quinta-feira, 25 de junho de 2015

GUEST POST: ENTRE ÁSIA E EUROPA, VOLTEI AO VERÃO DE 1415

Mês passado a mestranda em Literatura Rachel esteve na Geórgia, e o que viu não foi bonito:

Acumulei um mês de experiências em um país exótico, de paisagens deslumbrantes, que esteve em todas as manchetes do país na última semana. Quando cheguei, não sabia que a forma como as pessoas se relacionam era tão selvagem como o fato de animais andarem pela rua da capital após uma devastadora enchente
Em um país de maioria ortodoxa, as mulheres têm os lábios selados quando estão em público. Mesmo com diplomas e carreiras promissoras, falar sobre relacionamentos, sexo e liberdade ainda são tabus nesta sociedade. Após uma palestra que ministrei em uma universidade na capital do país sobre os direitos das mulheres no Brasil, um espaço para debate foi aberto com as locais e também com estrangeiras que participaram da conferência. 
Mulheres de uma família em Tbilisi
Os casos eram absurdos, mas tratados com uma naturalidade incrível em um grupo feito apenas por mulheres, já que, na ausência da figura patriarcal, elas se sentiam menos tímidas em contar experiências que passavam, simplesmente pelo fato de serem mulheres em uma ex-república soviética com uma influência religiosa acima de qualquer coisa. 
Turistas inglesas visitam igreja
Kashveti em Tbilisi, capital da Geórgia
Para começar, devemos ter algumas coisas pontuadas: 1) a tradição em casar-se virgem ainda tem força no país; 2) mulheres são ensinadas a não falarem sobre sexo e permanecerem totalmente submissas em seus relacionamentos; 3) o “rapto de noivas” ainda era uma prática muito comum nos últimos vinte anos; 4) após a iniciação sexual, é recomendado que as mulheres permaneçam com seus parceiros durante toda a vida, negligenciando qualquer tipo de relacionamento abusivo ou infeliz. 
"Qual a diferença entre venerar mulheres
por serem 'comíveis' e colocá-las num
pedestal de pureza? Em ambos os casos,
o valor das mulheres é baseado na sua
habilidade em agradar homens e de
formar sua identidade sexual em torno
do que querem os homens"
Com todos estes pontos muito bem explicados pela bancada mista entre locais e estrangeiras, notei uma tendência que afetava especialmente a segunda parte das ouvintes: nós, estrangeiras, éramos tratadas como produtos baratos e alvos de sexo fácil, por virmos de países com uma liberdade sexual muito maior e com tabus quebrados há tempos. Foi nesta conversa que ouvi pela primeira vez o termo “Madonna-whore Complex”, que é algo que acomete grande parte da população masculina local. 
"Se você não fez sexo, você é moralista.
Se já fez, é uma vadia. É uma
armadilha", diz Ally no clássico
Clube dos Cinco, de 1985
Para os menos entendidos, o fenômeno do “Madonna-whore Complex” pode ser explicado pelo desenvolvimento psicológico de homens que veem dois tipos de mulheres: aquelas prometidas, virgens, futuras esposas, em sua maioria locais, são as Madonnas [não a pop star, mas a mãe de Jesus], as quais são podem ser maculadas e muito menos sexualmente desejadas. As prostitutas são as “outras”, estrangeiras que chegam ao país com um “apelo sexual” incontestável e a liberdade de se entregarem por não terem amarras com tradições culturais e/ou religiosas. 
Mar de Tbilisi, grande lago artificial a
20 minutos de carro do centro da
capital do país
Para ser clara, os homens deste país acham completamente comum terem parceiras fixas e se aventurarem com as outras, para satisfação sexual. Localmente falando, os relacionamentos íntimos entre os casais locais são de péssima qualidade; as mulheres não têm muita educação formal e não possuem voz sobre seus desejos e interesses. Enquanto isso, os homens enfrentam problemas sexuais e o número de tratamentos para diversas “dificuldades” na vida a dois está aumentando gradativamente. 
A desculpa geralmente dada pelos homens locais é a de que se encontram em um “relacionamento aberto”, o que é claramente um artifício para atraírem mulheres que, mesmo pertencendo a culturas mais liberais, gostariam de firmar um relacionamento sério. 
Quando nos voltamos às mulheres, a questão levantada é a de que ou elas não sabem sobre esses relacionamentos abertos (elas não podem ter contato com outros homens, já que isso as deixaria maculadas), ou elas vivem um silêncio forçado por saberem o que seus parceiros fazem, mas não podem se expressar por medo de sofrerem violência ou rejeição por parte da comunidade (uma mulher em um casamento -– a qual não é mais virgem -– não pode voltar à sociedade como solteira, pois se tornara impura). 
Moças aproveitam o verão
Com isso, os relacionamentos se tornam cada vez mais abusivos entre os locais, e as estrangeiras sofrem com o estigma de serem “prostitutas” em um país livre. Para mudar a mentalidade de um país com tradições tão severas, são necessárias décadas de educação, que ensinem aos homens que mulheres não são posses ou objetos sexuais. É necessário também que seja dada voz às mulheres, que tentam se modernizar em uma terra que parece ter saído do período medieval, mesmo com os ares da globalização batendo à porta. 

124 comentários:

Jonas Klein disse...

Olá Lola

Achei bem interessante o texto, agora se nos analisarmos friamente o caso das mulheres neste pais que ao qual você se refere, pode se dizer que as mulheres convivem com esse machismo todo e senso de posse sobre elas, mais porque aceitam, do que por qualquer outra razão, pois união faz a força.

Agora eu pergunto neste pais não existe movimento feminista organizado? ate em pais islâmico tem, pelo jeito neste não tem.

Anônimo disse...

Penso que as pessoas dão muita importância para um casamento, mesmo em 2015.
No tópico de dias atrás, na quesito de revelar sobre a traição, muitos comentaristas de mimimi sobre o casamento. Traição é traição (seja na familia, no trabalho, no casamento,qualquer lugar), é errado e eu pensava que todos gostariam de saber. Teve um tópico apenas pra discutir isso e muita gente preocupada com... o casamento da pessoa (que poderia terminar, "que tragedia !!!").
Na minha opiniao, qualquer acordo deve ser respeitado.
Nesse guest post, quem sabe a vida dessas moças fosse mais tranquila se o mundo ensinasse a dar menos importância pro casamento (cumprir os acordos prometidos sim, mas quero me expressar no sentido, se não está feliz, desfaça o casamento e siga seu caminho).

ass- Coruja Cansada

Anônimo disse...

Elas não aceitam isso, isso é imposto a elas ano após ano. E elas não mudam essa situação porque se casaram e muitas vezes são dependentes economicamente, socialmente e até mesmo emocionalmente dessa situação. Ter um movimento feminista organizado ajuda, mas elas não querem estar "sozinhas" nessa luta, se saírem de seus casamentos não terão apoio da família, amigos e comunidade.
Ja imaginou se ela ja é impura msm, alguém vai ouvi-la caso sofra uma agressão ou um abuso??? Elas se protegem dessa situação e enfiando em outra, pq se existir um estupro por exemplo garanto que vai ter a pessoa que vai falar que ela provocou e etc...

Provocar uma mudança social assim leva tempo e é muito complicada, estamos no Brasil vamos seminus à praia, não nos casamos virgens, mas a culpa é sempre da mulher... imagina lá como que vai ser...

D Stoffel disse...

Jonas você só é mais um esquerdo-macho desnecessário,que explora sexualmente mulheres e ainda quer dar pitaco em página feministas com seus conselhos pífios sobre auto-defesa em caso de estupro, eu não sei o que você faz aqui se quer ganhar estrelinha mas você já mostrou quem é.

Anônimo disse...

Parece um Brasil piorado ou muito semelhante.
Não imaginava que a Geórgia fosse tão atrasada assim.
E olha que muitos ignorantes que dizem conhecer a Europa, sempre dizem que os europeus são todos liberais e cabeça abert. Mas esquecem que é um continente heterogêneo com suas particularidades e culturasdiversas como em todo o mundo.

Anônimo disse...

Não sei pq a Lola deixa aqui os comentários desse tal de Jonas. O sujeito só fala merda em relação a tudo sobretudo a mulheres. Ele é mais um babaca que pensa que tem direito de dar pitaco de coisas que não lhe dizem respeito.

