir moeda sem lastro apenas para pagar dívidas. A história já mostrou isso, basta os brasileiros pararem de burrice.

Anônimo disse...

Socialista comunista bolivarianista donadio, em qual cargo público que você trabalha?

Anônimo disse...

Donadio me responda, pela sua lógica porque os Estados Unidos é mais rico e desenvolvido que o Vietnã que foi socialista ou porque o Chile, que chegou até a privatizar a educação pública, é mais rico e desenvolvido que a Bolívia?

Anônimo disse...

Tem gente ai que não sai do próprio quarto e vem falar de outros países, nem um segundo idioma fala e quer dar aula de como as coisas funcionam no mundo. Cresçam!

Anônimo disse...

Eu já falo inglês e estou aprendendo italiano na universidades já viajei para fora do Brasil,mas o que eu estou dizendo sobre liberalismo não é nada mais do que uma repetição do que vários outros economistas sempre falaram e repetiram. Segundo a esquerda, porque aconteceu a crise no governo Dilma? o misses inclusive previu a crise.

Anônimo disse...

Porque os Estados Unidos que nunca tiveram saúde e Universidade gratuita estão em um nível de desenvolvimento maior que o brasil? Será que foram os anos de liberdade econômica e facilidade para criar empresas e investir,algo que as oligarquias brasileiras sempre tentaram impedir?

Anônimo disse...

Vejam só vocês, essa galerinha da direita que é contra a esquerda, defendendo os Estados Unidos da América. Um dos países mais esquerdistas do mundo e que agora o governo de lá controla até a internet deles...

Para a direita falta conhecimento e sobra verborragia.

Anônimo disse...

O país ideal para vocês esquerdistas é a Venezuela não é? Sim, infelizmente os Estados Unidos decairam nos últimos tempos e acaba vez mais o estado está interferindo na vida daquelas pessoas, mas a base daquela sociedade que conseguiu sustentar aquele país é enriquece-lo foi a mínima intervenção do estado na vida das pessoas, tanto que querem ao máximo proibir a venda de armas sendo que está no artigo da primeira constituição americana que o indivíduo tem o direito de proteger sua família e propriedade privada.

Anônimo disse...

E você não respondeu a minha pergunta: porque segundo os esquerdistas aconteceu a crise de 2015 e 2016 no Brasil e só estamos conseguindo sair dela quando o temer (é gorpiiii) ficou no poder?

Anônimo disse...

Anônimo das 10:01

Alguém aqui defendeu a Venezuela ou você só está jogando teus espantalhos manjados de reacinha mimado?

Você defende tanto a economia liberal, mas quer falar do modelo americano que é completamente amarrado ao estado e voltado a esquerda socialista democrática. Vai estudar primeiro o que é modelo econômico liberal e depois aprender quais países adotam ele, antes de sair regurgitando as coisas que seus amigos escrevem no facebook.

donadio disse...

"Socialista comunista bolivarianista donadio, em qual cargo público que você trabalha?"

Não é da sua conta, moleque vadio que não estuda nem trabalha.

donadio disse...

"Donadio me responda, pela sua lógica porque os Estados Unidos é mais rico e desenvolvido que o Vietnã que foi socialista ou porque o Chile, que chegou até a privatizar a educação pública, é mais rico e desenvolvido que a Bolívia?"

Olha, as coisas são um bocado mais complicadas do que imagina a sua vã ignorância.

O Chile sempre foi mais rico e desenvolvido que a Bolívia. Era mais rico e desenvolvido que a Bolívia quando era governado pelo Allende (e a Bolívia por um dos inúmeros ditadores militares que empestaram sua história). Era mais rico e desenvolvido que a Bolívia quando ambos ainda eram colônias espanholas. Essas coisas não mudam do dia para a noite; não é por que o Chile teve um governo privatista sob Pinochet que ultrapassou a Bolívia, e não é por que a Bolívia tem um governo "socialista" agora que vai ultrapassar o Chile em alguns meses.

O Vietnã foi colônia francesa até 1954; ser colônia de outro país geralmente não ajuda muito o desenvolvimento de ninguém. E depois disso passaram por outro processo que geralmente não ajuda também - uma guerra contra um país mais rico e desenvolvido. Os Estados Unidos são independentes desde 1776, e, mesmo antes, nunca foram submetidos ao mesmo tipo de jugo colonial que as potências europeias impuseram aos países do Caribe, América Central e do Sul. Eles não se tornaram uma potência mundial sob Reagan, e não deixaram de ser uma potência mundial sob o "New Deal" de Roosevelt.

São processos seculares, que não podem ser atribuídos aos governos dos últimos trinta ou quarenta anos.

donadio disse...

"Segundo a esquerda, porque aconteceu a crise no governo Dilma? o misses inclusive previu a crise."

Ah, vergonha alheia. O Mises morreu em 1973, como que ele previu a crise brasileira de 2015?

É cada uma desses jênios de internet que vou te contar.

donadio disse...

"O país ideal para vocês esquerdistas é a Venezuela não é?"

Não, né? Que idéia mais ridícula. Evidente que não, por que um país em plena crise de desindustrialização provocada pela dependência de uma única mercadoria de exportação seria "ideal"?

Saia do buraco, moço. Leia autores diferentes, com pontos de vista diferentes. Só ficar lendo as babaquices do Villa, do Constantino, do Augusto Nunes, da patuleia do Instituto Mises não dá consistência intelectual a ninguém. Aí vai escrever, passa vergonha, supondo coisas totalmente ridículas, tiradas do cu do Olavão, sem a menor base na realidade.

Francamente, "país ideal", como se pudesse haver algo como um país ideal. Haja jumentice. E o pior é que não dá nem pra rir, por que esse tipo de ignorância é perigoso.

Anônimo disse...

Sou estudante sim e quando me formar já planejo trabalhar, agora responda,qual é o emprego público que sustenta o seu pão de cada dia ou você é emprega em uma empresa capitalista malvadona?

Anônimo disse...

Processos de anos de liberdade econômica. Tem gráficos na internet mostrando que o Chile tinha um pib per capita menor do que a média da América Latina e depois cresceu vertiginosamente e se tornou o maior, e não foi o allende não é sim o Pinochet que deu uma guinada na economia a direita e que mesmo os governos esquerdistas depois na democracia continuaram com a política econômica mais liberal.

Anônimo disse...

Os economistas que fazem parte do site misses brasil. E responda, porque a crise aconteceu no governo Dilma e estamos saindo dela no governo temer com a austeridade e tendência a cortar gastos estatais?

Anônimo disse...

Moça. Sou mulher,feminista e insatisfeita com a merda da esquerda que faz de tudo para destruir os pequenos empresários e emprestar milhões de reais ao BNDS com juros baixos no qual o POVO vai ter que pagar, e todo esse crédito foram para empresas como a OI, Odebrechet, OAS, friboi para monopolizarem a economia brasileira que com os impostos altos em produtos importados, eles fazem a festa com os consumidores sem escolha. Repito:segundo o seu esquerdismo, porque aconteceu a crise do governo Dilma?

