terça-feira, 14 de julho de 2015

"SOU FEMINISTA, QUEIRAM OU NÃO"

O Panthro deixou um comentário muito bom num post de uma mulher que tem tudo pra ser feminista mas não se sente acolhida:

Por isso que eu também digo que sou, sim, feminista. Podem me chamar de feministo, podem me chamar de potencial estuprador por ter um pênis, foda-se. Eu continuo acreditando que homens e mulheres devem ser tratados com igualdade de direitos e deveres (exceto os casos óbvios de diferenças biológicas, não vou pedir que uma mulher não menstrue ou que um homem não fique careca). E não é porque meia dúzia de babacas é babaca que eu vou deixar de acreditar numa coisa tão simples e óbvia quanto essa. Eu sou feminista queiram ou não, porque o feminismo é uma ideologia, não um clube. Você compartilha das mesmas ideias ou não. E essa política do pensamento não pode entrar na minha cabeça pra dizer com que diabos eu concordo.
Eu sei que tem gente que usa essa gente babaca pra JUSTIFICAR o preconceito contra mulheres (ou contra feministas) mas isso é igualmente estúpido. Não é porque uma mulher é babaca que o feminismo é errado. Nem se todas as mulheres fossem babacas o feminismo seria errado, porque é uma questão de conceito! Então os cães ladram e a caravana passa.

239 comentários:

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Anônimo disse...

Li o texto e o que veio imediatamente à minha cabeça foi isso:

http://media-cache-ec0.pinimg.com/736x/75/24/0e/75240e3f796abc3eafc87d7fd3ea1712.jpg

Anônimo disse...

Apesar de ter gostado do post tenho uma critica a fazer. To reparando q de um tempo pra ca ta tendo maias posts sobre comentarios de posts anteriores do q posts com informaçoes novas e relevantes. Parece falta de assunto do blog que fica comentando de si mesmo na maioria das vezes. Faz um post com um comentario e deste post dai mais dezenas de comentarios que por sua vez vao virar post d novo...cansativo isso.
Bom..era isso!

Nathalia Faria disse...

Poucas linhas pra quantidade de "babaca" escrito. Seje menos

Anônimo disse...

anon 11:24

Provavelmente isso está acontecendo porque a Lola está numa viagem internacional, e não deve estar com tempo ou com dificuldades para ter acesso à internet. Deve voltar ao normal após o seu retorno.

Julia disse...

Bem isso, 11:17..

Julia disse...

A Lola está na China trabalhando.
Acho que estas postagens foram preparadas antes da viagem.

Anônimo disse...

Ok..mas se nao tem como se dedicar entao eh so fica um tempo sem postar ne. Acho desnecessario esse lance de melhor postar qualquer coisa do q nao postar nada. Parece que quer alimentar o blog a todo custo, mesmo q seja com coisas nem tao interessantes assim. Sei la..mas parece q o baixo nivel dos comentarios ta transformando o nivel do proprio blog tbm :/
Espero q melhore. Pelo menos quando ela voltar (da China?) Deve vir cheia de novidades, pq um pais q extermina os bebes q nascem meninas da muito assunto pras feministas!

Bom dia pra todos!

Jonas Klein disse...

Sabe eu acho que e um ato de muita coragem alguém se assumir publicamente feminista, especialmente agora que tem as radfems soltas pela web sujando imagem do feminismo.

Sempre e muito importante separar toda e qualquer ideologia ou movimento das pessoa que fazem parte dela, pois esta e maior do que qualquer pessoa ou grupo individualmente.


Agora este termo (feministo) me incomoda muito quando eu o leio, esse "o" no final soa horrível para mim, o cara e um home feminista e pronto, acho o "o" no final e dispensável. Mas isso e só uma opinião pessoal minha.

Anônimo disse...

Não compro a ideia do autor do texto. Cansei de ver feministas esculachando geral que não concordam com elas. Então quando a coisa fica feia, quando há mais gente argumentando (e bem) contra elas, as mesmas vem com o tal da sororidade. Vai você questionar alguma coisa em fórum feminista pra ver a bela sororidade que irá receber...

Eu quero um mundo justo, onde homens e mulheres tenham condições iguais e sejam tratados como tal, não preciso do feminismo pra isso, pq ele só segrega ao invés de incluir.

Marjorie.

Anônimo disse...

No mundo do Jonas,Phantro e demais feministos eles são "mais feministas" que muita mulher, afinal nunca ter sentido na pele a descriminação por gênero, e ter um instrumento de opressão entre as pernas, com toda carga histórica que isto representa, e um mero detalhe.
E o cara diz que "feministas sujam a imagem di feminismo" em um blog feminista ainda por cima. Se isto não for uma afronta e clara colonização masculina do movimento, não sei mais o que seria.
E parece que a talzinha moderadora está de acordo, pois apaga comentários de mulheres, mas mantém as sandices dele.

Rê Bordosa disse...

Eu sou feminista queiram ou não, porque o feminismo é uma ideologia, não um clube. [2]

Anônimo disse...

Dia sim, dia não, tem post deturpando feminismo radical.

O primeiro comentário dá o tom já afirmando que logo vem "radfem latindo e rosnando". Isso é mesmo normal, num blog feminista? Esse comentário grosseiro não vem sido, de fato, incentivado pela autora do blog?

Cara, ser radfem não é ser necessariamente contra homem. É querer respeito, e não concessões. É não aceitar menos do que um tratamento digno! Quando permitimos que nossa humanidade seja relativizada para educar homens, para dialogar com eles nos seus próprios termos (digo, nos termos de uma cultura machista), para "trazer" homens pro movimento, ainda somos feministas?

De todo modo, ser feminista não pode ser, de jeito nenhum, ser contra mulher!!!

Não vejo nada de produtivo nessa insistência em dizer que o feminismo das outras é errado, e ainda usar o depoimento de um homem pra explicitar isso (imaginem se fosse um branco falando porque não se sente acolhido e não concorda com tal segmento do movimento negro).

Eu sei que minha audiência não vai fazer falta, mas


anon A. (radfem) disse...

A pessoa fala "quem não é oprimido não pode falar por quem é oprimido!", e o outro entende "uma pessoa não pode mais se relacionar com outras pessoas, é?!"

Para variar, falar mal do feminismo radical é mais importante do que debater tópicos do feminismo, e um monte de feministas apoiando machistas enquanto são contra outras feministas.

Eu gostava bastante desse blog, mas começo a ficar feliz que ele está caindo. Essa caça as bruxas não ajuda em nada.

Ah, e na boa, entendo que a moderação esteja removendo comentários mais agressivos de radfems, mas um comentarista aparecer aqui só para chamar radfems de cachorros e outro só para ofender a Julia gratuitamente é tranquilo? (não sei se ela é radfem, mas os trolls estão a tratando como se ela fosse). A política de remover comentários ofensivos não conta se for em relação a outras correntes do feminismo?

Tudo isso que está acontecendo nesse blog também é machismo, e pesado.

O gato comeu meu teclado disse...

E não ficas atrás, Anônimo das 12:38, não te preocupes. Transborda conteúdo a tua declar... digo... contribuição.
Descontextualizado realmente soa um pouco autoritário esse comentário do Panthro. Uma mulher que sofreu abuso durante a infância e por isso não consegue confiar em homens, por exemplo, para mim não é "babaca". Pode não ser justa essa desconfiança, já que gênero não define personalidade, mas é fruto de uma experiência desagradável com a qual não é fácil lidar, de modo que justo também não seria acusá-la de intolerante "tão cedo".
Mas imagino, considerado o todo, que não tenha sido a intenção dele tentar definir como o movimento feminista deve portar-se e sim defender as idéias dele e seu direito de lutar por aquilo em que ele acredita. Em geral, seus comentários são bem lógicos e nunca o vi desrespeitar ninguém.
De resto, não entendo como "radicais" poderiam comprometer a imagem do feminismo. Questionar é gosmento? Então sou uma lesma, gosto de questionar-me o tempo todo em diversos aspectos. Ou é porque alguma integrante do movimento foi violenta, ainda que com palavras? Exemplo não é argumento; é contra-argumento. Ou a existência de Eduardo Cunha é motivo suficiente para que eu odeie os homens, todos eles?
Anônimo das 13:51, a mim e imagino que a outras pessoas, tua participação é relevante. Também não aprovo esses ataques ao feminismo "radical". Ultimamente parece-me que ele é rechaçado com mais vigor que a misoginia. E aquela postagem sobre o hospício foi desanimadora: quem teima em questionar o "statu quo" só pode ser louco, deve "tomar seu remedinho". Só acrescento que temo muito mais humanos "normais": aqueles perfeitamente capazes de oprimir, explorar, excluir, discriminar e tantas outras violências.

anon A. (radfem) disse...

Sobre o comentário infantil das 14:09:

E para variar críticas a estruturas sociais são recebidas como "Você está atacando minhas escolhas de pessoais!!!111!!1!!1". Mundo massa esse que gira ao redor dos seus umbigos.

Cara, radfems estão cagando e andando para suas 'escolhas pessoais'. Foda-se se você seguir a cartilha do machismo a risca e chamar de 'feminismo' porque é sua 'escolha!!!!!'. Isso é completamente irrelevante para uma análise social (aquela coisa que você tem alergia).

anon A. (radfem) disse...

Ah, e deve ser o mesmo anon que está escrevendo a maioria dos comentários passive-agressive e ofensivos para radfems, o jeito de escrever é o mesmo. E a covardia de ofender nas entrelinhas ao invés de na cara também é a mesma.

Você poderia pelo menos escolher um nick? Sugiro 'witch hunter' ou 'radfem hater'. Sabe, assim fica mais fácil das pessoas se defenderem, ou escolherem não ler comentários de um troll que nunca acrescenta nada além de ofensas.

Ana A disse...

Olha, eu não entendo das diferentes correntes do feminismo, pelo que tenho lido aqui, concordo com muitas coisas de umas e de outras.
O que não ando entendendo ultimamente é essa agressividade contra as radfems. Cara, já no segundo comentário há um ser que as trata de cachorro? "latindo e rosnando"? Pra que isso? Não entendo uma agressão gratuita dessas não ser excluída.
E Samanta, adoro você, e acho que você tem uma paciência de buda! Mas essas agressões do nada? Não acho justo.
Beijo.

Vera disse...

Rê serve ao patriarcado e não se dá conta. Quase engoli a história de que só sai com mulher no relacionamento aberto porque quer, até que vi em outro post aí dizendo que não trai o marido com outro pq é fiel e respeita.
Se o relacionamento é aberto, ela sair com outro n é traição alguma, pq sair com homem seria traição mas com mulher não?
Tá óbvio né, para homem, mulher com mulher é fetiche, eles aceitam isso ou no mínimo n acham tão ruim, agora com outro homem a coisa encrenca, querem até matar. Por isso ela sai com outras e ele tb aproveita.

Mallagueta Pepper disse...

Eu quero um mundo justo, onde homens e mulheres tenham condições iguais e sejam tratados como tal, não preciso do feminismo pra isso, pq ele só segrega ao invés de incluir.

Engraçado vc falar isso, mas está lendo, escrevendo, tem direito a decidir se/com quem vai casar, pode votar, trabalhar, estudar e tem uma pancada de outros direitos que foram conquistados graças ao feminismo "desnecessário que só segrega ao invés de incluir".

Aliás, o feminismo luta pelo fim da violência doméstica (algo que vc pode sofrer), estupro (algo que vc tb deve sofrer) e muitas outras coisas que vc certamente nem imagina porque prefere se apegar aos achismos.

O que eu vejo em fóruns feministas, muitas vezes, são mulheres que vão pra lá destilar o machismo, misoginia, chamar as outras de vadias e depois saem chorando quando levam uma resposta atravessada. Parecem até o Chaves, que provoca até o limite e depois diz que ninguém tem paciencia com ele. E de fato, ninguém tem que ter paciencia com gente que só destila machismo e misoginia, seja homem ou mulher.

Anônimo disse...

Eu sou a favor de homens aliados/feministas (dependendo da sua definição). Acho que quando a gente fala de "feministo", é algo diferente.

Homem no feminismo:
- Entende que possui privilégio
- Respeita suas parceiras, amigas, companheiras e quaisquer outras mulheres
- Entende que o protagonismo é feminino (ou seja, sem mansplaining)
- Trabalha para despertar a consciência de seus amigos e colegas
- Entende possível "misandria" (o clássico, "sei o que elas passam e não vou pedir pra elas anularem isso")


"Feministo"
- Acha que pode tirar privilégio de gênero como se fosse roupinha
- Acha que o movimento serve como um clubinho pra pegar mulher
- Acha que leu as obras feministas melhor que suas colegas então tenta se meter na construção do movimento ou corrige pontos de vista das mulheres
- Fora da assembléia fica quietinho perto de colegas machistas
- Não aguenta ouvir "misandria" sem explodir em "MAS EU NÃO FAÇO ISSO" como se isso resolvesse tudo e pronto, acabou feminismo, zeramos gênero, vamos pra casa.

Bizzys disse...

"Eu quero um mundo justo, onde homens e mulheres tenham condições iguais e sejam tratados como tal, não preciso do feminismo pra isso, pq ele só segrega ao invés de incluir."

Pergunta sincera: sem o feminismo, como é que você espera que esse mundo igualitário seja alcançado? Porque ~desde que o mundo é mundo~ as mulheres estão sendo exploradas, abusadas e sendo tratadas como inferiores pelos homens. Você acha que eles simplesmente um dia irão se tocar de que estão errados e vão passar a nos tratar como iguais?

Anônimo disse...

"Parecem até o Chaves, que provoca até o limite e depois diz que ninguém tem paciencia com ele."

Mas esse é exatamente o comportamento das radfems aqui no blog.

A única que se digna a argumentar alguma coisa é a Anon. A. Nesse caso, no microcosmos do blog da Lola, radfems "como grupo político-social" só aparecem para tumultuar, o que não quer dizer que a teoria radical deve ser ignorada, mas que a militância é infantil, truculenta e birrenta COM OUTRAS MULHERES (é só ver a perseguição à Rê Bordosa).

Perseguem uma pá de gente depois vem querer se fazer de perseguida "dentro do próprio feminismo". Tenha santa paciência.

Anônimo disse...

E gente, vamos entender que muitas das reivindicações das radfems meio que fazem sentido, principalmente a crítica à invisibilidade das mulheres lésbicas em grupos de discussão de gênero, e o apagamento da questão biológica a favor de uma fluidez e abandono da corporalidade pelas teorias modernas. É uma reação. Extremista, sim, e levou pra uns discursos muito nada a ver, mas não é [era] bagunça pura e simples.

SE as radfems estão sendo transfóbicas ou violentas ou segregadas, isso é problema DELAS e não da visão per se. Talvez a própria segregação gere essa aura de ódio que a gente conhece. Então, por mais que eu não concorde com elas, por mais que eu desaprove as atitudes delas, acho que essa reação super hostil tá sendo extremamente improdutiva.

Ignorem radfems que não contribuam em nada pra merda nenhuma, sem tacar gasolina nessa fogueira sem noção.

Fabiano disse...

Eu também acho que essa querela entre libfems e radfems já deu o que tinha que dar. Cada um tem o seu ponto de vista e ninguém é dono da verdade. Em qualquer movimento, divergências são esperadas.