D Stoffel disse...

Não parece tanto o Brasil um pouco só, me parece mais com países mulçumanos, os homens mulçumanos fazem igualzinho o descrito paqueram as turistas pelo sexo fácil, e a cirurgia nesses países de reconstrução de himen é uma das mais feitas, pq a mulher tem de ser virgem.

Eu tenho a opinião de que elas não tem outra forma de vida não sabem que tem e acham que isso é ser feliz muitas se conformam, é claro que elas vão falar que são felizes isso é o destino que elas acreditam ter.

Jonas Klein disse...

D Stoffel

Vai ver se eu to lá na esquina, e me respeite eu já disse dezenas de vezes que sou de DIREITA, outra coisa você com certeza quer ter a sua opinião respeitada CERTO? então respeite a dos outros primeiro, por fim se ponha no seu lugarzinho, pois a sua opinião aqui NAO VALE NADA além do que a minha vale.

Quanto explorar sexualmente as mulheres, eu acho que eu já disse neste espaço já prova o contrario.

D Stoffel disse...

12:05
olha anonimo eu vi um comentário dele falando que pagava prostituta, ainda falou bem assim de puta eu entendo, eu achei nojento não combina com feminista na minha opinião,
eu acho que não precisamos disso. Essa contribuição com feminismo é dispensável.

B. disse...

E tem algumas pessoas de esquerda que condem a globalização, veem como algo "do mal" e que temos que respeitar a "cultura local".

Por favor!

Anônimo disse...

Eu não conheci pessoalmente a guria, mas uma amiga minha se tornou bem próxima de uma jovem russa. Essa mulher estava há alguns anos casada e se queixava do marido que não trabalhava, não lavava um copo dentro de casa e ainda tinha hobbies caros, que ela se matava de trabalhar para manter.
Ela queria se separar, mas a família dela não permitiu e jamais a aceitaria "uma divorciada" em casa. Quando ela se queixava pra família, diziam que era obrigação dela fazer tudo o que o marido mandasse - sem reclamar. Parece que na Rússia é e sempre foi assim. E isso que a guria é de Moscou, uma cidade grande!!! Imagina só nos vilarejos!!!

Mas não precisamos ir assim tão longe! Vim de uma cidadezinha do interior. Mulher até trabalha fora, mas sua verdadeira função é o matrimônio e a maternidade. Não é algo que elas questionam. Muitas aceitam que é assim e ponto final.


Jane Doe

B. disse...

*condenam

B. disse...

"Mas não precisamos ir assim tão longe! Vim de uma cidadezinha do interior. Mulher até trabalha fora, mas sua verdadeira função é o matrimônio e a maternidade. "

Depois, quando eu falo isso, dizem que sou "do mal", que "adoro poluição" (sim tive que escutar isso), só pq prefiro cidade grande.

Um pouco off-topic, mas nem tanto: as vezes me enche algumas pessoas romantizando cidades e vilarejos do interior. Na boa, pra mim, não tem nada de romantico. As poucas vezes que visitei lugares assim, só me espantei com o atraso na mentalidade das pessoas.

Anônimo disse...

Nao te preocupa, quando o capitalismo selvagem chegar nesse lugar, as coisas mudarao!

Como existe homem tolo, o importante nao é ser o primeiro, o importante é nao ser o ultimo, ou seja, seja o do 'meio'!

D Stoffel disse...


Jane Doe e B
Eu concordo com vocês mas acho que o povo da cidade grande só não fofoca mais por que não conhecem todo mundo, porque aqui no meu condomínio, eles sabem da sua vida toda de todo mundo
e ainda tem quem fale que mulher que mora só é prostituta, e que vai pra academia já ouvi isso, agora as mulheres não podem nem morar só e malhar em paz.


Jonas
Na esquina você sempre deve tá mesmo...
que bom moço de direita! você é irrelevante para o feminismo com palavras e atitudes temos muitos jonas lá fora, pra que aguentar mais um e justo dentro do feminsmo.
se não for ajudar não atrapalha. Eu não vou ficar mais discutindo com você mas achei incrível sua cara de pau.

Anônimo disse...

Não se preocupem, assim que o Putin invadir e exterminar geral, estará o caminho aberto para os comunistas locais, viuvas do muro de Berlin, agirem para planificar aquela joça nas cinzas.

Julia disse...

Jonas, a opinião da D Stoffel vale pelo menos 100 vezes mais do que a sua aqui.

Você já passou do limite de ser babaca. Inacreditável.

Anônimo disse...

D Stoffel

Concordo. Mas justamente pelo fato das pessoas terem pouco contato umas com as outras o falatório é menor e tem menos gente te controlando.

Por motivos financeiros, precisei mudar para uma república de estudantes. Justamente por ser um espaço mais restrito, há algumas pessoas aqui que se acharam no direito de pedir satisfação da minha vida. No começo eu - bem tola, confesso - achava que era só papo furado. Mas o negócio escalou em pouquíssimo tempo, e logo me vi sendo encurralada nos corredores tendo que responder a inquéritos sobre as minhas atividades cotidianas, que obviamente eram relatadas aos demais moradores.

Agora só dou respostas curtas, vagas e não deixo as coisas desandarem. Vivendo e aprendendo a deixar de ser otária!!!

Jane Doe

@vbfri disse...

É incrível como ainda exista gente que, em pleno século XXI ainda tem esse tipo de mentalidade. O pior é que a pressão social ainda é grande (mesmo no Brasil) para a mulher aguentar relacionamento com todo o tipo de abuso.

Pra quem falou que a esquerda tem que respeitar a cultura local e mimimi: existe limite pra tudo nesta vida. Normalmente é assim: o direito de um acaba ao entrar na esfera de direito do outro.

Isso quer dizer que, a partir do momento em que as suas ações fazem mal a outro ser humano (eu diria a outro ser vivo, mas, enfim), você já está errado. Simples assim.

Ariel disse...

Isso de “Madonna-whore Complex” tem muito aqui também. Moça "pra casar", moça "pra sair".

Anônimo disse...

D Stoffel:
Esse Jonas é só mais um mascu que tenta pagar de feministo. É patetético e contribui nada com a discussão. Apenas irrita com seus comentários machistas.

Anônimo disse...

Eu queria saber se houvesse uma única religião única onde os homens não pudesse fazer nada em quyalquer país, o que a ONU e o pessoal dos direitos humanos ia fazer o que sera?
erá que aí eles iam se dar conta de que é um ser humano ali por que quando é com mulher é cultura religião mas quando é com homem é maus tratos?

Anônimo disse...

Pode ser um detalhe (contudo, é neles que mora o diabo, né?), mas não consigo deixar de me incomodar em ler "educar os homens" antes de "também" dar voz às mulheres", numa situação tão obviamente opressora. Que situação mais triste essa nossa, e que tarefa impossível de, como oprimidas e sem voz, ainda termos que ensinar quem tem voz e poder a nos ver como seres humanos. Só consigo pensar isso: que triste, que terrível, se sacrificar tanto por uma migalha de compreensão de quem nos explora. Acredito em revolução pacífica, mas pela emancipação do oprimido, jamais pensando em primeiro lugar nos melindres do detentor de privilégios.

Anônimo disse...

Eu também vi esse comentário do jonas de que pegava prostitutas pra quebrar o galho
agora eu quero saber se fosse uma mulher que pegasse um puto pra quebrar galho o que os machos iriam achar,essa mulher nem ia poder admitir que faz isso,já homem pode admitir que explora sexualmente mulheres mas mulher não, homem ser humano, mulher pedaço de carne.
Ta aí a prova ozomi sempre arrumam um jeito de explorar as mulheres sempre seja na Georgia ou no Brasil.

Anônimo disse...

aposto que se a escravidão fosse só feminina ainda seria permitida em alguns paíse,
assim como a mutilação, e viriam com o papo de é cultural. Gente na Georgia podem inventar que é cultura mas no oriente médio a desculpa é religião então os direitos humanos não podem se meter, o estado islâmico mata em nome de alá e não vamos nos meter tem algo errado aqui, só porque a gente não sofre com isso não quer dizer que temos que nos calar.

Anônimo disse...

