quinta-feira, 30 de junho de 2016

GUEST POST: EXEMPLOS DE MULHERES QUE MUDAM O MUNDO

Patrícia Sá me enviou este texto:

Em meio a tantas notícias ruins, de vez em quando aparece na mídia alguma boa ação, algum ato de heroísmo, ou alguma conquista em determinada área. A maioria dessas notícias é centrada nos homens; não quero dizer que eles não mereçam reconhecimento, mas nas raras vezes em que a mídia destaca ações de mulheres, não dão a mesma proporção, o que evidencia, a meu ver, um total menosprezo e desvalorização destes feitos.
Essa situação fica bem mais clara quando chega o dia internacional das mulheres. Listas com  nomes de mulheres revolucionárias e importantes na história acabam se repetindo todos os anos. Com isso se cria aquela impressão de que pouquíssimas mulheres fizeram ou fazem algo para contribuir com a sociedade. Esse sentimento não deixa de ser mais uma forma de alimentar estereótipos negativos a respeito das mulheres e, infelizmente, muitas pessoas tomam essas mentiras como verdades.
Provavelmente toda feminista já deve ter lido ou ouvido pelo menos alguma vez comentários de que os homens criaram tudo que existe, que são superiores em tudo, que as mulheres nunca fizeram/ criaram/ salvaram nada e ninguém. São vários comentários machistas que alegam a superioridade masculina e a inferioridade e ingratidão feminina. O mais surpreendente é ver que existem muitas mulheres que concordam e compartilham esse tipo de pensamento, sem nem se importar com o fato de que essas calúnias não falam mal exclusivamente de feministas e sim das mulheres em geral.
Fazendo uma rápida pesquisa na internet, constatam-se inúmeros exemplos de mulheres do passado e da atualidade que fizeram e fazem grande diferença na sociedade e em diferentes áreas, a sua própria maneira. Mas uma coisa que me surpreendeu foi ler algumas pesquisas que afirmam que a maioria das pessoas que se envolvem em trabalhos voluntários são mulheres. Sempre que eu participo de algum trabalho voluntário ou mesmo de alguma ação social, vejo muito mais mulheres doando e arrecadando itens para ONGs e se mobilizando para desenvolver projetos e colocá-los em prática. 
O voluntariado é apenas uma parcela do que nós mulheres fazemos ou podemos fazer. Hoje em dia, estamos em praticamente todas as áreas -- o que ainda falta é respeito e reconhecimento da nossa capacidade.
Selecionei apenas alguns exemplos de mulheres da atualidade que de diferentes formas contribuem para melhorar a sociedade, e que dedicam suas vidas às causas que acreditam:
- Margaridas: as Margaridas são um grupo formado por trabalhadoras rurais, quilombolas, extrativistas e indígenas. Elas lutam por desenvolvimento sustentável com democracia, justiça, autonomia, igualdade e liberdade. Todo ano protagonizam a Marcha das Margaridas, onde reivindicam “garantia permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente, sem comprometer outras necessidades essenciais; 
acesso à terra e valorização da agroecologia, uma educação que não discrimine as mulheres, o fim da violência sexista, o acesso à saúde, a ser ou não ser mãe com segurança e respeito; autonomia econômica, trabalho, renda, democracia e participação política”.  
A marcha das Margaridas é uma homenagem à Margarida Maria Alves, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, na Paraíba. Ela foi assassinada em 12 de agosto de 1983 a mando dos latifundiários da região. Lutou pelo fim da violência no campo, por direitos trabalhistas como respeito aos horários de trabalho, carteira assinada, 13º salário, férias remuneradas.  
- Maria Elena Pereira Johannpeter: preside a Parceiros Voluntários, uma ONG que tem como objetivo capacitar outras ONGs e instituições para que sejam autossuficientes e produtivas. Ela incentiva a cidadania e também instiga as mulheres a participarem da política, não só como eleitoras, mas como candidatas. Ganhou vários prêmios, entre eles a medalha Pacificador da ONU.
