terça-feira, 26 de junho de 2018

"EU O DENUNCIEI E PRECISO DE AJUDA"

A Clarisse precisa de ajuda urgente. Alguma advogada pro-bono da região de Porto Alegre pode auxiliá-la? Sei que tem o TamosJuntas. Se alguma advogada puder ajudar, entre em contato comigo (lolaescreva@gmail.com) que eu envio o contato da Clarisse (que não é seu nome verdadeiro). 

Imagens de hematomas
enviadas por Clarisse
Eu denunciei ele. Sim. Eu tomei coragem e fiz o que eu tinha que fazer. Ele me manteve em cárcere privado, mudou a senha de desbloqueio do meu celular, escondeu todos os notebooks em um quarto e trancou junto com meus cartões de banco e documentos. Fiquei apenas na sala do apartamento assim, com a roupa do corpo, por 7 horas. Ele fez isso e saiu pro trabalho levando todas as chaves de todos os cômodos. Prometeu, na volta, me matar.
Logo que chegou, já foi me dando murros. Eu chamei a polícia pela opção "chamada de emergência" pois não sabia a senha do celular. Ele foi preso em flagrante. Aquele episódio tinha sido só mais um dos vários espancamentos que sofri durante o relacionamento. Sim, eu denunciei...
24h depois, ele foi solto. Minha sorte foi ter saído da cidade logo que fiz a denúncia. O processo corre e o caso está sendo investigado em segredo de justiça.
Eu preciso de ajuda. Ele tem advogado e influências e eu não.
Tomei coragem pois não havia mais nada a ser feito. Eu dormia com gosto de sangue na boca devido aos socos diários na barriga, no peito, na cabeça, nos braços... ele puxava meu cabelo, olhava nos meus olhos e dizia: "Tu vai morrer. Tu vai morrer. Pode ter certeza disso". Ele tinha medo de ser prejudicado no trabalho se alguém visse os machucados em mim. Mas eu não tive escolha a não ser denunciar.
Por favor, me ajudem. Alguém sabe alguma advogada de Porto Alegre ou da região metropolitana que possa me assessorar no meu caso?
ps: o celular dele continha conversas dizendo que ia me matar, pra algumas amigas. Foi apreendido pra investigação.
ps 2: fiz exames no IML.
ps 3: no ato do flagrante ele admitiu tudo aos policiais, que foram minhas testemunhas. Não sei depois.

29 comentários:

Anônimo disse...

Clarice, em Porto Alegre conheço: Gabriela Souza - página do Facebook: https://www.facebook.com/gabrielasouzadvocacia/
E a tem a Themis (ong feminista voltada para atuar no judiciário, acho que elas podem te indicar alguém de confiança).

Fica calma, você vai sair dessa. O mais importante você já fez, você terá sua vida de volta (não vou mentir, será por fases, mas será sua). A culpa é exclusivamente do covarde que agrediu. Não há histórico de relacionamento, doença mental ou o que for que desculpe a agressão que você sofreu. Tenha certeza de que você o que é certo, correto, justo e de direito.

Anônimo disse...

Lola descobriram o IP de um mascu que chama mulheres de vadias e refere a seus leitores como macaco

Anônimo disse...

"Aquele episódio tinha sido só mais um dos vários espancamentos que sofri durante o relacionamento"(sic).

Só tenho uma pergunta: Porque não saiu, ou não denunciou logo após a primeira agressão?

Difícil de entender.

Anônimo disse...

Esses homis não adoram expor mulheres e principalmente meninas inocentes?
Adoram postar fotos e videos mostrando pros amigos que pegaram, que elas são safadas e fáceis?
Temos de fazer o mesmo. Expor homem que trai, que agride mulher, que difama, que agride com palavras, que não paga pensão, que ameaça e oprimi mulheres.
Temos de criar uma rede virtual de denuncia, como estes mascus fazem. Assim estes canalhas perdem empregos e amigos. So sobram trasters como o Emerson para devorar um o outro, ja que são psicopatas que não presam por ninguém neste mundo.

mas fiquem tranquilas. o fim de vida destes porcaria é cedo. Como o Emerson. Chegou aos 40 anos falido, sozinho, abandonado por todos, impedido de ver a propria filha, queimado no mercado de trabalho, desempregado e vivendo como um mendigo ilegal. O melhor de tudo, agora vai ser ainda mais rejeitado pelas mulheres por ser um fracassado em todos os sentidos da vida.

existe uma lei neste univers para punir pessoas ruins sim.