Anônimo disse...

Pois é. Esta hostilidade em cima das radfems é o que elas estam colhendo depois de tantas ofensas atiradas por aí. Não entendo como a Anon A. tem reflexos de extrema lucidez as vezes e diz coisas super sensatas, mas depois diz coisas absurdas e defende baboseiras comentadas aqui. Nem parece ser a mesma pessoa.

Anônimo disse...

Mallagueta Pepper

Bom, primeiro: eu ainda penso que são pessoas que mudam o mundo, não movimentos ideológicos, eles só se apropriam de um discurso, nisso muitas pessoas se esquecem de lutar pelo que acham correto e se apegam à ideologia em si, é só ver aqui nos comentários o tanto de gente que fica de rixa entre "libfem" "radfem" ao invés de propor ideias que façam a vida das mulheres melhorar.

Típico FLAxFLU que virou essa coisa de "coxinha" e "petralha". Já deu. Por que as pessoas não discutem mais sobre os problemas? É porque se apegam a sua ideologia e defendem igual fã adolescente de banda.

Segundo: Eu nunca fui em fórum nenhum de internet xingar e avacalhar nenhum grupo ou pessoa, tudo que eu faço são comentários sinceros do que eu penso, posso estar certa ou errada, se estiver errada aceito numa boa as devidas explicações mas eu vou questionar tudo aquilo que tiver dúvida, meu erro é expor minha ignorância (no sentido de não saber) e as pessoas serem ríspidas comigo achando que fui ignorante (no sentido de mal educada)e mesmo assim eu persistir em dialogar.

Não lembro de ter sido misógina aqui no meu comentário anterior.

Bizzys

Como eu espero que essa igualdade seja alcançada? Debatendo ideias e não sobre ideologias, sou contra ideologias.

Marjorie

anon A. (radfem) disse...

Voltei só para deixar esse post: https://thsppl.com/i-racist-538512462265

É em inglês, é um artigo bem articulado que fala de racismo nos EUA do ponto de vista de um negro. Embora seja sobre os EUA, 99% se aplica para o Brasil. Também tem vários pontos que ressoam com o feminismo. E tem uma análise interessante de indíviduo x sistema do ponto de vista do racismo.

Samantha disse...

Gente,

Eu não fico 24 horas por dia moderando o blog. Eu entro algumas vezes por dia, leio os comentários por cima e deleto os mais raivosos. Tem vezes que deleto coisa que nem devia. Daí eu vou para o spam, releio, pego a ironia do comentário e restauro, se for necessário. Isso porque eu não tenho tempo de ler todos os diálogos.

Agora, por exemplo, eu entrei, vi os comentários ofendendo as radfems e deletei, mesmo achando que ele foi escrito no contexto do texto. Mas ok, foi meio exagerado, pessoal não gostou, foi deletado.

Eu não deixo comentários contra ninguém por querer. Não é por mal, não é má vontade, nada. É porque eu tenho de trabalhar mesmo e hoje meu dia foi particularmente tenebroso.

Eu não tenho nada contra ninguém. Só tenho contra comentários gratuitamente ofensivo. E pode ser contra qualquer um que eu vou deletar.

Então gente linda, me ajudem: ignorem as babaquices que cedo ou tarde eu entro no blog e deleto.

E de antemão: aviso que amanhã eu tenho aula e vou passar o dia inteiro fora, então moderação só vai ter a noite. Compotem-se.

Anônimo disse...

legal mas não vamos dá biscoitinho pra quem tem a obrigação de desconstruir uma coisa maléfica como machismo!

Carol disse...

Acho bizarro lutar pela igualdade de um grupo se separando de outros grupos. Não faz sentido. Conquistar tudo na marra não se mantém se os outros não mudarem sua mentalidade. Eu não quero que a minha igualdade não converse com outras pessoas.

Anônimo disse...

Isso tudo me faz lembrar de uma frase que circula pelos facebooks da vida, algo como "seu feminismo não é feminismo se não lutar contra a discriminação por cor, religião, etc". Se é pra cada macaco ficar no seu galho e os homens não se meterem no feminismo, eu nunca vou mexer um dedo quando uma negra for ofendida porque eu não sou negra, e assim por diante...

anon A. (radfem) disse...

@15:38

É mais fácil eu me defender se você disser o que são essas "coisas absurdas" e "baboseiras" que eu supostamente defendo. Tirando vez ou outra que eu devolvo agressões porque me encheram o saco, eu sempre falo o que se alinha com a minha posição política (ie. feminista radical, de esquerda, ateia, vegetarianismo, etc... sempre focando na análise das estruturas sociais, não de individuos).

E pelo menos no meu dicionário, dizer que alguém fala absurdos e baboseiras gratuitamente conta como hostilidade, que foi o que você disse desprezar nas radfems.

anon A. (radfem) disse...

@Samantha, a reclamação é mais porque já aconteceu várias vezes (não sei com você ou Lola moderando) que comentários ofendendo radfems gratuitamente foram mantidos, então não dá para saber se você não viu ou se achou ok. Anyway, obrigada por deletar aquele comentário.

(não sei se você não viu ou achou ok, mas a birra gratuita com a Julia ainda está lá no comentário das 12:38)

Anônimo disse...

Não entendo essa Marjorie vir num blog feminista falar que não precisa de feminismo porque claramente não entendeu porra nenhuma do que é feminismo!!!

anon A. (radfem) disse...

@16:21

Pelo do que eu já vi de debates sobre isso, a questão é mais isso aqui:

Feminismo é para lutar por direitos das mulheres. Lésbicas, negras, mulheres pobres, gordas, etc. são mulheres. Então o feminismo se aplica a elas. E, mais especificamente, o feminismo radical abraça homens trans, por serem do sexo feminino, enquanto não considera que ele seja espaço para mulheres trans, do sexo masculino.

O feminismo não incluir, por exemplo, homens negros, não quer dizer que é ok você ser racista. Apenas considera que o problema de homens negros deve ser analisado pelo seu próprio movimento (e, inclusive, eles fazem um trabalho muito melhor nisso do que qualquer mulher branca). Sabe, uma pessoa pode lutar por várias causas ao mesmo tempo, sem precisar distorcer uma delas em um universalismo que luta por tudo e nada ao mesmo tempo. O foco do feminismo devem ser mulheres. Mas nada te impede de, supondo que você seja uma mulher branca, de ser feminista e aliada do movimento negro ao mesmo tempo. Do mesmo jeito que seria muita ingenuidade achar que toda feminista não é racista.

Rê Bordosa disse...

Vera,

Estou casada há 14 anos. Meu relacionamento foi completamente "fechado" por 3 anos. E nesse período sair "pegando homem" não seria "opção", mas traição, pois quebrava o acordo vigente.
Eu me referia a esse período.

E no mais, porque tenho que submeter as regras do meu relacionamento ao julgamento de vcs? Porque tem tanto comentário nesse blog que só fala da minha vida? Por acaso no seu feminismo a vida íntima de uma mulher é tema de debate/julgamento?

E você também "serve ao patriarcado e não se dá conta". Todxs nós servimos, sem perceber, nas pequenas atitudes do dia a dia. Se você fosse menos arrogante, parasse de me perseguir e olhasse para as próprias atitudes perceberia isso.
Só que você acha que já "zerou" o jogo patriarcado e agora é só julgar todos os outros seres viventes.

Bizzys disse...

Marjorie

Eu não entendi muito bem o seu comentário. Quer dizer que é ok debater ideias para melhorar a vida das mulheres, mas se essas ideias forem agrupadas e chamadas de "feminismo" aí já não pode?

Eu até concordo que são pessoas que mudam o mundo, mas sem se reunir em torno de um ideal em comum fica difícil. Parece aquele pessoal que diz que não é feminista, mas "humanista".

Anônimo disse...

anon A. (radfem),

E o que impede um homem de ser aliado nosso? Eu fui "privilegiada" e criada em meio muito racista (dentre outros preconceitos), mas me eduquei pra não ser e apoio o movimento. Um homem feminista não seria semelhante a isso?

anon A. (radfem) disse...

@16:44

A linha tênue aí é entre "homem aliado do feminismo" e "homem feminista". Basicamente é a diferença entre estar numa posição de suporte ou de protagonismo. Dá uma olhada no comentário da anon 15:09, ela explicou bem a diferença (com outros termos, mas é a mesma idéia). Eu não vejo problema em homens serem aliados do feminismo, e antes eu também nem via problema em "homem feminista", na verdade. Mas muito homem mesmo usa esse título para roubar protagonismo ou de formas que só servem só para dizer 'sou um cara legal!', sem combater machismo nenhum.

Talvez haja outras radfems que tenham problemas com homens serem aliados do feminismo, mas não sei quais são os motivos delas (ou se elas existem).

Rê Bordosa disse...

Direto nas caixas de comentários tem alguém falando mal "de mim" e não fazendo uma crítica "para mim".
Capitãs obvias que perdem seu precioso tempo dizendo "a Rê Bordosa é machista" e "a Rê Bordosa serve ao patriarcado"... Todas nós temos atitudes/ideias machistas para desconstruir. Nem eu, nem ninguém aqui "zerou" o jogo do feminismo. Quem bater no peito dizendo "sou 100% feminista, eu cheguei lá" é hipócrita ou não tem nenhuma auto-crítica.
Tentem ser menos babuínas por favor... Sabe aquela historinha do babuíno que ria da bunda vermelha de todos os outros babuínos, mas nunca havia olhado para a própria bunda? Exato!

Criar um comentário só pra apontar alguém "olha lá fulana", só mostra duas coisas:
1 - Você gastou esse tempo digitando sobre a vida alheia, e podia ter gasto digitando sobre uma ideia.
2 - Essa pessoa de quem você ta falando mal, deve ser alguém importante, alguém que faz diferença (pra bem ou pra mal), afinal de contas vc gasta seu tempo pensando nela.

anon A. (radfem) disse...

Talvez uma comparação melhor, fazendo um paralelo com o movimento negro, seria entre uma pessoa branca que dá apoio aos objetivos e pautas do movimento negro, mas que respeita quando sua opinião ou presença não é bem-vinda (afinal, faz parte do grupo opressor e não conhece aquele preconceito na pele). Isso versus um cara branco que fica putíssimo se é expulso de reuniões e passeatas do movimento negro, ou que acha que entende tanto de racismo que pode sair falando o que 'causa séria' e o que é 'mimimi'. O primeiro seria um aliado do movimento, enquanto o outro estaria tentando ser um participante do movimento.

Anônimo disse...

Acho que se a pessoa reflete no seu comportamento ideais feministas (não só a crença nas ideias), ela pode se chamar do que quiser, não me importa. O problema é gente que assume o título mas de feminista não tem nada.

Anônimo disse...

O que esse cara sem camisa da 1ª foto faz pra conseguir aceitaçao de mulher.

KKKKKKK

Anônimo disse...

Anon A radfem, ja que vc insiste tanto vou desenhar pra vc entender sobre suas proprias açoes ok?
Olha oq vc citou em dois posts seguidos:

A pessoa fala "quem não é oprimido não pode falar por quem é oprimido!", e o outro entende "uma pessoa não pode mais se relacionar com outras pessoas, é?!"

Sobre o comentário infantil das 14:09:

E para variar críticas a estruturas sociais são recebidas como "Você está atacando minhas escolhas de pessoais!!!111!!1!!1". Mundo massa esse que gira ao redor dos seus umbigos.

Cara, radfems estão cagando e andando para suas 'escolhas pessoais'. Foda-se se você seguir a cartilha do machismo a risca e chamar de 'feminismo' porque é sua 'escolha!!!!!'. Isso é completamente irrelevante para uma análise social (aquela coisa que você tem alergia).


Anon, pelo oq percebi vc falou isso em defesa do comentario que disse que a lola se contradiz ao ser casada com uma pessoa diferente dela, e criticou o comentario que respondeu que o feminismo nao pode mandar na vida sexual das pessoas. Dai vc diz q o feminismo radical ta cagando e andando pras escolhas pessoais dos individuos mas defende a ideia de q a lola deveria se relacionar com um gordo e mestiço pq senao esta sendo hipocrita servindo ao patriarcado e blablabla. Bom pelo oq eu saiba nao tem nada mais pessoa do q escolher com quem vc vai transar! E isso q vcs atacam ao falar de casamentos. Ser fiscal do sexo alheio me parece bizarro. Se vc virou radical por ser lesbica ou por ter sido abusada ou violentada por um homem, so aviso q isso nao se justifica, pq um erro nao justifica outro e pagar agressao com mais agressao tbm nao. Pra isso se resolver o bom eh terapia primeiro e ai feminismo e mais qualquer outro movimento q t interessar. Nao to chamando ninguem de louca q precisa de "remedinho". So quero dizer q desviar suas magoas num movimento politico nunca da certo pq cada pessoa dentro deste movimento vai ter uma vivencia diferente e vai discordar das suas visoes extremistas, e no lugar de fazer a coisa fluir so vai deixar vc e o outro com raiva e enfraquecer as causas q realmente importam pra mudar algo pra melhor. Aproveitei pra responder aos q dizem q feministas radicais foram violentadas e por isso detestam homens mas sei q isso n se aplica a todas. E sinto q vcs mais ficam aqui no blog o dia todo debatendo com "babacas" do q atuando d vdd pela causa. Ou da tempo d vc fazer tudo e ficar aqui digitando textos enormes todos os dias? Oq vc faz no seu cotidiano q ajudam outras mulheres na vida REAL e n VIRTUAL? onde e como vc atua? Ja sei...vai responder q isso n eh da minha conta e vc n eh obrigada a se expor. Valeu entao..
Obrigada, de nada.
P.S. pode jogar as pedras agora

Anônimo disse...

"O que esse cara sem camisa da 1ª foto faz pra conseguir aceitaçao de mulher."

Ele faz... abdominais.

Anônimo disse...

17:16, o que diabos é isso que você tá escrevendo? Não faz o menor sentido.

Dá nem pra contra argumentar porque nem foi a Anon. A que falou do casamento da Lola. E você ainda parte do princípio que feminismo radical é essencialmente um revanchismo ou pior, um alinhamento de orientação sexual anti-homem, o que é muita desonestidade e alienação.

obs 1.: eu não sou radical.
obs. 2: tem radical revanchista e tem lesbianismo político, mas não é essa a premissa para ser uma radical (ao que eu sei pelo menos).

Samantha disse...

Anon A. (radfem), você fala daquele comentário que diz que a Júlia tem conteúdo e é bastante articulada? Porque, como eu li fora do contexto, achei genuinamente que foi elogio.

De todas as formas, deletado. Se eu me enganei, eu restauro depois.

Anônimo disse...

Anon a. Se vc fosse tao extrema assim seria vegana e nao so vegetariana pq ovos e leite tbm causa dor e sofrimento pro animas e todo mundo q estuda etica animal sabe disso. Ta vendo como extremismo eh bacana?
E eu nunca vejo vc dialogando com ninguem aqui d vdd. So jogando o q vc ACHA certo dentro do feminismo e apontando o dedo pra todo mundo q argumenta contra oq vc diz. Dai quando perde a paciencia e a logica ou fica quietinha e n responde ou eh agressiva e ironica. E quando t devolvem agressividade vc se diz vitima.