- Theresa Kachindamoto: supervisora de um distrito no Malawi, líder feminista, conseguiu em um período de três anos anular 850 casamentos infantis, e conseguiu levar todas as crianças de volta à escola. Ela reuniu os 50 subchefes do distrito para que eles assinassem um acordo que abolia o casamento precoce e também anulasse todos os casamentos infantis já realizados na área em que ela é responsável.
Ela conscientiza os pais de meninas para que elas possam frequentar a escola, e quando a família não tem condição financeira, ela consegue ajuda com mães e pais secretos, que pagam os custos escolares para as meninas. Também conseguiu abolir rituais que iniciam meninas sexualmente, sendo, às vezes, menores de 7 anos, e que são intitulados "rituais de limpeza". Atualmente, luta para que a idade mínima para se casar passe de 18 para 21 anos.
- Think Olga: Segundo a própria página, o objetivo é criar conteúdo que reflita a complexidade das mulheres e as trate com a seriedade que pessoas capazes de definir os rumos do mundo merecem.
A missão é empoderar mulheres por meio da informação e retratar as ações delas em locais onde a voz dominante não acredita existir nenhuma mulher. A luta é para que as mulheres possam ter mais escolhas. Nunca menos. Bem como garantir que elas façam suas escolhas de maneira informada e consentida, sem que nunca tenham que pedir desculpas por tais decisões. Tanto a página na internet, quanto o canal no youtube, trazem matérias sobre direitos, história, empreendedorismo.
- Vamos Juntas. Esse movimento tem como objetivo estimular a sororidade, a união entre mulheres. A página no Facebook reúne vários relatos de mulheres que ajudaram ou foram ajudadas por outras mulheres em diversas situações, principalmente de assédio. Muitas mulheres vem se espelhando nesse movimento e criando empatia por outras mulheres, o que contribui para desestimular a rivalidade feminina que nos é ensinada desde criança.
- Meena: é uma personagem de ficção, mas quero aproveitar o espaço para falar sobre ela. O desenho, tanto o animado quanto o de revistas em quadrinho, foi criado pela UNICEF como uma campanha de conscientização para melhorar a vida das meninas e mulheres no sul da Ásia. As histórias abordam de maneira educativa temas como trabalho infantil, igualdade de gênero, saneamento básico, exploração sexual, Aids. 
Segundo a página da UNICEF, após verem o desenho, muitos pais passaram a permitir que suas filhas frequentassem a escola, e criou-se uma empatia maior entre as mulheres. Todos os problemas abordados ainda existem e infelizmente as histórias ainda são muito atuais, e é possível perceber muitas semelhanças entre o sul da Ásia e comunidades mais pobres no Brasil. Dá para encontrar todas as revistinhas e cartilhas para baixar de graça na internet, mas estão em inglês. Eu recomendo muito para quem trabalha com educação infantil.
Esses são apenas alguns exemplos. 
Para quem tem interesse em ajudar de alguma forma, mas não sabe como, existem maneiras como: criar ou participar de alguma ONG, votar de maneira consciente, cobrar dos políticos, se candidatar a algum cargo político na área de interesse; criar grupos de apoio para determinados grupos; ter empatia; escrever textões, denunciar crimes, não se calar diante de injustiças; criar abaixo-assinados, participar de protestos; dar o exemplo (leiam sobre o efeito Genovese); valorizar e divulgar as boas ações dos outros, ainda mais se forem mulheres.
Não importa o que você faça, ou pelo que você lute, sempre existirão críticas, cobranças excessivas, sempre dirão que existem causas mais importantes. Dependendo da situação, até existirão ameaças de morte. Mas não se deixem afetar por isso, pois quem critica muitas vezes não faz nada por nada e nem por ninguém. Também é bom lembrar que vivemos em uma sociedade e que para conseguir bons resultados, é importante mobilizá-la. Não é eficiente e nem saudável tentar mudar o mundo sozinha.

55 comentários:

Anônimo disse...

