sexta-feira, 22 de julho de 2016

UMA SÉRIE DE TV PRA RECOMENDAR

Vou recomendar uma série de TV que pouca gente conhece (pelo que consultei por aí).
Foi a Cintia, uma jornalista e assessora de um sindicato de educação em Tubarão (onde estive em abril para uma palestra) que a recomendou pra mim, e aí eu, maridão e minha mãe assistimos as duas temporadas -- e adoramos.
Já ouviu falar de The Knick? (veja trailer legendado). O título é ruim e nada criativo. Refere-se a um hospital em Nova York, só isso. 
Antes de prosseguir, devo dizer que odeio séries passadas em hospitais. Nunca vi Plantão Médico, nem pra ver o George Clooney e a Julianna Margulies jovens, ou Grey's Anatomy; não sou fã de House (maridão e mamãe são). E eu não veria Knick se não fosse por um detalhe -- tudo bem, passa-se num hospital, mas um século atrás. É hiper interessante ver como era a ciência naqueles tempos. 
Imagina que, pra fazer uma reconstrução de nariz em 1900, a pele deve ser tirada do braço da pessoa (até aí, tudo ok), mas a pobre paciente tem que ficar com o braço colado no nariz durante meses. Imagina a enorme inovação que foi a máquina de raio X. Imagina um psiquiatra que acha que um bom remédio pra curar distúrbios psíquicos é arrancar todos os dentes do paciente. Imagina a eletricidade falhar e uma pessoa ser incendiada na mesa de operação. Imagina fazer tudo isso sem anestesia e sem luvas cirúrgicas...
Clive Owen é o ator principal. Ele faz um cirurgião brilhante e problemático, que só consegue funcionar se usar cocaína, heroína, morfina, ópio. E tem um vilão, o administrador corrupto do hospital, que você vai amar odiar. Há também outros personagens incríveis, como uma freira que realiza abortos (todos clandestinos, proibidos) para salvar as mulheres de uma morte quase certa.
Todos os episódios das duas temporadas (a terceira está em negociação) foram dirigidos por Steven Soderbergh, consagrado diretor de filmes como Sexo, Mentiras e Videotape e o maravilhoso Irresistível Paixão
Ultimamente ele tem preferido a TV ao cinema, pois a considera mais aberta à complexidade das personagens e mais afeita a riscos (vários diretores dizem o mesmo: que o cinema, por ser caro demais, não tem coragem de ousar, só segue fórmulas). 
O racismo e o machismo do século passado 
(segundo reaças, essas coisas acabaram, ficaram no passado; aposto como os antepassados reaças deles também achavam que racismo e machismo não existiam em 1900, era só mimimi de sufragista) estão muito bem representados em The Knick. O racismo fica por conta do tratamento que recebe um médico negro (tem gente que literalmente prefere morrer a ser operada por ele) e por todo um fascinante subtexto sobre eugenia, uma "ciência" então totalmente aceita como verdade. 
O machismo podemos ver mais através de duas excelentes personagens. Uma é Lucy, uma enfermeira jovem que tem ambições de se tornar médica, num mundo em que aquilo não é uma possibilidade (o monólogo dela, falando ao pai, um pastor hipócrita, é sem dúvida um momento marcante da TV, extremamente bem escrito e interpretado. Pode ser visto aqui, só que sem legendas e sem contexto).
A outra é Cornelia, a filha do dono milionário do hospital. Ela é uma ótima administradora mas é obrigada a largar o que gosta de fazer para virar esposa e dona de casa. Uma das minhas cenas favoritas de toda a série é quando o marido (que não é um cara abusivo nem nada) pede que ela faça o que é esperado dela por ser mulher. 
Minha única crítica à série é que há um certo exagero em mostrar todas as coisas nojentas possíveis. Acho isso desnecessário. Tem uma cena em que operam um olho que eu não consegui assistir e pedi pro maridão me avisar quando acabasse. Mas, de resto, The Knick é tudo de bom. 
Minha série favorita de todos os tempos continua sendo A Sete Palmos, que acabou em 2005. 
Pra quem não viu, olha, não sei o que você está esperando.
E você, tem alguma série pra recomendar? A gente está se sentindo tão órfã com o fim de The Good Wife, por exemplo, que passou a rever Game of Thrones desde o comecinho. Faz mais sentido agora, depois do final feminista da sexta temporada.

94 comentários:

Anônimo disse...

American Horror Story é uma ótima série e tem um caráter feminista exacerbado! Todas as temporadas são assim

Anônimo disse...

American Horror Story: Muder House
American Horror Story: Asylum
American Horror Story: Freak Show
American Horror Story: Hotel (essa temporada é lixo! não perca tempo assistindo isso)

O legal de American Horror Story é que cada temporada tem seu começo, meio e fim. Cada temporada é uma história única. Só muda a história em cada temporada, mas o elenco é o mesmo.




Anônimo disse...

American Horror Story: Coven (esqueci dessa) - terceira temporada

Anônimo disse...