Anônimo disse...

E digo mais! As vezes acho q vc q manda esses comentarios anonimos radicais pra atuar em causa propria oi falar algo q n tem coragem as claras: como ofender o casamento da lola. Nao quis dizer q foi vc quem escreveu o comentario do casamento mas q vc saiu em defesa dele com essas criticas q citei. Nossa..como tem gente burra q n save interpretar nada cara...q saco. Tem q desenhar tudo (disse pro anonimo 17:28) senao vai entrar outro aqui no meio pra distorcer oq falei d novo e mimimimimi

Anônimo disse...

O que eu não entendo nas chamadas LibFems, e a necessidade mórbida de dar espaco\voz ao opressor, e necessitar da companhia deles.( possivelmente masoquismo)
Não entendo mais respeito, será que e muito difícil respeitar que algumas feminastas consideram o movimento exclusivamente para mulheres, para acolher mulheres, um porto seguro para todas nós, não passa pela cabeça que temos motivos para isto?
A sociedade e patriarcal, então eles tem toda uma superestrutura social para se expressarem(oprimir) não podemos permitir que colonizar um movimento que não os tem como protagonistas

Anônimo disse...

Anon 16:32

Realmente eu não deva entender tanto de feminismo quanto você que provavelmente tem X livros lidos e X papers escritos além das infinitas horas em simpósios feministas pregando para as convertidas. ;D


Bizzys

Não tenho problema com as pessoas juntando todas essas ideias e chamando de "feminismo", o que me incomoda é o fato de que algumas pessoas passam a se doer mais pela ideologia do que pelas ideias em si, tem muita feminista que passa mais tempo na internet caçando diploma e carteira feminista das demais do que efetivamente discutindo problemas, ou então que ficam "fazemos isso e aquilo outro", ah tah, ok. Só eu que acho que qualquer movimento só consegue mudar alguma coisa na sociedade se as pessoas em geral aceitarem? Não creio que basta um grupo de pessoas se reunir e determinar "somos isso" e "fazemos aquilo" que os problemas vão sumir e a sociedade vai mudar.

Tem muita gente que se prende a ideologia sim, só ver o caso das anons mais exaltadas quando o outro lado cutuca o seu grupo ideológico, nós mulheres que deveriamos ser o foco principal ficamos em segundo plano, a prioridade passa ser atacar o outro lado e defender a ideologia.

E são nessas tretas que as pessoas de fora que até querem aprender sobre feminismo param, olham e pensar "nossa, vejam essa galera ai brigando. Credo, não vou participar disso não".

Depois as feministas reclamam por mais espaço, mas como vão ganhar mais espaço se ao invés de usar o próprio espaço para discutir melhorias ficam brigando? Pra mim não faz sentido.

Marjorie.

Mallagueta Pepper disse...

Não lembro de ter sido misógina aqui no meu comentário anterior.

E eu não me lembro de ter falado que sua mensagem tinha misoginia. Volta pra lá e lê de novo.

No mais, foi graças a "ideologia" do feminismo que vc tem algum direito hoje. Se não quer fazer parte, pelo menos não cospe no prato onde come.

Ou vc tá achando que todos os nossos direitos caíram de graça do céu sem que mulher nenhuma tenha lutado por eles? Ou que foram dados de presente pelos homens bonzinhos e salvadores só porque eles nos amam?

Mallagueta Pepper disse...

E na boa? Antes de falar mal do feminismo, abram mão dos seus direitos e passem a viver como as mulheres de 300 anos atrás. Aí sim vão poder falar algo (se seus maridos deixarem). Agora, falar mal do feminismo enquanto desfruta dos direitos que o movimento proporciona é uma baita hipocrisia. Pronto, falei.

Thiago Borges disse...

Pois é,

Eu sou filho de mãe e pai sindicalista, cresci acompanhando debates e diversos tipos de manifestações sindicais, isso nos anos 80. Aprendi que qualquer pessoa que quisesse se intitular manifestante da causa tinha que ir para a rua, participar das passeatas, dos debates, tinha que participar ativamente do movimento.

Então, na minha opinião feminista é quem participa de forma direta na luta pelo direito da mulher. Eu mesmo não me considero feminista, mas sou um recém-admirador da causa e a cada dia tento contribuir mais.

Mas essa é apenas a MINHA opinião, criada conforme o contexto social que eu cresci. Não devo impor para ninguém e me achar o dono da verdade.

Porém, é como o Panthro falou: “Feminismo é uma ideologia, não um clube”. E é dessa ideologia que nasce diversos movimentos, cada qual com a sua interpretação.

Por isso eu acho que é importante respeitar o direito de expressão de cada grupo. Se um homem se deparar com uma manifestação feminista e a liderança não permitir a participação dele, ele deve respeitar e não atrapalhar. (O mesmo para as Radicais e Liberais)

Entretanto, o fato da pessoa compartilhar a ideologia feminista, se comportando na sociedade de maneira que transmita esse pensamento para as demais pessoas, é uma baita contribuição para a causa. Se isso é ser feminista ou um movimento feminista quem sou eu para discordar.

E para quem não acredita o quanto pode ser positivo um simples comentário a favor do feminismo, presta atenção no lado direito da tela e veja quantas visitas o blog da Lola já teve.

Veja, se trata do mesmo assunto já discutido aqui sobre a nomenclatura. Afinal o que é mais importante? O Rótulo ou a atitude?

E hoje estamos na Era da Internet. Antigamente para participar dos debates a pessoa tinha que pegar o microfone, subir no palco e expor seus comentários olhando na cara de todo mundo presente. Se falasse algo que as demais pessoas daquele grupo não concordassem levava uma sonora vaia, saía fora e pronto acabou. Agora com as redes sociais e os fóruns online fica fácil ofender e atrapalhar os debates, se acovardando atrás do anonimato.

Mas infelizmente isso acontece. Por isso se alguém desrespeitar a sua opinião, jogando um rótulo na sua testa que não te agrada, é só se olhar no espelho, pensar nas suas atitudes que você vai ver que sua testa está limpa.

Anônimo disse...

Pela milésima e ultima vez: nem todo homem eh opressor, do mesmo jeito q nem toda mulher eh feminista!!! Mulheres q julgam e atacam mulheres nao sao feministas e nem radicais e nem nada. Somente pessoas agressivas!
O termo feminismo radical eh paradoxal pq critica mulheres com o "radical" e as defendem com o "feminismo". Dao com uma mao e batem com a outra. Nunca mais uso esse termo sem sentido. Parei

Jonas Klein disse...

Quanto a questão das rads, acredito que e todos que combatem elas, fazem isso por perceberem que elas, simplesmente generalizam sempre acusando todos os homens de serem misóginos, violentos com as mulheres, opressores, o que mais de ruim que você poder imaginar, e também por partirem do ponto de vista que se os homens são machistas e opressores etc. só por serem homens, e não porque foram doutrinados de forma indireta ou não, desde a faze inicial da infância para serem assim(os que são assim).

No que se refere a ser feminista ou não, penso que quem quer se dizer feminista deve agir e pensar de acordo com aquilo que são as ideias originais do feminismo, e a ideia original do feminismo e destruir a opressão que o machismo gera, e não se transformar em uma forma de opressão, tomando desta forma apenas o lugar do opressor, ou seja, fazendo revanchismo puro.

Inclusive tenho certeza de que as mães do feminismo, se visem o que as rads dizem atualmente na internet, ficariam com vergonha de ver mulheres com que dizem que Rads dizem, se identificando como feministas.

Anônimo disse...

Ah oq eu disse foi pra vc? Tao ta. E sim, vc ta certa. Ja li X coisas e participei de vaaarios grupos de estudos feministas sim mas n sou pastor pra pregar nada ) bonitinha sua ironia) :)
Ah eh! Vc nem se diz feminista (oi?)..oq ta fazendo aqui mesmo? Ta igual os mascus masoquistas q vem aqui pra ler o q odeiam pra ficar com raivinha. Eh gostoso? Da prazer?

Anônimo disse...

Tem muito problema na definição de feminismo enquanto ideologia ou movimento social.

Se for ideologia, como o marxismo, todo mundo pode ser feminista desde que esteja em alinhamento com a ideologia.

Se for movimento social, só é feminista quem de fato está no centro do debate.

Mas aí vem outra questão: feminismo é igualdade de gêneros ou emancipação feminina?
Umas vão dizer uma coisa, outras, outra. Se for emancipação feminina, só está no centro do debate a mulher, se for igualdade, todo mundo interessado nisso pode participar. E no meio disso tudo tem várias nuances.

Sem consenso em questões tão básicas, é óbvio que vai ter atrito e incompatibilidade.

Anônimo disse...

Mallagueta Pepper

"E eu não me lembro de ter falado que sua mensagem tinha misoginia. Volta pra lá e lê de novo. "
Você não vai admitir mas quis sim me jogar no mesmo balaio das pessoas que são misóginas em fóruns feministas, ou não teria tocado neste ponto, se não se aplica a mim então porque disso isso? Não faz sentido. De qualquer maneira, eu to tranquila dessa acusação.

E outra coisa, quer dizer então que o feminismo é algo que não pode ser questionado, quem fizer isso automaticamente deve perder "os direitos adquiridos únicos e exclusivamente pelo feminismo"? Então o movimento feminista luta por direitos para depois ter o direito de tomá-los de quem "gospe no prato"?

Marjorie

Anônimo disse...

Realmente Jonas...Pizan , Wollfcraft
e Beauvoir se reviram no tumulo a cada conceito distorcido das q se dizem radicais.

Anônimo disse...

Anon

Onde que está o aviso que só feministas podem comentar aqui? Tô procurando até agora.

E o que vc tem contra masoquistas? Pelo que eu sei, esse blog tem vários guest posts de feministas que se identificaram com masoquistas, talvez vc devesse perguntar pra elas sobre dor e prazer já que está querendo descobrir.


Marjorie

Anônimo disse...

Agora vai inventar "masofobia" pra mudar d assunto. Nao faz a ingenua q tu sabe oq quis dizer ta? Se vc n concorda com a maioria das ideias feministas de verdade (esqueca as rad) e n acha q deva nada ao feminismo..oq faz aqui? Se vc quer aprender mais sobre o assi to pra mudar de visao entao me desculpe pelas criticas ok? Mas se ta aqui so pra fazer mimimi pra querer testar nossos argumentos e nossa paciencia..entao ta no lugar errado. Pode ser q vc esteja aqui pra sentir prazer em ser ofendida em comentarios tbm, como os mascus fazem..eles sim sao 50 tons de cinza. Kkkkkkk

Anônimo disse...

Não que radicais não usem os termos "validadora" ou "lambe piroco", mas quase certeza que esse anon é um mascu.

Anônimo disse...

Anon

Eu leio o blog da Lola pq concordo com quase tudo que ela diz, gosto muito do jeito dela de escrever, não estou aqui para fazer mimimi e nem inimizades, na verdade pensei que meu primeiro comentário bem inofensivo, não disse o que disse com intenção de ofender. Aceito suas desculpas assim como peço desculpas pra vc ou qualquer outra pessoa que tenha se chateado com algo dito por mim.

De resto é isso, vou nessa.

Marjorie

Marcia Baratto disse...

Anônimo das 17:43, qual postagem aqui se identifica como liberal? Definir o 'inimigo' só faz mais fácil a vida de quem quer ignorar e estigmatizar, não a de quem quer debater legitimamente posições divergentes. Ou ser liberal é uma postura não legítima para você no debate?

Sobre o tópico, identificação com ideias todo mundo pode ter. Acreditar na igualdade entre homens e mulheres não é difícil. Desconstruir esteriotipos e ações na vida privada que afirmam o contrário, o é. Sem falar nos desafios de fazer política com essa ideias.

Todavia, num país onde 80% da burocracia é formada por homens (nos postos superiores de poder), que decidem como o Estado trata e tratará cada das mulheres da sociedade, não acho nem um pouco mal que eles comecem a dizer que acreditam em igualdade de gênero, fica mais fácil cobrar ações que o comprovem.

Sobre o protagonismo, para mim, quem tá na luta na ruas, nas instituições, na mídia, na batalha cultural, o está por quê já cavou seu espaço e adquiri poder, nem que seja o da sobrevivência. Não vejo como uma declaração na internet de um homem vai roubar o protagonismo das líderes dos movimentos sociais, das formuladoras de políticas públicas, das representantes das artes, etc.

Agora, se para muitas é só isso mesmo a que se resume a militância, falar na internet, bom... tá explicada a 'preocupação'. Não quero posar de tia velha de má vontade com os espaços online, afinal, aqui estou eu teclando sobre o que penso, mas isso não pode ser a única forma de militância, nem a causa da luta. Não tem sentido lutar por um espaço de fala exclusivo, quando esse espaço sequer é o de decisão política! No final, nas disputas da vida real, que não se dão online, qualquer pauta feminista demanda a aceitação da sociedade (da qual não dá para excluir os homens) para acontecer.

Para ficar claro: acredito sim nos espaços exclusivos de acolhimento e debate (especialmente o de vítimas, especialmente aqueles para o acolhimento de vivências estigmatizadas, como as das lésbicas, por exemplo), mas fazer política, nesse estado, nessa sociedade, vai envolver os homens, felizmente ou infelizmente.

Ou vai me dizer que há um plano infalível para legalizar o aborto, por exemplo, sem convencer nenhum homem da justiça da causa? Nesse mandato legislativo, pode esquecer... com sorte, mais hospitais públicos para fazer o aborto legalizado se a presidenta decidir dar uma caneta sobre o congresso (não estou otimista que ela o fará).



Anônimo disse...

Essa ideia de igualdade é só uma ideia, não existe! Sabem por que não existe? Por que definitivamente não vivemos sob iguais condições. Pretos e brancos não são iguais, glbs e héteros não são iguais, e homens e mulheres não são iguais, pobres e ricos e etc... E sabem por quê? Porque uns desses são opressores e os outros são oprimidos. Podemos ser iguais perante a lei, mas na realidade social não somos iguais; não sofremos as mesmas coisas, não temos as mesmas necessidades( que são mais vontades que necessidades, pra quem está por cima), não temos os mesmos privilégios. E por isso mesmo: uns têm privilégios e os outros não, uns escravizam e os outros são escravizados, uns estão em cima e os outros em baixo. Uns matam e outros morrem. Homens criam o padrão de beleza e mulheres são escravizadas por ele. Homens controlam os corpos das mulheres e as mulheres têm seus corpos controlados. Homens oprimem mulheres até a morte, e as mulheres são oprimidas até a morte. Homens estupram, e mulheres e crianças são estupradas. Homens batem e mulheres e crianças se machucam. Não, não somos iguais!!!
Opressor não deve ter lugar na luta do oprimido pois, simplesmente, ele não ajuda o oprimido; ele oprime o oprimido. Perguntem aí, aos feministos, quantos pararam de ver pornô depois que "viraram" feministas( pornografia é degradante pra a mulher, e existem vários estudos mostrando que pornôs criam fetiches de sexo violento e estupro); NENHUM. Quer ser feminista? Comece parando de ver pornografia, pare também de usar o seu privilégio pra silenciar mulheres que querem acabar com os seus privilégios, pare de achar que é o centro do mundo por ter uma bosta de falo. Pare. E quem sabe assim, você não vira um machista em desconstrução( o que não é o que eu vejo: quando as feministas esfregam na cara dos homens seus privilégios, e as coisas que fazem, os feministos se juntam rapidinho com os assumidamente machistas pra defender os privilégios). E sim, machista em desconstrução; numa sociedade patriarcal, machista em desconstrução é o máximo que um homem vai ser.