Interessante o cartoon "Meena" ter dado tantos frutos positivos em relação à aceitação da mulher na Ásia e a conquista de seus direitos, hj faria um paralelo com a representação LGBT nos desenhos, q deixam algumas pessoas "raivosas", mas no final, dará o mesmo resultado: aceitação, empatia e queda de preconceito (mesmo q infimamente)

Por mais representação lgbt, negra e feminina nos desenhos animados <3

Anônimo disse...

Theresa Kachindamoto: Guarde esse nome, está revolucionando o Malawi.

Arnaldo Krogdahl disse...

A mesma coisa acontece com os negros; temos a impressão de que os brancos inventaram e construíram tudo que existe, e pensamos que os negros ficaram para trás.
Há muitos interesses envolvidos nessa omissão. Uma história negra e uma história feminina ainda "incomoda muita gente".

Anônimo disse...

As mulheres só nao criaram mais coisas por motivo óbvio(impedimento), muitas que se atreviam eram vistas como bruxas. Mas uma coisa que as mulheres criaram foi a agricultura isso é mt importante para a humanidade, com certeza se elas estudassem naquela época seriam autoras de outros grandes inventos. Adorei o texto não sabia do desenho, assisti qd criança, mt bom.

Anônimo disse...

Creio que no Brasil as mulheres vão acabar se equiparando a homens, na quantidade de deveres, em direitos ainda estão longe.

Mila disse...

Em tempos de ódio ao feminismo, é reconfortante também termos mulheres que não se limitam a ser apenas belos enfeites do mundo e ajudando outras mulheres. São exemplos como esses que nos permitem enxergar camaradagem, companheirismo, admiração e sororidade para e entre mulheres. É fundamental destruirmos esse cultura nefasta de nos vermos como inimigas e rivais umas das outras por conta da diferença entre nossos corpos, nossas origens étnicas, nosso entendimento religioso sobre a vida, sobre nossas idades e nossas formas de ajudarmos outras mulheres (sim, estou falando sobre o feminismo que às vezes está mais preocupado em cassar carteirinhas uma das outras que cumprindo a sua finalidade: o empoderamento feminino).

titia disse...

No meu cursinho pré vestibular, minha professora de História (que foi professora da minha mãe e tinha na época a mesma cara que tem hoje) ensinou a turma sobre mulheres incríveis que haviam sido apagadas dos livros de Historia. As Heroínas de Tejucupapo foi a história que eu mais gostei de conhecer, a história de como as mulheres de Tejucupapo, lideradas por Maria Camarão, Maria Quitéria, Maria Clara e Joaquina - lutou bravamente contra os invasores, enquanto os poucos homens que haviam permanecido na localidade ocupavam-se em emboscar os assaltantes, atacando-os à bala e não lhes dando sossego. Os registros informam que elas ferveram água em tachos e panelas de barro, acrescentaram pimenta, e escondidas nas trincheiras que haviam cavado, atacavam os holandeses com a mistura jamais esperada por eles. Seus olhos eram os principais alvos, e a surpresa o melhor ataque. Como saldo da escaramuça, mais de 300 cadáveres ficaram espalhados pelo vilarejo, sobretudo flamengos. A batalha durou horas, mas naquele 23 de abril de 1646 as mulheres guerreiras do Tejucupapo saíram vitoriosas.

E ela me ensinou também que a maior parte das sociedades abolicionistas brasileiras era dirigida e formada por mulheres, que conseguiram a liberdade de milhares de escravos. A mais conhecida é Olegária da Costa Gama, conhecida como Dona Olegarinha. De acordo com a pesquisadora Semira Adler Vainsencher, do Instituto de Pesquisas Sociais da Fundação Joaquim Nabuco, a recifense foi de grande importância para a comunidade, que "pela sua bondade e dedicação aos escravos, é apelidada de "mãe dos pobres" e "mãe do povo". Olegária sempre apoiava os escravos fugidos, roubados das senzalas, ou alforriados para o Ceará. Muitos deles fugiam em barcaças carregadas de capim e ramagens, as quais passavam defronte da chefatura de polícia, na Rua da Aurora (atual prédio da chefia da Polícia Civil de Pernambuco). Quando o marido foi preso no final do século XIX ela continuou sozinha a luta pela libertação dos escravos.