Anônimo disse...

Tenho uma dúvida relacionada a isso.

Quando um homem faz isso aí, o caminho " da justiça" é fazer denúncia, conseguir medida protetiva e se possível a prisão temporária do cara até a mulher conseguir sair do raio de alcance dele.

Mas a gente sabe que vagabundo não respeita papel e já se fez muita pesquisa pra demonstrar que o momento em que a mulher mais corre risco de vida é quando tenta sair desse tipo de relação abusiva.

Então não é a medida protetiva que vai evitar essa pessoa inconformada com o fim do relacionamento de assassinar a ex e se matar logo em seguida.

Questão é, pra você salvar a sua vida, não raro você tem que sumir do mapa, só que uma consultinha aí de 9 reais no banco de dados do Serasa mostra tudo sobre você, até emails de contato (todos os emails que você já usou em cadastro na vida), telefones de contato (quando banco pede, por exemplo, ou crediários de lojas), a vida toda.

Esse sumir do mapa não é completo ou viável se você não puder mudar todos seus documentos também e começar uma vida nova do zero.

Se eu sou uma pessoa trans, consigo exatamente isso. Mudar nome, gênero, todos os documentos, tirar tudo do zero e recomeçar.

Juridicamente, é possível extender esse privilégio às mulheres em geral, por analogia por exemplo?

Manoela disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Que pergunta pertinente, anon 13:33.

Anônimo disse...

Ela parece ser bem novinha.

Anônimo disse...

ela precisa acionar a pf q agora combate crimes contra a mulher

Anônimo disse...

Lola, tem a Themis:
http://themis.org.br/
(51) 3212-0104

Kasturba disse...

Anom das 13h18:

"Só tenho uma pergunta: Porque não saiu, ou não denunciou logo após a primeira agressão?"

Existem vários motivos que fazem com que uma mulher permaneça em um relacionamento abusivo.
As agressões nunca começam de repente, e nem no início do relacionamento. Normalmente no começo o cara é romântico, atencioso, carinhoso... Aos poucos isso vai mudando, e a mulher muitas vezes acha que a culpa da mudança de comportamento é dela, e que se ela mudar algo, vai conseguir fazer com que o homem volte a ser aquele companheiro "maravilhoso" que ele era no início do relacionamento.
Muitas vezes após as agressões, o cara se mostra "arrependido", diz que se descontrolou mas que nunca mais vai acontecer, que vai mudar, pede pra mulher mais uma chance (que, acreditando na mudança, resolve dar);
Algumas vezes a mulher acha que o homem faz isso porque está passando por algum problema (seja pessoal ou no trabalho), e que é o papel dela apoiar e ajudar o cara a superar essa "fase";
Algumas mulheres preferem se "sacrificar" para manter o casamento e a família, acreditando ter algo de "sagrado" nessas instituições;
Algumas mulheres simplesmente têm vergonha de admitir que passam por esse tipo de situação;
E juntando a todos esses motivos (e vários outros), muitas mulheres ainda dependem economicamente do cara, o que torna o rompimento ainda mais complicado, de um ponto de vista prático.
Outras temem pela sua vida caso larguem o sujeito.

Por isso que é tão importante que o feminismo leve informação a essas mulheres. Para que elas saibam que não são as únicas, que não estão sozinhas, e que não são culpadas de forma alguma. E que, mesmo parecendo que não há esperança de um futuro melhor, tudo irá melhorar, sim, depois que elas conseguirem finalmente se livrar dessas teias de opressão e violência.