O diretor Lars Von Trier já fez uma série sobre ambientada num hospital chamada O Reino\Riget. Essa série tem duas temporadas e é muito interessante.

Patrick disse...

Eu recomendo A Ponte (Broen/The Bridge), série dinamarquesa (o remake americano não é muito elogiado) em que uma dupla de policiais (ela sueca, ele dinamarquês) tem que desvendar um crime acontecido exatamente na fronteira entre os dois países. E também The Killing na versão dinamarquesa (nada contra o remake americano, apenas não vi, mas dizem ser bom também), que tem como personagem principal uma policial dinamarquesa.

@vbfri disse...

Para mim, o melhor seriado é Once Upon a Time. Primeiro - porque é feminista pra caramba. Segundo - porque reescreve as histórias clássicas, mostrando que ninguém é 100% bonzinho e ninguém é 100% vilão. Terceiro - porque as personagens principais são mulheres. Basicamente é um seriado protagonizado por mulheres, onde os homens são meros coadjuvantes. Quarto - porque a atuação, em sua maioria, é excelente (Lana Parrilla e Robert Carlyle são impagáveis como os vilões).
Assisto, recomendo e ainda assisto novamente para mostrar às pessoas.

Anônimo disse...

Frankie and grace. Nem sei se escrevi certo... ta disponivel na netflix e é simplesmente maravilhoso! O final da segunda temporada me faz rir sozinha ate hoje!

Julia disse...

Eu assisti The Knick e adorei. Realmente quase ninguém assistie essa série.
Eu tenho quase certeza que assisti Six Feet Under por causa desse post da Lola.
Não me arrependi. Também amo a série.

Alguém conhece Gilmore Girls? Me recomendaram por ser uma série protagonizada por mulheres mas não tenho certeza do caráter feminista dela.

Eu disse...

Já me cansei de once upon a time, é uma enrolação sem fim, surge uma nova maldição ou ser mágico do mal, eles resolvem tudo, daí começa tudo de novo. Rumple enrola a bela desde sempre, ele finge q virou bonzinho, a bela pela milésima vez cai como trouxa, descobre tudo, manda ele a merda e recomeça a lenga lenga e é isso com todos os personagens praticamente. Legal q nessa última temporada teve casal lesbico.
Nem terminei de ver a última, me forçei a ver pra ver se melhorava e nada.

Anônimo disse...

Lola, experimenta Outlander, é meio no estilo Game of Thrones, com uma mulher protagonista. Ela deu algumas pisadas na bola de vez em quando, mas, no geral, é maravilhosa e a Claire é uma personagem bem multifacetada.
Vou deixar a sinopse aqui (acabou agora a segunda temporada):

"Baseada na série literária Outlander (no Brasil, A Viajante do Tempo) da autora Diana Gabaldon, a série narra a vida de Claire, uma enfermeira de combate na Segunda Guerra Mundial que acaba viajando no tempo para o ano de 1743 e imediatamente é inserida em um mundo desconhecido de aventuras que a fazem temer pela própria vida.

A personagem, casada no século XX, termina se aproximando de Jamie, um jovem e romântico guerreiro escocês, e fica dividida entre dois homens diferentes em duas vidas irreconciliáveis."

E se você gostar do combo comédia+musical, tem uma série novinha em folha, que a primeira temporada acabou a pouco tempo, que chama Crazy ex-girlfriend, que trata bastante sobre feminismo, depressão e expectativas sobre a ~mulher moderna~, com muito bom humor e ironia.

Eu já ouvi falar dessa The knick, mas tenho medo das cenas de 'nojeiras'.

Outras séries fantásticas, com personagens femininas maravilhosas: Orange is the new black (netflix, que você já deve conhecer), Orphan Black (tb bastante conhecida, mas se nunca viu, TEM QUE VER), e uma já finalizada, mas que é um dos meus maiores amorzinhos, Parks and Recreations <3

Julia, eu estou vendo Gilmore Girls (já q entraram todas as temporadas na netflix) e é muito boa! Ela não levanta exatamente a bandeira do feminismo, mas as duas personagens principais são muito humanas e maravilhosas.

(desculpa o mega post, mas séries é algo que mexe comigo hehehehe)

Clara

Thais Souza disse...

Eu recomendo "the bletchley circle"!

É uma série que se passa no período pós segunda guerra mundial, e conta a história de um grupo de mulheres que trabalhavam em uma unidade que decodificava mensagens alemãs. Depois da guerra e sem poder revelar seu papel durante a guerra, a protagonista vira uma dona de casa infeliz e decide reunir o grupo com quem trabalhava para tentar capturar um serial killer.

Não sei se a minha sinopse foi boa, mas o seriado é excelente e tem seu viés feminista também.

Abraços!

Carolina disse...