Ah, e já ia me esquecendo; pare também, senhor macho, de ficar dando pitaco na luta dos outros. A sua opinião de macho sobre o feminismo não é revelante pro feminismo, nós já temos muita autocrítica muito bem e obrigada.

O feminismo existe pra DESTRUIR o patriarcado, é pra isso que existe, destruir. Se não é pra isso que ele faz na prática, então ele é um movimento de discurso demagógico. Se você não aguenta, pode pedir pra sair se assim desejar. Como disseram, o feminismo não é um clubinho.
A igualdade entre os homens e as mulheres só vai existir quando o patriarcado estiver totalmente destruído. Assim como outras estruturas sociais que oprimem minorias.

E essa é a minha opinião.

Jonas Klein disse...

Para concertar o que disse acima:

Inclusive eu tenho certeza de que as mães do feminismo, se visem o que as rads dizem atualmente na internet, ficariam com vergonha de ver mulheres dizendo o que as Rads dizem, se identificando como feministas...


Marjorie


E que você não se expressou de forma adequada, ai como tem gente aqui que muito intolerante você acabou sendo atacada mesmo, o feminismo eu considero algo que e inquestionável, agora quem se diz feminista pode sim ser questionada(o), o problema e que tem gente que não aceita ser questionada e/ou interpreta tudo da pior forma possível.

Anônimo disse...

"Sobre o protagonismo, para mim, quem tá na luta na ruas, nas instituições, na mídia, na batalha cultural, o está por quê já cavou seu espaço e adquiri poder, nem que seja o da sobrevivência. Não vejo como uma declaração na internet de um homem vai roubar o protagonismo das líderes dos movimentos sociais, das formuladoras de políticas públicas, das representantes das artes, etc. "

Caramba, Márcia, nunca tinha pensado por essa perspectiva. Muito bom.

Anônimo disse...


Talvez se um cara quiser se autodeclarar feminista radical ele precise parar de ver pornografia, mas muitas mulheres feministas não-radicais consomem pornografia.

Também acho que mulheres não deveriam participar nas políticas voltadas à proteção de crianças e idosos já que são as principais agressoras destes grupos.

Anônimo disse...

19:13 vive na década de 50 junto com todo o feminismo radical

Panthro disse...

"Não aguenta ouvir "misandria" sem explodir em "MAS EU NÃO FAÇO ISSO" como se isso resolvesse tudo e pronto, acabou feminismo, zeramos gênero, vamos pra casa."

Eu juro que não entendo como diabos isso acontece! E o pior é que essa identidade as pessoas defendem com unhas e dentes, mas depois acham tranquilo falar que brasileiro é isso ou aquilo sem dizer "MAS EU NÃO SOU!". Quer dizer, coerência, cadê? Será que é tão difícil reconhecer a diferença entre uma análise social, que se vale do comportamento da maioria, pra uma análise pessoal, que se vale do comportamento do indivíduo? É como se dissessem: O brasileiro em geral é baixo, com uma altura em torno de 1,70m. Aí o cara grita: MAS EU TENHO 1,90m!!

Insanidade?

Panthro disse...

Marjorie, ideologia é um conjunto de idéias. Acho que o significado que você está dando é diferente desse. O que você quer dizer quando diz que "Debatendo ideias e não sobre ideologias, sou contra ideologias."

Anônimo disse...

Pornografia é degradação SIM! Não vem tentando relativizar dizendo que feminista também vê pornografia que a extrema maioria dos pornôs é produzido pra homem. Até pornôs lésbicos são feitos pra homens.
Pra começo de conversa, um número enorme de atrizes pornôs são exploradas por contratos extremamente abusivos e coagidas à fazer todo tipo de humilhação pra satisfazer homens. É só entrar num site porno qualquer e ver um bando de homens fazendo sexo grupal com mulheres que mais são estupros coletivos que qualquer outra coisa, mulheres tento vaginas e ânus machucados por sexo violento e extremo, pornôs com mulheres que são caracterizadas de modo infantal pros filmes, mulheres sendo espancadas por homens, entre várias outras aberracionices. Existe até categoria pra essas coisas, pra homens doentes irem direto ao que mais lhes interessa. De violência em violência, os homens vão querendo cada vez mais pornôs mais violentos, e assim começam a querer sexo violento com suas namoradas e esposas. Isso quando não querem com mulheres da rua, o que é muito comum. Depois que já estão com a mente totalmente afogada em perversão, estuprar uma mulher é um pulo. Se você é acostumado com esse tipo de coisa, sinto muito, mas isso não é normal nem saudável. E eu não vou deixar de falar a realidade num blog feminista.

E quem mais agride idosos e crianças são mulheres, por que quem cuida de idosos e crianças esmagadoramente são as mulheres. Se os homens não fizessem as mulheres ganharem menos, a maioria dessas cuidadoras e donas de casas desempenhariam outras funções. Em contra partida, se isso acontecesse e os homens passassem a cuidar de idosos e crianças, a violência aumentaria(todo tipo de violência). Visto que homens são muito mais violentos que mulheres.

Panthro disse...

E eu faço uma diferença entre aderir à filosofia do feminismo (a chocante idéia que seres humanos devem ter os mesmos direitos independente de gênero - e aqui eu não consigo não ser sarcástico, porque peloamordekrishna, como é que isso ainda é questionado?) e o movimento feminista (agrupamentos de pessoas que estão dispostas a criar ações para conseguir garantir que a filosofia do feminismo seja posta em prática). Eu concordo com a filosofia feminista, mas não faço parte do movimento feminista, por motivos de: preguiça. Do mesmo jeito que sou gay e não faço parte do movimento gay, embora tenha muitos amigos que fazem parte. Acho ótimo que tenha gente se esforçando por isso e sou bastante tolerante quando essas pessoas erram, porque elas estão lá todos os dias dando a cara pra bater e dedicando tempo, energia e dinheiro pra mudar o mundo enquanto eu coço o saco com as duas mãos. Mentira, trabalho pra caramba, mas elas ALÉM de trabalharem pra caramba ainda encontram tempo pra se dedicar pra tornar o mundo melhor. Então, ó, palmas.

Agora eu ligo pra quem está lutando por mim? Nem um pouco. Um grande ativista dos direitos LGBT na Inglaterra é o Ben Cohen. Que é hetero. Aí você poderia dizer: Pô, mas o que que ele sabe de sentir na pele a homofobia. Porra nenhuma. Mas o pai dele morreu tentando impedir que um gay fosse linchado na frente do bar dele. Então sabe que o preconceito pode ser uma merda. E mesmo que não tivesse passado por isso, poderia ter chegado à conclusão por outras vias. Então me incomoda que ele fale contra a homofobia? Opa, nem um pouco. Por mim, quanto mais pessoas falarem, melhor. Pode ser que errem, aí eu vou explicar porque estão erradas, mas nunca que eu vou brigar por palco. Isso me parece coisa tipo "você não deveria salvar cães abandonados, deveria se preocupar com crianças". Sendo que eu acho que se você pode tornar o mundo um lugar melhor, vá e torne, com o tanto de esforço que você está disposto a fornecer, não vou ficar querendo usar controle remoto.

Mas talvez eu pense assim porque, como eu disse, não faço parte de nenhum movimento. Talvez dentro dos movimentos realmente as pessoas sejam silenciadas e role brigas e disputa de status. São humanos, no fim das contas, e humanos adoram status. Mas aí acho que o caso é mais ignorar PESSOAS centralizadoras que querem tornar o movimento sua imagem e semelhança, ao invés de atribuir esse comportamento a todo o grupo.

Panthro disse...

"Essa ideia de igualdade é só uma ideia, não existe!"
E? isso significa que não se deve buscá-la? Igualdade social também não existe. Educação para todos não existe. Equilíbrio entre produção e impacto ambiental não existe. Significa que devemos abandonar todas essas idéias então porque são só idéias? Não entendi seu ponto.

"Opressor não deve ter lugar na luta do oprimido pois, simplesmente, ele não ajuda o oprimido; ele oprime o oprimido."
Concordo. Só não concordo com quem é o opressor. Eu não acho que os heteros oprimem os gays. Eu acho que alguns heteros oprimem os gays e que existe um sistema social que faz com que a maior parte dos heteros, que nem se dá ao trabalho de ter opinião própria, oprime os gays sem nem pensar no assunto, só pra se sentir incluído. Eu não generalizo e depois aplico a generalização pros indivíduos. Isso é a definição de preconceito. Generalizar pra fazer análise social é normal e correto. Generalizar e usar a generalização pra casos particulares é supersimplificação de um sistema e é um erro em qualquer pesquisa científica. Exemplo: Pessoas obesas possuem maior risco de infarto. Eu sou médico e vou tratar de uma paciente obesa que tem todos os exames 100%. O que eu devo fazer? Nada, ela está perfeitamente saudável. Não devo aplicar um modelo epidemiológico em um paciente real que não se enquadra na estatística.

"Perguntem aí, aos feministos, quantos pararam de ver pornô depois que "viraram" feministas( pornografia é degradante pra a mulher, e existem vários estudos mostrando que pornôs criam fetiches de sexo violento e estupro); NENHUM."
Pornô gay também é degradante pra mulher? Pq se for só pornô hetero eu nem comecei.

Mas acho que o pornô hetero é bem bizarro mesmo. Existem estúdios que respeitam as atrizes, mas no geral é medonho. Nesse sentido, pornô gay é muito melhor. E é ÓBVIO que a diferença é por causa do machismo: Mulheres não têm voz na indústria do pornô hetero (Tirando a Erika Lust, a exceção que confirma a regra).

O feminismo existe pra DESTRUIR o patriarcado, é pra isso que existe, destruir.
Destruir como? Qual o plano? Jogar bombas no patriarcado? Pq assim, o patriarcado não é uma entidade física, é um sistema social. Acho bacana usar essas metáforas de luta, guerra e destruição, mas qual o significado real disso? Porque a coisa mais simples do mundo seria se o patriarcado fosse um grande bloco de concreto. Você pegava uma marreta, ia lá e quebrava. Desmontar uma estrutura social é algo muito mais complicado. Então, qual o plano?

Anônimo disse...

Não existe consenso dentro do feminismo sobre a questão da pornografia, se é danosa, inócua ou empoderadora.

Proibir alguém de assistir pornografia para ser feminista é FAIL.

Anônimo disse...

Ahazou Phantro! ♡

Anônimo disse...

Eu acho muito pior que um homem machista é mulher traidora da própria classe. Enchem a boca para dizer que não precisam do feminismo, são as primeiras a chamar outra de puta, biscate, mas por outro lado se beneficiam de todas as conquistas do feminismo. Posam de santinhas e boazinhas para o patriarcado, mas usufruem dos benefícios que o feminismo dá a todas as mulheres.

Anônimo disse...

"Não existe consenso dentro do feminismo sobre a questão da pornografia, se é danosa, inócua ou empoderadora.

Proibir alguém de assistir pornografia para ser feminista é FAIL."

Recomendo vc ler Gail Dines e parar com essa baboseira de que pornografia é "emponderador e libertário". Pornografia é ESTUPRO assistido de mulheres, se liga vai.

Panthro disse...

E pornô gay?

Anônimo disse...

Anon 21:21

Mesmo existindo autoras colocando a pornografia como estupro, outras vão dizer o contrário, que a mulher está no controle de sua sexualidade.

Ou seja, não existe consenso. Portanto, feministas podem sim gostar de pornô.

Anônimo disse...

Corrigindo:

Se grupos oprimidos chegaram a conclusão de***** QUE NÃO****querem opressores no meio dos seus debates e congressos, e tudo o mais; respeite. Se você quer ajudar, fique calado. Muito ajuda quem não atrapalha.

Fábio disse...

A Anônima tem razão macho não tem nada que se intrometer se grupos feministas chegaram a conclusão de que não querem opressores no meio dos seus debates e congressos. Qual a dificuldade de você entender isso Pantrho?

Mas que eu saiba neste bloguinho "não acadêmico a autora fala de feminismo, cinema, literatura, política, mídia, bichinhos de estimação, maridão, combate a preconceitos, chocolate, e o que mais me der na telha". Não sabia que se tratava de um blog de um grupo feminista específico que não quer saber a opinião de machos. Se for esse o caso eu gostaria que a autora ou moderadoras se manifestassem e eu nunca mais comento neste blog.

Então eu pergunto pra vc Anônima: Qual a dificuldade para entender que nem todos os grupos tem o mesmo entendimento que o seu? Se esses grupos discordam da sua opinião não merecem respeito?

Caroline Oliveira disse...

Eu tinha feito um comentário enorme e perdi tudo, deu erro na página, estou com muita raiva rsrs.

Phantro, achei excelente essa diferenciação que você fez entre aderir à filosofia feminista e fazer parte do movimento. Creio que o objetivo do feminismo, enquanto movimento, é, sim, a derrubada do patriarcado, pois, do contrário, não haveria razões para ele existir. O grande problema é como fazer com que o patriarcado desmorone, ou seja, quais as ações que, de fato, o derrubariam. Estou há semanas pensando nisso e pesquisando sobre, vou escrever qual é a minha opinião por enquanto; peço que leiam porque é a segunda vez que escrevo, perdi tudo na primeira rsrs, estou cansada já.

Primeiramente, é necessário que a mulher reconheça que está num sistema de supremacia masculina, daí a importância de blogs feministas, pois é, através deles, que podem ver que as histórias de abusos morais, físicos e sexuais se repetem, e que há um porquê nisso tudo. A mulher pode ver que está no patriarcado, entender o que a oprime e, mesmo assim, decidir não o combater; essa é uma escolha pessoal que deve ser respeitada. Nesse caso, há o apreço pela filosofia feminista, mas não há o combate, e, lembremos, sem combate não teremos sucesso.

O segundo estágio compreende o "ter postura", isto é, combater o machismo interno e o externo. Uma mulher que termina o namoro/casamento que tinha com um homem abusivo teve postura; ela, logicamente, precisa de uma rede de apoio feminista, pois, por causa da socialização que teve, pode ceder a abusos novamente. Mas, uma mulher casada com um homem que não faz nada e que acaba se sobrecarregando, ou que, pior, tem uma empregada doméstica, não está tendo uma atitude coerente.
A mulher que aceita inúmeras traições também é incoerente com o movimento porque ajuda a alimentar a cultura de "Ah, homem é assim mesmo". Da mesma forma, aquelas que fazem coisas, no sexo, que consideram degradante - conheço muitas assim - não têm postura também; assim como as que bradam que tudo é gosto pessoal...Enfim, os exemplos são inúmeros, citei alguns para sustentar o meu ponto de vista de que a primeira parte para estar no MOVIMENTO consiste na postura...(continua)

Anônimo disse...