Anônimo disse...

E há sim vários países ideias se compararmos com o nível medíocre do Brasil, qualquer um que tenha uma taxa de homicídios menor que 10 por 100 mil habitantes, liberdade econômica entre os 30 melhores e com isso, O IDH de pelo menos 0,830 para cima. É se você é contra a Venezuela, o que tem a dizer do governo petista que defendeu o maduro quando o CAOS na Venezuela já estava instaurado,a mídia já estava sendo controlada e os supermercados vazios?

Anônimo disse...

Quando a intervenção na economia com o controle de preços ou o cumunismo age sempre há o aumento da inflação que causa aumento do preço dos alimentos, falta de produtos e com isso, FOME. Foi o que aconteceu na China comunista de MAO, oque está acontecendo na venezuela, o caos que teve no brasil anos 80 e intenção de socialismo aqui no governo Dilma que causou a crise e a falta de comida na Coreia do Norte, Cuba e Rússia comunista. Fiquem apertos sempre que tiver um esquerdista no poder e a inflação começar a aumentar, já é um sinal.

Anônimo disse...

E não, não sigo Olavo de Carvalho, Constantino ou MIl, o único canal que sigo nesse sentido é o ideias radicais, no qual várias coisas em concordo e outros que vão mais para o lado anarcapitalista eu vejo como impraticável no momento.

Anônimo disse...

Completamente amarrado a esquerda socialista agora porque antes na primeira constituição deles tinha o mínimo de intervenção estatal, prevalecendo a propriedade privada que fez com que o país já fosse considerado rico no começo do século 20. Uma coisa boa do trump é que ele pretende cortar a maioria dos impostos e deixar a economia mais livre. Agora me responda, você é provavelmente uma feminista como eu sou, deve ter estudado ou está estudando em uma escola onde todos os professores defendiam o socialismo mesmo sendo em uma escola privada, enquanto que a Dilma quebrava a economia e a corrupção rolava solta. Quando você entrar na faculdade ou tiver que trabalhar, lembre-se de que não existe concurso público para todo mundo, que a maioria dos empregos e pessoas vivem do mercado privado e que sem ele elas ficam desempregadas. Lembre-se de que você também poderá empreender e contratar pessoas com salários bons dependendo da produtividade da sua empresa, que depende da quantidade de imposto e gastos que você paga além da má.de lucro que deve ficar com você para que você sobreviva e pague suas próprias contas. Entende o porque que a burocracia, impostos e custos matam o pequeno e médio empreendedor?

donadio disse...

"agora responda,qual é o emprego público que sustenta o seu pão de cada dia ou você é emprega em uma empresa capitalista malvadona?"

Não é da sua conta, vagabundo.

donadio disse...

"Processos de anos de liberdade econômica. Tem gráficos na internet mostrando que o Chile tinha um pib per capita menor do que a média da América Latina e depois cresceu vertiginosamente e se tornou o maior, e não foi o allende não é sim o Pinochet que deu uma guinada na economia a direita e que mesmo os governos esquerdistas depois na democracia continuaram com a política econômica mais liberal."

Então vamos ver o seu gráfico e entendê-lo.

Aqui está ele:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:GDP_per_capita_LA-Chile.png

A primeira coisa a notar é que o PIB per capita chileno é historicamente maior do que o do resto da América Latina. Foi maior de 1950 a 1970, e voltou a ser maior a partir de 1990. Durante duas décadas, que incluem os governos Allende e Pinochet, o PIB chileno estagnou, e se tornou menor que o da média latino-americana. A partir de 1985 (somente depois de doze anos de brutal ditadura "liberal"), começa a se recuperar, e a recuperação somente se torna notável a partir da redemocratização.

Agora, isso é culpa do Allende? Culpa do Pinochet? Mérito do Aylwin (que foi o primeiro presidente do Chile redemocratizado)?

Não. Não dá para entender a evolução econômica de um país a partir dessa besteira maniqueísta (o Chile vinha bem, aí veio um socialista, o Allende, afundou, aí veio um mass-murderer "liberal", o Pinochet, e tudo melhorou (não é verdade, a economia chilena continuou mal até praticamente o final da ditadura), aí vieram vários presidentes "liberais" (Aylwin, Frei, Lagos) e foi o paraíso, aí veio uma presidente "socialista", então deveria ter afundado (mas o oposto ocorreu, a economia chilena continuou "bem" nos termos e critérios que você adota), aí...) Isso é bobagem, uma análise absolutamente superficial e amadora.

Para entender a evolução da economia chilena é preciso entender a inserção da economia chilena na economia mundial. Apesar de ser membro da OCDE, o Chile não é um país industrializado. É um exportador de matéria prima, e a sua pauta de exportações é extremamente concentrada em apenas duas mercadorias: cobre e salitre, cada um respondendo por aproximadamente uma quarta parte das exportações chilenas.

Segue-se daí que a economia chilena varia de acordo com os preços, ou seja, com a procura internacional, por cobre e salitre. E é isso que explica a atual situação da economia chilena: o processo de urbanização da China, que gera uma enorme demanda por eletricidade, e consequentemente por fios de... cobre. Quando isso acabar, a economia chilena vai entrar em crise, crise séria, e não vai haver nem "socialismo" nem "liberalismo" que dê jeito sem reestruturar a economia chilena... ou sem esperar por um novo boom do mercado internacional de cobre. (continua)

donadio disse...

(continuando)

Por aí se começa a entender que a relação entre Allende e a economia chilena é exatamente o inverso do que você imagina. Não é que Allende fez a economia chilena afundar; é que a crise da economia chilena, devido à queda dos preços do cobre e do salitre no mercado internacional na segunda metade da década de 60 fez com que o eleitorado chileno se voltasse para alternativas mais "radicais", resultando na eleição de Allende. Mas a ideia de que eleger um "socialista" (ou um "liberal", tanto faz) para a presidência da república poderia reverter a queda do preço do cobre no mercado mundial é uma ilusão: ou a economia chilena tem de esperar um novo ciclo de expansão do mercado do cobre, ou precisa ser completamente reformulada (o que não é fácil nem indolor, exigindo sacrifícios enormes até que novos nichos de mercado sejam descobertos e explorados). Essa última alternativa era a aposta de Allende, o que levou às conhecidas agressões norte-americanas e à rebelião aberta do capital instalado no Chile, e assim à ditadura Pinochet - que optou, naturalmente, pela alternativa de esperar que o mercado voltasse a ser favorável ao cobre chileno, enquanto reduzia, manu militari os salários e as condições de vida dos trabalhadores chilenos, para satisfazer o capital. E, dentro desse processo, desnacionalizou parte considerável da economia chilena - com resultados, aliás, desastrosos, que se estenderam por toda a década de 70, até que o regime voltou atrás e renacionalizou boa parte do que tinha privatizado.