Minha opinião sobre as reclamações de GoT: Era óbvio que a história estava sendo construida. A história é muito bem escrita e os personagens precisam de base. Daenerys sofria em uma relação abusiva com o irmão e foi forçada a casar antes de se tornar a mãe dos dragões. Isso é básico num enredo, construir a personagem, dar base. Leio os livros e assisto a série (não assisti a 6ª temporada ainda) e em nenhum momento vi machismo do escritor dos livros ou da série. Vi construção, formação de argumento. Falavam de machismo, mas ninguém falava da Arya, uma personagem feminina claramente forte desde o começo que lutava contra as imposições de gênero. Chata de dar dó, birrenta e pouco colaborativa em diversas situações, porque era menina, não. Porque era criança. Que fazia um forte oposição ao príncipe, que era menino, mas era egocêntrico, mentiroso e chiliquento. Criança também. Mas ali estava sendo construida uma base. Enquanto ela era honrada, falava a verdade apesar das consequências e tinha caráter, o outro era mentiroso, mesquinho e traiçoeiro.
É como a Igreja Católica reclamando de Harry Potter por ele ter inflado a tia, o que seria um ato de maldade e vingança, portanto um mal exemplo pra crianças. E no final dizer que a série não era tão ruim pois o bem vence o mal. Sério, gente, construção, base, enredo.
Acho que a gente está correndo sério risco em empobrecer a arte de contar histórias. A parte de conflito é importante. Nós somos o que vivemos e como sobrevivemos ao que vivemos.
E só mais uma palavra sobre GoT: Varys.

Anônimo disse...

"O diretor Lars Von Trier já fez uma série sobre ambientada num hospital chamada O Reino\Riget. Essa série tem duas temporadas e é muito interessante."

É sério que você está recomendando algo desse diretor em um blog feminista? Volta pro seu fórum mascu, vai.

B. disse...

Eu gosto muito de séries investigativas e policiais. Exemplos: CSI, Bones, Law and Order SVU, How to Get Away with Murder, The Blacklist (vilão cativante, adoro). Também amo Person of Interest, mas essa acabou, infelizmente! (essa é mais ficção científica). Das comédias, curto The Middle.

Juba disse...

Lolinha, por favor, assista alguns episódios de Call the midwife, é uma das séries mais feministas que já vi, e se passa entre parteiras e freiras na Londres de 1950. Não tem cenas fortes nesse sentido de sangue e ferimentos, é mais sutil, ainda que bem realista.

Rafael Cherem disse...

A minha do coração é Supernatural, mas tem 11 temporadas, se tiver paciência ´extremamente divertido.

House Of Cards, maravilhosa.

Se gosta de terror, Damien e Outcast muito legais e estão começando, dá para acompanhar.

Num pegada mais histórica: The Last Kingdom e Vikings.

Anônimo disse...

meu coração é do Jessie e Mr. White #thebreakingbadforever

Mas amo House Of Cards, amei House, e sei que ainda amarei Dexter (é uma vergonha ainda não ter assistido cronologicamente, apenas episódios isolados).

Gostei do pouco que vi de Orange is the new black e recomendo Narcos fortemente.

Comédia gosto de the middle. É fofinha.

Saudades de quando podia assistir tudo na TV.

Alanzinho disse...

Me enganei de post.

William Jaber Júnior disse...

Off topic

Lola, quais posts que você fala desse projeto pra liberar o porte de arma no Brasil? Estava procurando pra mostrar a amigos e parentes que estão se convencendo que isso é uma ótima ideia e não consigo achar... Se puder me envia, por favor! wjaber25@gmail.com
Obrigado!

Kaká disse...

Acho the Knick ótima! A trilha sonora eletrônica é sen-sa-cio-nal.

Recomendaria Outlander também. Outra que é muito boa, com duas mulheres protagonistas, é UnReal - sobre os bastidores de um reality show estilo The Bachelor.

Alguém perguntou se Gilmore Girls era feminista, eu acho que sim. Revi todas as temporadas no Netflix e continua atual (fora algumas referências que já venceram).

Anônimo disse...

Gente, eu não sou mascu, mas amo o diretor Lars Von Trier. É errado indicar a série Bates Motel para uma feminista?

Anônimo disse...

A minha preferida é Downton Abbey. É uma serie de época e se passa na Inglaterra entre 1912 ate os anos 30. São seis temporadas mas vale a pena. Você vê vários preconceitos da época e vários personagens dispostos a quebrar esses tabus, alguns que querem realmente mudar a sociedade (como a Lady Sybil e o Branson) e outros que vao amadurecendo ao longo da serie (como a Lady Edith). Fora que mostra muitos acontecimentos e mudanças da época, as sufragistas, a primeira guerra, rev russa, movimentos operários e uma nobreza que não quer perder o status quo mas que não mais tem espaço após tantas mudanças.

Anônimo disse...

Cold Case é a melhor série dessas de caráter episódico. É uma série que toca em questões sociais muito importantes. Cada episódio dessa série é único!

Feminazi Satânica disse...

Agora se a pessoa é feminista não pode ver Lars Von Trier?

Me poupem! Parece pastor dizendo que não pode ver "coisa do mundo".

Anônimo disse...

Pode ver a vontade. Alguém está te proibindo ?

donadio disse...