Moro em cidade grande, uma capital para ser mais preciso de um dos estados mais ricos do sudeste e mesmo assim a maioria tem uma mentalidade bem tacanha e atrasada.
Claro que quanto mais urbano é uma região, mais gente esclarecida, com cabeça aberta você encontra, mas não é a maioria.
A grosso modo posso dizer sem medo que boa parte do povo daqui é bem alienado, ignorante mesmo, conservador e preconceituoso. A única diferença em relação ao povo de vilarejos e pequenas cidades, é que por ter nível superior, algum acesso a educação, emprego e cargos públicos, por ter informação(na Veja, Globo e semelhantes), as pessoas daqui pensam que são bem informadas e esclarecidas.
Em algumas coisas até que são, mas no geral são tudo a mesma coisa.
Aqui, por exemplo, não há praticamente pressão(exceto os muito religiosos)para se casar virgem, porém dividem as mulheres em "pra casar" e "pra trepar". Ninguém liga e até incentiva a juventude a sair na noite pra pegar, mas a mulher que mesmo sendo incentivada, é chamada de puta por querer pegar/transar com vários. Mas mesmo assim a mulherada não tem direito a nada e sempre leva a culpa por tudo.

Anônimo disse...

É incrível o Brasil machismo em todo lugar!
tudo é o sul o sul o povo é mais evoluído et...chegue no Rio grande do sul pra vc ver o povo machista. Daí vai pra São Paulo são paulo o povo é livre et... daí tem aqueles skins heads que odeiam tudo nordestino gay etc...
Aqui não é evoluído nada os homens só não fazem pior por que não tem jeito, eles expoem as mulheres, se não fosse as mulheres daqui que são guerreiras e não tão aguentando mais se calar, eles iam fazer tudo que já fazem e mais um pouco.
Por incrível que pareça por mais machismo que tenha quem tá salvando são as mulheres
ou v6 acreditam que os homens se dão conta de alguma coisa, eles querem mais que a gente se exploda!

Anônimo disse...

agora eu quero saber se fosse uma mulher que pegasse um puto pra quebrar galho o que os machos iriam achar
que a gente que é puta mal comida sem valor

Anônimo disse...

Na rússia, polônia é machista também coincidência ou não são menos evoluídos em relação a inglaterra e alemanha,suiça,noruega.
Eles só perdem com isso é o preço que eles pagam, observe países orientais tiveram que colocar mulher no trabalho porque a ecnomia não gira, a mulher tem que ser livre senão é pior pra todo mundo.

Jonas Klein disse...

Eu nem devia perder o meu tempo discutindo com vocês, mas vamos lá.

D Stoffel

Pelo menos nisso você concorda comigo "pois a sua opinião aqui NAO VALE NADA além do que a minha vale"

Pois nem me contestou. Agora argumentação que bom nada né? pois você só me atacou pessoalmente...

Julia você e outra que parece que não quer contribuir com nada aqui, pois eu so te vejo atacar pessoalmente as pessoa quando não concorda com elas, e elogiar a quem você gosta, mas discutir alguma coisa quase nunca, tanto que já te chamei para um debate aqui, a um tempão ate agora você só foge de mim, mais do que bandido da policia...

Anon 13:26

Agora contigo, quando eu fiz um comentário machista aqui? aproposito você já estudou para saber o que é machismo?


Anon 13:33

Você também não escapa, comigo as coisas funcionam da seguinte forma, cada vende o que seu ao preço que quer e ponto, e quem tem grana tem o direito de comprar, dessa forma cada esta dentro do seu direito, independente de gênero. Você tentou me taxar de hipócrita, mas comigo isso não funciona.

B. disse...

Sou do Rio Grande do Sul e aqui o machismo, o racismo e a homofobia são "lindos", institucionalizados! Aqui ainda tem a cultura da "prenda", do homem "guasca" (coisa ridícula)...
Sou gaúcha mas tenho vergonha do meu estado.

Raven Deschain disse...

Nossa, quanto mal humor. Vou elaborar um comentário que (talvez, hipoteticamente, se pá) não ofenda ninguém e volto depois.

Anônimo disse...

Jonas só ganhando mesmo pra aturar, cada um tem seu preço né.
fale por vc sua mercadoria barata.

Anônimo disse...

Gente, eu acho a D Stoffel bizarra. Paga de feminista hardcore aqui mas deem uma olhada no Google + dela.

Anônimo disse...

cada vende o que seu ao preço que quer e ponto, e quem tem grana tem o direito de compra
clap clap !as famílias indianas pensam igual a você

D Stoffel disse...

Me poupe eu nem uso o google+, e o perfil é fake só tem coisa do youtube ¬¬
se for o Jonas foi uma péssima tentiva de tentar inverter as coisas.

Anônimo disse...

basta de homens amargurados com a vida medíocre, tem de prender as mulheres
pra se sentirem superiores. Tá cheio de mal amado por aí

Anônimo disse...

Na capitais brasileiras as mulheres são muito vigiadas, pelos homens e pelas mulheres,
mulher não pode nem chegar em casa tarde, tudo bem que não tem isso de casar virgem, mas tem muito homem brasileiro que adoraria essa vida da georgia os homens daqui tem a mentalidade igual a deles.

Anônimo disse...

alguém entendeu o linguajar da raven?

Anônimo disse...

piores países pra ser mulher
Iêmen. 43% das mulheres são alfabetizadas e só 21% participam da força trabalhista
Chade. 22% das mulheres são alfabetizadas. A idade média de casamento é de 18 anos e têm em média 6,6 filhos. A expectativa de vida é de 40 anos.
Paquistão. 22% das mulheres trabalham. 40% das mulheres são alfabetizadas.
Mali. As mulheres de Mali casam-se aos 18 anos e têm 5.5 filhos em média. 39% delas pertencem à força trabalhista do país e só 18% são alfabetizadas. Existe um alto índice de mutilação genital, a ablação, para que a mulher não sinta prazer na hora do sexo.
Costa de Marfim. 51% das mulheres trabalham; no entanto, as mulheres sofrem também a mutilação genital.
Arábia Saudita. 22% das mulheres participam da força trabalhista do país, mas existe uma grande disparidade quanto a postos políticos, só 8% são ocupados por mulheres.
Benin. 28% das mulheres fazem parte da força trabalhista e dentro do âmbito político só ocupam 7% dos postos.
Marrocos. 44% das mulheres do Marrocos são alfabetizadas e 28% trabalham.
Turquia. 22% das mulheres trabalham. Existe uma grande disparidade em postos de maior poder econômico, já que só 3% é ocupado por mulheres.
Egito. 24% das mulheres trabalham e dentro do campo profissional, 34% são do sexo feminino. Ademais, existe um considerável número de  mutilações genitais.

Raven Deschain disse...

Nossa, quanto anônimo inútil e desempregado. Um acha o plus da Stoffel feio. O outro não entende meu "linguajar". Haha aprender a ler ajuda, migs. E é Raven, com maiúscula, caralho. Aprender a escrever e usar um teclado tb ajuda.

Linguajar. Hahaha meldels. Sabe quem me fala em "linguajar"? As pessoas que dizem que falo palavrão demais." Não é linguajar de moça direita." Hahahaha

Linguajar. Hahahah sério, vou rir até amanhã.

Mas vamos ao post: olha, machismo é uma bosta em qualquer lugar. Nem precisa sair do país. Meu pai mora no interior, naquelas cidades tão pequenas que as pessoas sabem até se tu atrasou a conta de luz. E lá ainda tem, sim, que casar virgem. Não pode ser viúva, tá estragada. Não pode beber, é feio. Toda vez que vou pra lá é um escândalo, com meu "linguajar" - haha - de marinheiro e a mania de beber pinga. Enquanto nós, mulheres de qualquer lugar, aceitarmos isso caladinhas, nada vai mudar. Os caras não vão acordar um dia sem vontade de nos oprimir, numa boa.

Mila disse...