Mulheres são incríveis e podem muito.

Os mascus que mal sabem somar dois mais dois mas ficam se gabando de que os homens inventaram tudo como se o mérito fosse deles também são patéticos e não podem fazer nada pra impedir as mulheres.

Anônimo disse...

Gostaria de fazer menção a JANAÍNA PASCHOAL, grande mulher.

Anônimo disse...

Sabe o que eu notei do post? Que mulheres quando fazem coisas, fazem só pelas próprias mulheres. Diferente dos homens, que fazem para toda a humanidade.

Anônimo disse...

"Diferente dos homens, que fazem para toda a humanidade" Sério isso? mulheres foram totalmente proibidas de participarem de qualquer atividade científica e intelectual dos tempos antigos até o começo do século XX.Sua humanidade era totalmente anulada e ignorada.

Como aluna de ciências biológicas,passo aqui por homenagear Martha Cowles Chase,uma geneticista que foi importante no processo da descoberta do DNA.

Anônimo disse...

Não esqueçam de Hedy Lamarr,que desenvolveu uma tecnologia no qual o wireless se baseia. Ela também era atriz e mesmo sendo Austríaca, serviu aos estados unidos durante a segunda guerra mundial. E serviu até de inspiração ao Walt Disney ao desenhar a Branca de Neve.

Anônimo disse...

Post off- Ter filhos do sexo masculino pode encurtar a expectativa de vida das mulheres

http://noticias.r7.com/saude/ter-filhos-do-sexo-masculino-pode-encurtar-a-expectativa-de-vida-das-mulheres-07032013

O problema está com os homens

Avôs indolentes, filhos que encurtam a vida da mãe e irmãos molestadores inatos – essas são apenas algumas das consequências reveladas pelos estudos da bióloga Virpi Lummaa sobre como as forças evolutivas moldam as gerações futuras.

“a testosterona pode afetar o sistema imunológico e comprometer nossa saúde”, afirma Lummaa. As mães que deram à luz meninos se revelaram particularmente suscetíveis a endemias infecciosas, como a tuberculose. Criar meninos tem um custo um pouco maior que criar meninas, pois eles consomem mais recursos físicos da mãe, acrescenta ela – isso já foi observado em outros mamíferos, como o cervo nobre. Filhos também são menos propensos que filhas a permanecer por perto e zelar pela mãe na velhice."

Anônimo disse...

Grande mulher foi Margaret Thatcher, que recuperou a economia britânica e se estivesse viva hoje já teria mandado os terroristas do estado islâmico para o inferno.
Não se esqueçam que este terroristas estupram e escravizar mulheres

Anônimo disse...

Não se preocupe anônimo das 19:31, nenhuma mulher feminista com o mínimo de bom senso é a favor do terrorismo e muito menos de pessoas que apoiam a "cultura" que coloca as mulheres como lixo e que exclui as mulheres do patamar de direitos humanos.

Anônimo disse...

A única feminista verdadeira que vi em minha vida de mais de meio século foi a atriz Grace Kelly, que era a mulher mais linda do mundo e quando queria meter com um homem, pegava e metia, todas grandes astros de Hollywood, era famosa por ser assim. tanto que o príncipe Raineir de Mônaco, que com se casou, foi um sujeitinho menor, mas ela sabia explorar a tontice dos homens e aproveitou para se tornar princesa e se livrar dos imbecis do cinema. e se tornou. Grande mulher, grande FEMINISTA!

Cesc Biavati disse...