How to get away with murder

A atriz principal é a Viola Davis, precisa de mais?

Anônimo disse...

Leia os artigos de Bene Barbosa

Anônimo disse...

E os novos Ghostbursters?

Julia disse...

"É errado indicar a série Bates Motel para uma feminista?"

Eu amo Bates Motel. Vc acha que é errado porque o protagonista é um assassino de mulheres? Bom, eu comecei a assistir essa série por causa da Vera Farmiga. Não foi pelo Norman, nem por Psicose, nem porque amo filmes/séries sobre feminicidas ou psicopatas.
Não acho a série machista mas odeio o Norman.

Anônimo disse...

Downtown Abbey *-*

Anônimo disse...

Ridículo e deprimente

Anônimo disse...

Essa é a sua opinião. Que bom que têm gente que pensa diferente !

Anônimo disse...

Gente, ia indicar essa. Adoro!!!

Anônimo disse...

É a minha também é de várias pessoas ao redor do mundo, por isso foi um fracasso de bilheteria e crítica.
O filme atual nem chega aos pés do primeiro, esse remake possui um roteiro fraco e realmente é constrangedor e deprimente

Luciana disse...

Séries Fantásticas com mulheres fantasticas

Orange is the new black. (Maior diversidade no elenco de mulheres que já vi. Melhora a cada temporada)
Downton Abbey (linda em todos os sentidos)
How to get away with murder (acaba um episódio e vc PRECISA ver outro)
Unbreakable Kimmy Schmidt (comédia escrita pela Tina Fey)
Gracie and Frankie (Comédia, duas idosas protagonistas - uma é a Jane Fonda)
Once Upon a time (Para quem gosta de releitura de contos de fadas. Quinta temporada dispensável, vamos ver a sexta...)

Bônus
The Blacklist - A protagonista não é tão forte, mas a série é imperdivel mesmo assim. É altamente viciante devido ao charme do James Spader.

Clara Lopez disse...

Também não entendi a crítica ao Lars - ele é um grande diretor, Melancolia é um filme para sempre, e não vejo como anti feminista, só como um sujeito que fez um comentário infeliz e foi punido com o silêncio pela indústria.

Fabianaaaa disse...

Meu top 3 de série
Oz, da HBO: super violenta, com um elenco predominantemente masculino, mas as cinco personagens importantes do sexo feminino são muito bem representadas - uma médica, duas guardas, uma psicóloga interpretada maravilhosamente bem pela Rita Moreno, e uma mulher no corredor da morte. Se passa numa prisão de segurança máxima, então vocês já devem imaginar que não é nada recomendada para -18.
Rome, da HBO. Muito similar à GoT, só que mais realista.
Black Sails, disponível no Netflix. Muita gente compara à Game of Thrones e eu pessoalmente considero superior: é mais empolgante, tem personagens mais interessantes e a abertura é mais legal.

Não consigo comprar esse hype de GoT, e olha que eu adoro a HBO.

B. disse...

"Cold Case é a melhor série dessas de caráter episódico. É uma série que toca em questões sociais muito importantes. Cada episódio dessa série é único!"


Eu amo MUITO Cold Case! E as músicas que tocam no fim? Me acabo chorando!

Cesc Biavati disse...

Primeira temporada de True Detective realmente é foda. Aconselho.

Anônimo disse...

Mr. Robot é uma série muito interessante
Recomendo muito essa

Anônimo disse...

In the Flesh é a melhor série sobre zumbis já feita
É uma série curta, pena que não foi renovada para a terceira temporada

Anônimo disse...

Nossa, vi um ep e fiquei apaixonada. Vi No GNT mas não tenho tv a cabo. Vc sabe onde posso encontrar online?

Anônimo disse...

Downton Abbey, OITNB e how to get away with murder são puro amor!!!

Luima disse...

Acho que só eu assisto Miss Ficher's Murder Mysteries. A série se passa na Austrália, em 1920, e a protagonista é independente, cheia de atitude, tá nem aí pros padrões de gênero, namora quem quer, pilota avião, desvenda crimes... O título é bobinho, mas é uma série bem feminista e divertida, dou muita risada com as alfinetadas que ela dá nos policiais, e o jeito que ela escandaliza a tiazona puritana rsrs. Tem na netflix, recomendo.

Cacau disse...


Este não é para assistir, é um artigo para ler, ainda não li o livro: http://gizmodo.uol.com.br/mulheres-pioneiras-nasa/

E ainda tem gente que diz que matemática não é para mulheres...

Luciano disse...

Lola, confie em mim, apenas assista Black Mirror sem ler nenhuma sinopse.

Juliana Brito disse...

Call the midwife, Lola! Vc precisa ver!

Juliana Brito disse...

Call the midwife, Lola! Vc precisa ver!

Anônimo disse...

Amo gilmore girls. To revendo no netflix, ja bo inicio da quarta temporada. O seriado é recheado de mulheres fortes e to adorabdo rever ja fora da adolescência, ja com outra maturidade. Mas tem alguns pontos meio conservadores, como a virgindadr da rory ser levada um pouco como prêmio e exemplo de ela ser uma boa filha. Ainda assim, vale muito a pena.
Não gostei de unbreakable kimmy, humor forçado demais.