Vejo essa situação de dois ângulos: o primeiro, a subdivisão clássica entre santas e putas. "Enquanto não encontro as certas, me divirto com as erradas"- Penso nisso como uma onda de reação à
O segundo, quando a autora falou no pensamento em estrangeiras como sendo mais "fáceis", me recordo de um artigo das minhas professoras sobre como veículos como a Embratur ajudam a construir a imagem da mulher brasileira lá fora. O calo aperta mais ainda nas mulheres negras/mestiças, que possuem o estereótipo da "mulata" atrelado.
Mas aí, pensando bem, mesmo o próprio brasileiro persiste com o sexismo racista/elitista. Em férias pelo nordeste, percebi como as meninas nortistas e nordestinas são vistas como fáceis para homens do sul (não me refiro À região Sul apenas, mas de Sudeste, Sul e parte do Centro-Oeste). Há um uso do poder financeiro, do "status" de homem do sul com a finalidade de obter sexo fácil.

Anônimo disse...

Lola o pior são os mulçumanos

Ja' viajei por alguns paises. Ja' varias formas de desrespeito a mulher. Mas, pela minha primeira experiencia em um pais arabe, o que eu posso concluir e' que nao existe quase nenhum respeito pela mulher. Quero dizer, nas ruas, os homens respeitam um pouco as mulheres arabes, mas nenhum pouco as mulheres, digamos, nao-arabes.

Eu fui em TODOS os lugares com a minha namorada. De mao dada, juntos, abracados, etc. Minha namorada usou as roupas mais discretas possiveis, mesmo num calor de 40ºC (pois lemos em varios lugares que ela deveria ser discreta na vestimenta). Homens com esposa do lado, com os filhos, solteiros, abracados (homens andam abracados), etc. mexem, assobiam, sussurraram palavras perto dela, etc. Na verdade, eles realmente "secaram" ela... nenhum respeito a ela, mesmo com o marido ao lado o tempo todo!
Onde se pode haver respeito pela mulher num pais em que uma mulher nao-arabe corre o risco de ser abusada TODA vez que tomar um onibus? Onde existe respeito por uma mulher, se em qualquer lugar que ela vai, ela se sente um objeto, uma atracao onde 90% dos homens a olham e a cobicam. Isso acontece no Brasil, mas numa proporcao infinitamente menor. Eu achava que os homens no Brasil, principalmente em festa com alta dosagem de testosterona, como festa do peao, festas universitarias, carnaval, eles desrespeitavam as mulheres, as lacando, puxando pelo braco, pedindo beijo, etc. Mas a mulher no Egito e' tratada de uma maneira bem pior. Vi sim, maridos, com toda a familia, virar o pescoco para olhar outras mulheres na rua. Isso tambem acontece no Brasil (e em outros lugares do mundo) mas e' excecao. La' e' regra.

Pior que isso sao as brincadeiras das pessoas que o abordam na rua oferecendo "ajuda" e vc responde que essa e' a sua esposa e logo em seguida a pergunta e': essa e' a unica? (seguido de um sorrisinho maroto e ironico, que depois de umas 3 vezes se torna sem graca). Qual imagem pode se ter de um pais que a principal piada, quando se apresenta a esposa e' essa? E' nojento ver isso, mesmo eu sendo um homem (nao consigo imaginar como uma mulher que vivencia isso).

Nao sou um marido que se incomoda com cantadas, olhares, etc. Sou muito tranquilo. Minha esposa e' bonita, mas nao e' alguem que chama a atencao. E' uma beleza discreta. Mas aquilo me incomodou. Muito. Mas o sentimento e' tao revoltante que nao existe nada que ela possa fazer, muito menos eu. Se fosse ocupar meu dia tirando satisfacao com quem faz isso com a minha mulher, teria duas opcoes: 1. nao aproveitaria NADA do passeio ou, pelo menos, nao daria para andar 2 quarteiroes; 2. nao sairia de casa. A revolta e' diametralmente igual a impotencia de nao poder fazer nada.







Anônimo disse...

Haha, o tempo inteiro achei que a moça estava se referindo ao Brasil, e que no final do texto mataria a charada: que Geórgia nada, minha gente! Eu tarra era falano do Brasil memo!

Anônimo disse...

MILA
Mas todo mundo acha que as cariocas é que são putas, na verdade.
Cada um acha que o outro é puta mas ninguém quer ser. é sempre a outra

é o que ocorre com a pessoa que falou o sul é menos porque é mais evoluido a gente sempre acha que é o outro mas nunca é.

Anônimo disse...

Só não entendo como é que pagar uma prostituta virou agora exploração sexual, como assim? Existem 2 pessoas, a A e a B, a A é uma mulher que decidiu fazer sexo com desconhecidos em troca de dinheiro, sem dinheiro sem sexo. A pessoa B é um homem que por qualquer razão que seja precisou utilizar-se dos serviços de A. Logo B liga para A, pergunta e combina o preço e o local, aparece no local marcado, fazem o que tem que ser feito, B paga A que com um sorriso despede-se e cada um segue a sua vida. ONDE neste universo está a exploração de uma pessoa sobre a outra? Explorar significa tirar proveito de algo, no contexto falado aqui, tirar proveito agindo de má fé. Quem explorou quem se houve um acordo e se por livre e espontânea vontade os 2 participaram do acordo? Explorador nesse caso seria um possível cafetão que ganha dinheiro em cima do trabalho da pessoa A...

(Pras esquentadinhas minha pergunta foi séria, quero realmente saber em que sentido vocês dizem exploração, e por favor não apelem pro emocional, não funciona.)

AnonLivroAberto

Anônimo disse...

Anom 15:45
já vi muita coisa ruim sobre os árabes, parece que o sexo somos nós e as deles são só pra casar.
muito parecido com o homem que contrata pta ou fica com a garota na balada mas diz que é ela que não presta.

@vbfri disse...

"A revolta e' diametralmente igual a impotencia de nao poder fazer nada."

Então. É essa a sensação das mulheres tb.

Eu já desisti de ir pra boate (pq, né, não sou obrigada), só ando de carro com insufilm e nem à padaria vou à pé... Pq é um saco.

E, quando a gente passa por isso, tem que abstrair justamente pq se não abstrair, vai passar o dia xingando geral.

Passei uma semana na França este ano e... paraíso na Terra.

A única pessoa que me azucrinou (um dia, uma vez) foi um muçulmano imigrante.

Ê-lerê.

No Brasil é foda. Nos EUA não é diferente. Na Geórgia e nos países muçulmanos deve ser o inferno na terra;.

Anônimo disse...

@vbfri
Nos EUA os homens não mexem não, são as mulheres é que tem que correr atrás dizem até que as americanas são desesperadas.
Agora os árabes que se acham tão espiritualizados tem um fogo no rabo que nem alah tira, deve ser por isso que rezam com a bunda pra cima.

Anônimo disse...

Pior que isso sao as brincadeiras das pessoas que o abordam na rua oferecendo "ajuda" e vc responde que essa e' a sua esposa e logo em seguida a pergunta e': essa e' a unica?

que eca velho, mas aqui na roda de amigos um incentiva o outro a trair a mulher me contaram e foi um homem viu.

@vbfri disse...

AnonLivroAberto

Então... A questão da prostituição é a seguinte:

Tem mulher que gosta da profissão? Tem.

Mas muitas, muitas, muitas, entram por serem aliciadas e viram escravas sexuais, tendo que dar todo o dinheiro que recebem ao cafetão. Tem muitas que entram pq não tem estudo e, em algumas cidades, é a profissão que sobra.

A escolha, para mim, só existe quando a pessoa tem opções.

A menina que é estuprada pelo pai desde os 9 anos, engravida dele aos 13 e é expulsa de casa com filho e tudo, não tem lá muita opção na vida, né?

Aí vem gente falar "ain, mas pq largou a escola?" Daí a menina de 14 anos já teve uma vida de merda, já foi estuprada, abusada, mora na rua, bebe pra se aquecer e se droga pra esquecer da vida, praticamente é levada à prostituição.

Sério. Isso existe. Mesmo em "cidade grande".

E tem homem que paga e gosta, pq é "novinha".

E dane-se que aquela menina é um ser humano.

Anônimo disse...

vbrifi nem responde ele não vai mudar,
a ideia do homem não poder explorara mulher nem que seja pagando os assusta,
a coisa é pior do se imagina.

Anônimo disse...