Essa rad considera "feminismo" o feminismo radical, só. As feministas radicais que façam o que quiserem com o movimento delas, as outras correntes se posicionem como achar melhor, rad não é dona do feminismo.
Nunca vi homem em meio rad, muito menos pautando qualquer coisa (no máximo algum comentarista de internet desavisado que estava pisando em ovos), então larguem de encher o saco no feminismo das outras e vão cuidar do de vocês dentro do mundo secreto com senha de entrada e câmeras de vigilância onde vocês discutem todas as autoras em ordem alfabética, se convencendo que tudo de ruim que aconteceu na vida de vocês é culpa do machismo (e de todos os pirocos de saia e sem saia) e bolam um plano radical para acabar com o patriarcado enquanto oscilam numa dinâmica passivo agressiva de militância onde todo mundo persegue vocês (mesmo que ninguém vá encher o saco nos clubinhos secretos nos confins da internet que vocês se reúnem).

Caroline Oliveira disse...

O terceiro passo para derrubar o patriarcado é o mais difícil e mais importante: empoderar mulheres em situação de vulnerabilidade. E nesse ponto é necessário a contribuição das pessoas de classe média. É necessário ajudar mulheres vulneráveis como as negras e periféricas, as que se prostituem e inúmeras outras. Para isso, é necessário ações concretas; muitas vezes, envolve grana mesmo, criação de ONGs, palestras em escolas,prestação de serviços gratuitos, enfim, por a mão na massa. Por isso, é necessário que o pessoal da classe média se mobilize.
Tem um blog muito bom que se chama À margem do feminismo e no qual a criadora, a Keli, fala mais de ações concretas para a derrubada do patriarcado.

No meio disso tudo, acho que os homens podem ajudar desconstruindo o próprio machismo, ou seja, basicamente, abrindo mão dos privilégios. Não dá para um homem se dizer a favor da causa feminista e ver pornografia, ou sair com prostitutas. Sinceramente, não conheci pessoalmente até hoje um homem que realmente desconstruísse o seu machismo, por isso, acho que a derrubada da supremacia masculina se inicia com as mulheres, que, uma vez empoderadas conseguem dizer não aos homens; estes, por sua vez, vendo que o mundo mudou, terão que mudar também.

Com os meninos, dá para tentar fazer diferente através da educação, só que não até que ponto esta é eficaz, já que o machismo da sociedade vai contaminar a criança de qualquer forma. Vou dar um exemplo pessoal para ilustrar o que disse: tenho um irmão de doze anos; esses dias, antes das férias, eu cheguei da escola e ele havia feito um bolo! Vejam bem, meu irmão de 12 anos fez um bolo! Ele lava louça também e me chama várias vezes quando vê comerciais na Televisão que acha que são machistas. Esse mesmo irmão disse o seguinte esses dias, quando minha mãe colocou uma legging colorida "Nossa, mãe, vc está agindo igual a piriguete da tia -----!". O meu choque foi gigantesco, eu conversei com ele, mas sei que é difícil; é complicado combater o machismo tendo a sociedade inteira para validá-lo. Por isso, ainda acho que a queda do patriarcado começa pelas mulheres, que mais sentem o peso dessa sistema...(continua)

Anônimo disse...

Caroline, concordo com quase tudo no seu texto, menos essa parte:

"A mulher que aceita inúmeras traições também é incoerente com o movimento porque ajuda a alimentar a cultura de "Ah, homem é assim mesmo"."

Porque se um homem fizer o mesmo, suportar inúmeras traições da esposa sem reagir, ele está traindo o patriarcado, nesse sentido essa proposta coloca o feminismo como um oposto do machismo, quando na verdade cada caso é um caso. Uma mulher que não reage a traições por dependência financeira ou medo de se separar e ficar sozinnha deve ser ajudada a sair da situação, mas tem gente que se importa menos com isso (ou trai também) e isso deixa de ser um assunto político e fica na conta dos envolvidos.

Caroline Oliveira disse...

Falando de mim agora: eu, com muita vergonha, digo que não faço parte do MOVIMENTO feminista. Não faço, pois me falta condições; não sei se estou arrumando desculpas, mas tenho 19 anos, sou pobre, faço curso pré-vestibular para medicina - tenho uma ótima bolsa num cursinho elitista - e não tenho tempo, nem dinheiro para ajudar em ONGs, nem serviços gratuitos para prestar às pessoas mais carentes. Por isso, não ouso me dizer integrante do movimento feminista, super apoio a causa; tento, ao máximo, ter postura; não abandono os espaços feministas, pois, sem eles, eu acabo cedendo ao machismo, e, pior, aos homens machistas...Mas, enfim, é isso.

Boa noite.

Anônimo disse...

Coitado desse moleque, deve levar sermão de 5 em 5 minutos.

Anônimo disse...

Panthro desista de obter essas respostas. Elas nunca respondem como agem na prática de verdade. Só fazem tumulto em comentários de blog feminista. Não transar com homens brancos, magros e ricos e incentivarem -obrigarem- as outras mulheres a fazer o mesmo é o máximo que elas fazem contra o patriarcado. Este é o plano de dominar o mundo...tipo Pink e o Cérebro, mas sem o cérebro.

Anônimo disse...

As radicais odeiam Freud (que era de fato um misógino de carteirinha e errou feio em muita coisa) mas só sabem falar de homem e piroca.

Anônimo disse...

Pleno século XXI e ainda tem gente enquadrando análises em superestruturas sociais por preguiça de construir um quadro de ações e atores decente para justificar os fatos.

Anônimo disse...

A Lola diz que também diz não têm corrente. E já que macho comenta e têm feminista aqui, eu posso muito bem dizer pra homem não se intrometer no que não lhe diz respeito. Aqui não é um espaço democrático? Então eu também posso falar que na minha opinião homem não têm que se meter no feminismo.

Anônimo disse...

E Freud era um misógino mesmo. Além de misógino era provavelmente um pedófilo incubado.

Anônimo disse...

E Pantro, não é que eu tenha alguma coisa contra você. Mas misandria é o meu abre alas, e o meu modo de elevar a voz pra nunca ser silenciada por homens.

Rafael disse...

As mulheres podem espernear, gritar, levantar bandeira, pagar de radfem e participar de marcha das vadias.
A verdade é que para cada uma daqui tem 10 lá fora que se submetem aos homens, que sabotam outras mulheres, que acham feminismo uma coisa "tão anos 70" e por aí vai.

Da mesma foram que tá cheio de homem que não tá nem aí, que separa mulher de cama da de aliança, que regula roupa, que ofende, faz piada e às vezes até bate.

Eu já disse há tempos aqui e repito: Ainda é cedo para vocês ficarem brigando entre si. É cedo para existir discussões idiotas com aquela de outrora sobre o que a Raven faz ou deixa de fazer na cama.

A mulher que acha que todo homem é estuprador e violador só porque porta um pênis é tão idiota quanto o mascu que acha que toda mulher é vadia porque tem uma vagina.

Existe um problema MAIOR que deve ser resolvido PRIMEIRO.

Depois vocês trazem de volta a régua de medir feminismo. Agora, isso só desagrega.

Julia disse...

Rafael e os outros machos. Guardem seus conselhos e palpites inúteis para quem pedir.
As nossas discussões, rixas, divergências não são da conta de vocês.

Para cada 1 de vocês aqui dentro que acha suas opiniões muito importantes tem mais 1000 desgraçados lá que acham A MESMA COISA.


Vão se fuder.

Anônimo disse...

Não vejo problema algum em um homem ser feminista, ou mesmo de protagonizar o feminismo.

Quem assistiu ao filme "diários de motocicleta", sabe do que estou falando.

O revolucionário Che Guevara, embora não tivesse lepra, ele LUTAVA PELOS DIREITOS DOS LEPROSOS. Inclusive não tinha preconceito com eles, enquanto os outros médicos eram cheio de não me toques.

Che, apesar de não compartilhar do problema deles, possuía uma coisinha chamada "SORORIDADE", e os defendia e os PROTAGONIZAVA.

Mania de ficar querendo disputar quem que manda em quem.

Anônimo disse...

O desembargador Fermino Magnani Filho, do TJ-SP, deu fim a uma sucessão de recursos e tentativas do Procon e do Instituto Alana de multar o McDonald’s em 3,3 milhões de reais por acreditar – veja só – que a rede não deveria fazer propaganda de seus produtos.

A saga judicial, que começou em 2010, por causa de uma das campanhas do McLanche Feliz, foi anulada pelo TJ por três votos a zero.

O molho da decisão veio do texto do relator, que se baseou em quatro premissas: a sociedade brasileira é capitalista; cabe à família dar a boa educação aos filhos; crianças bem educadas saberão, certamente, resistir aos apelos consumistas. E, finalmente, o Estado não pode sobrepor-se às obrigações familiares de forma paternalista.

Segundo ainda o desembargador, “ao defender o fim de toda e qualquer comunicação mercadológica que seja dirigida a crianças”, o próximo passo do Alana será a “reivindicação de censura publicitária a outros grupos tido como vulneráveis como idosos, gestantes, vestibulandos, etc”.

Por Lauro Jardim em Veja




Seria uma boa alternativa no processo de desconstrução não?

Julia disse...

anon 00:54, você se confundiu com os conceitos aí.

Sororidade não é a mesma coisa que empatia.

E homens não podem ser feministas, não podem ser protagonistas de um movimento contra a opressão da classe deles. Homens podem ser no máximo machistas em desconstrução.

Aliás, vocês conhecem algum homem que realmente desconstrua o próprio machismo?

Eu só conheço um que faz isso e ele desempenha o papel que cabe a um homem no feminismo. Ele ajuda a desconstruir o machismo de outros homens.

Mas ele é um só, os outros estão aí tentando cagar regra, chorando misandria, querendo pautar e dizer quais causas são importantes dentro do movimento, pensando que suas opiniões são muito importantes, querendo discutir feminismo com mulheres feministas.


Que homens ajam assim é compreensível, ser babaca é com eles mesmos, mas mulheres feministas aceitaram isso é inconcebível.
Não dá pra entender.

Raven Deschain disse...

E depois de tuuuudo isso, ninguém respondeu se a porra do pornô gay é degradante pra mulher ou não.

E parem de falar de mim enquanto eu não estiver presente. Bando de falsos.

Anônimo disse...

"Rafael e os outros machos. Guardem seus conselhos e palpites inúteis para quem pedir.
As nossas discussões, rixas, divergências não são da conta de vocês.

Para cada 1 de vocês aqui dentro que acha suas opiniões muito importantes tem mais 1000 desgraçados lá que acham A MESMA COISA.


Vão se fuder."

Mãe, isso é discurso de ódio?? Pode mandar por Humaniza Redes?

Panthro disse...

"Simplesmente por existirem como machos, os machos tendem sempre a defender os seus privilégios, e a não desenvolverem empatia pelas fêmeas."

"Então voltando ao assunto, macho quase sempre desvirtua debates em meios feministas e não conseguem respeitar feministas."

Tendem. Quase sempre. Você mesmo não acredita que exista uma determinação sexual que força pessoas a se comportar de determinada maneira. O que é bom, você consegue separar uma tendência socialmente construída de um comportamento individual.

Eu acho que o pornô gay pode ser importante sim pra você analisar a questão da pornografia, justamente por ser um pornô sem mulheres. Se você observar que o pornô gay, em geral, respeita muito mais os atores que o pornô hetero e que existem diversos atores que depois se tornam diretores e que existe inclusive uma militância dentro da indústria vai entender que a questão da pornografia é muito mais um reflexo do resto do tratamento da mulher na sociedade. Eu acredito que justamente o fato das mulheres serem vistas como objetos que faz com que a pornografia hetero seja em geral horrível e poucos estúdios respeitem suas atrizes e não que a pornografia seja horrível e que por isso as atrizes sejam desrespeitadas. Se o problema fosse a pornografia em si, se observaria o mesmo tipo de tratamento no caso do pornô gay. Não se observa, portanto o problema é outro.

Eu concordo com você que violência seja ruim. Mas você só falou luta luta luta. A única parte que não falou luta foi "educação para que os meninos não se tornem estupradores" e taí uma coisa importantíssima a ser feita. Sábado eu estava num hotel e não tinha tomada pro notebook e como eu não tinha nenhum livro, liguei a TV (O HORROR!! O HORROR!!). Consegui deixar ligada por cinco minutos, porque estava passando um programa chamado Vai que cola ou algo assim e tinha uma personagem ensinando um outro a "pegar mulher" e dizendo que "mulher quando diz não quer dizer sim". Quer dizer, se isso não é uma aula de estupro, não sei o que é. E nem era um negócio que fosse chocar pelo discurso a ponto de se tornar engraçado, pegando uma frase dessas repetidas à exaustão e exagerando até ficar chocante pras pessoas refletirem. Era pras pessoas repetirem como se fosse mais um versinho hipnopédico, sem refletir.

Eu acho que existe MUITO trabalho a ser feito mesmo. E eu, como sou preguiçoso, só ajo no meu entorno. Mas não consigo deixar de pensar que em toda luta é necessário se criar um inimigo com quem lutar. Eu não vou por aí. Eu acredito que uma porcentagem muito pequena das pessoas de fato raciocina sobre as coisas, só reproduz. Então eu acho que educação costuma ser muito mais útil do que confronto. Especialmente porque no momento em que você estabelece uma situação de confronto a pessoa tende a se defender inclusive das suas idéias, mesmo que elas estejam certas.

Panthro disse...

Caroline, gostei muito do seu post. Eu também acho que é por aí. Eu acho que o movimento feminista tem que ser gigantesco porque a tarefa é gigantesca. Eu divido as ações em educação, que tem por objetivo divulgar idéias e gerar reflexão; legislação, um grupo que mude legislações pra garantir que os princípios básicos de igualdade da Constituição vão ser cumpridos; empoderamento, dando suporte para pessoas que foram abandonadas pelo sistema; e contenção de danos, que tipo a mesma coisa que o empoderamento, só que suporte psicológico. E digo mais: Eu acho que essa divisão serve pra qualquer movimento de pessoas oprimidas: Você ao mesmo tempo tem que tentar melhorar a sociedade como um todo através de educação e legislação e dar suporte pra quem já está se fodendo hoje porque a sociedade é uma merda.

Quanto a coerência, que você chama de postura, eu costumo ser mais condescendente. Eu tenho uma amiga, por exemplo, que basicamente cria os filhos sozinha. O marido, quando sai de férias, viaja sozinho e deixa ela com as crianças. Ele não faz absolutamente nada em casa, não vai numa reunião de pais e mestres ou qualquer coisa e mesmo financeiramente contribui muito pouco, já que ele ganha quase o dobro que ela e contribui com o mesmo valor, porque têm contas separadas. Fora que quando uma das crianças fica doente, é sempre ela que falta ao trabalho pra cuidar.

O que eu faço nesse caso? Às vezes eu questiono porque ela não revezou com o marido. Mas no mais das vezes só procuro cobrir ela no trabalho. Porque no final das contas, a decisão de sair desse relacionamento ou continuar nele tem que ser dela. O máximo que eu posso fazer é apoiar qualquer decisão que ela tomar. Não sou amigo do marido dela e nem pretendo ser, porque acho ele babaca e mimado.