Anônimo disse...

Black mirror sem sinopse, como disseram acima! Na linha de seriados feministas, recomendo tb jessica jones!

Anônimo disse...

The mentalist.
A melhor.

donadio disse...

I Zombie.

Under the Dome.

Wonderfalls.

Julia disse...

Call the midwife é genial mesmo. Super indico para todos!

Julia disse...

Eu achei bem legalzinho para um filme pipoca. Melhor que o original.

Charle Coimbra disse...

De todas as séries mencionadas no post e em todos os comentários me interessei e gostei unicamente de Oz (embora eu não dê nota 10, maximo 7,5).

Marcia disse...

Oi Lola, eu gosto de séries policiais mais intimistas, adoro um noir, então aqui vão séries protagonizadas por mulheres policiais que lidam com histórias difíceis de assassinato, estupro e tratam dos temas de uma forma bem interessante e feminista, óbvio. 

Marcella (tô vendo agora e adorando! O drama é complexo, a policial circula entre ser vítima e agressora, bem denso). 

The Killing (série sueca que foi adaptada para os Eua, tem as duas versões no netflix, veja as duas... são ótimas) a policial aqui tem que investigar um assassinato de uma adolescente, no meio disso - dúvidas sobre casamento, relação mãe e filho (nada idealizada) e uma amizade bonita com o parceiro (não vira interesse amoroso) com uma boa intriga política. 

The Fall (outra série fantástica com uma policial excelente como protagonista).

Jessica Jones (uma história de uma super heroína da Marvel, que não segue nem um pouco a cartilha dos super heróis, noir e introspectiva, tem um abordagem fantástica para o tema dos relacionamentos abusivos e um vilão que ‘encarna’ com ninguém a figura dos mascutrolls, adorei!). 

Top of the Lake (essa é pesada, mas trabalha com o tema do estupro muito bem, a mais noir dessas policiais/investigação aqui)


E depois de tanto deprê, vamos rir um pouco... 

Grace and Frank é maravilhosa! 
Unbreakable Kimmy Schmidt é outra que vale a pena ver. Criada pela Tina Fey e o Robert Carlock, a série consegue fazer piada com crítica social afiada. Curti demais. 

Master of None (série ótima com o Aziz Ansari)

Séries de mistério/terror/ficção científica

The Stranger Things (mehor série homenagem aos anos 80 que já vi, e tem três personagens mulheres fenomenais. Se você gosta dos filmes como Et, conta comigo, allien, veja!) 

Penny Dreadful (século XIX, figuras da literatura inglesa, contos de terror que envolvem drácula, bruxas, lobisomem, frankestein, precisa mais do quê?) 

Séries históricas com mulheres (adoro ver que sempre houve resistência ao machismo em outros tempos) 

The bletchley Circle (trata de mulheres matemáticas que se envolvem numa história de assassinato, o mais legal? Essas matemáticas existiram, eram parte da equipe do Allan Turing, trabalharam no projeto que quebrou o código enigma dos nazistas na segunda guerra mundial)

Séries sobre política com excelentes personagens mulheres: 

Rebellion - Conta a história de três amigas que vivem na Irlanda, no começo do século XX, durante a revolta da Páscoa pela libertação irlandesa (tem aquela que vira militante, a estudante de medicina que ajuda, um amiga que vira agente infiltrada, excelente relato de época sobre a condição das mulheres e a dificuldade de participar da vida política).

The Americans (dupla de espiões russos que se passa por um casal americano, excelente abordagem da guerra fria, a espiã é fenomenal...) 

Para sair do ocidente um pouco: 

Empresses in the Palace (novelesca, mas ótima): conta a história de três amigas que na China antiga (ai meus conhecimentos sobre história da china são um nada) que são escolhidas para serem concubinas do imperador. É um drama sobre traição, amizade e intriga política, com a aquele visual caprichado do tigre e o dragão, não tem como não amar.

Anônimo disse...

Melhor que original?
Vc só pode estar de brincadeira, esse é o problema, as pessoas não admitem o óbvio, falseando a realidade de uma maneira ridícula

Felina disse...

Luther, série inglesa, um policial com uma moral meio dúbia, três temporadas, muito boa, recomendo! O ator principal é o Idris Elba

titia disse...

Amigolino das 10:55 também assisti Caça-Fantamas, e quer saber a verdade? Esse filme é A MESMA COISA que os originais dos anos 80, sem tirar nem por. Todos os clichês e conflitos típicos dos Caça-Fantasmas originais estão lá, o mesmo tipo de piada, o mesmo tipo de roteiro, o mesmo tipo de vilão, tudo igual ao que era nos filmes originais. Quem está falseando a realidade de maneira ridícula é você porque não admite o óbvio, que o único motivo pelo qual você odeia esse novo Caça-Fantasmas é porque as personagens principais tem clitóris ao invés de pênis.