Jonas, já vi alguns comentários seus (e o de hj é um exemplo) que se referem a um tipo de opressão em que vc reduz o problema, como se fosse de simples resolução. Quando vc diz que essa situação existe entre as mulheres da Geórgia pq elas "aceitam" vc coloca a culpa em quem está sendo oprimido. De fato, um movimento organizado feminista ajudaria muito essas mulheres, mas temos que pensar no pq que isso ocorre. A naturalização da opressão é muito comum, uma tática do opressor. Até desconstruir isso, leva tempo. Assim, não é só "pronto, não vou aceitar". Quando vc faz isso, o pessoal fica irritado, e com razão. Ouvimos isso toda hora.

Anônimo disse...

@Vbfri

Obrigado pela explicação, eu entendo esse lado, no caso que você citou realmente é foda, essas gurias mais novinhas de beira de estrada que se prostituem por crescer numa situação merda ou outros casos que vidas de merda levaram a isso ai eu realmente vejo como exploração, pois nesse caso a pessoa que está pagando sabe que aquela menina faz isso por desespero e logo aproveita-se da situação dela. Meu problema é com quem diz que pagar uma dessas prostitutas de site por exemplo, está explorando-a. Essas de site normalmente veêm a prostituição como uma boa oportunidade de negócio onde vão ganhar bem mais dinheiro fazendo sexo com estranhos do que fazendo faculdade e tudo mais pra no fim ganhar 2,5 mil por mês. (tem inclusive as que se prostituem para pagar a faculdade e acabam ficando no ramo pq é lucrativo) Nesse caso não vejo exploração de forma alguma, pois existe a opção de fazer como a maioria das pessoas e ir estudar e trabalhar em firma pra tentar vencer na vida ou estudar pra concurso e etc.

Anon 16:07

Zzzzz quanto rancor heim? Vai com calma ferinha, se você não quer uma troca de ideias numa boa então nem se meta ok? Eu venho aqui no blog da lola pra tentar melhorar minha mentalidade machista e misógina e entender melhor o feminismo, se eu vou mudar ou não só o tempo dirá, mas creio que qualquer melhora é significativa.


AnonLivroAberto

Mila disse...

Anon das 15h50
Tem o caso das cariocas, é verdade. Mas creio eu que a sexualização delas ocorre por motivos diferentes das moças do Norte e Nordeste. No caso das nortistas/nordestinas tem um viés de exploração sexual mesmo especialmente sobre as mais pobres.
Coloco aí nesse rol as mulheres negras. Todas as mulheres sofrem em algum nível objetificação. Mas a "carne mais barata do mercado é a carne negra".

Anônimo disse...

Por que chamam mulheres de prostitutas como xingamento se é só uma profissão?
resposta pq ngm as respeita é uma morte social que elas vivem, é como se o corpo delas fosse público o tempo todo. E está atrelado a exploração sexual,

esse jonas é um canastrão ,ainda tem cara de dizer ter solução pra todos os problemas femininos que segundo ele é se virem.

@vbfri disse...

AnonLivroAberto

Então, existe as que escolhem como profissão mesmo e tal. Aí eu não falo nada (tipo a Bruna Surfistinha), mas é aquuela questão... Aí existe ESCOLHA.

As de site e as de filme pornô, em 99% dos casos são aliciadas e levadas a fazer isso. E com cafetão criando dívidas pra elas. É o tráfico de pessoas.

Chega a pessoa, fala que ela é linda, que quer levá-la pra cidade grande, que ela vai ser modelo, que ela vai ganhar uma pequena fortuna. Essa é a forma como aparecem essas prostitutas lindas...

Aí começa o inferno, pq elas têm que "trabalhar" para pagar os "gastos" (estilo escravidão mesmo), são estupradas, humilhadas e tal. Aí, quando querem sair, são ameaçadas de morte.

Isso é escolha? Ela "escolheu" alguma coisa nessa história toda?

Aí tem as que querem fazer faculdade, como vc mesmo falou. Os pais não tem dinheiro, o fies ajuda, mas nem tanto e elas têm que se manter na faculdade. Normalmente mulheres de famílias humildes.

Trabalho em loja, banco, etc: 1000 reais mais vale transporte e alimentação. Mensalidade da faculdade 900-1000 reais, mais livros, alimentação, roupa, aluguel...

Em uma semana, fazendo dois programas por dia, ela ganha isso. Tentador, não?

E longe de ser "vida fácil", porque tem os loucos de plantão por aí. Mas ela fecha os olhos, finge que tá na praia, e tenta abstrair.

Repito: tem quem goste e se dê bem? Tem. Mas GARANTO que é minoria.

Aí a pessoa se forma na faculdade e o escritório paga 1500, mais vale refeição e vale transporte. Na rua ela ganha 5.

Cadê escolha???

Anônimo disse...

Vbfri

Nesse caso são escolhas sim, cada uma com seu ônus e bônus, eu trabalho em uma empresa que me paga um salário na média do mercado, porém eu poderia me prostituir pra velhos ricos e ganhar muito mais dinheiro com isso. Me dar a velhos ricos é tentador? Sim, mas eu sei que com isso vem toda uma carga negativa muito pesada, porém esses velhos não estariam me explorando caso eu escolhesse assim. Muita, mas muita gente faz fies, enem, faculdade pública e etc. e vai indo aos poucos pra cima, milhões de mulheres poderiam se prostituir mas escolheram o caminho da não prostituição, dizer que as que escolheram se prostituir são vítimas e estão sendo exploradas (podem até ser exploradas por cafetões, mas normalmente essas atendem em flats e tem auto gerenciamento) por clientes não condiz com a verdade. E como eu disse antes, os casos onde a pessoa vive uma vida de merda onde é estuprada e abusada e vê na prostituição uma saída, ai sim não é discutível, torna-se exploração.

AnonLivroAberto

Jonas Klein disse...

@vbfri quanto ao comentário que você fez as 16:02, o AnonLivroAberto se referiu, aquela situação que a mulher esta se prostituindo porque quer, e não de pedofilia ou esta situação que você se referiu, por tanto não misture as coisas, pois ele não disse nada sobre isso...


Anon 16:13

Não disse que algo seria fácil, apesar de ser muito difícil pensar numa saída para as mulheres na Geórgia seu elas terem primeiro contato com o feminismo, depois disso sem elas mesmas (apesar das dificuldades) dizerem chega de machismo para cima da gente, elas jamais vão se livrar da opressão, pois quem ainda mais tem possibilidade de ajudar agente somos nos mesmos, o que esta faltando na Geórgia, são e lideranças feministas, pois o ser humano em sua maioria tem uma mentalidade muito bovina, por isso sem liderança, a coisa não vai.

E tem uma coisa na Geórgia pelo visto a população lá e muito religiosa, e ai fica mais difícil ainda destruir o machismo estrutural que existe por lá.

Anônimo disse...

você que só homem se dói porque será, estranho homem querer defender a prostituição,
estranho homem não gostar da lei maria da penha tudo muito estranho...

Anônimo disse...

as mulheres desses países fazem tudo na escondida, nem adianta prender, esses homens são burros demais.

Anônimo disse...

Quero fontes confiáveis e verificáveis dos 99% que a vbfri inventou.

Anonimo Sagaz.

Anônimo disse...

Nossa que ruim essas meninas eu também vivo assim trancafiada pra ser mulher direita, mas não adianta fiz escondido mais fiz.

Kittsu disse...

Estive na Europa e na questão do machismo tive que ouvir cada uma que parecia duas. Na Áustria uma docente de universidade falou que numa espécie de "senso" europeu a Áustria seria um dos países mais machistas da área e o menos machista seria a Suécia ou Noruega. Mas ela falou com um orgulho tremendo, associando isso como a Áustria sendo um país mais "másculo" e fazendo chacota com o país que ficou em último nesse "índice maravilhoso". Morri. A outra foi um par de turcos que ficou com raiva de mim porque eu fui enfática ao cobrar o troco correto de uma compra que fiz e estavam me cobrando errado. Perguntaram se Onde eu vim e disseram que nunca viriam aqui porque as mulheres são muito grossas HAHAHAHAHA (amém! ).


Voltei gostando muito mais dois alemães do que dos austríacos e definitivamente passei a ter desconfianças para com a cultura turca nesse ponto. Os taxistas húngaros gostam de passar a pena com aquele monte de zeros nos florins. Cuidado -_-

Camila D disse...