Parabéns pela coragem, Clarice. Agora tudo pode parecer muito difícil, mas tenha certeza que sua vida só irá melhorar daqui pra frente.

Kasturba disse...

Complementando a resposta ao Anom das 13h18:

Eu mesma já fui vítima de relacionamento abusivo com um namorado. Nunca chegou ao ponto de ter violência física, mas havia muita violência verbal.

No começo ele era um amor. Me fazia poesia, me levava flores, tocava saxofone pra mim. Um namorado realmente encantador. Aos poucos foi se mostrando ciumento. As primeiras demonstrações eram do tipo: "amor, você deveria colocar uma roupa menos justa, porque os homens são muito maliciosos e vão dizer coisas, e isso me incomoda. Me desculpe ser ciumento, mas é porque eu te amo demais. Você poderia trocar de roupa pra que eu me sinta melhor?". Depois foi evoluindo para "com essa roupa vão dizer que você está vestida como uma mulher vulgar", e para "assim você está parecendo uma puta" até o ponto de ele cuspir na minha cara e me chamar de puta, vagabunda e vários outros xingamentos.
Mas os degraus foram sendo escalados aos poucos, de forma que eu ia ficando "anestesiada". E a cada briga, ele pedia desculpas, dizia que o ciúme era porque ele me amava demais, me queria só pra ele, que ele entendia que aquilo era uma doença, e que eu não podia largá-lo, pois só eu entendia e podia ajudar ele a se curar. E ainda prometia que iria se esforçar, e que aquilo nunca mais se repetiria. Eu acreditava que era só uma "fase", e que em algum lugar ainda estava escondido aquele cara pelo qual eu me apaixonei, e por isso insistia em manter o relacionamento.
Até que um dia me vi e não me reconheci mais. Eu não podia falar "oi" pra nenhum homem. Não podia abraçar ou andar de mãos dadas com meu próprio pai. Se eu andasse na rua e algum homem me olhasse, a culpa era minha (ou da minha roupa, ou da minha forma de andar, ou simplesmente por eu não estar em casa). Eu me vestia somente com calças de gestante e camisetas largas masculinas, para não marcar meu corpo. Estava sempre com casaco, mesmo no verão escaldante do Rio de Janeiro. Nem pensava em passar perto de uma praia. Não usava brincos, não usava maquiagens, não usava perfume, não podia nem ao menos depilar minhas pernas ou fazer minha sobrancelha, pois tudo isso faria com que eu "chamasse a atenção" de outros homens. Eu vivia um inferno com esse idiota.
E quando decidi terminar, ele chorou, ficou sem comer, fingiu que iria se suicidar. Prometeu pela milésima vez que iria mudar, que daquela vez seria diferente... E, ainda por cima, durante o tempo que estávamos juntos ele foi aos poucos me afastando da minha família e amigos, então no final ele era a única pessoa com quem eu tinha um relacionamento mais profundo.
Foi muito difícil terminar definitivamente com ele. Apesar de tudo, eu o amava (na verdade eu não amava a ele, eu amava o homem que ele fingia ser no início do relacionamento), e sentia muita falta dos nossos primeiros meses juntos.

Pode parecer difícil pra quem está de fora e nunca viveu algo parecido entender o processo. Mas esses relacionamentos são verdadeiras armadilhas. Olhando de fora é tudo muito claro, mas pra a vítima, que está envolvida emocionalmente, ouvindo as mentiras diárias e vivenciando os teatros de arrependimento, é muito complicado ver com clareza a dinâmica doentia desse tipo de relação. E é muito difícil, quando se está envolvida, imaginar como seria uma vida sem aquela pessoa. É preciso muita coragem e muita força pra se livrar disso. Mas sempre vale a pena.

Força a você, Clarice, e força a todas as vítimas desse tipo de relacionamento.

Anônimo disse...

Anon 13:33

Essa possibilidade de trocar o NOME e os NÚMEROS dos documentos não ocorre. E pensando pragmaticamente não deve ocorrer, pois da mesma forma que serviria para uma vitima em potencial sumir, também serviria pra qualquer criminoso, como um mascu radical, também sumir e recomeçar do zero.