Olha. Eu acho essencial as mulheres exigirem respeito e não se venderem a essa mercado da putaria. Mas tem uns comentários aqui......a intenção não é igualizar? Parece que querem rivalizar com nós homens. Pra quê isso? O homem e a mulher são complementares. Um depende do outro em tudo. São uma união. Masculinidade e testosterona é prejudicial? Você quer um homem frouxo ou um homem mesmo? Acho que estão querendo transformar homens em modelos como Fabio Porchat e Gregorio Duvivier? O modelo do macho feministo? Rsrsrsrs.

Anônimo disse...

O cunhado da Ana Hickman foi o grande exemplo de heroísmo que aconteceu em Belo Horizonte.
Vamos juntos mudar o mundo, homens e mulheres.

Anônimo disse...

Mulheres fazem coisas para outras mulheres para consertar as merdas feitas pelos homens...

E deixa de ser inútil e vai pesquisar na internet as imensas contribuições das mulheres para as ciências e tecnologias, principalmente aquelas ignoradas ou simplesmente roubadas delas pelos... adivinha quem??? É pelos homens...

Agora vai lá tomar teu Toddynho com mingau...

Jane Doe

Anônimo disse...

19:11 isso é o q eu chamo de anomalia y, e as feministas daqui se recusam a aceitar, preferem me chamar de "louca", ótimo, pq depois dessa... olhem a "louca" agora

"recuperou a economia britânica"
KKkkkkkkk, direitista, ô bixo burro, idiotas úteis definem essa turma

R Jake disse...

Gente, se um grupo de homens se organizarem para lutar contra o alistamento obrigatório masculino, isso seria um movimento feminista? Ja q o feminismo é a busca de direitos iguais... Eu realmente não sei, dscp se a falei basteira.

Maria disse...

Na história, sempre houve mulheres importantes no mundo. Tivemos filósofas da antiguidade (Temistocleia, Hipática, Asioteia de Filos, Safo de Lesbos, etc), guerrilheiras (Joana d'Arc, Anita Garibaldi), cientistas (Ada Lovelace, Maria Currie), governantes (Cleópatra, Rainha vitória, Imperatriz Catarina, Margareth Thatcher) e muitas outras que não precisaram do feminismo para terem seus nomes escritos na história.

Naturalmente, tivemos mais mulheres importantes associadas em obras de caridade, pois as mulheres tendem a se preocupar mais com as outras pessoas.
Homens são mais agressivos, gostam mais de poder, portanto, há mais homens associados nas áreas militares e de governança.

Isso não significa que mulher não seja capaz de governar ou combater (vide exemplos acima), se ela for capaz, ela conseguirá ser reconhecida.
Homens e mulheres possuem características diferentes. Se homens e mulheres se juntassem, ao invés de ficarem com essas rivalidades infantis, com certeza teríamos muitos mais nomes escritos.

Muitas mulheres não tiveram seu nome escrito na histórias, mas estiveram ao lado de muitos homens importantes. Assim como muitos homens não tiveram seu nome escrito na história, mas estiveram ao lado dessas mulheres supracitadas.

Anônimo disse...

R Jake, o problema é que os homens ficam esperando sentadinhos que as mulheres lutem pelos direitos deles. Olha a diferença: aqui a gente quer o fim da cultura de estupro, o fim da violência contra a mulher, o direito a ter direitos sobre o seu corpo e sua reprodução, salários iguais paras as mesmas funções. Os ditos militantes pelos direitos dos homens querem o direito de comer uma loira bombada.

Cesc Biavati disse...

R Jake disse...
Gente, se um grupo de homens se organizarem para lutar contra o alistamento obrigatório masculino, isso seria um movimento feminista? Ja q o feminismo é a busca de direitos iguais... Eu realmente não sei, dscp se a falei basteira

Você chegou a fazer serviço militar? Eu fiz e muito da disciplina que tenho hoje se dá pelo fato de ter tido essa experiência militar, principalmente no manuseio de armas de fogo, respeito a hierarquia, obediência e comprometimento. Você quer tornar esse tipo de alistamento facultativo por quê? Os jovens estão cada vez mais entregues as drogas, desrespeitos com os pais, ausência total obediência, revoltadinhos e futuros universitários maconheiros. O atual governo não dá a mínima para as forças armadas, você quer que o povo também não dê? Em Israel, até as próprias mulheres são obrigadas a se alistarem no serviço militar. E acredite, elas são muito boas como militares.