Sobre regulamentação da prostituição e a questão da escolha, sugiro a leitura deste texto com que topei hoje mesmo:

http://notas.ligahumanista.org/2013/12/observacoes-criticas-sobre-o-pl-n.html?m=1

Rê Bordosa disse...

Jonas, discordo que a culpa seja da mulher. Sabe aquele "mito da caverna" de Platão? É tipo aquilo. As pessoas de fora da caverna (como você que nasceu e cresceu em um ambiente mais liberal), pode olhar para as pessoas na caverna (mulheres oprimidas) e dizer: mas porque elas não saem? É só caminhar até a porta da caverna e sair, pô. Mas há toda uma cultura ali que mina as forças da pessoa desde o dia que ela nasce e a desencoraja a mudar. Para muitas, é a única realidade que conhecem.
Não acho que seja nosso papel julgá-las, tampouco arrancá-las na marra de suas "cavernas". E sim, mostrar uma outra realidade possível e convidá-las a experimentar.


No fim das contas, galera, vivemos todos em nossas cavernas, achando que a caverna do outro é a mais escura e miserável. Cada país tem suas mazelas, suas opressões... Uns mais outros menos.
Acho perigoso o discurso de "temos que invadir esse país atrasado para impor nossa cultura e salvar essas mulheres". Olha a merda que os EUA fizeram no Iraque com um discurso bem parecido.
Por isso não acho que temos que invadir a "caverna" de ninguém. Nós "homens e mulheres das cavernas", dotados de preconceito, temos que nos comunicar, dialogar, entre pessoas, entre países e entre culturas.

Exemplo: Waris Dirie sofreu infibulação ainda na infância, fugiu de um casamento arranjado em seu país e foi para Londres. Trabalhou como modelo e converteu-se numa defensora da luta pela erradicação da prática da Mutilação Genital Feminina e atualmente é embaixadora da ONU.
Essas mulheres são inteligentes, capazes. Não são tapadas que estão oprimidas porque querem, nem coitadinhas que precisam de "invasão estrangeira" em seu país, ou de estrangeiras protagonizando suas lutas. Só precisam de apoio e parceria (parceria é andar ao lado, não guiar à frente).

Anônimo disse...

"Na verdade, eles realmente "secaram" ela... nenhum respeito a ela, mesmo com o marido ao lado o tempo todo!"

A mulher acompanhada de um homem é mais digna de respeito do que a que está sozinha, e por isso o espanto com o "mesmo com o marido do lado"?

Anônimo disse...

gente ele é consumidor vai defender o que consome.

Anônimo disse...

Aí a pessoa se forma na faculdade e o escritório paga 1500, mais vale refeição e vale transporte. Na rua ela ganha 5.

Cadê escolha???


kkkkkkkk cadê a escolha?????? é óbvio que teve escolha, ao invés de ir trabalhando e crescendo no emprego e aumentando o salário, preferiu se vender para ganhar mais, mais rápido.
e quanto mimimi com prostitutas, isso é inveja, paguem logo um puto que resolve o problema de vcs.

Anônimo disse...

Claro que os caras vão defender nessas horas eles falam meu corpo minhas regras, mas na hora da mulher ficar com peitos de fora pra protestar é putaria.

Anônimo disse...

19:01

depois falam que as mulheres é que são chiliquentas, e tudo pra homem agora é recalque inveja. Não concordou com eles é inveja recalque a vá.

Anônimo disse...

Mas vocês não repararam nesse blog nenhum homem contribui porque nenhum homem aqui é pró-femismo, eles vem comentar ou porque querem confrontar ou por não ter nada pra fazer.

Odara disse...

Concordo plenamente com o comentário da Rê Bordosa!
Acho que no Brasil também temos muitas realidades diferentes. Cidades maiores e capitais do sul e sudeste tem, em geral, uma parcela maior da população mais esclarecida (não sei se é esse o termo ideal) que o interior e o norte/nordeste. Mas não se pode pensar em "colonizar" nada nem ninguém!

Rê Bordosa disse...

O choro é livre sim, anônimo.
Ao contrário do machismo que não te deixa chorar em público, porque tem que "bancar o macho", aqui a gente deixa você chorar a vontade.
Chora, anônimo chora!

Vou até colocar uma trilha sonora de sofrência aqui pra te apoiar:
https://www.youtube.com/watch?v=yZY71q3jsK8

Raven Deschain disse...

Sou vadia mesmo. Transo mais que vc. Hua hua virjão!

Zero disse...

o cidadão que mede "qualidade" por fazer ou não sexo é muito infantil....

tanto o que se importa que não faz, quanto o que se acha foda por fazer... pífio...

e sim. se vocês mulheres condenam prostituição é porque consideram SIM sexo degradante pra vocês. se fosse assim não se cobrava por sexo.

vocês só dizem que não. as atitudes contrariam as palavras.

e homem que gasta dinheiro pra sexo é MUITO babaca. nunca gastei e nunca gastarei
1 real nisso....

Taty disse...

Anon 15:45 VC tocou num ponto muito importante o islamismo é uma religião altamente patriarcal misógina e polígama.
Na Bíblia na passagem sobrecarga mulher adúltera Jesus falou quem não tem pecado que atire a primeira pedra,pra mostrar que somos todos iguais diante de Deus.
Mas por incrível que pareça a esquerda e as feministas apóiam o islamismo como?
O próprio Jean willys apresentou um projeto de lei para ter ensino islâmico nas escolas,mas como? Uma religião que mata os gays literalmente,quem contesta isso é chamado de xenófobo.

Odara disse...

E você? Tá fazendo o que nesse blog anom?
Deve ser um daqueles apaixonados por você, Raven, que magoou por não ser correspondido....que peninha!

Taty disse...

Anon 15:45 VC tocou num ponto muito importante o islamismo é uma religião altamente patriarcal misógina e polígama.
Na Bíblia na passagem sobrecarga mulher adúltera Jesus falou quem não tem pecado que atire a primeira pedra,pra mostrar que somos todos iguais diante de Deus.
Mas por incrível que pareça a esquerda e as feministas apóiam o islamismo como?
O próprio Jean willys apresentou um projeto de lei para ter ensino islâmico nas escolas,mas como? Uma religião que mata os gays literalmente,quem contesta isso é chamado de xenófobo.

Rê Bordosa disse...

Odara, isso mesmo. O machismo toma formas diferentes em cada cultura.
Enquanto em um local X as mulheres são oprimidas com violência física, mas podem estudar, trabalhar... Em povoado Y apanham menos, mas sofrem violência psicológica e não tem opções fora do trabalho doméstico. E em uma cidade Z, são vítimas do tráfico humano.
Uma mulher da cidade Y já se adaptou tanto à sua situação, que acha "dentro da norma" não ter opções e nem sabe que existe nome, definição para aquilo que sofre, "violência psicológica"... Acha que aquilo é fato e não vai mudar... Mas morre de pena das mulheres da cidade X e Z quando as vê no jornal e pensa que nesse caso, o governo deveria fazer algo.

Zero disse...

eu acho bizarro essa do "foi estuprado (a) por isso virou prostituta / ator pornô".

se eu sofresse algum tipo de abuso (independente de qual), a ultima coisa que eu pensaria na vida seria fazer disso meu ganha pão...

e acredito que o natural seria a pessoa querer distancia de situações semelhantes...

lola aronovich disse...

O cara (eu deletei os comentários, sorry) veio aqui só pra nos chamar de vadias. Em outro coment ele disse "Blog de ensapatadas". Essa eu gostei. Ensapatadas me lembrou empanadas e eu tô com fome. Por outro lado, ensapatadas parece menos grave que sapatas. Fomos rebaixadas?

Zero disse...

"Ensapatadas". isso é novo pra mim. não tinha visto ainda....

Lola, talvez seja isso:

ex:

embalado = algo que está envolvido por uma embalagem.

-> ensapatada = algo que estaria envolvido / coberto por sapatos? (???)

ou seria o fato de usarem sapatos? talvez devêssemos ver com o Prof. Pasquale.

ou eles devem ter um "dicionário" de baboseiras próprio.... ¬¬

(isso foi deboche, só uma constatação geral.)

Julia disse...

Não boto meus pés em país muçulmano nem que paguem..

Rê Bordosa disse...