Só pra esfregar mais sal na ferida: onde eu moro a crítica deu três estrelas de cinco e o público três estrelas e meia de cinco pra esse filme. Tá longe de ser "fracasso de público e crítica", como o machinho com dor nas bolas tanto mimiza.

Anônimo disse...

O filme tem um roteiro fraco e é medonho, independentemente do sexo dos protagonistas.
O filme original é considerado Cult, e para ser Cult é necessário conquistar o povo, coisa que este remake ridículo jamais será.
Agora para vc é difícil ter um sendo crítico, parece aqueles pais de crianças artistas mimadas que não conseguem enxergar a obviedade da falta fé talento e chatice dos seus filhos, no seu caso é tipo, aiin vamos falar bem pq são mulheres protagonistas senão vão caçar minha carteira de feminista, apesar do filme ser uma droga.
Resumindo,o filme é ruim

Anônimo disse...

"como o machinho com dor nas bolas tanto mimiza." 12:10

Não tem um post dessa figura que não contenha excesso de negatividade e questões mal-resolvidas com o sexo oposto. Ela deve ser um sucesso nas rodas de conversa (#sqn).

Julia disse...

Não vem criticar a titia não que ela é a melhor comentarista desse blog. Amo vc titia!

Wallace de Jesus Barroso disse...

Vou dedicar um tempo para assistir essa serie nesse domingo. As recomendações dos comentários também parecem ser muito boas, por isso o espaço de comentários daqui é um dos melhores da internet.

Anônimo disse...

Bem,

Eu recomendo as séries do buttman

titia disse...

Julia, eu te amo também :) Mas que é isso, hehe, tô longe de ser a melhor comentarista aqui.

13:03 uau que agora é que a dor nas bolas subiu pro estômago, hein?

Eu só disse que o filme é a mesma coisa do original dos anos 80. Achei divertido, mas não uma obra prima, a mesma coisa que eu penso dos filmes dos anos 80. Mas claro, pra você visivelmente qualquer filme cujos protagonistas principais não sejam machos másculos trocando porrada pra salvar pobres donzelas indefesas que depois, é claro, recompensarão a gentileza do herói com sexo-ou seja, qualquer coisa que não lhe permita projetar na tela suas fantasias de machista frustrado-não presta. Qualquer filme que mostre mulheres como qualquer coisa que não objeto sexual não presta. Qualquer filme que não tenha como foco principal uma orgia de testosterona não presta. É tão óbvio que não sei como você pensa que pode enganar alguém.


Ai, 13:56, que maturidade e genialidade da sua parte me xingar de misândrica mal amada! Esse xingamento só foi usado, deixa ver, 9989989912221 vezes antes por 888764655859 machos antes de você. Super original, hein? Pensou nisso sozinho ou teve ajuda? Você é burro de nascença ou por maioria de votos?

Alexandre disse...

Ah, que isso feministas! Não assistam televisão, pois esta é controlada pelo patriarcado opressor, o qual domina a indústria cinematográfica em Hollywood. Estas séries apenas possuem um viés feminista para atrair mais uma fatia de mercado. Ainda continuam sendo controladas pelos "mascus".

"Ninguém é mais escravo do que aquele que se julga livre sem o ser".
(Johann Wolfgang von Goethe)

Anônimo disse...

Então; mas o seu óbvio não é o meu óbvio.
Teve audiência ? Teve. Pouco, mas teve !
Só porque você achou ruim, não significa que o mundo INTEIRO tem que achar ruim também, gênio.
Agora vá reclamar para sua mamãe isso, porque esse papinho de "Uhee, tem gente que acha legal, mas eu achei terrível !" já deu. Aceite que dói menos...

Anônimo disse...

Top of the Lake, Call of the midwife e Black Mirror: imperdíveis!

Anônimo disse...

Alexandre disse...
"Não assistam televisão, pois esta é controlada pelo patriarcado opressor, o qual domina a indústria cinematográfica em Hollywood". "Ainda continuam sendo controladas pelos mascus"

Cesc Biavati disse...
"São controladas pelos judeus talmudistas maçônicos que pregam em seus filmes e séries: multiculturalismo"

Ora, se decidam mascus de bosta e câncervadores de merda, ou são controlados pelos mascus opressores ou pelos judeus satanistas

Ou seriam os mascus opressores relatados pelo alexandre, os mesmos judeus satanistas relatado pelo bostocesc?

Omen é muito lixo, minha deusa

titia disse...

Pessoal, é coincidência que o Cesc Biavati, outro troll machista do blog, recomende uma série sobre a máfia onde os homens "super másculos" vão meter bala nos seus desafetos, brigar e as mulheres serão apenas as parideiras e bibelôs sem nenhuma outra função que não objeto sexual e incubadora... e o troll machista anônimo esteja babando ódio pelo Caça-Fantasmas em que as mulheres não são objetos sexuais nem incubadoras, não são padrões de beleza e nem precisam que um homem super másculo macho alfa metedor de porrada e de bala as salve?