É isso. Essas correlações mecânicas entre "abertura" ou privatização da economia e crescimento econômico são banais e falsas, principalmente se ignoram olimpicamente a realidade das economias de que estamos tratando, como é o caso - como entender a economia chilena sem entender a evolução histórica dos mercados do cobre e do salitre, ou a economia boliviana sem se debruçar sobre a economia mundial do estanho e do gás natural? Só mesmo uma mente pequena, desinformada e ideologicamente fanatizada para achar que é possível.

donadio disse...

"Os economistas que fazem parte do site misses brasil."

É "Mises", com um esse só. Gente, não sabe nem o nome do seu próprio ídolo, e quer cagar "conhecimento" em site alheio? Vergonha alheia, vergonha alheia, vergonha alheia...

"E responda, porque a crise aconteceu no governo Dilma e estamos saindo dela no governo temer com a austeridade e tendência a cortar gastos estatais?"

Bom, não estamos saindo da crise, nem estamos num processo de austeridade ou de corte de gastos estatais - o déficit foi aumentado, não reduzido, e o governo gasta horrores subornando deputados para que votem contra as denúncias. Então essa parte aí é pura e simples fantasia - o PIB continua em queda, o desemprego continua aumentando, as condições de vida da enorme maioria da população estão se deteriorando, e o único ganho visível para os setores privilegiados da economia decorre da reconcentração de renda, não da expansão da economia.

Por que a crise aconteceu no governo Dilma? Por uma série de motivos que têm muito pouco a ver com a Dilma (se esse fosse o problema, por que a crise não ocorreu no governo Lula, que era tão "socialista", ou mais, quanto o governo Dilma?)

Primeiro, tem uma crise internacional, muito séria e profunda; o Brasil escapou dos efeitos dela de 2008 a 2012, mas ela chegou, e chegou com ímpeto; o governo Dilma não tinha a força necessária no Congresso para adotar medidas de correção no rumo da economia, e fracassou ao tentar. Ao contrário, o Congresso, estimulado por todo tipo de asneira do Instituto Mises e similares, entrou em processo de rebelião, paralisando o Executivo, na ilusão de que a crise gerada por eles mesmos seria fácil de resolver uma vez a presidente derrubada (só que, é claro, esse voluntarismo é falso; embora o Congresso tenha acirrado a crise com o seu boicote ao Executivo, a crise é muito mais ampla e profunda, e não pode ser revertida com políticas econômicas amadoras e/ou voltadas a satisfazer o capital financeiro internacionalizado, como o desgoverno Temer está tentando).

donadio disse...

"Sou mulher,feminista e insatisfeita com a merda da esquerda que faz de tudo para destruir os pequenos empresários e emprestar milhões de reais ao BNDS com juros baixos no qual o POVO vai ter que pagar, e todo esse crédito foram para empresas como a OI, Odebrechet, OAS, friboi para monopolizarem a economia brasileira que com os impostos altos em produtos importados, eles fazem a festa com os consumidores sem escolha."

Olha, esse negócio de pequena empresa e "facilidade para abrir empresas" é outra ilusão.

Nos Estados Unidos, em que, segundo os ideólogos liberais, tudo funciona às mil maravilhas (e em que, ilusões ideológicas à parte, existe uma legislação anti-truste que funciona razoavelmente, isto é, milhões de vezes melhor do que qualquer coisa que tente ser similar no Brasil), metade das pequenas empresas vai à falência antes de completar quatro anos de funcionamento. Então, antes de apostar suas suadas economias numa pequena empresa, pense muito bem no que está fazendo - pense durante muito mais do que os fatídicos 107 dias que leva para abrir uma empresa no Brasil. Sem um bom estudo de mercado, sem um bom conhecimento dos processos produtivos e comerciais em que sua empresa estará envolvida, a chance de dar tudo errado é muito grande - de mais de 50% - em qualquer país do mundo, por mais liberal que seja a economia, e por mais desburocratizado que seja o processo de abertura de uma empresa (fui olhar quais os requisitos para abrir uma empresa no Canadá, supostamente o país no mundo em que é mais fácil fazer isso, e, surprise, surprise, são necessários cerca de 50 documentos diferentes).

"O mercado é cruel", proclamou um dos defensores da crueldade aqui mesmo no blog. Claro, ele estava falando de professores da Estácio de Sá, e, na mente desses deturpados, o mercado ser cruel com trabalhadores assalariados é na verdade uma coisa boa, por que "faz as coisas entrarem nos trilhos". Mas o mercado também é cruel - talvez mais cruel ainda - com o pequeno empresário. Por que alguém almoçaria na sua lanchonete, se tem um McDonalds do lado? Por que alguém compraria na sua quitanda, se tem um supermercado na mesma quadra? E qual sua garantia de que, dois meses depois de você abrir sua lanchonete, o McDonalds não vai abrir uma franqueada do lado dela?

Então, se não houver muito bons motivos para que a sua startup seja muito diferenciada - tipo, uma ideia genial, como a do Gates ou do Zuckerberg, pela qual valha a pena esperar 107 dias - repense e veja se você não vai estar simplesmente no caminho da insolvência.

Quanto à Friboi, Odebrecht, etc., o jogo é esse, e o nome desse jogo é capitalismo. Não tem país no mundo com pretensões a protagonismo que não faça esse tipo de política - ou você acha mesmo que a Boeing não depende visceralmente de encomendas do Estado, do complexo industrial-militar norte-americano? As alternativas são, 1) a desnacionalização completa da economia, com os processos de incorporação de tecnologia à produção sendo comandados do exterior (e, sim, com o desmonte dos precários mecanismos que deveriam defender a pequena empresa nacional contra os oligopólios estrangeiros), e a manutenção do subdesenvolvimento crônico do país - como estamos vendo no desgoverno atual - ou, aí sim, aquela coisa horrível chamada socialismo. Mas essa última nunca foi sequer tentada no Brasil, fique descansada.

Anônimo disse...

O fato é que chamam Bolso de tudo: machista, homofóbico, torturador.

Só não o chamam de UMA coisa: corrupto.

donadio disse...

Bolsonaro é corrupto.

Pronto, chamei.

Anônimo disse...

Correção: ninguém imparcial o chama de corrupto! Kkkkkkkkkkk só o donadio e a Globo! Kkkkkkkjjkjj

donadio disse...

Claro, por que receber dinheiro de propina, repassar para o partido, e depois receber uma doação do partido no mesmo valor não é corrupção, não é mesmo?

Anônimo disse...

Isso aí quem tá falando é vc e a Globo, nenhuma fonte confiável corrobora essa desinformação aí kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkj

donadio disse...

Engano seu, quem diz é o próprio Jair Messias:

https://ricmais.com.br/sc/noticias/qual-partido-nao-recebe-diz-bolsonaro-sobre-propina-em-entrevista-a-radio

Anônimo disse...

então, está acontecendo com o Bolsonaro o mesmo que ocorreu com o Trump. ele era ridículo e não tinha chance nem de ser o candidato republicano. mas falar mal dele era tão irresistível que deu no que deu. publicidade gratuita para que idiotas que não sabiam que ele existia tivessem a oportunidade de conhecê-lo.