Quanto a fazer parte de um movimento de fato, acho que não é pra qualquer um mesmo, porque é um comprometimento maior. Mas isso não significa que vc não faça nada. Você age dentro do círculo de poder que você tem. Você está se empoderando ao estudar a teoria feminista e ao fazer faculdade. Está educando o seu irmão. Eu vejo que você está contribuindo pro feminismo dentro da esfera em que você atua. Já é alguma coisa. Quando você tiver mais dinheiro ou mais tempo, vai poder contribuir mais ainda. Mas não é porque não contribui tudo o que gostaria que não está fazendo algum trabalho.

Panthro disse...

Eu não me incomodo, não, pessoa anônima (juro, acho isso bizarro). Pessoa anônima do misandria é meu abre-alas. Eu não tomo como pessoal. Tem gente que já se fodeu muito na vida e tem dificuldade de se desarmar. Eu tenho amigos assim e sou bem paranóico eu mesmo, então consigo me identificar com a motivação por trás disso. Só não sei se é produtivo. Individualmente eu tenho certeza que é, é uma supercompensação pra não se tornar mais uma vítima, ser fierce. Mas por outro lado o que você está fazendo é deixar com que as pessoas escrotas da sua vida e pensar que eu deixaria pessoas que eu odeio determinarem a forma como eu me comporto pra mim seria a morte. Eu sou uma pessoa péssima e vingativa e a minha maior vingança é apagar completamente essa gente da minha história, fazer com que elas tenham sido completamente insignificantes na minha existência.Mas é claro que cada pessoa tem o seu mecanismo, então eu não ligo, não.

Panthro disse...

Julia, o que é sororidade? Eu achava que era empatia por outras mulheres mesmo. O que você entende por isso?

Panthro disse...

E pra quem ainda não entendeu: Eu nunca participei de um debate ou congresso. Por preguiça mesmo. E por não me sentir tão envolvido com o feminismo assim. Acho que se eu fosse me dedicar a alguma atividade de transformação social ia trabalhar com educação pra gente pobre, porque é o que eu mais me identifico. Não que eu não ache o feminismo importante. Só que seria completamente impossível me dedicar a tudo o que eu considero importante, então me dedicaria ao que me daria mais sensação de auto-realização. Então não acho que esteja roubando o protagonismo de ninguém. Acho. Posso estar sem perceber. Eu costumo falar muito e isso às vezes faz com que as pessoas que queriam falar se sintam constrangidas.

Quanto a eu ser arrogante, se isso lhe tranquiliza, eu sou assim com todo mundo, homens e mulheres, brancos e negros, brasileiros e estrangeiros. Então não tem a ver com machismo, tem a ver com eu ser arrogante mesmo.

Radscum disse...

Tem um monte de feministas radicais famosas (com nome e publicacoes) que n tem problemas com homens se declararem feministas. A etimologia da palavra diz ser alguem partidarix do feminismo. Outras radicais mais conservadoras como no caso da Sheila Jeffreys diz q homens podem ser pro-feministas, n "feministas". Ou seja: no fundo toda feminista eh feminista individualista. Pra mim tanto faz a nomenclatura, p mim so eh feminista quem tem postura, mulher ou homem (eu leio John Stoltenberg, Robert Jensen..) e faco questao de n ler a "Re Bordosa"

Radscum disse...

Caroline Oliveira, eu ja li esse A Margem do Feminismo e tambem leio o MILFWTF de uma tal Natacha. Elas sao mto corajosas em botar a boca no mundo e denunciar os problemas da militancia radi al. Embora eu prefira mil vezes as radicais que as liberais, o ativismo n
me representa, a teoria sim.

Anônimo disse...

Fique curiosa pra ver o Panthro. Mostra uma foro ai, Panthro!

Anônimo disse...

Fiquei****** foto****

Mila disse...

Perfeito o comentário. Mais importante que falar na Internet que é feminista, é levar isso pro cotidiano.

Anônimo disse...

Eu não vejo como um dito "pornô gay" entre mulheres, sem a presença sempre estuprante do opressor, e sem servidão a seus fetiches nojentos patriarcais, possa ser degradante entre mulheres

Anônimo disse...

Júlia fique permanente longe de todos os homens da face da terra, e seus problemas estarão resolvidos.
Mas não peça que outra façam o mesmo, que não faremos.

Anônimo disse...

"Marjorie, ideologia é um conjunto de idéias. Acho que o significado que você está dando é diferente desse. O que você quer dizer quando diz que "Debatendo ideias e não sobre ideologias, sou contra ideologias.""

Panthro

Vejo idéias como um produto natural do pensamento humano, as idéias podem existir sem estarem agrupadas formando o que se chama de ideologia, mas uma ideologia é algo mais político e não pode existir sem idéias. Acho que ideologia se trata mais de politicagem, idéias não, são manifestações espontâneas da nossa natureza humana.

É a crítica que eu fiz aqui e que eu acho que foi mal interpretada, não me considero feminista mas concordo muito com as idéias de muitas pessoas que se declaram feministas, como a Lola por exemplo, só tenho minhas ressalvas com o movimento em si, pq vejo muita politicagem e vaidade, tem sim muita feminista que está mais preocupada em status e que se acha dona dos tais direitos conquistados, só reparar aqui mesmo nos comentários o que sempre vejo toda vez que alguém faz qualquer crítica ao feminismo, sempre aparece uma feminista para querer tirar de você os tais direitos conquistados pq o que importa é levar crédito por tudo que se avançou, a pessoa se acha dona de conquistas feitas por outras gerações só pq ela faz parte do movimento político.

Mas eu continuo batendo na tecla de que são as pessoas que mudam a sociedade, se as pessoas que não se vêem como feministas não mudarem de idéia, não reverem seus conceitos não adianta de nada fazer toda essa politicagem, na vontade de querer mudar as coisas vejo muitas feministas abraçando mais o movimento em si do que as pessoas e depois se perguntam pq estão isoladas, elas mesmas segregam.

Marjorie

Anônimo disse...

"Não precisa ser anti homem para ser feminista"

Há precisa sim, pelo menos o conceito de homem como sempre o conhecermos, que deve ser desconstruído por completo em uma nova sociedade feminista, que deve ser objetivo de tida feminista que se posicione no combate ao patriarcado, e não que faça concenções por fetiche de opressores, e nem herotize sua opressão
E como bem dito pela Carolina, o segredo está na educação feminista que mães dão aos meninos, se m a má influência masculina por perto

Anônimo disse...

Foi mais ou menos algo assim que os nazistas disseram para is judeus.

Death disse...

Também sou contra homens dando pitaco no movimento, basta ver os feministos que aparecem. Estão sempre com uma linguagem bélica e falando de seus sacos, não quando estão desafiando uns aos outros e dizendo que mulheres são burras, loucas ou babacas. Ficam fazendo mil teorias em que no fundo se percebe uma tentativa de minimizar o peso da opinião feminina no que diz respeito aos problemas femininos.

Mas se eu fosse feministo,teria mais vergonha ainda de vir aqui querer chamar atenção pra ganhar biscoito scooby-doo

donadio disse...

"qual postagem aqui se identifica como liberal?"

O problema é que o liberalismo é como o machismo; ninguém se identifica como liberal (salvo os casos patológicos, que não tem importância nem política nem teórica), mas todo mundo é, por que é a ideologia dominante do nosso tempo. É o que "todo mundo pensa, quando não está pensando"...

Inclusive, é claro, as radfems, uma vez que a sua ideologia nada mais é que uma forma particularmente distorcida de liberalismo. Daí que elas vejam a luta ideológica contra o liberalismo como uma mera guerra de tendências (para completar, situada inteiramente dentro do movimento feminista, como se o liberalismo fosse um fenômeno interno do feminismo, e não uma - ou "a" - ideologia global do nosso tempo).

donadio disse...

"a régua de medir feminismo"

Hm.

Freud? Aqui não é centro espírita pra vc ficar baixando, não.

"Meu feminismo é mais comprido que o seu"... e está inventado o símbolo feminifálico.

Rafael disse...

Tentando novamente, pois acho que o comentário anterior sumiu.

Julia, pela sua lógica pobre, José Bonifácio não poderia ser abolicionista, pois não era escravo, tampouco negro.

Logicamente, nenhum adulto pode lutar pelos direitos das crianças, pelo mesmo motivo.

Você é um mascu com sinal trocado. E esse rancor não levará você ou o movimento que diz fazer parte a lugar algum.

Anônimo disse...

"a régua de medir feminismo"
Hm.Freud? Aqui não é centro espírita pra vc ficar baixando, não
."Meu feminismo é mais comprido que o seu"... e está inventado o símbolo feminifálico."

...........

Lógica do indivíduo: Qualquer coisa que possa ser medida com auxílio de uma régua, ou seja, tudo que é sólido, automaticamente é um pinto ou está tentando copiar um pinto.
Parabéns, Donadio, agora vá brincar com os seus amigos de tanga e lança.

"Feminifalico" onde já se viu.... Cê sabe são tão bitolados quanto o próprio Freud.


Vicky (ainda não criei uma conta, falta de tempo no momento)

Rafael disse...

Donadio, vou considerar seu comentário uma ironia.

Caso não seja, já que tem tanta fixação fálica, pode trocar o que eu escrevi por:

"Balança de pesar feninismo"

Melhora?

Anônimo disse...

Julia, você aguenta muito, viu.
Continue incrível como é, eu lia seus comentários e isso mantia uma esperança. :3

Me assume Radical há uns tempos e espero me torna uma chuta bundas de misóginos logo.

Pode soa idiota, mas o seu avatar é de "Boa sorte, Charlie?"?

Vicky

Raven Deschain disse...

Radscum, vai tomar no seu cu!

o/

Não falo com vc e já avisei que se continuar me citando vai ouvir palavrão com a minha ~hua hua *boca suja*.

So, VAI SE FODER.

Anônimo disse...

Rafael, não te apoio quanto a Feminismo, mas tipo... Se é ele que tem fixação fálica, o problema é DELE, você não precisa mudar essa expressão só porque o cara consegue ver um pinto até numa caneta Bic.

Vicky

Raven Deschain disse...

Me chamou de viciada em pornô gay, chamou o Panthro de narcisista, chamou a Samantha de imbecil.

É... É um anjo que nós, monstras malvadas "escorraçamos" mesmo. Pohan, Samantha. Temos que parar com essa perseguição a essa pessoa execelente.

Rê Bordosa disse...

Bizzys,

Falando em "humanista", tenho muita dificuldade com esse termo. Por mais que ele queira dizer "compaixão pelos outros humanos" sempre fica me parecendo que ta deixando de fora outras espécies, ou colocando o ser humano acima de todos os ecossistemas do planeta inteiro, ou humanidade como algo "essencialmente bom".
Às vezes uso frases como "sentimento humanitário" ou "um tratamento mais humano para com as pessoas"... Mas sempre entro em crise depois de dizê-las/digitá-las. Fico pensando cá comigo mesma "Porque usei essa palavra? O que é ser humano? "Humano" não é necessariamente algo bom, fazemos tanta cagada e cachorros costumam ter muito mais lealdade e consideração por exemplo. Será que eu me referia a nossa "verdadeira essência" humana? Será que somos mesmo essencialmente bons, e o mal é algo que aprendemos? Será que o mal faz parte de nós "essencialmente" também? O que é bem e mal?
Daí me perco nessa viagem existencial, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Daí prefiro evitar o termo.

donadio disse...

"Macho fedorento"

Você andou me cheirando sem eu saber?

Fique sabendo que você não está autorizada a me cheirar.

Anônimo disse...

Che era homem, branco, hetero e médico.

Mesmo assim, ele se solidarizava com a causa dos leprosos e os liderava e ajudava. Agora pergunta o que eles achavam de serem liderados por che?? Eles o adoravam!!

Não vejo problema algum num homem branco hetero protagonizar o feminismo. Vejam que eu não estou dizendo que ele deve protagonizar todas as instituições feministas, mas pode sim, protagonizar várias, e com muita maestria.

donadio disse...

"Melhora?"

Não. A régua é perfeita, por que é exatamente isso: o comportamento competitivo, que deveria ser objeto da crítica, se torna a essência da crítica ("minha crítica da competitividade irracional é melhor do que a sua, libfem/radfem/interfem de merda")...

donadio disse...

"Qualquer coisa que possa ser medida com auxílio de uma régua, ou seja, tudo que é sólido, automaticamente é um pinto ou está tentando copiar um pinto."

Qualquer coisa que possa ser usada como um símbolo, será usada como um símbolo.

Julia disse...

Anon, num primeiro momento eu desconsiderei essa sua comparação de mulheres com leprosos e homens com médicos (que mal ou bem possuem conhecimento sobre cura de doenças, inclusive a lepra), mas a sua insistência está começando a me incomodar.

Resposta educadinha: essa comparação não cabe. A libertação das mulheres cabe as mulheres. E não, homens não vão protagonizar, nem liderar instituições feministas porque não tem nada que um homem ali possa fazer que uma mulher não vá fazer melhor.

Resposta autêntica: você não quer ir se foder também, não? Vai com o Rafael que vocês fazem companhia um ao outro.

Jonas Klein disse...

Foi só a Samantha dizer que não ia poder fazer a moderação hoje, que esse mascu de buceta da Radscum já aproveito para fazer de deposito de lixo a área de comentários aqui.

Julia disse...

Vicky, faça uma conta e venha chutar bunda de misóginos hahaha
Mas olha, eu nem chuto bunda de misóginos aqui. Sou super comportada aqui, comento tão pouco.

Esse avatar não é dessa série não. Na imagem é uma das gêmeas Olsen.
Encontrei essa imagem em um dos posts neste blog mesmo, nunca assisti a série.
Achei que me representada bem porque ela é uma fofa.

Anônimo disse...

Leprosos mal tinham tratamento médico, ver um cara que era apoiado por tanta gente apoiando a causas deles eram um esperança que essas pessoas tinham de um dia terem uma melhoria da qualidade de vida.

EU . NÃO. QUERO. UM. CARA. ME. REPRESENTANDO

Eu sou parda, só sofre racismo duas ou três vezes na vida, só sei o que mulheres negras passam porque são amigas ou parentes, não quero pô-las num barril e dizer que vou representar a vida delas e falar que sei o que é melhor para elas, krl!

Estou dizendo que você não deve conversar sobre misoginia, participar de campanhas contra violência ou viver com mulheres(nos vários sentidos que "viver" tem)? NÃO, você DEVE fazer isso.
Você deve xingar mulheres de machistas, se dizer melhor que elas e querer presidir e receber créditos por conquistas realizadas por Mulheres? NÃO.

Vicky

Anônimo disse...

Eu não quis dizer os leprosos do filme pela condição de doentes. Quis dizer apenas que eram oprimidos, assim como as mulheres. Pra quem viu o filme, os médicos mal chegavam perto dos doentes, e não deixavam eles atravessarem o rio, eles ficavam isolados, mesmo os que estavam em tratamento ( os doentes em tratamento não transmitiam a doença ). Por isso que eu digo que eram oprimidos. Não transmitiam a doença e mesmo assim tinham que ficar isolados.

Precisou de um ícone como che pra mudar essa situação. Se o homem tem mais privilégios, estão numa posição mais confortável, pq eles não podem liderar alguns movimentos feministas para ajudar com mais efetividade à causa? Che estava numa posição melhor que a deles, por isso teve tanto êxito em liderá-los.

Então, como disse o Rafael, vcs acham então que adultos não devem lutar pelo direito das crianças, na devem protagonizar? Vamos deixá-las se virarem sozinhas?