Todo homem, ou melhor, todo homem e toda mulher tem por obrigação saber o mínimo de militarismo, manuseio de armas de fogo e disciplina no sentido de proteger e, caso for preciso, lutar por sua nação. Acho que deveria ser o OPOSTO. Ser obrigado tanto para homens quanto para MULHERES.

Anônimo disse...

Essa Maria é homem publicando com nome feminino. Certeza. Nova estratégia masculina é essa: postar com nome feminino para dar legitimidade ao texto. É a mesma ideia de contratar advogadAs ou dar voz a mulheres na defesa de causas contrárias as mulheres ou a pautas feministas ou para defender pontos de vistas masculinos. Retórica e estilo masculinos claros em todo texto desse que assina Maria. Faz alguns dias que observo e tenho plena convicção de que é fake masculino.

Anônimo disse...

Quem tem rivalidade com mulheres (e sempre tiveram) foram os homens, como a história ilustra tão fartamente. Esse discursinho do fake Maria deveria ser publicado para seus pares masculinos.

Anônimo disse...

Cesc,

diga isso aos homens. São eles que precisam ouvir esse seu discurso.

Anônimo disse...

Mulheres não querem rivalizar com homens. Esse é um entendimento masculino sobre o que mulheres dizem. Mulheres querem viver sem a sombra da violência masculina. Só isso.

Anônimo disse...

cesc, o católico q continua falando BOSTA

como todo cristão, nada de novo sob o sol

Anônimo disse...

12:15

O ESTADO NÃO TEM Q ME OBRIGAR A NADA NÃO, SEU BOSTA

Anônimo disse...

Acho bonitinho as meninas tipo a Maria citarem as mulheres que fizeram algo, citando alguns exemplos (Joana darc, Dilma Rousseff) enquanto para os homens seria impossível citar exemplos, pois quase todos os homens são guerreiros ou fazem mudanças no mundo. Se fosse citar exemplos, tinha que citar exemplos de homens que não mudassem o mundo, senão não caberia numa Biblioteca a quantidade de nomes.

Anônimo disse...

13:04

concordo, seria impossível classificar a quantidade de omens responsáveis pelas desgraças do mundo, pq são quase absolutamente TODOS

Anônimo disse...

Lola cada vez mais sua fã. Gostaria de sugerir um texto sobre o caso da Luiza Brunet que apanhou do marido seria interessante mostrar a violência em outras camadas sociais.

b)Graças ao feminismo que mulheres importantes são lembradas pois o machismo apaga as mulheres.

c) Eu amo a História de Maria Quitéria heroína da independência

Anônimo disse...

Se os próprios homens tretam com alistamento obrigatório, é mais um motivo para nós ficarmos longe disso.

Anônimo disse...

13:48, você sabe quem foi que construiu a Torre Eiffel, que você tanto gosta? Uma dica: foi um homem! Obrigado. De nada.

Alexandre disse...

Anônimo disse...

As mulheres só nao criaram mais coisas por motivo óbvio(impedimento), muitas que se atreviam eram vistas como bruxas. Mas uma coisa que as mulheres criaram foi a agricultura isso é mt importante para a humanidade, com certeza se elas estudassem naquela época seriam autoras de outros grandes inventos. Adorei o texto não sabia do desenho, assisti qd criança, mt bom.


Engraçado que a inquisição não condenou Copérnico por defender o heliocentrismo, né? Só as mulheres é quem foram perseguidas na história. Muito bem.

Anônimo disse...

"que você tanto gosta?"
Cala boca, mascu de bosta, quem é vc pra falar o q eu gosto ou não? sai daqui seu lixo

"as mulheres é quem foram perseguidas na história"
Mais um omen se vitimizando, q novidade, olha aqui seu pateta, eu não tô falando de perseguição do tipo q coloca ômi em prisão domiciliar, eu falo de PERSEGUIÇÃO DE VERDADE mesmo, daquela q impede até de aprender a ler ou joga na fogueira pq fabricava medicina caseira, então cala boca seu merda

Cesc Biavati disse...