Anônimo disse...

Não, ele disse que o Partido recebeu! Não ele... entende? Não vamos distorcer as palavras do Mito, ok?

No Mito eu acredito...pois ele é honesto e imparcial.

donadio disse...

O partido recebeu e mandou pra ele. Ele devolveu, aí o partido mandou de novo, a mesma quantia, mas era "do fundo partidário", então tudo bem.

Eu até levaria a sério, mas como neste país quem visita um apartamento vira dono dele, recibos com datas erradas são obviamente falsos, e palestras declaradas ao imposto de renda são lavagem de dinheiro, então reivindico para o ídolo de vocês o mesmo tratamento. Provem que o dinheiro era outro, apesar de ter saído do mesmo caixa, para a mesma finalidade.

Anônimo disse...

Isso mesmo, o Mito DEVOLVEU o dinheiro.. aí sim... percebe a diferença? ele não aceita dinheiro de corrupto.
Não há mal algum em receber dinheiro do fundo partidário, isso é totalmente legal e justo.

Agora, pense comigo: se fosse o LULA.. será que ele teria devolvido o dinheiro depositado na conta dele???

Tenho certeza que ele teria embolsado o dinheiro! ahahahha essa é a grande diferença.
Lula é bandido, o Mito é honesto. Por isso que um vai pra cadeia e o outro não.

Por isso que geral chama o Mito de tudo: machista, homofóbico, estuprador. Só não o chamam de corrupto.

O Mito foi citado no mensalão... o Mito foi citado por Fernandinho Beiramar.. o Mito foi citado por Joaquim Barbosa.... e adivinhem? tudo disseram que ele é honesto.... kkk

Anônimo disse...

Depois de ver o donadio defender o Lula, realmente esse blog é uma piada e está decaindo muito.

donadio disse...

Sei... a ideia é que se o ladrão entrar na padaria e quiser comprar um pãozinho com o dinheiro que ele tem no bolso direito, e que foi roubado de um transeunte qualquer, o dono da padaria tem de recusar. Mas se o ladrão em vez disso quiser pagar com o dinheiro que ele tem no bolso esquerdo, e que ele ganhou honestamente, o dono da padaria pode aceitar.

Anônimo disse...

Não, Donadio.. vc está novamente distorcendo o que aconteceu, rsrs...
O que vc está erradamente chamando de ladrão, não é o ladrão. É o partido que o Mito estava. O ladrão na verdade é a JBS. O Mito devolveu o dinheiro que o ladrão tentou depositar na conta dele.... Não vamos confundir as coisas, ok? o Mito não mexe com ladrões. O fundo partidário, o Mito tem direito, não há nada errado disso. E o Mito não recebeu dinheiro de ladrão. Se o partido recebeu de ladrão, aí é algo que deve ser investigado, e caso seja comprovado, o ex-partido do Mito deve ir pra cadeia, juntamente com o Lula kkkkkkkkkkk

O Mito nem é desse partido mais kkkkkkk

Mas eu entendo o que o Mito passa, pois eu sou muito parecido com ele... Veja por exemplo... minha esposa fica muito brava comigo, segundo ela eu sou machista... ela reclama das coisas mais triviais do mundo, por exemplo.. quando estou dirigindo no transito e um motorista faz uma barbeiragem, eu vou atrás do motorista até chegar nele, pra mostrar pra minha esposa que era mulher que estava dirigindo, por isso a barbeiragem ( e isso é fato, eu mesmo já constatei, 90% das vezes realmente é uma barbeira dirigindo ). O que eu quero dizer com isso é que minha esposa me xinga de muita coisa ( mas na hora de me pedir dinheiro pra fazer compras no supermercado ela não me xinga ).. enfim, ela me xinga de muita coisa: machista, ogro, nervoso.. ela me xinga de tudo, menos de...? de...? deeee??? menos de CORRUPTOOOOOO!!! ahahhaah assim como o Mito, ela pode me chamar de qualquer coisa, só não me chama de corrupto!

Vic Adolfi disse...

"Primeiro, tem uma crise internacional, muito séria e profunda; (...) o governo Dilma não tinha a força necessária no Congresso para adotar medidas de correção no rumo da economia, e fracassou ao tentar. (...) Ao contrário, o Congresso, estimulado por todo tipo de asneira do Instituto Mises e similares, entrou em processo de rebelião, paralisando o Executivo, na ilusão de que a crise gerada por eles mesmos seria fácil de resolver uma vez a presidente derrubada"

Por favor, ó caro douto em economia, poderia nos discorrer melhor e nos explicar exatamente quais "asneiras" o instituo mises, formado predominantemente por economistas, alguns deles internacionalmente renomados, formados em universidades famosas e trabalhando em institutos e/ou empresas bem conhecidas, os políticos brasileiros seguiram e que agravou a crise? Por favor, ilumine-nos um pouco mais com seu conhecimento...

A crise internacional não chegou com força total por conta da incompetência dos governos petistas, não prevendo e nem se prevenindo para sua chegada (marolinha, certo?) e perdendo o bonde do período de crescimento (muito mais propiciado pelo grande aumento de demanda de commodities pela China, alta do preço petróleo, e barateamento do dólar - usado em vários insumos de industrias exportadoras nossas, bem como na precificação de diversas commodities - por conta de guerras e da crise nos EUA, bem como por maturação e manutenção de medidas economicas começadas no governo FHC) para investir de fato na industria, educação, capacitação, infraestrutura e tecnologia afim de nos tirar da condição de meros exportadores de matérias primas, para um patamar mais econômico elevado/industrializado. Este erro foi similar ao do governo militar no período do "milagre econômico" brasileiro. Para contornar a crise o govero Lula (agora já com Mantega no lugar de Meirelles) estimulou a obtenção crédito público parte de várias empresas (a preço de banana e com eventual perdôo de dívidas) e de pessoas físicas. Isto funcionou num primeiro momento, mas sem medidas concretas de estímulo À economia (investimento em estrutura,tecnologia, estímulo ao livre mercado e concorrência, desburocratização, reforma tributária, etc), e com a política dos grandes campeões de mercado várias empresas menores quebraram, bem como pequenos produtores rurais (com gigantes do agro-negócio como a JBS crescendo como nunca). Fora queda no petróleo, diminuição do crescimento Chinês, os micos como Comperj, Passadena, Porto Mariel, Abreu e Lima & cia. Por fim, com a chegada da presidanta, estas políticas foram intensificadas e veio a terrível "nova matriz econômica", que com intervenções equivocadas estrangulou mercados como o energético. Depois veio a guinada econômica, com Joaquim Levy (tarde demais), mas o fato de ela não ter mais governabilidade nenhuma e nem dar carta branca ao Levy, levou país e o mercado À incertezas ainda maiores, agravando a crise. Claro, que o impeachment dela e a incerteza política após isto acabou agravando mais ainda a crise...