Pensem nisso.

Anônimo disse...

"Qualquer coisa que possa ser usada como um símbolo, será usada como um símbolo."

.....

Típica resposta "Porque sim é sim. Se eu digo que uma régua é representada simbologicamente por pinto, então você está falando de um pinto" rs
Enfim, eu vou seguir o conselho da Julia de só comentar as vezes, isso é cansativo psicologicamente, vish... (A Ana também era muito legal as vezes)

Vicky

Rê Bordosa disse...

Thiago, Panthro e Anônimo 18:06,

Excelentes comentários.

E eu acho bizarro várias tentativas que vejo de algumas pessoas pra expulsar homens do debate aqui dizendo coisas como "você está invadindo nosso espaço, aqui é um debate feminista, não comentem aqui", sendo que o blog é da Lola e ela já deixou claro que homens são bem vindos desde que saibam debater com educação.


Radscum,

"(eu leio John Stoltenberg, Robert Jensen..) e faco questao de n ler a Re Bordosa"

Você está se referindo a "Rê Bordosa" personagem do Angeli ou a minha pessoa? Porque se for a segunda opção, obrigada! Me sinto lisonjeada. De tanta gente com quem você briga aqui no blog você fez questão de lembrar da minha pessoa, e ainda me colocou com status de "escritora" ao lado de dois autores bem conhecidos... Nossa, meu ego ta massageado, obrigada!
Obs: depois vc inventa que fico te perseguindo, e comentando nas mesmas postagens que vc, mas olhe só, vc que vive falando de mim gratuitamente. Uma hora você vai admitir que AMA me odiar.


Anônimo 12:39,

"Ninguém quer saber pra quantos vc dá na casa de swing, suma."

Até onde eu sei, vc é um Zé ninguém anônimo e não dono do blog. No dia que a Lola, dona do blog me pedir pra sumir, ela não precisará pedir duas vezes, irei embora. Até que esse dia chegue, foda-se! Ficarei aqui.

Anônimo disse...

Anônimo Radscum disse...
"... Pantro não só é gay como deve ser do tipo tão obcecado por macho que deve pegar até o dazamiga. A homossexualidade masculina é narcisismo puro só não vê quem não quer. Alguns machos gays se dizem feministas, mas idolatram mesmo é um belo macho bombado..."


Feminista homofóbica é o fim da picada.

Rê Bordosa disse...

Concordo, anônimo 13:34,

Será que ela também acha que lésbicas são "obcecadas por fêmeas" e são lésbicas por serem narcisistas?
E quanto a isso:

"idolatram mesmo é um belo macho bombado, masculino e bem pirocudo. Cospem nos afeminados."

As lésbicas preconceituosas que torcem o nariz e fazem piadinhas com as lésbicas mais "masculinas" também se enquadram nesse exemplo? Ou será que para o caso das mulheres vai abrir exceção porque são mulheres, dar alguma explicação mirabolante e por na conta do machismo?

Bizarro isso, bizarro mesmo! Homossexuais de ambos os gêneros são homossexuais pelo mesmo motivo que héteros são héteros, caramba! Não tem nada a ver com narcisismo. Mania de julgar a sexualidade e a intimidade dos outros.

Rê Bordosa disse...

Anônimo 13:38,

"Pronto, montaram um palquinho.Agora temos o mico amestrado Jonas, a leoa feroz do Rafael e até a mágica mandrake das argumentações sem embasamento Rê Bordosa."

Sem embasamento? Seu comentário ta suuuuuuuuper embasado, né anônimo?
A criatura só escreve ofensa pessoal e falácia "ad hominem" pra dizer que não tenho "embasamento".
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Rê Bordosa disse...

Ah, e Anônimo 13:38,

Porque chamar o Rafael de "leoa" e não de "leão", já que ele é homem? Você acha que "leoa" é mais ofensivo por ser fêmea? Isso é o mesmo que chamar alguém de "mulherzinha" achando que é ofensa. Que machista!

E depois ainda dizem que a machista sou eu.

Anônimo disse...

E qual é o problema se um gay curte macho bombado? É crime?

Já não basta essa turma querer cagar regar no gosto das mulheres, agora também querem cagar regra no dos homens gays.

Samantha disse...

Raven, aparentemente eu cheguei depois que os comentários com todas essas pérolas foram deletados, imagino eu que pelo próprio autor/autora.

Não sei se fico feliz ou deprimida com isso.

Rafael disse...

Nem vi o comentário. Deve ter sido moderado.

Tem uma galera aqui que se cuspir no chão, tinge de verde. Bile pura.

Todos os debates hoje são empobrecidos. Seja religioso, político ou de gênero. Tudo se resumiu a uma histeria de

Coxinha X Petralha;
Ateu (sim, hoje ateu é xingamento) X Evanjegue, crentelho ou algo do tipo;
Mascu X Radfem;

Todo mundo mandando se f*der, mandando pra casa do c*ralho, à m*rda.

Nesse ambiente, todo moderado apanha. Todo extremista adora bater em moderado. Todo extremista considera que todo o resto é extremo oposto.

E, lógico, como todo grupo extremista, tem "medição de pica" (foi mal pelo termo fálico) para saber quem é mais extremista no clubinho.

Muito xingamento e pouca discussão.

E parece muito cristalino que isso não leva movimento, opinião ou ideologia a lugar algum.

Samantha disse...

A Samantha tem cara de quem está pouco ligando para a sua opinião.

E nesse caso, não é só a cara.

Rafael disse...

"Porque chamar o Rafael de "leoa" e não de "leão", já que ele é homem? Você acha que "leoa" é mais ofensivo por ser fêmea? Isso é o mesmo que chamar alguém de "mulherzinha" achando que é ofensa. Que machista!"

Re Bordosa, aqui é com segurança o último lugar onde se procuraria um termo feminino usado como xingamento.

Anônimo disse...

A Samantha tem cara de quem está pouco ligando para a sua opinião.

E nesse caso, não é só a cara.


Se não ligasse não responderia, mas eu percebi a sua jogada. Estamos de olho Samantha.

De tonta, só a cara.

Raven Deschain disse...

Era a Radscum, Samantha. Deve ter apagado pra pagar de Santa. As always.

Raven Deschain disse...

Ih Rafael. Se tu chegou aqui ontem e pegou o bonde andando não vou te dar lugar na janela.

Aliás, vou: não "debato" com gente babaca. Sendo homem ou mulher. Veio de babaquice? Será xingado. Mesmo. Tem comentarista anônimo que deade que chegou resolveu me encher e encher a Rê. Pra essa gente, só: rola.

Anônimo disse...

Que mania que macho tem. "Me deixe homexplicar."

Samantha disse...

Eu não tenho sangue de barata, anônimo babaca.

E ui, que meda que eu tenho de vocês.

Aliás: me explica qual foi a minha jogada? Porque eu estou tentando descobrir aqui.

Raven, não é de hoje que fazem isso. Deram para deletar comentários antes de mim e depois me acusam de witch-burn hater de rad e sei lá mais que outras besteiras.

Julia disse...

O anon dos leprosos não paraaaaaaaaaaaaaaa. Agora comparou mulheres a crianças..

Olha, uma melhor comparação seria entre a lepra e homens.
O contato intenso com pessoas nessas condições não é recomendado porque uma hora vai dar merda, quase sempre deixa sequelas, tem cura mas o tratamento é muito difícil, e ambos causaram/causam desgraças no mundo todo.

Caroline Oliveira disse...

Anon das 22:50, acredito que há pessoas que prezam outras coisas num relacionamento e que não ligam para traição. Mas, no geral, vejo mulheres perdoando traições e homens que não perdoam de forma alguma. Acredito que há mulheres que ficam no relacionamento por dependência financeira, porém, também têm muitas que ficam por dependência emocional, por terem medo de ficar sozinhas, sem um homem que as valide perante a sociedade...É o lance da socialização feminina, é esperado que as mulheres sejam passivas, dóceis, acolhedoras, por isso, no geral, acho que elas perdoam devido à socialização pela qual passaram.


Panthro, concordo contigo, mas acho que na questão da educação e da legislação temos um sério entrave, pois há pouquíssimas mulheres na política, e a educação, sobretudo a pública, está caótica. O grande problema é que não se ensina nem mediocremente o que está no currículo do ensino público, e a educação privada, embora cumpra a grade, conta, muitas vezes, com professores muito reacionários. No cursinho que frequento, por exemplo, há professores que passam de maneira excelente a matéria, mas, que, infelizmente, não se contentam em guardar para si os seus pensamentos misóginos... A gente tem um sério problema na educação brasileira, pois as escolas que conseguem passar o conteúdo têm, muitas vezes, uma ideologia elitista, que, logicamente, contamina os alunos; na verdade, esses alunos já são, muitas vezes, contaminados em suas próprias casas... Por isso, acho que, por enquanto, o mais adequado é tentar mudar as pessoas; creio que a internet é fundamental nesse processo, pois é através dela que dá para fazer com que as pessoas comecem a questionar suas certezas... Também creio que levar informações às pessoas carentes é fundamental, pois são elas que têm mais filhos, e é péssimo que indivíduos em situação de vulnerabilidade tenham muitos filhos. Enfim, ainda acho importantíssima a mobilização de indivíduos privilegiados pelo sistema.

Quanto à questão de ser condescendente, sei que é complicado cobrar postura de quem recebeu a socialização feminina, mas ainda acho que um dos jeitos de derrubar o patriarcado é tendo postura, por isso, é importante, pelo menos, buscar tê-la.

Quanto a mim, por enquanto, não faço quase nada, mas pretendo fazer mais...

Agradeço a atenção!


Radscum, já li também MILFWTF, da Natascha. Tanto ela quanto a Keli são incrivelmente corajosas e fazem muito para a derrubada do patriarcado!

Rê Bordosa disse...

Rafael, e não é?

Eu fico passada quando vejo na caixa de comentários palavras tipo "leoa" ou "ateu" serem usadas como xingamento.

Anônimo disse...

Calma Júlia, você não entendeu o ponto.

Esqueça a comparação com leprosos ou crianças.. pode pegar qualquer grupo oprimido para constatar.

A princesa isabel era branca, no entanto ela ajudou a causa negra, ao ABOLIR A ESCRAVIDAO.

Já pensou se não fosse por ela? teriamos escravos até hoje!!!!

donadio disse...

"A princesa isabel era branca, no entanto ela ajudou a causa negra, ao ABOLIR A ESCRAVIDAO.

Já pensou se não fosse por ela? teriamos escravos até hoje!!!!
"

Você acha mesmo isso?

Caramba, tinha um enorme movimento de massa no país pela abolição. Posso concordar que era melhor, ou menos ruim, do que o pai dela, que ainda pretendia fazer a coisa durar mais um tempinho, mas ou a escravidão acabava, ou a panela de pressão ia explodir. E não hoje; se não tivesse sido em 1888, teria sido em 1889 ou 1890.

Vejo que a doutrinação ideológica nas escolas pegou você de jeito; "Isabel a libertadora dos escravos", grande heroína dessa história feita de indivíduos sempre pertencentes às classes privilegiadas...

Cada uma.

donadio disse...

"Típica resposta "Porque sim é sim. Se eu digo que uma régua é representada simbologicamente por pinto, então você está falando de um pinto""

Moça, enquanto você está indo plantar o milho, eu estou voltando com o angu.

O "símbolo fálico" é importante por que ele representa a angústia essencial do homem masculino: a de não ter filhos. Por isso, o falo é o substituto da prole; os homens não têm filhos, mas têm o falo. E portanto toda a simbologia da sociedade patriarcal se estrutura necessariamente em torno do culto ao falo. É simplesmente isso: o patriarcado é obcecado pelo falo, e o falo é a obsessão do patriarcado. Que melhor se chamaria, aliás, "falocracia". Por isso a régua, o WTC, as torres dos castelos medievais, os charutos, as canetas bic, os revólveres, são todos símbolos fálicos: por que quando o poder (que foi roubado às mulheres pelos homens) precisa de um símbolo, isso é um símbolo fálico.

O falo é um símbolo do feto, da produtividade feminina (e é por isso que a "inveja do pênis" é um problema masculino, e não feminino); mas como essa simbologia fundamental "não ousa dizer o seu nome", o falo aparece como um símbolo de si mesmo. Como o dinheiro, que simboliza as mercadorias que pode comprar, e por isso mesmo acaba por ser sempre um símbolo cada vez mais abstrato de si mesmo, dinheiro papel, nota promissória, cartão de crédito, dinheiro virtual, etc.

Rafael disse...

Donadio, todos brancos, né?

O/A Anon das 17:27 só está seguindo a lógica proposta aqui: Se não faz parte do grupo oprimido, não pode dar pitaco.

Não havia NENHUM negro abolicionista influente. Segundo essa mesma lógica pobre, não seria errado afirmar que sim, teríamos escravos até hoje, pois eles não tinham acesso à cultura tampouco à política. Como párias que eram, jamais conseguiriam "protagonizar" nada e invariavelmente jamais teriam logrado êxito na abolição.


Esse argumento é um lixo, mas condiz perfeitamente com a lógica apresentada aqui.

No ensino fundamental leciona-se interpretação de texto. Vale à pena você e alguns aqui procurarem um colégio.

Rafael disse...


"Típica resposta "Porque sim é sim. Se eu digo que uma régua é representada simbologicamente por pinto, então você está falando de um pinto""

Moça, enquanto você está indo plantar o milho, eu estou voltando com o angu.

O "símbolo fálico" é importante por que ele representa a angústia essencial do homem masculino: a de não ter filhos. Por isso, o falo é o substituto da prole; os homens não têm filhos, mas têm o falo. E portanto toda a simbologia da sociedade patriarcal se estrutura necessariamente em torno do culto ao falo. É simplesmente isso: o patriarcado é obcecado pelo falo, e o falo é a obsessão do patriarcado. Que melhor se chamaria, aliás, "falocracia". Por isso a régua, o WTC, as torres dos castelos medievais, os charutos, as canetas bic, os revólveres, são todos símbolos fálicos: por que quando o poder (que foi roubado às mulheres pelos homens) precisa de um símbolo, isso é um símbolo fálico.

O falo é um símbolo do feto, da produtividade feminina (e é por isso que a "inveja do pênis" é um problema masculino, e não feminino); mas como essa simbologia fundamental "não ousa dizer o seu nome", o falo aparece como um símbolo de si mesmo. Como o dinheiro, que simboliza as mercadorias que pode comprar, e por isso mesmo acaba por ser sempre um símbolo cada vez mais abstrato de si mesmo, dinheiro papel, nota promissória, cartão de crédito, dinheiro virtual, etc.



Cara, isso que você usa é forte, hein? Nunca lhe ocorreu que empilhar pavimentos é vantajoso do ponto de vista espacial? Que prédios existem para aproveitar melhor um espaço limitado? Que as torres dos castelos e suas amuradas tinham papel determinante me batalhas?

Se prédio é falo, tem algo errado, porque nunca vi prédio com bolas.

Anônimo disse...