"Blog de ensapatadas"

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Vou guardar esse nome pra quando eu tiver um blog sobre fetiche por salto salto alto.

Rê Bordosa disse...

To imaginando a lindeza do anônimo virjão-punheteiro por trás do anonimato.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Rê Bordosa disse...

Taty, o Cristianismo, apesar de passagens bonitinhas do novo testamento é bem misógino também... Acho que toda religião patriarcal é.
Certa vez, conversando com um árabe muçulmano que mora ha uns anos no Brasil sobre essa questão do machismo, ele citou um monte de trechos bonitinhos do Corão sobre como a mulher é importante, disse que não é machismo, é carinho... Que a mulher é uma joia rara, que tem que ser protegida e blablabla.
Mudam os livros sagrados, fica o discurso... É o mesmo. Com a diferença que em nossa sociedade as mulheres conquistaram mais espaço. Hoje os homens não podem aplicar a bíblia ao pé da letra como antigamente (já aplicaram, e não foi bonito).

Mas ainda hoje, no casamento de uma prima vejo o padre mandar essa pérola "a mulher é o corpo, o homem é a cabeça"

Por essas e outras que eu não me caso na igreja... Se um padre fala isso no MEU casamento, ia ter treta... Seria tiro, porrada e bomba!

Julia disse...

Vai procurar na internet. Feministas já falaram bastante sobre isso. Ninguém tem obrigação de te educar aqui não, palhaço. Muito menos achando que pode fazer exigência.

Kittsu disse...

Estive na Europa e na questão do machismo tive que ouvir cada uma que parecia duas. Na Áustria uma docente de universidade falou que numa espécie de "senso" europeu a Áustria seria um dos países mais machistas da área e o menos machista seria a Suécia ou Noruega. Mas ela falou com um orgulho tremendo, associando isso como a Áustria sendo um país mais "másculo" e fazendo chacota com o país que ficou em último nesse "índice maravilhoso". Morri. A outra foi um par de turcos que ficou com raiva de mim porque eu fui enfática ao cobrar o troco correto de uma compra que fiz e estavam me cobrando errado. Perguntaram se Onde eu vim e disseram que nunca viriam aqui porque as mulheres são muito grossas HAHAHAHAHA (amém! ).


Voltei gostando muito mais dois alemães do que dos austríacos e definitivamente passei a ter desconfianças para com a cultura turca nesse ponto. Os taxistas húngaros gostam de passar a pena com aquele monte de zeros nos florins. Cuidado -_-

Rê Bordosa disse...

Poxa, os comentários do anônimo foram apagados... Eu tava rindo litros...
Maldade minha, eu sei (vai que é doença).

Odara disse...

Adorei Rê Bordosa, quer ser minha amiga? :)
E eu fico pensando. ..que opressão W eu ainda não estou percebendo?
Porque algumas eu demorei anos pra notar....

Anônimo disse...

https://www.youtube.com/watch?v=53iANFuwnJk
a re bordosa do final do bideo.

Raven Deschain disse...

Orra perdi a treta de novo? Ahhhhh

Huahua

Nossa, pq tá repetindo tanto comentário?

Rê Bordosa disse...

Anônimo, do ensapatamento,

Vá assistir "oh, Rebuceteio". Nesse filme tem uma cena envolvendo salto agulha que você iria amar. Sério! Você ta precisando. É tudo que vc precisa nesse momento na sua vida!


Odara,

Sempre! Amigas de infância, rsrsrs.
Vez ou outra me pego em algum machismo que eu não havia notado. Sempre assim... E as vezes vem disfarçado de "proteção". Tipo "ohhh, não to sendo machista, to cuidando de vc, é para o seu bem, mimimi".

Rê Bordosa disse...

Genteim! Me senti homenageada agora, eu adorava Hermes e Renato!
Obrigada anônimo. E não deixe de ver rebuceteio! Vc vai amar!

Odara disse...

Pois é, mas o que eu acho importante é não pousar de salvador (a ) de quem ainda não teve a oportunidade de reconhecer sua opressão.
Tipo: as mulheres nesse país Y são idiotas e tal (acho que foi o erro do Jonas hoje... )
Ah, adorei o amigas de infância; )

Odara disse...

O Hermes e Renato eu não sei. ...mas o Angeli sempre arrasou!
Aquele cartum que a Lola colocou aqui sobre a redução da maioridade (com um molequinho na cela fazendo desenho infantil do lado "dos caras") foi super!
Eu, quando era adolescente, queria dar pra ele (aquela cara de chapado com a barba por fazer...)
Hahaha

Rê Bordosa disse...

Odara,
É até questão de coerência.
Se as feministas, principalmente rads, não gostam de homem protagonizando questões femininas... Então porque para muitas ta ok branco protagonizar movimento negro/índio? Porque mulheres que nunca se prostituíram protagonizar luta das prostitutas? porque quem nunca fez pornô protagonizar luta das atrizes pornô? Porque uma não muçulmana protagonizar luta de muçulmana?

Não to dizendo que devemos virar as costas e não participar. Podemos sim e devemos lutar contra qualquer injustiça. Mas lutar lado a lado, não guiando a frente. Dizer "vamos invadir e libertar" é violento.
Podemos ter opinião sobre temas que não nos afeta diretamente? Com certeza. Que mundo chato e egoísta seria esse se só nos interessássemos pelo nosso umbigo... Melhor ainda se essa opinião for embasada em fatos e estiver aberta a diálogo.
O que acho palha é dizer "nós temos que fazer, acontecer, invadir, proibir". Aquele grupo de pessoas ali não representa a própria vontade, pois estão cegas pela opressão. São vítimas, tadinhas. Eu estou liberta porque li "Autoras A, B e C", portanto estou apta a salvá-las! E da-lhe carteirada feminista!

Odara disse...

Tá repetindo tudo mesmo

Fabiano disse...

A questão da prostituição é complexa. Eu concordo com a Rê que profissionais do sexo devem ter o protagonismo para defender os seus interesses.

Rê Bordosa disse...

Odara, Angeli é tudibão!

Eu sempre curti Hermes e Renato tb, apesar do besteirol... Na verdade eu curtia porque é tão besteirol, mas tão besteirol, que era divertido.
Era machista?
Os personagens eram canastrões, estereotipados, cheios de jargões machistas "sua puta" pra lá, "seu viado" pra cá... Mas depende muito de interpretação de quem assiste. Será que o alvo da piada era a mulher que ta sendo chamada de puta ou o sujeito tosco estereotipado retratado ali? Tipo "olha pra esse retardado metido a machão, que ridículo". Uns episódios melhores, outros piores.
É diferente de uma "piada" do Rafinha Bastos por exemplo que diz claramente que "mulher deveria se sentir agradecida por ser estuprada" (é na lata, sem margem a interpretação, mensagem babaca nua e crua).

Anônimo disse...

Gente, o que vcs femicomunistas e feminazistas acham do Olavão?

Fabiano disse...

Eu não sou uma coisa nem outra, mas acho Olavo de Carvalho uma piada.

Anônimo disse...

um cara que fala rachas não merece ser levado a sério

Anônimo disse...

as rachadas é linguagem de gay nordestino.

Anônimo disse...

Eu disse que nenhum homem contribui em nada aqui, quando entra aqui é pra tentar nos ofender de rachadas e vadias que vergonha...

Anônimo disse...

21:53, o cara faz sofismo pra refutar Movimento Retilíneo Uniforme. Tem como levar a sério?

Ingrid Bezerra disse...

Zero:

"e sim. se vocês mulheres condenam prostituição é porque consideram SIM sexo degradante pra vocês. se fosse assim não se cobrava por sexo."

''''sexo'''' na prostituição é assim:

O cliente, que muitas vezes é velho, feio e pode vir fedido também, solicita o programa e diz qual a putaria que ELE quer fazer. A prostituta encarna a atriz e se monta para receber o cliente, enche a xoxota de óleo lubrificante e faz exatamente o que ele quer. Nesse momento eu já ouvi falar que a prostituta se concentra na grana para abstrair daquele homem lá que não dá tesão. Ou seja, o cara faz sexo NA mulher e não faz sexo COM a mulher. O homem contrata a prostituta para satisfazer a ele e somente ele, já que ele tá pagando. É só por isso que os homens defendem arduamente a prostituição, para além de terem opções fora do casamento, poderem ter o corpo de uma outra pessoa só para si, como se fosse um objeto, boneca. Então Zero, eu pelo menos, não considero uma pessoa só tendo prazer como sexo.