Você parece acreditar em uma falsa dicotomia: Governo de esquerta estatizante e intervencionista x governo de direita liberal/neo-liberal. Existem várias esquerdas e direitas. Tanto esquerda quanto a direita são fragmentadas, com várias divergências entre os segmentos internos de cada uma. Existe uma direita que é praticamente tão estatizante quanto a esquerda e esta direita inclui as ditaduras militares latino-americanas. As ditaduras militares NÃO foram liberais, pelo contrário, foram predominantemente estatizantes e intervencionistas.

O Chile passou a ter um crescimento economicamente muito mais acentuado, nos últimos 20 anos (ainda afetado, mas de maneira bem menor pela variação de matérias primas como o Salitre) quando passou a investir em medidas de livre mercado, empreendedorismo e enxugamento do estado. Coisa que não acontecia no governo nada liberal de Pinochet, até a ascenção dos "Chicago Boys".

Vic Adolfi disse...

EUA, Canadá, Europa Ocidental, Austrália, tigres asiáticos enriqueceram com estímulo ao livre mercado, empreendedorismo, estados relativamente enxutos, pouca burocracia e investimento em infra-estrutura, educação e tecnologia. Fora a mentalidade do povo, claro. Particularmente Canadá e europa ocidental (sobretudo escandinávia), aumentaram seu estado de bem estar social (consequentemente impostos), após já terem enriquecido e terem uma economia forte com aquelas medidas citadas. Mesmo assim em vários destes países a carga tributária e o tamanho do estado/burocracia por insatisfação da população e perda de competitividade de mercado/estagnação da economia.

Coincidentemente, neste momento estou lendo justamente "As seis lições" do Mises. Livro que estou achando muito bom. Se você já tivesse para tentar ler e entender alguma coisa que Mises escreveu, entenderia o que a moça quis dizer quando afirmou que Mises "previu" a crise econômica brasileira.

donadio disse...
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donadio disse...

"Por favor, ó caro douto em economia, poderia nos discorrer melhor e nos explicar exatamente quais "asneiras" o instituo mises, formado predominantemente por economistas, alguns deles internacionalmente renomados, formados em universidades famosas e trabalhando em institutos e/ou empresas bem conhecidas, os políticos brasileiros seguiram e que agravou a crise? Por favor, ilumine-nos um pouco mais com seu conhecimento..."

Vic, em primeiro lugar obrigado por tentar trazer a discussão para um nível um pouco mais elevado do que o "quatro patas bom, duas patas mau" que a maioria dos "liberais" faz aqui.

Mas o argumento de autoridade não tem muito valor, realmente. São economistas renomados, formados em universidades famosas? Pode ser. Mas os argumentos são pobres, os fatos são selecionados de acordo com uma agenda ideológica, etc.

Asneiras? Na página do Insituto Mises, hoje, quinta-feira, 21 de dezembro de 2017, o artigo mais destacado - a chamada tem letras maiores do que os outros, a ilustração tem o dobro do tamanho dos demais, e ele ocupa o topo da página - é sobre bitcoins, e visa negar algumas das acusações mais frequentes feitas a essa criptomoeda - de que seria uma bolha, de que seria um esquema Ponzi (pirâmide), de que não teria lastro. Mas o artigo faz uma afirmação muito estranha: a de que o bitcoin não poderia ser uma bolha, por que as bolhas só acontecem quando os compradores de um determinado mercado se "alavancam" (isto é, tomam empréstimos) para poder comprar. E segundo o artigo, isso não é possível, por que "os bancos não concedem empréstimos para comprar bitcoins". Mas isso não é verdade; os bancos concedem empréstimos sem pedir explicações aos correntistas. Evidentemente esse crédito é limitado (eles não vão te emprestar 50 milhões de reais sem ver qual o seu projeto de empreendimento) e os juros são mais elevados. Mas se um número suficiente de trouxas de classe média resolver tomar empréstimos pessoais para comprar bitcoins, vai haver uma bolha especulativa nesse mercado.

Então, sim. Se "asneira" pode te parecer exagero ou grosseria, coloquemos as coisas assim: o Instituto Mises tem posições a respeito de questões colocadas pela realidade que subordinam os fatos às fantasias ideológicas preferidas por lá. Posições que são perigosas, por que correm o risco de estimular pessoas que não são milionárias a brincarem com suas próprias economias de forma irresponsável.

donadio disse...

"A crise internacional não chegou com força total por conta da incompetência dos governos petistas, não prevendo e nem se prevenindo para sua chegada (marolinha, certo?)"

Olha, os governos petistas fizeram um bom trabalho de postergar a chegada da crise ao Brasil, e, até 2014, de reduzir os impactos dela sobre a economia brasileira. Como todos os governos do mundo, passados, presentes, e futuros, o governo petista se iludiu a respeito das condições de continuidade do crescimento (aí entrando a crítica que você faz à "marolinha"). Mas isso é praticamente inevitável; nenhum governo jamais vai reconhecer a existência de uma crise até que ela se instale, por que um pronunciamento do governo nesse sentido tem impacto imediato sobre as expectativas dos investidores e consumidores (isto é, qualquer governo que diga "vai haver uma crise" vai precipitar a crise e perder a capacidade política de agir contra ela).

"Isto funcionou num primeiro momento, mas sem medidas concretas de estímulo À economia (investimento em estrutura,tecnologia, estímulo ao livre mercado e concorrência, desburocratização, reforma tributária, etc)"

Mas, veja: como que um governo toma "medidas concretas de estímulo à economia" sem intervir na economia? A iniciativa privada brasileira está se lixando para investimento em infraestrutura e tecnologia (que ela acha, com boa dose de razão, que podem ser compradas lá fora por um custo muito menor do que o implicado em montar departamentos de pesquisa), portanto isso não vai existir sem investimento direto do Estado.

"com a política dos grandes campeões de mercado várias empresas menores quebraram, bem como pequenos produtores rurais (com gigantes do agro-negócio como a JBS crescendo como nunca)."

Mas por que a política de grandes campeões nacionais quebraria empresas menores? O raciocínio deveria ser o contrário - a prosperidade gerada pelas grandes empresas se espraia para baixo, ao gerar mercado em que as pequenas e médias podem competir. Ou seria assim, se os economistas liberais tivessem razão.

Agora os olhos se umedecem pelos pequenos produtores rurais; na hora de quebrar a grande propriedade rural improdutiva, esses menos pequenos produtores são parte do problema, quando não pura e simplesmente criminosos - como é a acusação diuturnamente repetida contra o movimento organizado dos "pequenos empreendedores rurais que não podem se formalizar" - o MST.

"Fora queda no petróleo, diminuição do crescimento Chinês, os micos como Comperj, Passadena, Porto Mariel, Abreu e Lima & cia."

Ou seja, operações comerciais perfeitamente razoáveis, feitas com expectativa de lucro. Que não deram certo por fatores alheios à previsibilidade do governo, como o estancamento do crescimento chinês e a baixa prolongadíssima do preço do petróleo em função de uma decisão política do Estado saudita.