Donadio, juro que não suporto Freud, dão crédito a ele (homens, óbvio)e o endeusaram por coisas muito obvias, simplesmente por ele usar uma linguagem mais complicada e por ser homem. (Linguagem complexa = O cara tem problemas em ser prolixo e os seguidores dele também)
Eu sei sobre inveja do útero, teóricas feministas já falavam isso antes dele, eu já tinha me tocado disso ainda aos 13 anos. Só que "parece" que ela levava sete páginas para algo que uma mulher(a oprimida do sistema) podia sintezar em um parágrafo ou frase.

Sério? Tudo que for um retângulo afilado automaticamente foi feito dessa forma para lembrar um pênis? Não sabia que o mundo foi modelado para parecer a alameda dos dildos. Se um prédio lembra um pinto... Uma caixa também lhe parece um pinto?

Vicky

Anônimo disse...

Vicky, na verdade a associação da arquitetura e a simbologia do falo é bastante debatida por teóricas de arquitetura feministas como Diana Agrest. Eu não concordo, não tenho dúvidas que um edifício de múltiplos pavimentos é resultado da maximização do lucro da terra urbana, mas não ache que a posição do Donadio é anti-feminista porque é justamente o contrário.

Anônimo disse...

Anônimo das 19:08,
Veja, eu até posso estar errada quanto a isso, mas é que quando olho os comentários do Donadio de outros textos a última coisa que consigo pensar é que ele escreveu isso com boas intenções... (E mesmo que seja, você conhece o ditado)

Eu tenho certo interesse em Engenharia Civil e sempre achei que a questão do prédio era justamente gasto com terreno x Lucro por apartamento.

Vicky

Anônimo disse...

Anon 19:20

Vc não é a dona do feminismo.

Não é vc quem decide quem pode ou não se considerar feminista.

Se vc é a fodona que não precisa de nenhum homem para nada, ótimo. Parabéns.

Rafael disse...

Nós temos os nossos coletivos feitos por mulheres, temos as nossas teorias feitas por mulheres e temos a NOSSA VOZ. Não precisamos da voz de vocês pra NADA, OUVIRAM? NADA! Ah, mas deve ser muito difícil pra um macho escroto entender que não é o centro do mundo, e que o mundo não precisa dele.

Informe por favor em que cartório está registrada a procuração em que todas as mulheres do mundo lhe outorgaram o poder de falar por elas.

Anônimo disse...

Anon das 19:20:

Me diga, como fazer uma revolução sem a ajuda de metade da população mundial?

Será que o que você quer mesmo é deixar de ser oprimida ou se tornar uma OPRESSORA? Reflita.

Não devemos ser segregacionistas, eu sou homem e posso protagonizar um movimento sim. Pois sei que eu estaria ajudando a causa, ainda mais em uma posição mais de comando, pois nesse caso eu teria mais manobrabilidade para agir e seria mais eficaz.

Se queremos combater um mal, temos que nos unir, não dividir forças.

Anônimo disse...

Não gosto de radfems e do tipo de feminismo delas, não é esse feminismo que eu quero seguir.

Julia disse...

Rafael, venha tentar protagonizar alguma coisa no feminismo. Só tenta.

Você também, 20:17, só se atreva. Vamos ver quão longe você chega.
Um chute no seu saco te mostra rapidinho onde é o seu lugar. No chão.
Macho otário.

Anônimo disse...

Verdade seja dita: o feminismo perdeu a credibilidade que um dia teve,
E já que o feminismo é igualdade entre os dois gêneros, como quer que dê certo sem a ajuda do outro gênero(pq sabe, é igualdade entre os dois, precisa dos dois pra funfar ) falar que lugar de macho é no chão só faz parecer que vc sofreu algo assim e só está de vingancinha

Anônimo disse...

Tanto não outorgamos que estou aqui pra falar que acho as contribuições masculinas no comentário interessantes. Tem feminista que não consegue diferenciar quando homem quer ser juiz de experiências pelas quais ele NÃO passa e NUNCA passará; de quando homem defende uma ideia, porque afinal, né, ele também é um ser humano capaz de argumentar. Não entendo a lógica de impedir possíveis contribuições pro debate usando falácia de "a ideia não é defensável porque você é fulano de tal" (cof cof, ad hominem). Tanto é que tem uns tantos comentários que nem contrapõe uma vírgula do que vocês falaram, se limitando a "é homem, nem leio". Por isso que assinar em anônimo tem suas vantagens: como não sabem se você é homem, mulher, hetero, homo, bi, velho, adolescente, criança, em geral a resposta é relativa ao conteúdo da mensagem e não essas birras de "bi não gosta de lésbica, portanto sua contribuição é irrelevante" "homem odeia mulher, portanto sua contribuição é irrelevante" "você não é feminista suficiente pra mim, portanto sua contribuição é irrelevante"

Anônimo disse...

Espero que a ameaça de violência de física da Julia seja devidamente excluída pela moderadora, visto que uma ironia sem ataques com violência verbal (muito menos ameaça de violência física) sobre essa comentarista foi apagado por ser considerado ofensivo.

Anônimo disse...

Taí, entra nessa questão: feminismo é emancipação feminina ou igualdade de gênero? Porque se você considerar igualdade de gênero, é contraditório impedir homem de participar e protagonizar. Como também passa a ser incabível não lutar pela aposentadoria igual pra ambos os gêneros, pela não-obrigatoriedade do serviço militar, pela licença paternidade maior, pela conscientização do câncer de próstata...

Panthro disse...

Nunca tinha pensado nisso, pessoa anônima das 20:58, mas faz sentido. É escroto, mas faz sentido. Eu tenho amigas que só jogam MMORPG com personagens masculinos pra conseguirem jogar sem serem assediadas a cada 20 segundos. Eu nem jogo MMORPG's porque só tem gente retardada e eu acho que gente retardada estraga a experiência do jogo, porque pra mim video-game é imersão na história. Agora pensar que a mesma coisa tem que valer pra cá é um pouco triste. Se nos espaços em que se luta pelo fim do sexismo a gente tem que disfarçar o sexo pra poder ser ouvido, que dirá no resto do mundo! É bem deprimente.

Mas paciência, se trabalha com o que se tem. Esse foi o melhor argumento que eu ouvi até agora em prol de se usar perfis anônimos. Talvez eu acabe adotando.

De resto acho que uma coisa que funciona bem é não alimentar os trolls. Tem gente que só quer criar confusão, não quer discutir idéias. E isso em todas as facções. E ao mesmo tempo tem gente que discorda de você, mas sabe expor um argumento racionalmente e faz com que você veja as coisas por mais ângulos. O negócio é saber selecionar.

Anônimo disse...

"Por isso que assinar em anônimo tem suas vantagens: como não sabem se você é homem, mulher, hetero, homo, bi, velho, adolescente, criança, em geral a resposta é relativa ao conteúdo da mensagem"

.........

Sim, sim, os 90% dos anon xingadores são muito relevantes para a conversa. Sinceramente, a pessoa vem com essa de "é bom porque não sabem se eu sou X, Y, Z" sem notar a armadilha...

A gente tem sempre que elogia os caras em todo texto e comentário porque... Senão eles começam a ter a mínima idéia de como é ser uma voz feminina num debate,iaí esperneiam e nos comparam a nazistas(porque Hitler devia tratar muito bem mulheres, né).

Vicky

Ps: Não era fácil bular ofensas em MMORPG's.

Rafael disse...

Eu só imagino o desespero que se instalaria aqui se um homem ameaçasse uma mulher de agressão física.

Troll tem em todo lugar, mas troll com "imunidade" é a primeira vez que vejo.

Rafael disse...

Sobre anonimato, eu acho (só acho) que se não for um desabafo, denúncia ou algo que possa comprometer o comentador, deveria ser imediatamente removido.

O anonimato deve ser uma ferramenta de proteção.

O anonimato não deve ser usado para esconder a cara em uma discussão.

Anônimo disse...

Concordo com o Rafael. Pessoal, menos ameaças de agressões, isso não leva a nada.

Vicky, acredito que os mascus as comparam com nazistas não pela relação que hitler tinha com as mulheres, mas pelo holocausto de bebês intrauterinos, assim como o führer promoveu o holocausto da população judaica, cigana (entre outros), inclusos crianças e bebês, em campos de extermínio, tais como auschwitz/birkenau, treblinka, sobibor, belzec, buchenwald e outros.

Anônimo disse...

Concordo totalmente com as feministas radicais.

Não sei o que esse bando de homem quer fazer no feminismo. Parem de se humilhar e rastejar atrás de um espaço dentro do feminismo.

Que elas se virem sozinhas. Não são as super mulheres? Façam a revolução com uma fração da população, já que 50% está automaticamente fora, e como boa parte das mulheres não tem interesse nessa "emancipação", dá para prever o que vai acontecer.

Mas se tiver algum homem com vocação para capacho, vá em frente. É divertido ver vocês implorando a atenção das feministas.

Anônimo disse...

Exato, os misóginos falam em liberdade de expressão, mas esquecem que é vetada sob anonimato.
Se você fica atacando negros ou whatever nos comentários tem que se responsabilizar por seus comentários, krl.

Do que está falando, Rafael? Já teve cara ameaçando de assassinato e/ou tortura a Lola, isso não é segredo para ninguém.

Vicky

Rafael disse...

Vicky, o cara ter ameaçado a Lola não dá direito a uma outra pessoa ameaçar uma terceira. Não vi lógica.

Ameaçar é errado. Com anonimato ou não.

Melhor, é crime tipificado no Código Penal.

Julia disse...

HAHAHAHAHAHA esses caras ainda estão chorando aqui?

Cortar a pica de cada um aí vocês vão ter motivo pra chorar de verdade

Anônimo disse...

Continuo com o objetivo de protagonizar sim um movimento feminista, e aceitaria algumas militantes tipo a Júlia no meu grupo, muito proativa, mas desde que ela tenha em mente que precisa mudar algumas coisas como a agressividade.

Essa luta é de todos nós.

Anônimo disse...

ૅ.ે cadê os pais dessa criança?

Anônimo disse...

Rafael, eu não disse que apoio alguém ameaçar de morte o outro, é que seu comentário foi tão ambíguo que só dava para entender "Imagina se um cara ameaçar uma mulher de morte, vocês são tão fracas em levar a sério ameaças virtuais", sério.

Chamaram a Júlia de guria, puxa... Cês devem ser uma montanha de músculo atrás de um computador, não?
De qualquer forma, melhor uma guria inteligente que um marombeiro covarde. (Custa colocar um Nick?)

Vicky

radscum disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Rafael disse...

Não, Vicky. você entendeu errado. Eu não falei nesse sentido. Eu não relativizo. Falei no sentido de que isso aqui é moderado.

Por muito, muito menos outros comentários foram (corretamente) excluídos. Não faz sentido certas coisas que ela escreveu permanecerem aqui. Por mais "edificantes" que sejam para a causa feminista ou seja lá o que for.

Anônimo disse...

Vicky, anonimato é, de fato, escudo pra falar bobagem que você não falaria se te reconhecessem. Mas com essa encheção que tá tendo no blog nos últimos tempos (é rad, não deveria postar; é homem, não deveria postar; é a Fulana de Tal, vou concentrar em falar como ela não é feminista), com a moderação podendo apagar os comentários dos anons trolls, sinceramente acho a melhor opção pra não cair em picuinha. O negócio que eu discordo é que qualquer comentário "Pantro, Rafael, Donatien, Jonas, gostei dessa linha de pensamento/me identifiquei com o que você disse/ você me fez olhar pro outro ângulo" já é taxado de babação de ovo ou nessa de vingancinha "temos que silenciá-los pra eles aprenderem como é ter voz feminina". Sério, galera, relaxa. Ouve-se falar tão bem deles quanto da Kittsu (que tá meio sumida, mas é uma das minhas comentarista mais queridas), da Maria Valéria, da Anon A, da Raven, da Re... e de alguns anônimos que não sabemos quem são. O problema é ficar nesse maniqueísmo todo de "respondeu homem, só pooooode ser porque quer venerar o cara". Não, só concordo com o argumento.

Rê Bordosa disse...

Radscum,

"Deve ser coisa da Rê Bordosa"

Que leviano da sua parte... Daqui a pouco até o aquecimento global é "culpa da Rê Bordosa"... Diz que não lê o que eu escrevo, mas ta lendo e respondendo. Diz que eu fico te perseguindo, mas cita o meu nome em tudo que é postagem onde nem comentei ainda.

"Rê Bordosa, antes que eu me esqueça, que feio você culpabilizar a vítima falando das lésbicas com preconceito contra as lésbicas mais masculinas."

Não sei aonde você ta vendo culpabilização aí. Existe mulher machista e opressora sim. Eu discordo que "mulher é uma coitada/demente/incapaz que só reproduz machismo, que nem papagaio repetindo o que o outro fala". Eu não trato mulher como incapaz, porque não aceito ser tratada como incapaz.

Maria disse...

Tem um pessoal por aqui que viaja legal ...

Anônimo disse...

Fiz os dois comentários acima, alguém pode me dizer, por favor, como posso apagá-los?
Não aparece lixeira nem nada, e eu quase sempre comento estando logada, ou assino o meu nome; qdo só assino o meu nome, não aparece a lixeira do lado.

Estão dizendo que a radscum apagou o que comentou, mas comentei só assinando um nome falso e não estou conseguindo apagar. Por isso, quero saber se existe essa opção. Caso eu não esteja sabendo deletar por burrice mesmo, me desculpem o inconveniente.

Caroline Oliveira disse...

Ok, pessoal, fui eu que fiz os três comentários acima... Achei isso no GOOGLE:

https://support.google.com/blogger/answer/42398?hl=pt-BR

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Caroline Oliveira disse...

Gente, deixei o link lá em cima; o Google deixa claro que só podem excluir comentários: os que possuem conta, que, logicamente, só podem deletar os próprios comentários, o administrador do blog e os que têm esse privilégio por parte do administrador.

A radscum não tem conta; ela comenta assinando "radscum". Como, então, ela poderia excluir o que comentou? Essa opção, pelo que pesquisei, não existe! E olha que pesquisei em todas locais.

De verdade, eu espero uma explicação.

Caroline Oliveira disse...

Por favor, leiam todos os meus comentários. Está fora de ordem, pois estava dando erro para publicar. Comecem pelo último.

Anônimo disse...

Teste comentário

Lu disse...

Teste comentário 2

Anônimo disse...

Não tem como apagar comentário, nem se postar como anônimo, nem se postar escolhendo um nome qualquer. Acabei de testar nos comentários anteriores. Ninguém que não tem contata postou e depois apagou comentários.

Caroline Oliveira disse...

Por que que os meus comentários estão sumindo?

Vou publicar de novo, pela 5ª vez. Se sumir novamente, amanhã volto para publicá-los. O que está rolando por aqui?

Vejam o que achei no google:

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Não é possível editar os comentários. Se você quer editar seu comentário, pode simplesmente excluí-lo e depois inseri-lo novamente com as alterações. No entanto, o carimbo de data e hora será modificado para refletir a hora do novo comentário.

Caroline Oliveira disse...

Link: https://support.google.com/blogger/answer/42398?hl=pt-BR

Gente, estão excluindo os meus comentários! QUE PORRA É ESSA?

Anônimo disse...

Isso mesmo Caroline Oliveira, só os administradores do blog podem apagar os comentários que não são feitos com conta. Então não sei de onde tiraram essa história de que as pessoas estão apagando os próprios comentários. Estranho isso.

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