A tática é marxista, caro Alexandre. A interpretação da história é sempre uma luta de gênero, sendo o homem o opressor e a mulher, a oprimida. A analogia que faz da opressão capitalista contra a classe proletária é a base de todo argumento feminista, aplicada ao gênero. Alguma pautas legítimas e éticas, concordo, mas outras totalmente fora da realidade, rivalizadoras e, sobretudo, vingativas.

Anônimo disse...

Alguém aqui disse que homens nunca foram perseguidos (ora ora por outros homens) por suas posições políticas, filosóficas ou científicas? Acontece que mulheres eram perseguidas por serem mulheres.

Anônimo disse...

16:01, Você gosta sim da torre Eiffel, que um homem criativo construiu. Quem não gosta da torre Eiffel? Ela é uma unanimidade e você gosta sim dela.


Já as "invenções" das mulheres nunca são uma unanimidade. Alguns gostam, a maioria não vê utilidade, e uns fogem gostar só Pq a "inventora" é uma mulher.

Anônimo disse...

"Mais um omen se vitimizando, q novidade, olha aqui seu pateta, eu não tô falando de perseguição do tipo q coloca ômi em prisão domiciliar, eu falo de PERSEGUIÇÃO DE VERDADE mesmo, daquela q impede até de aprender a ler ou joga na fogueira pq fabricava medicina caseira, então cala boca seu merda"

Reitero

Anônimo disse...

Quando homens negam a humanidade de mulheres (e homens fizeram isso durante a maior parte da história humana), isso é opressão. Impossível negar que tal coisa aconteceu, pois este aspecto da história humana tem farto registro. Minimizar ou desconsiderar as consequências de milênios de desumanização sistemática é apenas trabalhar pela manutenção dessa desumanização.

Anônimo disse...

Nunca existiu luta de gênero, pois a mulher jamais quis lutar contra homens. Mulheres sempre quiseram e querem se relacionar e construir família com homens (por mais contrário a isso que o próprio homem seja, historica e modernamente). O que existiu e em grande medida ainda existe, é a luta do homem contra a mulher.

R Jake disse...

Eu não quero nada. Só queria saber SE acontecesse (sabe suposição? Então!). É pq ouço muitas mulheres falando que homem n pode se feminista e isso me confunde.

Anônimo disse...

Eu gostaria q alguém me respondesse seriamente, sem distorcer, entendendo que é uma suposição. Meu foco não é ser obrigatório ou não, só quero saber se um grupo de homens se organizando em prol de direitos iguais são considerados feministas...


R. jake aqui

Anônimo disse...

Ta bom, mas se eles se organizarem e fizerem isso: O movimento é feminista?

Maria disse...

Caracas!

A pessoa comenta como anônima e vem deslegitimar meu nome dizendo que eu sou homem e estou me passando como mulher para legitimar meu texto?
Quanta hipocrisia!

Álias, esse negócio de todos postar como anônimo é muito ruim para a discussão. Fica díficil saber se a pessoa que te respondeu é a mesma que iniciou a discussão ou se uma terceira pessoa entrou no meio da conversa.

Sobre quem achou "bonitinho" o meu comentário, eu acho que você foi "burrinho(a)" o suficiente para não entender quando eu disse que homens são mais agressivos, gostam mais de poder, portanto há mais homens associados às áreas militares e de governança.

E, se quase todos os homens são guerreiros ou fazem mudanças no mundo, qual foi a sua contribuição?
Caso você seja mulher, qual foi a contribuição do seu pai, avô ou irmão?

Anônimo disse...

Lola por que vc não cita a lutadora, inspiradora, combativa, a inteligentíssima oradora JANAINA PASCHOAL? Sem dúvida é a brasileira do ano, seu nome entrará nos livros de história e vc, mulher, não fala sobre ela porque vc é cega pelo PT?