"Por fim, com a chegada da presidanta"

Essa canalhice rasteira é perfeitamente dispensável. Como visto no restante do seu comentário, você consegue argumentar com um mínimo de racionalidade e decência. Então para que jogar isso fora e colar na própria testa um letreiro onde se lê "eu sou um imbecil, e um imbecil preconceituoso para completar"?

donadio disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
donadio disse...

"Você parece acreditar em uma falsa dicotomia: Governo de esquerta estatizante e intervencionista x governo de direita liberal/neo-liberal."

Interessante, isso é o que eu vejo nos comentários liberais aqui. Não, eu não acredito nessa falsa dicotomia. Não acho que "esquerda" seja sinônimo de intervencionismo estatizante, nem que "direita" seja sinônimo de governo "liberal" (isto é, no jargão da "nova direita", privatista e desregulamentador). Muito pelo contrário, você pode ver que sempre procuro demonstrar como os governos de direita são sempre estatistas, e sempre interferem na economia, ainda que (às vezes, não como regra geral) repudiem o investimento estatal direto.

De fato, grande parte da polêmica aqui é justamente devida à tentativa, por parte dos "liberais" aqui, de impor essa "dicotomia", essa camisa-de-força (que os leva às maluquices mais desbragadas, como achar que se alguém não é favorável a uma intervenção militar estrangeira contra o governo Maduro, então esse alguém necessariamente acha que a Venezuela é o "país ideal"). As políticas do governo Dilma (Temer, Maduro, Obama, Putin) podem ser discutidas de forma racional, considerando os limites materiais e ideológicos de cada um, sem recorrer a jargões como "presidanta", "Bobama" ou "Putinho". E aí não é necessário fazer uma defesa sem qualificações de todas as ações de um governo que a gente apoia, como não é preciso fazer uma crítica desembasada de todas as ações de um governo ao qual a gente se opõe.

"Existem várias esquerdas e direitas. Tanto esquerda quanto a direita são fragmentadas, com várias divergências entre os segmentos internos de cada uma."

Sim, nisso você tem toda razão. Quem não tem razão é a turma dos "países ideais", que só raciocina com base no mais absoluto maniqueismo.

"Existe uma direita que é praticamente tão estatizante quanto a esquerda e esta direita inclui as ditaduras militares latino-americanas. As ditaduras militares NÃO foram liberais, pelo contrário, foram predominantemente estatizantes e intervencionistas."

Você tem razão, mas é preciso situar isso historicamente. As ditaduras militares latino-americanas foram fenômenos dos anos 60 e 70; com muito poucas exceções (sendo o Chile a principal) elas se extinguiram nos anos 80 (a ditadura mais resiliente, a paraguaia, nunca foi exatamente uma ditadura militar estrito senso). E os anos 60 e 70 foram a época de ouro do intervencionismo estatal e keynesiano, não só na América Latina como no mundo; e se a vanguarda desse intervencionismo a nível mundial foi a "centro-esquerda" social-democrata europeia, a direita dita "democrática" nos países centrais também nunca encontrou coisa melhor para fazer, durante essas duas décadas, do que dar continuidade, com menos ímpeto, a essas políticas. Os tories britânicos, os gaullistas franceses, os democrata-cristãos alemães e italianos, o PLD japonês, Eisenhower e Nixon - ninguém fez outra coisa senão aplicar o mesmo receituário, com diversas ênfases e inflexões, até que Thatcher e Reagan aparecessem na cena política.

donadio disse...

"O Chile passou a ter um crescimento economicamente muito mais acentuado, nos últimos 20 anos (ainda afetado, mas de maneira bem menor pela variação de matérias primas como o Salitre) quando passou a investir em medidas de livre mercado, empreendedorismo e enxugamento do estado. Coisa que não acontecia no governo nada liberal de Pinochet, até a ascenção dos "Chicago Boys"."

Aí você faz o que os americanos chamam de "moving the goal posts". O consenso geral é que a ditadura Pinochet foi economicamente "liberal", isto é, privatizante e desregulamentadora, desde o primeiro dia. Ela não privatizou as minas de cobre, que tinham sido nacionalizadas por Frei (outro direitista democrático que aplicou o receituário intervencionista consensual nos anos 60) e Allende - até por que as grandes empresas americanas do ramo não estavam mais interessadas em ser proprietárias diretas das jazidas - mas todo o ímpeto do governo Pinochet foi no sentido de reduzir a intervenção estatal. Havia limites políticos - até mesmo as mais brutais ditaduras têm limites políticos - como o cobre e as redes de proteção social - mas a ideia era privatizar, não estatizar, e nem mesmo deixar como estava.

Aqui http://marginalrevolution.com/marginalrevolution/2006/12/how_good_was_pi.html tem uma boa discussão (comentários incluídos) da economia chilena durante o pinochetismo, sem fantasias e sem tentativas de ocultar os fatos básicos em nome de uma ideologização absolutista.

A principal divergência entre os Chicago Boys e a cúpula chilena não estava na estatização/desestatização, mas na política monetária: o governo atrelou a moeda chilena ao dólar, com resultados previsivelmente ruins, contra a opinião dos "austríacos", que favoreciam a livre flutuação. Mas essa não era, pelo menos para os Chicago Boys, uma questão ideológica, e sim de gestão prática da economia; se alguma coisa, eram os chilenos quem tinha uma posição mais "purista" no assunto (a moeda tem de ter lastro real, etc).

donadio disse...

EUA, Canadá, Europa Ocidental, Austrália, tigres asiáticos enriqueceram com estímulo ao livre mercado, empreendedorismo, estados relativamente enxutos, pouca burocracia e investimento em infra-estrutura, educação e tecnologia.

Olha, os Estados Unidos – como a Grã-Bretanha – se tornaram um país desenvolvido ainda no século XIX – época em que o intervencionismo estatal, na forma de investimento estatal direto, ainda não estava na moda.

Ainda assim, o governo Lincoln travou uma guerra civil para acabar com o “livre mercado” de escravos. E a política econômica norte-americana foi notoriamente protecionista pelo menos até a primeira guerra mundial.

O governo Washington já começou por estabelecer tarifas alfandegárias com a finalidade de proteger a indústria nacional. Como o próprio Washington disse,
Um povo livre deve ser não apenas armado, mas também disciplinado; para esse fim, um plano uniforme e bem preparado é um requisite; e a sua segurança e interesse requerem que se promovam as manufaturas necessárias para faze-lo independente dos outros no que toca a suprimentos essenciais, especialmente os militares.

Com ele concordava Lincoln:
Dêem-nos uma tarifa protecionista e seremos a maior nação da Terra.”;“o abandon da política protecionista pelo governo americano […] resultaria em ruína e necessidade entre o nosso povo.

Particularmente Canadá e europa ocidental (sobretudo escandinávia), aumentaram seu estado de bem estar social (consequentemente impostos), após já terem enriquecido e terem uma economia forte com aquelas medidas citadas.