Porque não sei se é paranoia minha, mas eu vejo uma certa ligação... será que eles tem algo em comum, endereço, telefone, domínio do português ou é só impressão minha...?

Anônimo disse...

puta merda, obrigada mascu, tinha esquecido de Sense8!!!! Assiste, Lola! É da netflix, dirigida e criada pelas irmãs Wachowski.

Anônimo disse...

"Ai, 13:56, que maturidade e genialidade da sua parte me xingar de misândrica mal amada! Esse xingamento só foi usado, deixa ver, 9989989912221 vezes antes por 888764655859 machos antes de você. Super original, hein? Pensou nisso sozinho ou teve ajuda? Você é burro de nascença ou por maioria de votos?"

O engraçado é que em nenhum momento a tal titia "rivotril" questiona o rótulo (muito pertinente, por sinal); ela apenas assume que é uma adjetivação recorrente.

E acusar "falta de maturidade" enquanto se escreve, diária e anonimamente, xingamentos raivosos em um blog também não me parece uma atitude muito adulta, não acha?

Anônimo disse...

10:51 esse aí é outro q vai proclamar: somos uma sociedade '''''JUDAICA'''''-cristã

Mais incoerente e cancerígeno q isso, impossível

-

São controladas pelos católicos jesuítas da opus dei e evangegues que pregam em seus filmes e séries: fascismo, câncervadorismo, cristianismo, apologia ao estado de israel e imposição de valores teocráticos e pseudo-morais. Toda essa tentativa de destruir as bases do Ocidente (originalmente pagão e matriarcal) se encontrada fundada no livro satânico chamado "Bíblia".

Veja a bosta que é o filme American sniper e o caminho que as séries em geral estão tomando. os dez mandamentos da recópia? Meu Deus, um LIXO total. Vamos ver se essa nova da HBO "The Night of" abri uma nova perspectiva de séries dramáticas de qualidade.

Aconselho produções clássicas não-hollywoodianas como o filme italiano "Querelle".

Anônimo disse...

obrigada por lembrar

Sense8 é mesmo uma série maravilhosa, eletrizante ao máximo

How to Get Way with Murder é um outro exemplo de série fantástica

titia disse...

HUAHUAHUAHUAHAUAHUAHUAHA!! Gente, é o retorno dos trolls pré-escola! Gugu dadá feminazi mal amada Huhauhau!

Haham. Claro,14:31. Porque de fazer mimimi pra que todo mundo odeie Caça-Fantasmas e digam que o filme é uma bosta só porque você não gostou, fazer birra quando eu contrario a sua opinião e mostro que tem mais gente discordando, fazer tudo isso motivado pelo machismo e depois me chamar de feminazi mal comida feia, boba e cara de mamão você é malvada e merece morrer porque não concorda comigo certamente é o ápice da maturidade. Acho que nem Sidarta Gautama Buda foi tão maduro assim.

Bom, super revelação do momento, carinha: eu cago pra você. Eu cago pra sua opinião sobre mim. Eu cago pra sua aprovação. Eu cago pro seu ego. Eu cago pros seus sentimentos. E, mais do que tudo, eu cago pra qualquer porífero que chega aqui achando que feminazi feia gorda mal amada é um argumento.

Na verdade, ninguém com mais de 12 anos liga pra isso. Então não, não espere que eu vá correndo contestar seu "rótulo" (9989989912221 vezes antes por 888764655859 machos antes de você). Eu não sou mascu pra ficar discutindo com criancinha. Vai trocar as fraldas que mamãe já já termina sua mamadeirinha.

Anônimo disse...

"suas séries estão todas seguindo essa linha libertária ateísta antirreligiosa"

nossa, q dó dos católicos e evanjegues de bosta, Netflix, continua assim q TÁ POUCO, afugenta essa porcaria de familia tradicional de merda, q é o melhor q vcs fazem mesmo

e bostocesc provavelmente é muito aficionado com essa coisa de homossexualidade, desejo reprimido, freud explica

Se liberte, pois é o melhor q vcs fazem

Anônimo disse...

"Será que, em Narcos, Pablo Escobar vai comer bunda de viado também?"

Sim, vai, e qual o problema? eu acho EXCELENTE

Netflix, olha aí uma ótima sugestão do nosso amigo

Anônimo disse...

sim, mascu, Sense8 é uma série para ~baitola~, e pra todo mundo que se importa com ~baitolas~, e que quer ver relacionamentos amorosos e pessoais de ~baitolas~, e que quer saber sobre como ~baitolas~ são vistos pela sociedade e como reagem a isso, e por aí vai.

Se quiser saber se pode assistir em família ou não, vê a classificação indicativa. Fim, sem dramas.

Anônimo disse...

"o católico de bosta falando mal do talmude, porém mais da metade da gibíblia (outro lixo) é formado pelo talmude"

esperar o quê de evanjegues? burros q dão dó

Cesc Biavati disse...

Olha quando o Talmud foi escrito, ser desprovido de intelecto.