Anônimo disse...

Você que publica como Maria também é anônimo. Nem tente este truque. Todos aqui são, com exceção da Lola e da Samantha.

E sim, você é homem publicando com nome feminino para dar legitimidade à defessa que você faz do ponto de vista masculino.

É evidente.

E o que eu disse não é hipocrisia. Não tenho problema nenhum com o fato de se publicarem comentários como anônimo. O que você faz, no entanto, é outra coisa. Você ludibria, publicando com nome feminino.

Mas o que esperar de um homem, a não ser que ele iluda na sua relação com mulheres?

Anônimo disse...

R. Jake, ser feminista ou não tem a ver com visão de mundo e argumentação. Se o suposto movimento surgisse, é a argumentação desenvolvida que o enquadraria como um movimento feminista ou não.

Anônimo disse...

18:12, Você gosta sim da torre Eiffel, que uma mulher criativa construiu. Quem não gosta da torre Eiffel? Ela é uma unanimidade e você gosta sim dela.


Já as "invenções" dos omens nunca são uma unanimidade. Alguns gostam, a maioria não vê utilidade, e uns fogem gostar só Pq o "inventor" é um omen.

Maria disse...

Deixa ver se eu entendi:
1. Anômino é uma pessoa sem nome. Eu publico comentário com um nome e sou chamada de anônina.
2. Meu nome, obviamente, é nome de mulher. Mas a pessoa acha que sou homem que estou me passando por mulher simplesmente porque não tenho a mesma opinião que ela.
3. Digo que sou mulher. A pessoa diz que estou ludibriando e que eu sou sim um homem me passando por mulher para dar legitimidade ao meu ponto de vista.

Você está queimando minha reputação, inventando uma mentira para tirar a legitimidade da minha opinião.
E eu sou a mentirosa da história.

Queimar reputação de pessoas que discordam da sua opinião. Esse atitude da esquerda já está manjada. Invente uma nova.

Anônimo disse...

Maria, como VOCÊ sabe se aquela anônima era de esquerda? e já vi você tentando "queimar" a reputação de outras mulheres nos comentários de outros postes. Sugiro que reconheça os próprios erros antes de falar merda.

Anônimo disse...

Tergiversar não vai resolver.

O fato de estar escrito Maria, Antônio, Vera, João... não quer dizer nada. Todos somos anônimos, já que ninguém aqui sabe nada a respeito de ninguém.

Analiso o seu discurso e é por ele que digo que você é homem. Já debato com homens sobre mulheres, feminismo e relações de gênero há bastante tempo para conhecer o discurso masculino sobre o assunto.

Você pode espernear o quanto quiser, mas nada disso mudará o fato de que você é homem publicando com nome feminino. O estilo é inconfundível.

E não tem nada a ver com concordar comigo ou não. Existem milhares de mulheres que não concordam comigo, milhares de homens que não concordam comigo, enfim, milhares de pessoas que não concordam comigo.

O meu ponto não é este, discorde de mim o quanto desejar. O fato que levanto é apenas o de você usar um nome feminino para legitimar sua defesa do ponto de vista masculino.

E cada vez que você responde, reforça minha tese.

Maria disse...

Se eu queimei reputação de alguém, por favor, diga onde foi, pois errei. Não estou aqui para ficar queimando reputações de pessoas.

Estou dizendo a verdade à vocês: sou mulher. Se quiserem criar discursos para se convencer ou convencerem terceiros do contrário, fiquem à vontade.

Alias, pouco importa se quem está falando é um homem, uma mulher, um cachorro ou um papagaio, o que importa é o que estão falando.

Anônimo disse...

Concordo plenamente com o último parágrafo que escreveu. Por isso não vejo problema algum no anonimato, pois discute-se o que está escrito. Por isso, também, não entendo o porque de você tentar ludibriar seus interlocutores. Isso não é necessário no debate de ideias, especialmente aqui no espaço da Lola.