Isso é evidentemente falso, e na verdade também o exato oposto da mitologia liberal preponderante, que quer nos convencer que a Suécia se tornou um país próspero a partir das reformas econômicas da década de 90 do século XX.

É complicado tentar comparar as coisas dessa forma. A Suécia foi uma grande potência no século XVII, quando o liberalismo econômico ainda não tinha sido inventado. Então já era um país rico antes da industrialização, antes do capitalismo, etc. E é evidente que essa riqueza serviu de base para a evolução posterior da economia sueca. Mas o auge do crescimento sueco foi o segundo pós-guerra, o período entre 1945 e 1970, quando a economia sueca foi dirigida por sucessivos governos social-democratas, todos eles intervencionistas e keynesianos. Então simplesmente não é verdade que a Suécia tenha primeiro se tornado um país rico, e só depois tenha começado a ter políticas econômicas redistributivistas – assim como não é verdade que tenha sido um país pobre até a década de 1990, quando reformas neoliberais o transformaram num paraíso sobre a terra.

O Brasil nunca foi uma potência absolutista; ao contrário, enquanto Gustavo Adolfo enfrentava e vencia exércitos russos e austríacos, o Brasil era uma colônia escravocrata, submetida aos ditames do absolutismo espanhol e português. Então a comparação é bastante absurda. As condições históricas do desenvolvimento sueco não vão se repetir para o Brasil.

Vic Adolfi disse...

"América Latina como no mundo; e se a vanguarda desse intervencionismo a nível mundial foi a 'centro-esquerda' social-democrata europeia, a direita dita 'democrática' nos países centrais também nunca encontrou coisa melhor para fazer"
Sim, mas há de se perguntar se porque eles não encontraram nada melhor para aplicar, significa que não havia de fato nada melhor? Ou melhor ainda, será que eles não "encontraram" nada melhor para implantar apenas porque não lhes foi cômodo...lembre-se, quanto mais intervencionista, quanto maior o braço do estado nos setores privados da sociedade, mais fácil os políticos se locupletarem através de conchavos, arquitetura de cartéis, PPPs onde rolam todos os tipos de "maracutaias", etc. Quanto maior/mais intervencionista for o estado, mais fácil doutrinar, controlar, vigiar, ditar os rumos dos setores da sociedade e da população em geral.

"O consenso geral é que a ditadura Pinochet foi economicamente "liberal", isto é, privatizante e desregulamentadora, desde o primeiro dia"
Ela foi uma exceção entre as ditaduras militares latino-americanas, neste sentido, e aí foi, segundo alguns economistas, implantado a semente do liberalismo e economia de livre mercado, que se maturaria anos depois, levando o Chile ao posto atual de país mais rico da América Latina, proporcionalmente, e com melhores indicadores econômicos e de IDH.

"Ela não privatizou as minas de cobre, que tinham sido nacionalizadas por Frei"
Não sou a favor da privatização total, "desregulamentada". Há setores estratégicos que podem ficar na mão do estado, pois representam grandes riquesas naturais, fontes importantes de pesquisas, etc e podem talvez no máximo ser compartido com a iniciativa através de PPPs. Como você disse, nenhum país do mundo implementou o estado mínimo (minarquismo) de fato ou a privatização totalmente desenfreada e desrugarizada. Nem EUA, nem países escandinavos no auge de seu liberalismo ecônomico.

"governo atrelou a moeda chilena ao dólar, com resultados previsivelmente ruins, contra a opinião dos 'austríacos'"
Ah sim. Pelo que entendo, os economistas mais liberais (como os 'austríacos') são totalmente contra este tipo de prática, bem com até mesmo fixação de taxas de juros pelo governo e tal... mas esse atrelamento, pelo menos no nosso caso (real) deu certo ao que se pretendia.

Vic Adolfi disse...

"Ainda assim, o governo Lincoln travou uma guerra civil para acabar com o 'livre mercado' de escravos. E a política econômica norte-americana foi notoriamente protecionista pelo menos até a primeira guerra mundial."
Também divirjo da opinião dos economistas ultraliberais neste ponto. Acho que um "protecionismo inteligente", pode ser favorável à economia/indústria nacional, mas não sem prever formas de estimular e facilitar essa economia/industria e não mais que duplicando preço dos produtos importados, como acontece aqui (principalmente nos eletrodomésticos). Pagamos taxas absurdas para um governo que é uma "esponja" e não dá praticamente retorno algum real à população. E também há o lado ruim do protecionismo exagerado, com empresas nacionais podendo se dar o luxo de cobrar preços altíssimos por produtos de qualidade duvidosa e a dificuldade de acesso a bons produtos, além da defasagem tecnológica em relação aos países mais desenvolvidos, como ocorria aqui no Brasil, até Collor começar a abrir mais o nosso mercado.

"Isso é evidentemente falso, e na verdade também o exato oposto da mitologia liberal preponderante, que quer nos convencer que a Suécia se tornou um país próspero a partir das reformas econômicas da década de 90 do século XX."
Olha, já li um número razoável de artigos e vi alguns vídeos, explicando justamente que a Suécia (e a Escandinávia de maneira geral) se tornou rica econômicamente atráves do liberalismo econômico e de políticas de estímulo ao livre mercado e ao empreendedorismo, adotadas no período entre meados do século XIX e a década de 1970. Por volta da metade do século XX os países escandinavos já estavam entre os países mais ricos do mundo e a Suécia, particularmente, era o 4º mais rico, com crescimento comparável ao dos EUA. A partir dos anos 1970 os países escandinavos começaram a aplciar mais fortemente medidas "sociais-democratas", ampliando o estado de bem estar social, aumentando impostos, regulamentando mais a economia, enrijecendo leis trabalhistas, aumentando o número de estatais, etc. Isso fez com que a dívida pública e os impostos nestes países aumentassem consideravelmente e o crescimento econômico começasse a perder folego e finalmente estagnasse. A Suécia que em 1970 ainda era o 4º país mais rico do mundo, caiu para a 14º posição em 2000, praticamente não criou empregos novos no setor privado nas útlimas (quatro ou cinco) décadas. Nos últimos anos, os países escandinavos, notadamente a Suécia, procuraram justamente reverter este quadro, voltando a tomar medidas mais "neo-liberais" na economia, justamente como uma forma de reverter este quadro, voltarem a crescer e tornarem suas empresas mais competitivas frente a de outros países europeus, EUA, China e tigres asiáticos.

donadio disse...

"Pelo que entendo, os economistas mais liberais (como os 'austríacos') são totalmente contra este tipo de prática, bem com até mesmo fixação de taxas de juros pelo governo e tal... mas esse atrelamento, pelo menos no nosso caso (real) deu certo ao que se pretendia."