Pode haver prostituta que sente prazer com algum cliente?! Claro que pode, mas isso é minoria. Mulher não é máquina que é programada para sentir prazer por todo tipo de homem só porque tem piru não.

Sexo de verdade:

É uma coisa feita por duas pessoas (ou mais né, pra quem gosta) para se satisfazerem e satisfazerem um ao outro. A xoxota fica molhadinha naturalmente, piscante e feliz.

Tem aquelas prostitutas tipo a Bruna Surfistinha, claro, que é rica, que faz porque quer. Desejo tudo de bom pra ela (e definitivamente não me meto no que ela faz com xana dela, se ela quer vender, que venda), mas sinceramente não creio que ela deseje do fundo do coração que uma filha dela siga esse ramo profissional e sirva de boneca inflavel humana para satisfazer homens alheios que muitas vezes não dão tesão.

Acho que a extinção da prostituição traria mais benefícios do que malefícios para todo mundo (levando em consideração que a prostituição tem mais pontos negativos do que positivos). Mas é claro que enquanto houver mulher que precisa deste meio para sobreviver ou alcançar qualquer meta financeira, que sejam protegidas e respeitadas por todos.

Ingrid Bezerra disse...

Sobre o Post, caramba eu não sabia que isso ocorria no Geórgia. Que horror!!!

Ingrid Bezerra disse...

Rê Bordosa, é mesmo, tem uma pá de coisas fofinhas no Alcorão sobre mulher ser joia. Hahahahaha. Joia para ser trancada em um cofre, segundo o meu ex "noivo".

Eu quase me casei com um muçulmano. Ele era um Curdo lindo de morrer (olhões verdes contrastando naquela pele morena linda, parecia um príncipe). Ele era virgem (porque no país dele os moços também tem de casar virgens, na verdade isso se aplica a todo o Islã, mas não sei se em todos os países há esse rigor como no Curdistão). Daí, eu contei pra ele que eu não era mais virgem, ele me xingou de tudo quanto é xingamento, ficou iradão, achei que ele ia me matar. Mas aí ele aceitou (?!), sério, continuamos a nos "amar", até o dia que acabou a relação! :)

Digo que a experiência foi legal por muitas coisas que eu aprendi, mas o machismo dele era de doer. Horrível, horrível mesmo. Mas a família dele era um amor, nunca vou me esquecer das duas mães lindas dele e das irmãs fofas. As mulheres destes países são tão doces <3 (eu tenho uma amigona Egípcia, ela é um encanto de pessoa e coração tão carinhoso!), mas elas sofrem muito. Violência doméstica rola solta.

Ele queria que eu vivesse como as mulheres da família dele, sem sair de casa. Tô fora!

E sabe aquele exército de mulheres curdas?! Ele ODIAVA! hahahaha detestava elas com trajes curdos masculinos (que são lindos!) sendo felizes!

Boa noite. :*

Rê Bordosa disse...

Nossa, Ingrid que tenso! Ainda bem que terminaram logo. Imagina, isso não é casamento, é prisão domiciliar.
Morro de preguiça desses "elogios" tipo "joia rara", "flor delicada"... Quando alguém vem com essa fofurice pro meu lado dá vontade de dizer "obrigada, você é um lorde" arrotando, só pra demonstrar minha delicadeza. Kkkkkkkkkkkkkkk

Rê Bordosa disse...

E mulher fardada é tudo de lindo!
Adoooooooooooro.

Zero disse...

PFF:

boiando pela net li comentários masculistas sobre um blog feminista chamado Zambininha (da qual nunca tinha ouvido falar) e vi os "jênios" despejam ignorância e pressuposição sobre todo o feminismo.

o post era bem bizarro se levado a serio mas engraçado e sagaz se levado na brincadeira.

entrei no tal blog e logo de cara vi que era de humor. eu conheço comédia. acho bizarro como os caras (masculistas) entre si mesmos são tão idiotas e não conseguem diferenciar piada de algo sério.

é aquilo, o cidadão passa o dia inteiro formulando ódio à mulher na cabeça que corrói todo o cérebro. e o padrão de "graça" desses caras é bem longe do normal...

Anônimo disse...

Ué, o quê aconteceu com o "não devemos julgar a cultura alheia"? Achei que a esquerda adorasse entoar esse mantra e não julgasse cultura nenhuma...

Mila disse...

Eu já namorei um rapaz turco. Era um rapaz legal (não era virgem) e também não ligava, aparentemente, que eu não era. Também dizia esses negócios do Corão que mulheres eram joias que precisavam ser cuidadas e lalala.
Como era de se esperar, ele era machista. Vivia condenando minhas roupas (a gente se conheceu no Brasil), achava que todo ser vivente queria me comer e dizia que quando a gente se casasse eu ia trabalhar até o nascimento dos nossos filhos, depois eu ia ficar em casa ensinando a eles sobre "a vida". Nem preciso dizer como acabou.

Anônimo disse...

Por favor, parem de falar que é igual ao brasil. O brasil tem milhoes de defeitos, mas aumentar os que ja existem, não ajuda em nada.

No Brasil mulher não- virgem não casa? No Brasil mulher viúva deixa de casar pq não é mais virgem? Gente, isso pode até acontecer, mas não é a regra. Não sei se te muita gente com menos de 60 anos que se tenha casado virgem.

E eu moro na França e aqui é mil vezes machistas em alguns pontos, e mil vezes mais machistas em outros. Por exemplo, os impostos maravilhosos, sempre que tem que voltar dinehiro para alguém, automatiamente é para o homem! Mesmo que quem tenha pago foi a mulher. E em contratos ainda existe a definição de "chefe de familia". Se é um casal, automaticamente é o homem. ( mais um vez). Emqualquer contrato que se tenha dois nomes, o do homem é o primeiro, "titular 1", e a mulher entra como "co-titular".
Bonito né?

Claro que esse tipo de machismo estupido afeta muito menos nossa vida de todo dia, mas é um absurdo o machismo ter respaldo do governo dessa maneira.

yara

Anônimo disse...

Zero, lendo as postagens do blog não me parece que ele é feminista não. Me parece mais uma zoeira com a esquerda. No caso que vc citou, a falha de interpretação é pior ainda. Eles estão levando a sério uma zoeira.

Ana Carolina Serrao disse...

Sou do Rio de Janeiro, RJ. Uma vez eu estava em uma balada gay em Santa Catarina e um rapaz me encheu o saco , querendo ficar comigo , depois que percebeu meu sotaque. Ele insistia que não existe mulher carioca que não gosta de homem. Me poupe , né?
Quanta prepotência. Só perde para os caras daqui do RJ-SP que creio eu serem os mais arrogantes e prepotentes. Principalmente os do Rio. Se acham irresistíveis.

Julia disse...

02:39, tá chateado que descobriu que mentiram pra você?
Inclusive eu não apenas julgo como odeio também.

Anônimo disse...

"02:39, tá chateado que descobriu que mentiram pra você?
Inclusive eu não apenas julgo como odeio também. "


A esquerda mentiu? tá confessando que vocês mentem em todos os momentos?

Julia disse...

Não, to dizendo que um direitinha otário contou isso pra isso e como você é outro direitinha otário você acreditou.

donadio disse...

"E tem algumas pessoas de esquerda que conde[na]m a globalização, veem como algo "do mal" e que temos que respeitar a "cultura local"."

Mas a "globalização" não é um fenômeno meramente cultural, é sobretudo um fenômeno econômico.

Anônimo disse...

"Não, to dizendo que um direitinha otário contou isso pra isso e como você é outro direitinha otário você acreditou"

Ai, querida analfabetinha esquerdista, que estrago fizeram em tua cabeça...

Julia disse...

Alguém precisa descobrir essa receita. As mulheres na Geórgia, na Arábia Saudita, no Paquistão, no Canadá, no México, no Brasil, no globo terrestre inteiro agradecem.

http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2015/06/na-idade-media-envenenadora-profissional-se-oferecia-para-livrar-mulheres-de-seus-casamentos-problematicos.html