No caso das pessoas trans o que ocorre é a retificação do NOME, então RAFAEL SILVA, RG 1234, CPF 4321, se tornará a RAFAELA SILVA, RG 1234, CPF 4321.

Além disso, é dever do Estado punir o criminoso, e não tornar a vitima um fugitivo (isso em qualquer tipo de crime). Em casos extremos, de combate ao crime organizado, e muito mais na teoria do que na prática, existem os programas de proteção a testemunhas, que tiram o informante/vítima do local em que está vulnerável a Organização Criminosa, e tentam remanejar essa pessoa para outro local, mas normalmente em locais onde essa pessoa possuí família/etc. Ao mesmo tempo isso nunca é rápido.

No caso da garota da matéria, houve uma grande falha em darem liberdade condicional ao agressor, considerando a clareza explicita do grau de violência e brutalidade que ela sofreu.

O jeito agora é através de um advogado conseguir as medidas protetivas e tentar acelerar o máximo o processo pra conseguir uma condenação. E do ponto de vista mais pessoal tomar cuidado. Não sei se você tem uma base familiar ou de amigas/os aí, mas não fique sozinha, não fique em situações e locais que ele possa te atacar.

E muita FORÇA! Nunca é tarde demais pra sair de uma situação abusiva e buscar a luz novamente em nossas vidas!

Anônimo disse...

"Essa possibilidade de trocar o NOME e os NÚMEROS dos documentos não ocorre. E pensando pragmaticamente não deve ocorrer, pois da mesma forma que serviria para uma vitima em potencial sumir, também serviria pra qualquer criminoso, como um mascu radical, também sumir e recomeçar do zero."

Um mascu ou qualquer pessoa, basicamente.

Faço um monte de merda aí, decido que agora sou João, mudo os documentos, tiro um passaporte e Bye Bye, Brasil. Mas foi bom o esclarecimento sobre a continuidade jurídica/civil da pessoa, obrigada.

Anônimo disse...

a) Lola vc viu o espetaculo de machismo contra Manuela no roda viva ?

Anônimo disse...

"ela precisa acionar a pf q agora combate crimes contra a mulher"

Só crimes da Internet, violância dosmética ainda é alçada da PM.

Eddie Santos disse...

Ué, pensava que lei Maria da Penha era inafiançável. Como assim saiu no dia seguinte?

Anônimo disse...

Lola, publica o nome do agressor. É preciso expor esse canalha.

Felipe Roberto Martins disse...

Em choque... será mesmo que estamos no século 21...?

Anônimo disse...

Eu gostaria muuuuuuuuuuuuuuuito que alguma boa alma me explicasse qual o motivo para uma mulher aparecer toda arrebentada diante da autoridade policial, cujo agressor foi preso EM FLAGRANTE e que o juiz na audiência de custódia solta porque sei lá, briguinha de casal.

É preciso começar a chamar à responsabilidade todos esses servidores públicos que facilitam, colaboram, poderiam evitar e não evitam, poderiam manter presos e não prendem e descobrir quais os meios legais pra efetivamente atingir e fazê-los pensar 2x antes de soltar um animal desses.

Porque a rigor não acontece nada com essa gente. Ainda outro dia um juiz soltou o cara que, ato contínuo, foi lá e matou a mulher. "Ah não tinha como adivinhar, não tenho bola de cristal". É mesmo? Jura que precisa? To bege.

Filipe Porto disse...

Oh god, sempre tem um babaca

lola aronovich disse...

Não dá pra publicar o nome do agressor, tá em segredo de justiça... E mesmo que pudesse, eu não publicaria. Raramente publico nomes, só quando é uma notícia divulgada por vários veículos e elas põem o nome. Senão pode ter processo (se bem que estou sendo processada em 300 mil reais SEM TER PUBLICADO O NOME DO CARA!). E também, muitas vezes, é mais importante denunciar um sistema, um modelo de comportamento, do que um indivíduo.

Anônimo disse...