Aquilo legitima racismo contra não-judeus, inclusive contra você próprio (a). Nele, há citações diretas a favor da extinção de goyns/gentios, pessoas como você e eu, sua burra. O verdadeiro evangelho é o de Cristo - um judeu, curiosamente, morto pelos próprios conterrâneos que, até hoje, não o aceitam e nem o consideram nada. Até os islâmicos o consideram e o chama de profeta ISA.

Essas produções de merda pentecostais e neo-pentecostais nem levo a sério. Não vejo nada oriundo desses hereges burros, idiotas úteis de talmudistas sionistas. Veja que suas séries são uma masturbação crônica para ISRAEL - que é a TERRA SANTA, não a terra de um único povo.

Se quiser saber se pode assistir em família ou não, vê a classificação indicativa. Fim, sem dramas.

Na boa, você quer assistir séries ou filmes ou o xvideos? Está difícil diferenciar. Estão sexualizando demais a TV e isso começou com a HBO na série "Rome".

Anônimo disse...

Cristão: odeio judeu, sigo a gibíblia escrita pelos mesmos e a principal figura da minha crença é outro judeu

cristãos sempre foram antissemitas mesmo, teve até um pastor luterano nos anos 30 q disse "Hitler é a conclusão da reforma", kkkkk, uma esquizofrenia completa, vai entender

Anônimo disse...

15:23
Mimimi, chora mais (aprendi esse argumento com os bolsominions)

E como se na gibíblia não houve cenas muito piores sendo retratadas: incesto, estupro, genocídio, etc. e tudo disponibilizado a rodo para todos os públicos, q lindo

Qualquer série atual é fichinha perto da gibíblia

Anônimo disse...

"demais a TV e isso começou com a HBO na série"

É o livre mercado agindo, seu idiota, oferta e demanda, seu burro

a igreja e nem o estado tem q infringir na liberdade de ng em fazer ou assistir a série q quiser seu lixo

dízimo e imposto é roubo

Cesc Biavati disse...

Seguindo sua lógica libertária jacobina ultra anticristã, deviam passar pedofilia, zoofilia e necrofilia nas séries e filmes também, vez que o Estado e Religião não devem intervir em nada.

Tudo tem limite, seu doente.

Anônimo disse...

"deviam passar pedofilia, zoofilia e necrofilia nas séries e filmes também"

mas tudo isso já tem na gibíblia

e ainda incluo: incesto, genocídio, racismo, homofobia, misoginia, estupro, xenofobia e tudo mais o q não presta, tudo na gibíblia e disponível para todos os públicos

Anônimo disse...

"Qualquer série atual é fichinha perto da gibíblia"

ta aí uma verdade

Anônimo disse...

já q citaram Sense8, recomendo essa, q é uma série maravilhosa mesmo

Anônimo disse...

até estupradores a bíblia defende, e outro aí com mimimi por causa de série americana

vão se catar

Anônimo disse...

"teve até um pastor luterano nos anos 30 q disse "Hitler é a conclusão da reforma"

cristianismo e antissemitismo sempre andaram de mãos dadas, não é novidade nenhuma

Patrick disse...

Eu acabei de ver na Netflix o seriado The Fall e o que posso dizer? Até hoje eu não vi uma personagem tão explicitamente feminista quanto a Detetive Gibson, interpretada por Gillian Anderson (Scully em Arquivo X)! Luta contra o serial killer misógino que só tem como alvo mulheres mas também contra os colegas de trabalho machistas que a cercam. Um seriado muito tenso e viciante, daqueles em que um episódio acaba e a gente fica desesperado pra ver o próximo!

Natália Van den Eynde disse...

Tentei assistir The Knick e nao consegui por causa dessas coisas nojentas que a serie mostra, nao tenho estomago! e é o tempo todo, nao da nem pra ignorar... Six feet under, melhor série ever! <3

Julia disse...

Eu nem lembro dessas cenas nojentas em The Knick. Não é tanto assim. Eles mostram cirurgias porque a série fala sobre essas inovações da medicina, então eles testam procedimentos novos e tal mas o sangue não me incomoda.

Anônimo disse...

Ai, Cold Case toca nossa alma!

Gab disse...

Olá, Lolinha querida, adoro suas recomendações.

Li todos, todinhos os comentários, tem muitas outras séries interessantíssimas com protagonistas mulheres e que colocam claramente questões, já citadas aqui, como The Fall, Call the Midwife, Americans...

Mas curiosamente, não apareceu o nome dA série que coloca mais diretamente: Masters of Sex.
Acho fenomenal a construção que fizeram, sobretudo da Virginia Johnson. Cara, o lugar dela, os dilemas e barreiras que tem que enfrentar, e tb como isso aparece em outras mulheres da série...

A quarta temporada que começou agora reflete bem tb a época, a trajetória da personagem Libby Masters (ficcional, pois a série cria livremente em vários momentos) agora se envolvendo com o movimento feminista, se impondo de modo autônomo, livre, leve, cara, é de lavar a alma!

Gratidão pelo bloguinho, sempre!

bjs

Gabriela