A divergência me parece que está dentro do âmbito do neoliberalismo. Os argumentos em prol de ambas as políticas podem ser embasados nos princípios doutrinários: os que acham que a moeda nacional deve flutuar livremente podem argumentar que isso, afinal, é o "livre-mercado"; os que defendem o atrelamento podem argumentar que a moeda tem de ter lastro, senão a economia vai girar no vazio (e que o lastro deveria ser a moeda estrangeira). O problema surge quando qualquer uma dessas posições é defendida com uma fé quase religiosa - e a balança comercial afunda enquanto o ministério da fazenda mantém a valorização artificial da moeda, ou a inflação dispara mas o ministério da fazenda se recusa a intervir no mercado FOREX por que o deus mercado não deixa.

No caso específico do Chile, provavelmente o atrelamento ajudou a debelar a inflação no curto prazo. Depois começou a emperrar o crescimento da economia chilena. O problema é que os Chicago boys queriam livre flutuação quando a inflação estava alta, e os chilenos queriam atrelamento quando a moeda nacional sobrevalorizada estava destruindo a economia.

Não muito diferente do caso do Brasil, onde o atrelamento foi estendido até onde deu, e quando finalmente teve de ser quebrado, resultou em problemas sérios, por que a moeda nacional desabou.

donadio disse...

"Também divirjo da opinião dos economistas ultraliberais neste ponto. Acho que um "protecionismo inteligente", pode ser favorável à economia/indústria nacional, mas não sem prever formas de estimular e facilitar essa economia/industria e não mais que duplicando preço dos produtos importados, como acontece aqui (principalmente nos eletrodomésticos)."

O problema é que nenhum protecionismo vai ser "inteligente" se não for ditado por uma política industrial coerente. O Brasil é muito protecionista? É. É pouco protecionista. Também. Por quê? Por que estabelece tarifas altas em setores nos quais o país não precisa de proteção (por que já tem vantagens comparativas de sobra), em setores nos quais não deveria se preocupar em ser competitivo (um músico de orquestra sofre para comprar um oboé, para proteger uma suposta indústria nacional de instrumentos musicais que não existe)... e por que as tarifas, mesmo altas, não protegem adequadamente setores estratégicos da economia em que o país deveria se preocupar em ser competitivo.

Por outro lado, também é de se perguntar para que proteger a indústria automobilística nacional. Defender Fiat, Volkswagen, Ford, GM, Renault, etc, é defender a indústria "nacional"?

Mas essas coisas têm de ser tratadas com papel e lápis, ou mais modernamente, calculadora e planilhas. Religião do livre-comércio, que é o que eu vejo da parte dos liberais - nenhuma preocupação estratégica, negação da importância da política industrial, e defesa de princípios abstratos a morrer - melhor passar fome do que estabelecer uma tarifa aduaneira - é outra coisa.

donadio disse...

"Olha, já li um número razoável de artigos e vi alguns vídeos, explicando justamente que a Suécia (e a Escandinávia de maneira geral) se tornou rica econômicamente atráves do liberalismo econômico e de políticas de estímulo ao livre mercado e ao empreendedorismo, adotadas no período entre meados do século XIX e a década de 1970. Por volta da metade do século XX os países escandinavos já estavam entre os países mais ricos do mundo e a Suécia, particularmente, era o 4º mais rico, com crescimento comparável ao dos EUA. A partir dos anos 1970 os países escandinavos começaram a aplciar mais fortemente medidas "sociais-democratas", ampliando o estado de bem estar social, aumentando impostos, regulamentando mais a economia, enrijecendo leis trabalhistas, aumentando o número de estatais, etc. Isso fez com que a dívida pública e os impostos nestes países aumentassem consideravelmente e o crescimento econômico começasse a perder folego e finalmente estagnasse. A Suécia que em 1970 ainda era o 4º país mais rico do mundo, caiu para a 14º posição em 2000, praticamente não criou empregos novos no setor privado nas útlimas (quatro ou cinco) décadas. Nos últimos anos, os países escandinavos, notadamente a Suécia, procuraram justamente reverter este quadro, voltando a tomar medidas mais "neo-liberais" na economia, justamente como uma forma de reverter este quadro, voltarem a crescer e tornarem suas empresas mais competitivas frente a de outros países europeus, EUA, China e tigres asiáticos."

Eu não sei o que você anda lendo, mas vejo alguns problemas, tanto fatuais, como de interpretação aí.

Primeiro, protecionismo não é, nem nunca foi, uma parte integrante de um suposto receituário "social-democrata". É perfeitamente possível um país praticar o livre-comércio e ter políticas internas keynesianas ou social-democratas - como é também perfeitamente possível um país ter um protecionismo rigoroso, e não ter um estado de bem-estar social, ter impostos internos baixos, uma economia desregulamentada, leis trabalhistas frouxas, e não investir diretamente na economia (ou seja, não ter empresas estatais). Um exemplo claro são os Estados Unidos - que praticaram um protecionismo bem rígido no século XIX, sem que por isso tivessem uma estrutura tributária progressiva, leis trabalhistas rígidas, empresas estatais, ou economia regulamentada (e que, ao contrário, quando começaram a se preocupar mais claramente com esses últimos aspectos, no governo Franklin Roosevelt, também passaram a transicionar para uma posição mais livre-cambista).

donadio disse...

Quanto à Suécia, é complicado. O apogeu da Suécia foi no século XVII, quando se tornou uma grande potência, dominando toda a Escandinávia e enfrentando com sucesso nos campos de batalha tropas russas e polonesas para estabelecer sua hegemonia no Báltico. São tempos em que a Suécia não podia ter adotado o liberalismo econômico, por que ainda não havia liberalismo econômico.

O século XIX foi ruim para a Suécia, que perdeu seus territórios no Báltico, teve de conceder independência aos outros países escandinavos, e perdeu importância política internacional.

Os social-democratas chegaram ao poder pela primeira vez em 1932, e desde então são o partido mais forte na Suécia. Políticas econômicas social-democratas caracterizaram o país até a década de 1970. Esse período foi o que viu a maior ascensão econômica sueca; como você bem diz, o país chegou a ter o quarto maior PIB per capita do mundo em 1970. Depois disso, o país foi atingido pela crise econômica a partir de 1973, que acabou por levar uma confederação de partidos de direita ao poder, os quais tentaram implementar políticas neoliberais, desregulamentando a economia, tornando a estrutura tributária menos regressiva, etc. Os resultados não parecem ter sido bons; como você observa, no ano 2000 a Suécia tinha o décimo-quarto PIB per capita do mundo. Então não sei bem como é que os liberais usam a Suécia como prova de que as políticas que eles defendem são excelentes. Minha impressão é a de que isso não é possível sem ignorar ou os dados da economia sueca, ou os dados sobre a política sueca. Ou ambos.

(Outra coisa que é importante: depois de quatro décadas de neoliberalismo, desregulamentação, destruição do estado de bem-estar social, redução dos impostos dos ricos, etc., a Suécia continua a ter uma economia bem mais regulamentada, um estado de bem-estar social muito mais forte, uma estrutura tributária muito menos regressiva, e uma distribuição de renda muitíssimo melhor do que o Brasil de hoje (ou de 2015, ou de 2014, ou de 2013, ou onde quer que a gente ponha o auge das políticas social-democratas do PT).)