Quando a vítima está no programa de testemunhas, é possível trocar o número dos documentos, mas esses processos demoraram horrores e a testemunha tem que ter informações sobre crimes que interessem investigações em andamento.

Violência doméstica, para o Judiciário, não entra na lista desses crimes que confeririam tal possibilidade. Sobre os crimes serem inafiançáveis, mas os acusados responderem em liberdade: há a possibilidade Habeas Corpus (ação constitucional para garantir liberdade, quando a prisão não é justa ou necessária).

O judiciário ainda interpreta que a maioria das agressões que são enquadradas na Lei Maria da Penha, são 'agressões isoladas' e que podem ser evitadas com às medidas protetivas. Portanto, decretado à medida protetiva e avisado o autor da agressão que ele será preso se voltar a conviver com a vítima e/ou ameaça-la, termina o motivo da prisão.

É o famoso 'argumento técnico' e 'neutro'do direito penal - criado para resolver os conflitos físicos entre homens de famílias diferentes, conflitos em que a violência pode até ser continuada, mas os agressores raramente convivem sob o mesmo teto - que não absorve o contexto das práticas sociais da violência doméstica contra a mulher.

É o mal de se usar de instituições que foram criadas sem qualquer presença de representantes mulheres em condições de igualdade. A maioria dos juízes não entende como funciona os relacionamentos abusivos, e usa as palavras das próprias vítimas (de que elas tiveram um relacionamento com o agressor, que elas falaram no depoimento que gostam do agressor, que sim, ele bateu, mas é um bom pai...) para dizer que já 'terminou' o episódio da violência, portanto o agressor pode responder o processo em liberdade.
Isso se ficarmos só na aplicação corriqueira da lei, o buraco fica desesperadoramente maior, profundo e mais escuro, quando inserimos o preconceito e a discriminação de gênero na jogada.
Para a cultura brasileira, ainda, toda mulher que apanha é culpada de alguma coisa. E, portanto, embora raramente dito numa decisão judicial que liberta um agressor de mulher, a liberação do cara em menos de 24 horas, é o reconhecimento público da 'culpa da vítima', que 'precisa aprender'a sair de relacionamentos abusivos antes de apanhar, precisa aprender a escolher melhores parceiros, e todo aquele blá blá blá misógino de cada dia.

E vamos comentar: todo relato de violência nesse blog sempre há quem se espante porque a vítima continua no relacionamento, sem jamais escrever uma palavra contra o agressor, culpando indiretamente à vítima pelo que lhe aconteceu. O mesmo preconceito forma a imensa maioria dos profissionais de direito.

Clarice, força. Denunciar é preciso, você fez o que é justo. Deixe a Lola saber se você consegui orientação jurídica, eu não sou advogada, mas trabalho pesquisando direitos humanos e judiciário, se você quiser conversar, peça a Lola meu e-mail, eu tô longe, mas ofereço o ombro e minha rede de contatos.

Marcia.

Marina disse...

Clarisse, vc naum tem culpa de absolutamente nada, vc não está sozinha e vc com certeza vai sair dessa e isso td não vai passar de uma fase pra esquecer na sua vida.
Anom das 13h18, VTNC e morra.

Anônimo disse...

Não vi o programa roda viva, mas parece que atacaram ela bastante, nada éticos.

Anônimo disse...

Se não tivesse denunciado não estava correndo risco. Simples assim. Saísse fora de mansinho, sem falar nada, e nada disso teria acontecido.

Anônimo disse...

08:07
Mas só por ser mulher ela deveria ser imune a ataques?
Que outro candidato não foi atacado?

Bruna disse...

Pq tu faz tanta questão de entender e não de ajudar? Ah claro, está como anônimo pois tem vergonha de se expor por causa da baboseira que acabou de escrever.

Anônimo disse...

Oi Lola, ela já conseguiu uma representação jurídica? Caso contrário, eu como advogada de Porto Alegre, me disponibilizo a ajudá-la. Caso contrário, entro em contato pelo seu e-mail. Bjo